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Prova Psicopedagogo 20h - Pref. Rio Negro/PR
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Questão 1 de 40 Q1 da prova
Leia o texto abaixo e responda as questões 1 a 3.

A história do chocolate

Quando aportou no México, em 1519, o espanhol Hernán Cortés foi coberto de presentes, oferecidos pelo Imperador Montezuma. Para os nativos, Cortés era Quetzacóatl, o deus dourado do ar que, segundo a lenda, havia partido anos antes, prometendo voltar. Segundo a crença, Quetzacóatl havia plantado cacaueiros como uma dádiva aos imperadores. Com a semente extraída da planta, acrescida de mel e baunilha, os astecas confeccionavam uma bebida considerada sagrada, o tchocolat. Para o povo asteca, o ouro e a prata valiam menos que as sementes de cacau — a moeda da época. De volta à Espanha, em 1528, Cortés levou consigo algumas mudas de cacaueiro, que plantou pelo caminho. Primeiro no Caribe — no Haiti e em Trinidad — e, depois, na África. Chegando à Espanha, ofereceu a Carlos V um pouco da bebida sagrada asteca, deixando o rei extasiado. Não tardou que o tchocolat se tornasse apreci ado por toda a corte. Graças às plantações iniciadas por Cortés, seu país pôde manter o monopólio do produto por mais de um século. A receita, aprimorada com outros ingredientes (açúcar, vinho e amêndoas), era guardada em segredo pelos zelosos espanhóis. Inicialmente, apenas alguns mosteiros eram autorizados a produzi -lo, já com o nome espanhol chocolate. O chocolate era uma pasta espessa e de gosto amargo, apesar do açúcar adicionado pelos espanhóis. Para amenizar a inconveniência da massa granulada, difícil de digerir, o químico holandês Conraad Johannes van Houten começou a se interessar por um novo método de moagem das sementes, inventando, em 1828, uma prensa capaz de eliminar boa parte da gordura do vegetal. Assim, obteve o chocolate em pó, solúvel em água ou leite, mais agradável ao paladar. Mas o que fazer com a gordura sólida restante da prensagem? Vinte anos depois, os técnicos da empresa inglesa Fry & Sons adicionaram pasta de cacau e açúcar à massa gordurosa, confeccionando a primeira barra de chocolate do mundo — tão amarga, porém, quanto a bebida que lhe originou. Tempos depois, de uma das experiências do suíço Henri Nestlé (1814-1890), resultou um método de condensação do leite, processo que seria utilizado em seguida por outro suíço, Daniel Peter (1836-1919). Peter se interessou pela produção de chocolates quando percebeu que o uso do petróleo para iluminação estava, aos poucos, minando sua fábrica de velas de sebo. Sabendo da descoberta de Nestlé, ocorreu -lhe misturar o leite condensado para fazer a primeira barra de chocolate ao leite.

Marcelo Duarte – Guia dos Curiosos. Adaptado.

Como já explicitado no título, o autor apresenta a história do chocolate. Segundo o texto, é INCORRETO afirmar que:

Questão 2 de 40 Q2 da prova
Leia o texto abaixo e responda as questões 1 a 3.

