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Prova TNS - Fisioterapeuta 40h - Pref. Ubá/MG
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Questão 1 de 30 Q1 da prova
INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir para responder às questões de 1 a 10. Coronavírus expõe a nossa desinformação sobre a China, o maior fenômeno econômico dos nossos tempos Não é a primeira vez que a China passa por uma crise epidêmica. A história das doenças contagiosas que espalham medo é longa. Também é longa a história de como as autoridades chinesas, com seus erros e acertos, contornaram suas próprias crises, como no surto de cólera de 1949 e a varíola em 1950. A mais recente e marcante epidemia foi a Síndrome Respiratória Aguda Severa, a Sars, na sigla em inglês. Como pontuaram os sinólogos Arthur Kleinman e James Watson, no livro “Sars in China: prelude to pandemic?”, a Sars em 2003 provocou uma das mais sérias crises de saúde de nossos tempos. Kleinman, que tem cinco décadas de experiência em intervenção em saúde pública na China, acredita que a epidemia foi uma espécie de prelúdio de novas catástrofes de saúde que viriam acontecer no século 21. Ainda que o número de mortes tenha sido de aproximadamente 1.000 pessoas — pequeno, comparado a outras epidemias —, a Sars mobilizou inseguranças, medos e preconceitos sobre o país. Os Estados Unidos não pouparam os boatos de que se estaria espalhando bioterror em seu território. O impacto sobre as vidas humanas na China e sobre a economia global foi tremendo, desvelando a fragilidade do mundo globalizado. Passada a Sars, hoje a notícia do coronavírus se espalha por meio de uma onda de pânico moral que mistura fake news, desinformação, racismo e estereótipos tolos. Notícias falsas gravíssimas percorrem o WhatsApp. A mais debatida nas redes sociais foi a de que o vírus teria tido origem na sopa de morcegos, o que fez com que brasileiros — que vivem no país em que se come coração de galinha e tripa de boi — ficassem escandalizados. Um vídeo no Twitter mostrava uma cena grotesca de um jovem chinês comendo um pássaro vivo, como a prova cabal de que era por isso que o vírus se espalha. Na apuração de informações para esta coluna, descobri, com a ajuda do professor David Nemer, da Universidade de Virgínia (EUA), que grupos no WhatsApp foram inundados de boatos, em forma de “breaking news”, que diziam que os chineses estavam morrendo caídos nas ruas, que pais abandonaram filhos no aeroporto ao saberem da contaminação e que 23 milhões de pessoas estavam em quarentena e 112 mil haviam morrido. Essa é a narrativa apocalíptica — ou a doutrina do choque, como diria a escritora Naomi Klein — sempre muito bem manipulada para fins políticos. Tudo isso repete o antigo imaginário euro-estadunidense que procura associar a China à impureza simbólica e concreta. Há pelo menos 30 anos, a imprensa liberal ocidental, quando aborda a produção de manufaturas baratas, recorre sistematicamente à expressão “infestação” do mundo de mercadorias chinesas. Os chineses estão sempre contaminando o mundo de alguma forma. Para contrabalançar os estereótipos negativos, vieram os estereótipos positivos. A grande notícia das redes sociais foi a de que “A China construirá um hospital em 10 dias” — manchete que circulou de forma padronizada em diversos veículos. A difusão dessa notícia veio dos órgãos oficiais da imprensa chinesa, numa tentativa de direcionar as narrativas internacionais sobre a epidemia e o país. É evidente que a manchete do hospital tem uma intenção positiva, que é mostrar uma China dinâmica, com tecnologia de ponta e vontade governamental para resolver seus problemas internos. Mas não deixa de ser o estereótipo do outro extremo, que reatualiza o eterno retorno da mítica chinesa acerca de suas grandiosas construções. Autores como historiador búlgaro Tzvetan Todorov e o antropólogo francês François Laplantine mostraram que a imagem do Brasil pelos missionários europeus no século 16 era ambivalente: entre o mau e o bom selvagem, paraíso ou inferno. Os maus selvagens eram os indígenas rudes, sem roupa, sem pelo, sem alma. Os bons selvagens eram os nativos de alma pura, que não conheciam a malícia e a maldade. No caso dos morcegos e desinformação, vê-se um etnocentrismo cru que desumaniza o outro. No caso do hospital, cai-se em idealização também estereotipada. É importante frisar que não estou fazendo uma crítica a quem compartilhou a notícia. Eu mesma compartilhei. A construção rápida de um hospital mostra pragmatismo diante da calamidade. Além disso, a notícia tem um papel político para se opor à fantasia acerca dos morcegos, que fixam os chineses em um lugar bárbaro e exótico. O problema, portanto, não é nossa ação individual, mas precisamente o desalentador fato de que, entre o morcego e o hospital, não sobra quase nada. Caímos sempre na armadilha do dualismo “tradição-modernidade”. Se a gente olha esse debate de longe, estruturalmente, o que concluímos é que não saímos do mesmo lugar de narrativas extremas e caricatas sobre o maior fenômeno econômico mundial dos nossos tempos. Sabemos muito pouco sobre o país mais populoso do mundo, com quase 1,4 bilhão de pessoas. [...] MACHADO, Rosana. Disponível em: www.theintercept.com/2020/01/28/coronavirus-desinformacao-china. Acesso em: 27 out. 2021.

