Provas para Download

Prova Técnico em Enfermagem - Pref. Careaçu/MG
Visualizar os arquivos PDF
Ver tecnico-em-enfermagem.pdf
PDF
tecnico-em-enfermagem.pdf
Ver gabarito-oficial.pdf
PDF
gabarito-oficial.pdf
Download dos arquivos PDF
Baixar tecnico-em-enfermagem.pdf
PDF
tecnico-em-enfermagem.pdf
Baixar gabarito-oficial.pdf
PDF
gabarito-oficial.pdf
Compartilhar os arquivos PDF
Ver tecnico-em-enfermagem.pdf
PDF
tecnico-em-enfermagem.pdf
Ver gabarito-oficial.pdf
PDF
gabarito-oficial.pdf
Compartilhe:
Questões extraídas da Prova :: clique na alternativa correta
0
Acertos
0
Erros
30
Restantes
Questão 1 de 30 Q1 da prova
AS QUESTÕES DE 01 A 05 SE REFEREM AO TEXTO A SEGUIR.

Visão do Correio: nova temporada da dengue requer atenção
Mal saiu de uma das maiores crises de dengue da história, o país acumula uma série de fatores que podem mergulhá-lo em um novo quadro de disseminação exacerbada da doença e, consequentemente, mais mortes
05/01/2025

O saber científico acumulado indica que as grandes epidemias de dengue são espaçadas, dão-se em ciclos separados por dois a cinco anos. Esses mesmos estudiosos alertam para a importância de considerar as excepcionalidades. Os vírus surpreendem. E os humanos, também. Ao que parece, o Brasil começa 2025 imerso em um cenário que foge à normalidade sanitária. Mal saiu de uma das maiores crises de dengue da história, o país acumula uma série de fatores que podem mergulhá-lo em um novo quadro de disseminação exacerbada da doença e, consequentemente, mais mortes.
O primeiro deles é o ressurgimento do sorotipo 3 do vírus da dengue. A Fiocruz detectou em 2023 a recirculação no país da variante que estava fora de circuito havia cerca de 15 anos. Sabe-se que a reinfeção por vírus diferentes aumenta o risco de agravamento da doença. Portanto, ao menos 6,4 milhões de brasileiros estão, agora, mais suscetíveis. Segundo o Ministério da Saúde (MS), ao longo de 2024, o Brasil registrou 6.484.890 casos prováveis de dengue — um aumento de 293% quando comparado a 2023. Considerando o apagão de diagnósticos e assistência no auge da última crise, o grupo de vulneráveis é certamente bem maior.
Também é desafiante a nova realidade climática, resultante de uma combinação de eventos extremos que favorecem a dengue. Um estudo da Universidade de Stanford divulgado em novembro indica que, hoje, quase 20% dos casos da doença registrados no mundo podem ser decorrentes da crise ambiental. Em áreas endêmicas com temperaturas entre 20ºC e 29ºC, que aceleram a reprodução do Aedes aegypti, pode haver um aumento de 150% a 200% nos casos de infecção nos próximos anos. O Brasil quebrou o recorde de temperatura em 2024, com a média de 25,02°C, teve um 2023 com 24,92°C e, analisando os esforços locais e internacionais pela sustentabilidade do planeta, não deve ver os termômetros arrefecerem em 2025.
Entra aí um terceiro fator que merece alerta neste começo de ano. Trata-se também de um período de trocas de lideranças em áreas estratégicas para o combate [____] dengue. De forma geral, 8% dos secretários de saúde são substituídos mensalmente no país, segundo cálculos do Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems). Logo após as eleições municipais, a taxa de rotatividade aumenta, o que pode comprometer a continuidade de ações preventivas e de assistência aos infectados. Não à toa, em um encontro em outubro para discutir a temporada da dengue de 2025, especialistas brasileiros (Fiocruz, FGV e MS) e estrangeiros defenderam a criação de um sistema nacional de monitoramento do mosquito, buscando padronizar a coleta de dados e a atuação de agentes públicos.
Empossados, os gestores se depararam ainda com a baixa cobertura vacinal — a média é de que sete em cada 10 pessoas que aderiram à imunização contra a dengue não estão com a carteira atualizada. A imunização reduz o risco de hospitalização e óbito, que também bateu recorde em 2024: foram 5.972, um crescimento de 406% em relação ao ano anterior.
Ainda que modelos preditivos indiquem que este verão será de queda nas curvas da dengue, não há margens para relaxamento. Ao contrário. Sobram elementos capazes de fazer com que, desta vez, a doença tenha um sabático encurtado. Mesmo que atípicos, são fatores conhecidos; [_______] , passíveis de intervenção.

