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Prova Telefonista - TARM - CERES/GO
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Questão 1 de 25 Q1 da prova
Leia o texto para responder às questões de 01 a 05.
A forma escolar da tortura
Rubem Alves
Eu fui vítima dele. Por causa dele, odiei a escola. Nas minhas caminhadas passadas, eu o via diariamente. Naquela adolescente gorda de rosto inexpressivo que caminhava olhando para o chão. E naquela outra, magricela, sem seios, desengonçada, que ia sozinha para a escola. Havia grupos de meninos e meninas que iam alegremente, tagarelando, se exibindo, pelo mesmo caminho ... Mas eles não convidavam nem a gorda nem a magricela. Dediquei-me a escrever sobre os sofrimentos a que crianças e adolescentes são submetidos em virtude dos absurdos das práticas escolares, mas nunca pensei sobre as dores que alunos infligem a colegas seus. Talvez eu preferisse ficar na ilusão de que todos os jovens são vítimas. Não são. Crianças e adolescentes podem ser cruéis.
"Bullying" é o nome dele. Fica o nome em inglês porque não se encontrou palavra em nossa língua que seja capaz de dizer o que "bullying" diz. "Bully" é o valentão: um menino que, por sua força e sua alma deformada pelo sadismo, tem prazer em bater nos mais fracos e intimidá-los. Vez por outra, crianças e adolescentes têm desentendimentos e brigam. São brigas que têm uma razão. São acidentes. Acontecem e pronto. Não é possível fazer uma sociologia dessas brigas. Depois delas, os briguentos podem fazer as pazes e se tornar amigos de novo. Isso nada tem a ver com "bullying".
No "bullying", um indivíduo - o valentão - ou um grupo escolhe a vítima que vai ser seu "saco de pancadas". A razão? Nenhuma. Sadismo. Eles "não vão com a cara" da vítima. É preciso que a vítima seja fraca, que não saiba se defender. Se ela fosse forte e soubesse se defender, a brincadeira não teria graça. A vítima é uma peteca: todos batem nela e ela vai de um lado para outro sem reagir. Pode-se fazer uma sociologia do "bullying" porque ele envolve muitas pessoas e tem continuidade no tempo. A cada novo dia, ao se preparar para a escola, a vítima sabe o que a aguarda.
Até agora, tenho usado o artigo masculino, mas o "bullying" não é monopólio dos meninos. As meninas também usam outros tipos de força que não a dos punhos. E o terrível é que a vítima sabe que não há jeito de fugir. Ela não conta aos pais, por vergonha e medo. Não conta aos professores porque sabe que isso só poderá tornar ainda pior a violência dos colegas. Ela está condenada à solidão. E ao medo acrescenta-se o ódio. A vítima sonha com vingança. Deseja que seus algozes morram. Vez por outra, ela toma providências para ver seu sonho realizado. As armas podem torná-la forte.
Na maioria dos casos, o "bullying" não se manifesta por meio de agressão física, mas por meio de agressão verbal e de atitudes. Isolamento, caçoada, apelidos.
[...]
ALVES, Rubem. A forma escolar da tortura. In: ______. Educação dos sentidos e mais. Campinas: Verus, 2005. p. 53 -57. (Adaptado).

No enunciado “Nas minhas caminhadas passadas, eu o via diariamente”, o pronome oblíquo “o” faz referência ao seguinte item:

Questão 2 de 25 Q2 da prova
Leia o texto para responder às questões de 01 a 05.
A forma escolar da tortura
Rubem Alves
Eu fui vítima dele. Por causa dele, odiei a escola. Nas minhas caminhadas passadas, eu o via diariamente. Naquela adolescente gorda de rosto inexpressivo que caminhava olhando para o chão. E naquela outra, magricela, sem seios, desengonçada, que ia sozinha para a escola. Havia grupos de meninos e meninas que iam alegremente, tagarelando, se exibindo, pelo mesmo caminho ... Mas eles não convidavam nem a gorda nem a magricela. Dediquei-me a escrever sobre os sofrimentos a que crianças e adolescentes são submetidos em virtude dos absurdos das práticas escolares, mas nunca pensei sobre as dores que alunos infligem a colegas seus. Talvez eu preferisse ficar na ilusão de que todos os jovens são vítimas. Não são. Crianças e adolescentes podem ser cruéis.
"Bullying" é o nome dele. Fica o nome em inglês porque não se encontrou palavra em nossa língua que seja capaz de dizer o que "bullying" diz. "Bully" é o valentão: um menino que, por sua força e sua alma deformada pelo sadismo, tem prazer em bater nos mais fracos e intimidá-los. Vez por outra, crianças e adolescentes têm desentendimentos e brigam. São brigas que têm uma razão. São acidentes. Acontecem e pronto. Não é possível fazer uma sociologia dessas brigas. Depois delas, os briguentos podem fazer as pazes e se tornar amigos de novo. Isso nada tem a ver com "bullying".
No "bullying", um indivíduo - o valentão - ou um grupo escolhe a vítima que vai ser seu "saco de pancadas". A razão? Nenhuma. Sadismo. Eles "não vão com a cara" da vítima. É preciso que a vítima seja fraca, que não saiba se defender. Se ela fosse forte e soubesse se defender, a brincadeira não teria graça. A vítima é uma peteca: todos batem nela e ela vai de um lado para outro sem reagir. Pode-se fazer uma sociologia do "bullying" porque ele envolve muitas pessoas e tem continuidade no tempo. A cada novo dia, ao se preparar para a escola, a vítima sabe o que a aguarda.
Até agora, tenho usado o artigo masculino, mas o "bullying" não é monopólio dos meninos. As meninas também usam outros tipos de força que não a dos punhos. E o terrível é que a vítima sabe que não há jeito de fugir. Ela não conta aos pais, por vergonha e medo. Não conta aos professores porque sabe que isso só poderá tornar ainda pior a violência dos colegas. Ela está condenada à solidão. E ao medo acrescenta-se o ódio. A vítima sonha com vingança. Deseja que seus algozes morram. Vez por outra, ela toma providências para ver seu sonho realizado. As armas podem torná-la forte.
Na maioria dos casos, o "bullying" não se manifesta por meio de agressão física, mas por meio de agressão verbal e de atitudes. Isolamento, caçoada, apelidos.
[...]
ALVES, Rubem. A forma escolar da tortura. In: ______. Educação dos sentidos e mais. Campinas: Verus, 2005. p. 53 -57. (Adaptado).

No período composto “Se ela fosse forte e soubesse se defender, a brincadeira não teria graça”, as orações “Se ela fosse forte e soubesse se defender” estabelecem a seguinte relação de sentido com a oração principal:

Questão 3 de 25 Q3 da prova
Leia o texto para responder às questões de 01 a 05.
A forma escolar da tortura
Rubem Alves
Eu fui vítima dele. Por causa dele, odiei a escola. Nas minhas caminhadas passadas, eu o via diariamente. Naquela adolescente gorda de rosto inexpressivo que caminhava olhando para o chão. E naquela outra, magricela, sem seios, desengonçada, que ia sozinha para a escola. Havia grupos de meninos e meninas que iam alegremente, tagarelando, se exibindo, pelo mesmo caminho ... Mas eles não convidavam nem a gorda nem a magricela. Dediquei-me a escrever sobre os sofrimentos a que crianças e adolescentes são submetidos em virtude dos absurdos das práticas escolares, mas nunca pensei sobre as dores que alunos infligem a colegas seus. Talvez eu preferisse ficar na ilusão de que todos os jovens são vítimas. Não são. Crianças e adolescentes podem ser cruéis.
"Bullying" é o nome dele. Fica o nome em inglês porque não se encontrou palavra em nossa língua que seja capaz de dizer o que "bullying" diz. "Bully" é o valentão: um menino que, por sua força e sua alma deformada pelo sadismo, tem prazer em bater nos mais fracos e intimidá-los. Vez por outra, crianças e adolescentes têm desentendimentos e brigam. São brigas que têm uma razão. São acidentes. Acontecem e pronto. Não é possível fazer uma sociologia dessas brigas. Depois delas, os briguentos podem fazer as pazes e se tornar amigos de novo. Isso nada tem a ver com "bullying".
No "bullying", um indivíduo - o valentão - ou um grupo escolhe a vítima que vai ser seu "saco de pancadas". A razão? Nenhuma. Sadismo. Eles "não vão com a cara" da vítima. É preciso que a vítima seja fraca, que não saiba se defender. Se ela fosse forte e soubesse se defender, a brincadeira não teria graça. A vítima é uma peteca: todos batem nela e ela vai de um lado para outro sem reagir. Pode-se fazer uma sociologia do "bullying" porque ele envolve muitas pessoas e tem continuidade no tempo. A cada novo dia, ao se preparar para a escola, a vítima sabe o que a aguarda.
Até agora, tenho usado o artigo masculino, mas o "bullying" não é monopólio dos meninos. As meninas também usam outros tipos de força que não a dos punhos. E o terrível é que a vítima sabe que não há jeito de fugir. Ela não conta aos pais, por vergonha e medo. Não conta aos professores porque sabe que isso só poderá tornar ainda pior a violência dos colegas. Ela está condenada à solidão. E ao medo acrescenta-se o ódio. A vítima sonha com vingança. Deseja que seus algozes morram. Vez por outra, ela toma providências para ver seu sonho realizado. As armas podem torná-la forte.
Na maioria dos casos, o "bullying" não se manifesta por meio de agressão física, mas por meio de agressão verbal e de atitudes. Isolamento, caçoada, apelidos.
[...]
ALVES, Rubem. A forma escolar da tortura. In: ______. Educação dos sentidos e mais. Campinas: Verus, 2005. p. 53 -57. (Adaptado).

