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Prova Servente de Limpeza - SAEP
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Questão 1 de 25 Q1250629 Q1 da prova
Leia o texto para responder às questões de 1 a 11. Eu, Tarzan Uma das cenas mais inverossímeis e mais fascinantes da literatura mundial é do Tarzan aprendendo a ler nos livros de seu pai. Todos conhecem a história — pelo menos todos os que, como eu, devoravam os livros do Tarzan. Lord e Lady Greystoke são abandonados por marinheiros amotinados em algum ponto da costa oriental da África. Constroem uma casa sobre árvores na qual colocam seus pertences, inclusive os livros do lorde, e dentro da qual a lady dá à luz um filho. Os pais morrem pouco depois do nascimento da criança, que é criada por orangotangos. Um dia o jovem Tarzan resolve examinar o interior da cabana onde nasceu e descobre os livros do pai. Através de um processo de associações e deduções, Tarzan aprende a ler e a escrever, sozinho, não fosse ele um aristocrata. O autor dos livros do Tarzan, Edgar Rice Burroughs, acreditava que, mesmo criado por orangotangos, um lorde inglês era um lorde inglês, dotado de um intelecto superior, e isso bastava para explicar a sua incrível autoalfabetização. Mas sempre achei que foi muita sorte do Tarzan seu pai não ser, por exemplo, um latinista. Tarzan aprendeu inglês nos livros deixados pelo pai e pôde comunicar-se com outros humanos com facilidade desde o seu primeiro encontro com a civilização. Mas, e se tivesse aprendido latim? Não conseguiria se comunicar com ninguém, salvo pessoas que sabem latim. Pessoas, reconhecidamente, pouco tolerantes com as limitações alheias, e está aí — ou melhor, está lá, no passado — meu professor de latim que não me deixa mentir. — Esse Tarzan, francamente. É um selvagem! — Sei o que você quer dizer. Esse seu hábito de comer carne crua com as mãos, rosnando, o sangue escorrendo pelos cantos da boca... — Não, não. Isso eu nem tinha notado. Mas ele é fraquíssimo nas declinações! Enfim, a história de Tarzan e do seu aprendizado é uma boa metáfora para a importância de uma biblioteca, e de uma biblioteca adequada, na Educação. E também sugere a importância do fortuito na vida das pessoas. Pois como seria se, em vez dos livros que ajudaram Tarzan a descobrir coisas básicas — como o nome de tudo e o fato de que ele era um homem e não um animal —, ele tivesse descoberto grossos tomos filosóficos na cabana? Pode-se imaginar até o primeiro diálogo entre Tarzan e sua futura companheira. — Eu, ser ontológico enquanto entidade histórica, você, Jane. Não, Tarzan descobriu nos livros deixados pelo pai o que toda biblioteca deve ser, uma mistura do prático e do maravilhoso. É o lugar onde começamos a nos conhecer.

De acordo com o texto, o autor dos livros do Tarzan considerava que:

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Questão 2 de 25 Q1250630 Q2 da prova
Leia o texto para responder às questões de 1 a 11. Eu, Tarzan Uma das cenas mais inverossímeis e mais fascinantes da literatura mundial é do Tarzan aprendendo a ler nos livros de seu pai. Todos conhecem a história — pelo menos todos os que, como eu, devoravam os livros do Tarzan. Lord e Lady Greystoke são abandonados por marinheiros amotinados em algum ponto da costa oriental da África. Constroem uma casa sobre árvores na qual colocam seus pertences, inclusive os livros do lorde, e dentro da qual a lady dá à luz um filho. Os pais morrem pouco depois do nascimento da criança, que é criada por orangotangos. Um dia o jovem Tarzan resolve examinar o interior da cabana onde nasceu e descobre os livros do pai. Através de um processo de associações e deduções, Tarzan aprende a ler e a escrever, sozinho, não fosse ele um aristocrata. O autor dos livros do Tarzan, Edgar Rice Burroughs, acreditava que, mesmo criado por orangotangos, um lorde inglês era um lorde inglês, dotado de um intelecto superior, e isso bastava para explicar a sua incrível autoalfabetização. Mas sempre achei que foi muita sorte do Tarzan seu pai não ser, por exemplo, um latinista. Tarzan aprendeu inglês nos livros deixados pelo pai e pôde comunicar-se com outros humanos com facilidade desde o seu primeiro encontro com a civilização. Mas, e se tivesse aprendido latim? Não conseguiria se comunicar com ninguém, salvo pessoas que sabem latim. Pessoas, reconhecidamente, pouco tolerantes com as limitações alheias, e está aí — ou melhor, está lá, no passado — meu professor de latim que não me deixa mentir. — Esse Tarzan, francamente. É um selvagem! — Sei o que você quer dizer. Esse seu hábito de comer carne crua com as mãos, rosnando, o sangue escorrendo pelos cantos da boca... — Não, não. Isso eu nem tinha notado. Mas ele é fraquíssimo nas declinações! Enfim, a história de Tarzan e do seu aprendizado é uma boa metáfora para a importância de uma biblioteca, e de uma biblioteca adequada, na Educação. E também sugere a importância do fortuito na vida das pessoas. Pois como seria se, em vez dos livros que ajudaram Tarzan a descobrir coisas básicas — como o nome de tudo e o fato de que ele era um homem e não um animal —, ele tivesse descoberto grossos tomos filosóficos na cabana? Pode-se imaginar até o primeiro diálogo entre Tarzan e sua futura companheira. — Eu, ser ontológico enquanto entidade histórica, você, Jane. Não, Tarzan descobriu nos livros deixados pelo pai o que toda biblioteca deve ser, uma mistura do prático e do maravilhoso. É o lugar onde começamos a nos conhecer.

Quanto à autoalfabetização de Tarzan, o autor do texto “Eu, Tarzan”:

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Questão 3 de 25 Q1250631 Q3 da prova
Leia o texto para responder às questões de 1 a 11. Eu, Tarzan Uma das cenas mais inverossímeis e mais fascinantes da literatura mundial é do Tarzan aprendendo a ler nos livros de seu pai. Todos conhecem a história — pelo menos todos os que, como eu, devoravam os livros do Tarzan. Lord e Lady Greystoke são abandonados por marinheiros amotinados em algum ponto da costa oriental da África. Constroem uma casa sobre árvores na qual colocam seus pertences, inclusive os livros do lorde, e dentro da qual a lady dá à luz um filho. Os pais morrem pouco depois do nascimento da criança, que é criada por orangotangos. Um dia o jovem Tarzan resolve examinar o interior da cabana onde nasceu e descobre os livros do pai. Através de um processo de associações e deduções, Tarzan aprende a ler e a escrever, sozinho, não fosse ele um aristocrata. O autor dos livros do Tarzan, Edgar Rice Burroughs, acreditava que, mesmo criado por orangotangos, um lorde inglês era um lorde inglês, dotado de um intelecto superior, e isso bastava para explicar a sua incrível autoalfabetização. Mas sempre achei que foi muita sorte do Tarzan seu pai não ser, por exemplo, um latinista. Tarzan aprendeu inglês nos livros deixados pelo pai e pôde comunicar-se com outros humanos com facilidade desde o seu primeiro encontro com a civilização. Mas, e se tivesse aprendido latim? Não conseguiria se comunicar com ninguém, salvo pessoas que sabem latim. Pessoas, reconhecidamente, pouco tolerantes com as limitações alheias, e está aí — ou melhor, está lá, no passado — meu professor de latim que não me deixa mentir. — Esse Tarzan, francamente. É um selvagem! — Sei o que você quer dizer. Esse seu hábito de comer carne crua com as mãos, rosnando, o sangue escorrendo pelos cantos da boca... — Não, não. Isso eu nem tinha notado. Mas ele é fraquíssimo nas declinações! Enfim, a história de Tarzan e do seu aprendizado é uma boa metáfora para a importância de uma biblioteca, e de uma biblioteca adequada, na Educação. E também sugere a importância do fortuito na vida das pessoas. Pois como seria se, em vez dos livros que ajudaram Tarzan a descobrir coisas básicas — como o nome de tudo e o fato de que ele era um homem e não um animal —, ele tivesse descoberto grossos tomos filosóficos na cabana? Pode-se imaginar até o primeiro diálogo entre Tarzan e sua futura companheira. — Eu, ser ontológico enquanto entidade histórica, você, Jane. Não, Tarzan descobriu nos livros deixados pelo pai o que toda biblioteca deve ser, uma mistura do prático e do maravilhoso. É o lugar onde começamos a nos conhecer.

