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Prova Relações Públicas - FUSAM
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Questão 1 de 49 Q1 da prova
Leia o texto a seguir para responder às questões de 1 a 7. O homem rouco Deus sabe o que andei falando por aí; coisa boa não há de ter sido, pois Ele me tirou a voz. Ela sempre foi embrulhada e confusa; a mim próprio muitas vezes parecia monótona e enjoada, que dirá aos outros. Mas era, afinal de contas, a voz de uma pessoa, e bem ou mal eu podia dizer ao mendigo “não tenho trocado”, ao homem parado na esquina, “o senh or pode ter a gentileza de me dar fogo”, e ao garçom, “por favor, mais um pedaço de gelo”. Dizia certamente outras coisas e numa delas me perdi. Fiquei vários dias afônico e, hoje, me comunico e lamento com uma voz de túnel, roufenha, intermitente e infame . Ora, naturalmente que me trato. Deram - me várias pastilhas horríveis e um especialista me receitou uma injeção e uma inalação que cheguei a fazer uma vez e me aborreceu pelo seu desagradável jeito de vício secreto ou de rito religioso oriental. Uma leitora me receitou pelo telefone chá de pitangueira, laranja da terra e eucalipto, tudo isso agravado por um dente de alho bem moído. Não farei essas coisas. Vejo -me à noite, no recolhimento do lar, tomando esse chá dos tempos coloniais e me sinto velho e triste de cortar o coração. Alguém me disse que se trata de rouquidão nervosa, o que me deixa desconfiado de mim mesmo. Terei muitos complexos? Precisamente quantos? Feios, graves? Por que me atacaram a garganta e não, por exemplo, o joelho? Ou quem sabe que havia alguma coisa que eu queria dizer e não podia, não devia, não ousava, estrangulado de timidez, e então engoli a voz? Quando era criança, agora me lembro, passei um ano gago porque fui com outros moleques gritar “Capitão Banana” diante da tenda de um velho que vendia frutas, e ele estava escondido no escuro e me varejou um balde d’água em cima. Naturalmente devo contar essa história a um psicanalista. Mas então ele começará a me escarafunchar a pobre alma e isso não vale a pena. Respeitemos a morna paz desse brejo noturno onde fermentam coisas estranhas e se movem monstros informes e insensatos. Afinal, posso aguentar isso, sou um rapaz direito, bem comportado, talvez até bom partido para uma senhorita da classe média que não faça questão da beleza física, mas sim da moral, modéstia à parte. O remédio é falar menos e escrever mais, antes que os complexos me paralisem os dedos, pobres dedos, triste mão que... Mas, francamente, página de jornal não é lugar para a gente falar essas coisas. Eu vos direi, senhora, apenas, que a voz é feia e roufenha, mas o sentimento é límpido, é cristalino, puro – e vosso. BRAGA, R. O homem rouco. 3ª ed., Record , 1984. Disponível em .

De acordo com o texto, é correto afirmar que:

Questão 2 de 49 Q2 da prova
Leia o texto a seguir para responder às questões de 1 a 7. O homem rouco Deus sabe o que andei falando por aí; coisa boa não há de ter sido, pois Ele me tirou a voz. Ela sempre foi embrulhada e confusa; a mim próprio muitas vezes parecia monótona e enjoada, que dirá aos outros. Mas era, afinal de contas, a voz de uma pessoa, e bem ou mal eu podia dizer ao mendigo “não tenho trocado”, ao homem parado na esquina, “o senh or pode ter a gentileza de me dar fogo”, e ao garçom, “por favor, mais um pedaço de gelo”. Dizia certamente outras coisas e numa delas me perdi. Fiquei vários dias afônico e, hoje, me comunico e lamento com uma voz de túnel, roufenha, intermitente e infame . Ora, naturalmente que me trato. Deram - me várias pastilhas horríveis e um especialista me receitou uma injeção e uma inalação que cheguei a fazer uma vez e me aborreceu pelo seu desagradável jeito de vício secreto ou de rito religioso oriental. Uma leitora me receitou pelo telefone chá de pitangueira, laranja da terra e eucalipto, tudo isso agravado por um dente de alho bem moído. Não farei essas coisas. Vejo -me à noite, no recolhimento do lar, tomando esse chá dos tempos coloniais e me sinto velho e triste de cortar o coração. Alguém me disse que se trata de rouquidão nervosa, o que me deixa desconfiado de mim mesmo. Terei muitos complexos? Precisamente quantos? Feios, graves? Por que me atacaram a garganta e não, por exemplo, o joelho? Ou quem sabe que havia alguma coisa que eu queria dizer e não podia, não devia, não ousava, estrangulado de timidez, e então engoli a voz? Quando era criança, agora me lembro, passei um ano gago porque fui com outros moleques gritar “Capitão Banana” diante da tenda de um velho que vendia frutas, e ele estava escondido no escuro e me varejou um balde d’água em cima. Naturalmente devo contar essa história a um psicanalista. Mas então ele começará a me escarafunchar a pobre alma e isso não vale a pena. Respeitemos a morna paz desse brejo noturno onde fermentam coisas estranhas e se movem monstros informes e insensatos. Afinal, posso aguentar isso, sou um rapaz direito, bem comportado, talvez até bom partido para uma senhorita da classe média que não faça questão da beleza física, mas sim da moral, modéstia à parte. O remédio é falar menos e escrever mais, antes que os complexos me paralisem os dedos, pobres dedos, triste mão que... Mas, francamente, página de jornal não é lugar para a gente falar essas coisas. Eu vos direi, senhora, apenas, que a voz é feia e roufenha, mas o sentimento é límpido, é cristalino, puro – e vosso. BRAGA, R. O homem rouco. 3ª ed., Record , 1984. Disponível em .

Em todas as sentenças a seguir, a expressão em destaque desempenha a mesma função, qualificando o nome a que se refere, exceto em:

Questão 3 de 49 Q3 da prova
Leia o texto a seguir para responder às questões de 1 a 7. O homem rouco Deus sabe o que andei falando por aí; coisa boa não há de ter sido, pois Ele me tirou a voz. Ela sempre foi embrulhada e confusa; a mim próprio muitas vezes parecia monótona e enjoada, que dirá aos outros. Mas era, afinal de contas, a voz de uma pessoa, e bem ou mal eu podia dizer ao mendigo “não tenho trocado”, ao homem parado na esquina, “o senh or pode ter a gentileza de me dar fogo”, e ao garçom, “por favor, mais um pedaço de gelo”. Dizia certamente outras coisas e numa delas me perdi. Fiquei vários dias afônico e, hoje, me comunico e lamento com uma voz de túnel, roufenha, intermitente e infame . Ora, naturalmente que me trato. Deram - me várias pastilhas horríveis e um especialista me receitou uma injeção e uma inalação que cheguei a fazer uma vez e me aborreceu pelo seu desagradável jeito de vício secreto ou de rito religioso oriental. Uma leitora me receitou pelo telefone chá de pitangueira, laranja da terra e eucalipto, tudo isso agravado por um dente de alho bem moído. Não farei essas coisas. Vejo -me à noite, no recolhimento do lar, tomando esse chá dos tempos coloniais e me sinto velho e triste de cortar o coração. Alguém me disse que se trata de rouquidão nervosa, o que me deixa desconfiado de mim mesmo. Terei muitos complexos? Precisamente quantos? Feios, graves? Por que me atacaram a garganta e não, por exemplo, o joelho? Ou quem sabe que havia alguma coisa que eu queria dizer e não podia, não devia, não ousava, estrangulado de timidez, e então engoli a voz? Quando era criança, agora me lembro, passei um ano gago porque fui com outros moleques gritar “Capitão Banana” diante da tenda de um velho que vendia frutas, e ele estava escondido no escuro e me varejou um balde d’água em cima. Naturalmente devo contar essa história a um psicanalista. Mas então ele começará a me escarafunchar a pobre alma e isso não vale a pena. Respeitemos a morna paz desse brejo noturno onde fermentam coisas estranhas e se movem monstros informes e insensatos. Afinal, posso aguentar isso, sou um rapaz direito, bem comportado, talvez até bom partido para uma senhorita da classe média que não faça questão da beleza física, mas sim da moral, modéstia à parte. O remédio é falar menos e escrever mais, antes que os complexos me paralisem os dedos, pobres dedos, triste mão que... Mas, francamente, página de jornal não é lugar para a gente falar essas coisas. Eu vos direi, senhora, apenas, que a voz é feia e roufenha, mas o sentimento é límpido, é cristalino, puro – e vosso. BRAGA, R. O homem rouco. 3ª ed., Record , 1984. Disponível em .

