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Prova Técnico Legislativo - Técnico Administrativo - Câmara de Planaltino/GO
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Questão 1 de 40 Q1174101 Q1 da prova
Leia o texto abaixo e responda as questões 1 a 7.

ONU: 931 milhões de toneladas de alimentos foram para o lixo em 2019

Cerca de 931 milhões de toneladas de alimentos – 17% do total disponível aos consumidores em 2019 – foram para o lixo de residências, do comércio varejista, de restaurantes e de outros serviços alimentares, segundo pesquisa da Organização das Nações Unidas (ONU). O montante equivale a 23 milhões de caminhões de 40 toneladas carregados, o que, segundo a entidade, seria suficiente para circundar a Terra sete vezes. O Índice de Desperdício de Alimentos 2021, do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma) e da organização parceira WRAP, do Reino Unido, divulgado esta semana, analisa sobras alimentares em pontos de venda, restaurantes e residências – considerando partes comestíveis e não comestíveis, como ossos e conchas. Foram observadas, ao todo, 152 unidades em 54 países. De acordo com o documento, o desperdício de alimentos é um problema global e não apenas de países desenvolvidos. As perdas de alimentos foram substanciais em quase todas as nações onde o desperdício foi medido, independentemente do nível de renda. A maior parte desse desperdício, segundo o relatório, tem origem em residências – 11% do total de alimentos disponíveis para consumo são descartados nos lares. Já os serviços alimentares e os estabelecimentos de varejo desperdiçam 5% e 2%, respectivamente. Em termos globais per capita, 121 quilos de alimentos são desperdiçados por consumidor a cada ano. Desse total, 74 quilos são descartados no ambiente doméstico. O desperdício tem impactos ambientais, sociais e econômicos significativos, assinala o relatório. Entre 8% e 10% das emissões globais de gases de efeito estufa, por exemplo, estão associadas a alimentos não consumidos, considerando as perdas em toda a cadeia alimentar. Mudança climática A diretora-executiva do Pnuma, Inger Andersen, avalia que a redução do desperdício de alimentos ajudaria a reduzir as emissões de gases de efeito estufa, retardaria a destruição da natureza, aumentaria a disponibilidade de comida e, assim, reduziria a fome, além de contribuir para economizar dinheiro em um momento de recessão global. "Se quisermos levar a sério o combate à mudança climática, à perda da natureza e da biodiversidade, à poluição e ao desperdício, empresas, governos e cidadãos de todo o mundo devem fazer a sua parte para reduzir o desperdício de alimentos”, disse, ao destacar que a Cúpula de Sistemas Alimentares da ONU deste ano será uma oportunidade de lançar “novas e ousadas” ações para enfrentar o desperdício alimentar. Segundo a ONU, o total de 690 milhões de pessoas afetadas pela fome ao longo de 2019 deverá crescer de maneira acentuada por conta da pandemia de covid-19. Além dessa parcela da população global, existem também, de acordo com a entidade, 3 bilhões de pessoas incapazes de custear uma dieta saudável. Uma das sugestões apontadas no relatório é que os países incluam o desperdício de alimentos nas Contribuições Nacionalmente Determinadas (NDCs, na sigla em inglês) no âmbito do Acordo de Paris, enquanto fortalecem a segurança alimentar e reduzem os custos para as famílias. O documento também defende a prevenção do desperdício de alimentos como uma área primária a ser incluída nas estratégias de recuperação da Covid-19. Cerca de 14 países já possuem dados sobre o desperdício doméstico de alimentos coletados de forma compatível com o índice do Pnuma. Outros 38 países têm dados sobre desperdício doméstico que, com pequenas mudanças na metodologia, cobertura geográfica ou tamanho da amostra, permitiriam a criação de uma estimativa compatível.

No período “ O montante equivale a 23 milhões de caminhões de 40 toneladas carregados, o que, segundo a entidade, seria suficiente para circundar a Terra sete vezes ”, o verbo destacado está realizando a sua concordância

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Questão 2 de 40 Q1174102 Q2 da prova
Leia o texto abaixo e responda as questões 1 a 7.

