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Prova Psicólogo Clínico - Pref. Lagoa Seca/PB
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Questão 1 de 26 Q1 da prova
Leia atentamente o texto I para responder às questões 1, 2 e 3.
Texto I - MEMÓRIA: ESQUECER PARA LEMBRAR
Nossas cabeças estão cada vez mais cheias. Ao mesmo tempo, esquecemos cada vez mais coisas. A explicação disso acaba de ser descoberta – e é surpreendente
Por Bruno Garattoni e Gisela Blanco
Atualizado em 31 mar. 2017, 11h56 - Publicado em 5 fev. 2011, 22h00
Você conhece uma pessoa e logo depois esquece o nome dela? Nunca sabe onde largou as chaves de casa, a carteira, os óculos? Vai ao supermercado e sempre deixa de comprar alguma coisa porque não se lembra? E de vez em quando, bem no meio de uma conversa, para e se pergunta sobre o que é que estava falando mesmo? Você não é o único. Bem-vindo ao mundo moderno. Devem existir uns 6 bilhões de pessoas com o mesmo problema. No meio de tudo o que escolhemos e temos para fazer é difícil se lembrar de alguma coisa. Isso você já sabe. O que você não sabe é que a sua memória tem uma capacidade incrível, muito maior do que jamais imaginou. E a chave para dominá-la não é tentar se lembrar de cada vez mais coisas: é aprender a esquecer.
[...] Por que esquecemos quando queremos lembrar? A resposta acaba de ser descoberta, e vai contra tudo o que sempre se pensou sobre memória. A ciência sempre acreditou que uma memória puxa a outra, ou seja, lembrar-se de uma coisa ajuda a recordar outras. Em muitos casos, isso é verdade (é por isso que, quando você se lembra de uma palavra que aprendeu na aula de inglês, por exemplo, logo em seguida outras palavras vêm à cabeça. Mas um estudo revolucionário, que foi publicado por cientistas ingleses e está causando polêmica entre os especialistas, descobriu o oposto. Quando você se lembra de algo, isso pode gerar uma consequência negativa – enfraquecer as outras memórias armazenadas no cérebro. “O enfraquecimento acontece porque se lembrar de uma coisa é como reaprendê-la”, explica o psicólogo James Stone, da Universidade de Sheffield. Vamos explicar.
As memórias são formadas por conexões temporárias, ou permanentes, entre os neurônios. Suponha que você pegue um papelzinho onde está escrito um endereço de rua. O seu cérebro usa um grupo de neurônios para processar essa informação. Para memorizá-la, fortalece as ligações entre eles – e aí, quando você quiser se lembrar do endereço, ativa esses mesmos neurônios. Beleza. Só que nesse processo parte do cérebro age como se tal informação (o endereço de rua) fosse uma coisa inteiramente nova, que deve ser aprendida. E esse pseudoaprendizado acaba alterando, ainda que só um pouquinho, as conexões entre os neurônios. Isso interfere com outros grupos de neurônios, que guardavam outras memórias, e chegamos ao resultado: ao se lembrar de uma coisa, você esquece outras. [...]
“Esquecer faz parte de uma memória saudável”, afirma o neurocientista Ivan Izquierdo, diretor do centro de memória da PUC-RS e autor do livro A Arte de Esquecer. Até 99% das informações que vão para a memória somem alguns segundos ou minutos depois. Isso é um mecanismo de limpeza que ajuda a otimizar o trabalho do cérebro. Se tudo ficasse na cabeça para sempre, ele viraria um depósito de entulho. Isso nos tornaria incapazes de focar em qualquer coisa e atrapalharia bastante o dia-a-dia. Afinal, para que saber onde você estacionou o carro na semana passada? O importante é se lembrar de onde o deixou hoje de manhã. O esquecimento também é um trunfo da evolução. Imagine se as mulheres pudessem se lembrar exatamente, nos mínimos e mais arrepiantes detalhes, a dor que sentiram durante o parto? Provavelmente não teriam outros filhos. Aliás, recordar-se de tudo pode ter efeitos psicológicos graves. É o caso da americana Jill Price, de 44 anos [...]. Ela sabe tudo o que aconteceu, comeu e fez em cada dia dos últimos 29 anos. Por causa disso, tem problemas psiquiátricos e sofre para levar uma vida normal. “Imagine se você conseguisse se lembrar de todos os erros que já cometeu”, explica. Seria horrível. [...]
GAROTTINI, Bruno; BLANCO, Gisele. esquecer para lembrar. 31 mar. 2017. Disponível em: https://super.abril.com.br/ciencia/memoria-esquecer-para-lembrar. Acesso em: 15 jul. 2024. Adaptado.