Para se referir a um isqueiro, o narrador do texto emprega a expressão “fogo” – “o senhor pode ter a gentileza de me dar fogo”. Esse tipo de recurso estilístico corresponde à figura de linguagem:

Questão 4 de 49 Q4 da prova
Leia o texto a seguir para responder às questões de 1 a 7. O homem rouco Deus sabe o que andei falando por aí; coisa boa não há de ter sido, pois Ele me tirou a voz. Ela sempre foi embrulhada e confusa; a mim próprio muitas vezes parecia monótona e enjoada, que dirá aos outros. Mas era, afinal de contas, a voz de uma pessoa, e bem ou mal eu podia dizer ao mendigo “não tenho trocado”, ao homem parado na esquina, “o senh or pode ter a gentileza de me dar fogo”, e ao garçom, “por favor, mais um pedaço de gelo”. Dizia certamente outras coisas e numa delas me perdi. Fiquei vários dias afônico e, hoje, me comunico e lamento com uma voz de túnel, roufenha, intermitente e infame . Ora, naturalmente que me trato. Deram - me várias pastilhas horríveis e um especialista me receitou uma injeção e uma inalação que cheguei a fazer uma vez e me aborreceu pelo seu desagradável jeito de vício secreto ou de rito religioso oriental. Uma leitora me receitou pelo telefone chá de pitangueira, laranja da terra e eucalipto, tudo isso agravado por um dente de alho bem moído. Não farei essas coisas. Vejo -me à noite, no recolhimento do lar, tomando esse chá dos tempos coloniais e me sinto velho e triste de cortar o coração. Alguém me disse que se trata de rouquidão nervosa, o que me deixa desconfiado de mim mesmo. Terei muitos complexos? Precisamente quantos? Feios, graves? Por que me atacaram a garganta e não, por exemplo, o joelho? Ou quem sabe que havia alguma coisa que eu queria dizer e não podia, não devia, não ousava, estrangulado de timidez, e então engoli a voz? Quando era criança, agora me lembro, passei um ano gago porque fui com outros moleques gritar “Capitão Banana” diante da tenda de um velho que vendia frutas, e ele estava escondido no escuro e me varejou um balde d’água em cima. Naturalmente devo contar essa história a um psicanalista. Mas então ele começará a me escarafunchar a pobre alma e isso não vale a pena. Respeitemos a morna paz desse brejo noturno onde fermentam coisas estranhas e se movem monstros informes e insensatos. Afinal, posso aguentar isso, sou um rapaz direito, bem comportado, talvez até bom partido para uma senhorita da classe média que não faça questão da beleza física, mas sim da moral, modéstia à parte. O remédio é falar menos e escrever mais, antes que os complexos me paralisem os dedos, pobres dedos, triste mão que... Mas, francamente, página de jornal não é lugar para a gente falar essas coisas. Eu vos direi, senhora, apenas, que a voz é feia e roufenha, mas o sentimento é límpido, é cristalino, puro – e vosso. BRAGA, R. O homem rouco. 3ª ed., Record , 1984. Disponível em .

Na palavra “afônico” ocorre o prefixo a-, de sentido privativo. A palavra em que esse mesmo prefixo ocorre, com sentido de privação ou negação, é:

Questão 5 de 49 Q5 da prova
Leia o texto a seguir para responder às questões de 1 a 7. O homem rouco Deus sabe o que andei falando por aí; coisa boa não há de ter sido, pois Ele me tirou a voz. Ela sempre foi embrulhada e confusa; a mim próprio muitas vezes parecia monótona e enjoada, que dirá aos outros. Mas era, afinal de contas, a voz de uma pessoa, e bem ou mal eu podia dizer ao mendigo “não tenho trocado”, ao homem parado na esquina, “o senh or pode ter a gentileza de me dar fogo”, e ao garçom, “por favor, mais um pedaço de gelo”. Dizia certamente outras coisas e numa delas me perdi. Fiquei vários dias afônico e, hoje, me comunico e lamento com uma voz de túnel, roufenha, intermitente e infame . Ora, naturalmente que me trato. Deram - me várias pastilhas horríveis e um especialista me receitou uma injeção e uma inalação que cheguei a fazer uma vez e me aborreceu pelo seu desagradável jeito de vício secreto ou de rito religioso oriental. Uma leitora me receitou pelo telefone chá de pitangueira, laranja da terra e eucalipto, tudo isso agravado por um dente de alho bem moído. Não farei essas coisas. Vejo -me à noite, no recolhimento do lar, tomando esse chá dos tempos coloniais e me sinto velho e triste de cortar o coração. Alguém me disse que se trata de rouquidão nervosa, o que me deixa desconfiado de mim mesmo. Terei muitos complexos? Precisamente quantos? Feios, graves? Por que me atacaram a garganta e não, por exemplo, o joelho? Ou quem sabe que havia alguma coisa que eu queria dizer e não podia, não devia, não ousava, estrangulado de timidez, e então engoli a voz? Quando era criança, agora me lembro, passei um ano gago porque fui com outros moleques gritar “Capitão Banana” diante da tenda de um velho que vendia frutas, e ele estava escondido no escuro e me varejou um balde d’água em cima. Naturalmente devo contar essa história a um psicanalista. Mas então ele começará a me escarafunchar a pobre alma e isso não vale a pena. Respeitemos a morna paz desse brejo noturno onde fermentam coisas estranhas e se movem monstros informes e insensatos. Afinal, posso aguentar isso, sou um rapaz direito, bem comportado, talvez até bom partido para uma senhorita da classe média que não faça questão da beleza física, mas sim da moral, modéstia à parte. O remédio é falar menos e escrever mais, antes que os complexos me paralisem os dedos, pobres dedos, triste mão que... Mas, francamente, página de jornal não é lugar para a gente falar essas coisas. Eu vos direi, senhora, apenas, que a voz é feia e roufenha, mas o sentimento é límpido, é cristalino, puro – e vosso. BRAGA, R. O homem rouco. 3ª ed., Record , 1984. Disponível em .

O pronome “vosso”, que ocorre em “[...] o sentimento é límpido, é cristalino, puro – e vosso”, exprime posse em relação à:

Questão 6 de 49 Q6 da prova
Leia o texto a seguir para responder às questões de 1 a 7. O homem rouco Deus sabe o que andei falando por aí; coisa boa não há de ter sido, pois Ele me tirou a voz. Ela sempre foi embrulhada e confusa; a mim próprio muitas vezes parecia monótona e enjoada, que dirá aos outros. Mas era, afinal de contas, a voz de uma pessoa, e bem ou mal eu podia dizer ao mendigo “não tenho trocado”, ao homem parado na esquina, “o senh or pode ter a gentileza de me dar fogo”, e ao garçom, “por favor, mais um pedaço de gelo”. Dizia certamente outras coisas e numa delas me perdi. Fiquei vários dias afônico e, hoje, me comunico e lamento com uma voz de túnel, roufenha, intermitente e infame . Ora, naturalmente que me trato. Deram - me várias pastilhas horríveis e um especialista me receitou uma injeção e uma inalação que cheguei a fazer uma vez e me aborreceu pelo seu desagradável jeito de vício secreto ou de rito religioso oriental. Uma leitora me receitou pelo telefone chá de pitangueira, laranja da terra e eucalipto, tudo isso agravado por um dente de alho bem moído. Não farei essas coisas. Vejo -me à noite, no recolhimento do lar, tomando esse chá dos tempos coloniais e me sinto velho e triste de cortar o coração. Alguém me disse que se trata de rouquidão nervosa, o que me deixa desconfiado de mim mesmo. Terei muitos complexos? Precisamente quantos? Feios, graves? Por que me atacaram a garganta e não, por exemplo, o joelho? Ou quem sabe que havia alguma coisa que eu queria dizer e não podia, não devia, não ousava, estrangulado de timidez, e então engoli a voz? Quando era criança, agora me lembro, passei um ano gago porque fui com outros moleques gritar “Capitão Banana” diante da tenda de um velho que vendia frutas, e ele estava escondido no escuro e me varejou um balde d’água em cima. Naturalmente devo contar essa história a um psicanalista. Mas então ele começará a me escarafunchar a pobre alma e isso não vale a pena. Respeitemos a morna paz desse brejo noturno onde fermentam coisas estranhas e se movem monstros informes e insensatos. Afinal, posso aguentar isso, sou um rapaz direito, bem comportado, talvez até bom partido para uma senhorita da classe média que não faça questão da beleza física, mas sim da moral, modéstia à parte. O remédio é falar menos e escrever mais, antes que os complexos me paralisem os dedos, pobres dedos, triste mão que... Mas, francamente, página de jornal não é lugar para a gente falar essas coisas. Eu vos direi, senhora, apenas, que a voz é feia e roufenha, mas o sentimento é límpido, é cristalino, puro – e vosso. BRAGA, R. O homem rouco. 3ª ed., Record , 1984. Disponível em .

