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Prova Técnico de Enfermagem - Pref. Amaralina/GO
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Questão 1 de 35 Q1 da prova
Leia o texto e responda as questões 1, 2 e 3.
O casaco
Manoel de Barros
Um homem estava anoitecido.
Se sentia por dentro um trapo social.
Igual se, por fora, usasse um casaco rasgado e sujo.
Tentou sair da angústia .
Isto ser:
Ele queria jogar o casaco rasgado e sujo no lixo.
Ele queria amanhecer.
BARROS, Manoel de. Poesia completa. São Paulo: Leya, 2010. p. 445.

A partir da leitura do poema é possível afirmar que o eu lírico compara usar um casaco rasgado e sujo:

Questão 2 de 35 Q2 da prova
Leia o texto e responda as questões 1, 2 e 3.
O casaco
Manoel de Barros
Um homem estava anoitecido.
Se sentia por dentro um trapo social.
Igual se, por fora, usasse um casaco rasgado e sujo.
Tentou sair da angústia .
Isto ser:
Ele queria jogar o casaco rasgado e sujo no lixo.
Ele queria amanhecer.
BARROS, Manoel de. Poesia completa. São Paulo: Leya, 2010. p. 445.

Ao analisar o contexto do poema percebe-se que uma pessoa “anoitecida” seria:

Questão 3 de 35 Q3 da prova
Leia o texto e responda as questões 1, 2 e 3.
O casaco
Manoel de Barros
Um homem estava anoitecido.
Se sentia por dentro um trapo social.
Igual se, por fora, usasse um casaco rasgado e sujo.
Tentou sair da angústia .
Isto ser:
Ele queria jogar o casaco rasgado e sujo no lixo.
Ele queria amanhecer.
BARROS, Manoel de. Poesia completa. São Paulo: Leya, 2010. p. 445.

As palavras destacadas no poema podem ser classificadas, respectivamnete, em:

Questão 4 de 35 Q4 da prova

A concordância está de acordo com a norma-padrão da língua portuguesa na frase:

Questão 5 de 35 Q5 da prova

Considere o seguinte excerto: Uma árvore bem gorjeada, com poucos segundos, passa a fazer parte dos pássaros que a gorjeiam . (Manoel de Barros. “Seis ou treze coisas que eu aprendi sozinho”. In: O Guardados de Águas. 2003, p.41.) Os vocábulos sublinhados são classificados, respectivamente, como:

Questão 6 de 35 Q6 da prova
Leia o texto e responda as questões de 6 a 10.
UM TEXTO A CAVALO
Marina Colasanti
Crônica, vamos dizer assim, é um texto a cavalo. Mantém um pé no estribo da literatura. E outro no do jornalismo.
Bem estribada desse jeito, tem conseguido vencer belas provas mesmo correndo em pista pesada.
Você sabe o que é pista pesada? É quando a pista de areia - ou seria saibro? - está molhada, tornando mais difícil e cansativa a corrida.
Pois bem, a crônica corre em pista pesada porque lida ao mesmo tempo com as coisas mais ásperas, como economia e política, as mais dramáticas, como guerras, violência e tragédia, e as mais poéticas, como um momento de beleza ou uma reflexão sobre a vida. E o bom cronista é aquele que consegue o melhor equilíbrio entre esses elementos tão diferentes, entrelaçando-os e alternando-os com harmonia.
Pode parecer que o cronista faz biscoitos, ou seja, coisinhas pequenas com algum açúcar por cima. Mas, na verdade, a crônica é uma tessitura complexa.
Pois o cronista sabe que não está escrevendo só naquele momento, naquele dia, para aquela rápida publicação no jornal ou revista, mas está falando para um leitor que, na maioria das vezes, voltará a ele, que o acompanhará, somando dentro de si as crônicas lidas e vivendo-as, no seu todo, como uma obra maior.
O leitor tem expectativas em relação ao “seu” cronista. Espera que diga aquilo que ele quer ouvir, e que, ao mesmo tempo, o surpreenda. Mas o cronista desconhece essas expectativas e, ao contrário do publicitário que trabalha voltado para o perfil do cliente potencial, trabalha às cegas.
Às cegas em relação ao leitor, bem entendido. Como preencher então as expectativas? Eu, pessoalmente, acho que a melhor maneira é não pensando nelas. O leitor escolhe o cronista porque gosta do seu jeito de pensar e de escrever, e o cronista justifica mais plenamente essa escolha continuando a ser quem ele é.
Eu comecei a fazer crônicas quando muito jovem, logo no início da minha carreira de jornalista. Mudei bastante ao longo do percurso. Antes era movida à emoção, escrevia de um jato, qualquer assunto me servia. Hoje sou mais reflexiva, afinei o olhar, preocupo-me muito com a qualidade das ideias. Mas aquela paixão que eu tinha no princípio continua igual. Hoje como ontem, toda vez que me sento para escrever uma crônica é com alegria.
COLASANTI, Marina. A casa das palavras e outras crônicas. São Paulo: Ática, 2006. p. 5-6. (Para gostar de ler, 32).