A partir da leitura do texto, considere as seguintes assertivas:
I- A ideia central da reportagem é que esquecer é um mau sinal para o cérebro.
II- A presença de argumentos de autoridade no texto reforça a ideia central de que esquecer, na verdade, é parte integrante de uma memória funcional.
III- De acordo com o texto, se todas as memórias fossem permanentes, o indivíduo poderia sofrer efeitos psicológicos graves.
IV- O texto defende que a vida moderna não tem relação com a crescente incidência de esquecimento que experimentamos.
É CORRETO o que se afirma em:

Questão 2 de 26 Q2 da prova
Leia atentamente o texto I para responder às questões 1, 2 e 3.

No tocante aos aspectos estruturais e semânticos do texto, considere as assertivas que se seguem.
I- BelezaO substantivo (terceiro parágrafo), no terceiro parágrafo, instaura um registro de linguagem impróprio ao propósito comunicativo da reportagem.
II- E aí Beleza (terceiro parágrafo) No texto, as expressões e são expressões do registro informal da linguagem e são empregadas para deixar o texto mais atraente para o seu público-alvo.
III- IssoO pronome demonstrativo (em todo texto) não tem participação na sequenciação textual.
IV- dia-a-dia (quarto parágrafo) A expressão não está escrita corretamente.
É CORRETO o que se afirma apenas em:

Questão 3 de 26 Q3 da prova
Leia atentamente o texto I para responder às questões 1, 2 e 3.

A locução , presente no período “A ciência sempre acreditou que uma memória puxa a outra, , lembrar-se de uma coisa ou seja ou seja ajuda a recordar outras”, exerce a função de:

Questão 4 de 26 Q5 da prova
O texto II, um meme, deve ser lido para responder às questões 4, 5 e 6.

Considerando o uso linguístico do meme, é CORRETO o que se afirma em:

Questão 5 de 26 Q6 da prova
O texto II, um meme, deve ser lido para responder às questões 4, 5 e 6.

Ainda com base no texto verbal do meme, considerando o emprego CORRETO da vírgula e do ponto-final, este se verificaria em:

Questão 6 de 26 Q7 da prova
O Texto III é uma tira a seguir. Leia-a atentamente para responder às questões 7 e 8.

Acerca da tira, analise as assertivas abaixo.
I- A pergunta de Dolores no último quadrinho dispara o efeito de humor da tira.
II- EntãoO valor argumentativo de no segundo quadrinho desvincula a pergunta de Dolores à afirmação de Dona Anésia no primeiro quadrinho e estabelece a noção semântica de tempo.
III- A pergunta de Dolores no segundo quadrinho investe a afirmação de Dona Anésia no primeiro quadrinho de um valor semântico de contradição.
IV- É queA partícula expletiva no terceiro quadrinho tem o valor de realce e não exerce nenhuma função sintática.
V- à prova testeNo último quadrinho, o enunciado “É que você é prova de piadas”, caso se troque por , considerando-se apenas o aspecto da regência, não ocorre a presença de preposição antes do artigo . o
É CORRETO o que se afirma apenas em:

Questão 7 de 26 Q8 da prova
O Texto III é uma tira a seguir. Leia-a atentamente para responder às questões 7 e 8.

Leia o período composto presente no primeiro quadrinho:
A oração em destaque é CORRETAMENTE classificada como:

Questão 8 de 26 Q9 da prova
Para responder à questão 9, leia o texto IV.

Analise as assertivas abaixo.
I- A oração “Cortamos a sua carne” não apresenta um problema de coerência textual.
II- As relações lógico-semânticas presentes na oração “Cortamos a sua carne” em relação à frase “na hora e a seu gosto” geram um efeito de sentido humorístico não pretendido.
III- Ao reescrever “Cortamos a sua carne” por “Fatiamos a sua carne”, o problema de coerência textual é resolvido.
IV- A forma verbal está conjugada no modo subjuntivo. Aperte
É CORRETO o que se afirma apenas em:

Questão 9 de 26 Q10 da prova
Para responder às questões 10, 11 e 12, leia o texto V.

Acerca da tira, analise as assertivas que se seguem:
I- A expressão “Imagina!” estabelece a relação lógico-semântica de que repartir o torrone será motivo de arrependimento mais tarde.
II- O enunciado “Bem que dizem que repartir é morrer um pouco” confirma a ideia de que dividir o torrone é de fato uma boa ideia.
III- A ideia central do texto é a opinião segundo uma das personagens diz que repartir é quase tão ruim quanto morrer.
IV- A julgar pela expressão facial da personagem que divide o torrone, pode-se pressupor que ela já se encontra arrependida da ação proposta no primeiro quadrinho.
É CORRETO o que se afirma apenas em:

Questão 10 de 26 Q11 da prova
Para responder às questões 10, 11 e 12, leia o texto V.

