Ocupação é um conceito sintético não natural, artificialmente construído pelos analistas ocupacionais; o que existe no mundo concreto são as atividades exercidas pelo cidadão em um emprego ou outro tipo de relação de trabalho (autônomo, por exemplo). De acordo com a Classificação Brasileira de Ocupações – CBO, a definição de ocupação é o(a):
Na Classificação Brasileira de Ocupações – CBO, o conceito de competências tem duas dimensões. São elas:
A Classificação Brasileira de Ocupações – CBO é, ao mesmo tempo, enumerativa e uma classificação descritiva. A função descritiva é utilizada em atividades em que informações de conteúdo do trabalho sejam requeridas. São elas:
Os Grandes Grupos Ocupacionais – GG, conforme a Classificação Brasileira de Ocupações – CBO, formam o nível mais agregado da classificação. Comportam dez conjuntos agregados por nível de competência e similaridade nas atividades executadas. Os técnicos de nível médio estão no:
No Brasil, a legislação sobre acesso de pessoas com deficiência ao trabalho entrou em vigor há mais de 14 anos, mais precisamente na Lei nº 8.112, de 11 de dezembro de 1990, que define em até 20% o percentual de vagas em concursos públicos; a reserva de vagas para o setor privado surgiu posteriormente, e está prescrita na Lei nº 8.213, de 24 de julho de 1991, que dispõe sobre os planos e benefícios da Previdência, art. 93, e prescreve que a empresa com 100 (cem) ou mais empregados está obrigada a preencher de 2% (dois por cento) a 5% (cinco por cento) dos seus cargos com beneficiários reabilitados ou pessoas portadoras de deficiência, habilitadas, na seguinte proporção:
A violência no ambiente de trabalho implica em custos consideráveis para os indivíduos em termos de saúde, em relação a seu emprego, e para a organização, dado o impacto causado pelo absenteísmo, baixa na produtividade e rotatividade de pessoal. O combate à violência no trabalho traz benefícios ao indivíduo, à organização e à sociedade como um todo. Leyman, citado por Guimarães e Rimoli, descreve o fenômeno mobbing como:
Segundo Leyman, citado por Guimarães e Rimoli, o mobbing pode ser analisado por três grupos de comportamentos em que há manipulação da vítima no que se refere:
Para um diagnóstico mais completo sobre a existência do mobbing no plano individual, de acordo com Guimarães e Rimoli, é recomendável aplicar, além do Leymann Inventory of Psychological Terrorization – LIPT, uma:
Devem ser excluídas do diagnóstico de mobbing, segundo Guimarães e Rimoli, as seguintes situações:
Baseando-se nas pesquisas conduzidas por Maslach e Freudnberger, Castro e Zanelli definem a síndrome de burnout como um fenômeno multidimensional que compreende um conjunto de três variáveis ou dimensões essenciais que especificam e demarcam tal fenômeno. São elas:
Castro e Zanelli especificam o conjunto de estres sores que desencadeiam o burnout, como as ocorrências relacionadas às altas demandas de trabalho e àquelas relacionadas a poucos recursos. Em relação às altas demandas de trabalho, são especificadas as seguintes ocorrências:
A definição do ser humano como “projeto de ser” proporciona um avanço científico importante, de acordo com Castro e Zanelli, na compreensão do desenvolvimento da síndrome de burnout, pelo fato de permitir trabalhar com uma variável essencial nesse processo, qual seja, a:
Conforme afirmam Sigollo e Soares, há duas razões fundamentais para uma reflexão sobre como aprimorar a gestão de pessoas na área pública. A primeira é que a administração pública diz respeito ao que fazer com recursos como, por exemplo, impostos, receitas de serviços e ativos patrimoniais, todos originários da contribuição dos cidadãos do país. A outra razão de preocupação com a melhoria da gestão dos recursos humanos no setor público é o(a):
O contexto de transformação, na visão de Sigollo e Soares, requer da gestão a otimização dos recursos disponíveis e o aumento da eficiência e competitividade. O perfil do profissional da área pública deve contar com pessoas:
Para atender às demandas da sociedade de maior qualidade nos serviços, conjugada ao mesmo tempo com austeridade e racionalidade econômica, segundo Sigollo e Soares, as pessoas que trabalham no setor público devem ser preparadas com base no sistema:
A importância de adotar um modelo de gestão de pessoas de forma a atender às estratégias e aos planos de governo com foco no desenvolvimento contínuo deve estar pautada em instrumentos e ferramentas coerentes com a realidade contemporânea. Conforme mostram Sigollo e Soares, um instrumento de grande relevância é o(a):
