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Prova Técnico Ambiental - Pref. Caconde/SP
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Questão 1 de 35 Q1 da prova
Texto para responder às questões de 1 a 7.

Templo egípcio de 2 mil anos revela cenas mitológicas e “Ano Novo” divino
Centenas de figuras e representações egípcias foram reveladas durante um trabalho de restauração do teto do Templo de Esna, estrutura erguida há cerca de 2,2 mil anos que passou por uma grande reforma há aproximadamente dois milênios, quando os romanos dominaram o Egito. As novidades foram divulgadas no último dia 16 de outubro pela Universidade de Tubinga, na Alemanha, cujos especialistas colaboraram em parceria com o Ministério de Turismo e Antiguidades do Egito para a restauração do templo ao longo de cinco anos.
Uma equipe de 30 pesquisadores limpou a sujeira e a fuligem de centenas de figuras e representações astronômicas, revelando-as em suas cores originais. “A conclusão da restauração do teto marca o primeiro e talvez mais importante marco do projeto”, diz Christian Leitz, do Instituto de Estudos do Antigo Oriente Próximo da Universidade de Tubinga, em comunicado.
Os relevos coloridos do teto mostram deuses, figuras mitológicas e representações do sol, da lua, além de signos do zodíaco e várias constelações. O teto é dividido em seis seções, cada uma com um tema. Entre eles estão o diário do sol, as fases da lua, as diferentes horas da noite e até o “Dia de Ano Novo”.
A mitologia que detalha o “Ano Novo” egípcio é representada em uma cena com divindades: Órion (que representa a constelação de mesmo nome), Sótis (nome egípcio para Sirius, a principal estrela da constelação de Cão Maior) e Anúquis (deusa da água). Os três deuses estão em barcos vizinhos com a deusa do céu, Nut, engolindo o céu noturno acima deles. “Sirius é invisível no céu noturno 70 dias por ano até que ela apareça novamente no leste”, explica Leitz. “Esse ponto era o Dia de Ano Novo no antigo Egito e também anunciava a inundação anual do Nilo.” No sistema de crenças dos egípcios, a deusa Anúquis era responsável pelo recuo das águas da inundação do Nilo cerca de 100 dias depois.
Além das pinturas mitológicas, a restauração do templo revelou quase 200 inscrições em tinta que eram completamente desconhecidas. Essas inscrições ajudaram os pesquisadores a identificar muitas das imagens representadas. Agora que a restauração do teto foi concluída, os pesquisadores estão limpando paredes, colunas e pronaos (área frontal) do templo. Espera-se que esse trabalho revele novas cores e particularidades de imagens, como os “tronos dos deuses” e detalhes sobre suas roupas, segundo Leitz informou em e-mail ao site Live Science.
Com 37 metros de comprimento, 20 metros de largura e 15 metros de altura, o pronaos era uma estrutura de arenito colocada na frente do edifício real durante o reinado do imperador romano Cláudio (41-54 d.C.). Sua localização no centro da cidade provavelmente contribuiu para a preservação e evitou que a área fosse usada como pedreira para materiais de construção, conforme ocorreu com outros edifícios antigos durante a industrialização do Egito.
Além do templo de Esna, onde predominam as cores amarelo e vermelho nas pinturas, há outro teto de templo astronômico excepcionalmente bem preservado no Egito. Este está no templo de Dendera, cerca de 60 km ao norte de Luxor, onde as cores predominantes são o branco e o azul claro, embora alguns dos mesmos temas estejam representados.

Em termos de coesão textual, as expressões “cada uma” e “eles” são empregadas com a finalidade de:

Questão 2 de 35 Q2 da prova
Texto para responder às questões de 1 a 7.

