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Prova Agente Administrativo - Pref. Caconde/SP
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Questão 1 de 40 Q1856098 Q1 da prova
Leia o texto a seguir para responder às questões de 1 a 5. Vista cansada Acho que foi o Hemingway quem disse que olhava cada coisa à sua volta como se a visse pela última vez. Pela última ou pela primeira vez? Pela primeira vez foi outro escritor quem disse. Essa ideia de olhar pela última vez tem algo de deprimente. Olhar de despedida, de quem não crê que a vida continua, não admira que o Hemingway tenha acabado como acabou. Fugiu enquanto pôde do desespero que o roía – e daquele tiro brutal. Se eu morrer, morre comigo um certo modo de ver, disse o poeta. Um poeta é só isto: um certo modo de ver. O diabo é que, de tanto ver, a gente banaliza o olhar. Vê não vendo. Experimente ver pela primeira vez o que você vê todo dia, sem ver. Parece fácil, mas não é. O que nos cerca, o que nos é familiar, já não desperta curiosidade. O campo visual da nossa rotina é como um vazio. Você sai todo dia, por exemplo, pela mesma porta. Se alguém lhe perguntar o que é que você vê no seu caminho, você não sabe. De tanto ver, você não vê. Sei de um profissional que passou 32 anos a fio pelo mesmo hall do prédio do seu escritório. Lá estava sempre, pontualíssimo, o mesmo porteiro. Dava-lhe bom- dia e às vezes lhe passava um recado ou uma correspondência. Um dia o porteiro cometeu a descortesia de falecer. Como era ele? Sua cara? Sua voz? Como se vestia? Não fazia a mínima ideia. Em 32 anos, nunca o viu. Para ser notado, o porteiro teve que morrer. Se um dia no seu lugar estivesse uma girafa, cumprido o rito, pode ser que também ninguém desse por sua ausência. O hábito suja os olhos e lhes baixa a voltagem. Mas há sempre o que ver. Gente, coisas, bichos. E vemos? Não, não vemos. Uma criança vê o que o adulto não vê. Tem olhos atentos e limpos para o espetáculo do mundo. O poeta é capaz de ver pela primeira vez o que, de tão visto, ninguém vê. Há pai que nunca viu o próprio filho. Marido que nunca viu a própria mulher, isso existe às pampas. Nossos olhos se gastam no dia a dia, opacos. É por aí que se instala no coração o monstro da indiferença. RESENDE, O. L. Vista cansada. Folha de São Paulo . São Paulo, 1992. Disponível em . Considere o trecho a seguir para responder às questões 1 e 2: “O hábito suja os olhos e lhes baixa a voltagem. ”

Ao fazer tal afirmação, o narrador do texto se refere:

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Questão 2 de 40 Q1856099 Q2 da prova
Leia o texto a seguir para responder às questões de 1 a 5. Vista cansada Acho que foi o Hemingway quem disse que olhava cada coisa à sua volta como se a visse pela última vez. Pela última ou pela primeira vez? Pela primeira vez foi outro escritor quem disse. Essa ideia de olhar pela última vez tem algo de deprimente. Olhar de despedida, de quem não crê que a vida continua, não admira que o Hemingway tenha acabado como acabou. Fugiu enquanto pôde do desespero que o roía – e daquele tiro brutal. Se eu morrer, morre comigo um certo modo de ver, disse o poeta. Um poeta é só isto: um certo modo de ver. O diabo é que, de tanto ver, a gente banaliza o olhar. Vê não vendo. Experimente ver pela primeira vez o que você vê todo dia, sem ver. Parece fácil, mas não é. O que nos cerca, o que nos é familiar, já não desperta curiosidade. O campo visual da nossa rotina é como um vazio. Você sai todo dia, por exemplo, pela mesma porta. Se alguém lhe perguntar o que é que você vê no seu caminho, você não sabe. De tanto ver, você não vê. Sei de um profissional que passou 32 anos a fio pelo mesmo hall do prédio do seu escritório. Lá estava sempre, pontualíssimo, o mesmo porteiro. Dava-lhe bom- dia e às vezes lhe passava um recado ou uma correspondência. Um dia o porteiro cometeu a descortesia de falecer. Como era ele? Sua cara? Sua voz? Como se vestia? Não fazia a mínima ideia. Em 32 anos, nunca o viu. Para ser notado, o porteiro teve que morrer. Se um dia no seu lugar estivesse uma girafa, cumprido o rito, pode ser que também ninguém desse por sua ausência. O hábito suja os olhos e lhes baixa a voltagem. Mas há sempre o que ver. Gente, coisas, bichos. E vemos? Não, não vemos. Uma criança vê o que o adulto não vê. Tem olhos atentos e limpos para o espetáculo do mundo. O poeta é capaz de ver pela primeira vez o que, de tão visto, ninguém vê. Há pai que nunca viu o próprio filho. Marido que nunca viu a própria mulher, isso existe às pampas. Nossos olhos se gastam no dia a dia, opacos. É por aí que se instala no coração o monstro da indiferença. RESENDE, O. L. Vista cansada. Folha de São Paulo . São Paulo, 1992. Disponível em . Considere o trecho a seguir para responder às questões 1 e 2: “O hábito suja os olhos e lhes baixa a voltagem. ”

