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Prova Técnico Administrativo Educacional - Multimeios Didáticos - Pref. Pontes e Lacerda/MT
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Questão 1 de 6 Q1 da prova
Instrução: Leia o texto e responda às questões de 01 a 06.

De canudo em canudo
Iniciativas pontuais, somadas, importam na redução de dano causado por plásticos
A poluição dos mares por resíduos plásticos inscreve-se entre os temas ambientais mais preocupantes do presente. Descartamos nos oceanos, todos os anos, ciclópicas 8 milhões de toneladas desse polímero, o qual perfaz aproximadamente 85% do lixo marinho. Ademais, como alguns desses materiais tardam um século ou mais para se decompor, sua acumulação converte-se em um problema que atravessa gerações. Embora seja difícil imaginar uma solução única para a questão, iniciativas pontuais, se somadas, podem fazer diferença. Segue esse espírito a tendência, que ganha corpo em todo o mundo, de proibir os canudos de plástico descartáveis. Recentemente, a cidade de São Paulo aderiu a ela. A lei, que deve entrar em vigor no segundo semestre, proíbe o artigo em hotéis, restaurantes, bares, padarias, clubes noturnos e eventos musicais. A multa para os recalcitrantes pode chegar a R$ 8.000. Diplomas semelhantes já foram aprovados em Fortaleza, Salvador, Rio de Janeiro, Camboriú (SC), Ilhabela (SP), Santos (SP), Rio Grande (RS) e em todo o Rio Grande do Norte. Nos EUA, o estado da Califórnia e a cidade de Seattle encamparam a iniciativa, assim como localidades europeias e asiáticas. A investida contra os canudinhos tem sua razão de ser. Desnecessários, a não ser para certas condições médicas, e utilizados por poucos minutos, não integram uma cadeia de descarte voltado à reciclagem. Uma vez nos oceanos, levam mais de 200 anos para se decompor. Não existem estatísticas sobre o consumo de canudos plásticos no Brasil, mas os números internacionais assustam. Estima-se que pelo menos 170 milhões de unidades sejam jogadas fora por dia nos EUA. Sua proibição, no entanto, ataca apenas uma parte diminuta do problema. Estima-se que os canudinhos componham de 4% a 7% do plástico que polui os mares. Não à toa, iniciativas de maior amplitude vêm sendo colocadas em prática. Na principal delas, a União Europeia anunciou que irá banir até 2021 os chamados plásticos de uso único - categoria que inclui copos, pratos, talheres, cotonetes, tampas e embalagens para entrega de comida. Ao sancionar a nova lei paulistana, o prefeito Bruno Covas (PSDB), divulgou a adesão de São Paulo ao programa da ONU para eliminar o uso de embalagens plásticas desnecessárias e melhorar os índices de reciclagem. É um bom começo.

Os elementos coesivos pronominais estabelecem a progressão textual e colaboram ativamente para o estabelecimento da coerência. Está correta a relação de referência estabelecida pelo uso de pronome em

Questão 2 de 6 Q2 da prova
Instrução: Leia o texto e responda às questões de 01 a 06.

De canudo em canudo
Iniciativas pontuais, somadas, importam na redução de dano causado por plásticos
A poluição dos mares por resíduos plásticos inscreve-se entre os temas ambientais mais preocupantes do presente. Descartamos nos oceanos, todos os anos, ciclópicas 8 milhões de toneladas desse polímero, o qual perfaz aproximadamente 85% do lixo marinho. Ademais, como alguns desses materiais tardam um século ou mais para se decompor, sua acumulação converte-se em um problema que atravessa gerações. Embora seja difícil imaginar uma solução única para a questão, iniciativas pontuais, se somadas, podem fazer diferença. Segue esse espírito a tendência, que ganha corpo em todo o mundo, de proibir os canudos de plástico descartáveis. Recentemente, a cidade de São Paulo aderiu a ela. A lei, que deve entrar em vigor no segundo semestre, proíbe o artigo em hotéis, restaurantes, bares, padarias, clubes noturnos e eventos musicais. A multa para os recalcitrantes pode chegar a R$ 8.000. Diplomas semelhantes já foram aprovados em Fortaleza, Salvador, Rio de Janeiro, Camboriú (SC), Ilhabela (SP), Santos (SP), Rio Grande (RS) e em todo o Rio Grande do Norte. Nos EUA, o estado da Califórnia e a cidade de Seattle encamparam a iniciativa, assim como localidades europeias e asiáticas. A investida contra os canudinhos tem sua razão de ser. Desnecessários, a não ser para certas condições médicas, e utilizados por poucos minutos, não integram uma cadeia de descarte voltado à reciclagem. Uma vez nos oceanos, levam mais de 200 anos para se decompor. Não existem estatísticas sobre o consumo de canudos plásticos no Brasil, mas os números internacionais assustam. Estima-se que pelo menos 170 milhões de unidades sejam jogadas fora por dia nos EUA. Sua proibição, no entanto, ataca apenas uma parte diminuta do problema. Estima-se que os canudinhos componham de 4% a 7% do plástico que polui os mares. Não à toa, iniciativas de maior amplitude vêm sendo colocadas em prática. Na principal delas, a União Europeia anunciou que irá banir até 2021 os chamados plásticos de uso único - categoria que inclui copos, pratos, talheres, cotonetes, tampas e embalagens para entrega de comida. Ao sancionar a nova lei paulistana, o prefeito Bruno Covas (PSDB), divulgou a adesão de São Paulo ao programa da ONU para eliminar o uso de embalagens plásticas desnecessárias e melhorar os índices de reciclagem. É um bom começo.

