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Prova Agente Comunitário de Saúde da Família - Pref. Itapevi/SP
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Questão 1 de 34 Q1798001 Q1 da prova
Leia o texto para responder às questões de números 01 a 06.
A tragédia das crianças sem saneamento
A falta de saneamento básico no Brasil faz com que 6,6 milhões de crianças de zero a seis anos, a chamada primeira infância, afastem-se de suas atividades, de acordo com o estudo Futuro em risco: efeitos da falta de saneamento na vida de grávidas, crianças e adolescentes, divulgado recentemente pelo Instituto Trata Brasil. Esse contingente de crianças, que equivale à população do Paraguai, segue sendo negligenciado na fase da vida que é, segundo múltiplas evidências nacionais e internacionais, determinante para um futuro digno.
Sem acesso a esgoto tratado e a creches, ou às vezes sem poder frequentar a creche, quando esta existe, justamente porque falta saneamento na região em que vivem, parte significativa das crianças brasileiras cresce com uma herança nefasta, traduzida por uma renda 46,1% menor na idade adulta, de acordo com o estudo. Considerando-se um período de 35 anos de atuação profissional, a diferença de renda entre quem conta e quem não conta com saneamento básico é de mais de R$ 126 mil, montante nada trivial em um país tão desigual quanto o Brasil.
O estudo do Trata Brasil radiografa uma série de efeitos nefastos que vão se acumulando na vida de quem não conta com saneamento na primeira infância. Sem água tratada ou banheiro, crianças de 11 anos têm dificuldade para identificar as horas em um relógio ou para calcular o valor de um troco, habilidades básicas e extremamente necessárias no dia a dia. E esse é apenas um exemplo do quanto a falta do mínimo trava a capacidade de aprendizado e, por consequência, de ascensão social. Crianças que viveram a primeira infância em condições precárias de saneamento chegam à segunda infância (7 a 11 anos) com sequelas no desenvolvimento e têm notas sensivelmente mais baixas em avaliações como o Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb). Não é surpresa, então, que jovens de 19 anos sem acesso a saneamento tenham, em média, atraso de 1,8 ano na escolaridade.
Garantir acesso à água e ao esgoto tratados, bem como à educação, é o melhor investimento que o País pode fazer em nome do bem-estar da população brasileira e de seu próprio futuro. Sem esgoto tratado, milhões de brasileiros estão expostos a enfermidades que deveriam pertencer ao passado, sobrecarregando e onerando o sistema de saúde, faltam às aulas (quando e se há escola), aprendem pouco ou quase nada, como demonstram indicadores nacionais e internacionais de educação, e tornam-se adultos despreparados e dependentes de ajuda governamental.

O objetivo do editorial é analisar o

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Questão 2 de 34 Q1798003 Q2 da prova
Leia o texto para responder às questões de números 01 a 06.
A tragédia das crianças sem saneamento
A falta de saneamento básico no Brasil faz com que 6,6 milhões de crianças de zero a seis anos, a chamada primeira infância, afastem-se de suas atividades, de acordo com o estudo Futuro em risco: efeitos da falta de saneamento na vida de grávidas, crianças e adolescentes, divulgado recentemente pelo Instituto Trata Brasil. Esse contingente de crianças, que equivale à população do Paraguai, segue sendo negligenciado na fase da vida que é, segundo múltiplas evidências nacionais e internacionais, determinante para um futuro digno.
Sem acesso a esgoto tratado e a creches, ou às vezes sem poder frequentar a creche, quando esta existe, justamente porque falta saneamento na região em que vivem, parte significativa das crianças brasileiras cresce com uma herança nefasta, traduzida por uma renda 46,1% menor na idade adulta, de acordo com o estudo. Considerando-se um período de 35 anos de atuação profissional, a diferença de renda entre quem conta e quem não conta com saneamento básico é de mais de R$ 126 mil, montante nada trivial em um país tão desigual quanto o Brasil.
O estudo do Trata Brasil radiografa uma série de efeitos nefastos que vão se acumulando na vida de quem não conta com saneamento na primeira infância. Sem água tratada ou banheiro, crianças de 11 anos têm dificuldade para identificar as horas em um relógio ou para calcular o valor de um troco, habilidades básicas e extremamente necessárias no dia a dia. E esse é apenas um exemplo do quanto a falta do mínimo trava a capacidade de aprendizado e, por consequência, de ascensão social. Crianças que viveram a primeira infância em condições precárias de saneamento chegam à segunda infância (7 a 11 anos) com sequelas no desenvolvimento e têm notas sensivelmente mais baixas em avaliações como o Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb). Não é surpresa, então, que jovens de 19 anos sem acesso a saneamento tenham, em média, atraso de 1,8 ano na escolaridade.
Garantir acesso à água e ao esgoto tratados, bem como à educação, é o melhor investimento que o País pode fazer em nome do bem-estar da população brasileira e de seu próprio futuro. Sem esgoto tratado, milhões de brasileiros estão expostos a enfermidades que deveriam pertencer ao passado, sobrecarregando e onerando o sistema de saúde, faltam às aulas (quando e se há escola), aprendem pouco ou quase nada, como demonstram indicadores nacionais e internacionais de educação, e tornam-se adultos despreparados e dependentes de ajuda governamental.

