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Prova Profissional do Magistério - Professor de Ciências - AMCEVALE
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Questão 1 de 16 Q1302698 Q1 da prova
As questões de 01 a 10 referem-se ao texto a seguir.

Um futuro sustentável por meio da cultura
Por Raphael Callou

As áreas compreendidas no âmbito da economia da cultura e das indústrias criativas no Brasil geraram, em 2020, mais de R$ 230 bilhões, valor que supera a participação do setor automotivo no PIB nacional, com ao menos 1,4 milhão de empregos formais no país, de acordo com dados do Observatório Itaú Cultural. Sendo o setor que mais emprega jovens entre 15 e 30 anos no mundo, não é retórica a afirmação de que a cultura gera inclusão social produtiva, com contribuição média ao PIB dos países da ordem de 3,1%, respondendo por, aproximadamente, 6,2% dos empregos. Entretanto, esse dado é impreciso quanto às disparidades e assimetrias do contexto mundial. Países como os Estados Unidos têm contribuição da economia criativa que alcança 4,4% do PIB, representando mais de US$ 1 trilhão. Outras regiões não convivem com essa pujança. As desigualdades não estão presentes apenas entre países, mas também na esfera doméstica de nações onde o acesso e o direito à participação na vida cultural não são uma realidade para parcela significativa da sociedade. Na Ibero-América, a média da população que visitou um museu durante o ano não superou os 27%, de acordo com o último relatório temático da Organização de Estados Ibero-Americanos (OEI). A taxa de assistência a obras de teatro e a cinemas também mostrou números tímidos. Isso evidencia a necessidade de mecanismos que garantam o acesso e a democratização da cultura, desenvolvendo atividades que valorizem a diversidade cultural, em estreito diálogo com os territórios. Quando falamos do legado que queremos construir para nosso futuro, a cultura reforça mais uma vez sua pertinência como elemento estratégico para uma sociedade que demanda a formação de cidadãos capazes de superar problemas complexos num cenário de profundas incertezas. A cultura, em suas diversas manifestações, oferece ferramentas valiosas para aprimorar o pensamento crítico, a criatividade, a colaboração e a comunicação intercultural, habilidades essenciais para navegar pelos desafios contemporâneos. Nos parece, contudo, que vivemos um momento oportuno para reforçar os consensos sobre a cultura, seu impacto e suas conexões. Inúmeros informes têm destacado a importância de integrar as artes e o patrimônio cultural aos currículos de educação formal, vislumbrando as escolas como centros culturais. Da mesma forma, é também reconhecido o papel de instituições culturais como espaços educativos, em que o Museu de Arte do Rio (MAR) é mencionado como referência na ação coordenada entre cultura e educação. Parte desse mesmo panorama, a contribuição da cultura ao desenvolvimento sustentável ganhou reforço com a declaração da Conferência Mundial da Unesco sobre Políticas Culturais (MondiaCult 2022), que realçou a necessidade de tratar a cultura como bem público mundial, defendendo seu reconhecimento específico entre os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável. Afinal, embora tenha contribuições transversais, sempre me pareceu equivocada a defesa de que a cultura já estaria contemplada no âmbito da Agenda 2030, como retórica que parece mais uma declaração de consolação. Aproveitando o momento em que os países parecem convergir para o reconhecimento específico e nominal da cultura para o desenvolvimento sustentável, neste ano que precede a MondiaCult em Barcelona, é ainda mais urgente avançar nos debates e na necessária articulação entre governos, ONGs, iniciativa privada e organismos internacionais, envolvendo ativamente a cidadania, para efetivação da cultura como um direito fundamental em sua plenitude.

A ideia que sintetiza o terceiro parágrafo encontra-se no

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Questão 2 de 16 Q1302701 Q2 da prova
As questões de 01 a 10 referem-se ao texto a seguir.