Levando-se em consideração a regência nominal padrão e o contexto semântico em que se encontra a lacuna inserida no quarto parágrafo do texto, tal espaço fica corretamente preenchido pela seguinte alternativa:

Questão 2 de 30 Q2 da prova
AS QUESTÕES DE 01 A 05 SE REFEREM AO TEXTO A SEGUIR.

Visão do Correio: nova temporada da dengue requer atenção
Mal saiu de uma das maiores crises de dengue da história, o país acumula uma série de fatores que podem mergulhá-lo em um novo quadro de disseminação exacerbada da doença e, consequentemente, mais mortes
05/01/2025

O saber científico acumulado indica que as grandes epidemias de dengue são espaçadas, dão-se em ciclos separados por dois a cinco anos. Esses mesmos estudiosos alertam para a importância de considerar as excepcionalidades. Os vírus surpreendem. E os humanos, também. Ao que parece, o Brasil começa 2025 imerso em um cenário que foge à normalidade sanitária. Mal saiu de uma das maiores crises de dengue da história, o país acumula uma série de fatores que podem mergulhá-lo em um novo quadro de disseminação exacerbada da doença e, consequentemente, mais mortes.
O primeiro deles é o ressurgimento do sorotipo 3 do vírus da dengue. A Fiocruz detectou em 2023 a recirculação no país da variante que estava fora de circuito havia cerca de 15 anos. Sabe-se que a reinfeção por vírus diferentes aumenta o risco de agravamento da doença. Portanto, ao menos 6,4 milhões de brasileiros estão, agora, mais suscetíveis. Segundo o Ministério da Saúde (MS), ao longo de 2024, o Brasil registrou 6.484.890 casos prováveis de dengue — um aumento de 293% quando comparado a 2023. Considerando o apagão de diagnósticos e assistência no auge da última crise, o grupo de vulneráveis é certamente bem maior.
Também é desafiante a nova realidade climática, resultante de uma combinação de eventos extremos que favorecem a dengue. Um estudo da Universidade de Stanford divulgado em novembro indica que, hoje, quase 20% dos casos da doença registrados no mundo podem ser decorrentes da crise ambiental. Em áreas endêmicas com temperaturas entre 20ºC e 29ºC, que aceleram a reprodução do Aedes aegypti, pode haver um aumento de 150% a 200% nos casos de infecção nos próximos anos. O Brasil quebrou o recorde de temperatura em 2024, com a média de 25,02°C, teve um 2023 com 24,92°C e, analisando os esforços locais e internacionais pela sustentabilidade do planeta, não deve ver os termômetros arrefecerem em 2025.
Entra aí um terceiro fator que merece alerta neste começo de ano. Trata-se também de um período de trocas de lideranças em áreas estratégicas para o combate [____] dengue. De forma geral, 8% dos secretários de saúde são substituídos mensalmente no país, segundo cálculos do Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems). Logo após as eleições municipais, a taxa de rotatividade aumenta, o que pode comprometer a continuidade de ações preventivas e de assistência aos infectados. Não à toa, em um encontro em outubro para discutir a temporada da dengue de 2025, especialistas brasileiros (Fiocruz, FGV e MS) e estrangeiros defenderam a criação de um sistema nacional de monitoramento do mosquito, buscando padronizar a coleta de dados e a atuação de agentes públicos.
Empossados, os gestores se depararam ainda com a baixa cobertura vacinal — a média é de que sete em cada 10 pessoas que aderiram à imunização contra a dengue não estão com a carteira atualizada. A imunização reduz o risco de hospitalização e óbito, que também bateu recorde em 2024: foram 5.972, um crescimento de 406% em relação ao ano anterior.
Ainda que modelos preditivos indiquem que este verão será de queda nas curvas da dengue, não há margens para relaxamento. Ao contrário. Sobram elementos capazes de fazer com que, desta vez, a doença tenha um sabático encurtado. Mesmo que atípicos, são fatores conhecidos; [_______] , passíveis de intervenção.

