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Prova Trabalhador Braçal - Pref. Boa Vista/PB
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Questão 1 de 7 Q2255009 Q1 da prova
Leia o texto a seguir para responder às questões de
01 a 05.
Pesquisador americano afirma:
nascemos para correr!
Prazer, adrenalina, superação. Podemos ouvir as mais variadas respostas quando a questão é “o que leva tanta gente a correr”? Para quem não corre, não é tão lógico que correr faz bem. E nada parece explicar o que move a multidão que invade as ruas das principais cidades do Brasil e do mundo, principalmente aos domingos pela manhã. Mas para o paleoantropólogo David Lieberman, da Universidade Harvard, é simples: nós nascemos para correr.
Lieberman e sua equipe têm defendido ao longo da
última década, que os seres humanos são atletas de longa distância natos, bichos que aprenderam a fazer da corrida uma estratégia adaptativa importante. E tudo começa com, adivinhem, qual parte do corpo? Os glúteos! Sim, isso mesmo. Nossos parentes mais próximos na escala evolutiva, os chimpanzés, a rigor quase não têm bumbum. Aliás, entre os primatas o Homo sapiens é o único bicho bundudo por excelência.
O gluteus maximus, como é conhecido o músculo
traseiro entre os anatomistas, é um refinado estabilizador durante corridas de longa distância. Lieberman lembra que ele é muito usado para correr, mas quase não é ativado numa simples caminhada.
Outro ponto que leva o especialista de Harvard e
seus companheiros de pesquisa a afirmar que a corrida faz parte da natureza humana é o ligamento nucal, estrutura anatômica que começa na região da nuca, como o próprio nome diz, e chega até a coluna. Os pesquisadores perceberam, durante experimentos nos quais porcos eram colocados para correr numa esteira, que os pobres suínos eram incapazes de manter a cabeça erguida durante a corrida mais longa. E isso se devia justamente ao fato de não possuírem o ligamento nucal.
Ao vasculhar fósseis dos vários períodos da
evolução humana, os cientistas perceberam que as adaptações físicas e esqueléticas favoráveis à corrida são mesmo típicas do gênero Homo, em especial de formas com mais ou menos 2 milhões de anos.
Para Lieberman a capacidade de andar e correr
por longas distâncias teria até mesmo turbinado, indiretamente, o aumento do cérebro dos hominídeos. Isso porque os maratonistas da linhagem humana teriam conseguido alcançar mais presas na caça e também obter mais carcaças de animais mortos por outros predadores, possibilitando maior consumo de proteína e gordura, “combustíveis” indispensáveis para um órgão tão beberão de energia quanto o cérebro. Podemos dizer que, nossos ancestrais corriam para ganhar calorias e não para perdê-las.
Obviamente, a tese da equipe de Lieberman não
passou sem contestação. John Hawks, especialista em evolução humana da Universidade Wisconsin, acha a ideia improvável: “se tivéssemos evoluído para correr, nasceríamos com uma garrafa de Gatorade implantada no braço”, brincou ele em seu
blog.
Disponível em: https://www.jornalcorrida.com.br/post/
pesquisador-americano-afirma-nascemos-para-correr.
Acesso em: 30 de setembro de 2025.

De acordo com o texto, julgue as assertivas a
seguir.
I. O estudo científico do paleoantropólogo David Lieberman comprova que nascemos para evoluir por meio da corrida.
II. A pesquisa realizada por Lieberman e sua equipe defende que os seres humanos são atletas natos.
III. Para o paleoantropólogo os seres humanos são os únicos a terem bumbum e ligamento nucal.
IV. O especialista em evolução humana, John Hawks, concorda e valida a pesquisa desenvolvida por Lieberman e sua equipe.
Assinale a alternativa que apresenta as assertivas corretas.