A história do chocolate

Quando aportou no México, em 1519, o espanhol Hernán Cortés foi coberto de presentes, oferecidos pelo Imperador Montezuma. Para os nativos, Cortés era Quetzacóatl, o deus dourado do ar que, segundo a lenda, havia partido anos antes, prometendo voltar. Segundo a crença, Quetzacóatl havia plantado cacaueiros como uma dádiva aos imperadores. Com a semente extraída da planta, acrescida de mel e baunilha, os astecas confeccionavam uma bebida considerada sagrada, o tchocolat. Para o povo asteca, o ouro e a prata valiam menos que as sementes de cacau — a moeda da época. De volta à Espanha, em 1528, Cortés levou consigo algumas mudas de cacaueiro, que plantou pelo caminho. Primeiro no Caribe — no Haiti e em Trinidad — e, depois, na África. Chegando à Espanha, ofereceu a Carlos V um pouco da bebida sagrada asteca, deixando o rei extasiado. Não tardou que o tchocolat se tornasse apreci ado por toda a corte. Graças às plantações iniciadas por Cortés, seu país pôde manter o monopólio do produto por mais de um século. A receita, aprimorada com outros ingredientes (açúcar, vinho e amêndoas), era guardada em segredo pelos zelosos espanhóis. Inicialmente, apenas alguns mosteiros eram autorizados a produzi -lo, já com o nome espanhol chocolate. O chocolate era uma pasta espessa e de gosto amargo, apesar do açúcar adicionado pelos espanhóis. Para amenizar a inconveniência da massa granulada, difícil de digerir, o químico holandês Conraad Johannes van Houten começou a se interessar por um novo método de moagem das sementes, inventando, em 1828, uma prensa capaz de eliminar boa parte da gordura do vegetal. Assim, obteve o chocolate em pó, solúvel em água ou leite, mais agradável ao paladar. Mas o que fazer com a gordura sólida restante da prensagem? Vinte anos depois, os técnicos da empresa inglesa Fry & Sons adicionaram pasta de cacau e açúcar à massa gordurosa, confeccionando a primeira barra de chocolate do mundo — tão amarga, porém, quanto a bebida que lhe originou. Tempos depois, de uma das experiências do suíço Henri Nestlé (1814-1890), resultou um método de condensação do leite, processo que seria utilizado em seguida por outro suíço, Daniel Peter (1836-1919). Peter se interessou pela produção de chocolates quando percebeu que o uso do petróleo para iluminação estava, aos poucos, minando sua fábrica de velas de sebo. Sabendo da descoberta de Nestlé, ocorreu -lhe misturar o leite condensado para fazer a primeira barra de chocolate ao leite.

Marcelo Duarte – Guia dos Curiosos. Adaptado.

Considerar as passagens do texto: • “[...] Quetzacóatl havia plantado cacaueiros como uma dádiva aos imperadores.” (1º parágrafo) • “[...] deixando o rei extasiado.” (2º parágrafo) • “[...] seu país pôde manter o monopólio do produto por mais de um século.” (2º parágrafo) Os termos sublinhados significam, respectivamente:

Questão 3 de 40 Q3 da prova
Leia o texto abaixo e responda as questões 1 a 3.

A história do chocolate

Quando aportou no México, em 1519, o espanhol Hernán Cortés foi coberto de presentes, oferecidos pelo Imperador Montezuma. Para os nativos, Cortés era Quetzacóatl, o deus dourado do ar que, segundo a lenda, havia partido anos antes, prometendo voltar. Segundo a crença, Quetzacóatl havia plantado cacaueiros como uma dádiva aos imperadores. Com a semente extraída da planta, acrescida de mel e baunilha, os astecas confeccionavam uma bebida considerada sagrada, o tchocolat. Para o povo asteca, o ouro e a prata valiam menos que as sementes de cacau — a moeda da época. De volta à Espanha, em 1528, Cortés levou consigo algumas mudas de cacaueiro, que plantou pelo caminho. Primeiro no Caribe — no Haiti e em Trinidad — e, depois, na África. Chegando à Espanha, ofereceu a Carlos V um pouco da bebida sagrada asteca, deixando o rei extasiado. Não tardou que o tchocolat se tornasse apreci ado por toda a corte. Graças às plantações iniciadas por Cortés, seu país pôde manter o monopólio do produto por mais de um século. A receita, aprimorada com outros ingredientes (açúcar, vinho e amêndoas), era guardada em segredo pelos zelosos espanhóis. Inicialmente, apenas alguns mosteiros eram autorizados a produzi -lo, já com o nome espanhol chocolate. O chocolate era uma pasta espessa e de gosto amargo, apesar do açúcar adicionado pelos espanhóis. Para amenizar a inconveniência da massa granulada, difícil de digerir, o químico holandês Conraad Johannes van Houten começou a se interessar por um novo método de moagem das sementes, inventando, em 1828, uma prensa capaz de eliminar boa parte da gordura do vegetal. Assim, obteve o chocolate em pó, solúvel em água ou leite, mais agradável ao paladar. Mas o que fazer com a gordura sólida restante da prensagem? Vinte anos depois, os técnicos da empresa inglesa Fry & Sons adicionaram pasta de cacau e açúcar à massa gordurosa, confeccionando a primeira barra de chocolate do mundo — tão amarga, porém, quanto a bebida que lhe originou. Tempos depois, de uma das experiências do suíço Henri Nestlé (1814-1890), resultou um método de condensação do leite, processo que seria utilizado em seguida por outro suíço, Daniel Peter (1836-1919). Peter se interessou pela produção de chocolates quando percebeu que o uso do petróleo para iluminação estava, aos poucos, minando sua fábrica de velas de sebo. Sabendo da descoberta de Nestlé, ocorreu -lhe misturar o leite condensado para fazer a primeira barra de chocolate ao leite.

