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Prova Técnico Ambiental - Pref. Retirolândia/BA
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Questão 1 de 35 Q1 da prova
Leia o texto I e responda as questões 1 a 8.

Tire suas próprias conclusões
Essa é a frase que mais tenho ouvido recentemente. Passada a euforia de uma notícia qualificada como “bomba”, logo os atores de uma das partes corriam a público para disponibilizar a íntegra daquilo que antes foi veiculado em partes. É preciso saber de tudo e entender de tudo. É preciso tirar as próprias conclusões para não depender de ninguém, e é esse o grande e contraditório imperativo dos nossos tempos. É uma ordem a uma experimentação libertária, e uma quase contradição do termo. O imperativo que liberta também aprisiona: você só passa a ser, ou a pertencer, se tiver uma conclusão. Sobre qualquer coisa. Nas últimas décadas psicanalistas se debruçaram sobre as mudanças nos arranjos produtivos e sociais de cada período histórico para compreender e nomear as formas de sofrimento decorrentes delas. A revolução industrial, a divisão social do trabalho, a urbanização desenfreada e as guerras, por exemplo, fizeram explodir o número de sujeitos impacientes, irritadiços e perturbados com a velocidade das transformações e suas consequentes perdas de referências simbólicas. Pensando sobre o imperativo “Leia/Veja/Assista” e “Tire suas próprias conclusões”, começo a desconfiar de que estamos diante de uma nova forma de sofrimento relacionado a um mal -estar ainda não nomeado. Afinal, que tipo de sujeito está surgindo de nossa nova organização social? O que a vida em rede diz sobre as formas como nos relacionamos com o mundo? Que tipos de valores surgem dali? E, finalmente, que tipo de sofrimento essa vida em rede tem causado? Vou arriscar e sair correndo, já sob o risco de percorrer um campo que não é meu: estamos vendo surgir o sujeito preso à ideia da obrigação de ter algo a dizer. Ao longo dos séculos essa angústia era comum aos chamados formadores de opinião e artistas, responsáveis por reinterpretar o mundo. Hoje basta ter um celular com conexão 3G para ser chamado a opinar sobre qualquer coisa. Pensamos estar pensando mesmo quando estamos apenas terceirizando convicções ao compartilhar aquilo que não escrevemos. É uma nova versão de um conflito descrito por Clarice Lispector a respeito da insuficiência da linguagem. Algo como: “Não só não consigo dizer o que penso como o que penso passa a ser o que digo”. Se vivesse nas redes que atribuem a ela frases que jamais disse, o “dizer” e o “pensar” teriam a interlocução de um outro verbo: “compartilhar”. (Matheus Pichonelli, Carta Capital. 18.03.2016. www.cartacapital.com.br. Adaptado)

Infere-se da leitura do texto I que, para o autor, o mal-estar provado pelos indivíduos atualmente está relacionado com

Questão 2 de 35 Q2 da prova
Leia o texto I e responda as questões 1 a 8.

Tire suas próprias conclusões
Essa é a frase que mais tenho ouvido recentemente. Passada a euforia de uma notícia qualificada como “bomba”, logo os atores de uma das partes corriam a público para disponibilizar a íntegra daquilo que antes foi veiculado em partes. É preciso saber de tudo e entender de tudo. É preciso tirar as próprias conclusões para não depender de ninguém, e é esse o grande e contraditório imperativo dos nossos tempos. É uma ordem a uma experimentação libertária, e uma quase contradição do termo. O imperativo que liberta também aprisiona: você só passa a ser, ou a pertencer, se tiver uma conclusão. Sobre qualquer coisa. Nas últimas décadas psicanalistas se debruçaram sobre as mudanças nos arranjos produtivos e sociais de cada período histórico para compreender e nomear as formas de sofrimento decorrentes delas. A revolução industrial, a divisão social do trabalho, a urbanização desenfreada e as guerras, por exemplo, fizeram explodir o número de sujeitos impacientes, irritadiços e perturbados com a velocidade das transformações e suas consequentes perdas de referências simbólicas. Pensando sobre o imperativo “Leia/Veja/Assista” e “Tire suas próprias conclusões”, começo a desconfiar de que estamos diante de uma nova forma de sofrimento relacionado a um mal -estar ainda não nomeado. Afinal, que tipo de sujeito está surgindo de nossa nova organização social? O que a vida em rede diz sobre as formas como nos relacionamos com o mundo? Que tipos de valores surgem dali? E, finalmente, que tipo de sofrimento essa vida em rede tem causado? Vou arriscar e sair correndo, já sob o risco de percorrer um campo que não é meu: estamos vendo surgir o sujeito preso à ideia da obrigação de ter algo a dizer. Ao longo dos séculos essa angústia era comum aos chamados formadores de opinião e artistas, responsáveis por reinterpretar o mundo. Hoje basta ter um celular com conexão 3G para ser chamado a opinar sobre qualquer coisa. Pensamos estar pensando mesmo quando estamos apenas terceirizando convicções ao compartilhar aquilo que não escrevemos. É uma nova versão de um conflito descrito por Clarice Lispector a respeito da insuficiência da linguagem. Algo como: “Não só não consigo dizer o que penso como o que penso passa a ser o que digo”. Se vivesse nas redes que atribuem a ela frases que jamais disse, o “dizer” e o “pensar” teriam a interlocução de um outro verbo: “compartilhar”. (Matheus Pichonelli, Carta Capital. 18.03.2016. www.cartacapital.com.br. Adaptado)

