De acordo com a Lei n. 9.394/1996, o dever do Estado com a educação escolar pública implica a garantia de
A Lei de Diretrizes e Bases da Educação (Lei n.9.394/1996) regulamenta a organização da educação nacional, indicando que a União, os estados e os municípios organizarão, em regime de colaboração, os respectivos sistemas de ensino. Dessa forma, cabe à União, aos estados e municípios, respectivamente,
A relação entre a formulação de Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Básica e o trabalho desenvolvido pelas instituições de ensino superior é implicitamente evidenciada na apresentação de um dos objetivos fundamentais das diretrizes, qual seja,
As Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Básica apontam que: “a educação para todos não é viabilizada por decreto, resolução, portaria ou similar, ou seja, não se efetiva tão somente por meio de prescrição de atividades de ensino ou de estabelecimento de parâmetros ou diretrizes curriculares: a educação de qualidade social é conquista e, como conquista da sociedade brasileira, é manifestada pelos movimentos sociais, pois é direito de todos”. Com esta afirmação, o documento quer chamar a atenção para a ideia de que
As políticas de formação dos profissionais da educação definidas pelo Ministério da Educação são orientações cujo objetivo central destacado nas Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Básica é o de
De acordo com o Plano de Desenvolvimento Institucional da UFG (2018-2022), “as instituições de educação superior (IES), especialmente as públicas e particularmente as federais, possuem um lugar central na sociedade brasileira, sendo responsáveis pela formação de profissionais altamente qualificados nas mais diferentes áreas do conhecimento. Espera-se que essa formação contribua para o aprimoramento da sociedade, ampliando a capacidade dos egressos de entender a realidade em que vivem, de tomar decisões alicerçadas no conhecimento, considerada a perspectiva humanística, e de ampliar a capacidade científica-tecnológica e artística, buscando a melhoria da qualidade de vida da população.” Com base nessas premissas, a principal missão de uma IES é
Entre os objetivos e metas associados à política de ensino da UFG, incluindo a educação básica, a graduação e após-graduação, descritos no Plano de Desenvolvimento Institucional (2018-2022), o que mais se configura como ação de extensão universitária é o de
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| É preciso considerar que as tecnologias, sejam elas novas (como o computador e a Internet), sejam velhas(como o giz e a lousa), condicionam os princípios, a organização e as práticas educativas e impõem profundas mudanças na maneira de organizar os conteúdos a serem ensinados, as formas como serão trabalhadas e acessadas as fontes de informação, e os modos, individuais e coletivos, como irão ocorrer as aprendizagens. |
Em entrevista, o professor Cipriano Carlos Luckesi definiu da seguinte forma a avaliação escolar: “um juízo de qualidade sobre dados relevantes para uma tomada de decisão.” (revista Nova Escola on-line, abril, 2006.). Com base nessa definição, só há avaliação quando
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| Os critérios de avaliação do saber dos meninos e meninas que a escola usa, intelectualistas, formais, livrescos, necessariamente ajudam as crianças das classes sociais chamadas favorecidas, enquanto desajudam os meninos e meninas populares. E na avaliação do saber das crianças, quer quando recém chegam à escola, quer durante o tempo em que nela estão, a escola, de modo geral, não considera o saber de experiência feito que as crianças trazem consigo. Mais uma vez, a desvantagem é das crianças populares |
Trabalhar com a educação, em qualquer dos seus níveis, implica ter clareza quanto à finalidade, à realidade e ao plano de ação com os quais se vai trabalhar, ou seja, implica uma organização de intencionalidades. Esse movimento,no trabalho pedagógico, é característico da ação de
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| Um corpo de conhecimentos, entesourado numa universidade e corporificado numa série de competentes volumes é o resultado de intensa atividade intelectual anterior. Instruir alguém nessa matéria não é levá-lo a armazenar resultados na mente, e sim ensiná-lo a participar do processo que torna possível a obtenção do conhecimento: ensinamos não para produzir minúsculas bibliotecas vivas ambulantes, mas para fazer o estudante pensar, matematicamente, por si mesmo, para considerar os assuntos como faria um historiador, tomar parte do processo de aquisição de conhecimento. Conhecer é um processo, não um produto |