A frase “A vítima é uma peteca” manifesta um sentido conotativo, construído a partir de uma

Questão 4 de 25 Q4 da prova
Leia o texto para responder às questões de 01 a 05.
A forma escolar da tortura
Rubem Alves
Eu fui vítima dele. Por causa dele, odiei a escola. Nas minhas caminhadas passadas, eu o via diariamente. Naquela adolescente gorda de rosto inexpressivo que caminhava olhando para o chão. E naquela outra, magricela, sem seios, desengonçada, que ia sozinha para a escola. Havia grupos de meninos e meninas que iam alegremente, tagarelando, se exibindo, pelo mesmo caminho ... Mas eles não convidavam nem a gorda nem a magricela. Dediquei-me a escrever sobre os sofrimentos a que crianças e adolescentes são submetidos em virtude dos absurdos das práticas escolares, mas nunca pensei sobre as dores que alunos infligem a colegas seus. Talvez eu preferisse ficar na ilusão de que todos os jovens são vítimas. Não são. Crianças e adolescentes podem ser cruéis.
"Bullying" é o nome dele. Fica o nome em inglês porque não se encontrou palavra em nossa língua que seja capaz de dizer o que "bullying" diz. "Bully" é o valentão: um menino que, por sua força e sua alma deformada pelo sadismo, tem prazer em bater nos mais fracos e intimidá-los. Vez por outra, crianças e adolescentes têm desentendimentos e brigam. São brigas que têm uma razão. São acidentes. Acontecem e pronto. Não é possível fazer uma sociologia dessas brigas. Depois delas, os briguentos podem fazer as pazes e se tornar amigos de novo. Isso nada tem a ver com "bullying".
No "bullying", um indivíduo - o valentão - ou um grupo escolhe a vítima que vai ser seu "saco de pancadas". A razão? Nenhuma. Sadismo. Eles "não vão com a cara" da vítima. É preciso que a vítima seja fraca, que não saiba se defender. Se ela fosse forte e soubesse se defender, a brincadeira não teria graça. A vítima é uma peteca: todos batem nela e ela vai de um lado para outro sem reagir. Pode-se fazer uma sociologia do "bullying" porque ele envolve muitas pessoas e tem continuidade no tempo. A cada novo dia, ao se preparar para a escola, a vítima sabe o que a aguarda.
Até agora, tenho usado o artigo masculino, mas o "bullying" não é monopólio dos meninos. As meninas também usam outros tipos de força que não a dos punhos. E o terrível é que a vítima sabe que não há jeito de fugir. Ela não conta aos pais, por vergonha e medo. Não conta aos professores porque sabe que isso só poderá tornar ainda pior a violência dos colegas. Ela está condenada à solidão. E ao medo acrescenta-se o ódio. A vítima sonha com vingança. Deseja que seus algozes morram. Vez por outra, ela toma providências para ver seu sonho realizado. As armas podem torná-la forte.
Na maioria dos casos, o "bullying" não se manifesta por meio de agressão física, mas por meio de agressão verbal e de atitudes. Isolamento, caçoada, apelidos.
[...]
ALVES, Rubem. A forma escolar da tortura. In: ______. Educação dos sentidos e mais. Campinas: Verus, 2005. p. 53 -57. (Adaptado).