Marcelo Duarte – Guia dos Curiosos. Adaptado.

Com relação aos recursos coesivos do texto, considerar os trechos abaixo: • “[...] o ouro e a prata valiam menos que as sementes de cacau — a moeda da época.” (1º parágrafo) • “Assim, obteve o chocolate em pó, solúvel em água ou leite, mais agradável ao paladar.” (3º parágrafo) • “[...] tão amarga, porém, quanto a bebida que lhe originou.” (4º parágrafo) • “[...] quando percebeu que o uso do petróleo para iluminação estava, aos poucos, minando sua fábrica de velas de sebo.” (4º parágrafo) Nos fragmentos, as conjunções sublinhadas indicam, respectivamente, a ideia de:

Questão 4 de 40 Q4 da prova
Leia o texto abaixo e responda as questões 4 a 6.

A história do chocolate

Quando aportou no México, em 1519, o espanhol Hernán Cortés foi coberto de presentes, oferecidos pelo Imperador Montezuma. Para os nativos, Cortés era Quetzacóatl, o deus dourado do ar que, segundo a lenda, havia partido anos antes, prometendo voltar. Segundo a crença, Quetzacóatl havia plantado cacaueiros como uma dádiva aos imperadores. Com a semente extraída da planta, acrescida de mel e baunilha, os astecas confeccionavam uma bebida considerada sagrada, o tchocolat. Para o povo asteca, o ouro e a prata valiam menos que as sementes de cacau — a moeda da época. De volta à Espanha, em 1528, Cortés levou consigo algumas mudas de cacaueiro, que plantou pelo caminho. Primeiro no Caribe — no Haiti e em Trinidad — e, depois, na África. Chegando à Espanha, ofereceu a Carlos V um pouco da bebida sagrada asteca, deixando o rei extasiado. Não tardou que o tchocolat se tornasse apreci ado por toda a corte. Graças às plantações iniciadas por Cortés, seu país pôde manter o monopólio do produto por mais de um século. A receita, aprimorada com outros ingredientes (açúcar, vinho e amêndoas), era guardada em segredo pelos zelosos espanhóis. Inicialmente, apenas alguns mosteiros eram autorizados a produzi -lo, já com o nome espanhol chocolate. O chocolate era uma pasta espessa e de gosto amargo, apesar do açúcar adicionado pelos espanhóis. Para amenizar a inconveniência da massa granulada, difícil de digerir, o químico holandês Conraad Johannes van Houten começou a se interessar por um novo método de moagem das sementes, inventando, em 1828, uma prensa capaz de eliminar boa parte da gordura do vegetal. Assim, obteve o chocolate em pó, solúvel em água ou leite, mais agradável ao paladar. Mas o que fazer com a gordura sólida restante da prensagem? Vinte anos depois, os técnicos da empresa inglesa Fry & Sons adicionaram pasta de cacau e açúcar à massa gordurosa, confeccionando a primeira barra de chocolate do mundo — tão amarga, porém, quanto a bebida que lhe originou. Tempos depois, de uma das experiências do suíço Henri Nestlé (1814-1890), resultou um método de condensação do leite, processo que seria utilizado em seguida por outro suíço, Daniel Peter (1836-1919). Peter se interessou pela produção de chocolates quando percebeu que o uso do petróleo para iluminação estava, aos poucos, minando sua fábrica de velas de sebo. Sabendo da descoberta de Nestlé, ocorreu -lhe misturar o leite condensado para fazer a primeira barra de chocolate ao leite.