Uma das figuras de linguagem por meio da qual se constroem os sentidos no trecho apresentado é:

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Questão 3 de 40 Q1856101 Q3 da prova
Leia o texto a seguir para responder às questões de 1 a 5. Vista cansada Acho que foi o Hemingway quem disse que olhava cada coisa à sua volta como se a visse pela última vez. Pela última ou pela primeira vez? Pela primeira vez foi outro escritor quem disse. Essa ideia de olhar pela última vez tem algo de deprimente. Olhar de despedida, de quem não crê que a vida continua, não admira que o Hemingway tenha acabado como acabou. Fugiu enquanto pôde do desespero que o roía – e daquele tiro brutal. Se eu morrer, morre comigo um certo modo de ver, disse o poeta. Um poeta é só isto: um certo modo de ver. O diabo é que, de tanto ver, a gente banaliza o olhar. Vê não vendo. Experimente ver pela primeira vez o que você vê todo dia, sem ver. Parece fácil, mas não é. O que nos cerca, o que nos é familiar, já não desperta curiosidade. O campo visual da nossa rotina é como um vazio. Você sai todo dia, por exemplo, pela mesma porta. Se alguém lhe perguntar o que é que você vê no seu caminho, você não sabe. De tanto ver, você não vê. Sei de um profissional que passou 32 anos a fio pelo mesmo hall do prédio do seu escritório. Lá estava sempre, pontualíssimo, o mesmo porteiro. Dava-lhe bom- dia e às vezes lhe passava um recado ou uma correspondência. Um dia o porteiro cometeu a descortesia de falecer. Como era ele? Sua cara? Sua voz? Como se vestia? Não fazia a mínima ideia. Em 32 anos, nunca o viu. Para ser notado, o porteiro teve que morrer. Se um dia no seu lugar estivesse uma girafa, cumprido o rito, pode ser que também ninguém desse por sua ausência. O hábito suja os olhos e lhes baixa a voltagem. Mas há sempre o que ver. Gente, coisas, bichos. E vemos? Não, não vemos. Uma criança vê o que o adulto não vê. Tem olhos atentos e limpos para o espetáculo do mundo. O poeta é capaz de ver pela primeira vez o que, de tão visto, ninguém vê. Há pai que nunca viu o próprio filho. Marido que nunca viu a própria mulher, isso existe às pampas. Nossos olhos se gastam no dia a dia, opacos. É por aí que se instala no coração o monstro da indiferença. RESENDE, O. L. Vista cansada. Folha de São Paulo . São Paulo, 1992. Disponível em . Considere o trecho a seguir para responder às questões 1 e 2: “O hábito suja os olhos e lhes baixa a voltagem. ”

A reescrita correta do trecho, substituindo a oração subordinada adverbial condicional por uma oração de valor concessivo, é:

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Questão 4 de 40 Q1856102 Q4 da prova
Leia o texto a seguir para responder às questões de 1 a 5. Vista cansada Acho que foi o Hemingway quem disse que olhava cada coisa à sua volta como se a visse pela última vez. Pela última ou pela primeira vez? Pela primeira vez foi outro escritor quem disse. Essa ideia de olhar pela última vez tem algo de deprimente. Olhar de despedida, de quem não crê que a vida continua, não admira que o Hemingway tenha acabado como acabou. Fugiu enquanto pôde do desespero que o roía – e daquele tiro brutal. Se eu morrer, morre comigo um certo modo de ver, disse o poeta. Um poeta é só isto: um certo modo de ver. O diabo é que, de tanto ver, a gente banaliza o olhar. Vê não vendo. Experimente ver pela primeira vez o que você vê todo dia, sem ver. Parece fácil, mas não é. O que nos cerca, o que nos é familiar, já não desperta curiosidade. O campo visual da nossa rotina é como um vazio. Você sai todo dia, por exemplo, pela mesma porta. Se alguém lhe perguntar o que é que você vê no seu caminho, você não sabe. De tanto ver, você não vê. Sei de um profissional que passou 32 anos a fio pelo mesmo hall do prédio do seu escritório. Lá estava sempre, pontualíssimo, o mesmo porteiro. Dava-lhe bom- dia e às vezes lhe passava um recado ou uma correspondência. Um dia o porteiro cometeu a descortesia de falecer. Como era ele? Sua cara? Sua voz? Como se vestia? Não fazia a mínima ideia. Em 32 anos, nunca o viu. Para ser notado, o porteiro teve que morrer. Se um dia no seu lugar estivesse uma girafa, cumprido o rito, pode ser que também ninguém desse por sua ausência. O hábito suja os olhos e lhes baixa a voltagem. Mas há sempre o que ver. Gente, coisas, bichos. E vemos? Não, não vemos. Uma criança vê o que o adulto não vê. Tem olhos atentos e limpos para o espetáculo do mundo. O poeta é capaz de ver pela primeira vez o que, de tão visto, ninguém vê. Há pai que nunca viu o próprio filho. Marido que nunca viu a própria mulher, isso existe às pampas. Nossos olhos se gastam no dia a dia, opacos. É por aí que se instala no coração o monstro da indiferença. RESENDE, O. L. Vista cansada. Folha de São Paulo . São Paulo, 1992. Disponível em . Considere o trecho a seguir para responder às questões 1 e 2: “O hábito suja os olhos e lhes baixa a voltagem. ”

As colocações pronominais em “ Dava-lhe bom-dia e às vezes lhe passava um recado ou uma correspondência ” correspondem, respectivamente, a:

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Questão 5 de 40 Q1856104 Q5 da prova
Leia o texto a seguir para responder às questões de 1 a 5. Vista cansada Acho que foi o Hemingway quem disse que olhava cada coisa à sua volta como se a visse pela última vez. Pela última ou pela primeira vez? Pela primeira vez foi outro escritor quem disse. Essa ideia de olhar pela última vez tem algo de deprimente. Olhar de despedida, de quem não crê que a vida continua, não admira que o Hemingway tenha acabado como acabou. Fugiu enquanto pôde do desespero que o roía – e daquele tiro brutal. Se eu morrer, morre comigo um certo modo de ver, disse o poeta. Um poeta é só isto: um certo modo de ver. O diabo é que, de tanto ver, a gente banaliza o olhar. Vê não vendo. Experimente ver pela primeira vez o que você vê todo dia, sem ver. Parece fácil, mas não é. O que nos cerca, o que nos é familiar, já não desperta curiosidade. O campo visual da nossa rotina é como um vazio. Você sai todo dia, por exemplo, pela mesma porta. Se alguém lhe perguntar o que é que você vê no seu caminho, você não sabe. De tanto ver, você não vê. Sei de um profissional que passou 32 anos a fio pelo mesmo hall do prédio do seu escritório. Lá estava sempre, pontualíssimo, o mesmo porteiro. Dava-lhe bom- dia e às vezes lhe passava um recado ou uma correspondência. Um dia o porteiro cometeu a descortesia de falecer. Como era ele? Sua cara? Sua voz? Como se vestia? Não fazia a mínima ideia. Em 32 anos, nunca o viu. Para ser notado, o porteiro teve que morrer. Se um dia no seu lugar estivesse uma girafa, cumprido o rito, pode ser que também ninguém desse por sua ausência. O hábito suja os olhos e lhes baixa a voltagem. Mas há sempre o que ver. Gente, coisas, bichos. E vemos? Não, não vemos. Uma criança vê o que o adulto não vê. Tem olhos atentos e limpos para o espetáculo do mundo. O poeta é capaz de ver pela primeira vez o que, de tão visto, ninguém vê. Há pai que nunca viu o próprio filho. Marido que nunca viu a própria mulher, isso existe às pampas. Nossos olhos se gastam no dia a dia, opacos. É por aí que se instala no coração o monstro da indiferença. RESENDE, O. L. Vista cansada. Folha de São Paulo . São Paulo, 1992. Disponível em . Considere o trecho a seguir para responder às questões 1 e 2: “O hábito suja os olhos e lhes baixa a voltagem. ”