Um futuro sustentável por meio da cultura
Por Raphael Callou

As áreas compreendidas no âmbito da economia da cultura e das indústrias criativas no Brasil geraram, em 2020, mais de R$ 230 bilhões, valor que supera a participação do setor automotivo no PIB nacional, com ao menos 1,4 milhão de empregos formais no país, de acordo com dados do Observatório Itaú Cultural. Sendo o setor que mais emprega jovens entre 15 e 30 anos no mundo, não é retórica a afirmação de que a cultura gera inclusão social produtiva, com contribuição média ao PIB dos países da ordem de 3,1%, respondendo por, aproximadamente, 6,2% dos empregos. Entretanto, esse dado é impreciso quanto às disparidades e assimetrias do contexto mundial. Países como os Estados Unidos têm contribuição da economia criativa que alcança 4,4% do PIB, representando mais de US$ 1 trilhão. Outras regiões não convivem com essa pujança. As desigualdades não estão presentes apenas entre países, mas também na esfera doméstica de nações onde o acesso e o direito à participação na vida cultural não são uma realidade para parcela significativa da sociedade. Na Ibero-América, a média da população que visitou um museu durante o ano não superou os 27%, de acordo com o último relatório temático da Organização de Estados Ibero-Americanos (OEI). A taxa de assistência a obras de teatro e a cinemas também mostrou números tímidos. Isso evidencia a necessidade de mecanismos que garantam o acesso e a democratização da cultura, desenvolvendo atividades que valorizem a diversidade cultural, em estreito diálogo com os territórios. Quando falamos do legado que queremos construir para nosso futuro, a cultura reforça mais uma vez sua pertinência como elemento estratégico para uma sociedade que demanda a formação de cidadãos capazes de superar problemas complexos num cenário de profundas incertezas. A cultura, em suas diversas manifestações, oferece ferramentas valiosas para aprimorar o pensamento crítico, a criatividade, a colaboração e a comunicação intercultural, habilidades essenciais para navegar pelos desafios contemporâneos. Nos parece, contudo, que vivemos um momento oportuno para reforçar os consensos sobre a cultura, seu impacto e suas conexões. Inúmeros informes têm destacado a importância de integrar as artes e o patrimônio cultural aos currículos de educação formal, vislumbrando as escolas como centros culturais. Da mesma forma, é também reconhecido o papel de instituições culturais como espaços educativos, em que o Museu de Arte do Rio (MAR) é mencionado como referência na ação coordenada entre cultura e educação. Parte desse mesmo panorama, a contribuição da cultura ao desenvolvimento sustentável ganhou reforço com a declaração da Conferência Mundial da Unesco sobre Políticas Culturais (MondiaCult 2022), que realçou a necessidade de tratar a cultura como bem público mundial, defendendo seu reconhecimento específico entre os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável. Afinal, embora tenha contribuições transversais, sempre me pareceu equivocada a defesa de que a cultura já estaria contemplada no âmbito da Agenda 2030, como retórica que parece mais uma declaração de consolação. Aproveitando o momento em que os países parecem convergir para o reconhecimento específico e nominal da cultura para o desenvolvimento sustentável, neste ano que precede a MondiaCult em Barcelona, é ainda mais urgente avançar nos debates e na necessária articulação entre governos, ONGs, iniciativa privada e organismos internacionais, envolvendo ativamente a cidadania, para efetivação da cultura como um direito fundamental em sua plenitude.

De acordo com o texto, é correto concluir que

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Questão 3 de 16 Q1302703 Q3 da prova
As questões de 01 a 10 referem-se ao texto a seguir.