A representação de tudo o que os alunos aprendem pela convivência e espontaneidade com várias práticas, comportamentos e atitudes que vigoram no ambiente escolar se refere à ideia de um currículo
A experiência social do indivíduo contemporâneo é inacabada, pois à medida que as referências sociais e identitárias compartilhadas se ampliam e diversificam, criam-se alternativas de escolhas possíveis aos indivíduos, multiplicando as possibilidades de participação em grupos e espaços de identidade. Assim, a experiência social dos sujeitos se dá
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| Quando se contrapõe a discriminação subjacente aos fatos mencionados com o princípio de igualdade que teoricamente rege o sistema educativo, chega-se à conclusão de que se educa para a crença na igualdade de direitos e pratica-se a discriminação. As práticas sociais que regulam as ações e as que sistematizam as crenças não somente são distintas, mas se sustentam em princípios éticos opostos. Essa divergência dificulta enormemente a socialização de alunos e alunas. A força do costume faz com que se aceite com naturalidade que os textos escolares situem os homens e os meninos em um status social superior ao das mulheres e das meninas; faz com que os meninos sejam representados realizando atividades socialmente valorizadas enquanto se relegam às meninas atividades consideradas de segunda ordem. Também a força do costume faz com que os rapazes sejam estimulados a se identificar com modelos de comportamento agressivo que dificultam sua entrada no mundo das relações interpessoais e dos vínculos afetivos; isso acaba condenando-os a resolver os problemas por caminhos violentos. Existe, portanto, uma importante discriminação por razões de gênero. |
As políticas nacionais para a educação das relações étnico-raciais implicam em medidas de ações afirmativas, tais como:
De acordo com a LDB, a educação escolar brasileira se compõe de
O tempo é elemento estruturante da educação escolar, sendo alvo da regulação da LDB, tal como se verifica na instrução de
São premissas da educação profissional definidas pelo Decreto-Lei n. 5.154/2004:
A estruturação de cursos deverá observar as áreas que preferencialmente “maior sintonia guardarem com as demandas de nível local e regional, de forma a contribuir com o fortalecimento das estratégias de desenvolvimento socioeconômico e cultural.” (Parágrafo único do Decreto n.5.840, de 13 de julho de 2006). A preocupação explicitada deve pautar a criação de cursos cujo objeto é a educação
O Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI) é um documento no qual se definem a missão da instituição de ensino superior e as estratégias para atingir suas metas e objetivos, abrangendo um período de cinco anos. O tratamento conferido aos dados e informações da instituição deve situar: 1º) dimensão, 2º) categoria de análise, 3º) respectivo indicador (Disponível em: <http://www2.mec. -gov.br/sapiens/Form_PDI.htm>. Acesso em: 28 fev. 2018). Num texto de PDI, constitui, respectivamente, dimensão, categoria de análise e indicador:
“Nos arredores da Universidade de Stanford, conheci outra universidade, não tão grande, que dá cursos de obediência. Os alunos, cães de todas as raças, cores e tamanhos, aprendem a não ser cães. Quando latem, a professora os castiga com um beliscão no focinho ou com um doloroso tirão na coleira de agulhões de aço. Quando calam, a professora lhes recompensa o silêncio com guloseimas. Assim se ensina o esquecimento de latir.” (GALEANO, E. De pernas pro ar: a escola do mundo avesso. (Porto Alegre: L&PM Editores, 2009. p. 230). O fragmento acima constitui uma metáfora do modelo de avaliação que contraria a humanização e promove a
Até o ano de 2011 havia 115 milhões de pessoas com idade acima de 10 anos que possuíam celular (IBGE, 2013). Existe tanto pressão como resistência à inserção de smartphones e congêneres nas salas de aula. Algumas das desvantagens podem ajudar a entender a resistência de professores ao seu uso. Constituem, respectivamente, vantagem e desvantagem do uso de smartphones em sala de aula:
O fragmento a seguir é de autoria de Carlos Drummond de Andrade.