Em “Até agora, tenho usado o artigo masculino, mas o ‘bullying’ não é monopólio dos meninos”, a palavra “monopólio” pode ser substituída sem prejuízo de sentido por

Questão 5 de 25 Q5 da prova
Leia o texto para responder às questões de 01 a 05.
A forma escolar da tortura
Rubem Alves
Eu fui vítima dele. Por causa dele, odiei a escola. Nas minhas caminhadas passadas, eu o via diariamente. Naquela adolescente gorda de rosto inexpressivo que caminhava olhando para o chão. E naquela outra, magricela, sem seios, desengonçada, que ia sozinha para a escola. Havia grupos de meninos e meninas que iam alegremente, tagarelando, se exibindo, pelo mesmo caminho ... Mas eles não convidavam nem a gorda nem a magricela. Dediquei-me a escrever sobre os sofrimentos a que crianças e adolescentes são submetidos em virtude dos absurdos das práticas escolares, mas nunca pensei sobre as dores que alunos infligem a colegas seus. Talvez eu preferisse ficar na ilusão de que todos os jovens são vítimas. Não são. Crianças e adolescentes podem ser cruéis.
"Bullying" é o nome dele. Fica o nome em inglês porque não se encontrou palavra em nossa língua que seja capaz de dizer o que "bullying" diz. "Bully" é o valentão: um menino que, por sua força e sua alma deformada pelo sadismo, tem prazer em bater nos mais fracos e intimidá-los. Vez por outra, crianças e adolescentes têm desentendimentos e brigam. São brigas que têm uma razão. São acidentes. Acontecem e pronto. Não é possível fazer uma sociologia dessas brigas. Depois delas, os briguentos podem fazer as pazes e se tornar amigos de novo. Isso nada tem a ver com "bullying".
No "bullying", um indivíduo - o valentão - ou um grupo escolhe a vítima que vai ser seu "saco de pancadas". A razão? Nenhuma. Sadismo. Eles "não vão com a cara" da vítima. É preciso que a vítima seja fraca, que não saiba se defender. Se ela fosse forte e soubesse se defender, a brincadeira não teria graça. A vítima é uma peteca: todos batem nela e ela vai de um lado para outro sem reagir. Pode-se fazer uma sociologia do "bullying" porque ele envolve muitas pessoas e tem continuidade no tempo. A cada novo dia, ao se preparar para a escola, a vítima sabe o que a aguarda.
Até agora, tenho usado o artigo masculino, mas o "bullying" não é monopólio dos meninos. As meninas também usam outros tipos de força que não a dos punhos. E o terrível é que a vítima sabe que não há jeito de fugir. Ela não conta aos pais, por vergonha e medo. Não conta aos professores porque sabe que isso só poderá tornar ainda pior a violência dos colegas. Ela está condenada à solidão. E ao medo acrescenta-se o ódio. A vítima sonha com vingança. Deseja que seus algozes morram. Vez por outra, ela toma providências para ver seu sonho realizado. As armas podem torná-la forte.
Na maioria dos casos, o "bullying" não se manifesta por meio de agressão física, mas por meio de agressão verbal e de atitudes. Isolamento, caçoada, apelidos.
[...]
ALVES, Rubem. A forma escolar da tortura. In: ______. Educação dos sentidos e mais. Campinas: Verus, 2005. p. 53 -57. (Adaptado).