Por “apagão de diagnósticos e assistência” (2º parágrafo), subentende-se que o número de pessoas infectadas pelo vírus da dengue no Brasil, em 2024,

Questão 3 de 30 Q3 da prova
AS QUESTÕES DE 01 A 05 SE REFEREM AO TEXTO A SEGUIR.

Visão do Correio: nova temporada da dengue requer atenção
Mal saiu de uma das maiores crises de dengue da história, o país acumula uma série de fatores que podem mergulhá-lo em um novo quadro de disseminação exacerbada da doença e, consequentemente, mais mortes
05/01/2025

O saber científico acumulado indica que as grandes epidemias de dengue são espaçadas, dão-se em ciclos separados por dois a cinco anos. Esses mesmos estudiosos alertam para a importância de considerar as excepcionalidades. Os vírus surpreendem. E os humanos, também. Ao que parece, o Brasil começa 2025 imerso em um cenário que foge à normalidade sanitária. Mal saiu de uma das maiores crises de dengue da história, o país acumula uma série de fatores que podem mergulhá-lo em um novo quadro de disseminação exacerbada da doença e, consequentemente, mais mortes.
O primeiro deles é o ressurgimento do sorotipo 3 do vírus da dengue. A Fiocruz detectou em 2023 a recirculação no país da variante que estava fora de circuito havia cerca de 15 anos. Sabe-se que a reinfeção por vírus diferentes aumenta o risco de agravamento da doença. Portanto, ao menos 6,4 milhões de brasileiros estão, agora, mais suscetíveis. Segundo o Ministério da Saúde (MS), ao longo de 2024, o Brasil registrou 6.484.890 casos prováveis de dengue — um aumento de 293% quando comparado a 2023. Considerando o apagão de diagnósticos e assistência no auge da última crise, o grupo de vulneráveis é certamente bem maior.
Também é desafiante a nova realidade climática, resultante de uma combinação de eventos extremos que favorecem a dengue. Um estudo da Universidade de Stanford divulgado em novembro indica que, hoje, quase 20% dos casos da doença registrados no mundo podem ser decorrentes da crise ambiental. Em áreas endêmicas com temperaturas entre 20ºC e 29ºC, que aceleram a reprodução do Aedes aegypti, pode haver um aumento de 150% a 200% nos casos de infecção nos próximos anos. O Brasil quebrou o recorde de temperatura em 2024, com a média de 25,02°C, teve um 2023 com 24,92°C e, analisando os esforços locais e internacionais pela sustentabilidade do planeta, não deve ver os termômetros arrefecerem em 2025.
Entra aí um terceiro fator que merece alerta neste começo de ano. Trata-se também de um período de trocas de lideranças em áreas estratégicas para o combate [____] dengue. De forma geral, 8% dos secretários de saúde são substituídos mensalmente no país, segundo cálculos do Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems). Logo após as eleições municipais, a taxa de rotatividade aumenta, o que pode comprometer a continuidade de ações preventivas e de assistência aos infectados. Não à toa, em um encontro em outubro para discutir a temporada da dengue de 2025, especialistas brasileiros (Fiocruz, FGV e MS) e estrangeiros defenderam a criação de um sistema nacional de monitoramento do mosquito, buscando padronizar a coleta de dados e a atuação de agentes públicos.
Empossados, os gestores se depararam ainda com a baixa cobertura vacinal — a média é de que sete em cada 10 pessoas que aderiram à imunização contra a dengue não estão com a carteira atualizada. A imunização reduz o risco de hospitalização e óbito, que também bateu recorde em 2024: foram 5.972, um crescimento de 406% em relação ao ano anterior.
Ainda que modelos preditivos indiquem que este verão será de queda nas curvas da dengue, não há margens para relaxamento. Ao contrário. Sobram elementos capazes de fazer com que, desta vez, a doença tenha um sabático encurtado. Mesmo que atípicos, são fatores conhecidos; [_______] , passíveis de intervenção.

