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Questão 1 de 23 Q1081270 Q2 da prova
“Doença do Chapeleiro Maluco”: conheça a condição que inspirou o personagem
Os sintomas envolvem ansiedade, apatia e mudanças de personalidade. Curiosamente, a doença afetava principalmente fabricantes de chapéus do século 18 e 19. Entenda por quê.

A expressão “louco como um chapeleiro” (em inglês, mad as a hatter) já existia bem antes de Lewis Carroll inventar o personagem Chapeleiro Maluco no livro Alice no País das Maravilhas. O ditado começa a surgir na Inglaterra na década de 1820, quarenta anos antes da publicação do romance que consagrou Carroll. O que o autor fez, então, foi personificá-lo no homem que convida Alice para tomar chá.

Mas de onde veio a associação entre loucura e fabricantes de chapéus? Uma hipótese diz que a palavra hatter não significava “chapeleiro”, mas seria uma derivação do verbo to hatter, que pode ser entendido como “perturbar”. Outras teorias buscam a etimologia da palavra em diferentes idiomas e expressões antigas. No entanto, é bem possível que o ditado faça referência aos chapeleiros ingleses do século 18 e 19 – que, não raro, apresentavam comportamentos estranhos.

Na época, esses fabricantes utilizavam nitrato de mercúrio para juntar e tratar os pelos de animais que iriam no chapéu. Nesse processo, a pelagem era extraída de animais pequenos (principalmente coelhos) e agrupada para formar uma espécie de feltro. Uma substância laranja que continha nitrato de mercúrio era usada para deixar o produto mais macio. Depois, esse feltro era mergulhado em água quente e secado. A técnica ficou conhecida como carroting (derivado de “cenoura”), graças à cor do composto. Geralmente trabalhando em locais fechados, os fabricantes inalavam o vapor de mercúrio liberado no processo. E, com o tempo, o metal se acumulava no corpo dos chapeleiros.

Intoxicação por mercúrio
O uso do nitrato de mercúrio na indústria de chapéus começou na França do século 17, e depois foi adotado pelos ingleses. Mesmo que os riscos de contaminação por mercúrio já fossem conhecidos, os fabricantes atuavam sem equipamentos de proteção. Não raro os chapeleiros apresentavam tremores, timidez, irritabilidade, fala arrastada, depressão, alucinações e mudanças comportamentais. Hoje sabemos que esses são sintomas de eretismo, síndrome neurológica causada pela intoxicação por mercúrio. Pela associação com os fabricantes de chapéus, a condição ficou conhecida como “doença do chapeleiro maluco”. [...]

Inspiração de Carroll
[...] Os primeiros diagnósticos de intoxicação por mercúrio em fabricantes de chapéus surgiram em 1860 – mesma década em que Alice no País das Maravilhas foi publicado. No entanto, não sabemos se o autor teve contato com essas informações. É possível que Carroll até tenha conhecido um chapeleiro com sintomas de intoxicação, mas pesquisadores concordam que o personagem literário, em si, foi inspirado em um vendedor de móveis excêntrico chamado Theophilus Carter. [...] Ele tinha ideias e invenções bizarras, tal qual o personagem fictício. Num misto de inspirações e coincidências, nasceu o chapeleiro mais famoso da literatura.

“Doença do Chapeleiro Maluco”: conheça a condição que inspirou o personagem (adaptado). Revista Superinteressante. Disponível em:

Considere as seguintes sentenças, retiradas do texto:
I. “E, com o tempo, o metal se acumulava no corpo dos chapeleiros.”
II. “não sabemos se o autor teve contato com essas informações.”
Nas sentenças dadas, a palavra “se” atua, respectivamente, como:

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Questão 2 de 23 Q1081274 Q6 da prova
“Doença do Chapeleiro Maluco”: conheça a condição que inspirou o personagem
Os sintomas envolvem ansiedade, apatia e mudanças de personalidade. Curiosamente, a doença afetava principalmente fabricantes de chapéus do século 18 e 19. Entenda por quê.

A expressão “louco como um chapeleiro” (em inglês, mad as a hatter) já existia bem antes de Lewis Carroll inventar o personagem Chapeleiro Maluco no livro Alice no País das Maravilhas. O ditado começa a surgir na Inglaterra na década de 1820, quarenta anos antes da publicação do romance que consagrou Carroll. O que o autor fez, então, foi personificá-lo no homem que convida Alice para tomar chá.