O texto produzido por Marina Colasanti pertence ao gênero crônica. Os texto pertencentes ao referido gênero apresentam as seguintes características :

Questão 7 de 35 Q7 da prova
Leia o texto e responda as questões de 6 a 10.
UM TEXTO A CAVALO
Marina Colasanti
Crônica, vamos dizer assim, é um texto a cavalo. Mantém um pé no estribo da literatura. E outro no do jornalismo.
Bem estribada desse jeito, tem conseguido vencer belas provas mesmo correndo em pista pesada.
Você sabe o que é pista pesada? É quando a pista de areia - ou seria saibro? - está molhada, tornando mais difícil e cansativa a corrida.
Pois bem, a crônica corre em pista pesada porque lida ao mesmo tempo com as coisas mais ásperas, como economia e política, as mais dramáticas, como guerras, violência e tragédia, e as mais poéticas, como um momento de beleza ou uma reflexão sobre a vida. E o bom cronista é aquele que consegue o melhor equilíbrio entre esses elementos tão diferentes, entrelaçando-os e alternando-os com harmonia.
Pode parecer que o cronista faz biscoitos, ou seja, coisinhas pequenas com algum açúcar por cima. Mas, na verdade, a crônica é uma tessitura complexa.
Pois o cronista sabe que não está escrevendo só naquele momento, naquele dia, para aquela rápida publicação no jornal ou revista, mas está falando para um leitor que, na maioria das vezes, voltará a ele, que o acompanhará, somando dentro de si as crônicas lidas e vivendo-as, no seu todo, como uma obra maior.
O leitor tem expectativas em relação ao “seu” cronista. Espera que diga aquilo que ele quer ouvir, e que, ao mesmo tempo, o surpreenda. Mas o cronista desconhece essas expectativas e, ao contrário do publicitário que trabalha voltado para o perfil do cliente potencial, trabalha às cegas.
Às cegas em relação ao leitor, bem entendido. Como preencher então as expectativas? Eu, pessoalmente, acho que a melhor maneira é não pensando nelas. O leitor escolhe o cronista porque gosta do seu jeito de pensar e de escrever, e o cronista justifica mais plenamente essa escolha continuando a ser quem ele é.
Eu comecei a fazer crônicas quando muito jovem, logo no início da minha carreira de jornalista. Mudei bastante ao longo do percurso. Antes era movida à emoção, escrevia de um jato, qualquer assunto me servia. Hoje sou mais reflexiva, afinei o olhar, preocupo-me muito com a qualidade das ideias. Mas aquela paixão que eu tinha no princípio continua igual. Hoje como ontem, toda vez que me sento para escrever uma crônica é com alegria.
COLASANTI, Marina. A casa das palavras e outras crônicas. São Paulo: Ática, 2006. p. 5-6. (Para gostar de ler, 32).