Para identificar as necessidades de treinamento, segundo Felippe, é preciso utilizar ferramentas avançadas para que se defina o “x” da questão. Essa é a primeira fase ressaltada na norma NBR ISO 10015 que dispõe sobre:
A necessidade de treinamento está entre o nível de competências atual e o nível de competências desejado. Segundo Felippe, para identificar essa diferença é preciso avaliar o CHA (conhecimentos, habilidades e atitudes). As quatro etapas para identificação das competências são as seguintes: levantar quais são as estratégias da empresa, sua missão, visão de futuro e metas; identificar as competências essenciais do negócio; desdobrar essas competências nas áreas; e:
Os três níveis de levantamento de competências, de acordo com Felippe, são as análises:
No que se refere à definição de estratégia de levantamento, Felippe defende, entre sete aspectos, a caracterização da população envolvendo dados pessoais. Nessa caracterização há seis itens definidos como importantes. São eles:
Segundo Sigollo e Soares, o Decreto nº 5.707, de 23 de fevereiro de 2006, da Casa Civil da Presidência da República, permitiu avanços significativos na melhoria da gestão de pessoas no setor público. O Decreto tem como principal finalidade melhorar a eficiência, a eficácia e a qualidade dos serviços públicos prestados aos cidadãos. O Decreto também releva o desenvolvimento permanente do servidor público com foco na adequação das competências necessárias à consecução dos objetivos das instituições, abordando também questões referentes ao gerenciamento das ações de capacitação, considerando a:
Segundo Sigollo e Soares, o modelo de gestão de pessoas visa orientar esforços para planejar, captar, desenvolver e avaliar as competências necessárias nos diferentes níveis da organização:
O esgotamento físico e emocional em função do trabalho tem se tornado uma situação cada vez mais comum dentro das organizações nos dias atuais. Os pesquisadores da área de saúde no trabalho têm sustentado esse fenômeno se desenvolve como uma resposta aos estres sores crônicos presentes:
Cherniss, citado por Zanelli e Soares, contribui num aspecto fundamental para a compreensão de alguns estres sores que conduzem o indivíduo ao fracasso psicológico, caracterizado pelo sentimento de perda da competência e eficácia profissional. Estes estres sores são:
Segundo Zanelli e Soares, tendo em vista a dimensão do futuro como estando sempre presente no processo de desenvolvimento de burnout, mostra-se teoricamente relevante para um avanço da compreensão sobre este processo a utilização do(da):
O trabalho humano, para Zanelli e Soares, caracteriza-se essencialmente como:
Guimarães e Rimoli, citando Zapf, Einarsen, Hoel & Vartia, apontam que pesquisas desenvolvidas com o objetivo de investigar os efeitos do mobbing sugerem que esta situação reduz a saúde psicológica e física de suas vítimas. O mobbing afeta, negativamente, o bem-estar não só das vítimas, mas também a eficiência de outros trabalhadores, ao mesmo tempo em que instala o aumento:
Dada a sua complexidade, a abordagem do fenômeno social do mobbing requer um enfoque multidisciplinar, tanto em sua conceituação como na intervenção. A intervenção pode se concretizar em dois campos:
Várias teorias de liderança concentram-se nas características do líder, de seus seguidores, e da situação. Segundo Aronson, Wilson e Akert, a teoria mais conhecida desse tipo é a teoria da:
Sobre grupos não sociais, Aronson, Wilson e Akert, apontam que em tarefas simples, a presença de outros melhora o desempenho. Esse fenômeno é denominado:
Fazer parte de um grupo pode causar afrouxamento das restrições normais ao comportamento, quando o indivíduo faz parte de uma multidão, o que leva a aumento de atos impulsivos e desviantes. Segundo Aronson, Wilson e Akert, esse fenômeno é denominado:
Sobre grupos não sociais, Aronson, Wilson e Akert, apontam que em tarefas complexas, a presença de outros piora o desempenho. Esse fenômeno é denominado:
Entre os sistemas de informação da área de Saúde e Segurança do Trabalho – SST há um que permitiu que a análise dos acidentes se tornasse uma das prioridades da inspeção trabalhista, com acidentes graves (fatais e não fatais), sendo informados ao Ministério do Trabalho e Emprego. Este sistema de informação é:
O conhecimento sobre processos grupais é fundamental para o desenvolvimento de equipes de trabalho. Um dos aspectos relevantes para otimização do desempenho grupal é o conhecimento dos tipos de tarefas. No que se refere às tarefas unitárias são definidos três tipos, a saber:




