Templo egípcio de 2 mil anos revela cenas mitológicas e “Ano Novo” divino
Centenas de figuras e representações egípcias foram reveladas durante um trabalho de restauração do teto do Templo de Esna, estrutura erguida há cerca de 2,2 mil anos que passou por uma grande reforma há aproximadamente dois milênios, quando os romanos dominaram o Egito. As novidades foram divulgadas no último dia 16 de outubro pela Universidade de Tubinga, na Alemanha, cujos especialistas colaboraram em parceria com o Ministério de Turismo e Antiguidades do Egito para a restauração do templo ao longo de cinco anos.
Uma equipe de 30 pesquisadores limpou a sujeira e a fuligem de centenas de figuras e representações astronômicas, revelando-as em suas cores originais. “A conclusão da restauração do teto marca o primeiro e talvez mais importante marco do projeto”, diz Christian Leitz, do Instituto de Estudos do Antigo Oriente Próximo da Universidade de Tubinga, em comunicado.
Os relevos coloridos do teto mostram deuses, figuras mitológicas e representações do sol, da lua, além de signos do zodíaco e várias constelações. O teto é dividido em seis seções, cada uma com um tema. Entre eles estão o diário do sol, as fases da lua, as diferentes horas da noite e até o “Dia de Ano Novo”.
A mitologia que detalha o “Ano Novo” egípcio é representada em uma cena com divindades: Órion (que representa a constelação de mesmo nome), Sótis (nome egípcio para Sirius, a principal estrela da constelação de Cão Maior) e Anúquis (deusa da água). Os três deuses estão em barcos vizinhos com a deusa do céu, Nut, engolindo o céu noturno acima deles. “Sirius é invisível no céu noturno 70 dias por ano até que ela apareça novamente no leste”, explica Leitz. “Esse ponto era o Dia de Ano Novo no antigo Egito e também anunciava a inundação anual do Nilo.” No sistema de crenças dos egípcios, a deusa Anúquis era responsável pelo recuo das águas da inundação do Nilo cerca de 100 dias depois.
Além das pinturas mitológicas, a restauração do templo revelou quase 200 inscrições em tinta que eram completamente desconhecidas. Essas inscrições ajudaram os pesquisadores a identificar muitas das imagens representadas. Agora que a restauração do teto foi concluída, os pesquisadores estão limpando paredes, colunas e pronaos (área frontal) do templo. Espera-se que esse trabalho revele novas cores e particularidades de imagens, como os “tronos dos deuses” e detalhes sobre suas roupas, segundo Leitz informou em e-mail ao site Live Science.
Com 37 metros de comprimento, 20 metros de largura e 15 metros de altura, o pronaos era uma estrutura de arenito colocada na frente do edifício real durante o reinado do imperador romano Cláudio (41-54 d.C.). Sua localização no centro da cidade provavelmente contribuiu para a preservação e evitou que a área fosse usada como pedreira para materiais de construção, conforme ocorreu com outros edifícios antigos durante a industrialização do Egito.
Além do templo de Esna, onde predominam as cores amarelo e vermelho nas pinturas, há outro teto de templo astronômico excepcionalmente bem preservado no Egito. Este está no templo de Dendera, cerca de 60 km ao norte de Luxor, onde as cores predominantes são o branco e o azul claro, embora alguns dos mesmos temas estejam representados.

Levando em conta todos os advérbios e locuções adverbiais que ocorrem no excerto dado, verifica-se que por eles são expressas as noções de:

Questão 3 de 35 Q3 da prova
Texto para responder às questões de 1 a 7.

Templo egípcio de 2 mil anos revela cenas mitológicas e “Ano Novo” divino
Centenas de figuras e representações egípcias foram reveladas durante um trabalho de restauração do teto do Templo de Esna, estrutura erguida há cerca de 2,2 mil anos que passou por uma grande reforma há aproximadamente dois milênios, quando os romanos dominaram o Egito. As novidades foram divulgadas no último dia 16 de outubro pela Universidade de Tubinga, na Alemanha, cujos especialistas colaboraram em parceria com o Ministério de Turismo e Antiguidades do Egito para a restauração do templo ao longo de cinco anos.
Uma equipe de 30 pesquisadores limpou a sujeira e a fuligem de centenas de figuras e representações astronômicas, revelando-as em suas cores originais. “A conclusão da restauração do teto marca o primeiro e talvez mais importante marco do projeto”, diz Christian Leitz, do Instituto de Estudos do Antigo Oriente Próximo da Universidade de Tubinga, em comunicado.
Os relevos coloridos do teto mostram deuses, figuras mitológicas e representações do sol, da lua, além de signos do zodíaco e várias constelações. O teto é dividido em seis seções, cada uma com um tema. Entre eles estão o diário do sol, as fases da lua, as diferentes horas da noite e até o “Dia de Ano Novo”.
A mitologia que detalha o “Ano Novo” egípcio é representada em uma cena com divindades: Órion (que representa a constelação de mesmo nome), Sótis (nome egípcio para Sirius, a principal estrela da constelação de Cão Maior) e Anúquis (deusa da água). Os três deuses estão em barcos vizinhos com a deusa do céu, Nut, engolindo o céu noturno acima deles. “Sirius é invisível no céu noturno 70 dias por ano até que ela apareça novamente no leste”, explica Leitz. “Esse ponto era o Dia de Ano Novo no antigo Egito e também anunciava a inundação anual do Nilo.” No sistema de crenças dos egípcios, a deusa Anúquis era responsável pelo recuo das águas da inundação do Nilo cerca de 100 dias depois.
Além das pinturas mitológicas, a restauração do templo revelou quase 200 inscrições em tinta que eram completamente desconhecidas. Essas inscrições ajudaram os pesquisadores a identificar muitas das imagens representadas. Agora que a restauração do teto foi concluída, os pesquisadores estão limpando paredes, colunas e pronaos (área frontal) do templo. Espera-se que esse trabalho revele novas cores e particularidades de imagens, como os “tronos dos deuses” e detalhes sobre suas roupas, segundo Leitz informou em e-mail ao site Live Science.
Com 37 metros de comprimento, 20 metros de largura e 15 metros de altura, o pronaos era uma estrutura de arenito colocada na frente do edifício real durante o reinado do imperador romano Cláudio (41-54 d.C.). Sua localização no centro da cidade provavelmente contribuiu para a preservação e evitou que a área fosse usada como pedreira para materiais de construção, conforme ocorreu com outros edifícios antigos durante a industrialização do Egito.
Além do templo de Esna, onde predominam as cores amarelo e vermelho nas pinturas, há outro teto de templo astronômico excepcionalmente bem preservado no Egito. Este está no templo de Dendera, cerca de 60 km ao norte de Luxor, onde as cores predominantes são o branco e o azul claro, embora alguns dos mesmos temas estejam representados.

