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Prova Técnico Ambiental - Pref. Igarapé-Miri/PA
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Questão 1 de 40 Q1 da prova
Leia o texto abaixo para responder às questões de 01 a 10.

Desenvolvimento sustentável da Amazônia depende do saber das comunidades

É impossível pensarmos em preservação ambiental, sustentabilidade e ações para frear o aquecimento global sem nos lembrarmos da Amazônia. O bioma com a maior biodiversidade do planeta, riquíssimo em flora, fauna e recursos naturais, é recheado de oportunidades e de respostas para a crise climática que afeta o mundo todo. Nesse sentido, a iniciativa privada, o setor público, o terceiro setor e a sociedade civil têm se engajado cada vez mais para mergulhar no universo amazônico e extrair o que a floresta tem de valioso, a o mesmo tempo em que buscam preservá-la. As pessoas que vivem na região são as que mais entendem das particularidades da Amazônia. São elas que estão todos os dias usufruindo e contribuindo para o desenvolvimento do bioma. Manter a floresta em pé também passa necessariamente pelo desenvolvimento socioeconômico da população amazônica, a partir do olhar dos próprios moradores, que precisam da floresta e tiram dela seu sustento.

Em visitas à região, temos acompanhado de perto a vida dos moradores da Amazônia e vemos que há questões que para nós podem parecer triviais, mas que para eles são gargalos que fazem toda a diferença. É o caso do acesso à água potável, que para algumas comunidades é ainda mais urgente do que ter a sua renda ampliada. Outra vulnerabilidade da região, que atrasa o desenvolvimento dos negócios por lá, é a falta de energia elétrica.

A maneira mais efetiva de conhecer todos esses desafios, a exemplo dos potenciais da floresta, é estar in loco nela, vivenciando o bioma. Somente conhecendo e construindo com as comunidades locais teremos sucesso, e é isso que temos buscado fazer. O desafio envolve também as políticas públicas e o mercado, que tem o potencial de fazer com que muitas dessas oportunidades de negócios ganhem a escala necessária para a realidade amazônica.

Fonte: Revista Exame, 6 de janeiro de 2022. (Texto adaptado)

No texto, defende-se a ideia de que

Questão 2 de 40 Q2 da prova
Leia o texto abaixo para responder às questões de 01 a 10.

Desenvolvimento sustentável da Amazônia depende do saber das comunidades

É impossível pensarmos em preservação ambiental, sustentabilidade e ações para frear o aquecimento global sem nos lembrarmos da Amazônia. O bioma com a maior biodiversidade do planeta, riquíssimo em flora, fauna e recursos naturais, é recheado de oportunidades e de respostas para a crise climática que afeta o mundo todo. Nesse sentido, a iniciativa privada, o setor público, o terceiro setor e a sociedade civil têm se engajado cada vez mais para mergulhar no universo amazônico e extrair o que a floresta tem de valioso, a o mesmo tempo em que buscam preservá-la. As pessoas que vivem na região são as que mais entendem das particularidades da Amazônia. São elas que estão todos os dias usufruindo e contribuindo para o desenvolvimento do bioma. Manter a floresta em pé também passa necessariamente pelo desenvolvimento socioeconômico da população amazônica, a partir do olhar dos próprios moradores, que precisam da floresta e tiram dela seu sustento.

Em visitas à região, temos acompanhado de perto a vida dos moradores da Amazônia e vemos que há questões que para nós podem parecer triviais, mas que para eles são gargalos que fazem toda a diferença. É o caso do acesso à água potável, que para algumas comunidades é ainda mais urgente do que ter a sua renda ampliada. Outra vulnerabilidade da região, que atrasa o desenvolvimento dos negócios por lá, é a falta de energia elétrica.

A maneira mais efetiva de conhecer todos esses desafios, a exemplo dos potenciais da floresta, é estar in loco nela, vivenciando o bioma. Somente conhecendo e construindo com as comunidades locais teremos sucesso, e é isso que temos buscado fazer. O desafio envolve também as políticas públicas e o mercado, que tem o potencial de fazer com que muitas dessas oportunidades de negócios ganhem a escala necessária para a realidade amazônica.

