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Prova Administrador - UNIFESP
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Questão 1 de 11 Q1516620 Q1 da prova
Leia o texto para responder às questões de números 01 a 06. O mal é da televisão Camarada escritor: Escrevo-lhe esta carta, conforme me pediu, para contar o que sei sobre o cão pastor-alemão. Agradeço que me corrija as faltas e a pontuação, para sair bem no livro. Aí vai… O meu pai apareceu um dia com o cão em casa. Disse: “andou sempre a seguir-me, não quer largar mais.” Eu fiquei contente, um lindo cão e inteligente. Demos-lhe o nome de Jasão, foi o meu pai que escolheu o nome, pois gosta muito de lendas gregas. Jasão aprendeu logo o nome, era esperto. Quando eu ia para o Instituto, onde estou a estudar Pla-nificação, o cão queria ir comigo. Às vezes até foi. Ficava à espera de que eu saísse das aulas e acompanhava-me a casa. Sempre grande e calmo, um senhor. As garinas rodeavam-no logo, a fazer festas, ele deixava. Quem aproveitava da popularidade dele era eu. Por isso até que gostava da sua companhia. Mas o meu pai xingava-me sempre por o levar. Achava que não ficava bem o filho dum responsável, mesmo se pequeno, andar com um cão. Isso era prática de outros tempos que devíamos combater: os filhos dos governadores ou senhores coloniais é que andavam assim! Podíamos ter o cão, mas em casa, sem dar nas vistas, para que as massas não fizessem paralelos incômodos com os tempos antigos. (Pepetela. O Cão e os Caluandas . Adaptado)

Conforme relatado na carta, o jovem era advertido por levar o cão à escola porque o pai

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Questão 2 de 11 Q1516622 Q2 da prova
Leia o texto para responder às questões de números 01 a 06. O mal é da televisão Camarada escritor: Escrevo-lhe esta carta, conforme me pediu, para contar o que sei sobre o cão pastor-alemão. Agradeço que me corrija as faltas e a pontuação, para sair bem no livro. Aí vai… O meu pai apareceu um dia com o cão em casa. Disse: “andou sempre a seguir-me, não quer largar mais.” Eu fiquei contente, um lindo cão e inteligente. Demos-lhe o nome de Jasão, foi o meu pai que escolheu o nome, pois gosta muito de lendas gregas. Jasão aprendeu logo o nome, era esperto. Quando eu ia para o Instituto, onde estou a estudar Pla-nificação, o cão queria ir comigo. Às vezes até foi. Ficava à espera de que eu saísse das aulas e acompanhava-me a casa. Sempre grande e calmo, um senhor. As garinas rodeavam-no logo, a fazer festas, ele deixava. Quem aproveitava da popularidade dele era eu. Por isso até que gostava da sua companhia. Mas o meu pai xingava-me sempre por o levar. Achava que não ficava bem o filho dum responsável, mesmo se pequeno, andar com um cão. Isso era prática de outros tempos que devíamos combater: os filhos dos governadores ou senhores coloniais é que andavam assim! Podíamos ter o cão, mas em casa, sem dar nas vistas, para que as massas não fizessem paralelos incômodos com os tempos antigos. (Pepetela. O Cão e os Caluandas . Adaptado)

Sem prejuízo de sentido ao texto, na passagem – Achava que não ficava bem o filho dum responsável, mesmo se pequeno, andar com um cão. (4o parágrafo) –, a expressão destacada pode ser substituída por:

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Questão 3 de 11 Q1516623 Q3 da prova
Leia o texto para responder às questões de números 01 a 06. O mal é da televisão Camarada escritor: Escrevo-lhe esta carta, conforme me pediu, para contar o que sei sobre o cão pastor-alemão. Agradeço que me corrija as faltas e a pontuação, para sair bem no livro. Aí vai… O meu pai apareceu um dia com o cão em casa. Disse: “andou sempre a seguir-me, não quer largar mais.” Eu fiquei contente, um lindo cão e inteligente. Demos-lhe o nome de Jasão, foi o meu pai que escolheu o nome, pois gosta muito de lendas gregas. Jasão aprendeu logo o nome, era esperto. Quando eu ia para o Instituto, onde estou a estudar Pla-nificação, o cão queria ir comigo. Às vezes até foi. Ficava à espera de que eu saísse das aulas e acompanhava-me a casa. Sempre grande e calmo, um senhor. As garinas rodeavam-no logo, a fazer festas, ele deixava. Quem aproveitava da popularidade dele era eu. Por isso até que gostava da sua companhia. Mas o meu pai xingava-me sempre por o levar. Achava que não ficava bem o filho dum responsável, mesmo se pequeno, andar com um cão. Isso era prática de outros tempos que devíamos combater: os filhos dos governadores ou senhores coloniais é que andavam assim! Podíamos ter o cão, mas em casa, sem dar nas vistas, para que as massas não fizessem paralelos incômodos com os tempos antigos. (Pepetela. O Cão e os Caluandas . Adaptado)

Na reescrita de informações do texto, o emprego de pronomes e a colocação pronominal atendem à norma-padrão em:

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Questão 4 de 11 Q1516625 Q4 da prova
Leia o texto para responder às questões de números 01 a 06. O mal é da televisão Camarada escritor: Escrevo-lhe esta carta, conforme me pediu, para contar o que sei sobre o cão pastor-alemão. Agradeço que me corrija as faltas e a pontuação, para sair bem no livro. Aí vai… O meu pai apareceu um dia com o cão em casa. Disse: “andou sempre a seguir-me, não quer largar mais.” Eu fiquei contente, um lindo cão e inteligente. Demos-lhe o nome de Jasão, foi o meu pai que escolheu o nome, pois gosta muito de lendas gregas. Jasão aprendeu logo o nome, era esperto. Quando eu ia para o Instituto, onde estou a estudar Pla-nificação, o cão queria ir comigo. Às vezes até foi. Ficava à espera de que eu saísse das aulas e acompanhava-me a casa. Sempre grande e calmo, um senhor. As garinas rodeavam-no logo, a fazer festas, ele deixava. Quem aproveitava da popularidade dele era eu. Por isso até que gostava da sua companhia. Mas o meu pai xingava-me sempre por o levar. Achava que não ficava bem o filho dum responsável, mesmo se pequeno, andar com um cão. Isso era prática de outros tempos que devíamos combater: os filhos dos governadores ou senhores coloniais é que andavam assim! Podíamos ter o cão, mas em casa, sem dar nas vistas, para que as massas não fizessem paralelos incômodos com os tempos antigos. (Pepetela. O Cão e os Caluandas . Adaptado)

Assinale a alternativa em que a frase, reescrita a partir de informações do texto, atende à norma-padrão de regência verbal e de regência nominal.

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Questão 5 de 11 Q1516627 Q5 da prova
Leia o texto para responder às questões de números 01 a 06. O mal é da televisão Camarada escritor: Escrevo-lhe esta carta, conforme me pediu, para contar o que sei sobre o cão pastor-alemão. Agradeço que me corrija as faltas e a pontuação, para sair bem no livro. Aí vai… O meu pai apareceu um dia com o cão em casa. Disse: “andou sempre a seguir-me, não quer largar mais.” Eu fiquei contente, um lindo cão e inteligente. Demos-lhe o nome de Jasão, foi o meu pai que escolheu o nome, pois gosta muito de lendas gregas. Jasão aprendeu logo o nome, era esperto. Quando eu ia para o Instituto, onde estou a estudar Pla-nificação, o cão queria ir comigo. Às vezes até foi. Ficava à espera de que eu saísse das aulas e acompanhava-me a casa. Sempre grande e calmo, um senhor. As garinas rodeavam-no logo, a fazer festas, ele deixava. Quem aproveitava da popularidade dele era eu. Por isso até que gostava da sua companhia. Mas o meu pai xingava-me sempre por o levar. Achava que não ficava bem o filho dum responsável, mesmo se pequeno, andar com um cão. Isso era prática de outros tempos que devíamos combater: os filhos dos governadores ou senhores coloniais é que andavam assim! Podíamos ter o cão, mas em casa, sem dar nas vistas, para que as massas não fizessem paralelos incômodos com os tempos antigos. (Pepetela. O Cão e os Caluandas . Adaptado)

A pontuação está em conformidade com a norma-padrão em:

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Questão 6 de 11 Q1516628 Q6 da prova
Leia o texto para responder às questões de números 01 a 06. O mal é da televisão Camarada escritor: Escrevo-lhe esta carta, conforme me pediu, para contar o que sei sobre o cão pastor-alemão. Agradeço que me corrija as faltas e a pontuação, para sair bem no livro. Aí vai… O meu pai apareceu um dia com o cão em casa. Disse: “andou sempre a seguir-me, não quer largar mais.” Eu fiquei contente, um lindo cão e inteligente. Demos-lhe o nome de Jasão, foi o meu pai que escolheu o nome, pois gosta muito de lendas gregas. Jasão aprendeu logo o nome, era esperto. Quando eu ia para o Instituto, onde estou a estudar Pla-nificação, o cão queria ir comigo. Às vezes até foi. Ficava à espera de que eu saísse das aulas e acompanhava-me a casa. Sempre grande e calmo, um senhor. As garinas rodeavam-no logo, a fazer festas, ele deixava. Quem aproveitava da popularidade dele era eu. Por isso até que gostava da sua companhia. Mas o meu pai xingava-me sempre por o levar. Achava que não ficava bem o filho dum responsável, mesmo se pequeno, andar com um cão. Isso era prática de outros tempos que devíamos combater: os filhos dos governadores ou senhores coloniais é que andavam assim! Podíamos ter o cão, mas em casa, sem dar nas vistas, para que as massas não fizessem paralelos incômodos com os tempos antigos. (Pepetela. O Cão e os Caluandas . Adaptado)

Na frase – Escrevo-lhe esta carta, conforme me pediu, para contar o que sei sobre o cão pastor-alemão. (2o parágrafo) –, o autor da carta emprega o artigo “o” porque