| [...] Deus que livre vocês de decorar sem entender, nomes, datas, fatos... Deus que livre vocês de aceitarem conhecimentos "prontos", mediocremente embalado nos livros didáticos descartáveis. Deus que livre vocês de ficarem passivos, ouvindo e repetindo, repetindo, repetindo... Eu também queria uma escola que ensinasse a conviver, a cooperar, a respeitar, a esperar, a saber viver [...] |
Em conformidade com as Diretrizes Curriculares Nacionais da Educação Básica, são modalidades da educação básica:
São referências conceituais que baseiam o projeto nacional de educação veiculado pelas Diretrizes Curriculares Nacionais da Educação:
A etapa de ensino da educação básica que tem maior duração é
Os princípios básicos que devem pautar a Educação Infantil são: 1) princípios éticos; 2) princípios políticos; 3) princípios estéticos. Constituem, respectivamente, exemplos desses princípios:
De acordo com as Diretrizes Curriculares da Educação Básica para o Ensino Fundamental, os componentes curriculares obrigatórios serão organizados em relação às áreas de conhecimento da seguinte maneira:
A educação especial é modalidade educativa que perpassa todos os segmentos da escolarização, constituindo-se como desafio relevante para a escola. A educação inclusiva abrange as seguintes deficiências: 1º) deficiência visual e auditiva, 2º) deficiência intelectual, 3º) deficiência física, 4º) transtorno global, 5º) altas habilidades. Cada uma delas caracteriza necessidades educacionais especiais (NEE) que garantem ao aluno a requisição de benefícios específicos. De acordo com a ordem em que foram apresentadas as cinco deficiências constantes na educação inclusiva, constituem, respectivamente, apoios especializados:
“Ao examinar a forma como diversas forças modelaram o currículo e suas consequências para as salas de aula durante o último século, eu empreguei a metáfora de um furacão para ilustrar a diferença entre teoria curricular, cursos de estudo, material usado e instrução em sala de aula. O furacão agita o oceano levantando ondas de até seis metros de altura. A dois metros sob a superfície,águas turbulentas remoinham. Enquanto isso, no fundo do oceano, vive um imperturbável molusco.” (CUBAN, 1984,p. 2). Cuban está se referindo à escola americana. Sua posição metaforiza três planos: o debate em torno das políticas curriculares, a formação docente e o cotidiano das práticas escolares na sala de aula. O tratamento dado ao currículo na sala de aula é, assim, anunciado como prática
O programa do governo federal que tem como perspectiva a proposta de integração da educação profissional à educação básica, buscando a superação da dualidade trabalho manual e intelectual, assumindo o trabalho na sua perspectiva criadora e não alienante, pode ser reconhecido pela sigla:
O documento que oferece às escolas e aos sistemas de ensino “conjuntos articulados de princípios, critérios e procedimentos a serem observados na organização e no planejamento de suas atividades assim como na execução e avaliação dos seus cursos e projetos pedagógicos” é assim intitulado:
De acordo com Celso Vasconcellos, o planejamento do ensino-aprendizagem pode ser compreendido como “método de relacionamento com o real, limitado, porém indispensável se não abrimos mão da nossa condição de sujeitos da história” (1989, p. 148). Neste sentido, o planejamento docente teria a força de
O conjunto dos procedimentos de avaliação empregados por professores e descritos a seguir foi elaborado por Jussara Hoffman (2007, p. 146).
| - Utiliza métodos comparativos e/ou impressionistas de análise; - Expressa resultados quantitativos; - Corrige e/ou analisa o teste com finalidade de aprovar ou reprovar o aluno; - Analisa as respostas do aluno com base em expectativas predeterminadas ou em relação ao grupo. |




