A respeito do gênero do texto de Rosana Machado, publicado no início de 2020, é correto afirmar que se trata de

Questão 2 de 30 Q2 da prova
INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir para responder às questões de 1 a 10. Coronavírus expõe a nossa desinformação sobre a China, o maior fenômeno econômico dos nossos tempos Não é a primeira vez que a China passa por uma crise epidêmica. A história das doenças contagiosas que espalham medo é longa. Também é longa a história de como as autoridades chinesas, com seus erros e acertos, contornaram suas próprias crises, como no surto de cólera de 1949 e a varíola em 1950. A mais recente e marcante epidemia foi a Síndrome Respiratória Aguda Severa, a Sars, na sigla em inglês. Como pontuaram os sinólogos Arthur Kleinman e James Watson, no livro “Sars in China: prelude to pandemic?”, a Sars em 2003 provocou uma das mais sérias crises de saúde de nossos tempos. Kleinman, que tem cinco décadas de experiência em intervenção em saúde pública na China, acredita que a epidemia foi uma espécie de prelúdio de novas catástrofes de saúde que viriam acontecer no século 21. Ainda que o número de mortes tenha sido de aproximadamente 1.000 pessoas — pequeno, comparado a outras epidemias —, a Sars mobilizou inseguranças, medos e preconceitos sobre o país. Os Estados Unidos não pouparam os boatos de que se estaria espalhando bioterror em seu território. O impacto sobre as vidas humanas na China e sobre a economia global foi tremendo, desvelando a fragilidade do mundo globalizado. Passada a Sars, hoje a notícia do coronavírus se espalha por meio de uma onda de pânico moral que mistura fake news, desinformação, racismo e estereótipos tolos. Notícias falsas gravíssimas percorrem o WhatsApp. A mais debatida nas redes sociais foi a de que o vírus teria tido origem na sopa de morcegos, o que fez com que brasileiros — que vivem no país em que se come coração de galinha e tripa de boi — ficassem escandalizados. Um vídeo no Twitter mostrava uma cena grotesca de um jovem chinês comendo um pássaro vivo, como a prova cabal de que era por isso que o vírus se espalha. Na apuração de informações para esta coluna, descobri, com a ajuda do professor David Nemer, da Universidade de Virgínia (EUA), que grupos no WhatsApp foram inundados de boatos, em forma de “breaking news”, que diziam que os chineses estavam morrendo caídos nas ruas, que pais abandonaram filhos no aeroporto ao saberem da contaminação e que 23 milhões de pessoas estavam em quarentena e 112 mil haviam morrido. Essa é a narrativa apocalíptica — ou a doutrina do choque, como diria a escritora Naomi Klein — sempre muito bem manipulada para fins políticos. Tudo isso repete o antigo imaginário euro-estadunidense que procura associar a China à impureza simbólica e concreta. Há pelo menos 30 anos, a imprensa liberal ocidental, quando aborda a produção de manufaturas baratas, recorre sistematicamente à expressão “infestação” do mundo de mercadorias chinesas. Os chineses estão sempre contaminando o mundo de alguma forma. Para contrabalançar os estereótipos negativos, vieram os estereótipos positivos. A grande notícia das redes sociais foi a de que “A China construirá um hospital em 10 dias” — manchete que circulou de forma padronizada em diversos veículos. A difusão dessa notícia veio dos órgãos oficiais da imprensa chinesa, numa tentativa de direcionar as narrativas internacionais sobre a epidemia e o país. É evidente que a manchete do hospital tem uma intenção positiva, que é mostrar uma China dinâmica, com tecnologia de ponta e vontade governamental para resolver seus problemas internos. Mas não deixa de ser o estereótipo do outro extremo, que reatualiza o eterno retorno da mítica chinesa acerca de suas grandiosas construções. Autores como historiador búlgaro Tzvetan Todorov e o antropólogo francês François Laplantine mostraram que a imagem do Brasil pelos missionários europeus no século 16 era ambivalente: entre o mau e o bom selvagem, paraíso ou inferno. Os maus selvagens eram os indígenas rudes, sem roupa, sem pelo, sem alma. Os bons selvagens eram os nativos de alma pura, que não conheciam a malícia e a maldade. No caso dos morcegos e desinformação, vê-se um etnocentrismo cru que desumaniza o outro. No caso do hospital, cai-se em idealização também estereotipada. É importante frisar que não estou fazendo uma crítica a quem compartilhou a notícia. Eu mesma compartilhei. A construção rápida de um hospital mostra pragmatismo diante da calamidade. Além disso, a notícia tem um papel político para se opor à fantasia acerca dos morcegos, que fixam os chineses em um lugar bárbaro e exótico. O problema, portanto, não é nossa ação individual, mas precisamente o desalentador fato de que, entre o morcego e o hospital, não sobra quase nada. Caímos sempre na armadilha do dualismo “tradição-modernidade”. Se a gente olha esse debate de longe, estruturalmente, o que concluímos é que não saímos do mesmo lugar de narrativas extremas e caricatas sobre o maior fenômeno econômico mundial dos nossos tempos. Sabemos muito pouco sobre o país mais populoso do mundo, com quase 1,4 bilhão de pessoas. [...] MACHADO, Rosana. Disponível em: www.theintercept.com/2020/01/28/coronavirus-desinformacao-china. Acesso em: 27 out. 2021.

