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Prova Técnico de Enfermagem - Pref. Santo Amaro do Maranhão/MA
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Questão 1 de 40 Q1 da prova
FUNK OSTENTAÇÃO: SOCIEDADE DO CONSUMO OSTENTA HIPOCRISIA O estilo musical denominado ‘Funk Ostentação’, originado no estado de São Paulo, transformou-se em um verdadeiro fenômeno nacional idolatrado por crianças, adolescentes e jovens da periferia. Os principais personagens da história são também garotos da periferia, que, através do funk, abriram a cortina da segregação social apresentando, para os excluídos e marginalizados, as maravilhas do mundo da ostentação e exaltação da riqueza. Se cerca de 75% dos jovens do país acessam as redes sociais pelo menos três vezes por semana, está na internet o terreno fértil para a divulgação desse estilo de vida. São videoclipes que ultrapassam os quinze milhões de acessos de um público que assiste atento à ode ao consumo de itens de luxo como carros e motocicletas esportivos, correntes, relógios e anéis de ouro maciços, roupas e acessórios de marcas consagradas. Tudo isso regado a muito champagne e caviar. O assassinato de um dos maiores expoentes deste estilo de vida, o jovem MC Daleste, baleado em pleno palco enquanto fazia uma apresentação na cidade de Campinas, trouxe à tona um debate que revelou um elevado grau de hipocrisia. Analistas, músicos, jornalistas e intelectuais vieram a público levantando duras críticas ao discurso de incentivo ao consumo desenfreado, apresentando que este estilo de vida levava ao mundo do crime e contravenção uma série de jovens que não teriam, devido à condição pobre, condições de adquirir bens de tão elevado calibre. Alguns até associaram os famosos ‘rolezinhos’ nos shoppings a este hipotético problema. A burguesia cria todos os dias, através de sua cultura e da exploração, uma série de contradições sociais que acabam por depor contra ela mesma. O Instituto DATAPOPULAR apresentou em pesquisa realizada no segundo semestre do ano passado, dados que apontaram que os jovens da classe C, que não coincidentemente são predominantes nos chamados ‘rolezinhos’, têm apresentado potencial de consumo de cerca de R$129 milhões por mês. O potencial dos jovens das classes A, B e D somados chega a apenas R$99 milhões. Sendo assim o reflexo prático do incentivo ao consumismo desenfreado se dá pelo crescimento do endividamento da população e também pela transformação da cultura dos marginalizados da periferia. Para a grande burguesia é central que essa massa consuma cada vez mais, entretanto, é inadmissível que estes se pretendam e ousem ocupar o mesmo espaço ou almejar mesmo estilo de vida das classes dominantes. O pobre é incentivado pela cultura consumista a ter um tênis da Nike, mas é impensável que o compre no shopping da classe média. Ao passo que se é comum os filhos dos banqueiros e grandes milionários desejarem e comprarem carros que são verdadeiras máquinas ou ostentarem ternos e joias, é inadmissível que um favelado tenha os mesmos requintes ou estilo de vida. Se é branco e de tradicional família burguesa, é estilo. Se se é preto e oriundo da favela, é ostentação e incentivo à criminalidade. O resultado de tanta hipocrisia e consumismo é uma parcela gigantesca de jovens que não se compreendem enquanto classe e que não conseguem identificar-se enquanto indivíduos, protagonistas de suas próprias histórias sem que isto esteja atrelado ao consumo, a bens e propriedades. O ‘funk ostentação’ é fruto da árvore do consumismo cultivada pelo sistema capitalista. A grande diferença é que o Sistema incentiva o consumo, mas deseja manter a segregação. Se em tese somos iguais porque somos livres para consumir, na prática, somos diferentes porque somos oriundos de classes inconciliáveis.

