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Prova Servente de Limpeza - SAEP
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Questão 1 de 40 Q1 da prova
Leia o texto para responder às questões de 1 a 11. Eu, Tarzan Uma das cenas mais inverossímeis e mais fascinantes da literatura mundial é do Tarzan aprendendo a ler nos livros de seu pai. Todos conhecem a história — pelo menos todos os que, como eu, devoravam os livros do Tarzan. Lord e Lady Greystoke são abandonados por marinheiros amotinados em algum ponto da costa oriental da África. Constroem uma casa sobre árvores na qual colocam seus pertences, inclusive os livros do lorde, e dentro da qual a lady dá à luz um filho. Os pais morrem pouco depois do nascimento da criança, que é criada por orangotangos. Um dia o jovem Tarzan resolve examinar o interior da cabana onde nasceu e descobre os livros do pai. Através de um processo de associações e deduções, Tarzan aprende a ler e a escrever, sozinho, não fosse ele um aristocrata. O autor dos livros do Tarzan, Edgar Rice Burroughs, acreditava que, mesmo criado por orangotangos, um lorde inglês era um lorde inglês, dotado de um intelecto superior, e isso bastava para explicar a sua incrível autoalfabetização. Mas sempre achei que foi muita sorte do Tarzan seu pai não ser, por exemplo, um latinista. Tarzan aprendeu inglês nos livros deixados pelo pai e pôde comunicar-se com outros humanos com facilidade desde o seu primeiro encontro com a civilização. Mas, e se tivesse aprendido latim? Não conseguiria se comunicar com ninguém, salvo pessoas que sabem latim. Pessoas, reconhecidamente, pouco tolerantes com as limitações alheias, e está aí — ou melhor, está lá, no passado — meu professor de latim que não me deixa mentir. — Esse Tarzan, francamente. É um selvagem! — Sei o que você quer dizer. Esse seu hábito de comer carne crua com as mãos, rosnando, o sangue escorrendo pelos cantos da boca... — Não, não. Isso eu nem tinha notado. Mas ele é fraquíssimo nas declinações! Enfim, a história de Tarzan e do seu aprendizado é uma boa metáfora para a importância de uma biblioteca, e de uma biblioteca adequada, na Educação. E também sugere a importância do fortuito na vida das pessoas. Pois como seria se, em vez dos livros que ajudaram Tarzan a descobrir coisas básicas — como o nome de tudo e o fato de que ele era um homem e não um animal —, ele tivesse descoberto grossos tomos filosóficos na cabana? Pode-se imaginar até o primeiro diálogo entre Tarzan e sua futura companheira. — Eu, ser ontológico enquanto entidade histórica, você, Jane. Não, Tarzan descobriu nos livros deixados pelo pai o que toda biblioteca deve ser, uma mistura do prático e do maravilhoso. É o lugar onde começamos a nos conhecer.

De acordo com o texto, o autor dos livros do Tarzan considerava que:

Questão 2 de 40 Q2 da prova
Leia o texto para responder às questões de 1 a 11. Eu, Tarzan Uma das cenas mais inverossímeis e mais fascinantes da literatura mundial é do Tarzan aprendendo a ler nos livros de seu pai. Todos conhecem a história — pelo menos todos os que, como eu, devoravam os livros do Tarzan. Lord e Lady Greystoke são abandonados por marinheiros amotinados em algum ponto da costa oriental da África. Constroem uma casa sobre árvores na qual colocam seus pertences, inclusive os livros do lorde, e dentro da qual a lady dá à luz um filho. Os pais morrem pouco depois do nascimento da criança, que é criada por orangotangos. Um dia o jovem Tarzan resolve examinar o interior da cabana onde nasceu e descobre os livros do pai. Através de um processo de associações e deduções, Tarzan aprende a ler e a escrever, sozinho, não fosse ele um aristocrata. O autor dos livros do Tarzan, Edgar Rice Burroughs, acreditava que, mesmo criado por orangotangos, um lorde inglês era um lorde inglês, dotado de um intelecto superior, e isso bastava para explicar a sua incrível autoalfabetização. Mas sempre achei que foi muita sorte do Tarzan seu pai não ser, por exemplo, um latinista. Tarzan aprendeu inglês nos livros deixados pelo pai e pôde comunicar-se com outros humanos com facilidade desde o seu primeiro encontro com a civilização. Mas, e se tivesse aprendido latim? Não conseguiria se comunicar com ninguém, salvo pessoas que sabem latim. Pessoas, reconhecidamente, pouco tolerantes com as limitações alheias, e está aí — ou melhor, está lá, no passado — meu professor de latim que não me deixa mentir. — Esse Tarzan, francamente. É um selvagem! — Sei o que você quer dizer. Esse seu hábito de comer carne crua com as mãos, rosnando, o sangue escorrendo pelos cantos da boca... — Não, não. Isso eu nem tinha notado. Mas ele é fraquíssimo nas declinações! Enfim, a história de Tarzan e do seu aprendizado é uma boa metáfora para a importância de uma biblioteca, e de uma biblioteca adequada, na Educação. E também sugere a importância do fortuito na vida das pessoas. Pois como seria se, em vez dos livros que ajudaram Tarzan a descobrir coisas básicas — como o nome de tudo e o fato de que ele era um homem e não um animal —, ele tivesse descoberto grossos tomos filosóficos na cabana? Pode-se imaginar até o primeiro diálogo entre Tarzan e sua futura companheira. — Eu, ser ontológico enquanto entidade histórica, você, Jane. Não, Tarzan descobriu nos livros deixados pelo pai o que toda biblioteca deve ser, uma mistura do prático e do maravilhoso. É o lugar onde começamos a nos conhecer.