Nesse contexto, a modificação denotada pela palavra “completamente”, considerando sua classe gramatical, recai principalmente sobre:

Questão 4 de 35 Q4 da prova
Texto para responder às questões de 1 a 7.

Templo egípcio de 2 mil anos revela cenas mitológicas e “Ano Novo” divino
Centenas de figuras e representações egípcias foram reveladas durante um trabalho de restauração do teto do Templo de Esna, estrutura erguida há cerca de 2,2 mil anos que passou por uma grande reforma há aproximadamente dois milênios, quando os romanos dominaram o Egito. As novidades foram divulgadas no último dia 16 de outubro pela Universidade de Tubinga, na Alemanha, cujos especialistas colaboraram em parceria com o Ministério de Turismo e Antiguidades do Egito para a restauração do templo ao longo de cinco anos.
Uma equipe de 30 pesquisadores limpou a sujeira e a fuligem de centenas de figuras e representações astronômicas, revelando-as em suas cores originais. “A conclusão da restauração do teto marca o primeiro e talvez mais importante marco do projeto”, diz Christian Leitz, do Instituto de Estudos do Antigo Oriente Próximo da Universidade de Tubinga, em comunicado.
Os relevos coloridos do teto mostram deuses, figuras mitológicas e representações do sol, da lua, além de signos do zodíaco e várias constelações. O teto é dividido em seis seções, cada uma com um tema. Entre eles estão o diário do sol, as fases da lua, as diferentes horas da noite e até o “Dia de Ano Novo”.
A mitologia que detalha o “Ano Novo” egípcio é representada em uma cena com divindades: Órion (que representa a constelação de mesmo nome), Sótis (nome egípcio para Sirius, a principal estrela da constelação de Cão Maior) e Anúquis (deusa da água). Os três deuses estão em barcos vizinhos com a deusa do céu, Nut, engolindo o céu noturno acima deles. “Sirius é invisível no céu noturno 70 dias por ano até que ela apareça novamente no leste”, explica Leitz. “Esse ponto era o Dia de Ano Novo no antigo Egito e também anunciava a inundação anual do Nilo.” No sistema de crenças dos egípcios, a deusa Anúquis era responsável pelo recuo das águas da inundação do Nilo cerca de 100 dias depois.
Além das pinturas mitológicas, a restauração do templo revelou quase 200 inscrições em tinta que eram completamente desconhecidas. Essas inscrições ajudaram os pesquisadores a identificar muitas das imagens representadas. Agora que a restauração do teto foi concluída, os pesquisadores estão limpando paredes, colunas e pronaos (área frontal) do templo. Espera-se que esse trabalho revele novas cores e particularidades de imagens, como os “tronos dos deuses” e detalhes sobre suas roupas, segundo Leitz informou em e-mail ao site Live Science.
Com 37 metros de comprimento, 20 metros de largura e 15 metros de altura, o pronaos era uma estrutura de arenito colocada na frente do edifício real durante o reinado do imperador romano Cláudio (41-54 d.C.). Sua localização no centro da cidade provavelmente contribuiu para a preservação e evitou que a área fosse usada como pedreira para materiais de construção, conforme ocorreu com outros edifícios antigos durante a industrialização do Egito.
Além do templo de Esna, onde predominam as cores amarelo e vermelho nas pinturas, há outro teto de templo astronômico excepcionalmente bem preservado no Egito. Este está no templo de Dendera, cerca de 60 km ao norte de Luxor, onde as cores predominantes são o branco e o azul claro, embora alguns dos mesmos temas estejam representados.