ONU: 931 milhões de toneladas de alimentos foram para o lixo em 2019

Cerca de 931 milhões de toneladas de alimentos – 17% do total disponível aos consumidores em 2019 – foram para o lixo de residências, do comércio varejista, de restaurantes e de outros serviços alimentares, segundo pesquisa da Organização das Nações Unidas (ONU). O montante equivale a 23 milhões de caminhões de 40 toneladas carregados, o que, segundo a entidade, seria suficiente para circundar a Terra sete vezes. O Índice de Desperdício de Alimentos 2021, do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma) e da organização parceira WRAP, do Reino Unido, divulgado esta semana, analisa sobras alimentares em pontos de venda, restaurantes e residências – considerando partes comestíveis e não comestíveis, como ossos e conchas. Foram observadas, ao todo, 152 unidades em 54 países. De acordo com o documento, o desperdício de alimentos é um problema global e não apenas de países desenvolvidos. As perdas de alimentos foram substanciais em quase todas as nações onde o desperdício foi medido, independentemente do nível de renda. A maior parte desse desperdício, segundo o relatório, tem origem em residências – 11% do total de alimentos disponíveis para consumo são descartados nos lares. Já os serviços alimentares e os estabelecimentos de varejo desperdiçam 5% e 2%, respectivamente. Em termos globais per capita, 121 quilos de alimentos são desperdiçados por consumidor a cada ano. Desse total, 74 quilos são descartados no ambiente doméstico. O desperdício tem impactos ambientais, sociais e econômicos significativos, assinala o relatório. Entre 8% e 10% das emissões globais de gases de efeito estufa, por exemplo, estão associadas a alimentos não consumidos, considerando as perdas em toda a cadeia alimentar. Mudança climática A diretora-executiva do Pnuma, Inger Andersen, avalia que a redução do desperdício de alimentos ajudaria a reduzir as emissões de gases de efeito estufa, retardaria a destruição da natureza, aumentaria a disponibilidade de comida e, assim, reduziria a fome, além de contribuir para economizar dinheiro em um momento de recessão global. "Se quisermos levar a sério o combate à mudança climática, à perda da natureza e da biodiversidade, à poluição e ao desperdício, empresas, governos e cidadãos de todo o mundo devem fazer a sua parte para reduzir o desperdício de alimentos”, disse, ao destacar que a Cúpula de Sistemas Alimentares da ONU deste ano será uma oportunidade de lançar “novas e ousadas” ações para enfrentar o desperdício alimentar. Segundo a ONU, o total de 690 milhões de pessoas afetadas pela fome ao longo de 2019 deverá crescer de maneira acentuada por conta da pandemia de covid-19. Além dessa parcela da população global, existem também, de acordo com a entidade, 3 bilhões de pessoas incapazes de custear uma dieta saudável. Uma das sugestões apontadas no relatório é que os países incluam o desperdício de alimentos nas Contribuições Nacionalmente Determinadas (NDCs, na sigla em inglês) no âmbito do Acordo de Paris, enquanto fortalecem a segurança alimentar e reduzem os custos para as famílias. O documento também defende a prevenção do desperdício de alimentos como uma área primária a ser incluída nas estratégias de recuperação da Covid-19. Cerca de 14 países já possuem dados sobre o desperdício doméstico de alimentos coletados de forma compatível com o índice do Pnuma. Outros 38 países têm dados sobre desperdício doméstico que, com pequenas mudanças na metodologia, cobertura geográfica ou tamanho da amostra, permitiriam a criação de uma estimativa compatível.

As preposições ligam termos em uma oração e podem apresentar sentidos diferentes no texto. No trecho “A maior parte desse desperdício, segundo o relatório, tem origem em residências – 11% do total de alimentos disponíveis para consumo são descartados nos lares” , a preposição “para” está indicando

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Questão 3 de 40 Q1174103 Q3 da prova
Leia o texto abaixo e responda as questões 1 a 7.

ONU: 931 milhões de toneladas de alimentos foram para o lixo em 2019

Cerca de 931 milhões de toneladas de alimentos – 17% do total disponível aos consumidores em 2019 – foram para o lixo de residências, do comércio varejista, de restaurantes e de outros serviços alimentares, segundo pesquisa da Organização das Nações Unidas (ONU). O montante equivale a 23 milhões de caminhões de 40 toneladas carregados, o que, segundo a entidade, seria suficiente para circundar a Terra sete vezes. O Índice de Desperdício de Alimentos 2021, do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma) e da organização parceira WRAP, do Reino Unido, divulgado esta semana, analisa sobras alimentares em pontos de venda, restaurantes e residências – considerando partes comestíveis e não comestíveis, como ossos e conchas. Foram observadas, ao todo, 152 unidades em 54 países. De acordo com o documento, o desperdício de alimentos é um problema global e não apenas de países desenvolvidos. As perdas de alimentos foram substanciais em quase todas as nações onde o desperdício foi medido, independentemente do nível de renda. A maior parte desse desperdício, segundo o relatório, tem origem em residências – 11% do total de alimentos disponíveis para consumo são descartados nos lares. Já os serviços alimentares e os estabelecimentos de varejo desperdiçam 5% e 2%, respectivamente. Em termos globais per capita, 121 quilos de alimentos são desperdiçados por consumidor a cada ano. Desse total, 74 quilos são descartados no ambiente doméstico. O desperdício tem impactos ambientais, sociais e econômicos significativos, assinala o relatório. Entre 8% e 10% das emissões globais de gases de efeito estufa, por exemplo, estão associadas a alimentos não consumidos, considerando as perdas em toda a cadeia alimentar. Mudança climática A diretora-executiva do Pnuma, Inger Andersen, avalia que a redução do desperdício de alimentos ajudaria a reduzir as emissões de gases de efeito estufa, retardaria a destruição da natureza, aumentaria a disponibilidade de comida e, assim, reduziria a fome, além de contribuir para economizar dinheiro em um momento de recessão global. "Se quisermos levar a sério o combate à mudança climática, à perda da natureza e da biodiversidade, à poluição e ao desperdício, empresas, governos e cidadãos de todo o mundo devem fazer a sua parte para reduzir o desperdício de alimentos”, disse, ao destacar que a Cúpula de Sistemas Alimentares da ONU deste ano será uma oportunidade de lançar “novas e ousadas” ações para enfrentar o desperdício alimentar. Segundo a ONU, o total de 690 milhões de pessoas afetadas pela fome ao longo de 2019 deverá crescer de maneira acentuada por conta da pandemia de covid-19. Além dessa parcela da população global, existem também, de acordo com a entidade, 3 bilhões de pessoas incapazes de custear uma dieta saudável. Uma das sugestões apontadas no relatório é que os países incluam o desperdício de alimentos nas Contribuições Nacionalmente Determinadas (NDCs, na sigla em inglês) no âmbito do Acordo de Paris, enquanto fortalecem a segurança alimentar e reduzem os custos para as famílias. O documento também defende a prevenção do desperdício de alimentos como uma área primária a ser incluída nas estratégias de recuperação da Covid-19. Cerca de 14 países já possuem dados sobre o desperdício doméstico de alimentos coletados de forma compatível com o índice do Pnuma. Outros 38 países têm dados sobre desperdício doméstico que, com pequenas mudanças na metodologia, cobertura geográfica ou tamanho da amostra, permitiriam a criação de uma estimativa compatível.

