Leia o caso clínico a seguir.
Um adolescente de 12 anos é admitido no pronto-socorro apresentando queixas de hemoptise, falta de ar, tonturas e palpitações. Ao exame físico, observam-se cianose central, baqueteamento digital, turgência jugular, taquipneia, ausculta pulmonar com murmúrio vesicular normal, frequência cardíaca de 120 bpm, presença de sopro holossistólico, em foco tricuspídeo, hiperfonese de segunda bulha, fígado palpável a quatro centímetros do rebordo costal direito e pressão arterial sistêmica de 130 x 100 mmHg. A mãe relata que o filho é portador de comunicação interventricular (CIV) e que, desde os sete anos, não faz acompanhamento médico. Após estabilização clínica, com oferta de oxigênio, sob cateter nasal, foi realizada a seguinte radiografia de tórax. De acordo com o exposto, a principal hipótese diagnóstica, o exame comprovatório e o tratamento são, respectivamente:
Leia o caso clínico a seguir.
Criança de oito anos chega ao ambulatório de pediatria com história de tosse seca, sibilância e dispneia desde os dois anos. Apresenta estes sintomas a cada três meses. Responde bem ao uso de broncodilatador de curta ação quando apresenta os sintomas. Nunca necessitou de internação por este motivo. Fica assintomático entre um episódio e outro. Qual é o tratamento inicial mais indicado para este paciente?
Paciente com diagnóstico de bronquiolite obliterante pós-infecciosa realiza a seguinte espirometria.
CVFVEF1VEF1/CVFFEF25-75%Pré-BD4,12 (87%)2,36 (57%)57%1,29 (27%)
Pós-BD4,8 (101%)3,00 (73%)62,5%1,62 (34%)
O laudo do exame é:
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Criança de cinco anos chega ao pronto-socorro com história de tosse produtiva associada a febre há cinco dias. Apresentou piora do quadro, com dor em hipocôndrio esquerdo. Ao exame, observam-se diminuição da expansibilidade pulmonar à esquerda e macicez à percussão do terço inferior do hemitórax esquerdo. Nesta condição clínica,
Em uma pneumonia com derrame pleural, qual é a característica mais comumente encontrada no líquido pleural?
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Lactente de um ano e dez meses vem à consulta com história de, aos seis meses de idade, após entrar em creche, ter iniciado quadros recorrentes de tosse e sibilância. Esses episódios duram cerca de sete dias e melhoram com o uso de salbutamol spray. Geralmente, os sintomas são desencadeados por poeira, mofo, cheiro de cigarro ou gripe. Apresenta febre em vários desses episódios. Não apresenta dermatite atópica nem rinite alérgica. A mãe possui asma. Hemograma: Ht: 42%; Hb: 16g/dL; leucócitos totais: 6800 (46% neutrófilos totais, 50% linfócitos, 0% basófitos, 2% monócitos, 2% eosinófilos); plaquetas: 380.000. Quantos critérios para provável asma este paciente apresenta?
Para o diagnóstico de displasia broncopulmonar é necessário o seguinte critério:
Qual é a técnica inalatória adequada para a utilização de aerossol dosimetrado em uma criança de dois anos?
Qual é o diagnóstico mais provável?
Qual é o antibiótico mais indicado para a pneumonia atual?
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Lactente de três meses chega ao pronto atendimento desidratado, com sódio e potássio séricos reduzidos (120 e 2.0, respectivamente), além de alcalose (ph7.5). Mãe disse que o teste do pezinho veio alterado, mas ainda não levou ao médico e não trouxe o exame. Qual é o diagnóstico mais provável?
Do ponto de vista do diagnóstico de tuberculose na criança,
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Criança de quatro anos, sem doenças prévias, com tosse seca há três semanas, tendo apresentado febre por dois dias, além de coriza hialina nos primeiros três dias. Sem história prévia de atopia ou sibilância. Ao exame físico, encontra-se em bom estado geral, eutrófica, com ausculta cardiorrespiratória normal. Após constatar radiografia de tórax normal, a conduta mais aceitável é:
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Pré-escolar de três anos dá entrada à emergência pediátrica com quadro de placas eritematosas com centro pálido, espalhadas em todo o corpo, edema deformante em pálpebra superior e orelha esquerdas, dificuldade para respirar, ruído inspiratório e pressão arterial de 80 x 40 mmHg. Mãe refere que o quadro teve início minutos após receber uma injeção de penicilina benzatina para tratamento de amigdalite. A conduta, nesse caso, é:
O diagnóstico de anafilaxia pode ser estabelecido na presença de:
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Adolescente de 12 anos queixa-se de espirros, coriza hialina, prurido em palato, obstrução nasal e lacrimejamento ocular frequentes, prejudicando as atividades na escola e o sono noturno. De acordo com o quadro clínico, o tratamento indicado é:
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Mãe de pré-escolar de quatro anos procura atendimento por queixa de que seu filho está “gripado” há mais de um mês. Refere que o quadro teve início com febrícula, espirros, congestão nasal e coriza clara, e evoluiu com coriza espessa, amarelada e abundante, e tosse úmida, principalmente ao deitar-se. Com base nesse quadro clínico, a principal hipótese diagnóstica e a propedêutica são:
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Lactente, de um ano e seis meses, do sexo masculino, foi encaminhado ao serviço terciário de saúde para investigação de alergia à proteína do leite de vaca, refratária a dieta exclusiva com fórmula de aminoácidos. Além do quadro de diarreia crônica, apresenta baixo ganho pondero-estatural e história de pneumonias de repetição, com necessidade de internação em UTI por três vezes. Ao exame físico: lesão ulcerosa de 2,5 cm no deltoide direito, placas esbranquiçadas, leitosas, em mucosa oral e em genitália, FR = 60 ipm, SatO2% = 92% (em ar ambiente), tiragem subcostal e MV com estertores subcrepitantes difusos. De acordo com o Grupo Brasileiro de Imunodeficiências, são considerados sinais de alerta para imunodeficiência na faixa etária pediátrica:
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Escolar de cinco anos apresentava otites médias supuradas, sinusites e pneumonias de repetição, e giardíase intestinal de difícil tratamento. Após avaliação clínica e imunológica laboratorial, foi diagnosticado com Agamaglobulinemia ligada ao X e deu início ao tratamento com imunoglobulina humana endovenosa. Esse tratamento:
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Menino de nove anos recebeu o diagnóstico recente de asma após internação por crise há três meses. Desde então, encontra-se em uso de corticosteroide inalatório em doses baixas. Em consulta ambulatorial pós-alta, nega crise com ida à emergência, despertares noturnos, sintomas diurnos ou necessidade de uso de medicação de alívio nos últimos 30 dias. Refere apenas crises de tosse ao brincar no pula-pula ou correr. Segundo The Global Initiative for Asthma (GINA) - 2016, a classificação do controle da asma para o caso é:
Diante da decisão de otimizar o tratamento de manutenção para o referido escolar, The Global Initiative for Asthma (GINA) – 2016 orienta que a opção preferencial para essa faixa etária (seis aos onze anos) é:
Segundo The Global Initiative for Asthma (GINA) – 2016,




























