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Prova Técnico de Imobilização Ortopédica - FUNBEPE
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Questão 1 de 40 Q1 da prova
Leia o texto a seguir para responder às questões de 1 a 6. O dia em que os médicos aprenderam a lavar as mãos Na década de 1840, o húngaro Ignaz Semmelweis chefiava a maternidade do Hospital Geral de Viena, na Áustria. E algo o intrigava: as grávidas internadas na ala A contraíam mais infecções do que as que ficavam na ala B do hospital. Por quê? Ignaz percebeu que, na ala A, quem atendia as pacientes eram doutores e estudantes que passavam boa parte do dia no necrotério. Na ala B, por outro lado, quem cuidava das mulheres eram enfermeiras que não tinham contato com os cadáveres. Semmelweis supôs que os médicos transmitiam as doenças dos mortos para as pacientes, mas não sabia explicar exatamente como isso acontecia. Por garantia, exigiu que os funcionários passassem a lavar as mãos durante o expediente. E as infecções logo diminuíram. [...] Semmelweis perdeu o emprego e nunca mais conseguiu se encaixar na área. Publicou suas descobertas em 1861 – e morreu quatro anos depois. Ignaz Semmelweis foi um dos pioneiros da revolução sanitária que tomou forma na segunda metade do século XIX. Nessa época, o francês Louis Pasteur – que, junto com o alemão Robert Koch, foi um dos arquitetos da teoria dos germes – começou a disseminar a ideia de que existem microrganismos por todo canto e que eles são responsáveis por diversas doenças. Pasteur estudou como essas bactérias e fungos estragavam comida e desenvolveu o método que leva o seu nome: a pasteurização (um choque térmico que mata bactérias e aumenta a validade dos alimentos). [...] Inspirado pelas ideias de Pasteur, o cirurgião inglês Joseph Lister começou a estudar infecções em fraturas ósseas. Lister dava aulas em Glasgow, na Escócia, e gastava horas mergulhado em microscópios [...]. Lister percebeu que fraturas expostas infeccionavam mais do que as que não rasgavam a pele. “A culpa deve estar em algo suspenso no ar”, pensou. O médico, então, procurou por desinfetantes que pudessem ser aplicados em humanos. Em 1865, ele experimentou uma versão diluída do fenol, um químico usado para tratar esgotos, e a usou para higienizar mãos, equipamentos, feridas e curativos. Lister havia acabado de criar o primeiro antisséptico, que reduziu drasticamente as infecções pós-operatórias. O médico estabeleceu um rígido protocolo de higienização para cirurgias e desenvolveu também sabonetes e sprays desinfetantes. Lister publicou suas descobertas em 1867. Nos anos 1880, a teoria dos germes já era amplamente aceita, e a assepsia tornou-se o padrão-ouro em procedimentos cirúrgicos. Lister virou cirurgião particular da Rainha Vitória, e seu nome serviu para batizar um enxaguante bucal lançado em 1895: o Listerine. Semmelweis, Pasteur e Lister não são os únicos personagens desta história, claro. A revolução sanitária é também mérito dos profissionais de saúde que desafiaram o status quo e implementaram métodos mais higiênicos. [...] Em meados do século 19, a expectativa de vida mundial era de 30 anos, em média. Hoje, é de 72. Um salto que começou graças a sabonetes e antissépticos. Valeu, Merthiolate.

De acordo com a reportagem apresentada:

Questão 2 de 40 Q2 da prova
Leia o texto a seguir para responder às questões de 1 a 6. O dia em que os médicos aprenderam a lavar as mãos Na década de 1840, o húngaro Ignaz Semmelweis chefiava a maternidade do Hospital Geral de Viena, na Áustria. E algo o intrigava: as grávidas internadas na ala A contraíam mais infecções do que as que ficavam na ala B do hospital. Por quê? Ignaz percebeu que, na ala A, quem atendia as pacientes eram doutores e estudantes que passavam boa parte do dia no necrotério. Na ala B, por outro lado, quem cuidava das mulheres eram enfermeiras que não tinham contato com os cadáveres. Semmelweis supôs que os médicos transmitiam as doenças dos mortos para as pacientes, mas não sabia explicar exatamente como isso acontecia. Por garantia, exigiu que os funcionários passassem a lavar as mãos durante o expediente. E as infecções logo diminuíram. [...] Semmelweis perdeu o emprego e nunca mais conseguiu se encaixar na área. Publicou suas descobertas em 1861 – e morreu quatro anos depois. Ignaz Semmelweis foi um dos pioneiros da revolução sanitária que tomou forma na segunda metade do século XIX. Nessa época, o francês Louis Pasteur – que, junto com o alemão Robert Koch, foi um dos arquitetos da teoria dos germes – começou a disseminar a ideia de que existem microrganismos por todo canto e que eles são responsáveis por diversas doenças. Pasteur estudou como essas bactérias e fungos estragavam comida e desenvolveu o método que leva o seu nome: a pasteurização (um choque térmico que mata bactérias e aumenta a validade dos alimentos). [...] Inspirado pelas ideias de Pasteur, o cirurgião inglês Joseph Lister começou a estudar infecções em fraturas ósseas. Lister dava aulas em Glasgow, na Escócia, e gastava horas mergulhado em microscópios [...]. Lister percebeu que fraturas expostas infeccionavam mais do que as que não rasgavam a pele. “A culpa deve estar em algo suspenso no ar”, pensou. O médico, então, procurou por desinfetantes que pudessem ser aplicados em humanos. Em 1865, ele experimentou uma versão diluída do fenol, um químico usado para tratar esgotos, e a usou para higienizar mãos, equipamentos, feridas e curativos. Lister havia acabado de criar o primeiro antisséptico, que reduziu drasticamente as infecções pós-operatórias. O médico estabeleceu um rígido protocolo de higienização para cirurgias e desenvolveu também sabonetes e sprays desinfetantes. Lister publicou suas descobertas em 1867. Nos anos 1880, a teoria dos germes já era amplamente aceita, e a assepsia tornou-se o padrão-ouro em procedimentos cirúrgicos. Lister virou cirurgião particular da Rainha Vitória, e seu nome serviu para batizar um enxaguante bucal lançado em 1895: o Listerine. Semmelweis, Pasteur e Lister não são os únicos personagens desta história, claro. A revolução sanitária é também mérito dos profissionais de saúde que desafiaram o status quo e implementaram métodos mais higiênicos. [...] Em meados do século 19, a expectativa de vida mundial era de 30 anos, em média. Hoje, é de 72. Um salto que começou graças a sabonetes e antissépticos. Valeu, Merthiolate.

De acordo com o último parágrafo do texto, conclui-se que:

Questão 3 de 40 Q3 da prova
Leia o texto a seguir para responder às questões de 1 a 6. O dia em que os médicos aprenderam a lavar as mãos Na década de 1840, o húngaro Ignaz Semmelweis chefiava a maternidade do Hospital Geral de Viena, na Áustria. E algo o intrigava: as grávidas internadas na ala A contraíam mais infecções do que as que ficavam na ala B do hospital. Por quê? Ignaz percebeu que, na ala A, quem atendia as pacientes eram doutores e estudantes que passavam boa parte do dia no necrotério. Na ala B, por outro lado, quem cuidava das mulheres eram enfermeiras que não tinham contato com os cadáveres. Semmelweis supôs que os médicos transmitiam as doenças dos mortos para as pacientes, mas não sabia explicar exatamente como isso acontecia. Por garantia, exigiu que os funcionários passassem a lavar as mãos durante o expediente. E as infecções logo diminuíram. [...] Semmelweis perdeu o emprego e nunca mais conseguiu se encaixar na área. Publicou suas descobertas em 1861 – e morreu quatro anos depois. Ignaz Semmelweis foi um dos pioneiros da revolução sanitária que tomou forma na segunda metade do século XIX. Nessa época, o francês Louis Pasteur – que, junto com o alemão Robert Koch, foi um dos arquitetos da teoria dos germes – começou a disseminar a ideia de que existem microrganismos por todo canto e que eles são responsáveis por diversas doenças. Pasteur estudou como essas bactérias e fungos estragavam comida e desenvolveu o método que leva o seu nome: a pasteurização (um choque térmico que mata bactérias e aumenta a validade dos alimentos). [...] Inspirado pelas ideias de Pasteur, o cirurgião inglês Joseph Lister começou a estudar infecções em fraturas ósseas. Lister dava aulas em Glasgow, na Escócia, e gastava horas mergulhado em microscópios [...]. Lister percebeu que fraturas expostas infeccionavam mais do que as que não rasgavam a pele. “A culpa deve estar em algo suspenso no ar”, pensou. O médico, então, procurou por desinfetantes que pudessem ser aplicados em humanos. Em 1865, ele experimentou uma versão diluída do fenol, um químico usado para tratar esgotos, e a usou para higienizar mãos, equipamentos, feridas e curativos. Lister havia acabado de criar o primeiro antisséptico, que reduziu drasticamente as infecções pós-operatórias. O médico estabeleceu um rígido protocolo de higienização para cirurgias e desenvolveu também sabonetes e sprays desinfetantes. Lister publicou suas descobertas em 1867. Nos anos 1880, a teoria dos germes já era amplamente aceita, e a assepsia tornou-se o padrão-ouro em procedimentos cirúrgicos. Lister virou cirurgião particular da Rainha Vitória, e seu nome serviu para batizar um enxaguante bucal lançado em 1895: o Listerine. Semmelweis, Pasteur e Lister não são os únicos personagens desta história, claro. A revolução sanitária é também mérito dos profissionais de saúde que desafiaram o status quo e implementaram métodos mais higiênicos. [...] Em meados do século 19, a expectativa de vida mundial era de 30 anos, em média. Hoje, é de 72. Um salto que começou graças a sabonetes e antissépticos. Valeu, Merthiolate.

Analise o excerto a seguir e assinale a alternativa que apresenta uma reescritura correta, considerando-se o emprego da expressão “por quê”: “E algo o intrigava: as grávidas internadas na ala A contraíam mais infecções do que as que ficavam na ala B do hospital. Por quê?”

Questão 4 de 40 Q4 da prova
Leia o texto a seguir para responder às questões de 1 a 6. O dia em que os médicos aprenderam a lavar as mãos Na década de 1840, o húngaro Ignaz Semmelweis chefiava a maternidade do Hospital Geral de Viena, na Áustria. E algo o intrigava: as grávidas internadas na ala A contraíam mais infecções do que as que ficavam na ala B do hospital. Por quê? Ignaz percebeu que, na ala A, quem atendia as pacientes eram doutores e estudantes que passavam boa parte do dia no necrotério. Na ala B, por outro lado, quem cuidava das mulheres eram enfermeiras que não tinham contato com os cadáveres. Semmelweis supôs que os médicos transmitiam as doenças dos mortos para as pacientes, mas não sabia explicar exatamente como isso acontecia. Por garantia, exigiu que os funcionários passassem a lavar as mãos durante o expediente. E as infecções logo diminuíram. [...] Semmelweis perdeu o emprego e nunca mais conseguiu se encaixar na área. Publicou suas descobertas em 1861 – e morreu quatro anos depois. Ignaz Semmelweis foi um dos pioneiros da revolução sanitária que tomou forma na segunda metade do século XIX. Nessa época, o francês Louis Pasteur – que, junto com o alemão Robert Koch, foi um dos arquitetos da teoria dos germes – começou a disseminar a ideia de que existem microrganismos por todo canto e que eles são responsáveis por diversas doenças. Pasteur estudou como essas bactérias e fungos estragavam comida e desenvolveu o método que leva o seu nome: a pasteurização (um choque térmico que mata bactérias e aumenta a validade dos alimentos). [...] Inspirado pelas ideias de Pasteur, o cirurgião inglês Joseph Lister começou a estudar infecções em fraturas ósseas. Lister dava aulas em Glasgow, na Escócia, e gastava horas mergulhado em microscópios [...]. Lister percebeu que fraturas expostas infeccionavam mais do que as que não rasgavam a pele. “A culpa deve estar em algo suspenso no ar”, pensou. O médico, então, procurou por desinfetantes que pudessem ser aplicados em humanos. Em 1865, ele experimentou uma versão diluída do fenol, um químico usado para tratar esgotos, e a usou para higienizar mãos, equipamentos, feridas e curativos. Lister havia acabado de criar o primeiro antisséptico, que reduziu drasticamente as infecções pós-operatórias. O médico estabeleceu um rígido protocolo de higienização para cirurgias e desenvolveu também sabonetes e sprays desinfetantes. Lister publicou suas descobertas em 1867. Nos anos 1880, a teoria dos germes já era amplamente aceita, e a assepsia tornou-se o padrão-ouro em procedimentos cirúrgicos. Lister virou cirurgião particular da Rainha Vitória, e seu nome serviu para batizar um enxaguante bucal lançado em 1895: o Listerine. Semmelweis, Pasteur e Lister não são os únicos personagens desta história, claro. A revolução sanitária é também mérito dos profissionais de saúde que desafiaram o status quo e implementaram métodos mais higiênicos. [...] Em meados do século 19, a expectativa de vida mundial era de 30 anos, em média. Hoje, é de 72. Um salto que começou graças a sabonetes e antissépticos. Valeu, Merthiolate.