Mas de onde veio a associação entre loucura e fabricantes de chapéus? Uma hipótese diz que a palavra hatter não significava “chapeleiro”, mas seria uma derivação do verbo to hatter, que pode ser entendido como “perturbar”. Outras teorias buscam a etimologia da palavra em diferentes idiomas e expressões antigas. No entanto, é bem possível que o ditado faça referência aos chapeleiros ingleses do século 18 e 19 – que, não raro, apresentavam comportamentos estranhos.

Na época, esses fabricantes utilizavam nitrato de mercúrio para juntar e tratar os pelos de animais que iriam no chapéu. Nesse processo, a pelagem era extraída de animais pequenos (principalmente coelhos) e agrupada para formar uma espécie de feltro. Uma substância laranja que continha nitrato de mercúrio era usada para deixar o produto mais macio. Depois, esse feltro era mergulhado em água quente e secado. A técnica ficou conhecida como carroting (derivado de “cenoura”), graças à cor do composto. Geralmente trabalhando em locais fechados, os fabricantes inalavam o vapor de mercúrio liberado no processo. E, com o tempo, o metal se acumulava no corpo dos chapeleiros.

Intoxicação por mercúrio
O uso do nitrato de mercúrio na indústria de chapéus começou na França do século 17, e depois foi adotado pelos ingleses. Mesmo que os riscos de contaminação por mercúrio já fossem conhecidos, os fabricantes atuavam sem equipamentos de proteção. Não raro os chapeleiros apresentavam tremores, timidez, irritabilidade, fala arrastada, depressão, alucinações e mudanças comportamentais. Hoje sabemos que esses são sintomas de eretismo, síndrome neurológica causada pela intoxicação por mercúrio. Pela associação com os fabricantes de chapéus, a condição ficou conhecida como “doença do chapeleiro maluco”. [...]

Inspiração de Carroll
[...] Os primeiros diagnósticos de intoxicação por mercúrio em fabricantes de chapéus surgiram em 1860 – mesma década em que Alice no País das Maravilhas foi publicado. No entanto, não sabemos se o autor teve contato com essas informações. É possível que Carroll até tenha conhecido um chapeleiro com sintomas de intoxicação, mas pesquisadores concordam que o personagem literário, em si, foi inspirado em um vendedor de móveis excêntrico chamado Theophilus Carter. [...] Ele tinha ideias e invenções bizarras, tal qual o personagem fictício. Num misto de inspirações e coincidências, nasceu o chapeleiro mais famoso da literatura.

“Doença do Chapeleiro Maluco”: conheça a condição que inspirou o personagem (adaptado). Revista Superinteressante. Disponível em:

Considere as seguintes sentenças, retiradas do texto:
I. “O que o autor fez, então, foi personificá-lo no homem que convida Alice para tomar chá.”
II. “Hoje sabemos que esses são sintomas de eretismo”.
III. “Outras teorias buscam a etimologia da palavra em diferentes idiomas”
Nas sentenças dadas, observa-se o uso de diferentes tipos de pronomes. Ocorre pronome indefinido apenas em:

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Questão 3 de 23 Q1081275 Q7 da prova
“Doença do Chapeleiro Maluco”: conheça a condição que inspirou o personagem
Os sintomas envolvem ansiedade, apatia e mudanças de personalidade. Curiosamente, a doença afetava principalmente fabricantes de chapéus do século 18 e 19. Entenda por quê.

A expressão “louco como um chapeleiro” (em inglês, mad as a hatter) já existia bem antes de Lewis Carroll inventar o personagem Chapeleiro Maluco no livro Alice no País das Maravilhas. O ditado começa a surgir na Inglaterra na década de 1820, quarenta anos antes da publicação do romance que consagrou Carroll. O que o autor fez, então, foi personificá-lo no homem que convida Alice para tomar chá.

Mas de onde veio a associação entre loucura e fabricantes de chapéus? Uma hipótese diz que a palavra hatter não significava “chapeleiro”, mas seria uma derivação do verbo to hatter, que pode ser entendido como “perturbar”. Outras teorias buscam a etimologia da palavra em diferentes idiomas e expressões antigas. No entanto, é bem possível que o ditado faça referência aos chapeleiros ingleses do século 18 e 19 – que, não raro, apresentavam comportamentos estranhos.