No contexto apresentado em “Espera-se que esse trabalho revele novas cores e particularidades de imagens, como os “tronos dos deuses”, o emprego da palavra ‘se’ marca:

Questão 5 de 35 Q5 da prova
Texto para responder às questões de 1 a 7.

Templo egípcio de 2 mil anos revela cenas mitológicas e “Ano Novo” divino
Centenas de figuras e representações egípcias foram reveladas durante um trabalho de restauração do teto do Templo de Esna, estrutura erguida há cerca de 2,2 mil anos que passou por uma grande reforma há aproximadamente dois milênios, quando os romanos dominaram o Egito. As novidades foram divulgadas no último dia 16 de outubro pela Universidade de Tubinga, na Alemanha, cujos especialistas colaboraram em parceria com o Ministério de Turismo e Antiguidades do Egito para a restauração do templo ao longo de cinco anos.
Uma equipe de 30 pesquisadores limpou a sujeira e a fuligem de centenas de figuras e representações astronômicas, revelando-as em suas cores originais. “A conclusão da restauração do teto marca o primeiro e talvez mais importante marco do projeto”, diz Christian Leitz, do Instituto de Estudos do Antigo Oriente Próximo da Universidade de Tubinga, em comunicado.
Os relevos coloridos do teto mostram deuses, figuras mitológicas e representações do sol, da lua, além de signos do zodíaco e várias constelações. O teto é dividido em seis seções, cada uma com um tema. Entre eles estão o diário do sol, as fases da lua, as diferentes horas da noite e até o “Dia de Ano Novo”.
A mitologia que detalha o “Ano Novo” egípcio é representada em uma cena com divindades: Órion (que representa a constelação de mesmo nome), Sótis (nome egípcio para Sirius, a principal estrela da constelação de Cão Maior) e Anúquis (deusa da água). Os três deuses estão em barcos vizinhos com a deusa do céu, Nut, engolindo o céu noturno acima deles. “Sirius é invisível no céu noturno 70 dias por ano até que ela apareça novamente no leste”, explica Leitz. “Esse ponto era o Dia de Ano Novo no antigo Egito e também anunciava a inundação anual do Nilo.” No sistema de crenças dos egípcios, a deusa Anúquis era responsável pelo recuo das águas da inundação do Nilo cerca de 100 dias depois.
Além das pinturas mitológicas, a restauração do templo revelou quase 200 inscrições em tinta que eram completamente desconhecidas. Essas inscrições ajudaram os pesquisadores a identificar muitas das imagens representadas. Agora que a restauração do teto foi concluída, os pesquisadores estão limpando paredes, colunas e pronaos (área frontal) do templo. Espera-se que esse trabalho revele novas cores e particularidades de imagens, como os “tronos dos deuses” e detalhes sobre suas roupas, segundo Leitz informou em e-mail ao site Live Science.
Com 37 metros de comprimento, 20 metros de largura e 15 metros de altura, o pronaos era uma estrutura de arenito colocada na frente do edifício real durante o reinado do imperador romano Cláudio (41-54 d.C.). Sua localização no centro da cidade provavelmente contribuiu para a preservação e evitou que a área fosse usada como pedreira para materiais de construção, conforme ocorreu com outros edifícios antigos durante a industrialização do Egito.
Além do templo de Esna, onde predominam as cores amarelo e vermelho nas pinturas, há outro teto de templo astronômico excepcionalmente bem preservado no Egito. Este está no templo de Dendera, cerca de 60 km ao norte de Luxor, onde as cores predominantes são o branco e o azul claro, embora alguns dos mesmos temas estejam representados.

Considere o excerto: “Essas inscrições ajudaram os pesquisadores a identificar muitas das imagens representadas.” No contexto dado, o verbo “ajudar” apresenta regência:

Questão 6 de 35 Q6 da prova
Texto para responder às questões de 1 a 7.