A razão para o emprego das vírgulas anteposta e posposta ao trecho — um químico usado para tratar esgotos —, no excerto “ Em 1865, ele experimentou uma versão diluída do fenol , um químico usado para tratar esgotos , e a usou para higienizar mãos, equipamentos, feridas e curativos.”, é a mesma do emprego das vírgulas em:

Questão 5 de 40 Q5 da prova
Leia o texto a seguir para responder às questões de 1 a 6. O dia em que os médicos aprenderam a lavar as mãos Na década de 1840, o húngaro Ignaz Semmelweis chefiava a maternidade do Hospital Geral de Viena, na Áustria. E algo o intrigava: as grávidas internadas na ala A contraíam mais infecções do que as que ficavam na ala B do hospital. Por quê? Ignaz percebeu que, na ala A, quem atendia as pacientes eram doutores e estudantes que passavam boa parte do dia no necrotério. Na ala B, por outro lado, quem cuidava das mulheres eram enfermeiras que não tinham contato com os cadáveres. Semmelweis supôs que os médicos transmitiam as doenças dos mortos para as pacientes, mas não sabia explicar exatamente como isso acontecia. Por garantia, exigiu que os funcionários passassem a lavar as mãos durante o expediente. E as infecções logo diminuíram. [...] Semmelweis perdeu o emprego e nunca mais conseguiu se encaixar na área. Publicou suas descobertas em 1861 – e morreu quatro anos depois. Ignaz Semmelweis foi um dos pioneiros da revolução sanitária que tomou forma na segunda metade do século XIX. Nessa época, o francês Louis Pasteur – que, junto com o alemão Robert Koch, foi um dos arquitetos da teoria dos germes – começou a disseminar a ideia de que existem microrganismos por todo canto e que eles são responsáveis por diversas doenças. Pasteur estudou como essas bactérias e fungos estragavam comida e desenvolveu o método que leva o seu nome: a pasteurização (um choque térmico que mata bactérias e aumenta a validade dos alimentos). [...] Inspirado pelas ideias de Pasteur, o cirurgião inglês Joseph Lister começou a estudar infecções em fraturas ósseas. Lister dava aulas em Glasgow, na Escócia, e gastava horas mergulhado em microscópios [...]. Lister percebeu que fraturas expostas infeccionavam mais do que as que não rasgavam a pele. “A culpa deve estar em algo suspenso no ar”, pensou. O médico, então, procurou por desinfetantes que pudessem ser aplicados em humanos. Em 1865, ele experimentou uma versão diluída do fenol, um químico usado para tratar esgotos, e a usou para higienizar mãos, equipamentos, feridas e curativos. Lister havia acabado de criar o primeiro antisséptico, que reduziu drasticamente as infecções pós-operatórias. O médico estabeleceu um rígido protocolo de higienização para cirurgias e desenvolveu também sabonetes e sprays desinfetantes. Lister publicou suas descobertas em 1867. Nos anos 1880, a teoria dos germes já era amplamente aceita, e a assepsia tornou-se o padrão-ouro em procedimentos cirúrgicos. Lister virou cirurgião particular da Rainha Vitória, e seu nome serviu para batizar um enxaguante bucal lançado em 1895: o Listerine. Semmelweis, Pasteur e Lister não são os únicos personagens desta história, claro. A revolução sanitária é também mérito dos profissionais de saúde que desafiaram o status quo e implementaram métodos mais higiênicos. [...] Em meados do século 19, a expectativa de vida mundial era de 30 anos, em média. Hoje, é de 72. Um salto que começou graças a sabonetes e antissépticos. Valeu, Merthiolate.