O verbo destacado está empregado em sentido figurado na passagem:

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Questão 3 de 34 Q1798004 Q3 da prova
Leia o texto para responder às questões de números 01 a 06.
A tragédia das crianças sem saneamento
A falta de saneamento básico no Brasil faz com que 6,6 milhões de crianças de zero a seis anos, a chamada primeira infância, afastem-se de suas atividades, de acordo com o estudo Futuro em risco: efeitos da falta de saneamento na vida de grávidas, crianças e adolescentes, divulgado recentemente pelo Instituto Trata Brasil. Esse contingente de crianças, que equivale à população do Paraguai, segue sendo negligenciado na fase da vida que é, segundo múltiplas evidências nacionais e internacionais, determinante para um futuro digno.
Sem acesso a esgoto tratado e a creches, ou às vezes sem poder frequentar a creche, quando esta existe, justamente porque falta saneamento na região em que vivem, parte significativa das crianças brasileiras cresce com uma herança nefasta, traduzida por uma renda 46,1% menor na idade adulta, de acordo com o estudo. Considerando-se um período de 35 anos de atuação profissional, a diferença de renda entre quem conta e quem não conta com saneamento básico é de mais de R$ 126 mil, montante nada trivial em um país tão desigual quanto o Brasil.
O estudo do Trata Brasil radiografa uma série de efeitos nefastos que vão se acumulando na vida de quem não conta com saneamento na primeira infância. Sem água tratada ou banheiro, crianças de 11 anos têm dificuldade para identificar as horas em um relógio ou para calcular o valor de um troco, habilidades básicas e extremamente necessárias no dia a dia. E esse é apenas um exemplo do quanto a falta do mínimo trava a capacidade de aprendizado e, por consequência, de ascensão social. Crianças que viveram a primeira infância em condições precárias de saneamento chegam à segunda infância (7 a 11 anos) com sequelas no desenvolvimento e têm notas sensivelmente mais baixas em avaliações como o Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb). Não é surpresa, então, que jovens de 19 anos sem acesso a saneamento tenham, em média, atraso de 1,8 ano na escolaridade.
Garantir acesso à água e ao esgoto tratados, bem como à educação, é o melhor investimento que o País pode fazer em nome do bem-estar da população brasileira e de seu próprio futuro. Sem esgoto tratado, milhões de brasileiros estão expostos a enfermidades que deveriam pertencer ao passado, sobrecarregando e onerando o sistema de saúde, faltam às aulas (quando e se há escola), aprendem pouco ou quase nada, como demonstram indicadores nacionais e internacionais de educação, e tornam-se adultos despreparados e dependentes de ajuda governamental.

Considere as passagens:
• Esse contingente de crianças (...) segue sendo negligenciado... (1o parágrafo)
• ... parte significativa das crianças brasileiras cresce com uma herança nefasta... (2o parágrafo)
• ... montante nada trivial em um país tão desigual quanto o Brasil. (2o parágrafo)
• ... habilidades básicas e extremamente necessárias no dia a dia. (3o parágrafo)
Os termos destacados significam, correta e respectivamente:

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Questão 4 de 34 Q1798006 Q4 da prova
Leia o texto para responder às questões de números 07 a 10.
Estratégias de sobrevivência
Hoje bateu uma saudade danada de visitar uma feira literária, conversar com leitores, assinar os seus livros, tirar a selfie de praxe e num abraço agradecer-lhes por manterem viva essa coisa tão necessária para a nossa saúde mental a que chamamos de literatura. Me deu até saudade de algo que não faço desde que me mudei para Berlim: visitar escolas do ensino secundário no Portugal mais remoto, como Vila Nova de Paiva, Penalva do Castelo, Arruda ou Sobral de Monte Agraço, lugares que nunca me ocorreria visitar se não fosse pelos livros e pela curiosidade em conhecer o outro.
Colhi tanto prazer nisso que não o via como sacrifício. Contrariando os meus hábitos de notívago, despertava com uma alegria de criança aniversariante, antes do galo cantar. Vestia a minha camisa e gravata favoritas e corria para a estação de comboio de Santa Apolónia, cruzando-me no caminho com outros madrugadores como eu, lisboetas por nascimento ou afeto, africanos europeus, irmãos da diáspora que fazem parte do leque de personagens que pululam em muitas das minhas histórias. Esses personagens me acompanharam da Flip em Paraty ao Africa Writes em Londres, do Elinga Teatro em Luanda à Escola Secundária de Penalva do Castelo, uma vila do distrito de Viseu, não muito longe de Fornos de Algodres e Mangualde. Na biblioteca da escola, um tanto retraídos, duas dezenas de alunos aguardavam pacientemente pela minha apresentação.

A leitura do texto permite concluir corretamente que o narrador é um

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Questão 5 de 34 Q1798008 Q5 da prova
Leia o texto para responder às questões de números 01 a 06.
A tragédia das crianças sem saneamento
A falta de saneamento básico no Brasil faz com que 6,6 milhões de crianças de zero a seis anos, a chamada primeira infância, afastem-se de suas atividades, de acordo com o estudo Futuro em risco: efeitos da falta de saneamento na vida de grávidas, crianças e adolescentes, divulgado recentemente pelo Instituto Trata Brasil. Esse contingente de crianças, que equivale à população do Paraguai, segue sendo negligenciado na fase da vida que é, segundo múltiplas evidências nacionais e internacionais, determinante para um futuro digno.
Sem acesso a esgoto tratado e a creches, ou às vezes sem poder frequentar a creche, quando esta existe, justamente porque falta saneamento na região em que vivem, parte significativa das crianças brasileiras cresce com uma herança nefasta, traduzida por uma renda 46,1% menor na idade adulta, de acordo com o estudo. Considerando-se um período de 35 anos de atuação profissional, a diferença de renda entre quem conta e quem não conta com saneamento básico é de mais de R$ 126 mil, montante nada trivial em um país tão desigual quanto o Brasil.
O estudo do Trata Brasil radiografa uma série de efeitos nefastos que vão se acumulando na vida de quem não conta com saneamento na primeira infância. Sem água tratada ou banheiro, crianças de 11 anos têm dificuldade para identificar as horas em um relógio ou para calcular o valor de um troco, habilidades básicas e extremamente necessárias no dia a dia. E esse é apenas um exemplo do quanto a falta do mínimo trava a capacidade de aprendizado e, por consequência, de ascensão social. Crianças que viveram a primeira infância em condições precárias de saneamento chegam à segunda infância (7 a 11 anos) com sequelas no desenvolvimento e têm notas sensivelmente mais baixas em avaliações como o Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb). Não é surpresa, então, que jovens de 19 anos sem acesso a saneamento tenham, em média, atraso de 1,8 ano na escolaridade.
Garantir acesso à água e ao esgoto tratados, bem como à educação, é o melhor investimento que o País pode fazer em nome do bem-estar da população brasileira e de seu próprio futuro. Sem esgoto tratado, milhões de brasileiros estão expostos a enfermidades que deveriam pertencer ao passado, sobrecarregando e onerando o sistema de saúde, faltam às aulas (quando e se há escola), aprendem pouco ou quase nada, como demonstram indicadores nacionais e internacionais de educação, e tornam-se adultos despreparados e dependentes de ajuda governamental.

