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Prova Técnico de Saúde Bucal - Pref. Pedro Velho/RN
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Questão 1 de 30 Q1 da prova

Identifique a alternativa que possui erro no acento grave:

Questão 2 de 30 Q2 da prova

Identifique a alternativa em que a classe gramatical está identificada de maneira incorreta:

Questão 3 de 30 Q3 da prova
Leia o texto a seguir:
AUTORRETRATO
Até hoje, quando me olho ao espelho, fico assombrado. Então, eu sou aquilo que aparece escovando os dentes, fazendo a barba, verificando o estrago do tempo nos meus olhos? Sempre fui assim? Ou fui pior ou melhor? Quando escovo os dentes, por exemplo, sinto o gosto da infância que nunca foi embora, que me persegue e, em certo sentido, me ameaça. Não pedi para nascer e muito menos para crescer. Não tenho nada com o adulto que substituiu a criança espantada diante do mundo, gostando e temendo o mundo. Fugindo e querendo ser do mundo. Não sou nostálgico, tenho até aversão aos nostálgicos. Sou melancólico — o que é outra coisa, apesar de parecida. Em criança, gostava das histórias em que um menino partia para conhecer o mundo, envolvia-se com os outros, o gigante que morava no castelo, o duende que morava na floresta, a bruxa de olhos verdes que tinha uma cesta de maçãs (como na história da Branca de Neve), a fada que não tinha rosto, silhueta apenas, e que, apesar de tudo, me protegia. Gostando ou não dessa gente, eu não perdia a noção de que estava cumprindo um destino, uma missão: conhecer o mundo. Um dia voltaria para dentro de mim, farto dos outros, farto de mim mesmo. A busca transformou-se num retorno — por isso, talvez, minha atividade mais constante é escrever. Um gesto tão infantil como o de escovar os dentes, sentir na boca o gosto da espuma crescendo. Um rito infantil que talvez nunca tenha mudado, é sempre o mesmo. Daí a pouca ou nenhuma importância que dou ao adulto que me sucedeu. É um farsante. Finge levar a vida com a seriedade possível, mas está louco para que a missão acabe e ele possa voltar a ser o menino que cresceu contra a vontade. Por isso, foi mudo até os cinco anos, não conseguia pronunciar nenhuma palavra, nenhum som articulado. E quando falou, falou errado. Trocava as letras, até os 15 anos tropeçava nas palavras. Fez testes (científicos na época) para avaliar o grau de sua dormência mental. No fundo, ele até que se distraía: falar errado ou nada falar era um recurso para não assumir a vida que não quis nem pediu. Até que fingiu bem. Entre mortos e feridos, teve seus momentos. Mais do que merecia ou precisava. Mesmo assim, nunca soube aproveitar esses momentos. Aos outros, sempre deu a impressão de não estar ali, de estar indo para outro lugar, aflito para ir embora e chegar a um lugar indeterminado onde não é esperado. Mas não importa. A convulsão de ir e de nunca chegar é um truque que ele aprendeu sem querer. O menino mudo até os cinco anos só falou quando levou um susto. Sua primeira palavra foi um grito. Prometeu-se nunca mais gritar, ainda que o preço do não grito fosse a palavra finalmente falada ou confusamente escrita. O menino encontrou um ofício, mas não um destino. (Carlos Heitor Cony, do livro O harém das bananeiras)

Leia atentamente o trecho abaixo e indique qual foi a figura de linguagem utilizada: "Quando escovo os dentes, por exemplo, sinto o gosto da infância que nunca foi embora, que me persegue e, em certo sentido, me ameaça."