De acordo com a leitura do texto, podemos apontar que a temática preponderante abordada é:

Questão 2 de 40 Q2 da prova
FUNK OSTENTAÇÃO: SOCIEDADE DO CONSUMO OSTENTA HIPOCRISIA O estilo musical denominado ‘Funk Ostentação’, originado no estado de São Paulo, transformou-se em um verdadeiro fenômeno nacional idolatrado por crianças, adolescentes e jovens da periferia. Os principais personagens da história são também garotos da periferia, que, através do funk, abriram a cortina da segregação social apresentando, para os excluídos e marginalizados, as maravilhas do mundo da ostentação e exaltação da riqueza. Se cerca de 75% dos jovens do país acessam as redes sociais pelo menos três vezes por semana, está na internet o terreno fértil para a divulgação desse estilo de vida. São videoclipes que ultrapassam os quinze milhões de acessos de um público que assiste atento à ode ao consumo de itens de luxo como carros e motocicletas esportivos, correntes, relógios e anéis de ouro maciços, roupas e acessórios de marcas consagradas. Tudo isso regado a muito champagne e caviar. O assassinato de um dos maiores expoentes deste estilo de vida, o jovem MC Daleste, baleado em pleno palco enquanto fazia uma apresentação na cidade de Campinas, trouxe à tona um debate que revelou um elevado grau de hipocrisia. Analistas, músicos, jornalistas e intelectuais vieram a público levantando duras críticas ao discurso de incentivo ao consumo desenfreado, apresentando que este estilo de vida levava ao mundo do crime e contravenção uma série de jovens que não teriam, devido à condição pobre, condições de adquirir bens de tão elevado calibre. Alguns até associaram os famosos ‘rolezinhos’ nos shoppings a este hipotético problema. A burguesia cria todos os dias, através de sua cultura e da exploração, uma série de contradições sociais que acabam por depor contra ela mesma. O Instituto DATAPOPULAR apresentou em pesquisa realizada no segundo semestre do ano passado, dados que apontaram que os jovens da classe C, que não coincidentemente são predominantes nos chamados ‘rolezinhos’, têm apresentado potencial de consumo de cerca de R$129 milhões por mês. O potencial dos jovens das classes A, B e D somados chega a apenas R$99 milhões. Sendo assim o reflexo prático do incentivo ao consumismo desenfreado se dá pelo crescimento do endividamento da população e também pela transformação da cultura dos marginalizados da periferia. Para a grande burguesia é central que essa massa consuma cada vez mais, entretanto, é inadmissível que estes se pretendam e ousem ocupar o mesmo espaço ou almejar mesmo estilo de vida das classes dominantes. O pobre é incentivado pela cultura consumista a ter um tênis da Nike, mas é impensável que o compre no shopping da classe média. Ao passo que se é comum os filhos dos banqueiros e grandes milionários desejarem e comprarem carros que são verdadeiras máquinas ou ostentarem ternos e joias, é inadmissível que um favelado tenha os mesmos requintes ou estilo de vida. Se é branco e de tradicional família burguesa, é estilo. Se se é preto e oriundo da favela, é ostentação e incentivo à criminalidade. O resultado de tanta hipocrisia e consumismo é uma parcela gigantesca de jovens que não se compreendem enquanto classe e que não conseguem identificar-se enquanto indivíduos, protagonistas de suas próprias histórias sem que isto esteja atrelado ao consumo, a bens e propriedades. O ‘funk ostentação’ é fruto da árvore do consumismo cultivada pelo sistema capitalista. A grande diferença é que o Sistema incentiva o consumo, mas deseja manter a segregação. Se em tese somos iguais porque somos livres para consumir, na prática, somos diferentes porque somos oriundos de classes inconciliáveis.

Ainda de acordo com o que foi defendido no texto, qual incidente serviu como catalisador para o questionamento em torno do "Funk Ostentação"?

