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Prova Técnico de Manutenção da Infraestrutura e Higienização Escolar - SMECEL/MT
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Questão 1 de 20 Q1 da prova
Leia o texto a seguir: Pão de Açúcar: um julgamento histórico para o patrimônio cultural brasileiro SONIA RABELLO Nesta quarta-feira, dia 27 de setembro, o Tribunal Federal da 2ª Região deverá decidir se ratifica, ou não, a liminar dada pelo Juízo da 20ª Vara Federal para suspender as enormes obras de instalação de quatro tirolesas, seus acessos, rampas, e outros equipamentos nos Penhascos Monumentais do Pão de Açúcar e Morro da Urca. A questão tomou dimensões internacionais, políticas e jurídicas de grande impacto. A dimensão política é concentrada, sobretudo, nos alegados benefícios de aumento de turistas que esta nova atração comercial poderia gerar. Porém, são só alegações, pois não foi apresentado qualquer estudo técnico destas opiniões que demonstre se existirá mesmo um significativo aumento de movimento turístico na Cidade, quando e com que duração, bem como os seus prós e contras. É claro que o marketing neste sentido é sempre chamativo. Mas tudo pode dar errado em poucos anos, como vários outros exemplos vivenciados no Rio. Tudo, até o momento, se resume somente a propagandas comerciais. A questão jurídica é complexa, pois no processo principal o Ministério Público alega, dentre outras questões, a nulidade da autorização do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), pois esta foi dada sem qualquer estudo técnico e em confronto direto com o que dispõe o art. 17 do Decreto-lei 25/37 que diz, textualmente que bens tombados “não poderão, de modo algum, ser ... mutilados”. É inegável que houve uma mutilação física no Penhasco. Pequena? Grande? O quão pequena ou grande uma mutilação pode ser, para dizermos que não houve mutilação? Se a questão é juridicamente complexa, é prudente que se dê a oportunidade de reexaminá-la de forma mais aprofundada, pela paralisação da obra controversa, aplicando-se, no caso, o princípio da precaução, e evitando-se assim que se consolide, em definitivo, o provável dano ao patrimônio e aos direitos públicos coletivos ao patrimônio cultural.

O objetivo do texto é:

Questão 2 de 20 Q2 da prova
Leia o texto a seguir: Pão de Açúcar: um julgamento histórico para o patrimônio cultural brasileiro SONIA RABELLO Nesta quarta-feira, dia 27 de setembro, o Tribunal Federal da 2ª Região deverá decidir se ratifica, ou não, a liminar dada pelo Juízo da 20ª Vara Federal para suspender as enormes obras de instalação de quatro tirolesas, seus acessos, rampas, e outros equipamentos nos Penhascos Monumentais do Pão de Açúcar e Morro da Urca. A questão tomou dimensões internacionais, políticas e jurídicas de grande impacto. A dimensão política é concentrada, sobretudo, nos alegados benefícios de aumento de turistas que esta nova atração comercial poderia gerar. Porém, são só alegações, pois não foi apresentado qualquer estudo técnico destas opiniões que demonstre se existirá mesmo um significativo aumento de movimento turístico na Cidade, quando e com que duração, bem como os seus prós e contras. É claro que o marketing neste sentido é sempre chamativo. Mas tudo pode dar errado em poucos anos, como vários outros exemplos vivenciados no Rio. Tudo, até o momento, se resume somente a propagandas comerciais. A questão jurídica é complexa, pois no processo principal o Ministério Público alega, dentre outras questões, a nulidade da autorização do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), pois esta foi dada sem qualquer estudo técnico e em confronto direto com o que dispõe o art. 17 do Decreto-lei 25/37 que diz, textualmente que bens tombados “não poderão, de modo algum, ser ... mutilados”. É inegável que houve uma mutilação física no Penhasco. Pequena? Grande? O quão pequena ou grande uma mutilação pode ser, para dizermos que não houve mutilação? Se a questão é juridicamente complexa, é prudente que se dê a oportunidade de reexaminá-la de forma mais aprofundada, pela paralisação da obra controversa, aplicando-se, no caso, o princípio da precaução, e evitando-se assim que se consolide, em definitivo, o provável dano ao patrimônio e aos direitos públicos coletivos ao patrimônio cultural.