Templo egípcio de 2 mil anos revela cenas mitológicas e “Ano Novo” divino
Centenas de figuras e representações egípcias foram reveladas durante um trabalho de restauração do teto do Templo de Esna, estrutura erguida há cerca de 2,2 mil anos que passou por uma grande reforma há aproximadamente dois milênios, quando os romanos dominaram o Egito. As novidades foram divulgadas no último dia 16 de outubro pela Universidade de Tubinga, na Alemanha, cujos especialistas colaboraram em parceria com o Ministério de Turismo e Antiguidades do Egito para a restauração do templo ao longo de cinco anos.
Uma equipe de 30 pesquisadores limpou a sujeira e a fuligem de centenas de figuras e representações astronômicas, revelando-as em suas cores originais. “A conclusão da restauração do teto marca o primeiro e talvez mais importante marco do projeto”, diz Christian Leitz, do Instituto de Estudos do Antigo Oriente Próximo da Universidade de Tubinga, em comunicado.
Os relevos coloridos do teto mostram deuses, figuras mitológicas e representações do sol, da lua, além de signos do zodíaco e várias constelações. O teto é dividido em seis seções, cada uma com um tema. Entre eles estão o diário do sol, as fases da lua, as diferentes horas da noite e até o “Dia de Ano Novo”.
A mitologia que detalha o “Ano Novo” egípcio é representada em uma cena com divindades: Órion (que representa a constelação de mesmo nome), Sótis (nome egípcio para Sirius, a principal estrela da constelação de Cão Maior) e Anúquis (deusa da água). Os três deuses estão em barcos vizinhos com a deusa do céu, Nut, engolindo o céu noturno acima deles. “Sirius é invisível no céu noturno 70 dias por ano até que ela apareça novamente no leste”, explica Leitz. “Esse ponto era o Dia de Ano Novo no antigo Egito e também anunciava a inundação anual do Nilo.” No sistema de crenças dos egípcios, a deusa Anúquis era responsável pelo recuo das águas da inundação do Nilo cerca de 100 dias depois.
Além das pinturas mitológicas, a restauração do templo revelou quase 200 inscrições em tinta que eram completamente desconhecidas. Essas inscrições ajudaram os pesquisadores a identificar muitas das imagens representadas. Agora que a restauração do teto foi concluída, os pesquisadores estão limpando paredes, colunas e pronaos (área frontal) do templo. Espera-se que esse trabalho revele novas cores e particularidades de imagens, como os “tronos dos deuses” e detalhes sobre suas roupas, segundo Leitz informou em e-mail ao site Live Science.
Com 37 metros de comprimento, 20 metros de largura e 15 metros de altura, o pronaos era uma estrutura de arenito colocada na frente do edifício real durante o reinado do imperador romano Cláudio (41-54 d.C.). Sua localização no centro da cidade provavelmente contribuiu para a preservação e evitou que a área fosse usada como pedreira para materiais de construção, conforme ocorreu com outros edifícios antigos durante a industrialização do Egito.
Além do templo de Esna, onde predominam as cores amarelo e vermelho nas pinturas, há outro teto de templo astronômico excepcionalmente bem preservado no Egito. Este está no templo de Dendera, cerca de 60 km ao norte de Luxor, onde as cores predominantes são o branco e o azul claro, embora alguns dos mesmos temas estejam representados.

Nas palavras a seguir, retiradas do texto, verificam-se diferentes afixos que indicam processos derivacionais e flexionais de formação. Assinale a alternativa em que todas as palavras apresentam sufixo formador de adjetivos na língua portuguesa.

Questão 7 de 35 Q7 da prova
Texto para responder às questões de 1 a 7.