Fonte: Revista Exame, 6 de janeiro de 2022. (Texto adaptado)

No texto, o uso da expressão grifada em “mas que para eles são gargalos que fazem toda a diferença.” (3º parágrafo) refere-se

Questão 3 de 40 Q3 da prova
Leia o texto abaixo para responder às questões de 01 a 10.

Desenvolvimento sustentável da Amazônia depende do saber das comunidades

É impossível pensarmos em preservação ambiental, sustentabilidade e ações para frear o aquecimento global sem nos lembrarmos da Amazônia. O bioma com a maior biodiversidade do planeta, riquíssimo em flora, fauna e recursos naturais, é recheado de oportunidades e de respostas para a crise climática que afeta o mundo todo. Nesse sentido, a iniciativa privada, o setor público, o terceiro setor e a sociedade civil têm se engajado cada vez mais para mergulhar no universo amazônico e extrair o que a floresta tem de valioso, a o mesmo tempo em que buscam preservá-la. As pessoas que vivem na região são as que mais entendem das particularidades da Amazônia. São elas que estão todos os dias usufruindo e contribuindo para o desenvolvimento do bioma. Manter a floresta em pé também passa necessariamente pelo desenvolvimento socioeconômico da população amazônica, a partir do olhar dos próprios moradores, que precisam da floresta e tiram dela seu sustento.

Em visitas à região, temos acompanhado de perto a vida dos moradores da Amazônia e vemos que há questões que para nós podem parecer triviais, mas que para eles são gargalos que fazem toda a diferença. É o caso do acesso à água potável, que para algumas comunidades é ainda mais urgente do que ter a sua renda ampliada. Outra vulnerabilidade da região, que atrasa o desenvolvimento dos negócios por lá, é a falta de energia elétrica.

A maneira mais efetiva de conhecer todos esses desafios, a exemplo dos potenciais da floresta, é estar in loco nela, vivenciando o bioma. Somente conhecendo e construindo com as comunidades locais teremos sucesso, e é isso que temos buscado fazer. O desafio envolve também as políticas públicas e o mercado, que tem o potencial de fazer com que muitas dessas oportunidades de negócios ganhem a escala necessária para a realidade amazônica.

Fonte: Revista Exame, 6 de janeiro de 2022. (Texto adaptado)

Ainda sobre a palavra “gargalos” (3º parágrafo), tal qual usada no texto. O referido vocábulo ilustra o uso da seguinte figura de linguagem:

Questão 4 de 40 Q4 da prova
Leia o texto abaixo para responder às questões de 01 a 10.

Desenvolvimento sustentável da Amazônia depende do saber das comunidades

É impossível pensarmos em preservação ambiental, sustentabilidade e ações para frear o aquecimento global sem nos lembrarmos da Amazônia. O bioma com a maior biodiversidade do planeta, riquíssimo em flora, fauna e recursos naturais, é recheado de oportunidades e de respostas para a crise climática que afeta o mundo todo. Nesse sentido, a iniciativa privada, o setor público, o terceiro setor e a sociedade civil têm se engajado cada vez mais para mergulhar no universo amazônico e extrair o que a floresta tem de valioso, a o mesmo tempo em que buscam preservá-la. As pessoas que vivem na região são as que mais entendem das particularidades da Amazônia. São elas que estão todos os dias usufruindo e contribuindo para o desenvolvimento do bioma. Manter a floresta em pé também passa necessariamente pelo desenvolvimento socioeconômico da população amazônica, a partir do olhar dos próprios moradores, que precisam da floresta e tiram dela seu sustento.

Em visitas à região, temos acompanhado de perto a vida dos moradores da Amazônia e vemos que há questões que para nós podem parecer triviais, mas que para eles são gargalos que fazem toda a diferença. É o caso do acesso à água potável, que para algumas comunidades é ainda mais urgente do que ter a sua renda ampliada. Outra vulnerabilidade da região, que atrasa o desenvolvimento dos negócios por lá, é a falta de energia elétrica.

A maneira mais efetiva de conhecer todos esses desafios, a exemplo dos potenciais da floresta, é estar in loco nela, vivenciando o bioma. Somente conhecendo e construindo com as comunidades locais teremos sucesso, e é isso que temos buscado fazer. O desafio envolve também as políticas públicas e o mercado, que tem o potencial de fazer com que muitas dessas oportunidades de negócios ganhem a escala necessária para a realidade amazônica.