De acordo o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente, o Pnuma, a redução do desperdício de alimentos no mundo contribuiria para:

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Questão 4 de 40 Q1174104 Q4 da prova
Leia o texto abaixo e responda as questões 1 a 7.

ONU: 931 milhões de toneladas de alimentos foram para o lixo em 2019

Cerca de 931 milhões de toneladas de alimentos – 17% do total disponível aos consumidores em 2019 – foram para o lixo de residências, do comércio varejista, de restaurantes e de outros serviços alimentares, segundo pesquisa da Organização das Nações Unidas (ONU). O montante equivale a 23 milhões de caminhões de 40 toneladas carregados, o que, segundo a entidade, seria suficiente para circundar a Terra sete vezes. O Índice de Desperdício de Alimentos 2021, do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma) e da organização parceira WRAP, do Reino Unido, divulgado esta semana, analisa sobras alimentares em pontos de venda, restaurantes e residências – considerando partes comestíveis e não comestíveis, como ossos e conchas. Foram observadas, ao todo, 152 unidades em 54 países. De acordo com o documento, o desperdício de alimentos é um problema global e não apenas de países desenvolvidos. As perdas de alimentos foram substanciais em quase todas as nações onde o desperdício foi medido, independentemente do nível de renda. A maior parte desse desperdício, segundo o relatório, tem origem em residências – 11% do total de alimentos disponíveis para consumo são descartados nos lares. Já os serviços alimentares e os estabelecimentos de varejo desperdiçam 5% e 2%, respectivamente. Em termos globais per capita, 121 quilos de alimentos são desperdiçados por consumidor a cada ano. Desse total, 74 quilos são descartados no ambiente doméstico. O desperdício tem impactos ambientais, sociais e econômicos significativos, assinala o relatório. Entre 8% e 10% das emissões globais de gases de efeito estufa, por exemplo, estão associadas a alimentos não consumidos, considerando as perdas em toda a cadeia alimentar. Mudança climática A diretora-executiva do Pnuma, Inger Andersen, avalia que a redução do desperdício de alimentos ajudaria a reduzir as emissões de gases de efeito estufa, retardaria a destruição da natureza, aumentaria a disponibilidade de comida e, assim, reduziria a fome, além de contribuir para economizar dinheiro em um momento de recessão global. "Se quisermos levar a sério o combate à mudança climática, à perda da natureza e da biodiversidade, à poluição e ao desperdício, empresas, governos e cidadãos de todo o mundo devem fazer a sua parte para reduzir o desperdício de alimentos”, disse, ao destacar que a Cúpula de Sistemas Alimentares da ONU deste ano será uma oportunidade de lançar “novas e ousadas” ações para enfrentar o desperdício alimentar. Segundo a ONU, o total de 690 milhões de pessoas afetadas pela fome ao longo de 2019 deverá crescer de maneira acentuada por conta da pandemia de covid-19. Além dessa parcela da população global, existem também, de acordo com a entidade, 3 bilhões de pessoas incapazes de custear uma dieta saudável. Uma das sugestões apontadas no relatório é que os países incluam o desperdício de alimentos nas Contribuições Nacionalmente Determinadas (NDCs, na sigla em inglês) no âmbito do Acordo de Paris, enquanto fortalecem a segurança alimentar e reduzem os custos para as famílias. O documento também defende a prevenção do desperdício de alimentos como uma área primária a ser incluída nas estratégias de recuperação da Covid-19. Cerca de 14 países já possuem dados sobre o desperdício doméstico de alimentos coletados de forma compatível com o índice do Pnuma. Outros 38 países têm dados sobre desperdício doméstico que, com pequenas mudanças na metodologia, cobertura geográfica ou tamanho da amostra, permitiriam a criação de uma estimativa compatível.

