A Referenciação em LIBRAS requer o estabelecimento de um local no espaço de sinalização, uma vez que se trata de uma língua visuoespacial. Dentre os mecanismos abaixo listados, aquele que NÃO satisfaz o Processo de Referenciação é:
A palavra em português, correspondente à seguinte descrição do sinal em LIBRAS: “mão esquerda em D horizontal, palma para baixo, dedo indicador apontando para a frente; mão direita em V invertido, palma para dentro, tocando o indicador esquerdo. Mover as mãos para frente”, é:
O sinal em LIBRAS feito com a mesma Configuração de Mãos de “grátis” é:
A descrição do sinal em LIBRAS que corresponde a um animal em português é:
O sinal em LIBRAS feito com a mesma configuração de mãos que a do sinal de “anteontem” é:
O sinal em Língua Brasileira de Sinais produzido com a mesma Configuração de Mãos, usada para produzir o sinal de “Índia”, é:
A classe de palavra que corresponde à descrição a seguir: “mão direita em Y, palma para dentro, à frente do corpo. Movê-la em direção ao corpo, virando a palma para a direita e tocando o lado do dedo mínimo no peito” é a seguinte:
O sinal em Língua Brasileira de Sinais produzido com a mesma Configuração de Mãos, usada para produzir o sinal de “Cama”, é:
A opção cuja descrição do sinal em LIBRAS melhor atende a uma tradução do verbo “deixar” no exemplo em Português a seguir: “Não se aborreça, deixe para lá” é a seguinte:
A alteração feita pelo Decreto 9656, de 27 de dezembro de 2018, no texto do Decreto 5626, de 22 de dezembro de 2005, é:
Sobre a regulamentação da profissão de Tradutor e Intérprete de Língua Brasileira de Sinais é INCORRETO afirmar que este profissional deve zelar:
De acordo com a Lei 12.319/2010, são atribuições do tradutor e intérprete, no exercício de suas atribuições, as listadas abaixo, EXCETO:
Para garantir a acessibilidade em comunicação na televisão, as Normas Técnicas preveem diretrizes específicas para LIBRAS. NÃO corresponde a uma diretriz:
O bom desempenho do Tradutor e Intérprete de Língua de Sinais exige, essencialmente, que este profissional reúna as seguintes habilidades e competências:
Há diferença entre a atividade de traduzir e a de interpretar. Dentre as peculiaridades elencadas abaixo, aquela que NÃO caracteriza o trabalho de interpretes, mas de tradutores, é:
A Lei 10436/02 define Língua Brasileira de Sinais - Libras como uma “forma de comunicação e expressão”, que se constitui como um(a):
A Língua Brasileira de Sinais – Libras, segundo a Lei 10436/02, em relação à modalidade escrita da Língua Portuguesa, determina:
Um dos grandes avanços quanto à difusão da Libras, assegurada pela Lei 10436/02, diz respeito à indicação da sua inclusão no currículo de vários cursos como Educação Especial, Fonoaudiologia e Magistério. A Libras, então, passa a ser parte:
A inclusão de alunos surdos ou com deficiência na educação básica, segundo o Decreto 5.626/05, está relacionada à organização de escolas e classes de educação bilíngues voltadas:
O Decreto 5.626/2005 prevê, quando trata da inclusão de alunos surdos ou com deficiência na educação básica, que os docentes entendam a singularidade linguística dos alunos surdos. Prevê também:
Denominam-se, nas indicações do Decreto 5.626/05, escolas ou classes de educação bilíngue aquelas que têm a Libras e a modalidade escrita da Língua Portuguesa como línguas de:
Em relação aos cursos oferecidos na modalidade à distância, o Decreto 5.626/05, em seu Art. 24, determina que a programação visual precisa dispor de sistemas de acesso à informação. Serve de exemplo desses sistemas:
Embora possa ser considerada como um grande avanço nas discussões sobre as diferenças no contexto das políticas públicas brasileiras, a ideia de inclusão escolar tem sido questionada sob diferentes aspectos. Melhor sintetiza esses questionamentos:
Ao analisar a questão da inclusão dos deficientes na perspectiva da “Sociedade Inclusiva”, Felipe (2006) identifica oito imperativos a partir dos quais a sociedade se organizaria para se adaptar às necessidades específicas desse grupo. NÃO corresponde às bases dessa organização:
Os sinais manuais são com frequência acompanhados por expressões faciais, também chamadas de marcações não manuais. NÃO representa uma marcação não manual a marcação:
A relação que os surdos estabelecem com os ouvintes, com a sociedade e com eles mesmos traz como pano de fundo uma reflexão sobre os espaços ocupados por uns e por outros. Sobre as formas como cada um ocupa e convive nos espaços, Skliar (2003) identifica algumas características, como, por exemplo:
Quando incorporados à educação, elementos como “a aquisição da linguagem, a língua enquanto meio e fim das interações, a língua como parte da constituição do sujeito, a língua como parte da comunicação do sujeito, a língua enquanto instrumento formal de ensino da língua nativa e a língua portuguesa como segunda língua” têm permitido o reconhecimento dos direitos linguísticos de surdos e permitem indicar a proposição de uma pedagogia de base:
As categorias regularmente utilizadas para classificar as identidades surdas são:
A concepção da surdez como uma experiência cultural e linguística substitui uma pautada em um modelo clínico, marcado pela ideia da surdez como:
As concepções sobre o surdo e a surdez evoluíram historicamente, considerando-se as seguintes concepções, respectivamente:



















