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Prova Agente Comunitário de Saúde - Pref. Itapemirim/ES
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Questão 1 de 27 Q1899172 Q1 da prova
Para responder às questões de 01 a 10, leia o texto abaixo.

Trabalho infantil cai ao menor nível da série histórica, mas Brasil ainda tem 1,6 milhão nesta situação

A quantidade de crianças e adolescentes que exerciam trabalho infantil no país caiu para 1,6 milhão em 2023, frente a 2022 (queda de 14,6%). Trata-se do menor patamar da série histórica do IBGE, iniciada em 2016. A proporção de menores no trabalho infantil vinha caindo ao longo dos anos, mas chegou a subir para 4,9% em 2022, após a pandemia.
Em 2023, porém, o índice recuou para 4,2%, também menor percentual da série.
Os dados fazem parte da pesquisa "Pnad Contínua Trabalho de Crianças e Adolescentes", divulgada nesta sexta-feira pelo IBGE. O levantamento mostra ainda que 586 mil menores de 5 a 17 anos (ou 36,47% do 1,6 milhão de jovens na condição de trabalho infantil), se enquadravam nos "piores trabalhos" da lista TIP (Trabalho Infantil Perigoso).
Esse também foi o menor contingente da série histórica da pesquisa e representa uma redução de 22,5% frente a 2022, quando 756 mil crianças e adolescentes do país estavam nessa situação. Esses menores desempenhavam funções que envolviam risco de acidentes ou eram prejudiciais à saúde, como operação de máquinas, manuseio de produtos químicos e extração de minério.
A queda do trabalho infantil foi observada em todas as faixas etárias, mas o recuo foi mais expressivo entre as crianças de 5 a 13 anos, onde houve uma redução de 449 mil em 2022 para 346 mil em 2023 (queda de 22,94%).
Entre a faixa de 14 e 15 anos, o número de crianças em situação de trabalho infantil caiu de 444 mil para 366 mil, redução de 17,6% em um ano. Já entre a faixa de 16 a 17 anos, a redução foi de 9,41%, de 988 mil em 2022 para 895 mil em 2023.
Fonte: https://oglobo.globo.com/economia/noticia/2024/10/18/trabalho-infantil-cai-ao-menor-nivel-da-serie-historica-mas-brasil-ainda-tem-16-milhao-nesta-situacao.ghtml (adaptado).

O texto destaca que muitas crianças se encontram em "piores trabalhos", como operação de máquinas e manuseio de produtos químicos, devido ao risco que representam. De acordo com o texto, o que caracteriza esses trabalhos como perigosos?

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Questão 2 de 27 Q1899174 Q2 da prova
Para responder às questões de 01 a 10, leia o texto abaixo.

Trabalho infantil cai ao menor nível da série histórica, mas Brasil ainda tem 1,6 milhão nesta situação

A quantidade de crianças e adolescentes que exerciam trabalho infantil no país caiu para 1,6 milhão em 2023, frente a 2022 (queda de 14,6%). Trata-se do menor patamar da série histórica do IBGE, iniciada em 2016. A proporção de menores no trabalho infantil vinha caindo ao longo dos anos, mas chegou a subir para 4,9% em 2022, após a pandemia.
Em 2023, porém, o índice recuou para 4,2%, também menor percentual da série.
Os dados fazem parte da pesquisa "Pnad Contínua Trabalho de Crianças e Adolescentes", divulgada nesta sexta-feira pelo IBGE. O levantamento mostra ainda que 586 mil menores de 5 a 17 anos (ou 36,47% do 1,6 milhão de jovens na condição de trabalho infantil), se enquadravam nos "piores trabalhos" da lista TIP (Trabalho Infantil Perigoso).
Esse também foi o menor contingente da série histórica da pesquisa e representa uma redução de 22,5% frente a 2022, quando 756 mil crianças e adolescentes do país estavam nessa situação. Esses menores desempenhavam funções que envolviam risco de acidentes ou eram prejudiciais à saúde, como operação de máquinas, manuseio de produtos químicos e extração de minério.
A queda do trabalho infantil foi observada em todas as faixas etárias, mas o recuo foi mais expressivo entre as crianças de 5 a 13 anos, onde houve uma redução de 449 mil em 2022 para 346 mil em 2023 (queda de 22,94%).
Entre a faixa de 14 e 15 anos, o número de crianças em situação de trabalho infantil caiu de 444 mil para 366 mil, redução de 17,6% em um ano. Já entre a faixa de 16 a 17 anos, a redução foi de 9,41%, de 988 mil em 2022 para 895 mil em 2023.
Fonte: https://oglobo.globo.com/economia/noticia/2024/10/18/trabalho-infantil-cai-ao-menor-nivel-da-serie-historica-mas-brasil-ainda-tem-16-milhao-nesta-situacao.ghtml (adaptado).