No período composto “Bem que dizem ”, a oração em destaque se classifica do ponto de vista sintático como uma:

Questão 11 de 26 Q12 da prova
Ainda com relação ao enunciado presente no último quadrinho da tira (“Bem que dizem que repartir é morrer um pouco”), analise as assertivas abaixo.

I- queAs duas ocorrências da palavra correspondem à mesma função sintática.
II- queA segunda ocorrência da palavra atende à função sintática de conjunção integrante.
III- repartir morrerOs verbos e estão no infinitivo.
IV- Bem quedizem Em “ ”, tem-se uma oração sem sujeito.
É CORRETO o que se afirma apenas em:

Questão 12 de 26 Q13 da prova
O Texto VI é um editorial, leia-o para responder às questões 13, 14 e 15.

Com base no texto, considere as seguintes assertivas.
I- A ideia central do texto gira em torno da tese segundo a qual o combate exclusivamente coercitivo às chamadas cracolândias vem a acarretar a dispersão dos usuários de drogas e pessoas em situação de rua para outros bairros de São Paulo.
II- Em 2023, bairros nobres de São Paulo, como Alto de Pinheiros e Pinheiros, eram mais afetados pelo fenômeno das cracolândias do que a periferia da cidade.
III- O aumento do índice de criminalidade em um bairro não tem relação com a existência de cracolândias.
IV- FolhaA defende que cabe ao poder público oferecer ações afirmativas com relação aos usuários de crack e outras drogas, bem como às pessoas em situação de rua.
É CORRETO o que se afirma apenas em:

Questão 13 de 26 Q14 da prova
Sobre o contexto situacional no qual se insere e se estrutura o texto, assinale a alternativa CORRETA.

a) Em virtude de ser um gênero jornalístico, predomina no editorial o caráter informativo.
b) Por se tratar de um editorial, a argumentatividade predomina em sua estruturação.
c) O propósito comunicativo do texto é convencer o leitor da Folha acerca da legitimidade da coerção policial e da internação compulsória no combate ao advento das cracolândias em São Paulo.
d) A progressão temática se dá a partir da defesa da tese de que a periferia de São Paulo era a região mais afetada pelos usuários de drogas e pessoas em situação de rua.
e) A argumentação se constrói em torno do fato de que em São Paulo, os usuários de crack e outras drogas, bem como as pessoas em situação de rua, deveriam ser tratados como contraventores e punidos como tal.

Questão 14 de 26 Q15 da prova
No tocante ao funcionamento linguístico-discursivo do texto em estudo, as assertivas a seguir. analise

I- O texto traz dados estatísticos para endossar a ideia central de que a atuação da prefeitura com relação às cracolândias em São Paulo causou a sua disseminação para outros bairros da cidade, inclusive para bairros considerados nobres.
II- agrupamentos do tipoO termo (“Mas outros bairros possuem agrupamentos do tipo”) evita a repetição desnecessária do referente . cracolândia
III- A ideia de que, em São Paulo, os dependentes químicos e pessoas em situação de rua estão em sofrimento e necessitam, sim, de políticas públicas que tenham um impacto positivo sobre a sua cidadania e qualidade de vida atua como um contra-argumento com relação à opinião de que essas pessoas merecem ser enquadradas pela polícia como quaisquer outros contraventores.
IV- O autor do editorial não é contrário à polícia no contexto da problemática das cracolândias em São Paulo, mas sim à violência policial contra as pessoas que formam esses agrupamentos.
É CORRETO o que se afirma em:

Questão 15 de 26 Q17 da prova

Pedro possui uma loja de eletrônicos que, em dezembro, celebrará o 7º aniversário de sua inauguração. Para marcar a ocasião, Pedro decidiu conceder um desconto de R$ 195,00 em todas as compras que excedam o valor de R$ 350,00 realizadas durante o mês. Além disso, será oferecido um desconto adicional de R$ 50,00 para clientes, cujo gasto total ultrapasse R$ 500,00. Um cliente efetuou uma compra no valor total de R$ 780,00. Qual será o valor final a ser pago por esse cliente após a aplicação dos descontos concedidos por Pedro?

Questão 16 de 26 Q18 da prova

Márcia tem uma sacola com caramelos e pirulitos. Depois de dar 1/5 dos caramelos para Clara, a quantidade de caramelos que sobra na sacola é 2/3 da quantidade de pirulitos. Em seguida, Márcia deu 56 pirulitos para Rodolfo. A quantidade de pirulitos que restou na sacola foi 4/5 da quantidade de caramelos restante na sacola. Quantos doces de cada tipo restam na sacola de Márcia?