Para o narrador do texto, a história de Tarzan demonstra:

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Questão 4 de 25 Q1250632 Q4 da prova
Leia o texto para responder às questões de 1 a 11. Eu, Tarzan Uma das cenas mais inverossímeis e mais fascinantes da literatura mundial é do Tarzan aprendendo a ler nos livros de seu pai. Todos conhecem a história — pelo menos todos os que, como eu, devoravam os livros do Tarzan. Lord e Lady Greystoke são abandonados por marinheiros amotinados em algum ponto da costa oriental da África. Constroem uma casa sobre árvores na qual colocam seus pertences, inclusive os livros do lorde, e dentro da qual a lady dá à luz um filho. Os pais morrem pouco depois do nascimento da criança, que é criada por orangotangos. Um dia o jovem Tarzan resolve examinar o interior da cabana onde nasceu e descobre os livros do pai. Através de um processo de associações e deduções, Tarzan aprende a ler e a escrever, sozinho, não fosse ele um aristocrata. O autor dos livros do Tarzan, Edgar Rice Burroughs, acreditava que, mesmo criado por orangotangos, um lorde inglês era um lorde inglês, dotado de um intelecto superior, e isso bastava para explicar a sua incrível autoalfabetização. Mas sempre achei que foi muita sorte do Tarzan seu pai não ser, por exemplo, um latinista. Tarzan aprendeu inglês nos livros deixados pelo pai e pôde comunicar-se com outros humanos com facilidade desde o seu primeiro encontro com a civilização. Mas, e se tivesse aprendido latim? Não conseguiria se comunicar com ninguém, salvo pessoas que sabem latim. Pessoas, reconhecidamente, pouco tolerantes com as limitações alheias, e está aí — ou melhor, está lá, no passado — meu professor de latim que não me deixa mentir. — Esse Tarzan, francamente. É um selvagem! — Sei o que você quer dizer. Esse seu hábito de comer carne crua com as mãos, rosnando, o sangue escorrendo pelos cantos da boca... — Não, não. Isso eu nem tinha notado. Mas ele é fraquíssimo nas declinações! Enfim, a história de Tarzan e do seu aprendizado é uma boa metáfora para a importância de uma biblioteca, e de uma biblioteca adequada, na Educação. E também sugere a importância do fortuito na vida das pessoas. Pois como seria se, em vez dos livros que ajudaram Tarzan a descobrir coisas básicas — como o nome de tudo e o fato de que ele era um homem e não um animal —, ele tivesse descoberto grossos tomos filosóficos na cabana? Pode-se imaginar até o primeiro diálogo entre Tarzan e sua futura companheira. — Eu, ser ontológico enquanto entidade histórica, você, Jane. Não, Tarzan descobriu nos livros deixados pelo pai o que toda biblioteca deve ser, uma mistura do prático e do maravilhoso. É o lugar onde começamos a nos conhecer.

Considere o excerto: “Todos conhecem a história — pelo menos todos os que, como eu, devoravam os livros do Tarzan.” No contexto apresentado, a palavra que é empregada com sentido figurado é:

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Questão 5 de 25 Q1250633 Q5 da prova
Considere o excerto a seguir para responder às questões 5 e 6: Uma das cenas mais inverossímeis e mais fascinantes da literatura mundial é do Tarzan aprendendo a ler nos livros de seu pai.