Na época, esses fabricantes utilizavam nitrato de mercúrio para juntar e tratar os pelos de animais que iriam no chapéu. Nesse processo, a pelagem era extraída de animais pequenos (principalmente coelhos) e agrupada para formar uma espécie de feltro. Uma substância laranja que continha nitrato de mercúrio era usada para deixar o produto mais macio. Depois, esse feltro era mergulhado em água quente e secado. A técnica ficou conhecida como carroting (derivado de “cenoura”), graças à cor do composto. Geralmente trabalhando em locais fechados, os fabricantes inalavam o vapor de mercúrio liberado no processo. E, com o tempo, o metal se acumulava no corpo dos chapeleiros.

Intoxicação por mercúrio
O uso do nitrato de mercúrio na indústria de chapéus começou na França do século 17, e depois foi adotado pelos ingleses. Mesmo que os riscos de contaminação por mercúrio já fossem conhecidos, os fabricantes atuavam sem equipamentos de proteção. Não raro os chapeleiros apresentavam tremores, timidez, irritabilidade, fala arrastada, depressão, alucinações e mudanças comportamentais. Hoje sabemos que esses são sintomas de eretismo, síndrome neurológica causada pela intoxicação por mercúrio. Pela associação com os fabricantes de chapéus, a condição ficou conhecida como “doença do chapeleiro maluco”. [...]

Inspiração de Carroll
[...] Os primeiros diagnósticos de intoxicação por mercúrio em fabricantes de chapéus surgiram em 1860 – mesma década em que Alice no País das Maravilhas foi publicado. No entanto, não sabemos se o autor teve contato com essas informações. É possível que Carroll até tenha conhecido um chapeleiro com sintomas de intoxicação, mas pesquisadores concordam que o personagem literário, em si, foi inspirado em um vendedor de móveis excêntrico chamado Theophilus Carter. [...] Ele tinha ideias e invenções bizarras, tal qual o personagem fictício. Num misto de inspirações e coincidências, nasceu o chapeleiro mais famoso da literatura.

“Doença do Chapeleiro Maluco”: conheça a condição que inspirou o personagem (adaptado). Revista Superinteressante. Disponível em:

Considere as seguintes sentenças, retiradas do texto:
I. “Os sintomas envolvem ansiedade, apatia e mudanças de personalidade.”
II. “Ele tinha ideias e invenções bizarras, tal qual o personagem fictício.”
Nas sentenças dadas, os verbos “envolver” e “ter” apresentam, respectivamente, as regências:

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Questão 4 de 23 Q1081279 Q12 da prova

Um determinado número y ao ser dividido por 12 resulta em x inteiros e deixa resto 7. Este mesmo número, ao ser dividido por 13, resulta no mesmo valor de x inteiros, mas deixa resto 3. Indique o número y:

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Questão 5 de 23 Q1081281 Q14 da prova

Um quadrado que aumenta seu lado numa razão de 5/4, aumentará sua área numa razão de:

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Questão 6 de 23 Q1081284 Q17 da prova

Há 10 anos que um aluno participa de competições de matemática. Analisando sua série histórica, ele percebeu que sua média dos últimos 5 anos cresceu 10% em relação à média dos 5 anos anteriores a estes. Sabendo-se que a média dos 10 anos é 6,3, qual a média dos primeiros 5 anos da série?

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Questão 7 de 23 Q1081287 Q20 da prova

Em uma caixa há três bolinhas – uma azul, uma vermelha e uma preta. Alice, Bianca e Clara retiram uma bola cada. Elas então dizem:
• Alice: não tirei a azul
• Bianca: não tirei a vermelha
• Clara: não tirei a preta
Sabendo-se que apenas quem pegou a bola preta mentiu, quem pegou a bola azul e vermelha, nesta ordem foi:

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Questão 8 de 23 Q1081288 Q21 da prova

A organização de pastas no Windows 7 é fundamental para manter seus arquivos e programas devidamente estruturados e acessíveis. Neste sentido, assinale a alternativa que não contenha uma forma de organização de arquivos em uma pasta:

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Questão 9 de 23 Q1081291 Q24 da prova

Em se tratando de MS-Windows 7, assinale a alternativa que apresenta o atalho para procurar um arquivo ou uma pasta:

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Questão 10 de 23 Q1081292 Q25 da prova

Sobre a função “responder para todos” no MS-Outlook 2016, é possível afirmar:

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Questão 11 de 23 Q1081293 Q26 da prova

Sobre a função “encaminhar” no MS-Outlook 2016, é possível afirmar:

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Questão 12 de 23 Q1081294 Q27 da prova

Leia o trecho abaixo e assinale a alternativa que complete corretamente a lacuna:
O _____________ é um aplicativo de anotações e organização de informações. Ele permite que os usuários criem blocos de anotações virtuais onde podem inserir texto, imagens, desenhos, gráficos e áudio. É útil para organizar informações, fazer anotações de reuniões, projetos e pesquisas.