Marcelo Duarte – Guia dos Curiosos. Adaptado.

Considerar o fragmento do texto a seguir: “Peter se interessou pela produção de chocolates quando percebeu que o uso do petróleo para iluminação estava, aos poucos, minando sua fábrica de velas de sebo.” Da leitura do excerto, pode-se inferir que:

Questão 5 de 40 Q5 da prova
Leia o texto abaixo e responda as questões 4 a 6.

A história do chocolate

Quando aportou no México, em 1519, o espanhol Hernán Cortés foi coberto de presentes, oferecidos pelo Imperador Montezuma. Para os nativos, Cortés era Quetzacóatl, o deus dourado do ar que, segundo a lenda, havia partido anos antes, prometendo voltar. Segundo a crença, Quetzacóatl havia plantado cacaueiros como uma dádiva aos imperadores. Com a semente extraída da planta, acrescida de mel e baunilha, os astecas confeccionavam uma bebida considerada sagrada, o tchocolat. Para o povo asteca, o ouro e a prata valiam menos que as sementes de cacau — a moeda da época. De volta à Espanha, em 1528, Cortés levou consigo algumas mudas de cacaueiro, que plantou pelo caminho. Primeiro no Caribe — no Haiti e em Trinidad — e, depois, na África. Chegando à Espanha, ofereceu a Carlos V um pouco da bebida sagrada asteca, deixando o rei extasiado. Não tardou que o tchocolat se tornasse apreci ado por toda a corte. Graças às plantações iniciadas por Cortés, seu país pôde manter o monopólio do produto por mais de um século. A receita, aprimorada com outros ingredientes (açúcar, vinho e amêndoas), era guardada em segredo pelos zelosos espanhóis. Inicialmente, apenas alguns mosteiros eram autorizados a produzi -lo, já com o nome espanhol chocolate. O chocolate era uma pasta espessa e de gosto amargo, apesar do açúcar adicionado pelos espanhóis. Para amenizar a inconveniência da massa granulada, difícil de digerir, o químico holandês Conraad Johannes van Houten começou a se interessar por um novo método de moagem das sementes, inventando, em 1828, uma prensa capaz de eliminar boa parte da gordura do vegetal. Assim, obteve o chocolate em pó, solúvel em água ou leite, mais agradável ao paladar. Mas o que fazer com a gordura sólida restante da prensagem? Vinte anos depois, os técnicos da empresa inglesa Fry & Sons adicionaram pasta de cacau e açúcar à massa gordurosa, confeccionando a primeira barra de chocolate do mundo — tão amarga, porém, quanto a bebida que lhe originou. Tempos depois, de uma das experiências do suíço Henri Nestlé (1814-1890), resultou um método de condensação do leite, processo que seria utilizado em seguida por outro suíço, Daniel Peter (1836-1919). Peter se interessou pela produção de chocolates quando percebeu que o uso do petróleo para iluminação estava, aos poucos, minando sua fábrica de velas de sebo. Sabendo da descoberta de Nestlé, ocorreu -lhe misturar o leite condensado para fazer a primeira barra de chocolate ao leite.

Marcelo Duarte – Guia dos Curiosos. Adaptado.

Analisar o trecho abaixo. “Peter se interessou pela produção de chocolates quando percebeu que o uso do petróleo para iluminação estava, aos poucos, minando sua fábrica de velas de sebo. Sabendo da descoberta de Nestlé, ocorreu-lhe misturar o leite condensado para fazer a primeira barra de chocolate ao leite.” No trecho acima, o elemento linguístico sublinhado faz referência a:

Questão 6 de 40 Q6 da prova
Leia o texto abaixo e responda as questões 4 a 6.