No texto, a expressão “IBGE” é um exemplo de:

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Questão 3 de 27 Q1899175 Q3 da prova
Para responder às questões de 01 a 10, leia o texto abaixo.

Trabalho infantil cai ao menor nível da série histórica, mas Brasil ainda tem 1,6 milhão nesta situação

A quantidade de crianças e adolescentes que exerciam trabalho infantil no país caiu para 1,6 milhão em 2023, frente a 2022 (queda de 14,6%). Trata-se do menor patamar da série histórica do IBGE, iniciada em 2016. A proporção de menores no trabalho infantil vinha caindo ao longo dos anos, mas chegou a subir para 4,9% em 2022, após a pandemia.
Em 2023, porém, o índice recuou para 4,2%, também menor percentual da série.
Os dados fazem parte da pesquisa "Pnad Contínua Trabalho de Crianças e Adolescentes", divulgada nesta sexta-feira pelo IBGE. O levantamento mostra ainda que 586 mil menores de 5 a 17 anos (ou 36,47% do 1,6 milhão de jovens na condição de trabalho infantil), se enquadravam nos "piores trabalhos" da lista TIP (Trabalho Infantil Perigoso).
Esse também foi o menor contingente da série histórica da pesquisa e representa uma redução de 22,5% frente a 2022, quando 756 mil crianças e adolescentes do país estavam nessa situação. Esses menores desempenhavam funções que envolviam risco de acidentes ou eram prejudiciais à saúde, como operação de máquinas, manuseio de produtos químicos e extração de minério.
A queda do trabalho infantil foi observada em todas as faixas etárias, mas o recuo foi mais expressivo entre as crianças de 5 a 13 anos, onde houve uma redução de 449 mil em 2022 para 346 mil em 2023 (queda de 22,94%).
Entre a faixa de 14 e 15 anos, o número de crianças em situação de trabalho infantil caiu de 444 mil para 366 mil, redução de 17,6% em um ano. Já entre a faixa de 16 a 17 anos, a redução foi de 9,41%, de 988 mil em 2022 para 895 mil em 2023.
Fonte: https://oglobo.globo.com/economia/noticia/2024/10/18/trabalho-infantil-cai-ao-menor-nivel-da-serie-historica-mas-brasil-ainda-tem-16-milhao-nesta-situacao.ghtml (adaptado).

O texto apresenta informações sobre a redução do trabalho infantil no Brasil em 2023, destacando dados de diferentes faixas etárias, os "piores trabalhos" e o percentual histórico da série do IBGE. Com base no texto, analise as assertivas a seguir:

I. Em 2023, o número de crianças e adolescentes em situação de trabalho infantil no Brasil foi de 1,6 milhão, o menor patamar desde o início da série histórica do IBGE.
II. Os "piores trabalhos", como operação de máquinas e manuseio de produtos químicos, representavam 22,94% do total de menores em trabalho infantil em 2023.
III. A maior redução proporcional no número de crianças em trabalho infantil ocorreu na faixa etária de 5 a 13 anos, com uma queda de 22,94% em um ano.

Das assertivas, pode-se afirmar que:

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Questão 4 de 27 Q1899177 Q4 da prova
Para responder às questões de 01 a 10, leia o texto abaixo.