Aponte a alternativa que apresenta palavras que foram acentuadas pelo mesmo motivo que justifica o acento em “desperdício” e “econômico”, presentes em “O desperdício tem impactos ambientais, sociais e econômicos significativos, assinala o relatório”.

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Questão 5 de 40 Q1174105 Q5 da prova
Leia o texto abaixo e responda as questões 1 a 7.

ONU: 931 milhões de toneladas de alimentos foram para o lixo em 2019

Cerca de 931 milhões de toneladas de alimentos – 17% do total disponível aos consumidores em 2019 – foram para o lixo de residências, do comércio varejista, de restaurantes e de outros serviços alimentares, segundo pesquisa da Organização das Nações Unidas (ONU). O montante equivale a 23 milhões de caminhões de 40 toneladas carregados, o que, segundo a entidade, seria suficiente para circundar a Terra sete vezes. O Índice de Desperdício de Alimentos 2021, do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma) e da organização parceira WRAP, do Reino Unido, divulgado esta semana, analisa sobras alimentares em pontos de venda, restaurantes e residências – considerando partes comestíveis e não comestíveis, como ossos e conchas. Foram observadas, ao todo, 152 unidades em 54 países. De acordo com o documento, o desperdício de alimentos é um problema global e não apenas de países desenvolvidos. As perdas de alimentos foram substanciais em quase todas as nações onde o desperdício foi medido, independentemente do nível de renda. A maior parte desse desperdício, segundo o relatório, tem origem em residências – 11% do total de alimentos disponíveis para consumo são descartados nos lares. Já os serviços alimentares e os estabelecimentos de varejo desperdiçam 5% e 2%, respectivamente. Em termos globais per capita, 121 quilos de alimentos são desperdiçados por consumidor a cada ano. Desse total, 74 quilos são descartados no ambiente doméstico. O desperdício tem impactos ambientais, sociais e econômicos significativos, assinala o relatório. Entre 8% e 10% das emissões globais de gases de efeito estufa, por exemplo, estão associadas a alimentos não consumidos, considerando as perdas em toda a cadeia alimentar. Mudança climática A diretora-executiva do Pnuma, Inger Andersen, avalia que a redução do desperdício de alimentos ajudaria a reduzir as emissões de gases de efeito estufa, retardaria a destruição da natureza, aumentaria a disponibilidade de comida e, assim, reduziria a fome, além de contribuir para economizar dinheiro em um momento de recessão global. "Se quisermos levar a sério o combate à mudança climática, à perda da natureza e da biodiversidade, à poluição e ao desperdício, empresas, governos e cidadãos de todo o mundo devem fazer a sua parte para reduzir o desperdício de alimentos”, disse, ao destacar que a Cúpula de Sistemas Alimentares da ONU deste ano será uma oportunidade de lançar “novas e ousadas” ações para enfrentar o desperdício alimentar. Segundo a ONU, o total de 690 milhões de pessoas afetadas pela fome ao longo de 2019 deverá crescer de maneira acentuada por conta da pandemia de covid-19. Além dessa parcela da população global, existem também, de acordo com a entidade, 3 bilhões de pessoas incapazes de custear uma dieta saudável. Uma das sugestões apontadas no relatório é que os países incluam o desperdício de alimentos nas Contribuições Nacionalmente Determinadas (NDCs, na sigla em inglês) no âmbito do Acordo de Paris, enquanto fortalecem a segurança alimentar e reduzem os custos para as famílias. O documento também defende a prevenção do desperdício de alimentos como uma área primária a ser incluída nas estratégias de recuperação da Covid-19. Cerca de 14 países já possuem dados sobre o desperdício doméstico de alimentos coletados de forma compatível com o índice do Pnuma. Outros 38 países têm dados sobre desperdício doméstico que, com pequenas mudanças na metodologia, cobertura geográfica ou tamanho da amostra, permitiriam a criação de uma estimativa compatível.

Na Língua Portuguesa, uma mesma palavra pode desempenhar funções diferentes no texto, dependendo das relações sintáticas que estabelece com outros termos da oração. O termo destacado em “As perdas de alimentos foram substanciais em quase todas as nações onde o desperdício foi medido, independentemente do nível de renda” exerce, no período, a função gramatical de

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Questão 6 de 40 Q1174106 Q6 da prova
Leia o texto abaixo e responda as questões 1 a 7.