Considere as seguintes sentenças, com especial atenção aos pronomes enumerados: I. Pela primeira vez foi outro escritor quem (1) disse. II. Essa ideia de olhar pela última vez tem algo(2) de deprimente. III. Em 32 anos, nunca o(3) viu. A classificação do tipo dos pronomes enumerados nas sentenças dadas é, respectivamente:

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Questão 6 de 40 Q1856106 Q6 da prova

O vocábulo “ se” atua como pronome reflexivo apenas em:

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Questão 7 de 40 Q1856107 Q7 da prova

A sentença em que as concordâncias verbal e nominal estão incorretas é:

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Questão 8 de 40 Q1856109 Q8 da prova

Há inadequação ortográfica em todas as sentenças a seguir, exceto em:

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Questão 9 de 40 Q1856111 Q9 da prova

Identifique em qual das sentenças a seguir a expressão em destaque é uma locução adverbial.

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Questão 10 de 40 Q1856112 Q10 da prova

Tome como exemplo o seguinte contexto: “ Por mais obtuso que tenha sido em sua colocação, todos nós entendemos o seu ponto de vista ”. A palavra que melhor substitui o termo “ obtuso ” no contexto dado é:

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Questão 11 de 40 Q1856114 Q11 da prova

Durante o mês de novembro, um cabeleireiro atende a 100 clientes para o serviço de corte e cobra R$ 50,00 por cliente. Ele sabe que no mês de dezembro há um aumento de 60% no número de clientes para este serviço em relação ao mês de novembro. No mês de dezembro, se o cabeleireiro quiser dobrar a sua receita total neste serviço em relação a novembro, quanto ele deve cobrar pelo corte?

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Questão 12 de 40 Q1856115 Q12 da prova

Em um determinado ano, sabe-se que o mês de fevereiro teve 28 dias. Se o dia 03 de fevereiro foi uma quinta-feira, então o dia 16 de março será uma:

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Questão 13 de 40 Q1856117 Q13 da prova

Um tabuleiro comum de xadrez tem 64 casas, sendo 8 linhas e 8 colunas. Neste tabuleiro, há 28 casas que fazem parte da borda do tabuleiro. Suponha que um novo tabuleiro de xadrez será feito com 16 linhas e 16 colunas, portanto, com 256 casas. Quantas casas há na borda deste novo tabuleiro?

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Questão 14 de 40 Q1856118 Q14 da prova

Um artesão utiliza pedaços de barbante de 10 cm de comprimento. Ele compra um rolo de barbante que tem 1 km de extensão. Quantos pedaços de 10 cm, no máximo, o artesão conseguirá retirar do rolo?

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Questão 15 de 40 Q1856120 Q15 da prova

Em uma rua, todos os números das casas são múltiplos de 3 e de 4 simultaneamente. Dentre as alternativas abaixo, qual NÃO pode ser o número de uma casa dessa rua?

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Questão 16 de 40 Q1856122 Q16 da prova

No contexto da interface do usuário do sistema operacional Windows 7, há um componente específico localizado próximo ao final da barra de tarefas que tem a função de exibir notificações importantes. Este componente pode informar sobre o status da rede, a hora, o idioma do sistema, entre outros dados relevantes. Identifique qual é este componente:

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Questão 17 de 40 Q1856124 Q17 da prova

O Microsoft Windows 7 oferece um software específico para realizar cálculos diversos. Marque a alternativa que apresenta uma afirmação correta sobre a calculadora nativa do Windows 7:

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Questão 18 de 40 Q1856125 Q18 da prova

No contexto da navegação na Internet, a Deep Web refere-se a uma parte da rede que não é indexada por mecanismos de busca convencionais, como o Google. Qual das seguintes alternativas descreve corretamente um aspecto associado à Deep Web?

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Questão 19 de 40 Q1856127 Q19 da prova

O correio eletrônico, conhecido como e-mail, desempenha um papel fundamental na comunicação digital. Assinale a alternativa que apresenta uma afirmação correta sobre o uso e as características do correio eletrônico:

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Questão 20 de 40 Q1856129 Q20 da prova

No contexto da edição de textos utilizando o Microsoft Word, há diversos comandos de teclado que facilitam o trabalho dos usuários. O comando Ctrl + C é frequentemente utilizado para qual finalidade:

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Questão 21 de 40 Q1856130 Q21 da prova

Qual é a principal finalidade da Gestão Documental dentro de uma organização?