O texto defende a tese de que

Questão 3 de 30 Q3 da prova
INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir para responder às questões de 1 a 10. Coronavírus expõe a nossa desinformação sobre a China, o maior fenômeno econômico dos nossos tempos Não é a primeira vez que a China passa por uma crise epidêmica. A história das doenças contagiosas que espalham medo é longa. Também é longa a história de como as autoridades chinesas, com seus erros e acertos, contornaram suas próprias crises, como no surto de cólera de 1949 e a varíola em 1950. A mais recente e marcante epidemia foi a Síndrome Respiratória Aguda Severa, a Sars, na sigla em inglês. Como pontuaram os sinólogos Arthur Kleinman e James Watson, no livro “Sars in China: prelude to pandemic?”, a Sars em 2003 provocou uma das mais sérias crises de saúde de nossos tempos. Kleinman, que tem cinco décadas de experiência em intervenção em saúde pública na China, acredita que a epidemia foi uma espécie de prelúdio de novas catástrofes de saúde que viriam acontecer no século 21. Ainda que o número de mortes tenha sido de aproximadamente 1.000 pessoas — pequeno, comparado a outras epidemias —, a Sars mobilizou inseguranças, medos e preconceitos sobre o país. Os Estados Unidos não pouparam os boatos de que se estaria espalhando bioterror em seu território. O impacto sobre as vidas humanas na China e sobre a economia global foi tremendo, desvelando a fragilidade do mundo globalizado. Passada a Sars, hoje a notícia do coronavírus se espalha por meio de uma onda de pânico moral que mistura fake news, desinformação, racismo e estereótipos tolos. Notícias falsas gravíssimas percorrem o WhatsApp. A mais debatida nas redes sociais foi a de que o vírus teria tido origem na sopa de morcegos, o que fez com que brasileiros — que vivem no país em que se come coração de galinha e tripa de boi — ficassem escandalizados. Um vídeo no Twitter mostrava uma cena grotesca de um jovem chinês comendo um pássaro vivo, como a prova cabal de que era por isso que o vírus se espalha. Na apuração de informações para esta coluna, descobri, com a ajuda do professor David Nemer, da Universidade de Virgínia (EUA), que grupos no WhatsApp foram inundados de boatos, em forma de “breaking news”, que diziam que os chineses estavam morrendo caídos nas ruas, que pais abandonaram filhos no aeroporto ao saberem da contaminação e que 23 milhões de pessoas estavam em quarentena e 112 mil haviam morrido. Essa é a narrativa apocalíptica — ou a doutrina do choque, como diria a escritora Naomi Klein — sempre muito bem manipulada para fins políticos. Tudo isso repete o antigo imaginário euro-estadunidense que procura associar a China à impureza simbólica e concreta. Há pelo menos 30 anos, a imprensa liberal ocidental, quando aborda a produção de manufaturas baratas, recorre sistematicamente à expressão “infestação” do mundo de mercadorias chinesas. Os chineses estão sempre contaminando o mundo de alguma forma. Para contrabalançar os estereótipos negativos, vieram os estereótipos positivos. A grande notícia das redes sociais foi a de que “A China construirá um hospital em 10 dias” — manchete que circulou de forma padronizada em diversos veículos. A difusão dessa notícia veio dos órgãos oficiais da imprensa chinesa, numa tentativa de direcionar as narrativas internacionais sobre a epidemia e o país. É evidente que a manchete do hospital tem uma intenção positiva, que é mostrar uma China dinâmica, com tecnologia de ponta e vontade governamental para resolver seus problemas internos. Mas não deixa de ser o estereótipo do outro extremo, que reatualiza o eterno retorno da mítica chinesa acerca de suas grandiosas construções. Autores como historiador búlgaro Tzvetan Todorov e o antropólogo francês François Laplantine mostraram que a imagem do Brasil pelos missionários europeus no século 16 era ambivalente: entre o mau e o bom selvagem, paraíso ou inferno. Os maus selvagens eram os indígenas rudes, sem roupa, sem pelo, sem alma. Os bons selvagens eram os nativos de alma pura, que não conheciam a malícia e a maldade. No caso dos morcegos e desinformação, vê-se um etnocentrismo cru que desumaniza o outro. No caso do hospital, cai-se em idealização também estereotipada. É importante frisar que não estou fazendo uma crítica a quem compartilhou a notícia. Eu mesma compartilhei. A construção rápida de um hospital mostra pragmatismo diante da calamidade. Além disso, a notícia tem um papel político para se opor à fantasia acerca dos morcegos, que fixam os chineses em um lugar bárbaro e exótico. O problema, portanto, não é nossa ação individual, mas precisamente o desalentador fato de que, entre o morcego e o hospital, não sobra quase nada. Caímos sempre na armadilha do dualismo “tradição-modernidade”. Se a gente olha esse debate de longe, estruturalmente, o que concluímos é que não saímos do mesmo lugar de narrativas extremas e caricatas sobre o maior fenômeno econômico mundial dos nossos tempos. Sabemos muito pouco sobre o país mais populoso do mundo, com quase 1,4 bilhão de pessoas. [...] MACHADO, Rosana. Disponível em: www.theintercept.com/2020/01/28/coronavirus-desinformacao-china. Acesso em: 27 out. 2021.