ONU: 931 milhões de toneladas de alimentos foram para o lixo em 2019

Cerca de 931 milhões de toneladas de alimentos – 17% do total disponível aos consumidores em 2019 – foram para o lixo de residências, do comércio varejista, de restaurantes e de outros serviços alimentares, segundo pesquisa da Organização das Nações Unidas (ONU). O montante equivale a 23 milhões de caminhões de 40 toneladas carregados, o que, segundo a entidade, seria suficiente para circundar a Terra sete vezes. O Índice de Desperdício de Alimentos 2021, do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma) e da organização parceira WRAP, do Reino Unido, divulgado esta semana, analisa sobras alimentares em pontos de venda, restaurantes e residências – considerando partes comestíveis e não comestíveis, como ossos e conchas. Foram observadas, ao todo, 152 unidades em 54 países. De acordo com o documento, o desperdício de alimentos é um problema global e não apenas de países desenvolvidos. As perdas de alimentos foram substanciais em quase todas as nações onde o desperdício foi medido, independentemente do nível de renda. A maior parte desse desperdício, segundo o relatório, tem origem em residências – 11% do total de alimentos disponíveis para consumo são descartados nos lares. Já os serviços alimentares e os estabelecimentos de varejo desperdiçam 5% e 2%, respectivamente. Em termos globais per capita, 121 quilos de alimentos são desperdiçados por consumidor a cada ano. Desse total, 74 quilos são descartados no ambiente doméstico. O desperdício tem impactos ambientais, sociais e econômicos significativos, assinala o relatório. Entre 8% e 10% das emissões globais de gases de efeito estufa, por exemplo, estão associadas a alimentos não consumidos, considerando as perdas em toda a cadeia alimentar. Mudança climática A diretora-executiva do Pnuma, Inger Andersen, avalia que a redução do desperdício de alimentos ajudaria a reduzir as emissões de gases de efeito estufa, retardaria a destruição da natureza, aumentaria a disponibilidade de comida e, assim, reduziria a fome, além de contribuir para economizar dinheiro em um momento de recessão global. "Se quisermos levar a sério o combate à mudança climática, à perda da natureza e da biodiversidade, à poluição e ao desperdício, empresas, governos e cidadãos de todo o mundo devem fazer a sua parte para reduzir o desperdício de alimentos”, disse, ao destacar que a Cúpula de Sistemas Alimentares da ONU deste ano será uma oportunidade de lançar “novas e ousadas” ações para enfrentar o desperdício alimentar. Segundo a ONU, o total de 690 milhões de pessoas afetadas pela fome ao longo de 2019 deverá crescer de maneira acentuada por conta da pandemia de covid-19. Além dessa parcela da população global, existem também, de acordo com a entidade, 3 bilhões de pessoas incapazes de custear uma dieta saudável. Uma das sugestões apontadas no relatório é que os países incluam o desperdício de alimentos nas Contribuições Nacionalmente Determinadas (NDCs, na sigla em inglês) no âmbito do Acordo de Paris, enquanto fortalecem a segurança alimentar e reduzem os custos para as famílias. O documento também defende a prevenção do desperdício de alimentos como uma área primária a ser incluída nas estratégias de recuperação da Covid-19. Cerca de 14 países já possuem dados sobre o desperdício doméstico de alimentos coletados de forma compatível com o índice do Pnuma. Outros 38 países têm dados sobre desperdício doméstico que, com pequenas mudanças na metodologia, cobertura geográfica ou tamanho da amostra, permitiriam a criação de uma estimativa compatível.

Em “Se quisermos levar a sério o combate à mudança climática,...”, ocorreu a crase porque

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Questão 7 de 40 Q1174107 Q7 da prova
Leia o texto abaixo e responda as questões 1 a 7.

ONU: 931 milhões de toneladas de alimentos foram para o lixo em 2019

Cerca de 931 milhões de toneladas de alimentos – 17% do total disponível aos consumidores em 2019 – foram para o lixo de residências, do comércio varejista, de restaurantes e de outros serviços alimentares, segundo pesquisa da Organização das Nações Unidas (ONU). O montante equivale a 23 milhões de caminhões de 40 toneladas carregados, o que, segundo a entidade, seria suficiente para circundar a Terra sete vezes. O Índice de Desperdício de Alimentos 2021, do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma) e da organização parceira WRAP, do Reino Unido, divulgado esta semana, analisa sobras alimentares em pontos de venda, restaurantes e residências – considerando partes comestíveis e não comestíveis, como ossos e conchas. Foram observadas, ao todo, 152 unidades em 54 países. De acordo com o documento, o desperdício de alimentos é um problema global e não apenas de países desenvolvidos. As perdas de alimentos foram substanciais em quase todas as nações onde o desperdício foi medido, independentemente do nível de renda. A maior parte desse desperdício, segundo o relatório, tem origem em residências – 11% do total de alimentos disponíveis para consumo são descartados nos lares. Já os serviços alimentares e os estabelecimentos de varejo desperdiçam 5% e 2%, respectivamente. Em termos globais per capita, 121 quilos de alimentos são desperdiçados por consumidor a cada ano. Desse total, 74 quilos são descartados no ambiente doméstico. O desperdício tem impactos ambientais, sociais e econômicos significativos, assinala o relatório. Entre 8% e 10% das emissões globais de gases de efeito estufa, por exemplo, estão associadas a alimentos não consumidos, considerando as perdas em toda a cadeia alimentar. Mudança climática A diretora-executiva do Pnuma, Inger Andersen, avalia que a redução do desperdício de alimentos ajudaria a reduzir as emissões de gases de efeito estufa, retardaria a destruição da natureza, aumentaria a disponibilidade de comida e, assim, reduziria a fome, além de contribuir para economizar dinheiro em um momento de recessão global. "Se quisermos levar a sério o combate à mudança climática, à perda da natureza e da biodiversidade, à poluição e ao desperdício, empresas, governos e cidadãos de todo o mundo devem fazer a sua parte para reduzir o desperdício de alimentos”, disse, ao destacar que a Cúpula de Sistemas Alimentares da ONU deste ano será uma oportunidade de lançar “novas e ousadas” ações para enfrentar o desperdício alimentar. Segundo a ONU, o total de 690 milhões de pessoas afetadas pela fome ao longo de 2019 deverá crescer de maneira acentuada por conta da pandemia de covid-19. Além dessa parcela da população global, existem também, de acordo com a entidade, 3 bilhões de pessoas incapazes de custear uma dieta saudável. Uma das sugestões apontadas no relatório é que os países incluam o desperdício de alimentos nas Contribuições Nacionalmente Determinadas (NDCs, na sigla em inglês) no âmbito do Acordo de Paris, enquanto fortalecem a segurança alimentar e reduzem os custos para as famílias. O documento também defende a prevenção do desperdício de alimentos como uma área primária a ser incluída nas estratégias de recuperação da Covid-19. Cerca de 14 países já possuem dados sobre o desperdício doméstico de alimentos coletados de forma compatível com o índice do Pnuma. Outros 38 países têm dados sobre desperdício doméstico que, com pequenas mudanças na metodologia, cobertura geográfica ou tamanho da amostra, permitiriam a criação de uma estimativa compatível.