As palavras a seguir, retiradas do texto, que recebem a acentuação gráfica pela mesma regra ortográfica são apenas:

Questão 7 de 49 Q7 da prova
Leia o texto a seguir para responder às questões de 1 a 7. O homem rouco Deus sabe o que andei falando por aí; coisa boa não há de ter sido, pois Ele me tirou a voz. Ela sempre foi embrulhada e confusa; a mim próprio muitas vezes parecia monótona e enjoada, que dirá aos outros. Mas era, afinal de contas, a voz de uma pessoa, e bem ou mal eu podia dizer ao mendigo “não tenho trocado”, ao homem parado na esquina, “o senh or pode ter a gentileza de me dar fogo”, e ao garçom, “por favor, mais um pedaço de gelo”. Dizia certamente outras coisas e numa delas me perdi. Fiquei vários dias afônico e, hoje, me comunico e lamento com uma voz de túnel, roufenha, intermitente e infame . Ora, naturalmente que me trato. Deram - me várias pastilhas horríveis e um especialista me receitou uma injeção e uma inalação que cheguei a fazer uma vez e me aborreceu pelo seu desagradável jeito de vício secreto ou de rito religioso oriental. Uma leitora me receitou pelo telefone chá de pitangueira, laranja da terra e eucalipto, tudo isso agravado por um dente de alho bem moído. Não farei essas coisas. Vejo -me à noite, no recolhimento do lar, tomando esse chá dos tempos coloniais e me sinto velho e triste de cortar o coração. Alguém me disse que se trata de rouquidão nervosa, o que me deixa desconfiado de mim mesmo. Terei muitos complexos? Precisamente quantos? Feios, graves? Por que me atacaram a garganta e não, por exemplo, o joelho? Ou quem sabe que havia alguma coisa que eu queria dizer e não podia, não devia, não ousava, estrangulado de timidez, e então engoli a voz? Quando era criança, agora me lembro, passei um ano gago porque fui com outros moleques gritar “Capitão Banana” diante da tenda de um velho que vendia frutas, e ele estava escondido no escuro e me varejou um balde d’água em cima. Naturalmente devo contar essa história a um psicanalista. Mas então ele começará a me escarafunchar a pobre alma e isso não vale a pena. Respeitemos a morna paz desse brejo noturno onde fermentam coisas estranhas e se movem monstros informes e insensatos. Afinal, posso aguentar isso, sou um rapaz direito, bem comportado, talvez até bom partido para uma senhorita da classe média que não faça questão da beleza física, mas sim da moral, modéstia à parte. O remédio é falar menos e escrever mais, antes que os complexos me paralisem os dedos, pobres dedos, triste mão que... Mas, francamente, página de jornal não é lugar para a gente falar essas coisas. Eu vos direi, senhora, apenas, que a voz é feia e roufenha, mas o sentimento é límpido, é cristalino, puro – e vosso. BRAGA, R. O homem rouco. 3ª ed., Record , 1984. Disponível em .