Fonte: Revista Exame, 6 de janeiro de 2022. (Texto adaptado)

A regra de acentuação seguida na palavra “Amazônia” (1º parágrafo) é a mesma usada em

Questão 5 de 40 Q5 da prova
Leia o texto abaixo para responder às questões de 01 a 10.

Desenvolvimento sustentável da Amazônia depende do saber das comunidades

É impossível pensarmos em preservação ambiental, sustentabilidade e ações para frear o aquecimento global sem nos lembrarmos da Amazônia. O bioma com a maior biodiversidade do planeta, riquíssimo em flora, fauna e recursos naturais, é recheado de oportunidades e de respostas para a crise climática que afeta o mundo todo. Nesse sentido, a iniciativa privada, o setor público, o terceiro setor e a sociedade civil têm se engajado cada vez mais para mergulhar no universo amazônico e extrair o que a floresta tem de valioso, a o mesmo tempo em que buscam preservá-la. As pessoas que vivem na região são as que mais entendem das particularidades da Amazônia. São elas que estão todos os dias usufruindo e contribuindo para o desenvolvimento do bioma. Manter a floresta em pé também passa necessariamente pelo desenvolvimento socioeconômico da população amazônica, a partir do olhar dos próprios moradores, que precisam da floresta e tiram dela seu sustento.

Em visitas à região, temos acompanhado de perto a vida dos moradores da Amazônia e vemos que há questões que para nós podem parecer triviais, mas que para eles são gargalos que fazem toda a diferença. É o caso do acesso à água potável, que para algumas comunidades é ainda mais urgente do que ter a sua renda ampliada. Outra vulnerabilidade da região, que atrasa o desenvolvimento dos negócios por lá, é a falta de energia elétrica.

A maneira mais efetiva de conhecer todos esses desafios, a exemplo dos potenciais da floresta, é estar in loco nela, vivenciando o bioma. Somente conhecendo e construindo com as comunidades locais teremos sucesso, e é isso que temos buscado fazer. O desafio envolve também as políticas públicas e o mercado, que tem o potencial de fazer com que muitas dessas oportunidades de negócios ganhem a escala necessária para a realidade amazônica.

Fonte: Revista Exame, 6 de janeiro de 2022. (Texto adaptado)

O termo “bioma” (1º parágrafo) é usado para retomar o vocábulo

Questão 6 de 40 Q6 da prova
Leia o texto abaixo para responder às questões de 01 a 10.

Desenvolvimento sustentável da Amazônia depende do saber das comunidades

É impossível pensarmos em preservação ambiental, sustentabilidade e ações para frear o aquecimento global sem nos lembrarmos da Amazônia. O bioma com a maior biodiversidade do planeta, riquíssimo em flora, fauna e recursos naturais, é recheado de oportunidades e de respostas para a crise climática que afeta o mundo todo. Nesse sentido, a iniciativa privada, o setor público, o terceiro setor e a sociedade civil têm se engajado cada vez mais para mergulhar no universo amazônico e extrair o que a floresta tem de valioso, a o mesmo tempo em que buscam preservá-la. As pessoas que vivem na região são as que mais entendem das particularidades da Amazônia. São elas que estão todos os dias usufruindo e contribuindo para o desenvolvimento do bioma. Manter a floresta em pé também passa necessariamente pelo desenvolvimento socioeconômico da população amazônica, a partir do olhar dos próprios moradores, que precisam da floresta e tiram dela seu sustento.

Em visitas à região, temos acompanhado de perto a vida dos moradores da Amazônia e vemos que há questões que para nós podem parecer triviais, mas que para eles são gargalos que fazem toda a diferença. É o caso do acesso à água potável, que para algumas comunidades é ainda mais urgente do que ter a sua renda ampliada. Outra vulnerabilidade da região, que atrasa o desenvolvimento dos negócios por lá, é a falta de energia elétrica.

A maneira mais efetiva de conhecer todos esses desafios, a exemplo dos potenciais da floresta, é estar in loco nela, vivenciando o bioma. Somente conhecendo e construindo com as comunidades locais teremos sucesso, e é isso que temos buscado fazer. O desafio envolve também as políticas públicas e o mercado, que tem o potencial de fazer com que muitas dessas oportunidades de negócios ganhem a escala necessária para a realidade amazônica.