Questão 4 de 30 Q4 da prova
Leia o texto a seguir:
AUTORRETRATO
Até hoje, quando me olho ao espelho, fico assombrado. Então, eu sou aquilo que aparece escovando os dentes, fazendo a barba, verificando o estrago do tempo nos meus olhos? Sempre fui assim? Ou fui pior ou melhor? Quando escovo os dentes, por exemplo, sinto o gosto da infância que nunca foi embora, que me persegue e, em certo sentido, me ameaça. Não pedi para nascer e muito menos para crescer. Não tenho nada com o adulto que substituiu a criança espantada diante do mundo, gostando e temendo o mundo. Fugindo e querendo ser do mundo. Não sou nostálgico, tenho até aversão aos nostálgicos. Sou melancólico — o que é outra coisa, apesar de parecida. Em criança, gostava das histórias em que um menino partia para conhecer o mundo, envolvia-se com os outros, o gigante que morava no castelo, o duende que morava na floresta, a bruxa de olhos verdes que tinha uma cesta de maçãs (como na história da Branca de Neve), a fada que não tinha rosto, silhueta apenas, e que, apesar de tudo, me protegia. Gostando ou não dessa gente, eu não perdia a noção de que estava cumprindo um destino, uma missão: conhecer o mundo. Um dia voltaria para dentro de mim, farto dos outros, farto de mim mesmo. A busca transformou-se num retorno — por isso, talvez, minha atividade mais constante é escrever. Um gesto tão infantil como o de escovar os dentes, sentir na boca o gosto da espuma crescendo. Um rito infantil que talvez nunca tenha mudado, é sempre o mesmo. Daí a pouca ou nenhuma importância que dou ao adulto que me sucedeu. É um farsante. Finge levar a vida com a seriedade possível, mas está louco para que a missão acabe e ele possa voltar a ser o menino que cresceu contra a vontade. Por isso, foi mudo até os cinco anos, não conseguia pronunciar nenhuma palavra, nenhum som articulado. E quando falou, falou errado. Trocava as letras, até os 15 anos tropeçava nas palavras. Fez testes (científicos na época) para avaliar o grau de sua dormência mental. No fundo, ele até que se distraía: falar errado ou nada falar era um recurso para não assumir a vida que não quis nem pediu. Até que fingiu bem. Entre mortos e feridos, teve seus momentos. Mais do que merecia ou precisava. Mesmo assim, nunca soube aproveitar esses momentos. Aos outros, sempre deu a impressão de não estar ali, de estar indo para outro lugar, aflito para ir embora e chegar a um lugar indeterminado onde não é esperado. Mas não importa. A convulsão de ir e de nunca chegar é um truque que ele aprendeu sem querer. O menino mudo até os cinco anos só falou quando levou um susto. Sua primeira palavra foi um grito. Prometeu-se nunca mais gritar, ainda que o preço do não grito fosse a palavra finalmente falada ou confusamente escrita. O menino encontrou um ofício, mas não um destino. (Carlos Heitor Cony, do livro O harém das bananeiras)

No trecho “Gostando ou não dessa gente, eu não perdia a noção de que estava cumprindo um destino, uma missão: conhecer o mundo. Um dia voltaria para dentro de mim, farto dos outros, farto de mim mesmo. A busca transformou-se num retorno — por isso, talvez, minha atividade mais constante é escrever. Um gesto tão infantil como o de escovar os dentes, sentir na boca o gosto da espuma crescendo”, o pronome “se” é classificado como:

Questão 5 de 30 Q5 da prova
Leia o trecho a seguir:
A palavra alegria vem do latim alacer, alecris, que significa animado, vivaz, alegre, jovial ou risonho. Então, o estado de alegria é uma emoção boa, cheia de satisfação, plenitude e confiança. Quando estamos alegres, temos a sensação de que devemos seguir em frente. Sentimos vontade de realizar coisas, enfim, de viver. A alegria é uma atitude, por isso, não devemos esperar que os outros nos alegrem. Aliás, é muito ruim quando a gente depende das ações dos outros. Afinal, achamos que eles é que tem a obrigação de trazer ânimo e satisfação para as nossas vidas. Entenda que você é o único responsável pelas suas emoções!

Com relação à transitividade do verbo no trecho “aliás, é muito ruim quando a gente depende das ações dos outros”, é correto afirmar:

Questão 6 de 30 Q6 da prova

Assinale a alternativa que contém um verbo copulativo:

Questão 7 de 30 Q7 da prova
Leia o texto:
Há 70 anos, em 3 de outubro de 1953, era criada a PETROBRÁS, uma empresa estatal que detinha o monopólio da prospecção e exploração do petróleo no território brasileiro. A criação da empresa foi fruto da campanha “O petróleo é nosso”, iniciada após a eleição de Getúlio Vargas para seu segundo, período na Presidência. Sete décadas após sua criação, ficaram para trás o acento agudo e o foco exclusivo no território brasileiro. A PETROBRAS do século XXI opera em 14 países, prioritariamente nas áreas de exploração, produção, refino, comercialização e transporte de petróleo, gás natural e seus derivados, e ganhou reputação internacional no desenvolvimento de tecnologia avançada para a exploração petrolífera em águas profundas e ultraprofundas. Ficou para trás também o caráter 100% estatal. Atualmente, PETROBRAS está organizada como sociedade de economia mista, submete-se às regras gerais da administração pública e não mais detém o monopólio da exploração do petróleo em território nacional. Seu papel, no entanto, vai além da obtenção de lucro e envolve aspectos como geração de emprego e renda, além da promoção do desenvolvimento local nos lugares onde instala suas unidades e empreendimentos. Estes, muitas vezes, se situam em regiões remotas, que não despertam o apetite de companhias privadas. Permanece, assim, uma empresa estratégica para diversos aspectos do desenvolvimento econômico do país.

