Provas para Download

Prova Recepcionista - FUNGOTA
Visualizar os arquivos PDF
Ver recepcionista.pdf
PDF
recepcionista.pdf
Ver gabaritos-oficiais.pdf
PDF
gabaritos-oficiais.pdf
Download dos arquivos PDF
Baixar recepcionista.pdf
PDF
recepcionista.pdf
Baixar gabaritos-oficiais.pdf
PDF
gabaritos-oficiais.pdf
Compartilhar os arquivos PDF
Ver recepcionista.pdf
PDF
recepcionista.pdf
Ver gabaritos-oficiais.pdf
PDF
gabaritos-oficiais.pdf
Compartilhe:
Questões extraídas da Prova :: clique na alternativa correta
0
Acertos
0
Erros
10
Restantes
Questão 1 de 10 Q1 da prova
Leia o texto abaixo e responda as questões 1 a 10.

Casal sem senhas
Em que momento um casal resolve trocar senhas?

“Minha vida é um livro aberto”, diziam antigamente os inocentes e os cafajestes, defendendo-se das acusações de adultério ou coisa pior. Hoje, talvez, dissessem: minha vida é um perfil aberto.
É nesse espírito que ouço dizer de casais que trocam senhas de celular, banco, redes sociais etc. É um passo importante na relação, talvez mais que o próprio casamento. Não imagino, contudo, como se dê a negociação. Será espontânea ou planejada, de livre vontade ou forçada? Em que momento ele ou ela viram para o companheiro e declaram que, dali em diante, só com as senhas na mesa?
Talvez haja um guia de etiqueta para tanto – os aeroportos estão cheios de livrarias anunciando soluções para tudo. A partir do quinquagésimo terceiro dia, ou da trigésima transa, exija a senha. Ou talvez a moça diga, num rompante depois da terceira curtida: “ou sua privacidade ou eu, escolha”.
Claro, pode ser um momento pretensamente romântico também. No aniversário de um ano de namoro, o rapaz escreve caprichosamente a sequência mágica de letras -e-números -e-caracteres -especiais num pedacinho de papel e cuidadosamente embala em caixinha adornada por corações cor de rosa. Durante o jantar caprichado, estende o embrulho. “Aqui, amor, pra você”. Ela enrubesce, emocionada, e retribui a gentileza. É amor verdadeiro.
Goela acima ou goela abaixo, seja como for, a troca é nova roupagem da velha ilusão de controle. De senha na mão, a moça, ou o cara, dizem se sentir mais seguros. Com certeza, agora, serão pombinhos para sempre. Pior: nos jantares de turma, anunciarão, triunfais: “Nós sabemos as senhas um do outro”. Todas elas: bancárias, administrativas, sociais. “Somos um só.” Mas não é meio chato?, perguntarão. A resposta estará na ponta da língua:
– Minha vida é um livro aberto.
Os convivas sorriem, constrangidos.
Por um momento eu teria, confesso, vontade de pegar uma daquelas senhas, como quem pega a filipeta para ser atendido no balcão da farmácia, e vasculhar o precioso perfil social dele (ou dela). Mas imaginei tudo o que de fato encontraria, todas as conversas sobre futebol e churrasco, todas as discussões sobre o trabalho e os filhos e as folgas da diarista.
Desisti, previamente entediado.
Quem não tem nada a esconder não tem também nada a mostrar.
Por: Renato Essenfelder
Texto extraído de: http://emais.estadao.com.br/blogs/renato-essenfelder/casal-sem-senhas/

É possível inferir, segundo a leitura do texto, que:

Questão 2 de 10 Q2 da prova
Leia o texto abaixo e responda as questões 1 a 10.

Casal sem senhas
Em que momento um casal resolve trocar senhas?