A história do chocolate

Quando aportou no México, em 1519, o espanhol Hernán Cortés foi coberto de presentes, oferecidos pelo Imperador Montezuma. Para os nativos, Cortés era Quetzacóatl, o deus dourado do ar que, segundo a lenda, havia partido anos antes, prometendo voltar. Segundo a crença, Quetzacóatl havia plantado cacaueiros como uma dádiva aos imperadores. Com a semente extraída da planta, acrescida de mel e baunilha, os astecas confeccionavam uma bebida considerada sagrada, o tchocolat. Para o povo asteca, o ouro e a prata valiam menos que as sementes de cacau — a moeda da época. De volta à Espanha, em 1528, Cortés levou consigo algumas mudas de cacaueiro, que plantou pelo caminho. Primeiro no Caribe — no Haiti e em Trinidad — e, depois, na África. Chegando à Espanha, ofereceu a Carlos V um pouco da bebida sagrada asteca, deixando o rei extasiado. Não tardou que o tchocolat se tornasse apreci ado por toda a corte. Graças às plantações iniciadas por Cortés, seu país pôde manter o monopólio do produto por mais de um século. A receita, aprimorada com outros ingredientes (açúcar, vinho e amêndoas), era guardada em segredo pelos zelosos espanhóis. Inicialmente, apenas alguns mosteiros eram autorizados a produzi -lo, já com o nome espanhol chocolate. O chocolate era uma pasta espessa e de gosto amargo, apesar do açúcar adicionado pelos espanhóis. Para amenizar a inconveniência da massa granulada, difícil de digerir, o químico holandês Conraad Johannes van Houten começou a se interessar por um novo método de moagem das sementes, inventando, em 1828, uma prensa capaz de eliminar boa parte da gordura do vegetal. Assim, obteve o chocolate em pó, solúvel em água ou leite, mais agradável ao paladar. Mas o que fazer com a gordura sólida restante da prensagem? Vinte anos depois, os técnicos da empresa inglesa Fry & Sons adicionaram pasta de cacau e açúcar à massa gordurosa, confeccionando a primeira barra de chocolate do mundo — tão amarga, porém, quanto a bebida que lhe originou. Tempos depois, de uma das experiências do suíço Henri Nestlé (1814-1890), resultou um método de condensação do leite, processo que seria utilizado em seguida por outro suíço, Daniel Peter (1836-1919). Peter se interessou pela produção de chocolates quando percebeu que o uso do petróleo para iluminação estava, aos poucos, minando sua fábrica de velas de sebo. Sabendo da descoberta de Nestlé, ocorreu -lhe misturar o leite condensado para fazer a primeira barra de chocolate ao leite.

Marcelo Duarte – Guia dos Curiosos. Adaptado.

Sobre o emprego da crase, analisar os itens. I. Em “Cortés era Quetzacóatl, o deus dourado do ar que, segundo a lenda, havia partido anos antes, prometendo voltar”, caso a palavra sublinhada fosse substituída pela expressão “de acordo com”, o “a” seguinte deveria receber o acento indicativo da crase. II. Na passagem “De volta à Espanha, em 1528, Cortés levou consigo algumas mudas de cacaueiro [ ...]”, caso a palavra sublinhada fosse substituída por “Barcelona”, o “a” que a sucede não deveria receber o acento indicativo da crase. III. Em “Graças às plantações iniciadas por Cortés, seu país pôde manter o monopólio [...]”, se a palavra sublinhada fosse substituída por “Devido”, o acento indicativo da crase no “às” seguinte deveria ser mantido. IV. No excerto “Assim, obteve o chocolate em pó, [...] mais agradável ao paladar.”, caso a palavra sublinhada fosse substituída por “apreciações”, “ao” deveria ser substituído por “à”. Está CORRETO o que se afirma:

Questão 7 de 40 Q7 da prova

Com relação à sintaxe do período composto (análise sintática externa), analisar os itens. I. Em “Quanto mais o chocolate se tornava popular, mais combinações deliciosas recebia”, a oração sublinhada é subordinada adverbial comparativa. II. Em “Todo chocolate que sobrou foi derretido”, a oração sublinhada é subordinada adjetiva restritiva. III. Em “Desejo que todos os convidados tragam chocolates”, a oração sublinhada é subordinada substantiva objetiva direta. Está CORRETO o que se afirma:

Questão 8 de 40 Q8 da prova

Considerando-se a classificação silábica, relacionar as colunas e assinalar a sequência correspondente. (1) Dissílaba. (2) Trissílaba. (3) Polissílaba.