É muito comum, na literatura brasileira, encontrarmos autores que discorrem sobre o ato de escrever. Nesse texto, Marina Colasanti compara a escrita de determinado texto a um cavalo de corrida. Nessa comparação, a autora também diz que o cavalo mantém os pés em dois lugares, sendo eles:

Questão 8 de 35 Q8 da prova
Leia o texto e responda as questões de 6 a 10.
UM TEXTO A CAVALO
Marina Colasanti
Crônica, vamos dizer assim, é um texto a cavalo. Mantém um pé no estribo da literatura. E outro no do jornalismo.
Bem estribada desse jeito, tem conseguido vencer belas provas mesmo correndo em pista pesada.
Você sabe o que é pista pesada? É quando a pista de areia - ou seria saibro? - está molhada, tornando mais difícil e cansativa a corrida.
Pois bem, a crônica corre em pista pesada porque lida ao mesmo tempo com as coisas mais ásperas, como economia e política, as mais dramáticas, como guerras, violência e tragédia, e as mais poéticas, como um momento de beleza ou uma reflexão sobre a vida. E o bom cronista é aquele que consegue o melhor equilíbrio entre esses elementos tão diferentes, entrelaçando-os e alternando-os com harmonia.
Pode parecer que o cronista faz biscoitos, ou seja, coisinhas pequenas com algum açúcar por cima. Mas, na verdade, a crônica é uma tessitura complexa.
Pois o cronista sabe que não está escrevendo só naquele momento, naquele dia, para aquela rápida publicação no jornal ou revista, mas está falando para um leitor que, na maioria das vezes, voltará a ele, que o acompanhará, somando dentro de si as crônicas lidas e vivendo-as, no seu todo, como uma obra maior.
O leitor tem expectativas em relação ao “seu” cronista. Espera que diga aquilo que ele quer ouvir, e que, ao mesmo tempo, o surpreenda. Mas o cronista desconhece essas expectativas e, ao contrário do publicitário que trabalha voltado para o perfil do cliente potencial, trabalha às cegas.
Às cegas em relação ao leitor, bem entendido. Como preencher então as expectativas? Eu, pessoalmente, acho que a melhor maneira é não pensando nelas. O leitor escolhe o cronista porque gosta do seu jeito de pensar e de escrever, e o cronista justifica mais plenamente essa escolha continuando a ser quem ele é.
Eu comecei a fazer crônicas quando muito jovem, logo no início da minha carreira de jornalista. Mudei bastante ao longo do percurso. Antes era movida à emoção, escrevia de um jato, qualquer assunto me servia. Hoje sou mais reflexiva, afinei o olhar, preocupo-me muito com a qualidade das ideias. Mas aquela paixão que eu tinha no princípio continua igual. Hoje como ontem, toda vez que me sento para escrever uma crônica é com alegria.
COLASANTI, Marina. A casa das palavras e outras crônicas. São Paulo: Ática, 2006. p. 5-6. (Para gostar de ler, 32).

Ao iniciar seu texto com “Crônica, vamos dizer assim, é um texto a cavalo”, Marina Colasanti utiliza uma figura de linguagem conhecida como:

Questão 9 de 35 Q9 da prova
Leia o texto e responda as questões de 6 a 10.
UM TEXTO A CAVALO
Marina Colasanti
Crônica, vamos dizer assim, é um texto a cavalo. Mantém um pé no estribo da literatura. E outro no do jornalismo.
Bem estribada desse jeito, tem conseguido vencer belas provas mesmo correndo em pista pesada.
Você sabe o que é pista pesada? É quando a pista de areia - ou seria saibro? - está molhada, tornando mais difícil e cansativa a corrida.
Pois bem, a crônica corre em pista pesada porque lida ao mesmo tempo com as coisas mais ásperas, como economia e política, as mais dramáticas, como guerras, violência e tragédia, e as mais poéticas, como um momento de beleza ou uma reflexão sobre a vida. E o bom cronista é aquele que consegue o melhor equilíbrio entre esses elementos tão diferentes, entrelaçando-os e alternando-os com harmonia.
Pode parecer que o cronista faz biscoitos, ou seja, coisinhas pequenas com algum açúcar por cima. Mas, na verdade, a crônica é uma tessitura complexa.
Pois o cronista sabe que não está escrevendo só naquele momento, naquele dia, para aquela rápida publicação no jornal ou revista, mas está falando para um leitor que, na maioria das vezes, voltará a ele, que o acompanhará, somando dentro de si as crônicas lidas e vivendo-as, no seu todo, como uma obra maior.
O leitor tem expectativas em relação ao “seu” cronista. Espera que diga aquilo que ele quer ouvir, e que, ao mesmo tempo, o surpreenda. Mas o cronista desconhece essas expectativas e, ao contrário do publicitário que trabalha voltado para o perfil do cliente potencial, trabalha às cegas.
Às cegas em relação ao leitor, bem entendido. Como preencher então as expectativas? Eu, pessoalmente, acho que a melhor maneira é não pensando nelas. O leitor escolhe o cronista porque gosta do seu jeito de pensar e de escrever, e o cronista justifica mais plenamente essa escolha continuando a ser quem ele é.
Eu comecei a fazer crônicas quando muito jovem, logo no início da minha carreira de jornalista. Mudei bastante ao longo do percurso. Antes era movida à emoção, escrevia de um jato, qualquer assunto me servia. Hoje sou mais reflexiva, afinei o olhar, preocupo-me muito com a qualidade das ideias. Mas aquela paixão que eu tinha no princípio continua igual. Hoje como ontem, toda vez que me sento para escrever uma crônica é com alegria.
COLASANTI, Marina. A casa das palavras e outras crônicas. São Paulo: Ática, 2006. p. 5-6. (Para gostar de ler, 32).