A leitura do texto permite a conclusão de que a autora, do seu ponto de vista pessoal, assume um tom:

Questão 3 de 20 Q3 da prova
Leia o texto a seguir: Pão de Açúcar: um julgamento histórico para o patrimônio cultural brasileiro SONIA RABELLO Nesta quarta-feira, dia 27 de setembro, o Tribunal Federal da 2ª Região deverá decidir se ratifica, ou não, a liminar dada pelo Juízo da 20ª Vara Federal para suspender as enormes obras de instalação de quatro tirolesas, seus acessos, rampas, e outros equipamentos nos Penhascos Monumentais do Pão de Açúcar e Morro da Urca. A questão tomou dimensões internacionais, políticas e jurídicas de grande impacto. A dimensão política é concentrada, sobretudo, nos alegados benefícios de aumento de turistas que esta nova atração comercial poderia gerar. Porém, são só alegações, pois não foi apresentado qualquer estudo técnico destas opiniões que demonstre se existirá mesmo um significativo aumento de movimento turístico na Cidade, quando e com que duração, bem como os seus prós e contras. É claro que o marketing neste sentido é sempre chamativo. Mas tudo pode dar errado em poucos anos, como vários outros exemplos vivenciados no Rio. Tudo, até o momento, se resume somente a propagandas comerciais. A questão jurídica é complexa, pois no processo principal o Ministério Público alega, dentre outras questões, a nulidade da autorização do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), pois esta foi dada sem qualquer estudo técnico e em confronto direto com o que dispõe o art. 17 do Decreto-lei 25/37 que diz, textualmente que bens tombados “não poderão, de modo algum, ser ... mutilados”. É inegável que houve uma mutilação física no Penhasco. Pequena? Grande? O quão pequena ou grande uma mutilação pode ser, para dizermos que não houve mutilação? Se a questão é juridicamente complexa, é prudente que se dê a oportunidade de reexaminá-la de forma mais aprofundada, pela paralisação da obra controversa, aplicando-se, no caso, o princípio da precaução, e evitando-se assim que se consolide, em definitivo, o provável dano ao patrimônio e aos direitos públicos coletivos ao patrimônio cultural.

Do ponto de vista da organização discursiva, o texto é predominantemente:

Questão 4 de 20 Q4 da prova
Leia o texto a seguir: Pão de Açúcar: um julgamento histórico para o patrimônio cultural brasileiro SONIA RABELLO Nesta quarta-feira, dia 27 de setembro, o Tribunal Federal da 2ª Região deverá decidir se ratifica, ou não, a liminar dada pelo Juízo da 20ª Vara Federal para suspender as enormes obras de instalação de quatro tirolesas, seus acessos, rampas, e outros equipamentos nos Penhascos Monumentais do Pão de Açúcar e Morro da Urca. A questão tomou dimensões internacionais, políticas e jurídicas de grande impacto. A dimensão política é concentrada, sobretudo, nos alegados benefícios de aumento de turistas que esta nova atração comercial poderia gerar. Porém, são só alegações, pois não foi apresentado qualquer estudo técnico destas opiniões que demonstre se existirá mesmo um significativo aumento de movimento turístico na Cidade, quando e com que duração, bem como os seus prós e contras. É claro que o marketing neste sentido é sempre chamativo. Mas tudo pode dar errado em poucos anos, como vários outros exemplos vivenciados no Rio. Tudo, até o momento, se resume somente a propagandas comerciais. A questão jurídica é complexa, pois no processo principal o Ministério Público alega, dentre outras questões, a nulidade da autorização do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), pois esta foi dada sem qualquer estudo técnico e em confronto direto com o que dispõe o art. 17 do Decreto-lei 25/37 que diz, textualmente que bens tombados “não poderão, de modo algum, ser ... mutilados”. É inegável que houve uma mutilação física no Penhasco. Pequena? Grande? O quão pequena ou grande uma mutilação pode ser, para dizermos que não houve mutilação? Se a questão é juridicamente complexa, é prudente que se dê a oportunidade de reexaminá-la de forma mais aprofundada, pela paralisação da obra controversa, aplicando-se, no caso, o princípio da precaução, e evitando-se assim que se consolide, em definitivo, o provável dano ao patrimônio e aos direitos públicos coletivos ao patrimônio cultural.