Releia o seguinte trecho. “Também é longa a história de como as autoridades chinesas, com seus erros e acertos, contornaram suas próprias crises, como no surto de cólera de 1949 e a varíola em 1950.” A preposição destacada poderia ser substituída, sem prejuízo para a coesão e para a coerência do texto, por

Questão 4 de 30 Q4 da prova
INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir para responder às questões de 1 a 10. Coronavírus expõe a nossa desinformação sobre a China, o maior fenômeno econômico dos nossos tempos Não é a primeira vez que a China passa por uma crise epidêmica. A história das doenças contagiosas que espalham medo é longa. Também é longa a história de como as autoridades chinesas, com seus erros e acertos, contornaram suas próprias crises, como no surto de cólera de 1949 e a varíola em 1950. A mais recente e marcante epidemia foi a Síndrome Respiratória Aguda Severa, a Sars, na sigla em inglês. Como pontuaram os sinólogos Arthur Kleinman e James Watson, no livro “Sars in China: prelude to pandemic?”, a Sars em 2003 provocou uma das mais sérias crises de saúde de nossos tempos. Kleinman, que tem cinco décadas de experiência em intervenção em saúde pública na China, acredita que a epidemia foi uma espécie de prelúdio de novas catástrofes de saúde que viriam acontecer no século 21. Ainda que o número de mortes tenha sido de aproximadamente 1.000 pessoas — pequeno, comparado a outras epidemias —, a Sars mobilizou inseguranças, medos e preconceitos sobre o país. Os Estados Unidos não pouparam os boatos de que se estaria espalhando bioterror em seu território. O impacto sobre as vidas humanas na China e sobre a economia global foi tremendo, desvelando a fragilidade do mundo globalizado. Passada a Sars, hoje a notícia do coronavírus se espalha por meio de uma onda de pânico moral que mistura fake news, desinformação, racismo e estereótipos tolos. Notícias falsas gravíssimas percorrem o WhatsApp. A mais debatida nas redes sociais foi a de que o vírus teria tido origem na sopa de morcegos, o que fez com que brasileiros — que vivem no país em que se come coração de galinha e tripa de boi — ficassem escandalizados. Um vídeo no Twitter mostrava uma cena grotesca de um jovem chinês comendo um pássaro vivo, como a prova cabal de que era por isso que o vírus se espalha. Na apuração de informações para esta coluna, descobri, com a ajuda do professor David Nemer, da Universidade de Virgínia (EUA), que grupos no WhatsApp foram inundados de boatos, em forma de “breaking news”, que diziam que os chineses estavam morrendo caídos nas ruas, que pais abandonaram filhos no aeroporto ao saberem da contaminação e que 23 milhões de pessoas estavam em quarentena e 112 mil haviam morrido. Essa é a narrativa apocalíptica — ou a doutrina do choque, como diria a escritora Naomi Klein — sempre muito bem manipulada para fins políticos. Tudo isso repete o antigo imaginário euro-estadunidense que procura associar a China à impureza simbólica e concreta. Há pelo menos 30 anos, a imprensa liberal ocidental, quando aborda a produção de manufaturas baratas, recorre sistematicamente à expressão “infestação” do mundo de mercadorias chinesas. Os chineses estão sempre contaminando o mundo de alguma forma. Para contrabalançar os estereótipos negativos, vieram os estereótipos positivos. A grande notícia das redes sociais foi a de que “A China construirá um hospital em 10 dias” — manchete que circulou de forma padronizada em diversos veículos. A difusão dessa notícia veio dos órgãos oficiais da imprensa chinesa, numa tentativa de direcionar as narrativas internacionais sobre a epidemia e o país. É evidente que a manchete do hospital tem uma intenção positiva, que é mostrar uma China dinâmica, com tecnologia de ponta e vontade governamental para resolver seus problemas internos. Mas não deixa de ser o estereótipo do outro extremo, que reatualiza o eterno retorno da mítica chinesa acerca de suas grandiosas construções. Autores como historiador búlgaro Tzvetan Todorov e o antropólogo francês François Laplantine mostraram que a imagem do Brasil pelos missionários europeus no século 16 era ambivalente: entre o mau e o bom selvagem, paraíso ou inferno. Os maus selvagens eram os indígenas rudes, sem roupa, sem pelo, sem alma. Os bons selvagens eram os nativos de alma pura, que não conheciam a malícia e a maldade. No caso dos morcegos e desinformação, vê-se um etnocentrismo cru que desumaniza o outro. No caso do hospital, cai-se em idealização também estereotipada. É importante frisar que não estou fazendo uma crítica a quem compartilhou a notícia. Eu mesma compartilhei. A construção rápida de um hospital mostra pragmatismo diante da calamidade. Além disso, a notícia tem um papel político para se opor à fantasia acerca dos morcegos, que fixam os chineses em um lugar bárbaro e exótico. O problema, portanto, não é nossa ação individual, mas precisamente o desalentador fato de que, entre o morcego e o hospital, não sobra quase nada. Caímos sempre na armadilha do dualismo “tradição-modernidade”. Se a gente olha esse debate de longe, estruturalmente, o que concluímos é que não saímos do mesmo lugar de narrativas extremas e caricatas sobre o maior fenômeno econômico mundial dos nossos tempos. Sabemos muito pouco sobre o país mais populoso do mundo, com quase 1,4 bilhão de pessoas. [...] MACHADO, Rosana. Disponível em: www.theintercept.com/2020/01/28/coronavirus-desinformacao-china. Acesso em: 27 out. 2021.