Considere os verbos I. começar e II. estudar, que ocorrem no excerto “[...] o cirurgião inglês Joseph Lister começou a estudar infecções em fraturas ósseas.” Classifique-os segundo as propriedades gramaticais descritas a seguir e assinale a alternativa que corresponda correta e respectivamente às suas classificações.

Questão 6 de 40 Q6 da prova
Leia o texto a seguir para responder às questões de 1 a 6. O dia em que os médicos aprenderam a lavar as mãos Na década de 1840, o húngaro Ignaz Semmelweis chefiava a maternidade do Hospital Geral de Viena, na Áustria. E algo o intrigava: as grávidas internadas na ala A contraíam mais infecções do que as que ficavam na ala B do hospital. Por quê? Ignaz percebeu que, na ala A, quem atendia as pacientes eram doutores e estudantes que passavam boa parte do dia no necrotério. Na ala B, por outro lado, quem cuidava das mulheres eram enfermeiras que não tinham contato com os cadáveres. Semmelweis supôs que os médicos transmitiam as doenças dos mortos para as pacientes, mas não sabia explicar exatamente como isso acontecia. Por garantia, exigiu que os funcionários passassem a lavar as mãos durante o expediente. E as infecções logo diminuíram. [...] Semmelweis perdeu o emprego e nunca mais conseguiu se encaixar na área. Publicou suas descobertas em 1861 – e morreu quatro anos depois. Ignaz Semmelweis foi um dos pioneiros da revolução sanitária que tomou forma na segunda metade do século XIX. Nessa época, o francês Louis Pasteur – que, junto com o alemão Robert Koch, foi um dos arquitetos da teoria dos germes – começou a disseminar a ideia de que existem microrganismos por todo canto e que eles são responsáveis por diversas doenças. Pasteur estudou como essas bactérias e fungos estragavam comida e desenvolveu o método que leva o seu nome: a pasteurização (um choque térmico que mata bactérias e aumenta a validade dos alimentos). [...] Inspirado pelas ideias de Pasteur, o cirurgião inglês Joseph Lister começou a estudar infecções em fraturas ósseas. Lister dava aulas em Glasgow, na Escócia, e gastava horas mergulhado em microscópios [...]. Lister percebeu que fraturas expostas infeccionavam mais do que as que não rasgavam a pele. “A culpa deve estar em algo suspenso no ar”, pensou. O médico, então, procurou por desinfetantes que pudessem ser aplicados em humanos. Em 1865, ele experimentou uma versão diluída do fenol, um químico usado para tratar esgotos, e a usou para higienizar mãos, equipamentos, feridas e curativos. Lister havia acabado de criar o primeiro antisséptico, que reduziu drasticamente as infecções pós-operatórias. O médico estabeleceu um rígido protocolo de higienização para cirurgias e desenvolveu também sabonetes e sprays desinfetantes. Lister publicou suas descobertas em 1867. Nos anos 1880, a teoria dos germes já era amplamente aceita, e a assepsia tornou-se o padrão-ouro em procedimentos cirúrgicos. Lister virou cirurgião particular da Rainha Vitória, e seu nome serviu para batizar um enxaguante bucal lançado em 1895: o Listerine. Semmelweis, Pasteur e Lister não são os únicos personagens desta história, claro. A revolução sanitária é também mérito dos profissionais de saúde que desafiaram o status quo e implementaram métodos mais higiênicos. [...] Em meados do século 19, a expectativa de vida mundial era de 30 anos, em média. Hoje, é de 72. Um salto que começou graças a sabonetes e antissépticos. Valeu, Merthiolate.