Considere o seguinte trecho:
“Fica o nome em inglês porque não se encontrou palavra em nossa língua que seja capaz de dizer o que ‘bullying’ diz”.
A oração “não se encontrou palavra em nossa língua”, quando escrita em voz passiva analítica, assume a seguinte forma, mantendo-se o modo, tempo e pessoa do verbo:

Questão 6 de 25 Q6 da prova

Uma empresa de limpeza cobra uma taxa fixa de R$ 50,00 e mais R$ 2,00 por m² da área a ser limpa. O quadro a seguir apresenta alguns valores cobrados por essa empresa.
Área a ser limpa Valor cobrado
10 m2 R$ 70,00
50 m2 R$ 150,00
100 m2 R$ 250,00
200 m2 R$ 450,00
Baseando-se nessas informações, essa empresa cobraria R$ 1.050,00 para limpar uma área correspondente a

Questão 7 de 25 Q7 da prova

Um comerciante, para modernizar seu negócio e torná-lo mais competitivo, fez um empréstimo a juros simples em um banco no valor de R$ 10.000,00, comprometendo-se a pagar mensalmente R$ 1.000,00 durante o período de 1 ano. A taxa mensal de juros desse empréstimo é de aproximadamente

Questão 8 de 25 Q8 da prova

Para incentivar os funcionários a estudarem, uma empresa remunera seus 60 funcionários de um determinado cargo conforme o seu grau de instrução. Se o funcionário apresentar o ensino fundamental ele recebe R$ 1.000,00; apresentando ensino médio recebe R$ 1.500,00 e, se apresentar curso superior recebe R$ 2.000,00. Essa empresa atualmente possui 30, 27 e 3 funcionários apresentando ensino fundamental, médio e curso superior, respectivamente. Dessa forma, o salário médio desses funcionários é de:

Questão 9 de 25 Q13 da prova

Leia o texto a seguir.
Criado em 1901 pelo inventor e empresário Alfred Nobel, o Nobel da Paz homenageia homens e mulheres por seu trabalho na busca da fraternidade entre as nações, fim de conflitos e promoção do diálogo.
Quem ganhou o Prêmio Nobel da Paz em 2021?

Questão 10 de 25 Q15 da prova

Leia o texto a seguir.
A Guerra da Coreia foi um conflito que aconteceu entre a Coreia do Norte e a Coreia do Sul e iniciou-se quando as tropas norte-coreanas ultrapassaram a fronteira que separa as Coreias, dando início à invasão da Coreia do Sul.
Em junho de 2021 completaram-se 71 anos do início da Guerra da Coreia, um dos mais importantes conflitos bélicos do século XX, que até hoje ainda ressoa nas relações internacionais. O contexto geopolítico em que ocorreu a Guerra da Coreia foi o

Questão 11 de 25 Q16 da prova

A numeração binária é amplamente utilizada para representação de dados nos computadores. Ela é composta apenas por dois números (0 e 1). No sistema binário qual a sequência representa o número decimal 3?

Questão 12 de 25 Q17 da prova

Enviar e receber e-mails são partes de um dos serviços mais comuns disponíveis na Internet. Esses serviços podem ser acessados por programas construídos para esse fim e, dentre outras tarefas, precisam identificar as credenciais do usuário que os está utilizando. Os protocolos responsáveis pela comunicação do cliente com o servidor de e-mail para envios e recebimentos são:

Questão 13 de 25 Q18 da prova

Google Chrome, Internet Explorer e Mozilla Firefox são importantes recursos para que se possa utilizar a Web em dispositivos móveis, computadores de mesa e outros dispositivos. No contexto da Internet, esses softwares são tipicamente classificados como:

Questão 14 de 25 Q19 da prova

No MS Word (PT-BR) existem vários atalhos para facilitar o trabalho dos usuários desse aplicativo. Para não perder dados em um documento em que esteja trabalhando, o usuário deve periodicamente “salvar” suas alterações. Para não ter que movimentar o mouse até o ícone de salvamento ou acessá-lo via menu, basta o usuário utilizar uma combinação de teclas, qual seja:

Questão 15 de 25 Q20 da prova

Em uma planilha do MS Excel, um professor precisa extrair quais alunos foram aprovados ou reprovados de acordo com a média final 7,0 (Sete), conforme imagem a seguir.
Qual fórmula deve estar no conteúdo da Célula C2 para que o resultado atenda às exigências do professor?