Questão 9 de 40 Q9 da prova

Em “Os erros integram os seres humanos”, o verbo que exige o mesmo tipo de complemento que o sublinhado está na alternativa:

Questão 10 de 40 Q10 da prova

Assinalar a alternativa na qual as palavras apresentam apenas ditongos decrescentes.

Questão 11 de 40 Q11 da prova

O acordo de parceria entre o Mercosul e a União Europeia representa um marco histórico nas relações comerciais entre esses dois blocos econômicos. O acordo, resultado de mais de duas décadas de negociações, tem por objetivo:

Questão 12 de 40 Q12 da prova

Em 2024, o Brasil vivenciou uma crise climática sem precedentes, com incêndios e enchentes devastando diversas regiões. Essa dualidade expõe a vulnerabilidade do país às mudanças climáticas. Sobre os principais motivos desses incêndios, analisar a sentença. A intensificação do ciclo hidrológico, associada às mudanças climáticas, e a ocupação de áreas de risco contribuíram para o aumento da frequência e da intensidade dos incêndios (1ª parte). A combinação de seca prolongada, altas temperaturas e atividades humanas, como desmatamento e queimadas, contribuíram para esse cenário (2ª parte). A sentença está:

Questão 13 de 40 Q13 da prova

Sob uma perspectiva de trabalho em equipe no serviço público, analisar a sentença. A colaboração entre os membros da equipe é essencial para o alcance dos objetivos coletivos, promovendo o respeito e a divisão equitativa das responsabilidades (1ª parte). O trabalho em equipe é importante apenas em tarefas de maior complexidade, sendo desnecessário em atividades simples envolvendo outras pessoas (2ª parte). A sentença está:

Questão 14 de 40 Q14 da prova

As regras de convivência no serviço público contribuem para: I. Garantir a liberdade total de cada um, acima de interesses públicos. II. Evitar conflitos, promovendo um ambiente harmonioso e a colaboração. III. Impor posturas rígidas, as quais servidores jamais possam questionar, mesmo que afetem o interesse público. Está CORRETO o que se afirma:

Questão 15 de 40 Q15 da prova

No sistema operacional Windows 10, é possível utilizar o Gerenciador de Tarefas para monitorar o desempenho do sistema. Assinalar a alternativa em que a função do Gerenciador de Tarefas e a ação apresentada estão CORRETAS.

Questão 16 de 40 Q16 da prova

Ao trabalhar com controle de alterações no Word 2016, o que ocorre ao aceitar uma das alterações?

Questão 17 de 40 Q17 da prova

Uma fábrica produz 300 caixas de um produto em 5 dias, trabalhando 8 horas por dia com 10 funcionários. Quantas caixas a fábrica produzirá em 7 dias, trabalhando 10 horas por dia com 12 funcionários, considerando a mesma eficiência?

Questão 18 de 40 Q18 da prova

Em um teste de conhecimentos, um candidato respondeu corretamente a 60% das 80 questões. Ele decide refazer o teste e aumenta seu desempenho em 25%. Quantas questões ele respondeu corretamente na segunda tentativa?

Questão 19 de 40 Q19 da prova

No que diz respeito à administração pública municipal, de acordo com a Lei Orgânica do Município, é CORRETO afirmar que:

Questão 20 de 40 Q20 da prova

Considerando o processo legislativo municipal, tendo em vista a Lei Orgânica do Município, avaliar se as afirmativas são certas (C) ou erradas (E) e assinalar a sequência correspondente. ( ) As leis complementares serão aprovadas por maioria absoluta dos membros da Câmara. ( ) Serão admitidas emendas que aumentem a despesa nos projetos de lei de iniciativa exclusiva do Prefeito. ( ) A Lei Orgânica não poderá ser emendada na vigência de intervenção federal no Município.