Questão 17 de 26 Q26 da prova

Considerando o Código de Ética da Psicologia quando trata das responsabilidades deste profissional e tendo como exemplo a situação de calamidade pública e emergencial ocorrida no estado do Rio Grande do Sul no ano de 2024, é dever fundamental deste profissional:

Questão 18 de 26 Q27 da prova

O CEMAE – Centro Municipal de Atendimento Especializado, é um setor da Secretaria Municipal de Educação que tem como público-alvo estudantes com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento, com altas habilidades, etc. Tratando especificamente dos estudantes com transtornos funcionais específicos que também devem ser atendidos pelo CEMAE, assinale a alternativa que corresponde a um desses transtornos.

Questão 19 de 26 Q28 da prova

A política pública para a educação especial apresenta diversos marcos históricos importantes que significaram avanços para a sua consolidação nos dias atuais em nosso país e no mundo. Em que pese à necessidade de ajustes e adaptações, tais avanços foram importantes para a política robusta que temos hoje no Brasil. Assim, a partir desses marcos, analise as proposições a seguir.
I- Em 1837, Luís Braille inventou o sistema conhecido pelo seu nome – Sistema Braille.
II- Em 2008, foi assinada a Declaração Universal dos Direitos Humanos na Organização das Nações Unidas – ONU.
III- Em 1983, foi criada a Associação dos Amigos do Autista – AMA.
IV- Em 1948, foi divulgada a Política Nacional da Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva.
V- Em 2020, a Diretoria de Acessibilidade, Mobilidade, Inclusão e Apoio à Pessoa com Deficiência passa a ser denominada de Diretoria de Educação Especial – DEE (Brasil).
É CORRETO o que se afirma em:

Questão 20 de 26 Q29 da prova

A Política Nacional de Educação Especial: equidade, inclusiva e com aprendizado ao longo da vida traz de novidade a perspectiva de aprendizado ao longo da vida. Esta perspectiva, que é um princípio da lei, significa a adoção de uma metodologia de:

Questão 21 de 26 Q30 da prova

Ao compararmos os fundamentos da Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva com as normativas da Política Nacional de Educação Especial: equidade, inclusiva e com aprendizado ao longo da vida, nós nos colocamos diante de uma reflexão necessária sobre a educação inclusiva e a educação especial. A educação inclusiva tem foco:

Questão 22 de 26 Q34 da prova

Considerando a atuação do psicólogo escolar em uma equipe multidisciplinar, em que ele deve oferecer informações e alternativas para diversas áreas e situações do dia a dia da escola, assinale a alternativa que corresponde a uma intervenção exclusiva deste profissional junto ao corpo docente da escola.

Questão 23 de 26 Q35 da prova

O diagnóstico de crianças e adolescentes com Transtorno do Espectro Autista – TEA tem sido cada vez mais comum nos dias atuais. A política de educação especial determina a inclusão destas crianças nas classes comuns do ensino regular com o objetivo de abolir práticas de segregação comuns em nossa educação para este público. Para a efetivação desta inclusão, faz-se necessária uma educação na perspectiva de um sistema aberto, tendo como base as dimensões do:

Questão 24 de 26 Q36 da prova

A transferência é um conceito importante na Abordagem Psicanalítica, mas, apesar de ser uma ferramenta no processo de análise, ela pode ser utilizada como chave para a compreensão de aspectos da relação entre professor(a) e aluno(a). Assim, segundo Freud, identificando conteúdos nesta relação, deve o(a) professor(a):

Questão 25 de 26 Q37 da prova

É possível afirmar que a psicoterapia existencial surgiu a partir dos princípios psicológicos advindos das influências epistemológicas da Fenomenologia e das filosofias da existência. Esta psicoterapia engloba uma diversidade de correntes terapêuticas e define um conjunto de pressupostos. Assim, analise os pressupostos abaixo.
I- Os seres humanos têm necessidade de construir significado sobre a sua existência.
II- A construção pessoal tem lugar fundamentalmente no espaço subjetivo das relações com os outros e com o mundo.
III- O confronto com os dados da existência é parte intrínseca de um projeto de vida.
IV- A construção do projeto existencial é algo sempre em aberto ao longo do desenvolvimento pessoal.
Quanto aos pressupostos que correspondem à psicoterapia existencial, é CORRETO o que se afirma em:

Questão 26 de 26 Q40 da prova

De acordo com orientações do Conselho Federal de Psicologia o documento psicológico é um instrumento de comunicação escrita resultante da prestação de serviço do profissional da Psicologia a uma pessoa, grupo ou instituição. A declaração é uma das modalidades deste documento e nele é vedado ao psicólogo registrar:

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