A palavra “inverossímeis”, que ocorre no excerto apresentado, é sinônimo de:

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Questão 6 de 25 Q1250634 Q6 da prova
Considere o excerto a seguir para responder às questões 5 e 6: Uma das cenas mais inverossímeis e mais fascinantes da literatura mundial é do Tarzan aprendendo a ler nos livros de seu pai.

As palavras “inverossímeis” e “fascinantes”, que ocorrem no excerto apresentado, pertencem à classe gramatical:

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Questão 7 de 25 Q1250635 Q7 da prova
Leia o texto para responder às questões de 1 a 11. Eu, Tarzan Uma das cenas mais inverossímeis e mais fascinantes da literatura mundial é do Tarzan aprendendo a ler nos livros de seu pai. Todos conhecem a história — pelo menos todos os que, como eu, devoravam os livros do Tarzan. Lord e Lady Greystoke são abandonados por marinheiros amotinados em algum ponto da costa oriental da África. Constroem uma casa sobre árvores na qual colocam seus pertences, inclusive os livros do lorde, e dentro da qual a lady dá à luz um filho. Os pais morrem pouco depois do nascimento da criança, que é criada por orangotangos. Um dia o jovem Tarzan resolve examinar o interior da cabana onde nasceu e descobre os livros do pai. Através de um processo de associações e deduções, Tarzan aprende a ler e a escrever, sozinho, não fosse ele um aristocrata. O autor dos livros do Tarzan, Edgar Rice Burroughs, acreditava que, mesmo criado por orangotangos, um lorde inglês era um lorde inglês, dotado de um intelecto superior, e isso bastava para explicar a sua incrível autoalfabetização. Mas sempre achei que foi muita sorte do Tarzan seu pai não ser, por exemplo, um latinista. Tarzan aprendeu inglês nos livros deixados pelo pai e pôde comunicar-se com outros humanos com facilidade desde o seu primeiro encontro com a civilização. Mas, e se tivesse aprendido latim? Não conseguiria se comunicar com ninguém, salvo pessoas que sabem latim. Pessoas, reconhecidamente, pouco tolerantes com as limitações alheias, e está aí — ou melhor, está lá, no passado — meu professor de latim que não me deixa mentir. — Esse Tarzan, francamente. É um selvagem! — Sei o que você quer dizer. Esse seu hábito de comer carne crua com as mãos, rosnando, o sangue escorrendo pelos cantos da boca... — Não, não. Isso eu nem tinha notado. Mas ele é fraquíssimo nas declinações! Enfim, a história de Tarzan e do seu aprendizado é uma boa metáfora para a importância de uma biblioteca, e de uma biblioteca adequada, na Educação. E também sugere a importância do fortuito na vida das pessoas. Pois como seria se, em vez dos livros que ajudaram Tarzan a descobrir coisas básicas — como o nome de tudo e o fato de que ele era um homem e não um animal —, ele tivesse descoberto grossos tomos filosóficos na cabana? Pode-se imaginar até o primeiro diálogo entre Tarzan e sua futura companheira. — Eu, ser ontológico enquanto entidade histórica, você, Jane. Não, Tarzan descobriu nos livros deixados pelo pai o que toda biblioteca deve ser, uma mistura do prático e do maravilhoso. É o lugar onde começamos a nos conhecer.