O vocábulo “arrefecerem”, empregado no terceiro parágrafo do texto, significa:

Questão 4 de 30 Q4 da prova
AS QUESTÕES DE 01 A 05 SE REFEREM AO TEXTO A SEGUIR.

Visão do Correio: nova temporada da dengue requer atenção
Mal saiu de uma das maiores crises de dengue da história, o país acumula uma série de fatores que podem mergulhá-lo em um novo quadro de disseminação exacerbada da doença e, consequentemente, mais mortes
05/01/2025

O saber científico acumulado indica que as grandes epidemias de dengue são espaçadas, dão-se em ciclos separados por dois a cinco anos. Esses mesmos estudiosos alertam para a importância de considerar as excepcionalidades. Os vírus surpreendem. E os humanos, também. Ao que parece, o Brasil começa 2025 imerso em um cenário que foge à normalidade sanitária. Mal saiu de uma das maiores crises de dengue da história, o país acumula uma série de fatores que podem mergulhá-lo em um novo quadro de disseminação exacerbada da doença e, consequentemente, mais mortes.
O primeiro deles é o ressurgimento do sorotipo 3 do vírus da dengue. A Fiocruz detectou em 2023 a recirculação no país da variante que estava fora de circuito havia cerca de 15 anos. Sabe-se que a reinfeção por vírus diferentes aumenta o risco de agravamento da doença. Portanto, ao menos 6,4 milhões de brasileiros estão, agora, mais suscetíveis. Segundo o Ministério da Saúde (MS), ao longo de 2024, o Brasil registrou 6.484.890 casos prováveis de dengue — um aumento de 293% quando comparado a 2023. Considerando o apagão de diagnósticos e assistência no auge da última crise, o grupo de vulneráveis é certamente bem maior.
Também é desafiante a nova realidade climática, resultante de uma combinação de eventos extremos que favorecem a dengue. Um estudo da Universidade de Stanford divulgado em novembro indica que, hoje, quase 20% dos casos da doença registrados no mundo podem ser decorrentes da crise ambiental. Em áreas endêmicas com temperaturas entre 20ºC e 29ºC, que aceleram a reprodução do Aedes aegypti, pode haver um aumento de 150% a 200% nos casos de infecção nos próximos anos. O Brasil quebrou o recorde de temperatura em 2024, com a média de 25,02°C, teve um 2023 com 24,92°C e, analisando os esforços locais e internacionais pela sustentabilidade do planeta, não deve ver os termômetros arrefecerem em 2025.
Entra aí um terceiro fator que merece alerta neste começo de ano. Trata-se também de um período de trocas de lideranças em áreas estratégicas para o combate [____] dengue. De forma geral, 8% dos secretários de saúde são substituídos mensalmente no país, segundo cálculos do Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems). Logo após as eleições municipais, a taxa de rotatividade aumenta, o que pode comprometer a continuidade de ações preventivas e de assistência aos infectados. Não à toa, em um encontro em outubro para discutir a temporada da dengue de 2025, especialistas brasileiros (Fiocruz, FGV e MS) e estrangeiros defenderam a criação de um sistema nacional de monitoramento do mosquito, buscando padronizar a coleta de dados e a atuação de agentes públicos.
Empossados, os gestores se depararam ainda com a baixa cobertura vacinal — a média é de que sete em cada 10 pessoas que aderiram à imunização contra a dengue não estão com a carteira atualizada. A imunização reduz o risco de hospitalização e óbito, que também bateu recorde em 2024: foram 5.972, um crescimento de 406% em relação ao ano anterior.
Ainda que modelos preditivos indiquem que este verão será de queda nas curvas da dengue, não há margens para relaxamento. Ao contrário. Sobram elementos capazes de fazer com que, desta vez, a doença tenha um sabático encurtado. Mesmo que atípicos, são fatores conhecidos; [_______] , passíveis de intervenção.