Nas sentenças a seguir, retiradas do texto, o advérbio em destaque exprime modo apenas em:

Questão 8 de 49 Q8 da prova

O sentido da palavra “pertinaz”, em “A busca pertinaz pelo sentido da vida”, é o mesmo da palavra:

Questão 9 de 49 Q9 da prova

Um adjetivo funciona como advérbio apenas em:

Questão 10 de 49 Q10 da prova

O excerto a seguir não apresenta sinais de pontuação. Analise -o e assinale a alternativa que o reescreve corretamente, com a segmentação das orações e os sinais de pontuação necessários à sua interpretação. “A colega convidou -me para conhecer a sua casa pensei céus logo hoje mas mesmo assim eu fui o que não fazemos para agradar aos outros não é ”

Questão 11 de 49 Q11 da prova

Um triângulo isósceles tem dois lados medindo 5 cm e o outro lado medindo 8 cm. Ele foi cortado ao longo da mediana que liga um dos seus vértices ao ponto médio do maior lado, formando dois novos triângulos idênticos. Indique o perímetro de cada um desses novos triângulos:

Questão 12 de 49 Q12 da prova

Um confeiteiro está fazendo o levantamento de custos do seu negócio. Ele utiliza seu forno para cozinhar bolos durante 9 horas por dia, 22 dias no mês. Com esse uso, ele gasta 330 reais com gás de cozinha mensalmente. Sabendo -se que no seu forno cabe apena s um bolo por vez, e que cada bolo leva 1 hora e 30 minutos para ficar pronto, quantos reais referentes ao gás de cozinha o confeiteiro gasta para cozinhar cada bolo?

Questão 13 de 49 Q14 da prova

Numa sala de aula, há 20 alunos, sendo 12 meninas e o restante meninos. Qual a razão entre o número de meninos e meninas nesta sala?

Questão 14 de 49 Q15 da prova

Júnior joga videogame com seus primos. Eles fazem uma competição. A cada partida, o vencedor ganha +3 pontos e o perdedor perde 2 pontos (podendo ficar com a pontuação negativa). Não há empates nesse jogo. Sabe -se que Júnior começou com 0 pontos, jogou 13 partidas e acumulou 14 pontos. Quantas partidas Júnior perdeu?

Questão 15 de 49 Q16 da prova

A professora de João fez a seguinte pergunta em sala de aula: “Se ontem foi sexta -feira, então qual dia da semana será daqui a 25 dias?” A resposta correta para a pergunta da professora é:

Questão 16 de 49 Q17 da prova

Em uma empresa, a equipe de Marketing tem 4 pessoas e a média das suas idades é 25 anos. Já a equipe de Gerência tem 6 pessoas e a média das suas idades é 40 anos. Juntando -se as duas equipes, qual será a nova média das idades?

Questão 17 de 49 Q18 da prova

Em uma empresa, 94% do lucro anual é direcionado aos sócios, 3,5% são investidos em Pesquisa e Desenvolvimento, 2% são distribuídos como Participação dos Lucros aos funcionários e 0,5% é direcionado à caridade. Se em determinado ano foram direcionados à caridade o valor de cem mil reais, quanto foi investido em Pesquisa e Desenvolvimento nesse ano?

Questão 18 de 49 Q19 da prova

Em uma fábrica, uma equipe de funcionários é responsável por embalar produtos em caixas. Em uma das operações, uma equipe de 24 funcionários consegue embalar 4800 produtos em 6 horas de trabalho. Para uma nova operação, uma equipe de 30 funcionários precis a embalar 7500 produtos, mantendo o mesmo ritmo de trabalho. Quantas horas serão necessárias para concluir a nova tarefa?

Questão 19 de 49 Q20 da prova

Considere as seguintes proposições: • P: "Se João é médico, então ele estudou biologia." • Q: "Se João não estudou biologia, então ele não é médico." Com base nos conceitos de estruturas lógicas e lógicas de argumentação, analise as afirmações abaixo:

Questão 20 de 49 Q21 da prova

No conjunto do sistema operacional Windows 7, é possível organizar, acessar e gerenciar arquivos por meio de ferramentas que promovem a interação do usuário com o sistema. Sobre essas funcionalidades, assinale a alternativa que preenche corretamente a lacu na do texto abaixo: Os arquivos apagados pelo usuário, seja de forma intencional ou acidental, são direcionados para a(o) __________. Neste local, esses itens permanecem armazenados temporariamente e podem ser restaurados ou excluídos de maneira definitiva. Este local é repre sentado por um ícone que simboliza reciclagem.