Identifique o gênero textual presente no texto acima:

Questão 8 de 30 Q8 da prova
Leia o trecho a seguir:
E Macabéa, com medo de que o silêncio já significasse uma ruptura, disse ao recém-namorado: – Eu gosto tanto de parafuso e prego, e o senhor? (Clarice Lispector, A hora da estrela, 1977)

No fragmento: “E Macabéa, com medo de”, classifique “com medo de”:

Questão 9 de 30 Q9 da prova
Analise o trecho a seguir e afirme a opção correta quando à reescrita:
Quando chegar a hora de voltar à sua estrela, poderá ser difícil dizer adeus para aquele mundo estranhamente lindo. (Sempre em frente, filme)

a) É possível substituir o trecho acima por: “Quando chegar a hora de voltar a sua estrela, poderá ser difícil dizer adeus para aquele mundo estranhamente lindo” sem que haja alterações de sentido.

Questão 10 de 30 Q10 da prova

Identifique a figura de linguagem presente no trecho a seguir: “Chove, Chuva, chove sem parar.” (Jorge Ben Jor)

Questão 11 de 30 Q11 da prova

A análise morfofuncional da cavidade bucal envolve uma compreensão aprofundada das estruturas dentárias, destacando-se os dentes caninos pela sua função específica no processo de mastigação. Considerando as peculiaridades anatômicas, como a morfologia das coroas e o formato radicular, além da sua localização estratégica na arcada dentária, qual das alternativas a seguir descreve com precisão a função primordial dos dentes caninos no contexto das dinâmicas biomecânicas da mastigação, e como essas características estruturais se correlacionam com sua função?

Questão 12 de 30 Q12 da prova

A cárie dentária é uma patologia multifatorial que envolve a interação entre bactérias cariogênicas presentes no biofilme dental e a superfície dentária, resultando em desmineralização e eventual cavitação dos tecidos dentários. Streptococcus mutans é amplamente reconhecida por seu papel significativo na etiologia da cárie. Considerando os processos bioquímicos envolvidos na patogênese dessa bactéria, qual das alternativas a seguir melhor explica o mecanismo pelo qual Streptococcus mutans contribui para o desenvolvimento da cárie, levando em conta fatores microbiológicos e ambientais?

Questão 13 de 30 Q13 da prova

A periodontite é uma doença inflamatória multifatorial, caracterizada pela destruição progressiva dos tecidos periodontais, incluindo o osso alveolar. Em casos avançados, a perda óssea alveolar compromete a estabilidade dentária. Considerando os mecanismos patológicos envolvidos, qual é a principal causa da destruição do osso alveolar na periodontite avançada e qual seria uma abordagem terapêutica eficaz para controlar e tratar esse processo?

Questão 14 de 30 Q14 da prova

A prevenção de doenças bucais, como a cárie dentária e as doenças periodontais, envolve a educação dos pacientes sobre as técnicas corretas de higiene oral e o uso de agentes químicos que auxiliam na remoção de biofilme. Entre os agentes antimicrobianos utilizados, qual é o mecanismo de ação da clorexidina, e qual a concentração mais comumente indicada para bochechos em pacientes com doenças periodontais?

Questão 15 de 30 Q15 da prova

Na radiologia odontológica, a radiografia periapical é um exame fundamental para o diagnóstico de condições que afetam as raízes dentárias e os tecidos periodontais. Qual é o principal critério técnico que diferencia a radiografia periapical da radiografia panorâmica no contexto do diagnóstico de lesões periapicais?

Questão 16 de 30 Q16 da prova

A biossegurança em odontologia é crucial para evitar a transmissão de doenças infecciosas durante os procedimentos clínicos. Sabendo disso, quais são os protocolos de biossegurança mais adequados para o manejo de aerossóis durante o uso de ultrassom em procedimentos de raspagem subgengival?

Questão 17 de 30 Q17 da prova

A periodontite é uma condição grave que envolve a destruição dos tecidos periodontais e pode levar à perda dentária se não tratada adequadamente. Um dos tratamentos mais eficazes é a regeneração tecidual guiada. Qual é o mecanismo envolvido nesse tipo de tratamento, e quais são suas indicações?