“Minha vida é um livro aberto”, diziam antigamente os inocentes e os cafajestes, defendendo-se das acusações de adultério ou coisa pior. Hoje, talvez, dissessem: minha vida é um perfil aberto.
É nesse espírito que ouço dizer de casais que trocam senhas de celular, banco, redes sociais etc. É um passo importante na relação, talvez mais que o próprio casamento. Não imagino, contudo, como se dê a negociação. Será espontânea ou planejada, de livre vontade ou forçada? Em que momento ele ou ela viram para o companheiro e declaram que, dali em diante, só com as senhas na mesa?
Talvez haja um guia de etiqueta para tanto – os aeroportos estão cheios de livrarias anunciando soluções para tudo. A partir do quinquagésimo terceiro dia, ou da trigésima transa, exija a senha. Ou talvez a moça diga, num rompante depois da terceira curtida: “ou sua privacidade ou eu, escolha”.
Claro, pode ser um momento pretensamente romântico também. No aniversário de um ano de namoro, o rapaz escreve caprichosamente a sequência mágica de letras -e-números -e-caracteres -especiais num pedacinho de papel e cuidadosamente embala em caixinha adornada por corações cor de rosa. Durante o jantar caprichado, estende o embrulho. “Aqui, amor, pra você”. Ela enrubesce, emocionada, e retribui a gentileza. É amor verdadeiro.
Goela acima ou goela abaixo, seja como for, a troca é nova roupagem da velha ilusão de controle. De senha na mão, a moça, ou o cara, dizem se sentir mais seguros. Com certeza, agora, serão pombinhos para sempre. Pior: nos jantares de turma, anunciarão, triunfais: “Nós sabemos as senhas um do outro”. Todas elas: bancárias, administrativas, sociais. “Somos um só.” Mas não é meio chato?, perguntarão. A resposta estará na ponta da língua:
– Minha vida é um livro aberto.
Os convivas sorriem, constrangidos.
Por um momento eu teria, confesso, vontade de pegar uma daquelas senhas, como quem pega a filipeta para ser atendido no balcão da farmácia, e vasculhar o precioso perfil social dele (ou dela). Mas imaginei tudo o que de fato encontraria, todas as conversas sobre futebol e churrasco, todas as discussões sobre o trabalho e os filhos e as folgas da diarista.
Desisti, previamente entediado.
Quem não tem nada a esconder não tem também nada a mostrar.
Por: Renato Essenfelder
Texto extraído de: http://emais.estadao.com.br/blogs/renato-essenfelder/casal-sem-senhas/

No trecho “É nesse espírito que ouço dizer de casais que trocam senhas de celular, banco, redes sociais etc”, o termo destacado pode ser substituído, sem alterar o sentido do texto, por:

Questão 3 de 10 Q3 da prova
Leia o texto abaixo e responda as questões 1 a 10.

Casal sem senhas
Em que momento um casal resolve trocar senhas?

“Minha vida é um livro aberto”, diziam antigamente os inocentes e os cafajestes, defendendo-se das acusações de adultério ou coisa pior. Hoje, talvez, dissessem: minha vida é um perfil aberto.
É nesse espírito que ouço dizer de casais que trocam senhas de celular, banco, redes sociais etc. É um passo importante na relação, talvez mais que o próprio casamento. Não imagino, contudo, como se dê a negociação. Será espontânea ou planejada, de livre vontade ou forçada? Em que momento ele ou ela viram para o companheiro e declaram que, dali em diante, só com as senhas na mesa?
Talvez haja um guia de etiqueta para tanto – os aeroportos estão cheios de livrarias anunciando soluções para tudo. A partir do quinquagésimo terceiro dia, ou da trigésima transa, exija a senha. Ou talvez a moça diga, num rompante depois da terceira curtida: “ou sua privacidade ou eu, escolha”.
Claro, pode ser um momento pretensamente romântico também. No aniversário de um ano de namoro, o rapaz escreve caprichosamente a sequência mágica de letras -e-números -e-caracteres -especiais num pedacinho de papel e cuidadosamente embala em caixinha adornada por corações cor de rosa. Durante o jantar caprichado, estende o embrulho. “Aqui, amor, pra você”. Ela enrubesce, emocionada, e retribui a gentileza. É amor verdadeiro.
Goela acima ou goela abaixo, seja como for, a troca é nova roupagem da velha ilusão de controle. De senha na mão, a moça, ou o cara, dizem se sentir mais seguros. Com certeza, agora, serão pombinhos para sempre. Pior: nos jantares de turma, anunciarão, triunfais: “Nós sabemos as senhas um do outro”. Todas elas: bancárias, administrativas, sociais. “Somos um só.” Mas não é meio chato?, perguntarão. A resposta estará na ponta da língua:
– Minha vida é um livro aberto.
Os convivas sorriem, constrangidos.
Por um momento eu teria, confesso, vontade de pegar uma daquelas senhas, como quem pega a filipeta para ser atendido no balcão da farmácia, e vasculhar o precioso perfil social dele (ou dela). Mas imaginei tudo o que de fato encontraria, todas as conversas sobre futebol e churrasco, todas as discussões sobre o trabalho e os filhos e as folgas da diarista.
Desisti, previamente entediado.
Quem não tem nada a esconder não tem também nada a mostrar.
Por: Renato Essenfelder
Texto extraído de: http://emais.estadao.com.br/blogs/renato-essenfelder/casal-sem-senhas/