No período “... avalia que a redução do desperdício de alimentos ajudaria a reduzir as emissões de gases de efeito estufa, retardaria a destruição da natureza, aumentaria a disponibilidade de comida e, assim, reduziria a fome, além de contribuir para economizar dinheiro em um momento de recessão global ”, a locução conjuntiva destacada tem a função de

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Questão 8 de 40 Q1174108 Q8 da prova
Leia a charge abaixo e responda as questões 8 a 10.

Disponível em https://www.folhadaregiao.com.br/2019/07/24/charge-do-dia-24-07-2019-tiens/. Acesso em 06/03/2021

A fala da mãe – “ Larga de ser mentiroso muleque! ”, em relação à realidade apresentada na charge, pode ser classificada como

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Questão 9 de 40 Q1174109 Q9 da prova
Leia a charge abaixo e responda as questões 8 a 10.

Disponível em https://www.folhadaregiao.com.br/2019/07/24/charge-do-dia-24-07-2019-tiens/. Acesso em 06/03/2021

Em “Larga de ser mentiroso muleque !”, o ponto de exclamação expressa um sentimento de

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Questão 10 de 40 Q1174110 Q10 da prova
Leia a charge abaixo e responda as questões 8 a 10.

Disponível em https://www.folhadaregiao.com.br/2019/07/24/charge-do-dia-24-07-2019-tiens/. Acesso em 06/03/2021

Na frase “Tô com fome mãe!” , deveria ter tido uma vírgula

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Questão 11 de 40 Q1174111 Q11 da prova
Leia o texto abaixo e responda as questões 11 a 15.

Luiz Felipe detém algumas pastas em seu computador que totalizam aproximadamente 4TB. O mesmo gostaria de fazer um backup de sua máquina. Dentre as opções abaixo, assinale a alternativa adequada para que o Luiz Felipe faça uma cópia de segurança de seus arquivos.

Dentre as opções abaixo, assinale a alternativa adequada para que o Luiz Felipe faça uma cópia de segurança de seus arquivos.

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Questão 12 de 40 Q1174112 Q12 da prova
Leia o texto abaixo e responda as questões 11 a 15.

As impressoras são exemplos de periféricos muito utilizados tanto em redes domésticas, como no trabalho. A respeito da configuração e uso desse tipo de periférico, analise as assertivas abaixo:

É correto o que se afirma

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Questão 13 de 40 Q1174113 Q13 da prova
Leia o texto abaixo e responda as questões 11 a 15.

A existência do correio eletrônico agilizou muito a comunicação interna e externa de uma organização. A maneira simples como podemos formalizar a comunicação, a não necessidade de o destinatário estar presente para receber a mensagem, a facilidade de envio para várias pessoas ao mesmo tempo e a razoável garantia de entrega da mensagem são algumas vantagens dessa ferramenta. Porém, o uso do correio eletrônico deve considerar um dos pilares muito importante relacionados à segurança da informação, quando se trata do conteúdo a ser transmitido, e a garantia disso depende do destinatário da mensagem. Trata-se, portanto,

Trata-se, portanto,

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Questão 14 de 40 Q1174114 Q14 da prova
Leia o texto abaixo e responda as questões 11 a 15.

Atualmente os SSD, Solid State Drive , vêm sendo muito utilizados em substituição aos discos rígidos, Hard Drives, como opção mais segura e moderna em sistemas de computadores. Sobre os SSD, é correto afirmar que

Sobre os SSD, é correto afirmar que

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Questão 15 de 40 Q1174115 Q15 da prova
Leia o texto abaixo e responda as questões 11 a 15.