Templo egípcio de 2 mil anos revela cenas mitológicas e “Ano Novo” divino
Centenas de figuras e representações egípcias foram reveladas durante um trabalho de restauração do teto do Templo de Esna, estrutura erguida há cerca de 2,2 mil anos que passou por uma grande reforma há aproximadamente dois milênios, quando os romanos dominaram o Egito. As novidades foram divulgadas no último dia 16 de outubro pela Universidade de Tubinga, na Alemanha, cujos especialistas colaboraram em parceria com o Ministério de Turismo e Antiguidades do Egito para a restauração do templo ao longo de cinco anos.
Uma equipe de 30 pesquisadores limpou a sujeira e a fuligem de centenas de figuras e representações astronômicas, revelando-as em suas cores originais. “A conclusão da restauração do teto marca o primeiro e talvez mais importante marco do projeto”, diz Christian Leitz, do Instituto de Estudos do Antigo Oriente Próximo da Universidade de Tubinga, em comunicado.
Os relevos coloridos do teto mostram deuses, figuras mitológicas e representações do sol, da lua, além de signos do zodíaco e várias constelações. O teto é dividido em seis seções, cada uma com um tema. Entre eles estão o diário do sol, as fases da lua, as diferentes horas da noite e até o “Dia de Ano Novo”.
A mitologia que detalha o “Ano Novo” egípcio é representada em uma cena com divindades: Órion (que representa a constelação de mesmo nome), Sótis (nome egípcio para Sirius, a principal estrela da constelação de Cão Maior) e Anúquis (deusa da água). Os três deuses estão em barcos vizinhos com a deusa do céu, Nut, engolindo o céu noturno acima deles. “Sirius é invisível no céu noturno 70 dias por ano até que ela apareça novamente no leste”, explica Leitz. “Esse ponto era o Dia de Ano Novo no antigo Egito e também anunciava a inundação anual do Nilo.” No sistema de crenças dos egípcios, a deusa Anúquis era responsável pelo recuo das águas da inundação do Nilo cerca de 100 dias depois.
Além das pinturas mitológicas, a restauração do templo revelou quase 200 inscrições em tinta que eram completamente desconhecidas. Essas inscrições ajudaram os pesquisadores a identificar muitas das imagens representadas. Agora que a restauração do teto foi concluída, os pesquisadores estão limpando paredes, colunas e pronaos (área frontal) do templo. Espera-se que esse trabalho revele novas cores e particularidades de imagens, como os “tronos dos deuses” e detalhes sobre suas roupas, segundo Leitz informou em e-mail ao site Live Science.
Com 37 metros de comprimento, 20 metros de largura e 15 metros de altura, o pronaos era uma estrutura de arenito colocada na frente do edifício real durante o reinado do imperador romano Cláudio (41-54 d.C.). Sua localização no centro da cidade provavelmente contribuiu para a preservação e evitou que a área fosse usada como pedreira para materiais de construção, conforme ocorreu com outros edifícios antigos durante a industrialização do Egito.
Além do templo de Esna, onde predominam as cores amarelo e vermelho nas pinturas, há outro teto de templo astronômico excepcionalmente bem preservado no Egito. Este está no templo de Dendera, cerca de 60 km ao norte de Luxor, onde as cores predominantes são o branco e o azul claro, embora alguns dos mesmos temas estejam representados.

No excerto “A conclusão da restauração do teto marca o primeiro e talvez mais importante marco do projeto”, o complemento verbal sob a regência do verbo “marca” é:

Questão 8 de 35 Q9 da prova

Assinale a alternativa em que uma preposição foi colocada inadequadamente entre um verbo e seu complemento.

Questão 9 de 35 Q10 da prova

Dos vários membros de um grupo, apenas um não foi levado a uma festa e ele gostaria de saber o motivo. Assinale a alternativa em que a expressão do desejo desse membro do grupo obedece às normas ortográficas e gramaticais da língua portuguesa.

Questão 10 de 35 Q11 da prova

A seguinte figura mostra um jogo de ‘roda-roleta’, onde o apresentador gira uma roleta com vários possíveis prêmios (enumerados de 1 a 6), e o participante ganhará o prêmio que cair no indicador fixo. Supondo que o jogo começa com o indicador na região central da seção n° 1 da roleta, conforme a figura. Se o apresentador gira a roleta 900° no sentido horário, qual número o participante irá obter?

Questão 11 de 35 Q12 da prova

Hoje em dia, o desmatamento das florestas é monitorado por meio de imagens de satélites, que constantemente medem se há áreas degradadas numa determinada região. Suponha que uma floresta com uma área total de 7 milhões de km2 teve uma área desmatada de 10 mil km2 no ano de 2022, quantos por cento da floresta foi degradada naquele ano?

Questão 12 de 35 Q13 da prova

Ao convidar alguns amigos para uma festa na sua casa, Marcos observou a ordem de chegada deles. Veja suas observações: II – Carlos chegou exatamente antes de Diego; III – Diego chegou antes de Bianca. I – Ana chegou logo depois de Bianca; IV – Erick foi a última pessoa a chegar. Com base nas observações de Marcos, quem foi a terceira pessoa a chegar?