Questão 21 de 40 Q21 da prova

De acordo com a Lei nº 1.318/2002 − Estatuto dos Servidores Públicos do Município, o instituto jurídico que permite o retorno do servidor aposentado por invalidez ao serviço público, desde que comprovada por junta médica oficial, é:

Questão 22 de 40 Q22 da prova

Em conformidade com a Lei nº 1.318/2002 − Estatuto dos Servidores Públicos do Município, os servidores que se deslocarem a trabalho para outros locais terão direito a diárias para cobrir gastos com alimentação e hospedagem. Sobre as diárias, avaliar se as afirmativas são certas (C) ou erradas (E) e assinalar a sequência correspondente. ( ) Quando o deslocamento constituir exigência permanente do cargo ou função, serão concedidas as diárias. ( ) A diária será concedida por dia de afastamento, sendo devida pela metade quando o deslocamento não exigir pernoite fora da sede. ( ) O servidor que receber diária e não se afastar do município, por qualquer motivo, fica facultado de restituição dos valores.

Questão 23 de 40 Q23 da prova

Alinhada à Lei nº 1.318/2002 − Estatuto dos Servidores Públicos do Município, o servidor responde civil, penal e administrativamente pelo exercício irregular de suas atribuições: I. A responsabilidade administrativa decorre de procedimento doloso que importe em prejuízo à Fazenda Municipal. II. A responsabilidade penal abrange os crimes e contravenções imputados ao servidor nessa qualidade. III. A responsabilidade civil resulta de omissões praticadas no desempenho do cargo ou função. Está CORRETO o que se afirma:

Questão 24 de 40 Q24 da prova

Segundo a Constituição Federal, NÃO é considerado órgão pertencente ao Poder Judiciário:

Questão 25 de 40 Q25 da prova

As metodologias ativas partem do princípio de que a vida é um processo de aprendizagem ativa, de enfrentamento de desafios cada vez mais complexos. Na educação formal, existem muitas combinações possíveis de técnicas de ensino. Considerando-se a técnica da sala de aula invertida, avaliar se as afirmativas são certas (C) ou erradas (E) e assinalar a sequência correspondente. ( ) Ao inverter a sala de aula, é importante engajar os alunos em questionamentos e resoluções de problemas, aplicando o que foi aprendido on-line com atividades bem planejadas. ( ) A aula invertida é uma estratégia que consiste em um único formato: assistir, de forma autônoma, vídeos antes das aulas e realizar atividades presenciais depois. ( ) A estratégia da sala de aula invertida, conforme sua estrutura básica, não contempla a necessidade de instrumentos avaliativos e feedbacks aos estudantes.

Questão 26 de 40 Q26 da prova

A avaliação, enquanto processo essencial da prática pedagógica, desempenha um papel fundamental na aprendizagem dos estudantes. Entre as diversas funções da avaliação, pode-se destacar:

Questão 27 de 40 Q27 da prova

A respeito da Lei nº 9.394/1996 — Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, sobre as finalidades do Ensino Superior, analisar a sentença. A educação superior tem por finalidade suscitar o desejo permanente de aperfeiçoamento cultural e profissional e possibilitar a correspondente concretização (1ª parte). A educação superior tem por finalidade promover a divulgação de conhecimentos científicos e técnicos, apenas, que constituem patrimônio da humanidade e geram lucro, e comunicar o saber através de publicações ou em outros meios de comunicação (2ª parte). A sentença está:

Questão 28 de 40 Q28 da prova

Considerando-se a Lei nº 14.113/2020 – Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb), assinalar a alternativa que preenche as lacunas abaixo CORRETAMENTE. Os eventuais saldos de recursos financeiros disponíveis nas contas específicas dos Fundos cuja perspectiva de utilização seja superior a ____ dias deverão ser aplicados em operações financeiras de ________ prazo ou de mercado aberto, lastreadas em títulos da dívida pública, na instituição financeira responsável pela movimentação dos recursos, de modo a preservar seu poder de compra.

Questão 29 de 40 Q29 da prova

A internação constitui medida privativa da liberdade sujeita aos princípios de brevidade, excepcionalidade e respeito à condição peculiar de pessoa em desenvolvimento. Com base no exposto, conforme a Lei nº 8.069/1990 – Estatuto da Criança e do Adolescente, assinalar a alternativa CORRETA.