Lendo-se o segundo parágrafo do texto I, compreende-se que a “experimentação libertária” mencionada refere-se a

Questão 3 de 35 Q3 da prova
Leia o texto I e responda as questões 1 a 8.

Tire suas próprias conclusões
Essa é a frase que mais tenho ouvido recentemente. Passada a euforia de uma notícia qualificada como “bomba”, logo os atores de uma das partes corriam a público para disponibilizar a íntegra daquilo que antes foi veiculado em partes. É preciso saber de tudo e entender de tudo. É preciso tirar as próprias conclusões para não depender de ninguém, e é esse o grande e contraditório imperativo dos nossos tempos. É uma ordem a uma experimentação libertária, e uma quase contradição do termo. O imperativo que liberta também aprisiona: você só passa a ser, ou a pertencer, se tiver uma conclusão. Sobre qualquer coisa. Nas últimas décadas psicanalistas se debruçaram sobre as mudanças nos arranjos produtivos e sociais de cada período histórico para compreender e nomear as formas de sofrimento decorrentes delas. A revolução industrial, a divisão social do trabalho, a urbanização desenfreada e as guerras, por exemplo, fizeram explodir o número de sujeitos impacientes, irritadiços e perturbados com a velocidade das transformações e suas consequentes perdas de referências simbólicas. Pensando sobre o imperativo “Leia/Veja/Assista” e “Tire suas próprias conclusões”, começo a desconfiar de que estamos diante de uma nova forma de sofrimento relacionado a um mal -estar ainda não nomeado. Afinal, que tipo de sujeito está surgindo de nossa nova organização social? O que a vida em rede diz sobre as formas como nos relacionamos com o mundo? Que tipos de valores surgem dali? E, finalmente, que tipo de sofrimento essa vida em rede tem causado? Vou arriscar e sair correndo, já sob o risco de percorrer um campo que não é meu: estamos vendo surgir o sujeito preso à ideia da obrigação de ter algo a dizer. Ao longo dos séculos essa angústia era comum aos chamados formadores de opinião e artistas, responsáveis por reinterpretar o mundo. Hoje basta ter um celular com conexão 3G para ser chamado a opinar sobre qualquer coisa. Pensamos estar pensando mesmo quando estamos apenas terceirizando convicções ao compartilhar aquilo que não escrevemos. É uma nova versão de um conflito descrito por Clarice Lispector a respeito da insuficiência da linguagem. Algo como: “Não só não consigo dizer o que penso como o que penso passa a ser o que digo”. Se vivesse nas redes que atribuem a ela frases que jamais disse, o “dizer” e o “pensar” teriam a interlocução de um outro verbo: “compartilhar”. (Matheus Pichonelli, Carta Capital. 18.03.2016. www.cartacapital.com.br. Adaptado)

Assinale a alternativa em que o trecho entre colchetes substitui o destacado, independentemente do sentido e de acordo com a norma-padrão de concordância.

Questão 4 de 35 Q4 da prova
Leia o texto I e responda as questões 1 a 8.