Elisa Guimarães, na obra Texto, discurso e ensino, faz as seguintes considerações. “Observa-se que a nossos discursos em geral somam-se outras vozes, quando nos exprimimos, por exemplo, por meio de uma expressão cristalizada na sociedade: “Casa de ferreiro, espeto de pau” – “É de pequenino que se torce o pepino” – o provérbio refletindo a “sabedoria popular” pela qual nos deixamos contagiar. As aspas que usamos frequentemente têm a função de esclarecer que estamos nos permitindo repetir o que disse o outro. O discurso jornalístico, no afã de deixar clara a fonte da informação, utiliza-se do discurso indireto. Assim, não é raro nos depararmos em jornais com enunciados como “O presidente da comissão afirmou que...”.” GUIMARÃES, 2009, p. 90-91. A propósito de tais considerações, é correto afirmar que o texto de Rosana Machado

Questão 5 de 30 Q5 da prova
INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir para responder às questões de 1 a 10. Coronavírus expõe a nossa desinformação sobre a China, o maior fenômeno econômico dos nossos tempos Não é a primeira vez que a China passa por uma crise epidêmica. A história das doenças contagiosas que espalham medo é longa. Também é longa a história de como as autoridades chinesas, com seus erros e acertos, contornaram suas próprias crises, como no surto de cólera de 1949 e a varíola em 1950. A mais recente e marcante epidemia foi a Síndrome Respiratória Aguda Severa, a Sars, na sigla em inglês. Como pontuaram os sinólogos Arthur Kleinman e James Watson, no livro “Sars in China: prelude to pandemic?”, a Sars em 2003 provocou uma das mais sérias crises de saúde de nossos tempos. Kleinman, que tem cinco décadas de experiência em intervenção em saúde pública na China, acredita que a epidemia foi uma espécie de prelúdio de novas catástrofes de saúde que viriam acontecer no século 21. Ainda que o número de mortes tenha sido de aproximadamente 1.000 pessoas — pequeno, comparado a outras epidemias —, a Sars mobilizou inseguranças, medos e preconceitos sobre o país. Os Estados Unidos não pouparam os boatos de que se estaria espalhando bioterror em seu território. O impacto sobre as vidas humanas na China e sobre a economia global foi tremendo, desvelando a fragilidade do mundo globalizado. Passada a Sars, hoje a notícia do coronavírus se espalha por meio de uma onda de pânico moral que mistura fake news, desinformação, racismo e estereótipos tolos. Notícias falsas gravíssimas percorrem o WhatsApp. A mais debatida nas redes sociais foi a de que o vírus teria tido origem na sopa de morcegos, o que fez com que brasileiros — que vivem no país em que se come coração de galinha e tripa de boi — ficassem escandalizados. Um vídeo no Twitter mostrava uma cena grotesca de um jovem chinês comendo um pássaro vivo, como a prova cabal de que era por isso que o vírus se espalha. Na apuração de informações para esta coluna, descobri, com a ajuda do professor David Nemer, da Universidade de Virgínia (EUA), que grupos no WhatsApp foram inundados de boatos, em forma de “breaking news”, que diziam que os chineses estavam morrendo caídos nas ruas, que pais abandonaram filhos no aeroporto ao saberem da contaminação e que 23 milhões de pessoas estavam em quarentena e 112 mil haviam morrido. Essa é a narrativa apocalíptica — ou a doutrina do choque, como diria a escritora Naomi Klein — sempre muito bem manipulada para fins políticos. Tudo isso repete o antigo imaginário euro-estadunidense que procura associar a China à impureza simbólica e concreta. Há pelo menos 30 anos, a imprensa liberal ocidental, quando aborda a produção de manufaturas baratas, recorre sistematicamente à expressão “infestação” do mundo de mercadorias chinesas. Os chineses estão sempre contaminando o mundo de alguma forma. Para contrabalançar os estereótipos negativos, vieram