Em “Quem não tem nada a esconder não tem também nada a mostrar”, evidencia-se a presença da figura linguagem denominada:

Questão 4 de 10 Q4 da prova
Leia o texto abaixo e responda as questões 1 a 10.

Casal sem senhas
Em que momento um casal resolve trocar senhas?

“Minha vida é um livro aberto”, diziam antigamente os inocentes e os cafajestes, defendendo-se das acusações de adultério ou coisa pior. Hoje, talvez, dissessem: minha vida é um perfil aberto.
É nesse espírito que ouço dizer de casais que trocam senhas de celular, banco, redes sociais etc. É um passo importante na relação, talvez mais que o próprio casamento. Não imagino, contudo, como se dê a negociação. Será espontânea ou planejada, de livre vontade ou forçada? Em que momento ele ou ela viram para o companheiro e declaram que, dali em diante, só com as senhas na mesa?
Talvez haja um guia de etiqueta para tanto – os aeroportos estão cheios de livrarias anunciando soluções para tudo. A partir do quinquagésimo terceiro dia, ou da trigésima transa, exija a senha. Ou talvez a moça diga, num rompante depois da terceira curtida: “ou sua privacidade ou eu, escolha”.
Claro, pode ser um momento pretensamente romântico também. No aniversário de um ano de namoro, o rapaz escreve caprichosamente a sequência mágica de letras -e-números -e-caracteres -especiais num pedacinho de papel e cuidadosamente embala em caixinha adornada por corações cor de rosa. Durante o jantar caprichado, estende o embrulho. “Aqui, amor, pra você”. Ela enrubesce, emocionada, e retribui a gentileza. É amor verdadeiro.
Goela acima ou goela abaixo, seja como for, a troca é nova roupagem da velha ilusão de controle. De senha na mão, a moça, ou o cara, dizem se sentir mais seguros. Com certeza, agora, serão pombinhos para sempre. Pior: nos jantares de turma, anunciarão, triunfais: “Nós sabemos as senhas um do outro”. Todas elas: bancárias, administrativas, sociais. “Somos um só.” Mas não é meio chato?, perguntarão. A resposta estará na ponta da língua:
– Minha vida é um livro aberto.
Os convivas sorriem, constrangidos.
Por um momento eu teria, confesso, vontade de pegar uma daquelas senhas, como quem pega a filipeta para ser atendido no balcão da farmácia, e vasculhar o precioso perfil social dele (ou dela). Mas imaginei tudo o que de fato encontraria, todas as conversas sobre futebol e churrasco, todas as discussões sobre o trabalho e os filhos e as folgas da diarista.
Desisti, previamente entediado.
Quem não tem nada a esconder não tem também nada a mostrar.
Por: Renato Essenfelder
Texto extraído de: http://emais.estadao.com.br/blogs/renato-essenfelder/casal-sem-senhas/

Em “Não imagino, contudo, como se dê a negociação.”, a utilização das vírgulas está:

Questão 5 de 10 Q5 da prova
Leia o texto abaixo e responda as questões 1 a 10.

Casal sem senhas
Em que momento um casal resolve trocar senhas?