Tire suas próprias conclusões
Essa é a frase que mais tenho ouvido recentemente. Passada a euforia de uma notícia qualificada como “bomba”, logo os atores de uma das partes corriam a público para disponibilizar a íntegra daquilo que antes foi veiculado em partes. É preciso saber de tudo e entender de tudo. É preciso tirar as próprias conclusões para não depender de ninguém, e é esse o grande e contraditório imperativo dos nossos tempos. É uma ordem a uma experimentação libertária, e uma quase contradição do termo. O imperativo que liberta também aprisiona: você só passa a ser, ou a pertencer, se tiver uma conclusão. Sobre qualquer coisa. Nas últimas décadas psicanalistas se debruçaram sobre as mudanças nos arranjos produtivos e sociais de cada período histórico para compreender e nomear as formas de sofrimento decorrentes delas. A revolução industrial, a divisão social do trabalho, a urbanização desenfreada e as guerras, por exemplo, fizeram explodir o número de sujeitos impacientes, irritadiços e perturbados com a velocidade das transformações e suas consequentes perdas de referências simbólicas. Pensando sobre o imperativo “Leia/Veja/Assista” e “Tire suas próprias conclusões”, começo a desconfiar de que estamos diante de uma nova forma de sofrimento relacionado a um mal -estar ainda não nomeado. Afinal, que tipo de sujeito está surgindo de nossa nova organização social? O que a vida em rede diz sobre as formas como nos relacionamos com o mundo? Que tipos de valores surgem dali? E, finalmente, que tipo de sofrimento essa vida em rede tem causado? Vou arriscar e sair correndo, já sob o risco de percorrer um campo que não é meu: estamos vendo surgir o sujeito preso à ideia da obrigação de ter algo a dizer. Ao longo dos séculos essa angústia era comum aos chamados formadores de opinião e artistas, responsáveis por reinterpretar o mundo. Hoje basta ter um celular com conexão 3G para ser chamado a opinar sobre qualquer coisa. Pensamos estar pensando mesmo quando estamos apenas terceirizando convicções ao compartilhar aquilo que não escrevemos. É uma nova versão de um conflito descrito por Clarice Lispector a respeito da insuficiência da linguagem. Algo como: “Não só não consigo dizer o que penso como o que penso passa a ser o que digo”. Se vivesse nas redes que atribuem a ela frases que jamais disse, o “dizer” e o “pensar” teriam a interlocução de um outro verbo: “compartilhar”. (Matheus Pichonelli, Carta Capital. 18.03.2016. www.cartacapital.com.br. Adaptado)

Sobre o texto em destaque, percebe-se, quanto à sua intencionalidade, que

Questão 5 de 35 Q5 da prova
Leia o texto I e responda as questões 1 a 8.

Tire suas próprias conclusões
Essa é a frase que mais tenho ouvido recentemente. Passada a euforia de uma notícia qualificada como “bomba”, logo os atores de uma das partes corriam a público para disponibilizar a íntegra daquilo que antes foi veiculado em partes. É preciso saber de tudo e entender de tudo. É preciso tirar as próprias conclusões para não depender de ninguém, e é esse o grande e contraditório imperativo dos nossos tempos. É uma ordem a uma experimentação libertária, e uma quase contradição do termo. O imperativo que liberta também aprisiona: você só passa a ser, ou a pertencer, se tiver uma conclusão. Sobre qualquer coisa. Nas últimas décadas psicanalistas se debruçaram sobre as mudanças nos arranjos produtivos e sociais de cada período histórico para compreender e nomear as formas de sofrimento decorrentes delas. A revolução industrial, a divisão social do trabalho, a urbanização desenfreada e as guerras, por exemplo, fizeram explodir o número de sujeitos impacientes, irritadiços e perturbados com a velocidade das transformações e suas consequentes perdas de referências simbólicas. Pensando sobre o imperativo “Leia/Veja/Assista” e “Tire suas próprias conclusões”, começo a desconfiar de que estamos diante de uma nova forma de sofrimento relacionado a um mal -estar ainda não nomeado. Afinal, que tipo de sujeito está surgindo de nossa nova organização social? O que a vida em rede diz sobre as formas como nos relacionamos com o mundo? Que tipos de valores surgem dali? E, finalmente, que tipo de sofrimento essa vida em rede tem causado? Vou arriscar e sair correndo, já sob o risco de percorrer um campo que não é meu: estamos vendo surgir o sujeito preso à ideia da obrigação de ter algo a dizer. Ao longo dos séculos essa angústia era comum aos chamados formadores de opinião e artistas, responsáveis por reinterpretar o mundo. Hoje basta ter um celular com conexão 3G para ser chamado a opinar sobre qualquer coisa. Pensamos estar pensando mesmo quando estamos apenas terceirizando convicções ao compartilhar aquilo que não escrevemos. É uma nova versão de um conflito descrito por Clarice Lispector a respeito da insuficiência da linguagem. Algo como: “Não só não consigo dizer o que penso como o que penso passa a ser o que digo”. Se vivesse nas redes que atribuem a ela frases que jamais disse, o “dizer” e o “pensar” teriam a interlocução de um outro verbo: “compartilhar”. (Matheus Pichonelli, Carta Capital. 18.03.2016. www.cartacapital.com.br. Adaptado)