Trabalho infantil cai ao menor nível da série histórica, mas Brasil ainda tem 1,6 milhão nesta situação

A quantidade de crianças e adolescentes que exerciam trabalho infantil no país caiu para 1,6 milhão em 2023, frente a 2022 (queda de 14,6%). Trata-se do menor patamar da série histórica do IBGE, iniciada em 2016. A proporção de menores no trabalho infantil vinha caindo ao longo dos anos, mas chegou a subir para 4,9% em 2022, após a pandemia.
Em 2023, porém, o índice recuou para 4,2%, também menor percentual da série.
Os dados fazem parte da pesquisa "Pnad Contínua Trabalho de Crianças e Adolescentes", divulgada nesta sexta-feira pelo IBGE. O levantamento mostra ainda que 586 mil menores de 5 a 17 anos (ou 36,47% do 1,6 milhão de jovens na condição de trabalho infantil), se enquadravam nos "piores trabalhos" da lista TIP (Trabalho Infantil Perigoso).
Esse também foi o menor contingente da série histórica da pesquisa e representa uma redução de 22,5% frente a 2022, quando 756 mil crianças e adolescentes do país estavam nessa situação. Esses menores desempenhavam funções que envolviam risco de acidentes ou eram prejudiciais à saúde, como operação de máquinas, manuseio de produtos químicos e extração de minério.
A queda do trabalho infantil foi observada em todas as faixas etárias, mas o recuo foi mais expressivo entre as crianças de 5 a 13 anos, onde houve uma redução de 449 mil em 2022 para 346 mil em 2023 (queda de 22,94%).
Entre a faixa de 14 e 15 anos, o número de crianças em situação de trabalho infantil caiu de 444 mil para 366 mil, redução de 17,6% em um ano. Já entre a faixa de 16 a 17 anos, a redução foi de 9,41%, de 988 mil em 2022 para 895 mil em 2023.
Fonte: https://oglobo.globo.com/economia/noticia/2024/10/18/trabalho-infantil-cai-ao-menor-nivel-da-serie-historica-mas-brasil-ainda-tem-16-milhao-nesta-situacao.ghtml (adaptado).

O texto apresenta informações sobre a redução do trabalho infantil em duas faixas etárias específicas: 14 a 15 anos e 16 a 17 anos, com destaque para os números absolutos e percentuais. Com base nos dados fornecidos no texto, analise as assertivas a seguir:

I. A redução percentual do trabalho infantil foi maior na faixa de 14 a 15 anos do que na faixa de 16 a 17 anos, apesar de ambas apresentarem uma queda significativa nos números absolutos.
II. A faixa etária de 16 a 17 anos apresentou um número maior de crianças em situação de trabalho infantil em 2023, mesmo com uma redução proporcional menor do que na faixa de 14 a 15 anos.

Das assertivas, pode-se afirmar que:

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Questão 5 de 27 Q1899179 Q5 da prova
Para responder às questões de 01 a 10, leia o texto abaixo.

Trabalho infantil cai ao menor nível da série histórica, mas Brasil ainda tem 1,6 milhão nesta situação

A quantidade de crianças e adolescentes que exerciam trabalho infantil no país caiu para 1,6 milhão em 2023, frente a 2022 (queda de 14,6%). Trata-se do menor patamar da série histórica do IBGE, iniciada em 2016. A proporção de menores no trabalho infantil vinha caindo ao longo dos anos, mas chegou a subir para 4,9% em 2022, após a pandemia.
Em 2023, porém, o índice recuou para 4,2%, também menor percentual da série.
Os dados fazem parte da pesquisa "Pnad Contínua Trabalho de Crianças e Adolescentes", divulgada nesta sexta-feira pelo IBGE. O levantamento mostra ainda que 586 mil menores de 5 a 17 anos (ou 36,47% do 1,6 milhão de jovens na condição de trabalho infantil), se enquadravam nos "piores trabalhos" da lista TIP (Trabalho Infantil Perigoso).
Esse também foi o menor contingente da série histórica da pesquisa e representa uma redução de 22,5% frente a 2022, quando 756 mil crianças e adolescentes do país estavam nessa situação. Esses menores desempenhavam funções que envolviam risco de acidentes ou eram prejudiciais à saúde, como operação de máquinas, manuseio de produtos químicos e extração de minério.
A queda do trabalho infantil foi observada em todas as faixas etárias, mas o recuo foi mais expressivo entre as crianças de 5 a 13 anos, onde houve uma redução de 449 mil em 2022 para 346 mil em 2023 (queda de 22,94%).
Entre a faixa de 14 e 15 anos, o número de crianças em situação de trabalho infantil caiu de 444 mil para 366 mil, redução de 17,6% em um ano. Já entre a faixa de 16 a 17 anos, a redução foi de 9,41%, de 988 mil em 2022 para 895 mil em 2023.
Fonte: https://oglobo.globo.com/economia/noticia/2024/10/18/trabalho-infantil-cai-ao-menor-nivel-da-serie-historica-mas-brasil-ainda-tem-16-milhao-nesta-situacao.ghtml (adaptado).