O texto refere-se a uma tendência mundial em relação ao consumo de plásticos, qual seja:

Questão 3 de 6 Q3 da prova
Instrução: Leia o texto e responda às questões de 01 a 06.

De canudo em canudo
Iniciativas pontuais, somadas, importam na redução de dano causado por plásticos
A poluição dos mares por resíduos plásticos inscreve-se entre os temas ambientais mais preocupantes do presente. Descartamos nos oceanos, todos os anos, ciclópicas 8 milhões de toneladas desse polímero, o qual perfaz aproximadamente 85% do lixo marinho. Ademais, como alguns desses materiais tardam um século ou mais para se decompor, sua acumulação converte-se em um problema que atravessa gerações. Embora seja difícil imaginar uma solução única para a questão, iniciativas pontuais, se somadas, podem fazer diferença. Segue esse espírito a tendência, que ganha corpo em todo o mundo, de proibir os canudos de plástico descartáveis. Recentemente, a cidade de São Paulo aderiu a ela. A lei, que deve entrar em vigor no segundo semestre, proíbe o artigo em hotéis, restaurantes, bares, padarias, clubes noturnos e eventos musicais. A multa para os recalcitrantes pode chegar a R$ 8.000. Diplomas semelhantes já foram aprovados em Fortaleza, Salvador, Rio de Janeiro, Camboriú (SC), Ilhabela (SP), Santos (SP), Rio Grande (RS) e em todo o Rio Grande do Norte. Nos EUA, o estado da Califórnia e a cidade de Seattle encamparam a iniciativa, assim como localidades europeias e asiáticas. A investida contra os canudinhos tem sua razão de ser. Desnecessários, a não ser para certas condições médicas, e utilizados por poucos minutos, não integram uma cadeia de descarte voltado à reciclagem. Uma vez nos oceanos, levam mais de 200 anos para se decompor. Não existem estatísticas sobre o consumo de canudos plásticos no Brasil, mas os números internacionais assustam. Estima-se que pelo menos 170 milhões de unidades sejam jogadas fora por dia nos EUA. Sua proibição, no entanto, ataca apenas uma parte diminuta do problema. Estima-se que os canudinhos componham de 4% a 7% do plástico que polui os mares. Não à toa, iniciativas de maior amplitude vêm sendo colocadas em prática. Na principal delas, a União Europeia anunciou que irá banir até 2021 os chamados plásticos de uso único - categoria que inclui copos, pratos, talheres, cotonetes, tampas e embalagens para entrega de comida. Ao sancionar a nova lei paulistana, o prefeito Bruno Covas (PSDB), divulgou a adesão de São Paulo ao programa da ONU para eliminar o uso de embalagens plásticas desnecessárias e melhorar os índices de reciclagem. É um bom começo.

Observe o uso dos termos sublinhados: A poluição dos mares por resíduos plásticos inscreve-se entre os temas ambientais mais preocupantes do presente. Descartamos nos oceanos, todos os anos, ciclópicas 8 milhões de toneladas desse polímero (...). A esse recurso coesivo dá-se o nome de

Questão 4 de 6 Q4 da prova
Instrução: Leia o texto e responda às questões de 01 a 06.