Analise o emprego do vocábulo que nos excertos a seguir, retirados do texto, e assinale a alternativa em que este vocábulo é utilizado como conjunção subordinativa integrante.

Questão 7 de 40 Q7 da prova

Analise os elementos em destaque em cada uma das sentenças dadas a seguir. Assinale a alternativa em que o elemento destacado é um pronome demonstrativo.

Questão 8 de 40 Q8 da prova

Analise os verbos em destaque nas sentenças a seguir. Aquele que se apresenta de forma impessoal é:

Questão 9 de 40 Q9 da prova

Analise as palavras a seguir quanto aos seus elementos mórficos. Dentre as palavras dadas, aquela que configura um caso de hibridismo é:

Questão 10 de 40 Q10 da prova

Analise as sentenças a seguir quanto à colocação pronominal: I. Ainda que seja difícil, ele contentar-se-á com a situação. II. Espera-se que tudo esteja resolvido até o casamento. III. Depois, os rapazes ajudaram-na a chegar até sua casa. IV. Corri para socorrê-lo. Considerando-se a norma-padrão gramatical, o pronome oblíquo átono poderia ocorrer também em próclise apenas em:

Questão 11 de 40 Q11 da prova

Dois irmãos, André e Bruno, resolvem fazer uma competição de futebol de botão entre eles. Eles jogarão 50 partidas ao longo de alguns meses. Ambos os irmãos começam a primeira partida com zero pontos. Em cada partida o irmão vencedor acumula 3 pontos e o outro perde 2 pontos. No caso de empate, ambos ganham 1 ponto. Sabe-se que André ganhou 30% das partidas e empatou 20% das partidas. Nesta situação, no final da competição, qual será a pontuação de Bruno?

Questão 12 de 40 Q12 da prova

Um carro híbrido funciona tanto com gasolina quanto com bateria elétrica. Suponha que quando está utilizando a bateria, o consumo do carro é tal que ele percorre 100 km com 20 kWh de energia. Já quando o carro está utilizando gasolina, ele percorre 12 km com 1 litro de gasolina. Quantos quilômetros no total um carro poderá percorrer (utilizando-se uma forma de energia e depois a outra) sabendo-se que ele tem um tanque de gasolina de 50 litros e uma bateria com uma capacidade de armazenamento total de 45 kWh?

Questão 13 de 40 Q13 da prova

Numa determinada empresa, o funcionário Alan trabalha presencialmente de segunda à sexta-feira. O funcionário Beto trabalha presencialmente em dias alternados (podendo ser também nos finais de semana). E o funcionário Carlos trabalha presencialmente a cada dois dias (isto é; vai um dia, e passa dois dias sem ir), também podendo ir aos finais de semana. Sabendo-se que numa sexta-feira os três funcionários foram simultaneamente de forma presencial, quantos dias se passarão até que eles se encontrem pela primeira vez simultaneamente numa segunda-feira?

Questão 14 de 40 Q14 da prova

Observe as seguintes afirmativas: I – Todo triângulo retângulo tem dois ângulos que são ambos menores que 90°. II – Num triângulo equilátero, todos os ângulos são retos, iguais a 90°. III – Num triângulo isóscele, um dos ângulos obrigatoriamente é maior que 90°. Estão corretas:

Questão 15 de 40 Q15 da prova

Uma pessoa recebeu uma herança e usará metade do valor para investir numa aplicação a juro simples de 2% ao mês. Em quantos meses o montante resultante da aplicação será igual ao dobro do valor da herança recebida?