Questão 16 de 25 Q21 da prova

Determinada repartição pública tem sido objeto de denúncias recorrentes quanto a infrações supostamente cometidas por seus servidores, no que diz respeito a se separar o público do privado, o que prejudica a imagem pública da repartição e da administração pública, além de ocasionar diversos transtornos tanto para o chefe da repartição quanto para os próprios servidores, que comumente argumentam que não receberam a orientação necessária para demarcar essa “linha de separação”. Para minimizar os problemas relacionados a práticas de supostas infrações éticas pelos servidores e garantir a eficiência no processo, é recomendada a

Questão 17 de 25 Q22 da prova

O Código Penal Brasileiro (CPB) determina a tipificação criminal para diversas condutas antiéticas possíveis de se praticar enquanto agente público. De acordo com o CPB, quando o servidor público retarda ou deixa de praticar, indevidamente, ato de ofício, ou praticá-lo contra disposição expressa em lei, para satisfazer seu interesse ou sentimento pessoal, está praticando crime de:

Questão 18 de 25 Q23 da prova

A despeito da ênfase dada pelas diferentes correntes éticas, todas trabalham com o pressuposto de explicar a moral humana a partir de princípios e valores. Assim, evocam-se liberdade, compromisso, responsabilidade, equidade e justiça social como princípios éticos contemporâneos que se refletem nos parâmetros sociais. As questões éticas relacionam dilemas entre certo e errado, cujas consequências dos padrões de conduta podem influenciar diferentes ações que se refletem em âmbito individual ou de grupo.
A reflexão feita pela autora aponta que os princípios éticos refletem o tempo em que são aplicados ou adotados, sendo assim:

Questão 19 de 25 Q24 da prova

Companhias aderem a esquema de prestação de contas ambiental em Davos
Indicadores devem ser adotados na contabilidade das grandes empresas a partir de 2021.
As quatro grandes companhias mundiais de auditoria e dezenas das maiores empresas do planeta aderiram ao esforço mais abrangente já empreendido para responder pelo impacto social e ambiental dos negócios.
Uma nova estrutura, lançada na quarta-feira (22) no Fórum Econômico Mundial de Davos, permitirá que reportem seus indicadores empresariais sobre questões como padrões de emprego e o meio ambiente, diante das metas de desenvolvimento ambiental das Nações Unidas. [...]
Jornal Folha de São Paulo. Disponível em: www.folha.uol.com.br. Acesso em: 3 nov. 2021. (Adaptado).
O trecho da notícia apresentada reflete uma recente mudança nos padrões éticos que norteiam a atuação dos agentes econômicos, demonstrando que:

Questão 20 de 25 Q25 da prova

A modernização do serviço público a partir da adoção do modelo de administração pública gerencial visa ao atendimento mais eficiente das necessidades da população, fazendo-se mais com menos, pautando-se na ética, transparência e motivação, para a qual o foco das ações do serviço público deve ser:

Questão 21 de 25 Q26 da prova

Nos termos da Lei Orgânica, é obrigação do Município de Ceres investir nas atividades de ensino o seguinte percentual do montante da receita resultante de impostos, compreendidos os impostos recebidos por meio de transferências, de:

Questão 22 de 25 Q27 da prova

Nos termos da Lei Orgânica do Município de Ceres, a obtenção de alvará para empresas que trabalhem com produtos tóxicos ou potencialmente nocivos à saúde pública fica condicionada à:

Questão 23 de 25 Q28 da prova

O município de Ceres, como ente autônomo da federação, possui a competência para instituir tributos para o financiamento de suas atividades. Conforme a Lei Orgânica, o Município de Ceres é competente para instituir o

Questão 24 de 25 Q29 da prova

O município de Ceres, nos termos da Lei Orgânica, deverá ofertar educação para população nos níveis fundamental, médio, profissional ou supletivo, sendo que para a oferta de ensino em nível médio, profissional ou supletivo é requisito:

Questão 25 de 25 Q30 da prova

Conforme disposto na Lei Orgânica do Município de Ceres, é vedada a acumulação de cargo/emprego público, sendo exceções à regra a acumulação de

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