Em qual dos trechos a seguir a palavra grifada veicula, dentre outros sentidos, a ideia de tempo?

Questão 5 de 30 Q5 da prova
AS QUESTÕES DE 01 A 05 SE REFEREM AO TEXTO A SEGUIR.

Visão do Correio: nova temporada da dengue requer atenção
Mal saiu de uma das maiores crises de dengue da história, o país acumula uma série de fatores que podem mergulhá-lo em um novo quadro de disseminação exacerbada da doença e, consequentemente, mais mortes
05/01/2025

O saber científico acumulado indica que as grandes epidemias de dengue são espaçadas, dão-se em ciclos separados por dois a cinco anos. Esses mesmos estudiosos alertam para a importância de considerar as excepcionalidades. Os vírus surpreendem. E os humanos, também. Ao que parece, o Brasil começa 2025 imerso em um cenário que foge à normalidade sanitária. Mal saiu de uma das maiores crises de dengue da história, o país acumula uma série de fatores que podem mergulhá-lo em um novo quadro de disseminação exacerbada da doença e, consequentemente, mais mortes.
O primeiro deles é o ressurgimento do sorotipo 3 do vírus da dengue. A Fiocruz detectou em 2023 a recirculação no país da variante que estava fora de circuito havia cerca de 15 anos. Sabe-se que a reinfeção por vírus diferentes aumenta o risco de agravamento da doença. Portanto, ao menos 6,4 milhões de brasileiros estão, agora, mais suscetíveis. Segundo o Ministério da Saúde (MS), ao longo de 2024, o Brasil registrou 6.484.890 casos prováveis de dengue — um aumento de 293% quando comparado a 2023. Considerando o apagão de diagnósticos e assistência no auge da última crise, o grupo de vulneráveis é certamente bem maior.
Também é desafiante a nova realidade climática, resultante de uma combinação de eventos extremos que favorecem a dengue. Um estudo da Universidade de Stanford divulgado em novembro indica que, hoje, quase 20% dos casos da doença registrados no mundo podem ser decorrentes da crise ambiental. Em áreas endêmicas com temperaturas entre 20ºC e 29ºC, que aceleram a reprodução do Aedes aegypti, pode haver um aumento de 150% a 200% nos casos de infecção nos próximos anos. O Brasil quebrou o recorde de temperatura em 2024, com a média de 25,02°C, teve um 2023 com 24,92°C e, analisando os esforços locais e internacionais pela sustentabilidade do planeta, não deve ver os termômetros arrefecerem em 2025.
Entra aí um terceiro fator que merece alerta neste começo de ano. Trata-se também de um período de trocas de lideranças em áreas estratégicas para o combate [____] dengue. De forma geral, 8% dos secretários de saúde são substituídos mensalmente no país, segundo cálculos do Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems). Logo após as eleições municipais, a taxa de rotatividade aumenta, o que pode comprometer a continuidade de ações preventivas e de assistência aos infectados. Não à toa, em um encontro em outubro para discutir a temporada da dengue de 2025, especialistas brasileiros (Fiocruz, FGV e MS) e estrangeiros defenderam a criação de um sistema nacional de monitoramento do mosquito, buscando padronizar a coleta de dados e a atuação de agentes públicos.
Empossados, os gestores se depararam ainda com a baixa cobertura vacinal — a média é de que sete em cada 10 pessoas que aderiram à imunização contra a dengue não estão com a carteira atualizada. A imunização reduz o risco de hospitalização e óbito, que também bateu recorde em 2024: foram 5.972, um crescimento de 406% em relação ao ano anterior.
Ainda que modelos preditivos indiquem que este verão será de queda nas curvas da dengue, não há margens para relaxamento. Ao contrário. Sobram elementos capazes de fazer com que, desta vez, a doença tenha um sabático encurtado. Mesmo que atípicos, são fatores conhecidos; [_______] , passíveis de intervenção.