Quanto à autoalfabetização de Tarzan, o autor do texto “Eu, Tarzan”:

Questão 3 de 40 Q3 da prova
Leia o texto para responder às questões de 1 a 11. Eu, Tarzan Uma das cenas mais inverossímeis e mais fascinantes da literatura mundial é do Tarzan aprendendo a ler nos livros de seu pai. Todos conhecem a história — pelo menos todos os que, como eu, devoravam os livros do Tarzan. Lord e Lady Greystoke são abandonados por marinheiros amotinados em algum ponto da costa oriental da África. Constroem uma casa sobre árvores na qual colocam seus pertences, inclusive os livros do lorde, e dentro da qual a lady dá à luz um filho. Os pais morrem pouco depois do nascimento da criança, que é criada por orangotangos. Um dia o jovem Tarzan resolve examinar o interior da cabana onde nasceu e descobre os livros do pai. Através de um processo de associações e deduções, Tarzan aprende a ler e a escrever, sozinho, não fosse ele um aristocrata. O autor dos livros do Tarzan, Edgar Rice Burroughs, acreditava que, mesmo criado por orangotangos, um lorde inglês era um lorde inglês, dotado de um intelecto superior, e isso bastava para explicar a sua incrível autoalfabetização. Mas sempre achei que foi muita sorte do Tarzan seu pai não ser, por exemplo, um latinista. Tarzan aprendeu inglês nos livros deixados pelo pai e pôde comunicar-se com outros humanos com facilidade desde o seu primeiro encontro com a civilização. Mas, e se tivesse aprendido latim? Não conseguiria se comunicar com ninguém, salvo pessoas que sabem latim. Pessoas, reconhecidamente, pouco tolerantes com as limitações alheias, e está aí — ou melhor, está lá, no passado — meu professor de latim que não me deixa mentir. — Esse Tarzan, francamente. É um selvagem! — Sei o que você quer dizer. Esse seu hábito de comer carne crua com as mãos, rosnando, o sangue escorrendo pelos cantos da boca... — Não, não. Isso eu nem tinha notado. Mas ele é fraquíssimo nas declinações! Enfim, a história de Tarzan e do seu aprendizado é uma boa metáfora para a importância de uma biblioteca, e de uma biblioteca adequada, na Educação. E também sugere a importância do fortuito na vida das pessoas. Pois como seria se, em vez dos livros que ajudaram Tarzan a descobrir coisas básicas — como o nome de tudo e o fato de que ele era um homem e não um animal —, ele tivesse descoberto grossos tomos filosóficos na cabana? Pode-se imaginar até o primeiro diálogo entre Tarzan e sua futura companheira. — Eu, ser ontológico enquanto entidade histórica, você, Jane. Não, Tarzan descobriu nos livros deixados pelo pai o que toda biblioteca deve ser, uma mistura do prático e do maravilhoso. É o lugar onde começamos a nos conhecer.