Questão 16 de 40 Q16 da prova

Analise a imagem a seguir, presente no menu de configurações de Data e Hora do Sistema Operacional Windows e assinale a alternativa que faz referência a sua utilidade:

Questão 17 de 40 Q17 da prova

Com relação aos comandos de teclado disponíveis no Sistema Operacional Windows, as teclas de atalho Ctrl + C são reconhecidas por facilitar qual das ações a seguir:

Questão 18 de 40 Q18 da prova

O Microsoft Word 2016 é uma plataforma que permite colaboração em tempo real, possibilitando que vários usuários trabalhem simultaneamente no mesmo documento. O ícone “Mostrar Comentários” do documento aberto está presente em qual das guias do programa:

Questão 19 de 40 Q19 da prova

Considerando os atalhos de teclado disponíveis no Microsoft Word 2016, qual será o resultado obtido ao selecionar um trecho do texto com o mouse e acionar o comando Ctrl + I.

Questão 20 de 40 Q20 da prova

Respeitando os principais conceitos ligados a Internet, analise as alternativas a seguir e assinale a opção que descreve a sigla de um serviço que possibilita da transferência de arquivos entre computadores:

Questão 21 de 40 Q21 da prova

Um paciente chega ao pronto-socorro com suspeita de fratura de tíbia e fíbula após um acidente esportivo. O médico solicita a confecção de uma tala para imobilização temporária do membro inferior, visando o alívio da dor e prevenção de maiores danos. Considerando a necessidade de uma imobilização rápida, eficaz e que permita acomodar o edema, qual o tipo de tala mais indicado para esse caso?

Questão 22 de 40 Q22 da prova

Durante uma trilha, um excursionista sofre uma queda e apresenta suspeita de fratura no antebraço. O guia de turismo, que possui conhecimento em primeiros socorros, decide imobilizar o membro afetado utilizando uma tala moldável e leve, presente no kit de emergência. Qual o tipo de tala mais adequado para essa situação, considerando a necessidade de improvisação e a facilidade de transporte?

Questão 23 de 40 Q23 da prova

Durante a aplicação de gesso circular em um paciente com fratura diafisária de tíbia, é essencial seguir técnicas corretas para evitar complicações. Um técnico de imobilização ortopédica deve garantir que o gesso seja bem moldado e ajustado para proporcionar a imobilização adequada enquanto evita o risco de síndrome compartimental. Indique qual das opções a seguir representa a melhor prática na aplicação do gesso circular para garantir a segurança e eficácia do tratamento.

Questão 24 de 40 Q24 da prova

Um paciente é admitido no setor de ortopedia com diagnóstico de fratura de úmero. O médico prescreve a aplicação de uma tala de Braun para imobilização do membro superior. Ao preparar os materiais para a confecção da tala, o técnico de imobilização ortopédica deve selecionar:

Questão 25 de 40 Q25 da prova

Um paciente com fratura distal de fíbula foi indicado para tratamento com bota gessada. O técnico de imobilização ortopédica deve seguir protocolos específicos para garantir a imobilização adequada e o conforto do paciente. Indique qual das opções a seguir representa a técnica correta na aplicação da bota gessada.

Questão 26 de 40 Q26 da prova

Um paciente com fratura de fêmur foi indicado para a aplicação de aparelho gessado em espiga. O técnico de imobilização ortopédica deve seguir técnicas específicas para garantir a imobilização adequada e o conforto do paciente. Indique qual das opções a seguir representa a técnica correta na aplicação do aparelho gessado em espiga.

Questão 27 de 40 Q27 da prova

Um paciente com fratura de clavícula foi indicado para tratamento com aparelho gessado de braço em Velpeau. O técnico de imobilização ortopédica deve seguir protocolos específicos para garantir a imobilização adequada e o conforto do paciente. Indique qual das opções a seguir representa a técnica correta na aplicação do aparelho gessado de braço em Velpeau.