Para Marina Colasanti, mesmo não parecendo, a crônica trata-se de uma:

Questão 10 de 35 Q10 da prova
Leia o texto e responda as questões de 6 a 10.
UM TEXTO A CAVALO
Marina Colasanti
Crônica, vamos dizer assim, é um texto a cavalo. Mantém um pé no estribo da literatura. E outro no do jornalismo.
Bem estribada desse jeito, tem conseguido vencer belas provas mesmo correndo em pista pesada.
Você sabe o que é pista pesada? É quando a pista de areia - ou seria saibro? - está molhada, tornando mais difícil e cansativa a corrida.
Pois bem, a crônica corre em pista pesada porque lida ao mesmo tempo com as coisas mais ásperas, como economia e política, as mais dramáticas, como guerras, violência e tragédia, e as mais poéticas, como um momento de beleza ou uma reflexão sobre a vida. E o bom cronista é aquele que consegue o melhor equilíbrio entre esses elementos tão diferentes, entrelaçando-os e alternando-os com harmonia.
Pode parecer que o cronista faz biscoitos, ou seja, coisinhas pequenas com algum açúcar por cima. Mas, na verdade, a crônica é uma tessitura complexa.
Pois o cronista sabe que não está escrevendo só naquele momento, naquele dia, para aquela rápida publicação no jornal ou revista, mas está falando para um leitor que, na maioria das vezes, voltará a ele, que o acompanhará, somando dentro de si as crônicas lidas e vivendo-as, no seu todo, como uma obra maior.
O leitor tem expectativas em relação ao “seu” cronista. Espera que diga aquilo que ele quer ouvir, e que, ao mesmo tempo, o surpreenda. Mas o cronista desconhece essas expectativas e, ao contrário do publicitário que trabalha voltado para o perfil do cliente potencial, trabalha às cegas.
Às cegas em relação ao leitor, bem entendido. Como preencher então as expectativas? Eu, pessoalmente, acho que a melhor maneira é não pensando nelas. O leitor escolhe o cronista porque gosta do seu jeito de pensar e de escrever, e o cronista justifica mais plenamente essa escolha continuando a ser quem ele é.
Eu comecei a fazer crônicas quando muito jovem, logo no início da minha carreira de jornalista. Mudei bastante ao longo do percurso. Antes era movida à emoção, escrevia de um jato, qualquer assunto me servia. Hoje sou mais reflexiva, afinei o olhar, preocupo-me muito com a qualidade das ideias. Mas aquela paixão que eu tinha no princípio continua igual. Hoje como ontem, toda vez que me sento para escrever uma crônica é com alegria.
COLASANTI, Marina. A casa das palavras e outras crônicas. São Paulo: Ática, 2006. p. 5-6. (Para gostar de ler, 32).

A cronista inicia o sétimo parágrafo com a frase “Às cegas em relação ao leitor, bem entendido”. Como poderíamos justificar a utilização do acento grave na expressão em destaque?

Questão 11 de 35 Q11 da prova

Na televisão brasileira em meados dos anos 80 e 90, era comum, programas de auditórios onde o participante deveria responder perguntas sobre atualidades e conhecimentos gerais. Em um desses programas, tinha o seguinte formato: “o candidato deveria responder a 20 perguntas, a cada resposta correta ele ganhava 300,00 reais e a cada resposta errada perdia 100,00 reais. Se o candidato ganhou 4000,00 reais, quantas perguntas ele acertou?