Para o narrador do texto, a história de Tarzan demonstra:

Questão 4 de 40 Q4 da prova
Leia o texto para responder às questões de 1 a 11. Eu, Tarzan Uma das cenas mais inverossímeis e mais fascinantes da literatura mundial é do Tarzan aprendendo a ler nos livros de seu pai. Todos conhecem a história — pelo menos todos os que, como eu, devoravam os livros do Tarzan. Lord e Lady Greystoke são abandonados por marinheiros amotinados em algum ponto da costa oriental da África. Constroem uma casa sobre árvores na qual colocam seus pertences, inclusive os livros do lorde, e dentro da qual a lady dá à luz um filho. Os pais morrem pouco depois do nascimento da criança, que é criada por orangotangos. Um dia o jovem Tarzan resolve examinar o interior da cabana onde nasceu e descobre os livros do pai. Através de um processo de associações e deduções, Tarzan aprende a ler e a escrever, sozinho, não fosse ele um aristocrata. O autor dos livros do Tarzan, Edgar Rice Burroughs, acreditava que, mesmo criado por orangotangos, um lorde inglês era um lorde inglês, dotado de um intelecto superior, e isso bastava para explicar a sua incrível autoalfabetização. Mas sempre achei que foi muita sorte do Tarzan seu pai não ser, por exemplo, um latinista. Tarzan aprendeu inglês nos livros deixados pelo pai e pôde comunicar-se com outros humanos com facilidade desde o seu primeiro encontro com a civilização. Mas, e se tivesse aprendido latim? Não conseguiria se comunicar com ninguém, salvo pessoas que sabem latim. Pessoas, reconhecidamente, pouco tolerantes com as limitações alheias, e está aí — ou melhor, está lá, no passado — meu professor de latim que não me deixa mentir. — Esse Tarzan, francamente. É um selvagem! — Sei o que você quer dizer. Esse seu hábito de comer carne crua com as mãos, rosnando, o sangue escorrendo pelos cantos da boca... — Não, não. Isso eu nem tinha notado. Mas ele é fraquíssimo nas declinações! Enfim, a história de Tarzan e do seu aprendizado é uma boa metáfora para a importância de uma biblioteca, e de uma biblioteca adequada, na Educação. E também sugere a importância do fortuito na vida das pessoas. Pois como seria se, em vez dos livros que ajudaram Tarzan a descobrir coisas básicas — como o nome de tudo e o fato de que ele era um homem e não um animal —, ele tivesse descoberto grossos tomos filosóficos na cabana? Pode-se imaginar até o primeiro diálogo entre Tarzan e sua futura companheira. — Eu, ser ontológico enquanto entidade histórica, você, Jane. Não, Tarzan descobriu nos livros deixados pelo pai o que toda biblioteca deve ser, uma mistura do prático e do maravilhoso. É o lugar onde começamos a nos conhecer.

Considere o excerto: “Todos conhecem a história — pelo menos todos os que, como eu, devoravam os livros do Tarzan.” No contexto apresentado, a palavra que é empregada com sentido figurado é:

Questão 5 de 40 Q5 da prova
Considere o excerto a seguir para responder às questões 5 e 6: Uma das cenas mais inverossímeis e mais fascinantes da literatura mundial é do Tarzan aprendendo a ler nos livros de seu pai.

A palavra “inverossímeis”, que ocorre no excerto apresentado, é sinônimo de:

Questão 6 de 40 Q6 da prova
Considere o excerto a seguir para responder às questões 5 e 6: Uma das cenas mais inverossímeis e mais fascinantes da literatura mundial é do Tarzan aprendendo a ler nos livros de seu pai.

As palavras “inverossímeis” e “fascinantes”, que ocorrem no excerto apresentado, pertencem à classe gramatical:

Questão 7 de 40 Q7 da prova
Leia o texto para responder às questões de 1 a 11. Eu, Tarzan Uma das cenas mais inverossímeis e mais fascinantes da literatura mundial é do Tarzan aprendendo a ler nos livros de seu pai. Todos conhecem a história — pelo menos todos os que, como eu, devoravam os livros do Tarzan. Lord e Lady Greystoke são abandonados por marinheiros amotinados em algum ponto da costa oriental da África. Constroem uma casa sobre árvores na qual colocam seus pertences, inclusive os livros do lorde, e dentro da qual a lady dá à luz um filho. Os pais morrem pouco depois do nascimento da criança, que é criada por orangotangos. Um dia o jovem Tarzan resolve examinar o interior da cabana onde nasceu e descobre os livros do pai. Através de um processo de associações e deduções, Tarzan aprende a ler e a escrever, sozinho, não fosse ele um aristocrata. O autor dos livros do Tarzan, Edgar Rice Burroughs, acreditava que, mesmo criado por orangotangos, um lorde inglês era um lorde inglês, dotado de um intelecto superior, e isso bastava para explicar a sua incrível autoalfabetização. Mas sempre achei que foi muita sorte do Tarzan seu pai não ser, por exemplo, um latinista. Tarzan aprendeu inglês nos livros deixados pelo pai e pôde comunicar-se com outros humanos com facilidade desde o seu primeiro encontro com a civilização. Mas, e se tivesse aprendido latim? Não conseguiria se comunicar com ninguém, salvo pessoas que sabem latim. Pessoas, reconhecidamente, pouco tolerantes com as limitações alheias, e está aí — ou melhor, está lá, no passado — meu professor de latim que não me deixa mentir. — Esse Tarzan, francamente. É um selvagem! — Sei o que você quer dizer. Esse seu hábito de comer carne crua com as mãos, rosnando, o sangue escorrendo pelos cantos da boca... — Não, não. Isso eu nem tinha notado. Mas ele é fraquíssimo nas declinações! Enfim, a história de Tarzan e do seu aprendizado é uma boa metáfora para a importância de uma biblioteca, e de uma biblioteca adequada, na Educação. E também sugere a importância do fortuito na vida das pessoas. Pois como seria se, em vez dos livros que ajudaram Tarzan a descobrir coisas básicas — como o nome de tudo e o fato de que ele era um homem e não um animal —, ele tivesse descoberto grossos tomos filosóficos na cabana? Pode-se imaginar até o primeiro diálogo entre Tarzan e sua futura companheira. — Eu, ser ontológico enquanto entidade histórica, você, Jane. Não, Tarzan descobriu nos livros deixados pelo pai o que toda biblioteca deve ser, uma mistura do prático e do maravilhoso. É o lugar onde começamos a nos conhecer.

Analise as sentenças a seguir, retiradas do texto: I. “Não conseguiria se comunicar com ninguém”. II. “É o lugar onde começamos a nos conhecer.” As palavras “se”, “ninguém” e “nos”, que ocorrem nas sentenças dadas, são, respectivamente, pronomes dos tipos:

Questão 8 de 40 Q8 da prova
Leia o texto para responder às questões de 1 a 11. Eu, Tarzan Uma das cenas mais inverossímeis e mais fascinantes da literatura mundial é do Tarzan aprendendo a ler nos livros de seu pai. Todos conhecem a história — pelo menos todos os que, como eu, devoravam os livros do Tarzan. Lord e Lady Greystoke são abandonados por marinheiros amotinados em algum ponto da costa oriental da África. Constroem uma casa sobre árvores na qual colocam seus pertences, inclusive os livros do lorde, e dentro da qual a lady dá à luz um filho. Os pais morrem pouco depois do nascimento da criança, que é criada por orangotangos. Um dia o jovem Tarzan resolve examinar o interior da cabana onde nasceu e descobre os livros do pai. Através de um processo de associações e deduções, Tarzan aprende a ler e a escrever, sozinho, não fosse ele um aristocrata. O autor dos livros do Tarzan, Edgar Rice Burroughs, acreditava que, mesmo criado por orangotangos, um lorde inglês era um lorde inglês, dotado de um intelecto superior, e isso bastava para explicar a sua incrível autoalfabetização. Mas sempre achei que foi muita sorte do Tarzan seu pai não ser, por exemplo, um latinista. Tarzan aprendeu inglês nos livros deixados pelo pai e pôde comunicar-se com outros humanos com facilidade desde o seu primeiro encontro com a civilização. Mas, e se tivesse aprendido latim? Não conseguiria se comunicar com ninguém, salvo pessoas que sabem latim. Pessoas, reconhecidamente, pouco tolerantes com as limitações alheias, e está aí — ou melhor, está lá, no passado — meu professor de latim que não me deixa mentir. — Esse Tarzan, francamente. É um selvagem! — Sei o que você quer dizer. Esse seu hábito de comer carne crua com as mãos, rosnando, o sangue escorrendo pelos cantos da boca... — Não, não. Isso eu nem tinha notado. Mas ele é fraquíssimo nas declinações! Enfim, a história de Tarzan e do seu aprendizado é uma boa metáfora para a importância de uma biblioteca, e de uma biblioteca adequada, na Educação. E também sugere a importância do fortuito na vida das pessoas. Pois como seria se, em vez dos livros que ajudaram Tarzan a descobrir coisas básicas — como o nome de tudo e o fato de que ele era um homem e não um animal —, ele tivesse descoberto grossos tomos filosóficos na cabana? Pode-se imaginar até o primeiro diálogo entre Tarzan e sua futura companheira. — Eu, ser ontológico enquanto entidade histórica, você, Jane. Não, Tarzan descobriu nos livros deixados pelo pai o que toda biblioteca deve ser, uma mistura do prático e do maravilhoso. É o lugar onde começamos a nos conhecer.