Questão 28 de 40 Q28 da prova

Um paciente com diagnóstico de pé equino necessita de um aparelho gessado para correção da deformidade. Ao preparar os materiais para a confecção do aparelho, o técnico de imobilização ortopédica deve ter em mãos:

Questão 29 de 40 Q29 da prova

Um paciente com lesão ligamentar no joelho necessita de um aparelho gessado com talonete para auxiliar na deambulação. Durante a aplicação do aparelho, o técnico de imobilização ortopédica deve garantir que:

Questão 30 de 40 Q30 da prova

Um paciente com entorse grave de tornozelo foi indicado para o uso de uma órtese de tornozelo e pé. O técnico de imobilização ortopédica deve seguir técnicas corretas para garantir a estabilidade e a recuperação adequada da articulação. Indique qual das opções a seguir representa a técnica correta na aplicação da órtese de tornozelo e pé.

Questão 31 de 40 Q31 da prova

Um paciente submetido à amputação de mão foi indicado para o uso de uma prótese de mão e dedos. O técnico de imobilização ortopédica deve garantir que a prótese seja bem ajustada para proporcionar funcionalidade e conforto. Indique qual das opções a seguir representa a técnica correta na aplicação da prótese de mão e dedos.

Questão 32 de 40 Q32 da prova

Ao avaliar um paciente com suspeita de fratura na região do ombro, médico identifica uma deformidade óssea na região posterior da escápula. Indique qual acidente ósseo da escápula é mais provável de estar envolvido nessa fratura:

Questão 33 de 40 Q33 da prova

NÃO faz parte do grupo muscular do quadríceps:

Questão 34 de 40 Q34 da prova

Um paciente idoso foi admitido na emergência após uma queda, apresentando dor intensa no quadril e incapacidade de deambular. A avaliação clínica e os exames de imagem confirmaram um trauma de quadril. O técnico de imobilização ortopédica deve estar ciente da fisiopatologia desse tipo de lesão para proporcionar o cuidado adequado. Indique qual das opções a seguir descreve corretamente a fisiopatologia do trauma de quadril.

Questão 35 de 40 Q35 da prova

Um paciente apresenta uma fratura confirmada por radiografia após um acidente de trânsito. O técnico de imobilização ortopédica deve ser capaz de identificar corretamente o tipo de fratura para proporcionar o tratamento adequado. Indique qual das opções a seguir descreve corretamente um tipo de fratura.

Questão 36 de 40 Q36 da prova

Um paciente com hérnia de disco cervical necessita de tração esquelética para alívio da dor e descompressão das raízes nervosas. Ao preparar o paciente para o procedimento, o técnico de imobilização ortopédica deve:

Questão 37 de 40 Q37 da prova

Um paciente com lombalgia crônica será submetido à tração cutânea intermitente como parte do tratamento fisioterapêutico. É um cuidado importante durante a aplicação da tração cutânea:

Questão 38 de 40 Q38 da prova

Um paciente foi submetido à aplicação de gesso para imobilização de uma fratura de rádio distal. Após alguns dias, ele retorna à clínica queixando-se de dor intensa, inchaço e formigamento nos dedos. O técnico de imobilização ortopédica deve estar atento às complicações que podem surgir com a imobilização. Indique qual das opções a seguir representa corretamente uma complicação potencial do uso de gesso.

Questão 39 de 40 Q39 da prova

O armazenamento correto do gesso sintético é crucial para garantir sua eficácia na aplicação. O técnico de imobilização ortopédica deve conhecer os procedimentos adequados para armazenar o gesso sintético. Indique qual das opções a seguir descreve corretamente a prática de armazenamento do gesso sintético.

Questão 40 de 40 Q40 da prova

O técnico de imobilização ortopédica deve estar familiarizado com as terminologias específicas da área para comunicar-se efetivamente com a equipe médica. Indique qual das opções a seguir descreve corretamente o termo "luxação."

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