Questão 12 de 35 Q12 da prova

As feiras livres brasileiras têm suas peculiaridades, onde é possível encontrar mercadorias com o valor de venda um pouco acima do valor de custo. Essa diferença em sua grande maioria se deve a simplicidades das embalagens, atendimentos e fornecedores diretos, sem atravessadores. Um determinado produto é vendido em embalagens simples, tipo exportação, com embalagens fechadas de 5,0 kg e 12,0 kg, que são comercializadas a valores de R$ 20,00 e R$ 35,00 reais, respectivamente. Os gastos com as embalagens somam se um total de R$ 315,00 reais para um total de 95,00 kg de mercadoria. Qual é a quantidade de cada tipo de embalagem necessária para essa compra?

Questão 13 de 35 Q13 da prova

“Euthanásio” e “Jámorreu“ são amigos de infância, estão pensando em fazer um empreendimento, e para essa empreitada, precisam de um capital inicial. “Jámorreu” conseguiu em uma Financeira a seguinte proposta: para um certo capital inicial (C), à taxa aplicada de 5% ao mês, no regime de juros compostos. Ao final de dois meses, os amigos precisam de R$ 6.615,00 para quitar a dívida com a financeira. Nessas condições o capital inicial pretendido foi de:

Questão 14 de 35 Q14 da prova

“Mudanças na quantidade, qualidade da água estão dominando as discussões sobre os efeitos mais devastadores do aquecimento global. A Amazônia não ficará imune a isso. As questões mais importantes a serem debatidas nesse processo são como manter a biodiversidade, os ecossistemas e os serviços ambientais na Amazônia enquanto as mudanças climáticas afetam a disponibilidade de água doce ”. (https://www.wwf.org.br/natureza_brasileira/reducao_de_impactos2/clima/politicas_de_clima/brasil_mudancas_climaticas/) Em uma cidade, situada no Oeste da região Amazônica, foram registados durante 15 dias interpostos, a partir do segundo dia do mês, medidas da temperatura ambiente sempre ao mesmo horário. Os registros estão dispostos de acordo com a tabela abaixo: Dia do mês Temperatura (ºC) 02 15,5 04 16,5 06 14,5 08 18 10 22,5 12 20 14 14,5 16 14,5 18 18 20 22 22 24 14,5 26 21 28 20 30 16,5 Em relação à temperatura, os valores da média, mediana e moda, são respectivamente, iguais a:

Questão 15 de 35 Q15 da prova

Um grupo de estudantes, apresentou uma pesquisa cientifica relacionada a unidade de medida para temperaturas. Eles criaram uma escala termométrica experimental, chamada de: “o grau estudante (ºE)”. Ao relacionar essa escala (ºE) com a escala termométrica Celsius (ºC), obtiveram a seguinte relação: ºC ºE 40 80 120 96 Sabendo que a água ferve a 100ºC, então, na escala Estudante(ºE) ela ferverá a:

Questão 16 de 35 Q16 da prova

De acordo com o IBGE, uma Mesorregião é uma área individualizada, em uma Unidade da Federação, que apresenta forma de organização do espaço geográfico definidas pelas seguintes dimensões: o processo social, como determinante; o quadro natural, como condicionante; e a rede de comunicação e de lugares, como elemento da articulação espacial. Essas três dimensões possibilitam que o espaço delimitado como mesorregião tenha uma identidade regional. Essa identidade é uma realidade construída ao longo do tempo pela sociedade que aí se formou. As Microrregiões Geográficas, consideradas como partes das mesorregiões, foram definidas por suas especificidades quanto à estrutura da produção agropecuária, industrial, extrativa mineral e pesqueira. Qual é a Mesorregião e a Microrregião geográfica em que o Município de Amaralina está inserido, de acordo com o IBGE em 2021?

Questão 17 de 35 Q17 da prova

No parágrafo único do artigo 1º da Constituição Federal do Brasil, afirma-se que "Todo o poder emana do povo, que o exerce por meio de representantes eleitos ou diretamente, nos termos desta Constituição." Com base nisso, qual dos seguintes princípios fundamentais da Constituição Federal do Brasil estabelece que todo o poder emana do povo?