Analise as palavras a seguir, que ocorrem no texto, e assinale a alternativa que apresenta um advérbio que indica modo.

Questão 9 de 40 Q9 da prova
Considere o excerto a seguir para responder às questões de 9 a 11: Não, Tarzan descobriu nos livros deixados pelo pai o que toda biblioteca deve ser, uma mistura do prático e do maravilhoso.

Analise os substantivos I. livros e II. biblioteca, que ocorrem no excerto apresentado. Relacione-os às seguintes subcategorias, típicas da classe gramatical à qual pertencem: (1) substantivo próprio; (2) substantivo comum; (3) substantivo concreto; (4) substantivo abstrato; (5) substantivo simples; (6) substantivo composto. Os substantivos analisados pertencem, respectivamente, às seguintes subcategorias:

Questão 10 de 40 Q10 da prova
Considere o excerto a seguir para responder às questões de 9 a 11: Não, Tarzan descobriu nos livros deixados pelo pai o que toda biblioteca deve ser, uma mistura do prático e do maravilhoso.

A classe gramatical da palavra “não”, que ocorre no excerto apresentado, é:

Questão 11 de 40 Q11 da prova
Considere o excerto a seguir para responder às questões de 9 a 11: Não, Tarzan descobriu nos livros deixados pelo pai o que toda biblioteca deve ser, uma mistura do prático e do maravilhoso.

A pessoa gramatical que corresponde à conjugação do verbo “descobriu”, que ocorre no excerto apresentado, é:

Questão 12 de 40 Q12 da prova
Leia o poema a seguir para responder às questões de 12 a 15. Se as coisas são inatingíveis... ora! Não é motivo para não querê-las... Que tristes os caminhos, se não fora A presença distante das estrelas! Mario Quintana

Segundo o poema apresentado, pode-se concluir que:

Questão 13 de 40 Q13 da prova
Leia o poema a seguir para responder às questões de 12 a 15. Se as coisas são inatingíveis... ora! Não é motivo para não querê-las... Que tristes os caminhos, se não fora A presença distante das estrelas! Mario Quintana

O pronome em “querê-las” se refere a:

Questão 14 de 40 Q14 da prova
Leia o poema a seguir para responder às questões de 12 a 15. Se as coisas são inatingíveis... ora! Não é motivo para não querê-las... Que tristes os caminhos, se não fora A presença distante das estrelas! Mario Quintana

Dentre as palavras a seguir, que ocorrem no poema, possui uma única forma para dois gêneros apenas:

Questão 15 de 40 Q15 da prova
Leia o poema a seguir para responder às questões de 12 a 15. Se as coisas são inatingíveis... ora! Não é motivo para não querê-las... Que tristes os caminhos, se não fora A presença distante das estrelas! Mario Quintana

O verbo “fora”, no penúltimo verso do poema, está conjugado no tempo:

Questão 16 de 40 Q16 da prova

Analise as sentenças a seguir: I. Nós ….. de uma cidade do interior de São Paulo. II. Não vou ao teatro, ….. estou doente. III. Estou tão ansioso que …. posso esperar para a próxima semana. Assinale a alternativa que preenche correta e respectivamente cada uma das lacunas das sentenças apresentadas.

Questão 17 de 40 Q17 da prova

Analise as sentenças a seguir e assinale a alternativa em que a concordância está incorreta.

Questão 18 de 40 Q18 da prova

Analise as sentenças a seguir e assinale a alternativa em que o emprego do acento indicativo de crase está correto.

Questão 19 de 40 Q19 da prova

Analise as sentenças a seguir e assinale a alternativa em que a palavra em destaque é uma preposição.

Questão 20 de 40 Q20 da prova

Analise os pares de palavras a seguir. Assinale a alternativa em que o adjetivo apresentado não é relativo ao substantivo com o qual está relacionado.