Na reescrita do trecho – ... a diferença de renda entre quem conta e quem não conta com saneamento básico é de mais de R$ 126 mil... (2o parágrafo) –, a preposição destacada será substituída por “de” se o verbo “contar” for substituído por:

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Questão 6 de 34 Q1798009 Q6 da prova
Leia o texto para responder às questões de números 01 a 06.
A tragédia das crianças sem saneamento
A falta de saneamento básico no Brasil faz com que 6,6 milhões de crianças de zero a seis anos, a chamada primeira infância, afastem-se de suas atividades, de acordo com o estudo Futuro em risco: efeitos da falta de saneamento na vida de grávidas, crianças e adolescentes, divulgado recentemente pelo Instituto Trata Brasil. Esse contingente de crianças, que equivale à população do Paraguai, segue sendo negligenciado na fase da vida que é, segundo múltiplas evidências nacionais e internacionais, determinante para um futuro digno.
Sem acesso a esgoto tratado e a creches, ou às vezes sem poder frequentar a creche, quando esta existe, justamente porque falta saneamento na região em que vivem, parte significativa das crianças brasileiras cresce com uma herança nefasta, traduzida por uma renda 46,1% menor na idade adulta, de acordo com o estudo. Considerando-se um período de 35 anos de atuação profissional, a diferença de renda entre quem conta e quem não conta com saneamento básico é de mais de R$ 126 mil, montante nada trivial em um país tão desigual quanto o Brasil.
O estudo do Trata Brasil radiografa uma série de efeitos nefastos que vão se acumulando na vida de quem não conta com saneamento na primeira infância. Sem água tratada ou banheiro, crianças de 11 anos têm dificuldade para identificar as horas em um relógio ou para calcular o valor de um troco, habilidades básicas e extremamente necessárias no dia a dia. E esse é apenas um exemplo do quanto a falta do mínimo trava a capacidade de aprendizado e, por consequência, de ascensão social. Crianças que viveram a primeira infância em condições precárias de saneamento chegam à segunda infância (7 a 11 anos) com sequelas no desenvolvimento e têm notas sensivelmente mais baixas em avaliações como o Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb). Não é surpresa, então, que jovens de 19 anos sem acesso a saneamento tenham, em média, atraso de 1,8 ano na escolaridade.
Garantir acesso à água e ao esgoto tratados, bem como à educação, é o melhor investimento que o País pode fazer em nome do bem-estar da população brasileira e de seu próprio futuro. Sem esgoto tratado, milhões de brasileiros estão expostos a enfermidades que deveriam pertencer ao passado, sobrecarregando e onerando o sistema de saúde, faltam às aulas (quando e se há escola), aprendem pouco ou quase nada, como demonstram indicadores nacionais e internacionais de educação, e tornam-se adultos despreparados e dependentes de ajuda governamental.

Um contingente expressivo de crianças de zero a seis anos, no Brasil, sem esgoto tratado e creches, devido falta de saneamento na região em que vivem, e estarão sujeitas uma herança nefasta. Em um período de 35 anos de atuação profissional, que mais de R$ 126 mil é a diferença de renda entre quem conta e quem não conta com saneamento básico. Em conformidade com a norma-padrão, as lacunas devem ser preenchidas, respectivamente, com:

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Questão 7 de 34 Q1798011 Q7 da prova
Leia o texto para responder às questões de números 07 a 10.
Estratégias de sobrevivência
Hoje bateu uma saudade danada de visitar uma feira literária, conversar com leitores, assinar os seus livros, tirar a selfie de praxe e num abraço agradecer-lhes por manterem viva essa coisa tão necessária para a nossa saúde mental a que chamamos de literatura. Me deu até saudade de algo que não faço desde que me mudei para Berlim: visitar escolas do ensino secundário no Portugal mais remoto, como Vila Nova de Paiva, Penalva do Castelo, Arruda ou Sobral de Monte Agraço, lugares que nunca me ocorreria visitar se não fosse pelos livros e pela curiosidade em conhecer o outro.
Colhi tanto prazer nisso que não o via como sacrifício. Contrariando os meus hábitos de notívago, despertava com uma alegria de criança aniversariante, antes do galo cantar. Vestia a minha camisa e gravata favoritas e corria para a estação de comboio de Santa Apolónia, cruzando-me no caminho com outros madrugadores como eu, lisboetas por nascimento ou afeto, africanos europeus, irmãos da diáspora que fazem parte do leque de personagens que pululam em muitas das minhas histórias. Esses personagens me acompanharam da Flip em Paraty ao Africa Writes em Londres, do Elinga Teatro em Luanda à Escola Secundária de Penalva do Castelo, uma vila do distrito de Viseu, não muito longe de Fornos de Algodres e Mangualde. Na biblioteca da escola, um tanto retraídos, duas dezenas de alunos aguardavam pacientemente pela minha apresentação.