De canudo em canudo
Iniciativas pontuais, somadas, importam na redução de dano causado por plásticos
A poluição dos mares por resíduos plásticos inscreve-se entre os temas ambientais mais preocupantes do presente. Descartamos nos oceanos, todos os anos, ciclópicas 8 milhões de toneladas desse polímero, o qual perfaz aproximadamente 85% do lixo marinho. Ademais, como alguns desses materiais tardam um século ou mais para se decompor, sua acumulação converte-se em um problema que atravessa gerações. Embora seja difícil imaginar uma solução única para a questão, iniciativas pontuais, se somadas, podem fazer diferença. Segue esse espírito a tendência, que ganha corpo em todo o mundo, de proibir os canudos de plástico descartáveis. Recentemente, a cidade de São Paulo aderiu a ela. A lei, que deve entrar em vigor no segundo semestre, proíbe o artigo em hotéis, restaurantes, bares, padarias, clubes noturnos e eventos musicais. A multa para os recalcitrantes pode chegar a R$ 8.000. Diplomas semelhantes já foram aprovados em Fortaleza, Salvador, Rio de Janeiro, Camboriú (SC), Ilhabela (SP), Santos (SP), Rio Grande (RS) e em todo o Rio Grande do Norte. Nos EUA, o estado da Califórnia e a cidade de Seattle encamparam a iniciativa, assim como localidades europeias e asiáticas. A investida contra os canudinhos tem sua razão de ser. Desnecessários, a não ser para certas condições médicas, e utilizados por poucos minutos, não integram uma cadeia de descarte voltado à reciclagem. Uma vez nos oceanos, levam mais de 200 anos para se decompor. Não existem estatísticas sobre o consumo de canudos plásticos no Brasil, mas os números internacionais assustam. Estima-se que pelo menos 170 milhões de unidades sejam jogadas fora por dia nos EUA. Sua proibição, no entanto, ataca apenas uma parte diminuta do problema. Estima-se que os canudinhos componham de 4% a 7% do plástico que polui os mares. Não à toa, iniciativas de maior amplitude vêm sendo colocadas em prática. Na principal delas, a União Europeia anunciou que irá banir até 2021 os chamados plásticos de uso único - categoria que inclui copos, pratos, talheres, cotonetes, tampas e embalagens para entrega de comida. Ao sancionar a nova lei paulistana, o prefeito Bruno Covas (PSDB), divulgou a adesão de São Paulo ao programa da ONU para eliminar o uso de embalagens plásticas desnecessárias e melhorar os índices de reciclagem. É um bom começo.

O texto De canudo em canudo pode ser enquadrado, pelas características, no gênero textual

Questão 5 de 6 Q5 da prova
Instrução: Leia o texto e responda às questões de 01 a 06.

De canudo em canudo
Iniciativas pontuais, somadas, importam na redução de dano causado por plásticos
A poluição dos mares por resíduos plásticos inscreve-se entre os temas ambientais mais preocupantes do presente. Descartamos nos oceanos, todos os anos, ciclópicas 8 milhões de toneladas desse polímero, o qual perfaz aproximadamente 85% do lixo marinho. Ademais, como alguns desses materiais tardam um século ou mais para se decompor, sua acumulação converte-se em um problema que atravessa gerações. Embora seja difícil imaginar uma solução única para a questão, iniciativas pontuais, se somadas, podem fazer diferença. Segue esse espírito a tendência, que ganha corpo em todo o mundo, de proibir os canudos de plástico descartáveis. Recentemente, a cidade de São Paulo aderiu a ela. A lei, que deve entrar em vigor no segundo semestre, proíbe o artigo em hotéis, restaurantes, bares, padarias, clubes noturnos e eventos musicais. A multa para os recalcitrantes pode chegar a R$ 8.000. Diplomas semelhantes já foram aprovados em Fortaleza, Salvador, Rio de Janeiro, Camboriú (SC), Ilhabela (SP), Santos (SP), Rio Grande (RS) e em todo o Rio Grande do Norte. Nos EUA, o estado da Califórnia e a cidade de Seattle encamparam a iniciativa, assim como localidades europeias e asiáticas. A investida contra os canudinhos tem sua razão de ser. Desnecessários, a não ser para certas condições médicas, e utilizados por poucos minutos, não integram uma cadeia de descarte voltado à reciclagem. Uma vez nos oceanos, levam mais de 200 anos para se decompor. Não existem estatísticas sobre o consumo de canudos plásticos no Brasil, mas os números internacionais assustam. Estima-se que pelo menos 170 milhões de unidades sejam jogadas fora por dia nos EUA. Sua proibição, no entanto, ataca apenas uma parte diminuta do problema. Estima-se que os canudinhos componham de 4% a 7% do plástico que polui os mares. Não à toa, iniciativas de maior amplitude vêm sendo colocadas em prática. Na principal delas, a União Europeia anunciou que irá banir até 2021 os chamados plásticos de uso único - categoria que inclui copos, pratos, talheres, cotonetes, tampas e embalagens para entrega de comida. Ao sancionar a nova lei paulistana, o prefeito Bruno Covas (PSDB), divulgou a adesão de São Paulo ao programa da ONU para eliminar o uso de embalagens plásticas desnecessárias e melhorar os índices de reciclagem. É um bom começo.