os estereótipos positivos. A grande notícia das redes sociais foi a de que “A China construirá um hospital em 10 dias” — manchete que circulou de forma padronizada em diversos veículos. A difusão dessa notícia veio dos órgãos oficiais da imprensa chinesa, numa tentativa de direcionar as narrativas internacionais sobre a epidemia e o país. É evidente que a manchete do hospital tem uma intenção positiva, que é mostrar uma China dinâmica, com tecnologia de ponta e vontade governamental para resolver seus problemas internos. Mas não deixa de ser o estereótipo do outro extremo, que reatualiza o eterno retorno da mítica chinesa acerca de suas grandiosas construções. Autores como historiador búlgaro Tzvetan Todorov e o antropólogo francês François Laplantine mostraram que a imagem do Brasil pelos missionários europeus no século 16 era ambivalente: entre o mau e o bom selvagem, paraíso ou inferno. Os maus selvagens eram os indígenas rudes, sem roupa, sem pelo, sem alma. Os bons selvagens eram os nativos de alma pura, que não conheciam a malícia e a maldade. No caso dos morcegos e desinformação, vê-se um etnocentrismo cru que desumaniza o outro. No caso do hospital, cai-se em idealização também estereotipada. É importante frisar que não estou fazendo uma crítica a quem compartilhou a notícia. Eu mesma compartilhei. A construção rápida de um hospital mostra pragmatismo diante da calamidade. Além disso, a notícia tem um papel político para se opor à fantasia acerca dos morcegos, que fixam os chineses em um lugar bárbaro e exótico. O problema, portanto, não é nossa ação individual, mas precisamente o desalentador fato de que, entre o morcego e o hospital, não sobra quase nada. Caímos sempre na armadilha do dualismo “tradição-modernidade”. Se a gente olha esse debate de longe, estruturalmente, o que concluímos é que não saímos do mesmo lugar de narrativas extremas e caricatas sobre o maior fenômeno econômico mundial dos nossos tempos. Sabemos muito pouco sobre o país mais populoso do mundo, com quase 1,4 bilhão de pessoas. [...] MACHADO, Rosana. Disponível em: www.theintercept.com/2020/01/28/coronavirus-desinformacao-china. Acesso em: 27 out. 2021.

Analise a charge a seguir, uma paródia da bandeira da China, publicada em um jornal dinamarquês por ocasião das notícias sobre o coronavírus. Disponível em: www.dw.com/pt-br. Acesso em: 10 fev. 2020. Considerando o exposto no texto de Rosana Machado, é correto afirmar que essa charge apresenta um conteúdo

Questão 6 de 30 Q6 da prova

Assinale a alternativa em que o trecho destacado é uma oração adjetiva restritiva.

Questão 7 de 30 Q7 da prova

Releia o seguinte trecho. “O impacto sobre as vidas humanas na China e sobre a economia global foi tremendo, desvelando a fragilidade do mundo globalizado.” A oração reduzida, em destaque, exprime a relação lógica de

Questão 8 de 30 Q8 da prova

Releia os trechos a seguir, que foram reescritos com pequenas alterações. I. “Coronavírus expõe a nossa desinformação sobre a China, o maior fenômeno econômico dos nossos tempos.” / Coronavírus expõe nossa desinformação sobre a China, o maior fenômeno econômico dos nossos tempos. II. “Passada a Sars, hoje a notícia do coronavírus se espalha por meio de uma onda de pânico moral [...]”. / Passada a Sars, a notícia do coronavírus hoje se espalha por meio de uma onda de pânico moral [...]. III. “Os bons selvagens eram os nativos de alma pura, que não conheciam a malícia e a maldade.” / Os bons selvagens eram os nativos de alma pura que não conheciam a malícia e a maldade. Acarretou mudança de sentido a reescrita do(s) trecho(s)

Questão 9 de 30 Q9 da prova

A palavra “coronavírus” é formada pelo processo de

Questão 10 de 30 Q10 da prova

Assinale a alternativa em que a palavra destacada é uma conjunção subordinativa conformativa.