Leia as afirmações abaixo antes de analisar o que será pedido: ( ) Em “Passada a euforia de uma notícia qualificada como ‘bomba’, logo os atores ...”, a expressão destacada foi utilizada no sentido literal a fim de expressar algo impactante. ( ) Em “É preciso tirar as próprias conclusões para não depender de ninguém... ” e “... você só passa a ser, ou a pertencer, se tiver uma conclusão.”, os vocábulos em destaque possuem classificação sintática idêntica ao exigirem complementos verbais de mesma natureza. ( ) Em “O imperativo que liberta também aprisiona...”, o elemento coesivo em destaque foi utilizado para ligar uma oração principal a uma oração subordinada substantiva, sendo, por isso, uma conjunção integrante. ( ) Em “O imperativo que liberta também aprisiona: você só passa a ser, ou a pertencer, se tiver uma conclusão. Sobre qualquer coisa.”, a expressão em destaque poderia aparecer sem o ponto que a precede a fim de relacioná-la ao vocábulo “conclusão”. Considerando-se V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas, pode-se dizer que, pela ordem, a sequência correta será:

Questão 6 de 35 Q6 da prova
Leia o texto I e responda as questões 1 a 8.

Tire suas próprias conclusões
Essa é a frase que mais tenho ouvido recentemente. Passada a euforia de uma notícia qualificada como “bomba”, logo os atores de uma das partes corriam a público para disponibilizar a íntegra daquilo que antes foi veiculado em partes. É preciso saber de tudo e entender de tudo. É preciso tirar as próprias conclusões para não depender de ninguém, e é esse o grande e contraditório imperativo dos nossos tempos. É uma ordem a uma experimentação libertária, e uma quase contradição do termo. O imperativo que liberta também aprisiona: você só passa a ser, ou a pertencer, se tiver uma conclusão. Sobre qualquer coisa. Nas últimas décadas psicanalistas se debruçaram sobre as mudanças nos arranjos produtivos e sociais de cada período histórico para compreender e nomear as formas de sofrimento decorrentes delas. A revolução industrial, a divisão social do trabalho, a urbanização desenfreada e as guerras, por exemplo, fizeram explodir o número de sujeitos impacientes, irritadiços e perturbados com a velocidade das transformações e suas consequentes perdas de referências simbólicas. Pensando sobre o imperativo “Leia/Veja/Assista” e “Tire suas próprias conclusões”, começo a desconfiar de que estamos diante de uma nova forma de sofrimento relacionado a um mal -estar ainda não nomeado. Afinal, que tipo de sujeito está surgindo de nossa nova organização social? O que a vida em rede diz sobre as formas como nos relacionamos com o mundo? Que tipos de valores surgem dali? E, finalmente, que tipo de sofrimento essa vida em rede tem causado? Vou arriscar e sair correndo, já sob o risco de percorrer um campo que não é meu: estamos vendo surgir o sujeito preso à ideia da obrigação de ter algo a dizer. Ao longo dos séculos essa angústia era comum aos chamados formadores de opinião e artistas, responsáveis por reinterpretar o mundo. Hoje basta ter um celular com conexão 3G para ser chamado a opinar sobre qualquer coisa. Pensamos estar pensando mesmo quando estamos apenas terceirizando convicções ao compartilhar aquilo que não escrevemos. É uma nova versão de um conflito descrito por Clarice Lispector a respeito da insuficiência da linguagem. Algo como: “Não só não consigo dizer o que penso como o que penso passa a ser o que digo”. Se vivesse nas redes que atribuem a ela frases que jamais disse, o “dizer” e o “pensar” teriam a interlocução de um outro verbo: “compartilhar”. (Matheus Pichonelli, Carta Capital. 18.03.2016. www.cartacapital.com.br. Adaptado)

Leia as passagens abaixo retiradas do texto I e analise cada afirmação feita sobre o uso correto da Pontuação segundo a norma culta da Língua Portuguesa. I- No trecho “Nas últimas décadas psicanalistas se debruçaram sobre as mudanças nos arranjos produtivos e sociais de cada período histórico ...”, a expressão em destaque deveria ser isolada com uma vírgula, já que se encontra deslocada no contexto. II- Em “A revolução industrial, a divisão social do trabalho, a urbanização desenfreada e as guerras, por exemplo, fizeram explodir o número de sujeitos impacientes, irritadiços e perturbados com a velocidade das transformações e suas consequentes perdas de referências simbólicas.”, todas as vírgulas foram usadas para elencarem itens de mesma função sintática. III- Na passagem “Ao longo dos séculos essa angústia era comum aos chamados formadores de opinião e artistas, responsáveis por reinterpretar o mundo.”, o termo destacado exerce função sintática de natureza circunstancial e, por isso, poderia ser isolado por uma vírgula prescindível no contexto a fim de manter a correção gramatical. Pode-se considerar correto o que foi afirmado apenas em:

Questão 7 de 35 Q7 da prova
Leia o texto I e responda as questões 1 a 8.