“Minha vida é um livro aberto”, diziam antigamente os inocentes e os cafajestes, defendendo-se das acusações de adultério ou coisa pior. Hoje, talvez, dissessem: minha vida é um perfil aberto.
É nesse espírito que ouço dizer de casais que trocam senhas de celular, banco, redes sociais etc. É um passo importante na relação, talvez mais que o próprio casamento. Não imagino, contudo, como se dê a negociação. Será espontânea ou planejada, de livre vontade ou forçada? Em que momento ele ou ela viram para o companheiro e declaram que, dali em diante, só com as senhas na mesa?
Talvez haja um guia de etiqueta para tanto – os aeroportos estão cheios de livrarias anunciando soluções para tudo. A partir do quinquagésimo terceiro dia, ou da trigésima transa, exija a senha. Ou talvez a moça diga, num rompante depois da terceira curtida: “ou sua privacidade ou eu, escolha”.
Claro, pode ser um momento pretensamente romântico também. No aniversário de um ano de namoro, o rapaz escreve caprichosamente a sequência mágica de letras -e-números -e-caracteres -especiais num pedacinho de papel e cuidadosamente embala em caixinha adornada por corações cor de rosa. Durante o jantar caprichado, estende o embrulho. “Aqui, amor, pra você”. Ela enrubesce, emocionada, e retribui a gentileza. É amor verdadeiro.
Goela acima ou goela abaixo, seja como for, a troca é nova roupagem da velha ilusão de controle. De senha na mão, a moça, ou o cara, dizem se sentir mais seguros. Com certeza, agora, serão pombinhos para sempre. Pior: nos jantares de turma, anunciarão, triunfais: “Nós sabemos as senhas um do outro”. Todas elas: bancárias, administrativas, sociais. “Somos um só.” Mas não é meio chato?, perguntarão. A resposta estará na ponta da língua:
– Minha vida é um livro aberto.
Os convivas sorriem, constrangidos.
Por um momento eu teria, confesso, vontade de pegar uma daquelas senhas, como quem pega a filipeta para ser atendido no balcão da farmácia, e vasculhar o precioso perfil social dele (ou dela). Mas imaginei tudo o que de fato encontraria, todas as conversas sobre futebol e churrasco, todas as discussões sobre o trabalho e os filhos e as folgas da diarista.
Desisti, previamente entediado.
Quem não tem nada a esconder não tem também nada a mostrar.
Por: Renato Essenfelder
Texto extraído de: http://emais.estadao.com.br/blogs/renato-essenfelder/casal-sem-senhas/

Dentre as frases abaixo, a única que está flexionada em tempo verbal diferente é a que consta na alternativa:

Questão 6 de 10 Q6 da prova
Leia o texto abaixo e responda as questões 1 a 10.

Casal sem senhas
Em que momento um casal resolve trocar senhas?

“Minha vida é um livro aberto”, diziam antigamente os inocentes e os cafajestes, defendendo-se das acusações de adultério ou coisa pior. Hoje, talvez, dissessem: minha vida é um perfil aberto.
É nesse espírito que ouço dizer de casais que trocam senhas de celular, banco, redes sociais etc. É um passo importante na relação, talvez mais que o próprio casamento. Não imagino, contudo, como se dê a negociação. Será espontânea ou planejada, de livre vontade ou forçada? Em que momento ele ou ela viram para o companheiro e declaram que, dali em diante, só com as senhas na mesa?
Talvez haja um guia de etiqueta para tanto – os aeroportos estão cheios de livrarias anunciando soluções para tudo. A partir do quinquagésimo terceiro dia, ou da trigésima transa, exija a senha. Ou talvez a moça diga, num rompante depois da terceira curtida: “ou sua privacidade ou eu, escolha”.
Claro, pode ser um momento pretensamente romântico também. No aniversário de um ano de namoro, o rapaz escreve caprichosamente a sequência mágica de letras -e-números -e-caracteres -especiais num pedacinho de papel e cuidadosamente embala em caixinha adornada por corações cor de rosa. Durante o jantar caprichado, estende o embrulho. “Aqui, amor, pra você”. Ela enrubesce, emocionada, e retribui a gentileza. É amor verdadeiro.
Goela acima ou goela abaixo, seja como for, a troca é nova roupagem da velha ilusão de controle. De senha na mão, a moça, ou o cara, dizem se sentir mais seguros. Com certeza, agora, serão pombinhos para sempre. Pior: nos jantares de turma, anunciarão, triunfais: “Nós sabemos as senhas um do outro”. Todas elas: bancárias, administrativas, sociais. “Somos um só.” Mas não é meio chato?, perguntarão. A resposta estará na ponta da língua:
– Minha vida é um livro aberto.
Os convivas sorriem, constrangidos.
Por um momento eu teria, confesso, vontade de pegar uma daquelas senhas, como quem pega a filipeta para ser atendido no balcão da farmácia, e vasculhar o precioso perfil social dele (ou dela). Mas imaginei tudo o que de fato encontraria, todas as conversas sobre futebol e churrasco, todas as discussões sobre o trabalho e os filhos e as folgas da diarista.
Desisti, previamente entediado.
Quem não tem nada a esconder não tem também nada a mostrar.
Por: Renato Essenfelder
Texto extraído de: http://emais.estadao.com.br/blogs/renato-essenfelder/casal-sem-senhas/