Fonte: Revista Exame, 6 de janeiro de 2022. (Texto adaptado)

As palavras grifadas em “O bioma com a maior biodiversidade do planeta, [...]” (1º parágrafo) apresentam em comum o mesmo

Questão 7 de 40 Q7 da prova
Leia o texto abaixo para responder às questões de 01 a 10.

Desenvolvimento sustentável da Amazônia depende do saber das comunidades

É impossível pensarmos em preservação ambiental, sustentabilidade e ações para frear o aquecimento global sem nos lembrarmos da Amazônia. O bioma com a maior biodiversidade do planeta, riquíssimo em flora, fauna e recursos naturais, é recheado de oportunidades e de respostas para a crise climática que afeta o mundo todo. Nesse sentido, a iniciativa privada, o setor público, o terceiro setor e a sociedade civil têm se engajado cada vez mais para mergulhar no universo amazônico e extrair o que a floresta tem de valioso, a o mesmo tempo em que buscam preservá-la. As pessoas que vivem na região são as que mais entendem das particularidades da Amazônia. São elas que estão todos os dias usufruindo e contribuindo para o desenvolvimento do bioma. Manter a floresta em pé também passa necessariamente pelo desenvolvimento socioeconômico da população amazônica, a partir do olhar dos próprios moradores, que precisam da floresta e tiram dela seu sustento.

Em visitas à região, temos acompanhado de perto a vida dos moradores da Amazônia e vemos que há questões que para nós podem parecer triviais, mas que para eles são gargalos que fazem toda a diferença. É o caso do acesso à água potável, que para algumas comunidades é ainda mais urgente do que ter a sua renda ampliada. Outra vulnerabilidade da região, que atrasa o desenvolvimento dos negócios por lá, é a falta de energia elétrica.

A maneira mais efetiva de conhecer todos esses desafios, a exemplo dos potenciais da floresta, é estar in loco nela, vivenciando o bioma. Somente conhecendo e construindo com as comunidades locais teremos sucesso, e é isso que temos buscado fazer. O desafio envolve também as políticas públicas e o mercado, que tem o potencial de fazer com que muitas dessas oportunidades de negócios ganhem a escala necessária para a realidade amazônica.

Fonte: Revista Exame, 6 de janeiro de 2022. (Texto adaptado)

O verbo grifado em “[…] a iniciativa privada, o setor público, o terceiro setor e a sociedade civil têm se engajado cada vez mais” (1º parágrafo) é acentuado porque está

Questão 8 de 40 Q8 da prova
Leia o texto abaixo para responder às questões de 01 a 10.

Desenvolvimento sustentável da Amazônia depende do saber das comunidades

É impossível pensarmos em preservação ambiental, sustentabilidade e ações para frear o aquecimento global sem nos lembrarmos da Amazônia. O bioma com a maior biodiversidade do planeta, riquíssimo em flora, fauna e recursos naturais, é recheado de oportunidades e de respostas para a crise climática que afeta o mundo todo. Nesse sentido, a iniciativa privada, o setor público, o terceiro setor e a sociedade civil têm se engajado cada vez mais para mergulhar no universo amazônico e extrair o que a floresta tem de valioso, a o mesmo tempo em que buscam preservá-la. As pessoas que vivem na região são as que mais entendem das particularidades da Amazônia. São elas que estão todos os dias usufruindo e contribuindo para o desenvolvimento do bioma. Manter a floresta em pé também passa necessariamente pelo desenvolvimento socioeconômico da população amazônica, a partir do olhar dos próprios moradores, que precisam da floresta e tiram dela seu sustento.

Em visitas à região, temos acompanhado de perto a vida dos moradores da Amazônia e vemos que há questões que para nós podem parecer triviais, mas que para eles são gargalos que fazem toda a diferença. É o caso do acesso à água potável, que para algumas comunidades é ainda mais urgente do que ter a sua renda ampliada. Outra vulnerabilidade da região, que atrasa o desenvolvimento dos negócios por lá, é a falta de energia elétrica.