Relacione a seguir as funções presentes em correios eletrônicos com suas respectivas definições, conforme colunas abaixo:

A sequência correta obtida no sentido de cima para baixo é

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Questão 16 de 40 Q1174116 Q16 da prova
Leia o texto abaixo e responda as questões 16 a 20.

Dentre as alternativas abaixo, assinale a que não indica um navegador.

Dentre as alternativas abaixo, assinale a que não indica um navegador.

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Questão 17 de 40 Q1174117 Q17 da prova
Leia o texto abaixo e responda as questões 17 a 20.

Numa pesquisa realizada com 84 adolescentes sobre preferências em relação ao estudo, verificou-se que 68 gostavam de Física, 50 gostavam de Biologia e 12 não gostavam de Física e nem de Biologia. Quantos desses adolescentes gostavam de Biologia e de Física?

Quantos desses adolescentes gostavam de Biologia e de Física?

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Questão 18 de 40 Q1174118 Q18 da prova
Leia o texto abaixo e responda as questões 17 a 20.

Durante certo período, a venda de uma loja correspondeu a uma progressão aritmética crescente. No 1º dia, essa loja vendeu 4 produtos; no 2º dia, 7 produtos; no 3º dia, 10 produtos; e assim por diante até o 20º dia. Quantos produtos essa loja vendeu no 20º dia?

Quantos produtos essa loja vendeu no 20º dia?

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Questão 19 de 40 Q1174119 Q19 da prova
Leia o texto abaixo e responda as questões 17 a 20.

Um atleta percorreu, ao todo, 185 km em 3 etapas. A primeira etapa tinha 62 km a mais que a segunda etapa. A última etapa era quatro vezes a distância da segunda etapa. Assinalar a resposta correta:

Assinalar a resposta correta:

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Questão 20 de 40 Q1174120 Q20 da prova
Leia o texto abaixo e responda as questões 20 a 20.

Após consumo em uma lanchonete, três famílias receberam suas comandas com valor a ser pago. Em uma delas não ficou registrado o total, conforme indicação abaixo:

Qual é o total a ser pago pela Família 3?

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Questão 21 de 40 Q1174121 Q21 da prova
Leia o texto abaixo e responda as questões 21 a 40.

Entre as finalidades do estado de bem estar social estão as seguintes, exceto:

Entre as finalidades do estado de bem estar social estão as seguintes, exceto:

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Questão 22 de 40 Q1174122 Q22 da prova
Leia o texto abaixo e responda as questões 21 a 40.

Quanto às características fundamentais da administração pública, analise as assertivas abaixo:

É correto o que se afirma

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Questão 23 de 40 Q1174123 Q23 da prova
Leia o texto abaixo e responda as questões 21 a 40.

Quanto à aplicação dos principais modelos administrativos na atual administração pública brasileira, enumere a 2ª coluna com base na 1ª:

Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta obtida no sentido de cima para baixo.

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Questão 24 de 40 Q1174124 Q24 da prova
Leia o texto abaixo e responda as questões 21 a 40.

Quanto aos princípios fundamentais da administração pública, enumere a 2ª coluna com base na 1ª:

Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta, no sentido de cima para baixo.

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Questão 25 de 40 Q1174125 Q25 da prova
Leia o texto abaixo e responda as questões 21 a 40.

Muito embora os modelos burocrático e gerencial, no âmbito da administração pública, possuam diferenças estruturais, também é possível identificar ideias e proposições comuns entre eles, tal como

Muitas vezes, a centralização política e administrativa.

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Questão 26 de 40 Q1174126 Q26 da prova
Leia o texto abaixo e responda as questões 21 a 40.

Dentre os critérios de excelência do prêmio nacional da qualidade, importante ação desenvolvida no âmbito do GesPública, estão os seguintes, exceto:

Dentre os critérios de excelência do prêmio nacional da qualidade, importante ação desenvolvida no âmbito do GesPública, estão os seguintes, exceto:

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Questão 27 de 40 Q1174127 Q27 da prova
Leia o texto abaixo e responda as questões 21 a 40.

De acordo com o art. 7º da Lei nº 8.666, de 21 de junho de 1993, as regras dispostas a seguir são exigências para a realização de licitações de obras e serviços, exceto:

As regras dispostas a seguir são exigências para a realização de licitações de obras e serviços, exceto:

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Questão 28 de 40 Q1174128 Q28 da prova
Leia o texto abaixo e responda as questões 21 a 40.

De acordo com o art. 12 da Lei nº 8.666, de 21 de junho de 1993, entre os principais requisitos a serem considerados nos projetos básicos e executivos para licitação de obras e serviços estão os seguintes, exceto:

Entre os principais requisitos a serem considerados nos projetos básicos e executivos para licitação de obras e serviços estão os seguintes, exceto:

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Questão 29 de 40 Q1174129 Q29 da prova
Leia o texto abaixo e responda as questões 21 a 40.