Palavras como antigamente, cuidadosamente e previamente são formadas pelo mesmo processo. Assim como elas, as palavras abaixo também são, exceto:

Questão 7 de 10 Q7 da prova
Leia o texto abaixo e responda as questões 1 a 10.

Casal sem senhas
Em que momento um casal resolve trocar senhas?

“Minha vida é um livro aberto”, diziam antigamente os inocentes e os cafajestes, defendendo-se das acusações de adultério ou coisa pior. Hoje, talvez, dissessem: minha vida é um perfil aberto.
É nesse espírito que ouço dizer de casais que trocam senhas de celular, banco, redes sociais etc. É um passo importante na relação, talvez mais que o próprio casamento. Não imagino, contudo, como se dê a negociação. Será espontânea ou planejada, de livre vontade ou forçada? Em que momento ele ou ela viram para o companheiro e declaram que, dali em diante, só com as senhas na mesa?
Talvez haja um guia de etiqueta para tanto – os aeroportos estão cheios de livrarias anunciando soluções para tudo. A partir do quinquagésimo terceiro dia, ou da trigésima transa, exija a senha. Ou talvez a moça diga, num rompante depois da terceira curtida: “ou sua privacidade ou eu, escolha”.
Claro, pode ser um momento pretensamente romântico também. No aniversário de um ano de namoro, o rapaz escreve caprichosamente a sequência mágica de letras -e-números -e-caracteres -especiais num pedacinho de papel e cuidadosamente embala em caixinha adornada por corações cor de rosa. Durante o jantar caprichado, estende o embrulho. “Aqui, amor, pra você”. Ela enrubesce, emocionada, e retribui a gentileza. É amor verdadeiro.
Goela acima ou goela abaixo, seja como for, a troca é nova roupagem da velha ilusão de controle. De senha na mão, a moça, ou o cara, dizem se sentir mais seguros. Com certeza, agora, serão pombinhos para sempre. Pior: nos jantares de turma, anunciarão, triunfais: “Nós sabemos as senhas um do outro”. Todas elas: bancárias, administrativas, sociais. “Somos um só.” Mas não é meio chato?, perguntarão. A resposta estará na ponta da língua:
– Minha vida é um livro aberto.
Os convivas sorriem, constrangidos.
Por um momento eu teria, confesso, vontade de pegar uma daquelas senhas, como quem pega a filipeta para ser atendido no balcão da farmácia, e vasculhar o precioso perfil social dele (ou dela). Mas imaginei tudo o que de fato encontraria, todas as conversas sobre futebol e churrasco, todas as discussões sobre o trabalho e os filhos e as folgas da diarista.
Desisti, previamente entediado.
Quem não tem nada a esconder não tem também nada a mostrar.
Por: Renato Essenfelder
Texto extraído de: http://emais.estadao.com.br/blogs/renato-essenfelder/casal-sem-senhas/

No trecho “Em que momento ele ou ela viram para o companheiro e declaram que, dali em diante, só com as senhas na mesa?”, a frase destacada não está em seu sentido real. De que forma ela pode ser entendida nesta situação?

Questão 8 de 10 Q8 da prova

A classe gramatical das palavras destacadas está corretamente assinalada em:

Questão 9 de 10 Q9 da prova

Assinale a alternativa cujo par de palavras não apresenta a mesma regra de acentuação:

Questão 10 de 10 Q10 da prova

A palavra destacada em “Ela enrubesce, emocionada, e retribui a gentileza” assume função sintática de:

Acertos
Erros
10
Total