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Prova Profissional do Magistério NI - Ciências Biológicas - Pref. Paraúna/GO
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Questão 1 de 30 Q1 da prova
Leia o texto a seguir para responder às questões de 1 a 5.

Diversidade linguística e norma -padrão

Quando o professor Paulo Freire foi empossado Secretário da Educação de São Paulo, fez uma asseveração que causou estranheza: a de que as professoras não devem criticar ou reprimir um aluno que fale coisas como “nós cheguemu”.
Qualquer posição que coloque ou pareça colocar em risco a pureza e a propriedade do idioma pátrio será sempre recebida no mínimo com perplexidade, quando não com veemente resistência. É interessante constatar que nas sociedades modernas os valores culturais associados à norma linguística de prestígio, considerada correta, apropriada e bela, são ainda mais arraigados e persistentes que outros de natureza ética, moral e estética.
O prestígio do português culto, padronizado nas gramáticas e dicionários e cultivado na literatura e nos mais diversos domínios institucionais da sociedade, não se restringe, como seria de esperar, aos grupos de seus usuários; ao contrário, perpassa todos os segmentos sociais. Varia apenas a sua manifestação, em função do acesso diferenciado que esses grupos têm às normas que funcionam como um quadro referencial da correção e propriedade linguística.
O cidadão erudito aprecia a língua culta, que por sinal é o seu meio natural de comunicação, mas o trabalhador braçal, a empregada doméstica, os milhões de iletrados também o fazem. Demonstram igualmente um sentimento positivo em relação à “boa linguagem”, à linguagem daqueles que têm estudo. Uma evidência disso é que as lideranças políticas das nossas classes trabalhadoras se esmeram em falar um português escorreito, em suas aparições públicas, no que nem sempre têm total sucesso em virtude de sua sociabilização ter ocorrido no âmbito das variedades populares. O prestígio associado ao português padrão é sem dúvida um valor cultural muito arraigado, herança colonial consolidada nos nossos cinco séculos de existência como nação. Podemos e devemos questioná-lo, desmistificá-lo, e demonstrar sua relatividade e seus efeitos perversos na perpetuação das desigualdades sociais, mas negá-lo, não há como.
O comportamento linguístico é um indicador claro da estratificação social. Os grupos sociais são diferenciados pelo uso da língua. Em sociedades com histórica distribuição desigual de renda (entre as quais o Brasil pode ser considerado um caso prototípico), as diferenças são acentuadas e tendem a se perpetuar. Pode-se afirmar que a distribuição injusta de bens culturais, principalmente das formas valorizadas de falar, é paralela à distribuição iníqua de bens materiais e de oportunidades.
No Brasil, as diferenças linguísticas socialmente condicionadas não são seriamente levadas em conta. A escola é norteada para ensinar a língua da cultura dominante; tudo que se afasta desse código é defeituoso e deve ser eliminado. O ensino sistemático da língua é de fato uma atividade impositiva. Para alguns estudiosos há mesmo uma incompatibilidade entre uma democracia pluralista e a padronização linguística. Isto fica mais evidente em países plurilíngues, onde os falantes de línguas minoritárias têm de aprender e usar, em muitos domínios, a língua majoritária. Mas, nesses países, os grupos étnicos minoritários têm feito valer seus direitos e as escolas desenvolvido métodos de ensino bilíngue ou bidialetal, comprometidos com o respeito e a preservação das características linguístico-culturais desses grupos.

Defende-se no texto a seguinte ideia:

Questão 2 de 30 Q2 da prova
Leia o texto a seguir para responder às questões de 1 a 5.