A respeito das características dos atos administrativos, é correto afirmar que

É correto afirmar que

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Questão 30 de 40 Q1174130 Q30 da prova
Leia o texto abaixo e responda as questões 21 a 40.

Considere que um órgão público faça a expedição de um determinado ato administrativo, mas para que este ato possua exequibilidade, outro órgão precise conceder sua anuência. Este tipo de ato administrativo é classificado como

Este tipo de ato administrativo é classificado como

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Questão 31 de 40 Q1174131 Q31 da prova
Leia o texto abaixo e responda as questões 21 a 40.

Segundo o art. 41, § 1º, da Constituição Federal, o servidor público estatutário estável só perderá o cargo em quatro hipóteses. Entretanto, no que se refere aos cargos públicos vitalícios, adquirida a vitaliciedade, há somente uma hipótese para a sua perda, que é

Há somente uma hipótese para a sua perda, que é

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Questão 32 de 40 Q1174132 Q32 da prova
Leia o texto abaixo e responda as questões 21 a 40.

No geral, as leis brasileiras proíbem a acumulação remunerada de cargos ou empregos públicos. Entretanto, a Constituição Federal prevê algumas exceções nas quais a acumulação é permitida. Assinale a única alternativa que apresenta situação não compatível com essas exceções.

Assinale a única alternativa que apresenta situação não compatível com essas exceções.

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Questão 33 de 40 Q1174133 Q33 da prova
Leia o texto abaixo e responda as questões 21 a 40.

Os contratos administrativos possuem diversas características que os diferenciam dos contratos privados. Assim, assinale a alternativa que apresenta um elemento que não faz parte das características dos contratos administrativos.

Assinale a alternativa que apresenta um elemento que não faz parte das características dos contratos administrativos.

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Questão 34 de 40 Q1174134 Q34 da prova
Leia o texto abaixo e responda as questões 21 a 40.

De acordo com a Norma Regulamentadora nº 6, que trata sobre os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), são responsabilidades do trabalhador em relação aos EPI, exceto:

São responsabilidades do trabalhador em relação aos EPI, exceto:

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Questão 35 de 40 Q1174135 Q35 da prova
Leia o texto abaixo e responda as questões 21 a 40.

As Normas Regulamentadoras (NRs) são disposições complementares ao Capítulo V (Da Segurança e da Medicina do Trabalho) do Título II da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). Consistem em obrigações, direitos e deveres a serem cumpridos por empregadores e trabalhadores com o objetivo de garantir trabalho seguro e sadio, prevenindo a ocorrência de doenças e acidentes de trabalho. Essas normas se aplicam às várias organizações que empregam colaboradores por meio da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), sejam elas públicas ou privadas. Em relação ao disposto na Norma Regulamentadora nº 5, que trata sobre a Comissão Interna de Prevenção de Acidentes – CIPA, assinale a alternativa correta.

Assinale a alternativa correta.

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Questão 36 de 40 Q1174136 Q36 da prova
Leia o texto abaixo e responda as questões 21 a 40.

Ainda de acordo com a Norma Regulamentadora nº 5, que trata sobre a Comissão Interna de Prevenção de Acidentes – CIPA, esta deve ser composta por representantes do empregador e dos empregados. Quanto à eleição dos representantes dos empregados, assinale a alternativa que apresenta as diretrizes corretas.

Assinale a alternativa que apresenta as diretrizes corretas.

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Questão 37 de 40 Q1174137 Q37 da prova
Leia o texto abaixo e responda as questões 21 a 40.

Considerando o disposto na Norma Regulamentadora Nº 15, que trata sobre atividades e operações insalubres, assinale a única alternativa incorreta.

Assinale a única alternativa incorreta.

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Questão 38 de 40 Q1174138 Q38 da prova
Leia o texto abaixo e responda as questões 21 a 40.

Baseado no Decreto nº 9.758, de 11 de abril de 2019, que dispõe sobre a forma de tratamento e de endereçamento nas comunicações com agentes públicos da administração pública federal, são vedadas na comunicação com agentes públicos federais o uso das seguintes formas de tratamento, ainda que abreviadas, exceto:

São vedadas na comunicação com agentes públicos federais o uso das seguintes formas de tratamento, ainda que abreviadas, exceto:

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Questão 39 de 40 Q1174139 Q39 da prova
Leia o texto abaixo e responda as questões 21 a 40.

Levando-se em consideração as orientações constantes na 3ª Ed. do Manual de Redação da Presidência da República, sobre as partes do documento no padrão ofício, estão corretas as seguintes orientações sobre os elementos de identificação do expediente, exceto:

Estão corretas as seguintes orientações sobre os elementos de identificação do expediente, exceto:

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Questão 40 de 40 Q1174140 Q40 da prova
Leia o texto abaixo e responda as questões 21 a 40.

Ainda levando-se em consideração as orientações constantes na 3ª Ed. do Manual de Redação da Presidência da República, sobre as partes do documento no padrão ofício, estão corretas as seguintes orientações sobre a grafia de local e data do documento, exceto:

Estão corretas as seguintes orientações sobre a grafia de local e data do documento, exceto:

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