Questão 18 de 35 Q18 da prova

A queda acentuada da produção de ouro não significou o fim das atividades econômicas na região de Goiás. A agricultura e a pecuária foram se tornando cada vez mais importantes para a economia goiana ao longo do século XIX. Qual das alternativas abaixo melhor descreve a Capitania/Província de Goiás durante o período de transição para a agropecuária?

Questão 19 de 35 Q19 da prova

A Procissão do Fogaréu, que pode ser observada na figura anterior, é uma cerimônia religiosa, realizada anualmente, há dezenas de anos, na quarta-feira da Semana Santa, e representa a perseguição e prisão de Jesus Cristo pelos soldados romanos, se tornando um verdadeiro patrimônio cultural do Estado de Goiás. Esta manifestação cultural acontece em qual cidade goiana?

Questão 20 de 35 Q20 da prova

Ao longo de sua história Goiás perdeu cerca de 258.000km², de uma superfície aproximada de 900.000km², restaram 642.000km², divididos entre Goiás, com 353.000km², e Tocantins, com 289.000km². Goiás perdeu em 1816, para Minas Gerais um grande território, que forma hoje o chamado:

Questão 21 de 35 Q21 da prova

Segundo a Lei nº. 7.498, de 25 de junho de 1986, o Técnico de Enfermagem exerce atividade de nível médio, envolvendo orientação e acompanhamento do trabalho de enfermagem em grau auxiliar, e participação no planejamento da assistência de enfermagem, cabendo-lhe especialmente, com exceção de:

Questão 22 de 35 Q22 da prova

A Portaria MS nº. 2.048/09, define que o Sistema de Planejamento do SUS possui alguns instrumentos básicos. O Plano de Saúde é o instrumento básico que, em cada esfera, norteia a definição da Programação Anual das ações e serviços de saúde prestados, assim como da gestão do SUS. Considerando as características do Plano de Saúde, assinale a alternativa incorreta.

Questão 23 de 35 Q23 da prova

Considerando os ritmos cardíacos, aqueles que estão mais relacionados a comprometimento hemodinâmico, evidenciado por pelo menos um dos quatro critérios: hipotensão e sinais de choque circulatório, dor torácica, dispneia associada à congestão pulmonar e rebaixamento do nível de consciência. Um dos tratamentos é a administração de medicamentos (cardioversão química). Tratam-se corretamente do (a):

Questão 24 de 35 Q24 da prova

O tratamento visa a atingir o parasito em pontos-chave de seu ciclo evolutivo, os quais podem ser didaticamente resumidos em: interrupção da esquizogonia sanguínea, responsável pela patogenia e manifestações clínicas da infecção, destruição de formas latentes do parasito no ciclo tecidual (hipnozoítos) das espécies Plasmodium vivax e P. ovale, evitando assim as recaídas tardias, interrupção da transmissão do parasito, pelo uso de drogas que impedem o desenvolvimento de formas sexuadas dos parasitos (gametócitos). Corresponde ao tratamento recomendado para a doença infecto-parasitária denominada:

Questão 25 de 35 Q25 da prova

As ações e serviços de saúde voltados para o atendimento das populações indígenas, em todo o território nacional, coletiva ou individualmente, obedecerão ao disposto na Lei nº. 8.080/90. Assim, é instituído um Subsistema de Atenção à Saúde Indígena, componente do Sistema Único de Saúde (SUS). Nesse sentido, levando-se em conta as definições estabelecidas em Lei, assinale a alternativa incorreta.

Questão 26 de 35 Q26 da prova

A notificação compulsória é a comunicação obrigatória à autoridade de saúde, realizada pelos médicos, profissionais de saúde ou responsáveis pelos estabelecimentos de saúde, públicos ou privados, sobre a ocorrência de suspeita ou confirmação de doença, agravo ou evento de saúde pública, podendo ser imediata ou semanal. Assim, são doenças/agravos de notificação imediata, com exceção de:

Questão 27 de 35 Q27 da prova

A infiltração é a administração de uma solução ou medicamento não vesicante no tecido circunvizinho. Ocorre quando a cânula endovenosa se desloca ou perfura a parede da veia. Nesse sentido, está incorreto o que se afirma em:

Questão 28 de 35 Q28 da prova

A Política Nacional de Humanização (PNH) existe desde 2003 para efetivar os princípios do SUS no cotidiano das práticas de atenção e gestão, qualificando a saúde pública no Brasil e incentivando trocas solidárias entre gestores, trabalhadores e usuários. Considerando os fundamentos da PNH, assinale a alternativa incorreta.