Questão 21 de 40 Q21 da prova

Marcos está construindo uma cerca em torno de seu jardim. Na loja, ele compra um rolo de arame farpado, que possui 10 metros de comprimento. Quantos centímetros equivale os 10 metros de cerca que Marcos vai comprou?

Questão 22 de 40 Q22 da prova

Determinado supermercado vendeu 420 kg de maçãs em janeiro de 2024. Se isso representou um aumento de 20% em relação ao mês anterior, aproximadamente quantos quilogramas de maçãs foram vendidos no mês anterior?

Questão 23 de 40 Q23 da prova

João está organizando uma festa de aniversário e decidiu fazer brigadeiros para seus convidados. Ele comprou 4 pacotes de leite condensado, cada um com 395 gramas. Sabendo que ele precisa de 20 gramas de leite condensado para fazer um brigadeiro, quantos brigadeiros João poderá fazer com toda a quantidade de leite condensado que comprou?

Questão 24 de 40 Q24 da prova

Um estudante está treinando para uma competição de corrida de curta distância. Ele percorreu 7 metros em 9 segundos. Se continuar nesse ritmo, quantos metros ele terá percorrido após 54 segundos?

Questão 25 de 40 Q25 da prova

Assinale a alternativa que apresenta o Sexagésimo sétimo número par sucessor de 10?

Questão 26 de 40 Q26 da prova

João encontrou um cofrinho contendo 30 notas de R$ 5,00 e 50 moedas de R$ 1,00. Qual é o valor total encontrado no cofre?

Questão 27 de 40 Q27 da prova

Um estudante decide ler 30 páginas por dia. Se cada página do livro leva em média 3 minutos para ser lida, quantas horas o estudante levará para ler as 30 páginas?

Questão 28 de 40 Q28 da prova

Assinale a alternativa que apresenta o Nonagésimo quinto número par antecessor de 1.000.

Questão 29 de 40 Q29 da prova

Em uma prova de química, Ana respondeu corretamente a 75% das questões. Se o total de questões da prova era de 40, quantas questões Ana acertou?

Questão 30 de 40 Q30 da prova

Marta está economizando para comprar uma televisão. Ela conseguiu economizar 25% do valor da televisão, que totalizou R$ 500,00. Qual é o valor total da televisão que Marta deseja comprar?

Questão 31 de 40 Q31 da prova

João começou a construir uma casa de pássaros no jardim, e ele estima que levará 20 dias para concluí-la. Se ele começou a construção em uma quinta-feira, em que dia da semana ele finalizará o projeto?

Questão 32 de 40 Q32 da prova

Assinale a alternativa que apresenta o Centésimo número par sucessor de 40?

Questão 33 de 40 Q33 da prova

Qual é o resultado para a seguinte operação: 33 x 33,3 – 13:

Questão 34 de 40 Q34 da prova

Um avião consome 20 litros de combustível por milha percorrida. Se o avião vai voar por uma distância de 1500 milhas, quantos litros de combustível ele precisará?

Questão 35 de 40 Q35 da prova

Paulo comprou um celular, pagando 60% do preço do celular como entrada e parcelando o restante, sem acréscimos, em três parcelas de R$ 240,00 cada uma. Nessa compra, o valor pago como entrada foi igual a:

Questão 36 de 40 Q36 da prova

Um restaurante aumentou o preço do seu prato principal em 10% este ano. Se o prato custava originalmente R$ 50,00, quanto custará agora?

Questão 37 de 40 Q37 da prova

Maria está planejando uma viagem de carro com seus amigos e precisa abastecer o veículo. Ela pretende encher o tanque de gasolina, que tem capacidade para 50 litros. Na bomba de combustível, o preço da gasolina está marcado como R$ 5,80 por litro. Quanto Maria gastará para encher completamente o tanque de gasolina?

Questão 38 de 40 Q38 da prova

Uma caixa de chocolates contém 24 barras. Se em uma festa cada pessoa consome 3 barras de chocolate e há 40 pessoas presentes, quantas caixas de chocolates são necessárias para atender a demanda da festa?

Questão 39 de 40 Q39 da prova

Um profissional ganha R$ 1.600,00 por mês e recebe um aumento de 2% anualmente. Qual será o salário aproximado desse profissional após 2 anos?

Questão 40 de 40 Q40 da prova

Um evento esportivo distribui camisetas para os participantes. Cada camiseta tem um custo de R$ 15,00 para ser produzida. Se o evento tem 200 participantes, qual será o custo total para produzir as camisetas para todos os participantes?

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