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Questão 2 de 7 Q2255015 Q4 da prova
Leia o texto a seguir para responder às questões de
01 a 05.
Pesquisador americano afirma:
nascemos para correr!
Prazer, adrenalina, superação. Podemos ouvir as mais variadas respostas quando a questão é “o que leva tanta gente a correr”? Para quem não corre, não é tão lógico que correr faz bem. E nada parece explicar o que move a multidão que invade as ruas das principais cidades do Brasil e do mundo, principalmente aos domingos pela manhã. Mas para o paleoantropólogo David Lieberman, da Universidade Harvard, é simples: nós nascemos para correr.
Lieberman e sua equipe têm defendido ao longo da
última década, que os seres humanos são atletas de longa distância natos, bichos que aprenderam a fazer da corrida uma estratégia adaptativa importante. E tudo começa com, adivinhem, qual parte do corpo? Os glúteos! Sim, isso mesmo. Nossos parentes mais próximos na escala evolutiva, os chimpanzés, a rigor quase não têm bumbum. Aliás, entre os primatas o Homo sapiens é o único bicho bundudo por excelência.
O gluteus maximus, como é conhecido o músculo
traseiro entre os anatomistas, é um refinado estabilizador durante corridas de longa distância. Lieberman lembra que ele é muito usado para correr, mas quase não é ativado numa simples caminhada.
Outro ponto que leva o especialista de Harvard e
seus companheiros de pesquisa a afirmar que a corrida faz parte da natureza humana é o ligamento nucal, estrutura anatômica que começa na região da nuca, como o próprio nome diz, e chega até a coluna. Os pesquisadores perceberam, durante experimentos nos quais porcos eram colocados para correr numa esteira, que os pobres suínos eram incapazes de manter a cabeça erguida durante a corrida mais longa. E isso se devia justamente ao fato de não possuírem o ligamento nucal.
Ao vasculhar fósseis dos vários períodos da
evolução humana, os cientistas perceberam que as adaptações físicas e esqueléticas favoráveis à corrida são mesmo típicas do gênero Homo, em especial de formas com mais ou menos 2 milhões de anos.
Para Lieberman a capacidade de andar e correr
por longas distâncias teria até mesmo turbinado, indiretamente, o aumento do cérebro dos hominídeos. Isso porque os maratonistas da linhagem humana teriam conseguido alcançar mais presas na caça e também obter mais carcaças de animais mortos por outros predadores, possibilitando maior consumo de proteína e gordura, “combustíveis” indispensáveis para um órgão tão beberão de energia quanto o cérebro. Podemos dizer que, nossos ancestrais corriam para ganhar calorias e não para perdê-las.
Obviamente, a tese da equipe de Lieberman não
passou sem contestação. John Hawks, especialista em evolução humana da Universidade Wisconsin, acha a ideia improvável: “se tivéssemos evoluído para correr, nasceríamos com uma garrafa de Gatorade implantada no braço”, brincou ele em seu
blog.
Disponível em: https://www.jornalcorrida.com.br/post/
pesquisador-americano-afirma-nascemos-para-correr.
Acesso em: 30 de setembro de 2025.

No trecho “Ao vasculhar fósseis dos vários períodos da evolução humana, os cientistas perceberam que as adaptações físicas e esqueléticas favoráveis à corrida são mesmo típicas do gênero
Homo, em especial de formas com mais ou menos 2 milhões de anos.”, o termo em destaque pode ser substituído, sem que o sentido do texto sofra alterações, pelo vocábulo:

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Questão 3 de 7 Q2255016 Q5 da prova
Leia o texto a seguir para responder às questões de
01 a 05.
Pesquisador americano afirma:
nascemos para correr!
Prazer, adrenalina, superação. Podemos ouvir as mais variadas respostas quando a questão é “o que leva tanta gente a correr”? Para quem não corre, não é tão lógico que correr faz bem. E nada parece explicar o que move a multidão que invade as ruas das principais cidades do Brasil e do mundo, principalmente aos domingos pela manhã. Mas para o paleoantropólogo David Lieberman, da Universidade Harvard, é simples: nós nascemos para correr.
Lieberman e sua equipe têm defendido ao longo da
última década, que os seres humanos são atletas de longa distância natos, bichos que aprenderam a fazer da corrida uma estratégia adaptativa importante. E tudo começa com, adivinhem, qual parte do corpo? Os glúteos! Sim, isso mesmo. Nossos parentes mais próximos na escala evolutiva, os chimpanzés, a rigor quase não têm bumbum. Aliás, entre os primatas o Homo sapiens é o único bicho bundudo por excelência.
O gluteus maximus, como é conhecido o músculo
traseiro entre os anatomistas, é um refinado estabilizador durante corridas de longa distância. Lieberman lembra que ele é muito usado para correr, mas quase não é ativado numa simples caminhada.
Outro ponto que leva o especialista de Harvard e
seus companheiros de pesquisa a afirmar que a corrida faz parte da natureza humana é o ligamento nucal, estrutura anatômica que começa na região da nuca, como o próprio nome diz, e chega até a coluna. Os pesquisadores perceberam, durante experimentos nos quais porcos eram colocados para correr numa esteira, que os pobres suínos eram incapazes de manter a cabeça erguida durante a corrida mais longa. E isso se devia justamente ao fato de não possuírem o ligamento nucal.
Ao vasculhar fósseis dos vários períodos da
evolução humana, os cientistas perceberam que as adaptações físicas e esqueléticas favoráveis à corrida são mesmo típicas do gênero Homo, em especial de formas com mais ou menos 2 milhões de anos.
Para Lieberman a capacidade de andar e correr
por longas distâncias teria até mesmo turbinado, indiretamente, o aumento do cérebro dos hominídeos. Isso porque os maratonistas da linhagem humana teriam conseguido alcançar mais presas na caça e também obter mais carcaças de animais mortos por outros predadores, possibilitando maior consumo de proteína e gordura, “combustíveis” indispensáveis para um órgão tão beberão de energia quanto o cérebro. Podemos dizer que, nossos ancestrais corriam para ganhar calorias e não para perdê-las.
Obviamente, a tese da equipe de Lieberman não
passou sem contestação. John Hawks, especialista em evolução humana da Universidade Wisconsin, acha a ideia improvável: “se tivéssemos evoluído para correr, nasceríamos com uma garrafa de Gatorade implantada no braço”, brincou ele em seu
blog.
Disponível em: https://www.jornalcorrida.com.br/post/
pesquisador-americano-afirma-nascemos-para-correr.
Acesso em: 30 de setembro de 2025.