Questão 3 de 40 Q3 da prova
FUNK OSTENTAÇÃO: SOCIEDADE DO CONSUMO OSTENTA HIPOCRISIA O estilo musical denominado ‘Funk Ostentação’, originado no estado de São Paulo, transformou-se em um verdadeiro fenômeno nacional idolatrado por crianças, adolescentes e jovens da periferia. Os principais personagens da história são também garotos da periferia, que, através do funk, abriram a cortina da segregação social apresentando, para os excluídos e marginalizados, as maravilhas do mundo da ostentação e exaltação da riqueza. Se cerca de 75% dos jovens do país acessam as redes sociais pelo menos três vezes por semana, está na internet o terreno fértil para a divulgação desse estilo de vida. São videoclipes que ultrapassam os quinze milhões de acessos de um público que assiste atento à ode ao consumo de itens de luxo como carros e motocicletas esportivos, correntes, relógios e anéis de ouro maciços, roupas e acessórios de marcas consagradas. Tudo isso regado a muito champagne e caviar. O assassinato de um dos maiores expoentes deste estilo de vida, o jovem MC Daleste, baleado em pleno palco enquanto fazia uma apresentação na cidade de Campinas, trouxe à tona um debate que revelou um elevado grau de hipocrisia. Analistas, músicos, jornalistas e intelectuais vieram a público levantando duras críticas ao discurso de incentivo ao consumo desenfreado, apresentando que este estilo de vida levava ao mundo do crime e contravenção uma série de jovens que não teriam, devido à condição pobre, condições de adquirir bens de tão elevado calibre. Alguns até associaram os famosos ‘rolezinhos’ nos shoppings a este hipotético problema. A burguesia cria todos os dias, através de sua cultura e da exploração, uma série de contradições sociais que acabam por depor contra ela mesma. O Instituto DATAPOPULAR apresentou em pesquisa realizada no segundo semestre do ano passado, dados que apontaram que os jovens da classe C, que não coincidentemente são predominantes nos chamados ‘rolezinhos’, têm apresentado potencial de consumo de cerca de R$129 milhões por mês. O potencial dos jovens das classes A, B e D somados chega a apenas R$99 milhões. Sendo assim o reflexo prático do incentivo ao consumismo desenfreado se dá pelo crescimento do endividamento da população e também pela transformação da cultura dos marginalizados da periferia. Para a grande burguesia é central que essa massa consuma cada vez mais, entretanto, é inadmissível que estes se pretendam e ousem ocupar o mesmo espaço ou almejar mesmo estilo de vida das classes dominantes. O pobre é incentivado pela cultura consumista a ter um tênis da Nike, mas é impensável que o compre no shopping da classe média. Ao passo que se é comum os filhos dos banqueiros e grandes milionários desejarem e comprarem carros que são verdadeiras máquinas ou ostentarem ternos e joias, é inadmissível que um favelado tenha os mesmos requintes ou estilo de vida. Se é branco e de tradicional família burguesa, é estilo. Se se é preto e oriundo da favela, é ostentação e incentivo à criminalidade. O resultado de tanta hipocrisia e consumismo é uma parcela gigantesca de jovens que não se compreendem enquanto classe e que não conseguem identificar-se enquanto indivíduos, protagonistas de suas próprias histórias sem que isto esteja atrelado ao consumo, a bens e propriedades. O ‘funk ostentação’ é fruto da árvore do consumismo cultivada pelo sistema capitalista. A grande diferença é que o Sistema incentiva o consumo, mas deseja manter a segregação. Se em tese somos iguais porque somos livres para consumir, na prática, somos diferentes porque somos oriundos de classes inconciliáveis.

No texto, qual é a principal crítica tecida em relação ao estilo de vida propagado pelo "Funk Ostentação"?

Questão 4 de 40 Q4 da prova

Assinale a alternativa que apresenta um exemplo de polissemia:

Questão 5 de 40 Q5 da prova

Qual fenômeno linguístico se verifica na formação da palavra "televisão"?