Questão 13 de 35 Q14 da prova

Na figura abaixo, ADE e ABC são triângulos retângulos. O ponto C é o ponto médio do segmento AE e o ponto B é o ponto médio do segmento AD. Sabendo-se que o triângulo ABC tem área 1 cm2, indique a área da região sombreada da figura:

Questão 14 de 35 Q15 da prova

Um estudante comprou dois blocos de notas adesivas (um verde e um vermelho) inicialmente com 100 unidades cada. Para cada anotação importante, ele retira uma nota adesiva do conjunto. Ao final do mês, ele percebeu que usou 88 unidades ao total, e que o dobro do número de adesivos vermelhos que ele usou é 11 unidades maior que o número de adesivos verdes utilizados. Quantos adesivos vermelhos foram utilizados pelo estudante?

Questão 15 de 35 Q16 da prova

Sobre as funções do MS – Word 2016, analise os conceitos a seguir: I - Permitem que o texto seja disposto em dois ou mais pilares na mesma página. Isso é útil para criar layouts de documentos, como newsletters ou relatórios. II - São blocos de texto que separam o conteúdo em unidades lógicas, como ideias ou tópicos distintos. Geralmente é separado por espaços em branco e pode ser formatado quanto a alinhamento, espaçamento e recuo. III - São áreas designadas para inserir texto em um documento, permitindo um controle preciso sobre a localização e a formatação do texto. Elas são úteis para criar rótulos, textos explicativos ou destacar informações. IV - Referem-se ao estilo de texto, tais como, Arial, Times New Roman, o tamanho, o peso (negrito, itálico) e a cor. Sua formatação é aplicada a caracteres ou palavras individuais no documento. Assinale a alternativa que não contenha um dos conceitos trazidos nas afirmativas.

Questão 16 de 35 Q17 da prova

Luana está prestes a imprimir sua monografia, que é um trabalho crucial para sua graduação. Ela segue um checklist para garantir que todos os aspectos, desde a revisão ortográfica até as configurações da impressora, estejam corretos antes de imprimir o documento final. Analise as afirmativas a seguir e assinale a alternativa que contenham ações para se obter uma impressão de qualidade. I – Verifique se há tinta ou toner suficiente na impressora para concluir a impressão. Substitua os cartuchos ou recarregue-os, se necessário. II – Certifique-se de que o papel esteja alinhado corretamente na bandeja de papel ou alimentador manual da impressora. III – Confirme se o tipo de papel selecionado na configuração da impressora corresponde ao tipo de papel carregado na bandeja.

Questão 17 de 35 Q18 da prova

Julia é uma professora de matemática que deseja calcular a média das notas dos alunos em sua turma. Ela utiliza a fórmula _____ no Excel para somar todas as notas dos alunos em uma planilha e, em seguida, dividir o total pelo número de alunos. Dessa forma, ela consegue calcular a média das notas e determinar o desempenho médio da turma em uma avaliação importante. Neste sentido, assinale a alternativa que contenha corretamente a fórmula utilizada por Julia.

Questão 18 de 35 Q22 da prova

Qual das seguintes afirmações é verdadeira sobre Sistemas de Informação Geográfica (SIG)?

Questão 19 de 35 Q23 da prova

A drenagem de águas pluviais é um componente essencial da infraestrutura urbana, responsável por coletar e direcionar, adequadamente, as águas da chuva. São componentes essenciais da infraestrutura de drenagem urbana:

Questão 20 de 35 Q24 da prova

A escolha adequada do dimensionamento da infraestrutura de drenagem está, intrinsecamente, ligada ao local onde será implementada. A microdrenagem é uma aplicação específica que se destina a:

Questão 21 de 35 Q25 da prova

Qual das seguintes opções melhor descreve a relação entre Meio Ambiente e Sociedade?

Questão 22 de 35 Q26 da prova

A relação entre DQO (Demanda Química de Oxigênio) e DBO (Demanda Bioquímica de Oxigênio), representada pela razão DQO/DBO, é crucial na determinação do método mais adequado para o tratamento de efluentes em diferentes setores. Quando a relação DQO/DBO é baixa, qual é o tratamento mais recomendado?

Questão 23 de 35 Q27 da prova

O despejo de esgoto doméstico em corpos d'água não apenas prejudica a biodiversidade, mas também desencadeia a eutrofização. No contexto desse processo, como o ciclo do nitrogênio está envolvido no aumento da concentração de nutrientes nos corpos d'água.