Questão 29 de 35 Q29 da prova

O Programa Nacional de Imunizações do Brasil tem avançado ano a ano para proporcionar melhor qualidade de vida à população com a prevenção de doenças. Levando-se em conta o Calendário Nacional de Vacinação da Criança, assinale a alternativa incorreta.

Questão 30 de 35 Q30 da prova

A Lei n°. 9.782/99, define o Sistema Nacional de Vigilância Sanitária e cria a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA), autarquia sob regime especial, vinculada ao Ministério da Saúde. A lei estabelece que a Agência poderá delegar aos Estados, ao Distrito Federal e aos Municípios a execução de atribuições que lhe são próprias, excetuada:

Questão 31 de 35 Q31 da prova

Em ambiente hospitalar, a urgência e emergência têm significados muito diferentes que ajudam a avaliar os pacientes de acordo com o risco de vida que correm, otimizando o tempo que passa desde o início dos sintomas até o tratamento médico. Nesse sentido, analise as afirmativas abaixo e assinale a alternativa correta. I. A urgência é uma situação na qual os pacientes apresentam os sintomas de maneira rápida, intensa e que o fator tempo deve ser levado a sério para se atender ao paciente com segurança. II. Nas emergências os pacientes experimentam sintomas de início imediato (súbito), que não são percebidas por ele ao longo do tempo e que em muitas vezes não sabem descrever o que sentem por se tratar de uma coisa que nunca sentiram antes. III. As situações que envolvem emergências estão diretamente relacionadas aos órgãos do corpo que são importantes à vida, como o coração, os pulmões e o cérebro. Nesses três casos em particular os pacientes precisam de rápido atendimento, pois a evolução da gravidade desses casos é rápida e pode provocar lesões que não podem ser corrigidas, deixando os pacientes com incapacidades permanentes.

Questão 32 de 35 Q32 da prova

A parada cardiorrespiratória (PCR) é uma situação clínica que acarreta prioridade de atendimento devido à necessidade de intervenções rápidas e eficazes. Nesse sentido, considerando a abordagem no atendimento da PCR relacione as colunas e assinale a alternativa com a sequência correta. 1. Avaliação primária (Basic Life Support - BLS) 2. Avaliação secundária (Advanced Cardiac Life Support - ACLS) ( ) estabelecimento de acesso venoso. ( ) utilização de drogas. ( ) suporte básico de vida associado às manobras para reconhecimento da PCR. ( ) desfibrilação elétrica quando possível. ( ) desfibrilação elétrica e estabilização do paciente após a reversão da PCR com uso de vasopressores. ( ) suporte hemodinâmico e respiratório através da ressuscitação cardiopulmonar (RCP). ( ) aplicação de manobras para o suporte avançado de vida dispositivos invasivos de via aérea.

Questão 33 de 35 Q33 da prova

Noções de administração - O conjunto de objetos unidos por alguma forma de interação ou interdependência que trata uma organização como um sistema dinâmico que transforma seus insumos (recursos) em produtos ou serviços e que influencia e é influenciada pelo seu meio externo. Refere-se corretamente ao (a):

Questão 34 de 35 Q34 da prova

O Word é o processador de texto do Microsoft Office. Facilita a criação, o compartilhamento e a leitura de documentos. Assim, através da aba Arquivo do Word, podemos, com exceção de:

Questão 35 de 35 Q35 da prova

O MS Excel é uma ferramenta incrivelmente poderosa para tornar significativa uma vasta quantidade de dados. Um modo simples de acessar grande parte dos recursos do Excel é inserir os dados em uma tabela. Ao selecionar a tabela temos a opção de Análise Rápida, localizada no canto inferior direito da seleção. Nesse sentido, as ferramentas de Análise Rápida:

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