A expressão entre colchetes corresponde ao sentido da expressão destacada em:

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Questão 8 de 34 Q1798013 Q8 da prova
Leia o texto para responder às questões de números 07 a 10.
Estratégias de sobrevivência
Hoje bateu uma saudade danada de visitar uma feira literária, conversar com leitores, assinar os seus livros, tirar a selfie de praxe e num abraço agradecer-lhes por manterem viva essa coisa tão necessária para a nossa saúde mental a que chamamos de literatura. Me deu até saudade de algo que não faço desde que me mudei para Berlim: visitar escolas do ensino secundário no Portugal mais remoto, como Vila Nova de Paiva, Penalva do Castelo, Arruda ou Sobral de Monte Agraço, lugares que nunca me ocorreria visitar se não fosse pelos livros e pela curiosidade em conhecer o outro.
Colhi tanto prazer nisso que não o via como sacrifício. Contrariando os meus hábitos de notívago, despertava com uma alegria de criança aniversariante, antes do galo cantar. Vestia a minha camisa e gravata favoritas e corria para a estação de comboio de Santa Apolónia, cruzando-me no caminho com outros madrugadores como eu, lisboetas por nascimento ou afeto, africanos europeus, irmãos da diáspora que fazem parte do leque de personagens que pululam em muitas das minhas histórias. Esses personagens me acompanharam da Flip em Paraty ao Africa Writes em Londres, do Elinga Teatro em Luanda à Escola Secundária de Penalva do Castelo, uma vila do distrito de Viseu, não muito longe de Fornos de Algodres e Mangualde. Na biblioteca da escola, um tanto retraídos, duas dezenas de alunos aguardavam pacientemente pela minha apresentação.

O termo destacado é um advérbio expressando circuns- tância de intensidade em:

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Questão 9 de 34 Q1798015 Q9 da prova
Leia o texto para responder às questões de números 07 a 10.
Estratégias de sobrevivência
Hoje bateu uma saudade danada de visitar uma feira literária, conversar com leitores, assinar os seus livros, tirar a selfie de praxe e num abraço agradecer-lhes por manterem viva essa coisa tão necessária para a nossa saúde mental a que chamamos de literatura. Me deu até saudade de algo que não faço desde que me mudei para Berlim: visitar escolas do ensino secundário no Portugal mais remoto, como Vila Nova de Paiva, Penalva do Castelo, Arruda ou Sobral de Monte Agraço, lugares que nunca me ocorreria visitar se não fosse pelos livros e pela curiosidade em conhecer o outro.
Colhi tanto prazer nisso que não o via como sacrifício. Contrariando os meus hábitos de notívago, despertava com uma alegria de criança aniversariante, antes do galo cantar. Vestia a minha camisa e gravata favoritas e corria para a estação de comboio de Santa Apolónia, cruzando-me no caminho com outros madrugadores como eu, lisboetas por nascimento ou afeto, africanos europeus, irmãos da diáspora que fazem parte do leque de personagens que pululam em muitas das minhas histórias. Esses personagens me acompanharam da Flip em Paraty ao Africa Writes em Londres, do Elinga Teatro em Luanda à Escola Secundária de Penalva do Castelo, uma vila do distrito de Viseu, não muito longe de Fornos de Algodres e Mangualde. Na biblioteca da escola, um tanto retraídos, duas dezenas de alunos aguardavam pacientemente pela minha apresentação.

A reescrita de informações do texto atende à norma-padrão de pontuação em:

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Questão 10 de 34 Q1798016 Q10 da prova
Leia o texto para responder às questões de números 07 a 10.
Estratégias de sobrevivência
Hoje bateu uma saudade danada de visitar uma feira literária, conversar com leitores, assinar os seus livros, tirar a selfie de praxe e num abraço agradecer-lhes por manterem viva essa coisa tão necessária para a nossa saúde mental a que chamamos de literatura. Me deu até saudade de algo que não faço desde que me mudei para Berlim: visitar escolas do ensino secundário no Portugal mais remoto, como Vila Nova de Paiva, Penalva do Castelo, Arruda ou Sobral de Monte Agraço, lugares que nunca me ocorreria visitar se não fosse pelos livros e pela curiosidade em conhecer o outro.
Colhi tanto prazer nisso que não o via como sacrifício. Contrariando os meus hábitos de notívago, despertava com uma alegria de criança aniversariante, antes do galo cantar. Vestia a minha camisa e gravata favoritas e corria para a estação de comboio de Santa Apolónia, cruzando-me no caminho com outros madrugadores como eu, lisboetas por nascimento ou afeto, africanos europeus, irmãos da diáspora que fazem parte do leque de personagens que pululam em muitas das minhas histórias. Esses personagens me acompanharam da Flip em Paraty ao Africa Writes em Londres, do Elinga Teatro em Luanda à Escola Secundária de Penalva do Castelo, uma vila do distrito de Viseu, não muito longe de Fornos de Algodres e Mangualde. Na biblioteca da escola, um tanto retraídos, duas dezenas de alunos aguardavam pacientemente pela minha apresentação.