Tire suas próprias conclusões
Essa é a frase que mais tenho ouvido recentemente. Passada a euforia de uma notícia qualificada como “bomba”, logo os atores de uma das partes corriam a público para disponibilizar a íntegra daquilo que antes foi veiculado em partes. É preciso saber de tudo e entender de tudo. É preciso tirar as próprias conclusões para não depender de ninguém, e é esse o grande e contraditório imperativo dos nossos tempos. É uma ordem a uma experimentação libertária, e uma quase contradição do termo. O imperativo que liberta também aprisiona: você só passa a ser, ou a pertencer, se tiver uma conclusão. Sobre qualquer coisa. Nas últimas décadas psicanalistas se debruçaram sobre as mudanças nos arranjos produtivos e sociais de cada período histórico para compreender e nomear as formas de sofrimento decorrentes delas. A revolução industrial, a divisão social do trabalho, a urbanização desenfreada e as guerras, por exemplo, fizeram explodir o número de sujeitos impacientes, irritadiços e perturbados com a velocidade das transformações e suas consequentes perdas de referências simbólicas. Pensando sobre o imperativo “Leia/Veja/Assista” e “Tire suas próprias conclusões”, começo a desconfiar de que estamos diante de uma nova forma de sofrimento relacionado a um mal -estar ainda não nomeado. Afinal, que tipo de sujeito está surgindo de nossa nova organização social? O que a vida em rede diz sobre as formas como nos relacionamos com o mundo? Que tipos de valores surgem dali? E, finalmente, que tipo de sofrimento essa vida em rede tem causado? Vou arriscar e sair correndo, já sob o risco de percorrer um campo que não é meu: estamos vendo surgir o sujeito preso à ideia da obrigação de ter algo a dizer. Ao longo dos séculos essa angústia era comum aos chamados formadores de opinião e artistas, responsáveis por reinterpretar o mundo. Hoje basta ter um celular com conexão 3G para ser chamado a opinar sobre qualquer coisa. Pensamos estar pensando mesmo quando estamos apenas terceirizando convicções ao compartilhar aquilo que não escrevemos. É uma nova versão de um conflito descrito por Clarice Lispector a respeito da insuficiência da linguagem. Algo como: “Não só não consigo dizer o que penso como o que penso passa a ser o que digo”. Se vivesse nas redes que atribuem a ela frases que jamais disse, o “dizer” e o “pensar” teriam a interlocução de um outro verbo: “compartilhar”. (Matheus Pichonelli, Carta Capital. 18.03.2016. www.cartacapital.com.br. Adaptado)

Assinale a alternativa cuja expressão verbal sublinhada destoe das demais enquanto valor semântico (aspecto verbal) aplicado no contexto.

Questão 8 de 35 Q8 da prova
Leia o texto I e responda as questões 1 a 8.