Um futuro sustentável por meio da cultura
Por Raphael Callou

As áreas compreendidas no âmbito da economia da cultura e das indústrias criativas no Brasil geraram, em 2020, mais de R$ 230 bilhões, valor que supera a participação do setor automotivo no PIB nacional, com ao menos 1,4 milhão de empregos formais no país, de acordo com dados do Observatório Itaú Cultural. Sendo o setor que mais emprega jovens entre 15 e 30 anos no mundo, não é retórica a afirmação de que a cultura gera inclusão social produtiva, com contribuição média ao PIB dos países da ordem de 3,1%, respondendo por, aproximadamente, 6,2% dos empregos. Entretanto, esse dado é impreciso quanto às disparidades e assimetrias do contexto mundial. Países como os Estados Unidos têm contribuição da economia criativa que alcança 4,4% do PIB, representando mais de US$ 1 trilhão. Outras regiões não convivem com essa pujança. As desigualdades não estão presentes apenas entre países, mas também na esfera doméstica de nações onde o acesso e o direito à participação na vida cultural não são uma realidade para parcela significativa da sociedade. Na Ibero-América, a média da população que visitou um museu durante o ano não superou os 27%, de acordo com o último relatório temático da Organização de Estados Ibero-Americanos (OEI). A taxa de assistência a obras de teatro e a cinemas também mostrou números tímidos. Isso evidencia a necessidade de mecanismos que garantam o acesso e a democratização da cultura, desenvolvendo atividades que valorizem a diversidade cultural, em estreito diálogo com os territórios. Quando falamos do legado que queremos construir para nosso futuro, a cultura reforça mais uma vez sua pertinência como elemento estratégico para uma sociedade que demanda a formação de cidadãos capazes de superar problemas complexos num cenário de profundas incertezas. A cultura, em suas diversas manifestações, oferece ferramentas valiosas para aprimorar o pensamento crítico, a criatividade, a colaboração e a comunicação intercultural, habilidades essenciais para navegar pelos desafios contemporâneos. Nos parece, contudo, que vivemos um momento oportuno para reforçar os consensos sobre a cultura, seu impacto e suas conexões. Inúmeros informes têm destacado a importância de integrar as artes e o patrimônio cultural aos currículos de educação formal, vislumbrando as escolas como centros culturais. Da mesma forma, é também reconhecido o papel de instituições culturais como espaços educativos, em que o Museu de Arte do Rio (MAR) é mencionado como referência na ação coordenada entre cultura e educação. Parte desse mesmo panorama, a contribuição da cultura ao desenvolvimento sustentável ganhou reforço com a declaração da Conferência Mundial da Unesco sobre Políticas Culturais (MondiaCult 2022), que realçou a necessidade de tratar a cultura como bem público mundial, defendendo seu reconhecimento específico entre os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável. Afinal, embora tenha contribuições transversais, sempre me pareceu equivocada a defesa de que a cultura já estaria contemplada no âmbito da Agenda 2030, como retórica que parece mais uma declaração de consolação. Aproveitando o momento em que os países parecem convergir para o reconhecimento específico e nominal da cultura para o desenvolvimento sustentável, neste ano que precede a MondiaCult em Barcelona, é ainda mais urgente avançar nos debates e na necessária articulação entre governos, ONGs, iniciativa privada e organismos internacionais, envolvendo ativamente a cidadania, para efetivação da cultura como um direito fundamental em sua plenitude.

O texto, de maneira global, tem como propósito comunicativo prioritário

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Questão 4 de 16 Q1302705 Q4 da prova
As questões de 01 a 10 referem-se ao texto a seguir.

Um futuro sustentável por meio da cultura
Por Raphael Callou

As áreas compreendidas no âmbito da economia da cultura e das indústrias criativas no Brasil geraram, em 2020, mais de R$ 230 bilhões, valor que supera a participação do setor automotivo no PIB nacional, com ao menos 1,4 milhão de empregos formais no país, de acordo com dados do Observatório Itaú Cultural. Sendo o setor que mais emprega jovens entre 15 e 30 anos no mundo, não é retórica a afirmação de que a cultura gera inclusão social produtiva, com contribuição média ao PIB dos países da ordem de 3,1%, respondendo por, aproximadamente, 6,2% dos empregos. Entretanto, esse dado é impreciso quanto às disparidades e assimetrias do contexto mundial. Países como os Estados Unidos têm contribuição da economia criativa que alcança 4,4% do PIB, representando mais de US$ 1 trilhão. Outras regiões não convivem com essa pujança. As desigualdades não estão presentes apenas entre países, mas também na esfera doméstica de nações onde o acesso e o direito à participação na vida cultural não são uma realidade para parcela significativa da sociedade. Na Ibero-América, a média da população que visitou um museu durante o ano não superou os 27%, de acordo com o último relatório temático da Organização de Estados Ibero-Americanos (OEI). A taxa de assistência a obras de teatro e a cinemas também mostrou números tímidos. Isso evidencia a necessidade de mecanismos que garantam o acesso e a democratização da cultura, desenvolvendo atividades que valorizem a diversidade cultural, em estreito diálogo com os territórios. Quando falamos do legado que queremos construir para nosso futuro, a cultura reforça mais uma vez sua pertinência como elemento estratégico para uma sociedade que demanda a formação de cidadãos capazes de superar problemas complexos num cenário de profundas incertezas. A cultura, em suas diversas manifestações, oferece ferramentas valiosas para aprimorar o pensamento crítico, a criatividade, a colaboração e a comunicação intercultural, habilidades essenciais para navegar pelos desafios contemporâneos. Nos parece, contudo, que vivemos um momento oportuno para reforçar os consensos sobre a cultura, seu impacto e suas conexões. Inúmeros informes têm destacado a importância de integrar as artes e o patrimônio cultural aos currículos de educação formal, vislumbrando as escolas como centros culturais. Da mesma forma, é também reconhecido o papel de instituições culturais como espaços educativos, em que o Museu de Arte do Rio (MAR) é mencionado como referência na ação coordenada entre cultura e educação. Parte desse mesmo panorama, a contribuição da cultura ao desenvolvimento sustentável ganhou reforço com a declaração da Conferência Mundial da Unesco sobre Políticas Culturais (MondiaCult 2022), que realçou a necessidade de tratar a cultura como bem público mundial, defendendo seu reconhecimento específico entre os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável. Afinal, embora tenha contribuições transversais, sempre me pareceu equivocada a defesa de que a cultura já estaria contemplada no âmbito da Agenda 2030, como retórica que parece mais uma declaração de consolação. Aproveitando o momento em que os países parecem convergir para o reconhecimento específico e nominal da cultura para o desenvolvimento sustentável, neste ano que precede a MondiaCult em Barcelona, é ainda mais urgente avançar nos debates e na necessária articulação entre governos, ONGs, iniciativa privada e organismos internacionais, envolvendo ativamente a cidadania, para efetivação da cultura como um direito fundamental em sua plenitude.