Questão 11 de 30 Q11 da prova

A média das alturas dos dez jogadores de basquete da seleção de uma escola é 1,90 m. Por uma definição técnica, o menor jogador do time, que mede 1,80 m, é substituído por outro. Após a substituição, a média das alturas dos jogadores passa a ser 1,92 m. Sendo assim, qual é a altura do jogador substituto?

Questão 12 de 30 Q12 da prova

A tabela a seguir apresenta, de acordo com o Censo 2010 realizado no Brasil, o número de municípios por região brasileira. Fonte: IBGE – CENSO 2010. Acesso em: 27 out. 2021. Os dados a seguir representam o percentual de municípios brasileiros que têm a iniciativa da coleta seletiva por região. Disponível em: https://www12.senado.leg.br/noticias/especiais/especial-cidadania/ofensiva-contra-o-lixo-pais-se-engaja-em-debate-sobre-a-coleta-seletiva. Acesso em: 27 out. 2021. Com base nos dados apresentados, escolhendo-se ao acaso um dos municípios brasileiros que têm a iniciativa da coleta seletiva, a probabilidade de ser um município da região Centro-Oeste é de, aproximadamente,

Questão 13 de 30 Q13 da prova

Para as comemorações do aniversário de sua empresa, Eva contratou quatro comediantes de comédia stand up. Durante a festa, Eva distribuirá entre os comediantes, por meio de um sorteio, cinco temas diferentes, numerados de 1 a 5, que deverão ser apresentados em ordem crescente. Todos os temas deverão ser apresentados, cada tema só poderá ser executado por um único comediante e cada comediante deverá apresentar pelo menos um dos temas propostos. Logo, o número de maneiras distintas em que os cinco temas poderão ser apresentados pelos comediantes é igual a

Questão 14 de 30 Q14 da prova

Pedro desafiou Davi a descobrir o dia do mês em que ele fará aniversário. Para isso, Pedro deu três dicas: – O dia do mês do meu aniversário é um número primo. – Somando-se uma unidade ao dia do mês em que eu nasci, obtém-se um número divisível por 6. – O antecessor do dia do mês do meu aniversário é múltiplo de 4. Considerando que Davi analisará corretamente todas as dicas, ele conseguirá acertar o dia do mês do aniversário de Pedro, no máximo, na

Questão 15 de 30 Q15 da prova

Considere a seguinte proposição: Não entende direito constitucional ou entende direito tributário. A negação dessa proposição é:

Questão 16 de 30 Q16 da prova

Analise as seguintes afirmativas sobre o Microsoft Excel para Office 365. I. Não é possível exportar dados para o Microsoft Excel diretamente de um arquivo de texto ou documento do Word. II. Usando o assistente de importação de texto no Microsoft Excel, é possível importar dados de um arquivo de texto para uma planilha. III. O assistente de importação de texto do Microsoft Excel examina o arquivo de texto que está sendo importado e ajuda a garantir que os dados sejam importados da maneira desejada. Estão corretas as afirmativas

Questão 17 de 30 Q17 da prova

Analise as seguintes afirmativas sobre backup. I. Backup é um termo em inglês que significa cópia de segurança. II. É a existência de cópia de um ou mais arquivos guardados em diferentes dispositivos de armazenamento. III. A fita é um meio de armazenamento utilizado para fazer backup. Estão corretas as afirmativas

Questão 18 de 30 Q18 da prova

São extensões válidas de salvamento de arquivos que podemos escolher ao solicitar a opção “Salvar Como” no Microsoft Word para Office 365, exceto:

Questão 19 de 30 Q19 da prova

Considerando as informações sobre ataques na internet disponibilizadas pelo Cert.br, assinale a alternativa incorreta.

Questão 20 de 30 Q20 da prova

A opção do Painel de Controle no Microsoft Windows 10 em que se pode alterar o formato de números do sistema operacional é:

Questão 21 de 30 Q21 da prova

O ultrassom terapêutico (UST) é um agente de penetração profunda que produz mudanças nos tecidos por meio de mecanismos térmicos e atérmicos. O aumento de temperatura durante o tratamento depende do modo de aplicação, da intensidade e frequência da emissão, da vascularidade e tipo de tecido, e do tamanho da área de tratamento. Com relação aos mecanismos térmicos da aplicação do UST, analise as afirmativas a seguir. I. O ultrassom aplicado com uma frequência de emissão de 3 MHz pode afetar tecidos localizados a uma profundidade de até 5 cm, e o ultrassom de 1 MHz é eficaz nos tecidos localizados a uma profundidade de até 2 a 3 cm. II. Os tecidos aquecidos com o ultrassom de 1 MHz retêm o calor por aproximadamente o dobro do tempo que o calor gerado pelo ultrassom de 3 MHz. III. Para se obter um efeito terapêutico de aquecimento, a temperatura do tecido precisa permanecer elevada por, no mínimo, 3 a 5 minutos. IV. O ultrassom de 1 MHz aquece três a quatro vezes mais rápido do que o ultrassom de 3 MHz, embora os efeitos térmicos do ultrassom de 3 MHz durem mais tempo. Estão corretas as afirmativas