Questão 30 de 40 Q30 da prova

Conforme a Lei nº 13.146/2015 − Estatuto da Pessoa com Deficiência, foi instituído como símbolo nacional de identificação de pessoas com deficiências ocultas o cordão de fitas com desenhos:

Questão 31 de 40 Q31 da prova

Em conformidade com a Constituição Federal, os Estados e o Distrito Federal atuarão prioritariamente no(a):

Questão 32 de 40 Q32 da prova

Sobre a memória, um dos elementos do processo de ensino-aprendizagem, assinalar a alternativa INCORRETA.

Questão 33 de 40 Q33 da prova

A neuropsicopedagogia é o estudo das relações entre o cérebro e a aprendizagem humana, tendo seu embasamento teórico fundamentado na neurociência aplicada à educação, interconectando a pedagogia e a psicologia cognitiva. A neurociência aplicada à educação possibilita aos profissionais da educação um entendimento mais amplo sobre a plasticidade cerebral, o funcionamento neurológico, o desenvolvimento e a manutenção cerebral, conhecimentos que darão suporte à compreensão do processo de aprendizagem. Sendo assim, quando a neurociência dialoga com a educação:

Questão 34 de 40 Q34 da prova

O professor pode ser um grande aliado no tratamento de alunos com transtorno de déficit de atenção/hiperatividade (TDAH). Quando ele tem conhecimento sobre o TDAH, ele se torna apto a adotar estratégias de ensino capazes de favorecer o aprendizado dos alunos com TDAH. Entre as estratégias de ensino que podem ser utilizadas pelo professor para administrar os sintomas do TDAH na escola, assinalar a alternativa INCORRETA.

Questão 35 de 40 Q35 da prova

Em relação aos sistemas educacionais que ainda praticam a reprovação, alguns pensam que basta proibi-la para melhorar e garantir a aprendizagem dos alunos. Todavia, se nenhuma outra medida for tomada, as desigualdades reais entre alunos não poderão, senão, aumentar, mesmo que não sejam dramatizadas. Não é mais possível, hoje em dia, satisfazer-se com uma simples supressão da reprovação, pois se trata apenas de uma condição necessária de uma nova organização da escolaridade, fundada na pedagogia diferenciada. Sendo assim, sobre o fracasso escolar e as reprovações, assinalar a alternativa INCORRETA.

Questão 36 de 40 Q36 da prova

A escola é um lugar onde a criança pode fazer a experiência de “ensinante” em relação à sua família. É esse o primeiro lugar onde a criança pode “conhecer-se-conhecedora”, isto é, ter a vivência de “conhecer” algo sobre sua própria história que os adultos não podem adivinhar. Sobre a relação família-escola-aprendizagem, assinalar a alternativa CORRETA.

Questão 37 de 40 Q37 da prova

Considerando-se a tendência progressista libertadora, assinalar a alternativa CORRETA.

Questão 38 de 40 Q38 da prova

A aprendizagem se origina no ambiente externo, na relação com as outras pessoas e objetos, e depois se internaliza. Essa premissa vem da teoria de aprendizagem conhecida como:

Questão 39 de 40 Q39 da prova

Assinalar a alternativa que preenche CORRETAMENTE a lacuna. Na Entrevista Operativa Centrada na Aprendizagem, o examinador observa os vínculos do examinando por meio de objetos e do conteúdo da aprendizagem, assim como analisa defesas, resistências e formas de enfrentamentos. Tem o propósito também de investigar o ___________________.

Questão 40 de 40 Q40 da prova

Por meio do recurso lúdico, o psicopedagogo pode obter informações sobre o processo de elaboração e construção de esquemas que organizam e compõem o conhecimento em nível representativo. Com a técnica, o psicopedagogo pode identificar as modalidades de aprendizagem do sujeito. Sobre as modalidades de aprendizagem, assinalar a alternativa que preenche as lacunas CORRETAMENTE. Quando a criança apresenta sua aprendizagem na modalidade _____________, ela traz vários assuntos enquanto realiza a atividade, conversa, pergunta, questiona, mas não costuma ouvir porque já está formulando outra pergunta. Prende-se aos detalhes e não observa o todo. Já na modalidade _____________, a criança tem dificuldade de criar, repete o que aprende sem questionar, sem investigar, é muito obediente e aceita tudo.

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