Considerando a progressão discursiva do texto, o quinto parágrafo introduz uma

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Questão 5 de 16 Q1302707 Q5 da prova
As questões de 01 a 10 referem-se ao texto a seguir.

Um futuro sustentável por meio da cultura
Por Raphael Callou

As áreas compreendidas no âmbito da economia da cultura e das indústrias criativas no Brasil geraram, em 2020, mais de R$ 230 bilhões, valor que supera a participação do setor automotivo no PIB nacional, com ao menos 1,4 milhão de empregos formais no país, de acordo com dados do Observatório Itaú Cultural. Sendo o setor que mais emprega jovens entre 15 e 30 anos no mundo, não é retórica a afirmação de que a cultura gera inclusão social produtiva, com contribuição média ao PIB dos países da ordem de 3,1%, respondendo por, aproximadamente, 6,2% dos empregos. Entretanto, esse dado é impreciso quanto às disparidades e assimetrias do contexto mundial. Países como os Estados Unidos têm contribuição da economia criativa que alcança 4,4% do PIB, representando mais de US$ 1 trilhão. Outras regiões não convivem com essa pujança. As desigualdades não estão presentes apenas entre países, mas também na esfera doméstica de nações onde o acesso e o direito à participação na vida cultural não são uma realidade para parcela significativa da sociedade. Na Ibero-América, a média da população que visitou um museu durante o ano não superou os 27%, de acordo com o último relatório temático da Organização de Estados Ibero-Americanos (OEI). A taxa de assistência a obras de teatro e a cinemas também mostrou números tímidos. Isso evidencia a necessidade de mecanismos que garantam o acesso e a democratização da cultura, desenvolvendo atividades que valorizem a diversidade cultural, em estreito diálogo com os territórios. Quando falamos do legado que queremos construir para nosso futuro, a cultura reforça mais uma vez sua pertinência como elemento estratégico para uma sociedade que demanda a formação de cidadãos capazes de superar problemas complexos num cenário de profundas incertezas. A cultura, em suas diversas manifestações, oferece ferramentas valiosas para aprimorar o pensamento crítico, a criatividade, a colaboração e a comunicação intercultural, habilidades essenciais para navegar pelos desafios contemporâneos. Nos parece, contudo, que vivemos um momento oportuno para reforçar os consensos sobre a cultura, seu impacto e suas conexões. Inúmeros informes têm destacado a importância de integrar as artes e o patrimônio cultural aos currículos de educação formal, vislumbrando as escolas como centros culturais. Da mesma forma, é também reconhecido o papel de instituições culturais como espaços educativos, em que o Museu de Arte do Rio (MAR) é mencionado como referência na ação coordenada entre cultura e educação. Parte desse mesmo panorama, a contribuição da cultura ao desenvolvimento sustentável ganhou reforço com a declaração da Conferência Mundial da Unesco sobre Políticas Culturais (MondiaCult 2022), que realçou a necessidade de tratar a cultura como bem público mundial, defendendo seu reconhecimento específico entre os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável. Afinal, embora tenha contribuições transversais, sempre me pareceu equivocada a defesa de que a cultura já estaria contemplada no âmbito da Agenda 2030, como retórica que parece mais uma declaração de consolação. Aproveitando o momento em que os países parecem convergir para o reconhecimento específico e nominal da cultura para o desenvolvimento sustentável, neste ano que precede a MondiaCult em Barcelona, é ainda mais urgente avançar nos debates e na necessária articulação entre governos, ONGs, iniciativa privada e organismos internacionais, envolvendo ativamente a cidadania, para efetivação da cultura como um direito fundamental em sua plenitude.