Qual das palavras abaixo NÃO conecta adequadamente as ideias do último período do editorial?

Questão 6 de 30 Q6 da prova

Dois números estão na razão de 3:5 e sua soma é 64. Qual é o valor do maior número?

Questão 7 de 30 Q7 da prova

Em uma empresa, os funcionários A, B e C dividiram um prêmio de R$ 12.000,00 em partes proporcionais aos números 2, 3 e 5. Quanto recebeu o funcionário C?

Questão 8 de 30 Q8 da prova

Uma loja oferece um desconto composto de 10% e, em seguida, 5% sobre o preço original de um produto que custa R$ 1.000,00. Qual é o preço final pago pelo cliente?

Questão 9 de 30 Q9 da prova

Em uma progressão aritmética (PA) de razão 5, o primeiro termo é 3. Qual é o valor do oitavo termo dessa PA?

Questão 10 de 30 Q10 da prova

Uma fábrica produz 240 unidades de um produto em 8 horas, utilizando 5 máquinas. Se o número de máquinas for aumentado para 10 e o trabalho precisar ser concluído em 4 horas, quantas unidades serão produzidas?

Questão 11 de 30 Q11 da prova

Nossa primeira constituição foi outorgada depois de qual fato histórico a seguir?

Questão 12 de 30 Q12 da prova

O Plano Real foi lançado no mandato de qual ex-presidente a seguir?

Questão 13 de 30 Q13 da prova

Primeiro Feriado Cívico Nacional a ser comemorado em 2025:

Questão 14 de 30 Q14 da prova

RESPECTIVAMENTE, são os dois segundos maiores estados do Brasil, em economia em população:

Questão 15 de 30 Q15 da prova

Ano em que Careaçu obteve sua emancipação administrativa passando a condição de município:

Questão 16 de 30 Q16 da prova

O técnico de enfermagem, ao preparar uma sala de vacinação em uma unidade básica de saúde, identifica que a temperatura do refrigerador utilizado na conservação de imunobiológicos está fora do intervalo recomendado. Qual medida deve ser priorizada para garantir a qualidade dos imunobiológicos armazenados?

Questão 17 de 30 Q17 da prova

Uma criança de 3 anos apresenta engasgo súbito, está consciente, mas com sinais de obstrução total das vias aéreas. A conduta imediata mais adequada para este caso é:

Questão 18 de 30 Q18 da prova

Durante o atendimento de uma criança em parada cardiorrespiratória, o técnico de enfermagem inicia as manobras de RCP. De acordo com as diretrizes mais recentes, qual é a frequência correta das compressões torácicas em crianças?

Questão 19 de 30 Q19 da prova

Uma criança de 4 anos é atendida no setor de emergência após apresentar uma crise convulsiva febril generalizada que durou 8 minutos. Após a estabilização inicial, o técnico de enfermagem realiza os cuidados contínuos para prevenir novas crises e monitorar complicações. Dentre as condutas abaixo, qual é a mais adequada para o acompanhamento desse paciente, conforme as diretrizes clínicas?

Questão 20 de 30 Q20 da prova

A gravidez ectópica caracteriza-se pela implantação do saco gestacional fora da cavidade uterina. Sobre a gravidez ectópica, analise as sentenças abaixo: I. O quadro clínico inicial geralmente inclui dor pélvica e sangramento vaginal escasso. II. A elevação da gonadotropina coriônica humana acima de 10.000 mUI/mL descarta a hipótese de gravidez ectópica. III. A gravidez ectópica pode evoluir de forma segura até o segundo trimestre, desde que monitorada regularmente. IV. Em geral, o tratamento envolve metotrexato, mas realiza-se ressecção cirúrgica se há suspeita de ruptura. Está(ão) correta(s):