Questão 18 de 30 Q18 da prova

Na odontologia restauradora, a escolha do material restaurador é fundamental para garantir o sucesso e a longevidade do tratamento. As resinas compostas são amplamente utilizadas para restaurações estéticas, especialmente em dentes anteriores. Qual é o principal fator que determina a resistência mecânica das resinas compostas e como ele impacta a adesão ao esmalte?

Questão 19 de 30 Q19 da prova

O tratamento de lesões periapicais requer um entendimento preciso das estruturas envolvidas e das causas subjacentes. Sabendo que o tratamento endodôntico de dentes com lesões periapicais crônicas visa a eliminação da infecção do canal radicular, qual é o principal fator que influencia o sucesso desse tipo de tratamento e a prevenção de recidivas?

Questão 20 de 30 Q20 da prova

A terapia miofuncional orofacial é amplamente utilizada no tratamento de distúrbios que afetam a função de estruturas como a língua, os lábios e as bochechas. Entre os distúrbios que podem ser tratados com essa abordagem, a deglutição atípica está frequentemente relacionada a padrões inadequados de movimento lingual. Qual é a principal técnica terapêutica utilizada para corrigir a deglutição atípica e restabelecer a função normal?

Questão 21 de 30 Q21 da prova

No tratamento de pacientes com disfunção temporomandibular (DTM), a reabilitação funcional é um componente essencial da abordagem terapêutica. Qual é a técnica mais indicada para aliviar os sintomas de dor e disfunção articular em casos de DTM crônica, e qual o princípio fisiológico subjacente a essa intervenção?

Questão 22 de 30 Q22 da prova

A candidíase oral é uma infecção fúngica que pode ocorrer em indivíduos imunossuprimidos ou que utilizam próteses dentárias mal ajustadas. Qual é o protocolo de tratamento mais indicado para pacientes com candidíase oral associada ao uso de próteses, e como a higienização adequada das próteses previne a recorrência da infecção?

Questão 23 de 30 Q23 da prova

A avaliação de lesões bucais é parte fundamental do diagnóstico clínico em odontologia. Entre as lesões com potencial maligno, a eritroplasia é considerada uma das mais preocupantes devido à sua alta taxa de transformação em carcinoma. Qual é a principal característica clínica da eritroplasia, e como deve ser conduzido o manejo clínico desta condição?

Questão 24 de 30 Q24 da prova

O tratamento de fraturas dentárias pode envolver diferentes abordagens clínicas, dependendo da gravidade e da localização da fratura. Em casos de fraturas coronárias complicadas com exposição pulpar, qual é a principal técnica restauradora indicada para preservar a vitalidade pulpar e garantir a integridade estrutural do dente?

Questão 25 de 30 Q25 da prova

As lesões periodontais podem ser tratadas com diferentes abordagens cirúrgicas, dependendo da severidade da destruição dos tecidos de suporte. Em casos de defeitos ósseos verticais, qual é a técnica cirúrgica mais indicada para promover a regeneração óssea e restaurar os ligamentos periodontais?

Questão 26 de 30 Q26 da prova

A radiografia odontológica é uma ferramenta essencial no diagnóstico de patologias bucais. No contexto da avaliação de doenças periodontais avançadas, qual é a principal vantagem da radiografia digital periapical em relação à radiografia convencional?

Questão 27 de 30 Q27 da prova

Na odontologia restauradora, o isolamento absoluto é uma técnica fundamental para garantir a integridade do campo operatório e o sucesso da restauração. Qual é o principal benefício do uso do isolamento absoluto durante procedimentos restauradores, e como ele impacta a qualidade da restauração?

Questão 28 de 30 Q28 da prova

As técnicas de atendimento humanizado têm ganhado destaque na prática odontológica, especialmente em pacientes com ansiedade. Qual é a abordagem mais eficaz para reduzir a ansiedade odontológica e melhorar a experiência do paciente durante tratamentos invasivos?

Questão 29 de 30 Q29 da prova

A ergonomia em odontologia é crucial para a prevenção de lesões ocupacionais entre os profissionais de saúde bucal. No contexto da prática clínica, qual é a recomendação ergonômica mais importante para prevenir lesões musculoesqueléticas durante longos procedimentos odontológicos?

Questão 30 de 30 Q30 da prova

A terapia de fluência tem como objetivo tratar distúrbios como a gagueira, proporcionando ao paciente maior controle sobre a produção da fala. Qual é a técnica mais comumente utilizada na terapia de fluência, e qual é o princípio por trás de sua eficácia?

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