Considerado o texto em sua totalidade, o autor apresenta-se,

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Questão 6 de 16 Q1302708 Q6 da prova

As transformações da matéria são modificações que ocorrem com ou sem mudança em sua composição, podendo ser classificadas como transformações físicas ou químicas. Um exemplo de transformação física é a

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Questão 7 de 16 Q1302710 Q7 da prova

A doença recessiva ligada ao cromossomo X que compromete o sistema de coagulação, tornando pequenos ferimentos grandes problemas em virtude da perda exagerada de sangue denomina-se

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Questão 8 de 16 Q1302712 Q8 da prova

O modelo atômico denominado de planetário ou átomo nucleado sugere que o átomo apresenta um aspecto de sistema planetário. Tal modelo foi proposto por

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Questão 9 de 16 Q1302714 Q9 da prova

Os animais invertebrados que apresentam um corpo mole, alongado, cilíndrico e dividido em anéis, apresentando uma nítida segmentação, são representados por

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Questão 10 de 16 Q1302716 Q10 da prova

O hormônio vegetal não só provoca indução do fechamento dos estômatos, envelhecimento de folhas, dormência de sementes e gemas como também inibe o crescimento das plantas. A sua produção acontece em diversos órgãos da planta: caule, folhas e extremidade da raiz (a coifa) e sua difusão ocorre através dos vasos condutores de seiva. Essas características referem-se ao hormônio denominado

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Questão 11 de 16 Q1302721 Q12 da prova

Ele ocupa grande parte da região Nordeste do país e em pequenas partes dos estados do Maranhão e de Minas Gerais. Apresenta um típico clima semiárido, uma vegetação arbustiva de médio porte com galhos retorcidos e folhas adaptadas para os períodos de secas. Essas características são do bioma conhecido como

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Questão 12 de 16 Q1302723 Q13 da prova

Os fósseis são restos de animais e/ou plantas depositados ao longo de muitos anos encontrados na superfície terrestre. Conforme as suas características de formação, são, comumente, classificados em dois grandes grupos: os somatofósseis e os icnofosséis. Os somatofósseis são

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Questão 13 de 16 Q1302727 Q16 da prova

Os erros de refração são defeitos de visão que surgem em virtude de deformações nos formatos dos olhos ou de suas estruturas internas, como o comprimento dos olhos ou a curvatura da córnea. Sendo assim, o erro de refração que converge os raios de luz depois do nervo óptico em decorrência de um achatamento do globo ocular, tornando difícil a focalização de objetos próximos, denomina-se

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Questão 14 de 16 Q1302732 Q18 da prova

O Sistema Digestório é formado por um conjunto de órgãos que atuam no corpo humano e se divide em duas partes: tubo digestório e os órgãos anexos. Entre os órgãos que compõem cada parte do sistema digestório, tem-se o intestino delgado, que é composto por

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Questão 15 de 16 Q1302734 Q19 da prova

As bactérias podem realizar processos de recombinação genética, o que promove variabilidade genética. A recombinação genética pode ocorrer por meio de três processos: conjugação, transformação e transdução. O processo de transformação de uma bactéria realiza-se por meio

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Questão 16 de 16 Q1302736 Q20 da prova

São rochas originadas da consolidação de pequenas partículas de rochas preexistentes. No processo de formação passam por algum processo de desintegração mecânica (física), química ou biológica, também conhecido como intemperismo. Esse é o processo de formação das rochas

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