Questão 21 de 49 Q22 da prova

Os sistemas operacionais modernos incluem ferramentas que auxiliam na proteção contra ameaças virtuais, oferecendo maior segurança para os dados armazenados e os processos executados no computador. No caso do Windows 7, qual dos programas listados a seguir desempenha a função de recurso de segurança integrado ao sistema:

Questão 22 de 49 Q23 da prova

O Microsoft Word 2019 apresenta uma variedade de opções em seu painel de impressão, permitindo ao usuário personalizar e otimizar o processo de impressão conforme suas necessidades. Dentre as funcionalidades oferecidas, é possível ajustar a forma como os documentos são impressos. Assinale a alternativa que descreve uma funcionalidade presente no painel de impressão do Microsoft Word 2019:

Questão 23 de 49 Q24 da prova

No contexto da comunicação por e-mail, os ícones desempenham um papel importante para representar ações e funções de forma visual e intuitiva. Qual das representações gráficas abaixo é comumente utilizada para indicar a anexação de documentos em mensagens de e-mail?

Questão 24 de 49 Q25 da prova

Qual função do Microsoft Excel tem como principal objetivo retornar a data e a hora correspondentes a sete dias no futuro, a partir do momento atual:

Questão 25 de 49 Q26 da prova

O instrumento de avaliação que se distingue por fundamentar -se na consecução de metas definidas de forma colaborativa entre o colaborador e sua gestão, e que igualmente incorpora a consideração dos efeitos advindos de fatores externos sobre o desempenho, é a abordagem conhecida como:

Questão 26 de 49 Q27 da prova

“(...) um instrumento básico de Relações Públicas, para – através da imprensa em geral – chegar direta e gratuitamente a milhões de pessoas, informando o público sobre a política e os atos de uma organização, com o propósito de obter para a mesma a boa vontade e a compreensão por parte do público.” PINHO, José Benedito. Propaganda Institucional : usos e funções da propaganda em relações públicas. São Paulo. Ed. Summus, 1990. Nas Relações Públicas, a publicidade pode ser empregada para a divulgação, por meio da mídia, de informações sobre a organização, através de:

Questão 27 de 49 Q28 da prova

Diante de uma crise institucional, a forma como a comunicação é conduzida pode impactar diretamente na credibilidade da organização. Qual é a postura mais adequada nesse cenário?

Questão 28 de 49 Q29 da prova

Em estudos sobre a influência dos meios de comunicação, o fenômeno que consiste no destaque dado a determinados temas, tornando -os prioritários na percepção do público e moldando a opinião pública ao determinar quais questões recebem mais atenção, é denominado:

Questão 29 de 49 Q30 da prova

Qual modalidade de pesquisa de opinião tem por intuito medir a lembrança de marca, podendo ser aplicada por meio de perguntas abertas ou fechadas?

Questão 30 de 49 Q31 da prova

Considerando a tipologia de atividade da audiência, assinale a alternativa que apresenta incorreta associação entre o período temporal e as manifestações orientacionais:

Questão 31 de 49 Q32 da prova

No âmbito das atividades voltadas à comunicação institucional, qual das funções a seguir representa uma ação estratégica para a proteção e consolidação da reputação organizacional?

Questão 32 de 49 Q33 da prova

Sobre o processo de gerenciamento de crise em Relações Públicas, considere a seguinte situação: Uma indústria enfrenta uma crise reputacional após vazamento de informações sensíveis. Na primeira hora após o incidente, o comitê de crise deve: I. acionar o plano de contingência previamente estabelecido; II. realizar media training emergencial com o porta -voz; III. emitir comunicado preliminar reconhecendo ciência do fato; IV. mapear stakeholders diretamente impactados. Com base nos procedimentos técnicos de gestão de crise, está correto o que se afirma em:

Questão 33 de 49 Q34 da prova

Em Relações Públicas, a compreensão dos diferentes públicos serve para a definição de estratégias comunicacionais. De acordo com a tipologia dos públicos, o público latente é aquele que:

Questão 34 de 49 Q35 da prova

Em cerimônias oficiais, a disposição dos integrantes da mesa de honra segue o princípio da primazia da direita (ordem lateral direita), visando a hierarquia e a representação protocolar adequada. Com base nas normas de protocolo e cerimonial, assinale a alternativa correta:

Questão 35 de 49 Q36 da prova

De acordo com as normas de cerimonial e protocolo, qual é a forma correta de tratamento para um Governador de Estado em um evento oficial?