De acordo com o dicionário Priberam da Língua Portuguesa , confiável ferramenta on-line para
consulta de palavras, o termo em destaque no trecho “Mas para o paleoantropólogo David Lieberman,
da Universidade Harvard, é simples: nós nascemos para correr.”, refere-se a uma pessoa que se dedica ao estudo dos fósseis de hominídeos.
Sobre o processo de construção de tal vocábulo,
julgue os itens a seguir.
I. A palavra é formada pela união dos termos “paleo” e “antropo”.
II. Ao se unirem para formar a palavra, os radicais “paleo” e “antropo” constroem o vocábulo por meio do processo de composição.
III. “-logo”, parte final da palavra, é um sufixo.
Pode-se afirmar o que consta:

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Questão 4 de 7 Q2255018 Q6 da prova
A campanha do “Dezembro verde” é realizada em
alusão ao dia 10 de dezembro, Dia Internacional dos Direitos dos Animais. O movimento surgiu no ano de 2015, após divulgação de uma pesquisa realizada pela Organização Mundial de saúde (OMS), a qual apontava que, em 2014, o Brasil já tinha cerca de 30 milhões de cães e gatos nas ruas, sendo 10 milhões só de felinos.
Disponível em: https://www.petlove.com.br/dicas/
dezembro-verde-conscientizacao-ao-nao-abandono-de-animais.
Acesso em: 30 de setembro de 2025. (Texto adaptado).

De acordo com o texto, o movimento “Dezembro verde”, existe há 11 anos. A expressão em destaque
pode ser reescrita por meio do emprego do verbo “fazer”, substituindo o verbo “existir”. Desse modo, determine a alternativa que apresenta a reescrita da expressão conforme as regras de concordância verbal.

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Questão 5 de 7 Q2255022 Q8 da prova
Leia o texto a seguir para responder às questões de 08 a 10.
Disponível em: https://www.instagram.com/p/DPEZk3lkUZl/?img_index=6. Acesso em: 30 de setembro de 2025.

No primeiro quadrinho do texto, a fala do filho “Pai, me ajuda?”, é constituída por termos, classificados,
quanto à classe de palavras a que pertencem, respectivamente, como:

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Questão 6 de 7 Q2255023 Q9 da prova
Leia o texto a seguir para responder às questões de 08 a 10.
Disponível em: https://www.instagram.com/p/DPEZk3lkUZl/?img_index=6. Acesso em: 30 de setembro de 2025.

Na oração “Eu pedi pra você me ajudar” (4º quadrinho), o sujeito e o predicado classificam-se,
respectivamente como:

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Questão 7 de 7 Q2255029 Q12 da prova
Leia o texto a seguir e responda as questões 11 e
12.
Principais problemas ambientais
Os principais problemas ambientais que
existem no Brasil e no mundo são ocasionados pela intensificação das atividades humanas, como a produção industrial e a urbanização, pelo manejo inadequado dos solos e pelo uso intensivo e não sustentável dos recursos naturais. Os principais problemas ambientais são os seguintes: poluição atmosférica; aquecimento global; poluição hídrica e dos solos; desmatamento e queimadas; desertificação; perda de biodiversidade; descarte irregular de lixo. [..]
[...]. É urgente a adoção de medidas capazes
de conter o avanço dos principais problemas
ambientais, de modo que seus impactos, que já são significativos, sejam reduzidos em médio e longo prazo. Isso garante uma melhor qualidade de vida para a população e proporciona a manutenção da fauna e da flora do nosso planeta.
Disponível em: https://brasilescola.uol.com.br/
geografia/principais-problemas-ambientais.htm.

Após a leitura do texto, considerando as
afirmativas, assinale a alternativa correta.

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