Questão 21 de 30 Q21 da prova

A Doença Hipertensiva Específica da Gestação (DHEG), é uma complicação frequente durante o período da gravidez e diz respeito as doenças hipertensivas que ocorrem após a segunda metade da gestação, oriunda de alterações decorrentes da invasão trofoblástica. Associe os tipos de hipertensão na gestação com sua descrição correta. I. Hipertensão Arterial Gestacional II. Hipertensão Arterial Crônica III. Pré-Eclâmpsia A. A pressão arterial está presente antes da gestação ou é diagnosticada até a vigésima semana em gestantes que desconheciam valores anteriores de sua pressão arterial, perdurando além da sexta semana pós-parto. B. Consiste em pressão arterial elevada que aparece após a vigésima semana da gravidez e costuma desaparecer até dez dias após o parto (hipertensão transitória). C. É caracterizada por hipertensão arterial e excesso de proteína na urina e pode causar o desprendimento da placenta e o nascimento prematuro do bebê. A associação correta é:

Questão 22 de 30 Q22 da prova

No contexto de uma exacerbação aguda de DPOC, qual parâmetro indica a necessidade de intubação orotraqueal?

Questão 23 de 30 Q23 da prova

Sobre o Infarto Agudo do Miocárdio, assinale a alternativa INCORRETA.

Questão 24 de 30 Q24 da prova

Sobre o manejo da hipotermia, analise as afirmações abaixo e marque "V" para verdadeiro ou "F" para falso: ( ) A prioridade é prevenir mais perda de calor, removendo roupas úmidas e isolando os pacientes. ( ) A reanimação hídrica é essencial porque os pacientes apresentam são tipicamente hipervolemia. ( ) Na hipotermia leve com termorregulação intacta, o isolamento com cobertores aquecidos e a ingestão de líquidos quentes são medidas adequadas. ( ) Na hipotermia grave, paciente hipotensos ou com parada cardíaca exigem reaquecer central. A ordem correta é:

Questão 25 de 30 Q25 da prova

Um trabalhador rural foi encontrado em ambiente externo sob exposição prolongada ao sol, apresentando temperatura corporal de 42°C, confusão mental, pele quente e seca. Sobre o manejo adequado desse paciente, assinale o que for correto.

Questão 26 de 30 Q26 da prova

Uma paciente de 55 anos, portadora de diabetes mellitus tipo 1, é admitida no pronto-socorro com quadro de náusea, vômito, desidratação, respiração profunda e rápida, e hálito cetônico. Diante desses sinais clínicos e laboratoriais, é possível afirmar que o quadro desse paciente corresponde a:

Questão 27 de 30 Q27 da prova

Um técnico de enfermagem está administrando uma injeção intramuscular em um paciente adulto no músculo vasto lateral. Qual das seguintes técnicas está correta para evitar complicações durante o procedimento?

Questão 28 de 30 Q28 da prova

Um paciente com diagnóstico de DPOC recebe prescrição de nebulização com solução salina hipertônica e broncodilatador. Em relação ao uso do nebulizador, considere as seguintes ações: I. Orientar o paciente a respirar rapidamente para evitar irritação brônquica. II. Posicionar o paciente sentado ou semi-sentado para facilitar a expansão pulmonar. III. Preparar a solução diretamente na câmara do nebulizador, sem utilizar diluentes. IV. Verificar se não há vazamento na conexão do fluxômetro com o tubo extensor. Está(ão) correta(s):

Questão 29 de 30 Q29 da prova

Assinale a alternativa que NÃO corresponde a uma conduta para reduzir o risco de flebite química ou mecânica em punção venosa periférica.

Questão 30 de 30 Q30 da prova

Em relação a aferição da pressão arterial em um paciente adulto, analise as afirmações abaixo e marque "V" para verdadeiro ou "F" para falso: ( ) O manguito deve ser inserido exatamente na região da fossa cubital. ( ) O estetoscópio deve estar posicionado sobre a artéria braquial. ( ) Posicionar o braço do paciente na altura do coração durante a medição. ( ) O manguito deve ser inflado pelo menos até 50 mmHg acima da pressão estimada pelo pulso palpado. Está(ão) correta(s):

Acertos
Erros
30
Total