(A) Alterar o tema do desktop para melhorar a conectividade.
(A) Execução automática de scripts de linha de comando ao iniciar.
(A) Bloco de Notas.
(A) instalar um processador de texto para acessar os e-mails.
(A) Inserção automática de gráficos com base em dados selecionados.
(A) GIMP.
(A) Instalar um novo navegador de internet.
(A) Ignorar os avisos de segurança dos navegadores para acessar sites mais rapidamente.
(A) Alterar a resolução da tela.
(A) Adicionar uma quantidade extensa de texto em cada slide para detalhar o tema.
(A) 60 (sessenta) anos de idade.
(A) promoção.
(A) cassação de aposentadoria ou disponibilidade, destituição de cargo em comissão e destituição de função comissionada.
(A) 5 (cinco) anos, quanto às infrações puníveis com demissão, cassação de aposentadoria ou disponibilidade e destituição de cargo em comissão; em 2 (dois) anos, quanto à suspensão; em 180 (cento e oitenta) dias, quanto à advertência.
(A) Ter concluído um curso de educação profissional técnica de nível médio em Tradução e Interpretação em Libras.
(A) elaborar legislações sobre a Libras.
(A) Estabelecendo a Libras como língua oficial para a comunidade surda.
(A) Agir de acordo com suas opiniões pessoais durante a interpretação.
(A) Desempenhar o papel de facilitador do processo de aprendizagem, promovendo a inclusão de alunos surdos ao possibilitar o acesso à informação por meio da língua de sinais.
(A) prática dos TILSP, a qual é baseada na Linguística Cognitiva, especialmente na Semântica Cognitiva, que destaca as escolhas lexemáticas nos processos interpretativos.
(A) Modulação.
(A) Reprodução exata de palavras e expressões.
(A) Sempre foi considerada uma deficiência, sem alterações ao longo da história.
(A) O movimento inclusivo da comunidade surda tem impacto nulo nas instâncias sociais.
(A) As estratégias de interpretação do TILSP estão concentradas na esfera educacional, com consultoria em outras áreas sociais devido às políticas de inclusão.
(A) As identidades surdas têm pouca influência nas escolhas de interpretação e tradução, uma vez que as estratégias são determinadas apenas pelo contexto educacional.
(A) O modelo inclusivo pouco impacta nas práticas de interpretação e tradução, uma vez que foca apenas na inserção de alunos surdos em ambientes regulares.
(A) a abordagem exclusiva da oralização é insuficiente para atender às necessidades educacionais da comunidade surda, desconsiderando sua diversidade linguística. Uma solução para esse desafio seria promover o reconhecimento e a valorização da Língua Brasileira de Sinais (Libras) como língua natural dos surdos, garantindo sua inclusão nos currículos escolares e oferecendo formação adequada para professores de Libras.
(A) Tradução literal da língua de sinais para a língua oral, priorizando a equivalência vocabular.
(A) Dominar a língua de sinais do país.
(A) O intérprete, juntamente com o educador e a equipe pedagógica, é responsável pela elaboração das aulas.
(A) O Decreto Federal nº 5.626/2005 revoga a Lei nº 10.098/2000.
(A) Inclusão de elementos culturais.
(A) Plano Nacional de Educação (PNE).




