Tire suas próprias conclusões
Essa é a frase que mais tenho ouvido recentemente. Passada a euforia de uma notícia qualificada como “bomba”, logo os atores de uma das partes corriam a público para disponibilizar a íntegra daquilo que antes foi veiculado em partes. É preciso saber de tudo e entender de tudo. É preciso tirar as próprias conclusões para não depender de ninguém, e é esse o grande e contraditório imperativo dos nossos tempos. É uma ordem a uma experimentação libertária, e uma quase contradição do termo. O imperativo que liberta também aprisiona: você só passa a ser, ou a pertencer, se tiver uma conclusão. Sobre qualquer coisa. Nas últimas décadas psicanalistas se debruçaram sobre as mudanças nos arranjos produtivos e sociais de cada período histórico para compreender e nomear as formas de sofrimento decorrentes delas. A revolução industrial, a divisão social do trabalho, a urbanização desenfreada e as guerras, por exemplo, fizeram explodir o número de sujeitos impacientes, irritadiços e perturbados com a velocidade das transformações e suas consequentes perdas de referências simbólicas. Pensando sobre o imperativo “Leia/Veja/Assista” e “Tire suas próprias conclusões”, começo a desconfiar de que estamos diante de uma nova forma de sofrimento relacionado a um mal -estar ainda não nomeado. Afinal, que tipo de sujeito está surgindo de nossa nova organização social? O que a vida em rede diz sobre as formas como nos relacionamos com o mundo? Que tipos de valores surgem dali? E, finalmente, que tipo de sofrimento essa vida em rede tem causado? Vou arriscar e sair correndo, já sob o risco de percorrer um campo que não é meu: estamos vendo surgir o sujeito preso à ideia da obrigação de ter algo a dizer. Ao longo dos séculos essa angústia era comum aos chamados formadores de opinião e artistas, responsáveis por reinterpretar o mundo. Hoje basta ter um celular com conexão 3G para ser chamado a opinar sobre qualquer coisa. Pensamos estar pensando mesmo quando estamos apenas terceirizando convicções ao compartilhar aquilo que não escrevemos. É uma nova versão de um conflito descrito por Clarice Lispector a respeito da insuficiência da linguagem. Algo como: “Não só não consigo dizer o que penso como o que penso passa a ser o que digo”. Se vivesse nas redes que atribuem a ela frases que jamais disse, o “dizer” e o “pensar” teriam a interlocução de um outro verbo: “compartilhar”. (Matheus Pichonelli, Carta Capital. 18.03.2016. www.cartacapital.com.br. Adaptado)

A partir da leitura do texto I, marque a alternativa cuja indicação morfológica esteja incorreta entre parênteses para a(s) palavra(s) destacada(s) no fragmento.

Questão 9 de 35 Q9 da prova
Leia o texto II e responda as questões 9 e 10.

Pesquisa exclusiva mostra que brasileiros superestimam suas capacidades digitais
Os brasileiros estão otimistas com o impacto da transformação digital em suas carreiras, mas superestimam as suas capacidades digitais, que serão chave no mercado de trabalho nos próximos anos. A constatação está em pesquisa realizada por Tera, Scoop&Co e Época Negócios, apoiada por Love Mondays. O estudo mostra que mais de 80% dos brasileiros se dizem empolgados com a chegada das novas tecnologias no trabalho e 87% estão confiantes de que vão se adaptar à nova realidade. Essa percepção positiva da maioria, contudo, não condiz com a realidade do mercado. Quando apresentados a uma lista de habilidades mais demandadas, 42% afirmaram não conhecer as 14 competências digitais desejadas por empregadores, de acordo com lista do LinkedIn para 2018. “A lista traz funções não exigidas nas empresas há cinco anos. Esse cenário descrito pela pesquisa é um retrato de que a renovação das competências aconteceu rápido demais. As pessoas não viram isso acontecer”, diz Leandro Herrera, fundador da Tera. (Barbara Bigarelli. Época Negócios. 14.11.2018. https://epocanegocios.globo.com. Adaptado)

Uma frase condizente com as informações do texto II e escrita em conformidade com a norma-padrão da língua portuguesa é:

Questão 10 de 35 Q10 da prova
Leia o texto II e responda as questões 9 e 10.

Pesquisa exclusiva mostra que brasileiros superestimam suas capacidades digitais
Os brasileiros estão otimistas com o impacto da transformação digital em suas carreiras, mas superestimam as suas capacidades digitais, que serão chave no mercado de trabalho nos próximos anos. A constatação está em pesquisa realizada por Tera, Scoop&Co e Época Negócios, apoiada por Love Mondays. O estudo mostra que mais de 80% dos brasileiros se dizem empolgados com a chegada das novas tecnologias no trabalho e 87% estão confiantes de que vão se adaptar à nova realidade. Essa percepção positiva da maioria, contudo, não condiz com a realidade do mercado. Quando apresentados a uma lista de habilidades mais demandadas, 42% afirmaram não conhecer as 14 competências digitais desejadas por empregadores, de acordo com lista do LinkedIn para 2018. “A lista traz funções não exigidas nas empresas há cinco anos. Esse cenário descrito pela pesquisa é um retrato de que a renovação das competências aconteceu rápido demais. As pessoas não viram isso acontecer”, diz Leandro Herrera, fundador da Tera. (Barbara Bigarelli. Época Negócios. 14.11.2018. https://epocanegocios.globo.com. Adaptado)

Leia: “Os brasileiros estão otimistas com o impacto da transformação digital em suas carreiras, mas superestimam as suas capacidades digitais, que serão chave no mercado de trabalho nos próximos anos.” O vocábulo em destaque, no fragmento acima, tem como sentido _______, levando-se em consideração o uso correto quanto à concordância nominal. Além disso, pode-se dizer que ele também ______________. Preenchem correta e respectivamente os espaços acima as afirmações contidas em:

Questão 11 de 35 Q11 da prova

Em uma partida de futebol, um goleiro realiza o tiro de meta. A trajetória da bola é descrita pela função h(t) = - t² + 6t, onde h é a altura, em metros, da bola e t os segundos após o chute. A altura máxima atingida pela bola, em metros, e o tempo, em segundos, em que ela atinge essa altura é, respectivamente:

Questão 12 de 35 Q12 da prova

Um anel deve ser preenchido como 4 joias diferentes em seu em torno, de forma que elas fiquem igualmente espaçadas. De quantas maneiras distintas esse anel poderá ser confeccionado?

Questão 13 de 35 Q13 da prova

Em um escritório é utilizada uma jarra de base quadrada para servir água para as pessoas. Esse fundo possui 5 cm de lado e 20 cm de altura. 4 copos de 50 ml cada foram preenchidos com a água do recipiente, fazendo com que o nível diminuísse. A distância entre o nível da água e a borda da jarra após a retirada da água foi de:

Questão 14 de 35 Q14 da prova

Uma equipe de 90 trabalhadores, necessita realizar uma construção de 200 m de pavimentação em 40 dias. Foram dispensados 40 trabalhadores e aumentado a quantidade de pavimento para 300 m. Quantos dias serão necessários para finalizar a construção?

Questão 15 de 35 Q15 da prova

Qual é o valor do montante de uma aplicação financeira, sobre o regime de juros simples, a um capital de R$ 600,00, com uma taxa de 2,5% ao mês, por um período de 1 ano e 3 meses?

Questão 16 de 35 Q16 da prova

Localizado no polígono da seca, o Município de Retirolândia faz parte da região semiárida baiana, sendo encontrada uma vegetação xerófila. A vegetação predominante no Município é:

Questão 17 de 35 Q18 da prova

Sobre os protocolos de internet, assinale a alternativa correta:

Questão 18 de 35 Q19 da prova

A história do Brasil foi marcada por diversas revoltas, principalmente no Estado da Bahia. Dentre elas, uma possuía um caráter separatista temporário, haja vista que o objetivo era constituir uma “República Bahiense” até D. Pedro II atingir a maioridade. A revolta citada foi:

Questão 19 de 35 Q20 da prova

O conflito entre Israel e o Hamas completou 1 ano em 07 de outubro de 2024. A destruição causada pelo conflito está estampada em todos os meios de comunicação. Com base nisto, julgue os itens a seguir: I. As causas da guerra incluem disputas territoriais, a não aceitação mútua da legitimidade do outro, o bloqueio de Gaza, e tensões religiosas e geopolíticas, com o apoio do Irã ao Hamas e a aliança de Israel com os EUA. II. As consequências do conflito incluem a devastação da infraestrutura de Gaza, mortes e sofrimento civil, um impasse político entre Hamas e Fatah, além de prejudicar as negociações de paz e aumentar as tensões regionais. III. Atualmente, o conflito entre Israel e Hamas permanece em estado de tensão constante, com escaladas periódicas de violência, ataques aéreos, e operações militares, além de envolvimento indireto de potências regionais como o Irã. Julgue os itens e assinale a alternativa correta:

Questão 20 de 35 Q21 da prova

Na Estação Ecológica só podem ser permitidas alterações dos ecossistemas no caso de: I - Medidas que visem a restauração de ecossistemas modificados. II - Manejo de espécies com o fim de preservar a diversidade biológica. III - Coleta de componentes dos ecossistemas com finalidades científicas e educacionais. IV - Pesquisas científicas cujo impacto sobre o ambiente seja maior do que aquele causado pela simples observação ou pela coleta controlada de componentes dos ecossistemas, em uma área correspondente a no máximo três por cento da extensão total da unidade e até o limite de um mil e quinhentos hectares. Julgue os itens e assinale a alternativa correta:

Questão 21 de 35 Q22 da prova

Com base na Lei Federal nº 9.985, de 18 de julho de 2000, que trata sobre o Sistema Nacional de Unidades de Conservação da Natureza, a área de proteção ambiental:

Questão 22 de 35 Q23 da prova

A Estação Ecológica Raso da Cataria, localizada na Bahia, possui uma área de 104.844,40 hectares e o seu bioma é marcado por uma vegetação arbustiva, incluindo mandacarus, xiquexiques, bromélias e cactos que servem como umas raras fontes de água em determinadas épocas do ano. O bioma encontrado na estação ecológica é:

Questão 23 de 35 Q24 da prova

São crimes ambientais, com base na Lei Federal nº 9.605/1998: I. Introduzir espécime animal no País, sem parecer técnico oficial favorável e licença expedida por autoridade competente II. Provocar, pela emissão de efluentes ou carreamento de materiais, o perecimento de espécimes da fauna aquática existentes em rios, lagos, açudes, lagoas, baías ou águas jurisdicionais brasileiras e estrangeiras. III. Pescar em período no qual a pesca seja proibida ou em lugares interditados por órgão competente. Julgue os itens e assinale a alternativa correta:

Questão 24 de 35 Q25 da prova

Não é crime o abate de animal, quando realizado: I. Em estado de necessidade, para saciar a fome do agente ou de sua família. II. Para proteger lavouras, pomares e rebanhos da ação predatória ou destruidora de animais, desde que legal e expressamente autorizado pela autoridade competente. IV. Por ser nocivo o animal, desde que assim caracterizado pelo órgão competente. Julgue os itens e assinale a alternativa correta:

Questão 25 de 35 Q26 da prova

A localização da área de Reserva Legal no imóvel rural deverá levar em consideração os seguintes estudos e critérios, exceto:

Questão 26 de 35 Q29 da prova

Com base no processo de formação do solo, julgue os itens sobre o intemperismo: I. O intemperismo físico é o primeiro a ocorrer. Ele é causado por fatores como a variação de temperatura, a expansão da água ao congelar e a cristalização de sais. II. O intemperismo químico é causado pela ação da água e de outros agentes químicos. III. O intemperismo biológico é causado pela ação de seres vivos, como plantas e animais. Eles podem contribuir para o intemperismo físico, quebrando as rochas com suas raízes, ou para o intemperismo químico, liberando ácidos orgânicos que dissolvem os minerais das rochas. Assinale a alternativa correta:

Questão 27 de 35 Q30 da prova

Sobre o solo, julgue os itens a seguir: I. Solos argilosos: são menos arejados e mais compactados, portanto, são mais úmidos, pois a água fica retida por mais tempo neles devido à sua lenta infiltração. II. Solos siltosos: com muita presença de areia e pouca umidade, são comuns em regiões tropicais. Micro-organismos e plantas vivem com mais dificuldade neles devido à ausência de água. III. Solos arenosos: apresentam alta concentração de silte e são erosíveis, pois não se apresentam estáveis ou compactados. Suas partículas são bastante leves, pequenas e soltas. Julgue os itens e assinale a alternativa correta:

Questão 28 de 35 Q31 da prova

Os recursos hídricos são todas as fontes de água disponíveis na natureza. São águas que encontramos na superfície terrestre: I. Rios. II. Córregos. III. Açudes. Estão corretos:

Questão 29 de 35 Q32 da prova

O Sistema Nacional de Unidades de Conservação da Natureza tem o seguinte objetivo:

Questão 30 de 35 Q33 da prova

O grupo das Unidades de Proteção Integral é composto pelas seguintes categorias de unidade de conservação: I - Estação Ecológica. II - Reserva Biológica. III - Parque Estadual. IV - Monumento Criado. V - Refúgio de Vida Silvestre. Julgue os itens e assinale a alternativa correta:

Questão 31 de 35 Q34 da prova

A Reserva da Biosfera é constituída por: I - Uma ou várias áreas-núcleo, destinadas à proteção integral da natureza. II - Uma ou várias zonas de amortecimento, onde só são admitidas atividades que não resultem em dano para as áreas-núcleo. III - Uma ou várias zonas de transição, sem limites rígidos, onde o processo de ocupação e o manejo dos recursos naturais são planejados e conduzidos de modo participativo e em bases sustentáveis. Julgue os itens e assinale a alternativa correta:

Questão 32 de 35 Q35 da prova

A diversidade biológica pode ser definida como:

Questão 33 de 35 Q38 da prova

Ainda que seja pouco conhecida, a poluição _________ é um tipo de poluição muito recorrente e que causa grande impacto ambiental. Ela ocorre pelo aquecimento das águas e do ar que são utilizadas nas usinas hidroelétricas, termoelétricas e nucleares e depois lançadas nas águas e na atmosfera. Preencha a lacuna corretamente:

Questão 34 de 35 Q39 da prova

É livre a coleta de produtos florestais não madeireiros, tais como frutos, cipós, folhas e sementes, devendo-se observar:

Questão 35 de 35 Q40 da prova

O controle de pragas pode ser realizado através de diversos meios, exceto:

Acertos
Erros
35
Total