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Questão 22 de 40 Q1856132 Q22 da prova

Sobre os métodos de arquivamento de documentos, é correto afirmar que:

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Questão 23 de 40 Q1856134 Q23 da prova

No registro e controle de documentos físicos, é importante seguir regras para garantir a organização e o correto encaminhamento das informações. Assinale a alternativa correta:

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Questão 24 de 40 Q1856135 Q24 da prova

Sobre o uso do termo "ofício" para diferentes tipos de expediente administrativo, assinale a alternativa correta:

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Questão 25 de 40 Q1856137 Q25 da prova

Qual é o método de ordenação de documentos arquivísticos que combina letras e números com o objetivo de facilitar a atividade de arquivamento?

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Questão 26 de 40 Q1856139 Q26 da prova

É correto afirmar que um documento digital sem assinatura digital pode ser considerado autêntico, desde que:

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Questão 27 de 40 Q1856140 Q27 da prova

Os documentos podem ser classificados de acordo com sua frequência de uso e valor informativo. Considerando as definições arquivísticas, qual das alternativas abaixo descreve corretamente a destinação de documentos que já cumpriram sua finalidade administrativa, mas ainda possuem valor histórico ou probatório?

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Questão 28 de 40 Q1856142 Q28 da prova

As atividades de protocolo têm como principal objetivo:

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Questão 29 de 40 Q1856144 Q29 da prova

O registro da ação de descarte de dados é uma etapa fundamental na gestão documental, pois garante a rastreabilidade do processo. Nesse contexto, qual das alternativas apresenta uma justificativa incorreta para a necessidade desse registro?

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Questão 30 de 40 Q1856146 Q30 da prova

O relatório é um documento utilizado para registrar atividades realizadas, sendo caracterizado por sua objetividade e clareza. Com base nessa definição, qual das alternativas abaixo não corresponde a uma característica do relatório?

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Questão 31 de 40 Q1856147 Q31 da prova

Conforme as diretrizes para a guarda de documentos públicos, em quais situações a terceirização é permitida?

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Questão 32 de 40 Q1856149 Q32 da prova

A implementação de programas de gestão de documentos na administração pública municipal é essencial para:

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Questão 33 de 40 Q1856151 Q33 da prova

De acordo com a Lei de Arquivos, os documentos de valor permanente possuem características específicas que garantem sua preservação. Nesse sentido, é correto afirmar que:

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Questão 34 de 40 Q1856152 Q34 da prova

O documento digital e sua reprodução, quando realizada de acordo com as normas estabelecidas, possuem o mesmo valor probatório que o documento original. Isso significa que:

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Questão 35 de 40 Q1856154 Q35 da prova

Qual das alternativas apresenta um fator indesejado na escolha do local para a construção de um arquivo público municipal?

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Questão 36 de 40 Q1856156 Q36 da prova

No arquivamento de documentos, quando a organização e a busca são feitas com base em números atribuídos a cada documento, utiliza-se um método pertencente ao sistema indireto. Esse método possui três tipos principais. Qual das opções abaixo corresponde a um desses tipos?

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Questão 37 de 40 Q1856158 Q37 da prova

Por quanto tempo os livros e documentos fiscais devem ser guardados, considerando as regras gerais de arquivamento?

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Questão 38 de 40 Q1856159 Q38 da prova

Ao elaborar um relatório, é importante seguir algumas etapas para garantir sua clareza e objetividade. Considerando as boas práticas para a elaboração de um relatório, qual das alternativas abaixo está correta?

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Questão 39 de 40 Q1856161 Q39 da prova

Os documentos oficiais desempenham um papel fundamental na comunicação entre a administração pública e a sociedade. Eles servem para informar sobre mudanças legislativas, convocar cidadãos para determinados atos e registrar ocorrências formais. Com base nesse contexto, assinale a alternativa que não corresponde a um exemplo de documento oficial:

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Questão 40 de 40 Q1856163 Q40 da prova

Cada tipo de documento oficial possui uma finalidade específica, podendo ser normativo, informativo ou comprobatório. Com base nessa classificação, analise as assertivas abaixo e assinale a alternativa correta: I. Os editais de convocação são documentos oficiais de caráter informativo, pois têm a finalidade de comunicar a população sobre atos administrativos, como concursos públicos e chamamentos para audiências. II. As atas são documentos oficiais normativos, pois estabelecem regras que devem ser seguidas por órgãos públicos e cidadãos. III. Os decretos são exemplos de documentos oficiais comprobatórios, pois servem para registrar a presença de servidores em reuniões governamentais. IV. As portarias expedidas por órgãos públicos podem conter normas internas e externas, sendo classificadas como documentos normativos.

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