Ao questionar a atualização das práticas manicomiais na atualidade, expressas em ações do Estado brasileiro, Passos (2018) afirma que elas estão muito mais atreladas ao(à):
Em relação ao acompanhamento de jovens em um CAPS, a pesquisa de Milhomens e Martin (2017) observou que:
Segundo Amarante e Torre (2018), a colonização cultural pode ser observada a partir de exigências trazidas pelos modelos culturais hegemônicos a grupos sociais da diversidade considerados minoritários. Para os autores, a arte-cultura torna-se um:
Acerca do trabalho coletivo das equipes nos CAPS, Figueiredo (2019) afirma que o(a):
Alberti, Costa e Moreira (2011) citam um fragmento de caso clínico em que um usuário CAPS pintava belíssimas mandalas, mas, cada vez que suas mandalas eram vendidas, ele sucumbia a uma crise. Nesse exemplo, as autoras apontam que:
Para Petuco (2014), o encontro entre Reforma Sanitária, Reforma Psiquiátrica e Educação Popular imprimiu traços muito particulares na experiência brasileira da Redução de Danos, que é marcada pela Ética do Cuidado e pela Clínica Ampliada. O autor sugere nomear como “clínica freireana” a prática clínica radicalmente aberta que permite o(a):

