O texto aborda a redução do trabalho infantil no Brasil e apresenta dados coletados pelo IBGE. A data de publicação do texto é importante para entender o contexto temporal das informações apresentadas. Considerando elementos paratextuais, qual foi o mês da publicação do texto sobre o trabalho infantil?

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Questão 6 de 27 Q1899180 Q6 da prova
Para responder às questões de 01 a 10, leia o texto abaixo.

Trabalho infantil cai ao menor nível da série histórica, mas Brasil ainda tem 1,6 milhão nesta situação

A quantidade de crianças e adolescentes que exerciam trabalho infantil no país caiu para 1,6 milhão em 2023, frente a 2022 (queda de 14,6%). Trata-se do menor patamar da série histórica do IBGE, iniciada em 2016. A proporção de menores no trabalho infantil vinha caindo ao longo dos anos, mas chegou a subir para 4,9% em 2022, após a pandemia.
Em 2023, porém, o índice recuou para 4,2%, também menor percentual da série.
Os dados fazem parte da pesquisa "Pnad Contínua Trabalho de Crianças e Adolescentes", divulgada nesta sexta-feira pelo IBGE. O levantamento mostra ainda que 586 mil menores de 5 a 17 anos (ou 36,47% do 1,6 milhão de jovens na condição de trabalho infantil), se enquadravam nos "piores trabalhos" da lista TIP (Trabalho Infantil Perigoso).
Esse também foi o menor contingente da série histórica da pesquisa e representa uma redução de 22,5% frente a 2022, quando 756 mil crianças e adolescentes do país estavam nessa situação. Esses menores desempenhavam funções que envolviam risco de acidentes ou eram prejudiciais à saúde, como operação de máquinas, manuseio de produtos químicos e extração de minério.
A queda do trabalho infantil foi observada em todas as faixas etárias, mas o recuo foi mais expressivo entre as crianças de 5 a 13 anos, onde houve uma redução de 449 mil em 2022 para 346 mil em 2023 (queda de 22,94%).
Entre a faixa de 14 e 15 anos, o número de crianças em situação de trabalho infantil caiu de 444 mil para 366 mil, redução de 17,6% em um ano. Já entre a faixa de 16 a 17 anos, a redução foi de 9,41%, de 988 mil em 2022 para 895 mil em 2023.
Fonte: https://oglobo.globo.com/economia/noticia/2024/10/18/trabalho-infantil-cai-ao-menor-nivel-da-serie-historica-mas-brasil-ainda-tem-16-milhao-nesta-situacao.ghtml (adaptado).

No trecho "Esses menores desempenhavam funções que envolviam risco de acidentes", a palavra "que" é classificada como:

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Questão 7 de 27 Q1899182 Q7 da prova
Para responder às questões de 01 a 10, leia o texto abaixo.