Questão 6 de 40 Q6 da prova
O Brasil é um país multilíngue, ou seja, diversos idiomas, como o indígena, convivem em território brasileiro. Por isso que, nosso léxico possui diferenciações e vocábulos do Português de Portugal, por exemplo. Essa é apenas uma maneira de exemplificar a modificação linguística de acordo com as influências e referências socioculturais. No entanto, a tal influência pode ser consciente, ou seja, quando o falante decide utilizar “mano” e outras gírias para se comunicar com os amigos, ou escolher utilizar a norma padrão ao escrever a redação do Enem. Mas o seu uso também pode ser inconsciente, quando não é uma decisão do falante usar as variações linguísticas impostas durante a sua construção.

Dessa forma que variação linguística é definida como “Essa variação linguística se refere aos hábitos e culturas de diferentes grupos sociais, e isso inclui gírias próprias, como por exemplo, um grupo de skatistas, que utiliza jargões e gírias como irado, maneiro, insano, a fim de representar algo legal”?

Questão 7 de 40 Q7 da prova
Texto 02: Eu lhe dei vinte mil réis Pra pagar três e trezentos Você tem que me voltar Dezesseis e setecentos Mas se eu lhe dei vinte mil réis Pra pagar três e trezentos Você tem que me voltar Dezesseis e setecentos Mas dezesseis e setecentos? Dezesseis e setecentos Por que dezesseis e setecentos? Dezesseis e setecentos Sou diplomado Frequentei academia Conheço Geografia Sei até multiplicar Dei vinte mangos Pra pagar três e trezentos Dezessete e setecentos Você tem que me voltar É dezessete e setecentos É dezesseis e setecentos É dezessete e setecentos É dezesseis e setecentos Então deixa É por isso é que não gosto De discutir com gente ignorante Por isso é que o Brasil Não progrede nisso

Qual dos seguintes temas é a conclusão mais importante que podemos extrair do trecho da música "Dezessete e Setecentos" de Luiz Gonzaga?

Questão 8 de 40 Q8 da prova
Texto 02: Eu lhe dei vinte mil réis Pra pagar três e trezentos Você tem que me voltar Dezesseis e setecentos Mas se eu lhe dei vinte mil réis Pra pagar três e trezentos Você tem que me voltar Dezesseis e setecentos Mas dezesseis e setecentos? Dezesseis e setecentos Por que dezesseis e setecentos? Dezesseis e setecentos Sou diplomado Frequentei academia Conheço Geografia Sei até multiplicar Dei vinte mangos Pra pagar três e trezentos Dezessete e setecentos Você tem que me voltar É dezessete e setecentos É dezesseis e setecentos É dezessete e setecentos É dezesseis e setecentos Então deixa É por isso é que não gosto De discutir com gente ignorante Por isso é que o Brasil Não progrede nisso

No trecho “Por isso é que o Brasil/Não progrede nisso”, podemos dizer corretamente que:

Questão 9 de 40 Q9 da prova

Assinale a alternativa que não contém um conjunto de palavras sinônimas entre si:

Questão 10 de 40 Q10 da prova

Marque a alternativa que contém um erro do uso do plural:

Questão 11 de 40 Q11 da prova

Assinale corretamente a assertiva que apresenta a quantidade correta de anagramas da palavra MATEMÁTICA.

Questão 12 de 40 Q12 da prova

Uma pesquisa de campo foi conduzida com o objetivo de determinar a mediana da idade da população de uma determinada cidade. Observe os dados coletados nessa pesquisa, e em seguida, assinale a alternativa que indica a mediana correta. Dados Coletados: (18; 81; 21; 48; 08; 13; 10; 78; 34; 75)

Questão 13 de 40 Q13 da prova

Assinale corretamente a probabilidade de sair um número primo, em um único lançamento de um dado ao a caso.

Questão 14 de 40 Q14 da prova

A empresa Alfa Ltda. aplicou um capital de R$ 15.800,00 a juros simples, que rendeu juros de R$ 9.954,00 em 18 meses de aplicação. Assinale corretamente a assertiva que apresenta a taxa de juros mensal dessa aplicação.