A colocação pronominal está de acordo com a norma-padrão em:

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Questão 11 de 34 Q1798018 Q11 da prova

Rute reserva metade de seu salário para gastos com aluguel, eletricidade e água. Do que resta, ela reserva 2/5 para a alimentação e 1/4 para transporte e ainda sobram R$ 840,00. A quantia que Rute reserva para aluguel, eletricidade e água é um valor entre

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Questão 12 de 34 Q1798020 Q12 da prova

Paulo é vendedor de frutas e verduras. Ele comprou uma caixa com 30 quilogramas de mangas por R$ 75,00 e quer lucrar, com a venda dessas mangas, 80% sobre o preço que pagou pela caixa. Para que isso aconteça, Paulo deverá vender as mangas a um preço, por quilograma, igual a

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Questão 13 de 34 Q1798021 Q13 da prova

Leila estabeleceu que, ao comer arroz e feijão, ela o fará de acordo com a seguinte razão: 280 gramas de arroz para cada 105 gramas de feijão. Certo dia, Leila comeu 350 gramas de arroz e comeu de feijão exatamente o que havia previsto em seu plano. Leila comeu de feijão uma quantidade entre

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Questão 14 de 34 Q1798023 Q14 da prova

Felipe, Hugo e Tiago têm ao todo a quantia de R$ 491,00. Hugo tem 3 reais a menos que o dobro do que Felipe tem e Tiago tem a terça parte do que Hugo tem. É correto afirmar que a quantia que Hugo possui a mais que a soma das quantias de Felipe e Tiago é igual a

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Questão 15 de 34 Q1798025 Q15 da prova

Cinco classes de uma escola farão uma visita à exposição que foi montada no auditório. A visita será feita por uma classe por vez e a estimativa é que cada classe leve 8 minutos para se deslocar até o auditório, outros 25 minutos na visita e mais 8 minutos para voltar. Considerando apenas esses tempos, se a primeira classe começar a se deslocar para a visitação às 8h15, seguida imediatamente, uma após a outra, das outras classes, a última classe terminará sua visitação não antes de

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Questão 16 de 34 Q1798026 Q16 da prova

Uma atividade em uma biblioteca contou com a participação de dezenas de crianças, que foram divididas em 5 salas, cada sala com crianças de 3 a 6 anos, não necessariamente contemplando todas essas idades. A tabela a seguir mostra o número de crianças, por idade, em cada sala. Idade Número de crianças (por idade) em cada sala Sala Sala A Sala B Sala C Sala D Sala E 3 anos 4 anos 5 anos 6 anos 11 9 10 – – 10 9 11 8 7 10 13 12 9 – 15 16 13 8 13 Para cada idade será calculada a média aritmética simples dos números de crianças por sala, média essa que considera apenas as salas com crianças da idade considerada. Após o cálculo dessas quatro médias, a diferença entre a maior e a menor delas será igual a

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Questão 17 de 34 Q1798030 Q18 da prova

No MS-Windows 10, em sua configuração padrão, os nomes dos arquivos gravados no disco rígido são identificados por duas partes separadas por um ponto: a primeira é o nome do arquivo propriamente dito, enquanto a segunda é uma extensão de três ou quatro caracteres que definem o tipo de arquivo. A extensão de um arquivo é relevante, porque

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Questão 18 de 34 Q1798031 Q19 da prova

Antes de publicar um Edital que acabou de elaborar com o MS-Word 2016, em sua configuração padrão, um funcionário público necessita remover suas informações pessoais do documento. Para tanto, ele deve utilizar os recursos do botão “Verificando Se Há Problemas” que é disponibilizado por meio da opção “Informações”, pertencente à aba do MS-Word 2016 denominada