Trabalho infantil cai ao menor nível da série histórica, mas Brasil ainda tem 1,6 milhão nesta situação

A quantidade de crianças e adolescentes que exerciam trabalho infantil no país caiu para 1,6 milhão em 2023, frente a 2022 (queda de 14,6%). Trata-se do menor patamar da série histórica do IBGE, iniciada em 2016. A proporção de menores no trabalho infantil vinha caindo ao longo dos anos, mas chegou a subir para 4,9% em 2022, após a pandemia.
Em 2023, porém, o índice recuou para 4,2%, também menor percentual da série.
Os dados fazem parte da pesquisa "Pnad Contínua Trabalho de Crianças e Adolescentes", divulgada nesta sexta-feira pelo IBGE. O levantamento mostra ainda que 586 mil menores de 5 a 17 anos (ou 36,47% do 1,6 milhão de jovens na condição de trabalho infantil), se enquadravam nos "piores trabalhos" da lista TIP (Trabalho Infantil Perigoso).
Esse também foi o menor contingente da série histórica da pesquisa e representa uma redução de 22,5% frente a 2022, quando 756 mil crianças e adolescentes do país estavam nessa situação. Esses menores desempenhavam funções que envolviam risco de acidentes ou eram prejudiciais à saúde, como operação de máquinas, manuseio de produtos químicos e extração de minério.
A queda do trabalho infantil foi observada em todas as faixas etárias, mas o recuo foi mais expressivo entre as crianças de 5 a 13 anos, onde houve uma redução de 449 mil em 2022 para 346 mil em 2023 (queda de 22,94%).
Entre a faixa de 14 e 15 anos, o número de crianças em situação de trabalho infantil caiu de 444 mil para 366 mil, redução de 17,6% em um ano. Já entre a faixa de 16 a 17 anos, a redução foi de 9,41%, de 988 mil em 2022 para 895 mil em 2023.
Fonte: https://oglobo.globo.com/economia/noticia/2024/10/18/trabalho-infantil-cai-ao-menor-nivel-da-serie-historica-mas-brasil-ainda-tem-16-milhao-nesta-situacao.ghtml (adaptado).

Com base na análise fonológica, assinale a alternativa que apresenta corretamente o número de fonemas das palavras "quantidade", "levantamento" e "queda".

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Questão 8 de 27 Q1899184 Q8 da prova
Para responder às questões de 01 a 10, leia o texto abaixo.

Trabalho infantil cai ao menor nível da série histórica, mas Brasil ainda tem 1,6 milhão nesta situação

A quantidade de crianças e adolescentes que exerciam trabalho infantil no país caiu para 1,6 milhão em 2023, frente a 2022 (queda de 14,6%). Trata-se do menor patamar da série histórica do IBGE, iniciada em 2016. A proporção de menores no trabalho infantil vinha caindo ao longo dos anos, mas chegou a subir para 4,9% em 2022, após a pandemia.
Em 2023, porém, o índice recuou para 4,2%, também menor percentual da série.
Os dados fazem parte da pesquisa "Pnad Contínua Trabalho de Crianças e Adolescentes", divulgada nesta sexta-feira pelo IBGE. O levantamento mostra ainda que 586 mil menores de 5 a 17 anos (ou 36,47% do 1,6 milhão de jovens na condição de trabalho infantil), se enquadravam nos "piores trabalhos" da lista TIP (Trabalho Infantil Perigoso).
Esse também foi o menor contingente da série histórica da pesquisa e representa uma redução de 22,5% frente a 2022, quando 756 mil crianças e adolescentes do país estavam nessa situação. Esses menores desempenhavam funções que envolviam risco de acidentes ou eram prejudiciais à saúde, como operação de máquinas, manuseio de produtos químicos e extração de minério.
A queda do trabalho infantil foi observada em todas as faixas etárias, mas o recuo foi mais expressivo entre as crianças de 5 a 13 anos, onde houve uma redução de 449 mil em 2022 para 346 mil em 2023 (queda de 22,94%).
Entre a faixa de 14 e 15 anos, o número de crianças em situação de trabalho infantil caiu de 444 mil para 366 mil, redução de 17,6% em um ano. Já entre a faixa de 16 a 17 anos, a redução foi de 9,41%, de 988 mil em 2022 para 895 mil em 2023.
Fonte: https://oglobo.globo.com/economia/noticia/2024/10/18/trabalho-infantil-cai-ao-menor-nivel-da-serie-historica-mas-brasil-ainda-tem-16-milhao-nesta-situacao.ghtml (adaptado).