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Questão 7 de 11 Q1516630 Q7 da prova
Leia o texto para responder às questões de números 07 a 10. Fábrica de doenças Cumpre à risca a pauta para a qual deve a razão de existir o veículo de comunicação quando ergue o escudo da justiça em proteção de comunidades sob ataque, por sobrecarga dos poderes ou omissão dos moradores. É o caso de concordar com esta avaliação qualitativa, ao observar-se o padecer de várias gerações da localidade de Areias, em Arembepe, Camaçari, Região Metropolitana de Salvador. São vidas rasuradas por incidências frequentes de doenças gravíssimas, não apenas a mais temível delas, o câncer, mas também os problemas de respiração e de pele, em média muito acima dos registros das clínicas. A hipótese falseável de maior probabilidade para explicar o trauma é a poluição emitida por fábrica de pigmentos, habitada a trocar de nome, como se o artifício pudesse livrar dos erros moral e técnico de espalhar enfermidades. (Editorial. https://atarde.com.br/opiniao, 07.10.2023. Adaptado)

O editorial refere-se à situação de várias gerações como uma “avaliação qualitativa” porque

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Questão 8 de 11 Q1516632 Q8 da prova
Leia o texto para responder às questões de números 07 a 10. Fábrica de doenças Cumpre à risca a pauta para a qual deve a razão de existir o veículo de comunicação quando ergue o escudo da justiça em proteção de comunidades sob ataque, por sobrecarga dos poderes ou omissão dos moradores. É o caso de concordar com esta avaliação qualitativa, ao observar-se o padecer de várias gerações da localidade de Areias, em Arembepe, Camaçari, Região Metropolitana de Salvador. São vidas rasuradas por incidências frequentes de doenças gravíssimas, não apenas a mais temível delas, o câncer, mas também os problemas de respiração e de pele, em média muito acima dos registros das clínicas. A hipótese falseável de maior probabilidade para explicar o trauma é a poluição emitida por fábrica de pigmentos, habitada a trocar de nome, como se o artifício pudesse livrar dos erros moral e técnico de espalhar enfermidades. (Editorial. https://atarde.com.br/opiniao, 07.10.2023. Adaptado)

Considere as passagens: •  … por sobrecarga dos poderes ou omissão dos moradores. (1o parágrafo) •  … não apenas a mais temível delas, o câncer, mas também os problemas de respiração e de pele… (3o parágrafo) A preposição “por” e o par correlato “não apenas … mas também” estabelecem, correta e respectivamente, relações de sentido de:

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Questão 9 de 11 Q1516634 Q9 da prova
Leia o texto para responder às questões de números 07 a 10. Fábrica de doenças Cumpre à risca a pauta para a qual deve a razão de existir o veículo de comunicação quando ergue o escudo da justiça em proteção de comunidades sob ataque, por sobrecarga dos poderes ou omissão dos moradores. É o caso de concordar com esta avaliação qualitativa, ao observar-se o padecer de várias gerações da localidade de Areias, em Arembepe, Camaçari, Região Metropolitana de Salvador. São vidas rasuradas por incidências frequentes de doenças gravíssimas, não apenas a mais temível delas, o câncer, mas também os problemas de respiração e de pele, em média muito acima dos registros das clínicas. A hipótese falseável de maior probabilidade para explicar o trauma é a poluição emitida por fábrica de pigmentos, habitada a trocar de nome, como se o artifício pudesse livrar dos erros moral e técnico de espalhar enfermidades. (Editorial. https://atarde.com.br/opiniao, 07.10.2023. Adaptado)

No 1o parágrafo do texto, deverá ser empregado “Cumprem”, se for flexionado no plural o substantivo

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Questão 10 de 11 Q1516636 Q10 da prova
Leia o texto para responder às questões de números 07 a 10. Fábrica de doenças Cumpre à risca a pauta para a qual deve a razão de existir o veículo de comunicação quando ergue o escudo da justiça em proteção de comunidades sob ataque, por sobrecarga dos poderes ou omissão dos moradores. É o caso de concordar com esta avaliação qualitativa, ao observar-se o padecer de várias gerações da localidade de Areias, em Arembepe, Camaçari, Região Metropolitana de Salvador. São vidas rasuradas por incidências frequentes de doenças gravíssimas, não apenas a mais temível delas, o câncer, mas também os problemas de respiração e de pele, em média muito acima dos registros das clínicas. A hipótese falseável de maior probabilidade para explicar o trauma é a poluição emitida por fábrica de pigmentos, habitada a trocar de nome, como se o artifício pudesse livrar dos erros moral e técnico de espalhar enfermidades. (Editorial. https://atarde.com.br/opiniao, 07.10.2023. Adaptado)

Considere as reescritas de informações do texto. •  Os problemas de respiração e pele estão com incidên -cias muito superiores dos registros das clínicas. •  O veículo de comunicação ergue o escudo da justiça para dar proteção comunidades sob ataque. •  As doenças gravíssimas referem-se tanto doença mais temível, o câncer, quanto problemas de respiração e pele. De acordo com a norma-padrão, as lacunas devem ser preenchidas, respectivamente, com:

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Questão 11 de 11 Q1516638 Q19 da prova

Assinale, dentre as opções a seguir, a única URL que indica uma conexão não criptografada.

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