Questão 22 de 30 Q22 da prova

As pranchas ortostáticas pronas (POP) são frequentemente usadas por crianças que precisam mas não conseguem ficar em pé ou quase em pé com as mãos livres. A criança é colocada em posição de decúbito ventral sobre o dispositivo, com total apoio do tronco, nádegas e membros inferiores. A respeito dos benefícios conhecidos do uso das POP, assinale a alternativa incorreta.

Questão 23 de 30 Q23 da prova

O padrão de marcha exibido pela pessoa que usa uma órtese tanto reflete a contribuição do estado geral de saúde do utilizador, quanto o controle de movimento e a assistência da órtese. A flexão excessiva de joelho durante o início da fase de apoio, ou seja, o joelho do paciente colapsa quando o pé entra em contato com o chão, não tem como causa ortética:

Questão 24 de 30 Q24 da prova

Sinergias obrigatórias anormais e altamente estereotipadas surgem com a espasticidade presente após o acidente vascular cerebral (AVC). O fisioterapeuta baseia o exame da dominância sinergística no conhecimento dos componentes característicos das sinergias flexora e extensora. Não se caracteriza como um componente da sinergia flexora durante o exame de um paciente após AVC:

Questão 25 de 30 Q25 da prova

A terapia de integração sensorial (TIS) tem como objetivo aprimorar a habilidade da criança para processar e integrar o input sensorial, aumentando a independência e a participação nas atividades diárias. As atividades da TIS proporcionam uma variedade de oportunidades de experiências tátil, vestibular e input proprioceptivo. Em relação à TIS, assinale a alternativa incorreta.

Questão 26 de 30 Q26 da prova

A perda de equilíbrio e as quedas são problemas que podem afetar alguns pacientes. O equilíbrio reativo (feedback) é a capacidade de responder às desestabilizações externas de equilíbrio. O controle reativo do equilíbrio implica expor o paciente a perturbações externas, que variam de direção, velocidade e amplitude, treinando o equilíbrio nessas situações. Não é uma intervenção indicada na presença de déficits de equilíbrio reativo:

Questão 27 de 30 Q27 da prova

Os lasers utilizados na reabilitação física têm poucas contraindicações, pois são de baixa potência com baixa energia emitida. Apesar disso, existem algumas precauções para sua utilização em razão do potencial para o aumento do crescimento de tecidos no nível celular, por vezes designado bioestimulação. O uso do laser de bioestimulação é indicado para

Questão 28 de 30 Q28 da prova

As intervenções para controle do edema incluem terapia de RICE, exercício, fisioterapia aquática, estímulo elétrico, massagem e terapia complexa descongestiva. A terapia RICE é a intervenção mais utilizada nas primeiras 24 a 72 horas após a lesão e significa repouso, gelo, compressão e elevação da parte afetada do corpo. Em relação à terapia de RICE, assinale a alternativa incorreta.

Questão 29 de 30 Q29 da prova

A habilidade para continuar a prover programas de promoção de saúde, bem-estar e aptidão física dependerá do reconhecimento pelos fisioterapeutas das barreiras ao exercício. Várias barreiras pessoais e ambientais foram notadas como sendo significativamente associadas com a inatividade física. Numere a COLUNA II de acordo com a COLUNA I, fazendo a relação do tipo de barreira com o respectivo fator associado à falta de aderência ao exercício físico. COLUNA I 1. Pessoal 2. Ambiental COLUNA II ( ) Idade avançada e medo de lesão ( ) Poluição do ar e da água ( ) Nível de educação reduzido ( ) Presença de doenças e fadigas ( ) Condições climáticas desfavoráveis ( ) Tráfego automobilístico perigoso Assinale a sequência correta.

Questão 30 de 30 Q30 da prova

A atuação preventiva em Fisioterapia do Trabalho é constituída por análises criadas para direcionar as ações preventivas em um contexto global para os fatores multicausais dos distúrbios ocupacionais musculoesqueléticos, tanto intrínsecos como extrínsecos. O fisioterapeuta pode assessorar na realização das análises: descritiva, biomecânica, ambiental, organizacional, do layout e antropométrica, para planejar as ações preventivas necessárias. São componentes da análise do layout que o fisioterapeuta deve avaliar:

Acertos
Erros
30
Total