No trecho "A quantidade de crianças e adolescentes que exerciam trabalho infantil no país caiu para 1,6 milhão em 2023", a oração sublinhada é classificada como:

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Questão 9 de 27 Q1899185 Q9 da prova
Para responder às questões de 01 a 10, leia o texto abaixo.

Trabalho infantil cai ao menor nível da série histórica, mas Brasil ainda tem 1,6 milhão nesta situação

A quantidade de crianças e adolescentes que exerciam trabalho infantil no país caiu para 1,6 milhão em 2023, frente a 2022 (queda de 14,6%). Trata-se do menor patamar da série histórica do IBGE, iniciada em 2016. A proporção de menores no trabalho infantil vinha caindo ao longo dos anos, mas chegou a subir para 4,9% em 2022, após a pandemia.
Em 2023, porém, o índice recuou para 4,2%, também menor percentual da série.
Os dados fazem parte da pesquisa "Pnad Contínua Trabalho de Crianças e Adolescentes", divulgada nesta sexta-feira pelo IBGE. O levantamento mostra ainda que 586 mil menores de 5 a 17 anos (ou 36,47% do 1,6 milhão de jovens na condição de trabalho infantil), se enquadravam nos "piores trabalhos" da lista TIP (Trabalho Infantil Perigoso).
Esse também foi o menor contingente da série histórica da pesquisa e representa uma redução de 22,5% frente a 2022, quando 756 mil crianças e adolescentes do país estavam nessa situação. Esses menores desempenhavam funções que envolviam risco de acidentes ou eram prejudiciais à saúde, como operação de máquinas, manuseio de produtos químicos e extração de minério.
A queda do trabalho infantil foi observada em todas as faixas etárias, mas o recuo foi mais expressivo entre as crianças de 5 a 13 anos, onde houve uma redução de 449 mil em 2022 para 346 mil em 2023 (queda de 22,94%).
Entre a faixa de 14 e 15 anos, o número de crianças em situação de trabalho infantil caiu de 444 mil para 366 mil, redução de 17,6% em um ano. Já entre a faixa de 16 a 17 anos, a redução foi de 9,41%, de 988 mil em 2022 para 895 mil em 2023.
Fonte: https://oglobo.globo.com/economia/noticia/2024/10/18/trabalho-infantil-cai-ao-menor-nivel-da-serie-historica-mas-brasil-ainda-tem-16-milhao-nesta-situacao.ghtml (adaptado).

No trecho "A proporção de menores no trabalho infantil vinha caindo ao longo dos anos, mas chegou a subir para 4,9% em 2022", a palavra "mas" é classificada como uma:

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Questão 10 de 27 Q1899187 Q10 da prova
Para responder às questões de 01 a 10, leia o texto abaixo.

Trabalho infantil cai ao menor nível da série histórica, mas Brasil ainda tem 1,6 milhão nesta situação

A quantidade de crianças e adolescentes que exerciam trabalho infantil no país caiu para 1,6 milhão em 2023, frente a 2022 (queda de 14,6%). Trata-se do menor patamar da série histórica do IBGE, iniciada em 2016. A proporção de menores no trabalho infantil vinha caindo ao longo dos anos, mas chegou a subir para 4,9% em 2022, após a pandemia.
Em 2023, porém, o índice recuou para 4,2%, também menor percentual da série.
Os dados fazem parte da pesquisa "Pnad Contínua Trabalho de Crianças e Adolescentes", divulgada nesta sexta-feira pelo IBGE. O levantamento mostra ainda que 586 mil menores de 5 a 17 anos (ou 36,47% do 1,6 milhão de jovens na condição de trabalho infantil), se enquadravam nos "piores trabalhos" da lista TIP (Trabalho Infantil Perigoso).
Esse também foi o menor contingente da série histórica da pesquisa e representa uma redução de 22,5% frente a 2022, quando 756 mil crianças e adolescentes do país estavam nessa situação. Esses menores desempenhavam funções que envolviam risco de acidentes ou eram prejudiciais à saúde, como operação de máquinas, manuseio de produtos químicos e extração de minério.
A queda do trabalho infantil foi observada em todas as faixas etárias, mas o recuo foi mais expressivo entre as crianças de 5 a 13 anos, onde houve uma redução de 449 mil em 2022 para 346 mil em 2023 (queda de 22,94%).
Entre a faixa de 14 e 15 anos, o número de crianças em situação de trabalho infantil caiu de 444 mil para 366 mil, redução de 17,6% em um ano. Já entre a faixa de 16 a 17 anos, a redução foi de 9,41%, de 988 mil em 2022 para 895 mil em 2023.
Fonte: https://oglobo.globo.com/economia/noticia/2024/10/18/trabalho-infantil-cai-ao-menor-nivel-da-serie-historica-mas-brasil-ainda-tem-16-milhao-nesta-situacao.ghtml (adaptado).