A maneira mais efetiva de conhecer todos esses desafios, a exemplo dos potenciais da floresta, é estar in loco nela, vivenciando o bioma. Somente conhecendo e construindo com as comunidades locais teremos sucesso, e é isso que temos buscado fazer. O desafio envolve também as políticas públicas e o mercado, que tem o potencial de fazer com que muitas dessas oportunidades de negócios ganhem a escala necessária para a realidade amazônica.

Fonte: Revista Exame, 6 de janeiro de 2022. (Texto adaptado)

No segundo parágrafo, o pronome grifado em “São elas que estão todos os dias usufruindo e contribuindo para o desenvolvimento do bioma.” Se refere a (à)

Questão 9 de 40 Q9 da prova
Leia o texto abaixo para responder às questões de 01 a 10.

Desenvolvimento sustentável da Amazônia depende do saber das comunidades

É impossível pensarmos em preservação ambiental, sustentabilidade e ações para frear o aquecimento global sem nos lembrarmos da Amazônia. O bioma com a maior biodiversidade do planeta, riquíssimo em flora, fauna e recursos naturais, é recheado de oportunidades e de respostas para a crise climática que afeta o mundo todo. Nesse sentido, a iniciativa privada, o setor público, o terceiro setor e a sociedade civil têm se engajado cada vez mais para mergulhar no universo amazônico e extrair o que a floresta tem de valioso, a o mesmo tempo em que buscam preservá-la. As pessoas que vivem na região são as que mais entendem das particularidades da Amazônia. São elas que estão todos os dias usufruindo e contribuindo para o desenvolvimento do bioma. Manter a floresta em pé também passa necessariamente pelo desenvolvimento socioeconômico da população amazônica, a partir do olhar dos próprios moradores, que precisam da floresta e tiram dela seu sustento.

Em visitas à região, temos acompanhado de perto a vida dos moradores da Amazônia e vemos que há questões que para nós podem parecer triviais, mas que para eles são gargalos que fazem toda a diferença. É o caso do acesso à água potável, que para algumas comunidades é ainda mais urgente do que ter a sua renda ampliada. Outra vulnerabilidade da região, que atrasa o desenvolvimento dos negócios por lá, é a falta de energia elétrica.

A maneira mais efetiva de conhecer todos esses desafios, a exemplo dos potenciais da floresta, é estar in loco nela, vivenciando o bioma. Somente conhecendo e construindo com as comunidades locais teremos sucesso, e é isso que temos buscado fazer. O desafio envolve também as políticas públicas e o mercado, que tem o potencial de fazer com que muitas dessas oportunidades de negócios ganhem a escala necessária para a realidade amazônica.

Fonte: Revista Exame, 6 de janeiro de 2022. (Texto adaptado)

A palavra “que”, tal como usada em “[…] a partir do olhar dos próprios moradores, que precisam da floresta e tiram dela seu sustento.” (2º parágrafo), está desempenhando a função de

Questão 10 de 40 Q10 da prova
Leia o texto abaixo para responder às questões de 01 a 10.

Desenvolvimento sustentável da Amazônia depende do saber das comunidades

É impossível pensarmos em preservação ambiental, sustentabilidade e ações para frear o aquecimento global sem nos lembrarmos da Amazônia. O bioma com a maior biodiversidade do planeta, riquíssimo em flora, fauna e recursos naturais, é recheado de oportunidades e de respostas para a crise climática que afeta o mundo todo. Nesse sentido, a iniciativa privada, o setor público, o terceiro setor e a sociedade civil têm se engajado cada vez mais para mergulhar no universo amazônico e extrair o que a floresta tem de valioso, a o mesmo tempo em que buscam preservá-la. As pessoas que vivem na região são as que mais entendem das particularidades da Amazônia. São elas que estão todos os dias usufruindo e contribuindo para o desenvolvimento do bioma. Manter a floresta em pé também passa necessariamente pelo desenvolvimento socioeconômico da população amazônica, a partir do olhar dos próprios moradores, que precisam da floresta e tiram dela seu sustento.

Em visitas à região, temos acompanhado de perto a vida dos moradores da Amazônia e vemos que há questões que para nós podem parecer triviais, mas que para eles são gargalos que fazem toda a diferença. É o caso do acesso à água potável, que para algumas comunidades é ainda mais urgente do que ter a sua renda ampliada. Outra vulnerabilidade da região, que atrasa o desenvolvimento dos negócios por lá, é a falta de energia elétrica.