As palavras da língua podem ser categorizadas em classes de palavras. Sobre essa classificação, analise as afirmativas. I - Ademais, como alguns desses materiais tardam um século ou mais para se decompor → advérbio de tempo II - Embora seja difícil imaginar uma solução única para a questão, iniciativas pontuais, se somadas, podem fazer diferença → conjunção adversativa III - Nos EUA, o estado da Califórnia e a cidade de Seattle encamparam a iniciativa, assim como localidades europeias e asiáticas → verbo no pretérito perfeito do indicativo IV - Não existem estatísticas sobre o consumo de canudos plásticos no Brasil, mas os números internacionais assustam. → adjetivos V - Uma vez nos oceanos, levam mais de 200 anos para se decompor. → locução adverbial Estão corretas as afirmativas

Questão 6 de 6 Q6 da prova
Instrução: Leia o texto e responda às questões de 01 a 06.

De canudo em canudo
Iniciativas pontuais, somadas, importam na redução de dano causado por plásticos
A poluição dos mares por resíduos plásticos inscreve-se entre os temas ambientais mais preocupantes do presente. Descartamos nos oceanos, todos os anos, ciclópicas 8 milhões de toneladas desse polímero, o qual perfaz aproximadamente 85% do lixo marinho. Ademais, como alguns desses materiais tardam um século ou mais para se decompor, sua acumulação converte-se em um problema que atravessa gerações. Embora seja difícil imaginar uma solução única para a questão, iniciativas pontuais, se somadas, podem fazer diferença. Segue esse espírito a tendência, que ganha corpo em todo o mundo, de proibir os canudos de plástico descartáveis. Recentemente, a cidade de São Paulo aderiu a ela. A lei, que deve entrar em vigor no segundo semestre, proíbe o artigo em hotéis, restaurantes, bares, padarias, clubes noturnos e eventos musicais. A multa para os recalcitrantes pode chegar a R$ 8.000. Diplomas semelhantes já foram aprovados em Fortaleza, Salvador, Rio de Janeiro, Camboriú (SC), Ilhabela (SP), Santos (SP), Rio Grande (RS) e em todo o Rio Grande do Norte. Nos EUA, o estado da Califórnia e a cidade de Seattle encamparam a iniciativa, assim como localidades europeias e asiáticas. A investida contra os canudinhos tem sua razão de ser. Desnecessários, a não ser para certas condições médicas, e utilizados por poucos minutos, não integram uma cadeia de descarte voltado à reciclagem. Uma vez nos oceanos, levam mais de 200 anos para se decompor. Não existem estatísticas sobre o consumo de canudos plásticos no Brasil, mas os números internacionais assustam. Estima-se que pelo menos 170 milhões de unidades sejam jogadas fora por dia nos EUA. Sua proibição, no entanto, ataca apenas uma parte diminuta do problema. Estima-se que os canudinhos componham de 4% a 7% do plástico que polui os mares. Não à toa, iniciativas de maior amplitude vêm sendo colocadas em prática. Na principal delas, a União Europeia anunciou que irá banir até 2021 os chamados plásticos de uso único - categoria que inclui copos, pratos, talheres, cotonetes, tampas e embalagens para entrega de comida. Ao sancionar a nova lei paulistana, o prefeito Bruno Covas (PSDB), divulgou a adesão de São Paulo ao programa da ONU para eliminar o uso de embalagens plásticas desnecessárias e melhorar os índices de reciclagem. É um bom começo.

Sobre os recursos linguísticos encontrados no texto, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas. ( ) Obedecem às regras da sintaxe da linguagem escrita padrão. ( ) Apresentam registros da linguagem cotidiana informal. ( ) Utilizam elementos lexicais relacionados à temática apresentada. ( ) Usam sinônimos diversos para evitar a repetição de termos lexicais ligados à temática. Assinale a sequência correta.

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