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Questão 13 de 23 Q1081295 Q28 da prova

Imprimir e digitalizar são duas ações distintas que envolvem a manipulação de documentos em formatos físicos e digitais, respectivamente. Neste sentido, pode-se afirmar que:
( ) Os documentos impressos são tangíveis e podem ser arquivados em pastas físicas ou armários. Eles podem durar muito tempo se forem armazenados adequadamente.
( ) Digitalizar um documento envolve a conversão de uma cópia física em um formato digital, geralmente um arquivo PDF, imagem ou texto.
( ) A impressão de um documento não consome recursos como tinta ou toner e papel, uma vez que o arquivo fica em formato digital.

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Questão 14 de 23 Q1081296 Q29 da prova

Carlos trabalha em um escritório de contabilidade, e precisa enviar uma Nota Fiscal que está impressa para o seu cliente através de arquivo em um e-mail, para isso, ele deve:

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Questão 15 de 23 Q1081297 Q30 da prova

Analise o trecho a seguir e assinale a alternativa que complete corretamente a lacuna:
“O conceito de _________ de uma página refere-se à ação de criar uma cópia física de uma página ou documento digital em um meio tangível, como papel, transparência ou etiquetas adesivas, usando um dispositivo de impressão. Trata-se de um processo que envolve a reprodução de texto, gráficos, imagens e outros elementos visuais de um documento eletrônico em um formato físico.”

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Questão 16 de 23 Q1081298 Q31 da prova

Uma boa comunicação é vital para o bom desempenho de um profissional, independentemente, da profissão exercida. No entanto, há profissões que exigem uma atenção adicional à comunicação, como por exemplo: telefonista. Nesse sentido, é necessário o conhecimento de técnicas de comunicação que corroborarão para a efetividade da mensagem transmitida. No caso específico da compreensão oral, ela apresenta de forma macro três etapas principais: pré-escuta, escuta e pós-escuta. Sobre essa última etapa, é pertinente afirmar apenas:

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Questão 17 de 23 Q1081299 Q32 da prova

O correio de voz é um sistema computadorizado que exerce a função de uma caixa postal eletrônica, gravando recados de voz de todas as ligações não atendidas. Sobre esse sistema, é impertinente afirmar:

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Questão 18 de 23 Q1081300 Q33 da prova

Para operacionalizar um PABX, ou seja, transferir as chamadas telefônicas por meio desse tipo de sistema, é importante primeiro conhecer sua funcionalidade e algumas de suas características. Nesse sentido, o PABX é considerado como uma rede de telefonia privada que oferece recursos é facilidades essenciais para a comunicação organizacional. Sobre esse sistema, é pertinente afirmar:

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Questão 19 de 23 Q1081302 Q35 da prova

As relações humanas têm um impacto significativo na consecução das atividades laborais. Para auxiliar o desenvolvimento dos processos e procedimentos organizacionais, é importante conhecer as Teorias da Administração. Assinale a seguir o nome da teoria que surgiu em oposição à Teoria Clássica, ou seja, o foco não é mais a tarefa ou a organização, mas as pessoas.

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Questão 20 de 23 Q1081303 Q36 da prova

A Gestão de Pessoas, dentre suas diversas atribuições, avalia o desempenho dos empregados por meio da análise de indicadores e métricas de desempenho. Um desses exemplos é o nível de assiduidade do empregado. Em relação a essa métrica de desempenho, observa-se que ela está diretamente relacionada com:

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Questão 21 de 23 Q1081305 Q38 da prova

Um tema muito recorrente dentro do contexto organizacional são questões ligadas às relações humanas no trabalho. Sobre esse conceito, é impertinente afirmar:

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Questão 22 de 23 Q1081306 Q39 da prova

Desde a criação dos Correios no Brasil, em 1663, com a instalação do Correio-mor, a natureza do serviço público postal brasileiro continua até hoje inalterada. Que natureza é essa?

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Questão 23 de 23 Q1081307 Q40 da prova

Na empresa, houve um vazamento de produto perigoso, qual o número de emergência deve ser acionado?

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