Analise as sentenças a seguir, retiradas do texto: I. “Não conseguiria se comunicar com ninguém”. II. “É o lugar onde começamos a nos conhecer.” As palavras “se”, “ninguém” e “nos”, que ocorrem nas sentenças dadas, são, respectivamente, pronomes dos tipos:

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Questão 8 de 25 Q1250636 Q8 da prova
Leia o texto para responder às questões de 1 a 11. Eu, Tarzan Uma das cenas mais inverossímeis e mais fascinantes da literatura mundial é do Tarzan aprendendo a ler nos livros de seu pai. Todos conhecem a história — pelo menos todos os que, como eu, devoravam os livros do Tarzan. Lord e Lady Greystoke são abandonados por marinheiros amotinados em algum ponto da costa oriental da África. Constroem uma casa sobre árvores na qual colocam seus pertences, inclusive os livros do lorde, e dentro da qual a lady dá à luz um filho. Os pais morrem pouco depois do nascimento da criança, que é criada por orangotangos. Um dia o jovem Tarzan resolve examinar o interior da cabana onde nasceu e descobre os livros do pai. Através de um processo de associações e deduções, Tarzan aprende a ler e a escrever, sozinho, não fosse ele um aristocrata. O autor dos livros do Tarzan, Edgar Rice Burroughs, acreditava que, mesmo criado por orangotangos, um lorde inglês era um lorde inglês, dotado de um intelecto superior, e isso bastava para explicar a sua incrível autoalfabetização. Mas sempre achei que foi muita sorte do Tarzan seu pai não ser, por exemplo, um latinista. Tarzan aprendeu inglês nos livros deixados pelo pai e pôde comunicar-se com outros humanos com facilidade desde o seu primeiro encontro com a civilização. Mas, e se tivesse aprendido latim? Não conseguiria se comunicar com ninguém, salvo pessoas que sabem latim. Pessoas, reconhecidamente, pouco tolerantes com as limitações alheias, e está aí — ou melhor, está lá, no passado — meu professor de latim que não me deixa mentir. — Esse Tarzan, francamente. É um selvagem! — Sei o que você quer dizer. Esse seu hábito de comer carne crua com as mãos, rosnando, o sangue escorrendo pelos cantos da boca... — Não, não. Isso eu nem tinha notado. Mas ele é fraquíssimo nas declinações! Enfim, a história de Tarzan e do seu aprendizado é uma boa metáfora para a importância de uma biblioteca, e de uma biblioteca adequada, na Educação. E também sugere a importância do fortuito na vida das pessoas. Pois como seria se, em vez dos livros que ajudaram Tarzan a descobrir coisas básicas — como o nome de tudo e o fato de que ele era um homem e não um animal —, ele tivesse descoberto grossos tomos filosóficos na cabana? Pode-se imaginar até o primeiro diálogo entre Tarzan e sua futura companheira. — Eu, ser ontológico enquanto entidade histórica, você, Jane. Não, Tarzan descobriu nos livros deixados pelo pai o que toda biblioteca deve ser, uma mistura do prático e do maravilhoso. É o lugar onde começamos a nos conhecer.

Analise as palavras a seguir, que ocorrem no texto, e assinale a alternativa que apresenta um advérbio que indica modo.

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Questão 9 de 25 Q1250637 Q9 da prova
Considere o excerto a seguir para responder às questões de 9 a 11: Não, Tarzan descobriu nos livros deixados pelo pai o que toda biblioteca deve ser, uma mistura do prático e do maravilhoso.

Analise os substantivos I. livros e II. biblioteca, que ocorrem no excerto apresentado. Relacione-os às seguintes subcategorias, típicas da classe gramatical à qual pertencem: (1) substantivo próprio; (2) substantivo comum; (3) substantivo concreto; (4) substantivo abstrato; (5) substantivo simples; (6) substantivo composto. Os substantivos analisados pertencem, respectivamente, às seguintes subcategorias:

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Questão 10 de 25 Q1250638 Q10 da prova
Considere o excerto a seguir para responder às questões de 9 a 11: Não, Tarzan descobriu nos livros deixados pelo pai o que toda biblioteca deve ser, uma mistura do prático e do maravilhoso.

A classe gramatical da palavra “não”, que ocorre no excerto apresentado, é:

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Questão 11 de 25 Q1250639 Q11 da prova
Considere o excerto a seguir para responder às questões de 9 a 11: Não, Tarzan descobriu nos livros deixados pelo pai o que toda biblioteca deve ser, uma mistura do prático e do maravilhoso.