No trecho “A questão jurídica é complexa, pois no processo principal o Ministério Público alega, dentre outras questões, a nulidade da autorização do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), pois esta foi dada sem qualquer estudo técnico e em confronto direto com o que dispõe o art. 17 do Decreto-lei 25/37” (4º parágrafo), o pronome destacado faz referência a:

Questão 5 de 20 Q5 da prova
Leia o texto a seguir: Pão de Açúcar: um julgamento histórico para o patrimônio cultural brasileiro SONIA RABELLO Nesta quarta-feira, dia 27 de setembro, o Tribunal Federal da 2ª Região deverá decidir se ratifica, ou não, a liminar dada pelo Juízo da 20ª Vara Federal para suspender as enormes obras de instalação de quatro tirolesas, seus acessos, rampas, e outros equipamentos nos Penhascos Monumentais do Pão de Açúcar e Morro da Urca. A questão tomou dimensões internacionais, políticas e jurídicas de grande impacto. A dimensão política é concentrada, sobretudo, nos alegados benefícios de aumento de turistas que esta nova atração comercial poderia gerar. Porém, são só alegações, pois não foi apresentado qualquer estudo técnico destas opiniões que demonstre se existirá mesmo um significativo aumento de movimento turístico na Cidade, quando e com que duração, bem como os seus prós e contras. É claro que o marketing neste sentido é sempre chamativo. Mas tudo pode dar errado em poucos anos, como vários outros exemplos vivenciados no Rio. Tudo, até o momento, se resume somente a propagandas comerciais. A questão jurídica é complexa, pois no processo principal o Ministério Público alega, dentre outras questões, a nulidade da autorização do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), pois esta foi dada sem qualquer estudo técnico e em confronto direto com o que dispõe o art. 17 do Decreto-lei 25/37 que diz, textualmente que bens tombados “não poderão, de modo algum, ser ... mutilados”. É inegável que houve uma mutilação física no Penhasco. Pequena? Grande? O quão pequena ou grande uma mutilação pode ser, para dizermos que não houve mutilação? Se a questão é juridicamente complexa, é prudente que se dê a oportunidade de reexaminá-la de forma mais aprofundada, pela paralisação da obra controversa, aplicando-se, no caso, o princípio da precaução, e evitando-se assim que se consolide, em definitivo, o provável dano ao patrimônio e aos direitos públicos coletivos ao patrimônio cultural.

No trecho “A questão tomou dimensões internacionais, políticas e jurídicas de grande impacto” (1º parágrafo), o termo destacado é sintaticamente classificado como:

Questão 6 de 20 Q6 da prova

Em uma gincana escolar, 20 camisas numeradas de 1 a 20 foram distribuídas para 20 alunos, de modo que cada aluno recebeu uma camisa. Escolhendo ao acaso um desses alunos, a probabilidade de que sua camisa contenha um múltiplo de 7 ou um número par é de:

Questão 7 de 20 Q7 da prova

Observe a tabela a seguir. Ela indica o percentual de habitantes de todos os bairros de uma região, em relação à população total dessa região. O percentual X que completa corretamente essa tabela é:

Questão 8 de 20 Q8 da prova

Veja a seguir algumas informações contidas no edital de um concurso. • Será considerado(a) aprovado(a) o(a) candidato(a) que obtiver nota final superior a 7,0. • A prova será composta por questões de Português, Raciocínio Lógico e Conhecimentos Específicos. • As provas de Raciocínio Lógico e Conhecimentos Específicos terão peso 1 e a prova de Português, peso 2. A tabela a seguir contém as notas obtidas por Márcio e Germana nessas provas: Com base nas informações acima, pode-se concluir corretamente que:

Questão 9 de 20 Q9 da prova

Em um processo seletivo para um emprego, Márcio e Germana participaram de uma dinâmica de grupo com mais oito pessoas. Desse total de dez pessoas, quatro serão contratadas ao final da dinâmica. O número máximo de grupos distintos que podem ser formados com as 4 pessoas contratadas, de modo que Márcio e Germana estejam presentes, é igual a:

Questão 10 de 20 Q10 da prova

À luz da Lei Complementar nº 3.797, de 08 de agosto de 2012, que dispõe sobre o Estatuto e Plano de Carreira dos Profissionais, são integrantes da carreira dos Profissionais da Educação Escolar Básica:

Questão 11 de 20 Q11 da prova

De acordo com o Estatuto dos Servidores Públicos da Administração Direta, das Autarquias e das Fundações Públicas do Município de Várzea Grande – MT, aplica-se aos servidores públicos submetidos ao respectivo diploma legal, para fins de contratação, o regime jurídico único:

Questão 12 de 20 Q12 da prova

A prática escolar tem, por trás de si, diferentes concepções de homem, de sociedade e, como consequência, diferentes pressupostos sobre o papel da escola, sobre a aprendizagem, sobre as relações professor-aluno. A tendência pedagógica que entende que o papel da escola consiste na preparação intelectual e moral dos alunos, para assumir sua posição na sociedade, é denominada:

Questão 13 de 20 Q13 da prova

A abordagem teórico-metodológica que dá ênfase ao trabalho de integração das diferentes áreas do conhecimento e que facilita o exercício da transversalidade, constituindo-se em caminhos facilitadores do processo formativo dos estudantes, é a:

Questão 14 de 20 Q14 da prova

O projeto político-pedagógico (PPP) é um dos meios de viabilizar a escola democrática e autônoma para todos, com qualidade social. Sendo assim, a todo profissional que atua na escola cabe:

Questão 15 de 20 Q15 da prova

Um acidente pode ser definido como um acontecimento independente da vontade humana, desencadeado pela ação repentina e rápida de uma causa externa, produzindo ou não lesão corporal e/ou mental. Entre as situações que requerem primeiros socorros, as causas acidentais são as mais comuns entre a população infanto-juvenil, sendo mais frequentes as quedas. Por isso, ao prestar os primeiros socorros a uma criança que sofreu uma queda, é de extrema importância:

Questão 16 de 20 Q16 da prova

De acordo com a Constituição Federal, em seu Artigo 208, o atendimento educacional especializado deve ser realizado:

Questão 17 de 20 Q17 da prova

Considerando o que prevê o Decreto nº 6.949/2009, que promulga a Convenção Internacional sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência, o conjunto de modificações e ajustes necessários e adequados para assegurar que as pessoas com deficiência possam gozar ou exercer, em igualdade de oportunidades com as demais pessoas, todos os direitos humanos e liberdades fundamentais, sem ônus desproporcionais, é denominado:

Questão 18 de 20 Q18 da prova

De acordo com a Resolução nº 001/2012 do Conselho Estadual de Educação de Mato Grosso, entende-se por educação inclusiva aquela que se fundamenta no respeito à diversidade humana e, para favorecer a aprendizagem de todos os alunos, organiza-se nos aspectos:

Questão 19 de 20 Q19 da prova

A Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência, nº 13.146/2015, instituiu o cordão de fita com desenhos de girassóis como símbolo nacional de identificação de pessoas com deficiências ocultas. O uso do símbolo tornou-se, então:

Questão 20 de 20 Q20 da prova

De acordo com o Estatuto dos Servidores Públicos da Administração Direta, das Autarquias e das Fundações Públicas do Município de Várzea Grande – MT, aplica-se aos servidores públicos submetidos ao respectivo diploma legal, para fins de contratação, o regime jurídico único:

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