Questão 36 de 49 Q37 da prova

Associe os conceitos da Coluna A com suas respectivas definições na Coluna B: Coluna A I. Imagem conceitual II. Imagem não verbal III. Identidade corporativa IV. Assessoria de Imprensa V. Função da Assessoria de Imprensa Coluna B a) Gerencia percepções para vincular a marca aos interesses do público. b) Composta por elementos abstratos como filosofia, valores e políticas organizacionais. c) Envolve o gerenciamento do fluxo de informações entre organização e veículos de comunicação. d) Utiliza elementos visuais para criar um todo coerente e impactar emocionalmente. e) Mediação do acesso do público externo às ações da organização com linguagem clara.

Questão 37 de 49 Q38 da prova

Qual das alternativas a seguir não está de acordo com os princípios éticos que regem a atuação do profissional de Relações Públicas?

Questão 38 de 49 Q39 da prova

Em uma situação de crise institucional, a comunicação organizacional deve seguir estratégias de relevância para minimizar impactos à reputação. Qual das alternativas representa uma ação recomendada no gerenciamento de crises?

Questão 39 de 49 Q40 da prova

A construção da identidade organizacional deve considerar fatores subjetivos que garantam sua legitimidade perante o público. De acordo com os princípios teóricos, qual dos itens a seguir não representa um desses fatores?

Questão 40 de 49 Q41 da prova

Ao considerar os elementos que condicionam a comunicação, assinale a alternativa correta.

Questão 41 de 49 Q42 da prova

No que concerne ao posicionamento das bandeiras em um evento oficial, qual das disposições a seguir está correta?

Questão 42 de 49 Q43 da prova

A função do ombudsman dentro de uma organização, sobretudo na esfera da comunicação social, é garantir a interlocução entre os cidadãos e a instituição. Quanto a este encargo, assinale a alternativa correta:

Questão 43 de 49 Q44 da prova

Em cerimônias, a ordem dos discursos é definida de forma a inverter a sequência de precedência das autoridades. Qual das alternativas descreve corretamente essa disposição?

Questão 44 de 49 Q45 da prova

Em pesquisas de opinião pública, qual alternativa descreve corretamente a amostragem não probabilística?

Questão 45 de 49 Q46 da prova

A web impõe um tipo específico de textualidade para veiculação de notícias institucionais que prioriza a informação principal no início do texto e da página. Essa estrutura textual é denominada pirâmide:

Questão 46 de 49 Q47 da prova

A gestão estratégica das Relações Públicas considera diferentes modelos de planejamento. No modelo de gestão por previsão de mudanças, um de seus aspectos centrais é:

Questão 47 de 49 Q48 da prova

“Há mesmo quem defenda, por exemplo, que ‘a finalidade primeira do complexo midiático é a produção de pessoas para as audiências que trabalham para aprender a teoria e a prática do consumo’. Ou seja, que o verdadeiro produto das empresas de comunicação de massas não são as mensagens mediáticas, mas sim as audiências, cuja capacidade de consumo é assim vendida aos seus anunciantes. [...] O consumo leva a uma sobrevalorização dos objetos consumidos e reveste aquele conceito de uma importante dimensão simbólic a: consomem -se objetos de desejo tornados necessidade, inflacionando assim o seu efetivo valor material.” PORTELA, Pedro. Introdução aos estudos de audiência . Braga, Portugal: CECS - Centro de Estudos de Comunicação e Sociedade, 2019. E-book . (Com adaptações). O conceito de audiência como mercadoria, refere -se à ideia de que:

Questão 48 de 49 Q49 da prova

A concepção de audiência, dentro do campo de estudos da comunicação, varia entre os seguintes polos:

Questão 49 de 49 Q50 da prova

Sobre a opinião pública nas relações públicas, analise as afirmações a seguir e assinale a alternativa correta: I. Público refere -se a grupos que possuem influência sobre as condições de uma empresa alcançar seus objetivos. II. O público é caracterizado por agrupamentos espontâneos que debatem controvérsias e buscam decisões coletivas por meio da comunicação. III. A opinião pública impacta decisões gerenciais, e cabe aos profissionais de Relações Públicas interpretá -la e transmiti -la à gestão organizacional. IV. A opinião pública é construída internamente nas organizações e se mantém independentemente da percepção externa. V. A função das Relações Públicas é direcionar a opinião pública para atender aos interesses organizacionais de forma unidirecional.

Acertos
Erros
49
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