A pessoa gramatical que corresponde à conjugação do verbo “descobriu”, que ocorre no excerto apresentado, é:

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Questão 12 de 25 Q1250640 Q12 da prova
Leia o poema a seguir para responder às questões de 12 a 15. Se as coisas são inatingíveis... ora! Não é motivo para não querê-las... Que tristes os caminhos, se não fora A presença distante das estrelas! Mario Quintana

Segundo o poema apresentado, pode-se concluir que:

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Questão 13 de 25 Q1250641 Q13 da prova
Leia o poema a seguir para responder às questões de 12 a 15. Se as coisas são inatingíveis... ora! Não é motivo para não querê-las... Que tristes os caminhos, se não fora A presença distante das estrelas! Mario Quintana

O pronome em “querê-las” se refere a:

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Questão 14 de 25 Q1250642 Q14 da prova
Leia o poema a seguir para responder às questões de 12 a 15. Se as coisas são inatingíveis... ora! Não é motivo para não querê-las... Que tristes os caminhos, se não fora A presença distante das estrelas! Mario Quintana

Dentre as palavras a seguir, que ocorrem no poema, possui uma única forma para dois gêneros apenas:

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Questão 15 de 25 Q1250643 Q15 da prova
Leia o poema a seguir para responder às questões de 12 a 15. Se as coisas são inatingíveis... ora! Não é motivo para não querê-las... Que tristes os caminhos, se não fora A presença distante das estrelas! Mario Quintana

O verbo “fora”, no penúltimo verso do poema, está conjugado no tempo:

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Questão 16 de 25 Q1250644 Q17 da prova

Analise as sentenças a seguir e assinale a alternativa em que a concordância está incorreta.

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Questão 17 de 25 Q1250646 Q19 da prova

Analise as sentenças a seguir e assinale a alternativa em que a palavra em destaque é uma preposição.

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Questão 18 de 25 Q1250647 Q20 da prova

Analise os pares de palavras a seguir. Assinale a alternativa em que o adjetivo apresentado não é relativo ao substantivo com o qual está relacionado.

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Questão 19 de 25 Q1250648 Q21 da prova

Marcos está construindo uma cerca em torno de seu jardim. Na loja, ele compra um rolo de arame farpado, que possui 10 metros de comprimento. Quantos centímetros equivale os 10 metros de cerca que Marcos vai comprou?

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Questão 20 de 25 Q1250649 Q22 da prova

Determinado supermercado vendeu 420 kg de maçãs em janeiro de 2024. Se isso representou um aumento de 20% em relação ao mês anterior, aproximadamente quantos quilogramas de maçãs foram vendidos no mês anterior?

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Questão 21 de 25 Q1250654 Q27 da prova

Um estudante decide ler 30 páginas por dia. Se cada página do livro leva em média 3 minutos para ser lida, quantas horas o estudante levará para ler as 30 páginas?

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Questão 22 de 25 Q1250658 Q31 da prova

João começou a construir uma casa de pássaros no jardim, e ele estima que levará 20 dias para concluí-la. Se ele começou a construção em uma quinta-feira, em que dia da semana ele finalizará o projeto?

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Questão 23 de 25 Q1250662 Q35 da prova

Paulo comprou um celular, pagando 60% do preço do celular como entrada e parcelando o restante, sem acréscimos, em três parcelas de R$ 240,00 cada uma. Nessa compra, o valor pago como entrada foi igual a:

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Questão 24 de 25 Q1250663 Q36 da prova

Um restaurante aumentou o preço do seu prato principal em 10% este ano. Se o prato custava originalmente R$ 50,00, quanto custará agora?

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Questão 25 de 25 Q1250666 Q39 da prova

Um profissional ganha R$ 1.600,00 por mês e recebe um aumento de 2% anualmente. Qual será o salário aproximado desse profissional após 2 anos?

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