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Questão 19 de 34 Q1798033 Q20 da prova

As células de uma planilha que está sendo elaborada com o auxílio do programa MS-Excel 2016, em sua configuração padrão, foram preenchidas como mostrado a seguir: 1AB CD E 42612 34511 146225321311414F 2 3 4 56 7 Caso a expressão matemática =SOMASE(B1:E5; >=4) seja inserida na célula E6, o valor numérico obtido será

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Questão 20 de 34 Q1798035 Q21 da prova

Assinale a alternativa que apresenta uma das medidas de saneamento básico relacionadas diretamente com a microdrenagem urbana.

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Questão 21 de 34 Q1798036 Q22 da prova

Nos primeiros dias de vida, o bebê perde peso e isso é normal. Perde líquido e elimina as primeiras fezes (mecônio), mas deve recuperar seu peso em aproximadamente

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Questão 22 de 34 Q1798038 Q23 da prova

A adoção é a única modalidade de família irrevogável e a única que o estrangeiro pode usar. É a modalidade de colocação da criança ou do adolescente em família substituta que tem o condão de estabelecer o parentesco civil entre adotando e adotado. O Estatuto da Criança e do Adolescente cita 8 modalidades de adoção, sendo a adoção póstuma

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Questão 23 de 34 Q1798040 Q24 da prova

Segundo a Lei no 11.350/2006, no modelo de atenção em saúde fundamentado na assistência multiprofissional em saúde da família, são consideradas atividades típicas do Agente Comunitário de Saúde (ACS) em sua área geográfica de atuação:

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Questão 24 de 34 Q1798042 Q25 da prova

Inicia-se a construção do diagnóstico da comunidade a partir do perfil do território e das características, demandas e necessidades sentidas pela população. As principais informações relacionadas a este diagnóstico dizem respeito aos perfis demográfico, epidemiológico, socioeconômico e ambiental. São levados em consideração no perfil socioeconômico:

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Questão 25 de 34 Q1798043 Q26 da prova

Segundo o Estatuto do Idoso, o direito à liberdade compreende, entre outros, os seguintes aspectos:

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Questão 26 de 34 Q1798045 Q27 da prova

Educação sobre os efeitos nocivos do tabaco, álcool e outras drogas, incentivo à atividade física e à dieta, políticas voltadas para a saúde mental, educação sexual e reprodutiva, campanhas de conscientização sobre tratamento e proteção de vítimas de agressões são exemplos de ações de

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Questão 27 de 34 Q1798046 Q28 da prova

Pelo Calendário de vacinação do Estado de São Paulo, a vacina SCR (sarampo – caxumba – rubéola) deve ser administrada aos

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Questão 28 de 34 Q1798050 Q30 da prova

A visita domiciliar é uma atividade de grande importância em toda a estrutura do Sistema Único de Saúde (SUS), uma vez que, ao entrar no domicílio, o profissional tem contato direto com o modo de vida da família. Logo, é um momento em que o profissional deve estar preparado para

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Questão 29 de 34 Q1798051 Q31 da prova

É importante manter o peso dentro dos limites saudáveis. Veja no quadro a seguir o Índice de Massa Corporal (IMC) para pessoas entre 20 e 60 anos, que mostra se o peso está adequado para a altura. Para calcular, divida o peso em quilogramas pela altura em metros elevada ao quadrado. Durante a visita domiciliar do ACS ao sr. José, de 55 anos, com 1,70 m de altura, este informou que estava pesando 95 quilos. Logo, o agente percebeu que o sr. José estava com

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Questão 30 de 34 Q1798053 Q32 da prova

A Estratégia Saúde da Família (ESF) é o modelo assistencial da Atenção Básica que se fundamenta

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Questão 31 de 34 Q1798055 Q33 da prova

Assinale a alternativa que apresenta características do Sistema de Informação em Saúde para a Atenção Básica (SISAB).

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Questão 32 de 34 Q1798058 Q35 da prova

É competência do Agente Comunitário de Saúde, no controle das arboviroses:

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Questão 33 de 34 Q1798060 Q36 da prova

O uso de máscaras de proteção contra vapores orgânicos, pelo trabalhador, é uma maneira de se proteger contra riscos

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Questão 34 de 34 Q1798062 Q37 da prova

Uma das principais causas de deficiências pré-natais em crianças é:

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