A maneira mais efetiva de conhecer todos esses desafios, a exemplo dos potenciais da floresta, é estar in loco nela, vivenciando o bioma. Somente conhecendo e construindo com as comunidades locais teremos sucesso, e é isso que temos buscado fazer. O desafio envolve também as políticas públicas e o mercado, que tem o potencial de fazer com que muitas dessas oportunidades de negócios ganhem a escala necessária para a realidade amazônica.

Fonte: Revista Exame, 6 de janeiro de 2022. (Texto adaptado)

O uso da crase no trecho “Em visitas à região” (3º parágrafo) se justifica pela mesma regra utilizada em

Questão 11 de 40 Q11 da prova

O maior lado do retângulo R mede 5 cm a mais do que seu menor lado, que mede

Questão 12 de 40 Q12 da prova

A soma dos perímetros do retângulo central e do retângulo externo totaliza

Questão 13 de 40 Q13 da prova

A área de cada um dos trapézios T2 mede

Questão 14 de 40 Q14 da prova

Se 7 = 7, 10 = 13, 12 = 17 e 15 = 23, então, logicamente, 50 será igual a

Questão 15 de 40 Q15 da prova

Igarapé-Miri, com produção de 400.000 toneladas, é o município que mais produz açaí no Brasil, com produção relativa à nacional representando

Questão 16 de 40 Q16 da prova

No regime de juros simples, foram ofertadas duas opções de investimentos a uma pessoa. Na primeira, ela deveria aplicar um capital durante 5 meses, com taxa de 4% ao mês enquanto, na segunda, teria de aplicá-lo durante 7 meses, com taxa de 5% ao mês. O rendimento a mais da segunda aplicação em relação à primeira seria de

Questão 17 de 40 Q17 da prova

Se as distâncias entre os pilares (p1, p2, p3, ..., p14, p15) e entre os pilares das extremidade (p1 e p15) e as margens forem iguais a d, essa distância (d) medirá

Questão 18 de 40 Q18 da prova

É correto afirmar que, no Brasil em 2015, a maioria das idades

Questão 19 de 40 Q19 da prova

Se 400 litros de açaí pesarem 407 kg, 1 litro de açaí pesará

Questão 20 de 40 Q20 da prova

Carlos, Davi e Eduardo empreendem no cultivo de açaí, na produção de biscoitos ou na pesca, não necessariamente nessa ordem. Davi nasceu em 1980 e não produz biscoitos; Eduardo não empreende na pesca e nem foi o que, entre eles, nasceu em 1989; quem cultiva açaí nasceu em 1992. Pode-se afirmar que

Questão 21 de 40 Q21 da prova

De acordo com o artigo 34 da Lei nº 4.998/2010, a vacância do cargo público decorrerá de

Questão 22 de 40 Q22 da prova

De acordo com a Lei nº 4.998/2010, em seu artigo 39, parágrafo 2º, se for verificada a incapacidade definitiva do servidor em disponibilidade, ele será

Questão 23 de 40 Q23 da prova

Segundo o artigo 43 da Lei nº 4.998/2010, o vencimento no cargo, acrescido das vantagens pecuniárias, permanentes ou temporárias estabelecidas em lei denomina-se

Questão 24 de 40 Q24 da prova

De acordo com o artigo 48 da Lei nº 4.998/2010, o servidor em débito com o erário que for demitido, exonerado, ou que tiver a sua aposentadoria ou disponibilidade extinta deverá quitá-lo no prazo de

Questão 25 de 40 Q25 da prova

O artigo 55 da Lei nº 4.998/2010 determina que, além do vencimento, uma das vantagens que poderá ser pagas ao servidor é a (o)

Questão 26 de 40 Q26 da prova

O sistema operacional Windows 10 oferece uma ferramenta que permite que o usuário use o computador sem um mouse para concluir tarefas comuns. Essa ferramenta, que é capaz de interagir com itens da tela, ler e escrever e-mails, navegar na Internet e trabalhar com documentos, é chamada de

Questão 27 de 40 Q27 da prova

No sítio de busca Google, para limitar os resultados a páginas do sítio gov.br que contêm a palavra serviço e não contêm a palavra imposto, pode-se digitar