Questão 24 de 35 Q28 da prova

A Floresta Estacional Semidecidual, que abrange apenas 7% do território do Estado de São Paulo, conforme identificado no Mapeamento da Cobertura Vegetal Nativa do Estado em 2020, por meio do Inventário Florestal. É característica dessa cobertura vegetal:

Questão 25 de 35 Q29 da prova

A análise prévia de espécies nativas desempenha um papel crucial na restauração de vegetação degradada, essencial para a preservação do equilíbrio ecossistêmico. A Resolução CONAMA nº7/96 estabelece parâmetros fundamentais para a identificação de vegetação primária e estágios sucessionais secundários na Mata Atlântica de São Paulo. Portanto, um estudo de recuperação de áreas degradadas de vegetação arbórea de restinga no estado deve incluir espécies conforme delineadas por essa resolução, tais como:

Questão 26 de 35 Q31 da prova

Os rios podem ser classificados conforme suas características físicas, incluindo o perfil estratigráfico, o regime de fluxo, a morfologia do leito, entre outros parâmetros que desempenham papéis significativos na compreensão de seu funcionamento e ecossistema associado. Sobre as características de um Rio Anastomosado é correto afirmar:

Questão 27 de 35 Q32 da prova

Durante o ciclo do carbono, a principal forma de absorção de carbono pela vegetação ocorre por meio da fotossíntese, na qual as plantas convertem_ __________ em compostos orgânicos. Qual alternativa melhor se encaixa, no texto?

Questão 28 de 35 Q33 da prova

A partir da crítica exposta, na charge, avalie as asserções a seguir e a proposta entre elas. Asserção 1: O lançamento de resíduos tóxicos na biosfera pode causar danos à saúde humana. Razão 1: A exposição a substâncias tóxicas presentes, nos resíduos, pode levar ao desenvolvimento de doenças graves, como câncer e problemas respiratórios. Asserção 2: A reciclagem de resíduos contribui para a redução da emissão de gases de efeito estufa. Razão 2: Ao reciclar materiais, como papel, plástico e metal, reduzimos a necessidade de produzir novos produtos a partir de matérias-primas virgens, o que resulta em menor consumo de energia e emissões de gases poluentes.

Questão 29 de 35 Q34 da prova

Em um município fictício, a empresa XYZ Energia S.A. propõe a construção de uma usina de energia nuclear para atender à crescente demanda por eletricidade, na região. O empreendimento é planejado em uma área próxima a uma reserva ambiental que abriga uma diversidade única de flora e fauna. Diante da complexidade e dos potenciais riscos associados à energia nuclear, o órgão ambiental local inicia o processo de Licenciamento Ambiental. Considerando os desafios associados à construção da usina de energia nuclear, qual seria um aspecto crítico no processo de Licenciamento Ambiental?

Questão 30 de 35 Q35 da prova

A Lei Federal nº 12.651/12 aborda a proteção da vegetação nativa no Brasil, destacando a importância crucial da Reserva Legal como parte integrante desse esforço de preservação ambiental. Conforme enuncia essa lei, a inscrição da Reserva Legal no CAR será feita:

Questão 31 de 35 Q36 da prova

De acordo com a Lei Federal nº 9.605/98, a pena para quem matar, perseguir, caçar, apanhar ou utilizar espécimes da fauna silvestre, nativos ou em rota migratória, sem a devida permissão, licença ou autorização da autoridade competente é:

Questão 32 de 35 Q37 da prova

Conforme estabelecido pela Legislação Florestal do Estado de São Paulo a autorização para a supressão de exemplares arbóreos nativos isolados em áreas rurais será concedida para o máximo de:

Questão 33 de 35 Q38 da prova

A ________ é uma relação simbiótica em que ambos os organismos envolvidos se beneficiam, uma vez que um fornece abrigo ou nutrientes ao outro.

Questão 34 de 35 Q39 da prova

Associe as práticas de planejamento e gestão ambiental com suas respectivas descrições: 1.EIA -RIMA 2.ISO 14001 3.ZEE (Zoneamento Ecológico -Econômico) a) Ferramenta que busca integrar o desenvolvimento econômico com a preservação ambiental, identificando áreas para diferentes usos. b) Sistema de gestão ambiental internacional que estabelece padrões para práticas sustentáveis nas organizações. c) Processo de avaliação de impacto ambiental que visa identificar, prever e mitigar os impactos de projetos significativos no meio ambiente.

Questão 35 de 35 Q40 da prova

Asserção A Lei Complementar nº 140/11 estabelece que o licenciamento ambiental de empreendimentos localizados em áreas de fronteira deve ser exclusivamente competência da União. Razão: Essa exclusividade se deve à necessidade de garantir a segurança nacional e a proteção do patrimônio ambiental em regiões estratégicas para o país. Agora, analise as alternativas, abaixo:

Acertos
Erros
35
Total