No trecho "O recuo foi mais expressivo entre as crianças de 5 a 13 anos...", a palavra "expressivo" pode ser substituída por um sinônimo que mantenha o sentido original. Qual das alternativas apresenta um sinônimo adequado para substituir "expressivo" nesse contexto?

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Questão 11 de 27 Q1899189 Q11 da prova

Qual das alternativas apresenta uma ferramenta que pode ser utilizada, no Microsoft Word 2019, para que a tabela seja adequada ao desejado em sua primeira linha?

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Questão 12 de 27 Q1899192 Q13 da prova

Nesse sentido, assinale a única alternativa que NÃO apresenta um dos recursos da guia “Inserir”.

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Questão 13 de 27 Q1899196 Q15 da prova

Qual alternativa apresenta a denominação deste recurso?

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Questão 14 de 27 Q1899199 Q17 da prova

Sobre os navegadores de internet, qual das alternativas abaixo NÃO corresponde a uma funcionalidade comum entre Google Chrome, Mozilla Firefox e Microsoft Edge?

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Questão 15 de 27 Q1899200 Q18 da prova

Qual combinação de teclas é padrão para abrir a janela de impressão em navegadores como Google Chrome e Mozilla Firefox, em português?

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Questão 16 de 27 Q1899202 Q19 da prova

Qual alternativa preenche, CORRETAMENTE, a lacuna?

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Questão 17 de 27 Q1899206 Q21 da prova

Qual das opções abaixo corresponde corretamente a uma dessas diretrizes?

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Questão 18 de 27 Q1899208 Q22 da prova

Qual das opções a seguir representa uma prática de biossegurança recomendada para o ACS?

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Questão 19 de 27 Q1899211 Q24 da prova

Qual dos princípios abaixo não está explicitamente previsto na PNAB?

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Questão 20 de 27 Q1899216 Q27 da prova

O conjunto de ações e serviços de prevenção, diagnóstico e tratamento das intoxicações agudas e crônicas decorrentes da exposição a substâncias químicas, medicamentos e toxinas de animais peçonhentos e de plantas tóxicas é denominado de:

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Questão 21 de 27 Q1899220 Q29 da prova

Nesse sentido, assinale a única alternativa com uma orientação INCORRETA.

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Questão 22 de 27 Q1899221 Q30 da prova

Conforme esta Política, o que é vulnerabilidade?

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Questão 23 de 27 Q1899223 Q31 da prova

Com base na legislação vigente, assinale a alternativa correta sobre as atribuições do ACS:

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Questão 24 de 27 Q1899228 Q34 da prova

Com base no texto do Guia Prático do ACS, assinale a alternativa INCORRETA.

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Questão 25 de 27 Q1899230 Q35 da prova

Neste contexto, assinale a alternativa que NÃO corresponde a um indicativo de suspeita de violência contra crianças e adolescentes.

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Questão 26 de 27 Q1899233 Q37 da prova

Sobre o mapa inteligente, assinale a alternativa CORRETA.

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Questão 27 de 27 Q1899234 Q38 da prova

Nesse sentido, é CORRETO afirmar que:

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