Questão 28 de 40 Q28 da prova

No serviço de webmail da empresa Google, o Gmail, o usuário pode enviar mensagens e anexos usando o modo confidencial. Por meio dessa funcionalidade é possível

Questão 29 de 40 Q29 da prova

Considere a planilha abaixo, elaborada no programa Microsoft Excel 365, versão desktop em Português (Brasil) para Windows.
A B C
1 Item Valor unitário Quantidade
2 Maçã 1 10
3 Pera 2 5
4 Abacaxi 5 2
5 Manga 3 3
6
7 Total 39
O valor da célula C7 foi obtido com o uso da fórmula

Questão 30 de 40 Q30 da prova

Sobre conceitos básicos de tarefas e procedimentos de informática, considere verdadeira (V) ou falsa (F) cada uma das afirmativas a seguir. I. O arquivo CSV é um arquivo de texto com formato específico para possibilitar o salvamento dos dados em um formato estruturado de tabela. II. São exemplos de formatos de arquivos de imagem: JPEG, PNG, BMP e GIF. III. O formato WAV foi desenvolvido pela empresa Google para armazenar dados de vídeo e áudio como um único arquivo. A sequência correta é

Questão 31 de 40 Q31 da prova

O resultado da interação de comunidades de organismos que interagem entre si e com o ambiente físico, o qual inclui a luz do sol, as chuvas e os nutrientes do solo, denomina-se

Questão 32 de 40 Q32 da prova

Sobre o procedimento de licenciamento ambiental é correto afirmar que

Questão 33 de 40 Q33 da prova

Considere as seguintes diretrizes: I. A gestão dos recursos hídricos sempre proporcionando o uso múltiplo das águas; II. A gestão sistemática dos recursos hídricos, sem dissociação dos aspectos de quantidade e qualidade; III. A integração da gestão de recursos hídricos com a gestão ambiental; IV. A integração da gestão das bacias hidrográficas com a dos sistemas estuarinos e zonas costeiras. Constituem diretrizes gerais de ação para implementação da Política Nacional de Recursos Hídricos, instituída pela Lei Federal nº 9.433 de 1997,

Questão 34 de 40 Q34 da prova

Executar pesquisa, lavra ou extração de recursos minerais sem a competente autorização, permissão, concessão ou licença, ou em desacordo com a obtida, sujeita o infrator a uma pena de

Questão 35 de 40 Q35 da prova

Com base na Política de Meio Ambiente do Estado do Pará, é correto afirmar que

Questão 36 de 40 Q36 da prova

Considere as seguintes atividades modificadoras do meio ambiente: I. Obras hidráulicas para exploração de recursos hídricos, para fins hidrelétricos, acima de 10MW; II. Extração de minério, inclusive os da classe II, definidas no Código de Mineração; III. Projetos agropecuários que contemplem áreas acima de 1.000 ha; IV. Aterros sanitários. Dependerá de elaboração de Estudo de Impacto Ambiental (EIA) e respectivo Relatório de Impacto Ambiental (RIMA), o licenciamento ambiental das atividades

Questão 37 de 40 Q37 da prova

O Sistema Nacional do Meio Ambiente (SISNAMA), constituído pelos órgãos e entidades da União, dos estados, do Distrito Federal, dos municípios e pelas fundações instituídas pelo Poder Público, responsáveis pela proteção e melhoria da qualidade ambiental, tem como órgão superior o

Questão 38 de 40 Q38 da prova

A Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável é um plano de ação para as pessoas, para o planeta e para a prosperidade, constituída de

Questão 39 de 40 Q39 da prova

De acordo com a Lei Municipal nº 5.197/2022, que institui a política de meio ambiente no Município de Igarapé-Miri, uma infração administrativa em que for verificada duas circunstâncias agravantes é classificada como

Questão 40 de 40 Q40 da prova

Considere as seguintes atividades exercidas em I. cemitério. II. pousada em área protegida. III. matadouro. IV. aproveitamento de aparas de madeira. De acordo com a Lei Municipal nº 5.174/2021, que institui e disciplina as taxas ambientais no Município de Igarapé Miri, são enquadradas para licenciamento ambiental local, com potencial poluidor/degradador médio, as atividades

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