Questão 15 de 40 Q15 da prova

Assinale a assertiva que representa 35% de 180%.

Questão 16 de 40 Q16 da prova

Assinale corretamente o Protocolo que permite que todos os computadores ou dispositivos móveis conectados à internet obtenham endereços de IP de uma forma automática.

Questão 17 de 40 Q17 da prova

Assinale corretamente a assertiva que não representa um tipo de protocolo Web.

Questão 18 de 40 Q18 da prova

Assinale corretamente o Protocolo de Transferência de Hipertexto, que é considerado uma peça-chave para o acesso a sites da internet, estabelecendo a conexão entre o navegador e o servidor.

Questão 19 de 40 Q19 da prova

Assinale corretamente a atalho utilizado no Word para colar uma informação copiada anteriormente.

Questão 20 de 40 Q20 da prova

Assinale corretamente o atalho do Word utilizado para direcionar o arquivo para impressão.

Questão 21 de 40 Q21 da prova

Qual das seguintes ações está em conformidade com as responsabilidades e deveres dos profissionais de enfermagem:

Questão 22 de 40 Q22 da prova

Qual das seguintes práticas viola as proibições éticas e legais dos profissionais de enfermagem:

Questão 23 de 40 Q23 da prova

Quais são os direitos dos profissionais de enfermagem de acordo com suas relações com a pessoa, família e coletividade:

Questão 24 de 40 Q24 da prova

Quem está legalmente habilitado a exercer atividades de enfermagem:

Questão 25 de 40 Q25 da prova

Quem pode exercer a enfermagem de acordo com a legislação:

Questão 26 de 40 Q26 da prova

Como é determinado o pessoal enquadrado como Auxiliar de Enfermagem:

Questão 27 de 40 Q27 da prova

Quais são os principais critérios para admissão de um paciente na Sala de Recuperação Pós Anestésica (SRPA):

Questão 28 de 40 Q28 da prova

Como é caracterizada a sedação leve durante um procedimento diagnóstico ou cirúrgico:

Questão 29 de 40 Q29 da prova

Qual é o principal objetivo da anestesia geral:

Questão 30 de 40 Q30 da prova

Qual é a recomendação principal para evitar a transmissão de infecções em ambiente hospitalar:

Questão 31 de 40 Q31 da prova

Quais são as precauções recomendadas para visitantes de pacientes hospitalizados:

Questão 32 de 40 Q32 da prova

Como deve ser realizada a lavagem das mãos de forma adequada:

Questão 33 de 40 Q33 da prova

Qual é o limite máximo de tempo que a amostra de sangue pode ficar em temperatura ambiente antes da separação do soro:

Questão 34 de 40 Q34 da prova

Quais são as duas maneiras de separar o soro após a retração do coágulo:

Questão 35 de 40 Q35 da prova

Qual é o procedimento correto para coletar e transportar o sangue para a quantificação de linfócitos CD4:

Questão 36 de 40 Q36 da prova

Quais são as fases de operacionalização da Rede de Atenção às Urgências e Emergências de acordo com a Portaria MS/GM nº 1.600/2012:

Questão 37 de 40 Q37 da prova

Qual é a composição do Grupo Condutor Estadual da Rede de Atenção às Urgências e Emergências, de acordo com as diretrizes apresentadas:

Questão 38 de 40 Q38 da prova

Sobre os preceitos descritos na Lei Orgânica do Município de Santo Amaro, é correto dizer:

Questão 39 de 40 Q39 da prova

Segundo o art.96 da Lei Orgânica do Município de Santo Amaro, são tributos municipais, exceto:

Questão 40 de 40 Q40 da prova

Conforme letra de lei, no art.99, da Lei Orgânica do Município de Santo Amaro, pertencem ao Município:

Acertos
Erros
40
Total