Diversidade linguística e norma -padrão

Quando o professor Paulo Freire foi empossado Secretário da Educação de São Paulo, fez uma asseveração que causou estranheza: a de que as professoras não devem criticar ou reprimir um aluno que fale coisas como “nós cheguemu”.
Qualquer posição que coloque ou pareça colocar em risco a pureza e a propriedade do idioma pátrio será sempre recebida no mínimo com perplexidade, quando não com veemente resistência. É interessante constatar que nas sociedades modernas os valores culturais associados à norma linguística de prestígio, considerada correta, apropriada e bela, são ainda mais arraigados e persistentes que outros de natureza ética, moral e estética.
O prestígio do português culto, padronizado nas gramáticas e dicionários e cultivado na literatura e nos mais diversos domínios institucionais da sociedade, não se restringe, como seria de esperar, aos grupos de seus usuários; ao contrário, perpassa todos os segmentos sociais. Varia apenas a sua manifestação, em função do acesso diferenciado que esses grupos têm às normas que funcionam como um quadro referencial da correção e propriedade linguística.
O cidadão erudito aprecia a língua culta, que por sinal é o seu meio natural de comunicação, mas o trabalhador braçal, a empregada doméstica, os milhões de iletrados também o fazem. Demonstram igualmente um sentimento positivo em relação à “boa linguagem”, à linguagem daqueles que têm estudo. Uma evidência disso é que as lideranças políticas das nossas classes trabalhadoras se esmeram em falar um português escorreito, em suas aparições públicas, no que nem sempre têm total sucesso em virtude de sua sociabilização ter ocorrido no âmbito das variedades populares. O prestígio associado ao português padrão é sem dúvida um valor cultural muito arraigado, herança colonial consolidada nos nossos cinco séculos de existência como nação. Podemos e devemos questioná-lo, desmistificá-lo, e demonstrar sua relatividade e seus efeitos perversos na perpetuação das desigualdades sociais, mas negá-lo, não há como.
O comportamento linguístico é um indicador claro da estratificação social. Os grupos sociais são diferenciados pelo uso da língua. Em sociedades com histórica distribuição desigual de renda (entre as quais o Brasil pode ser considerado um caso prototípico), as diferenças são acentuadas e tendem a se perpetuar. Pode-se afirmar que a distribuição injusta de bens culturais, principalmente das formas valorizadas de falar, é paralela à distribuição iníqua de bens materiais e de oportunidades.
No Brasil, as diferenças linguísticas socialmente condicionadas não são seriamente levadas em conta. A escola é norteada para ensinar a língua da cultura dominante; tudo que se afasta desse código é defeituoso e deve ser eliminado. O ensino sistemático da língua é de fato uma atividade impositiva. Para alguns estudiosos há mesmo uma incompatibilidade entre uma democracia pluralista e a padronização linguística. Isto fica mais evidente em países plurilíngues, onde os falantes de línguas minoritárias têm de aprender e usar, em muitos domínios, a língua majoritária. Mas, nesses países, os grupos étnicos minoritários têm feito valer seus direitos e as escolas desenvolvido métodos de ensino bilíngue ou bidialetal, comprometidos com o respeito e a preservação das características linguístico-culturais desses grupos.

O texto “Diversidade linguística e norma -padrão” adota a seguinte estratégia de introdução textual e temática:

Questão 3 de 30 Q3 da prova
Leia o texto a seguir para responder às questões de 1 a 5.

Diversidade linguística e norma -padrão

Quando o professor Paulo Freire foi empossado Secretário da Educação de São Paulo, fez uma asseveração que causou estranheza: a de que as professoras não devem criticar ou reprimir um aluno que fale coisas como “nós cheguemu”.
Qualquer posição que coloque ou pareça colocar em risco a pureza e a propriedade do idioma pátrio será sempre recebida no mínimo com perplexidade, quando não com veemente resistência. É interessante constatar que nas sociedades modernas os valores culturais associados à norma linguística de prestígio, considerada correta, apropriada e bela, são ainda mais arraigados e persistentes que outros de natureza ética, moral e estética.
O prestígio do português culto, padronizado nas gramáticas e dicionários e cultivado na literatura e nos mais diversos domínios institucionais da sociedade, não se restringe, como seria de esperar, aos grupos de seus usuários; ao contrário, perpassa todos os segmentos sociais. Varia apenas a sua manifestação, em função do acesso diferenciado que esses grupos têm às normas que funcionam como um quadro referencial da correção e propriedade linguística.
O cidadão erudito aprecia a língua culta, que por sinal é o seu meio natural de comunicação, mas o trabalhador braçal, a empregada doméstica, os milhões de iletrados também o fazem. Demonstram igualmente um sentimento positivo em relação à “boa linguagem”, à linguagem daqueles que têm estudo. Uma evidência disso é que as lideranças políticas das nossas classes trabalhadoras se esmeram em falar um português escorreito, em suas aparições públicas, no que nem sempre têm total sucesso em virtude de sua sociabilização ter ocorrido no âmbito das variedades populares. O prestígio associado ao português padrão é sem dúvida um valor cultural muito arraigado, herança colonial consolidada nos nossos cinco séculos de existência como nação. Podemos e devemos questioná-lo, desmistificá-lo, e demonstrar sua relatividade e seus efeitos perversos na perpetuação das desigualdades sociais, mas negá-lo, não há como.
O comportamento linguístico é um indicador claro da estratificação social. Os grupos sociais são diferenciados pelo uso da língua. Em sociedades com histórica distribuição desigual de renda (entre as quais o Brasil pode ser considerado um caso prototípico), as diferenças são acentuadas e tendem a se perpetuar. Pode-se afirmar que a distribuição injusta de bens culturais, principalmente das formas valorizadas de falar, é paralela à distribuição iníqua de bens materiais e de oportunidades.
No Brasil, as diferenças linguísticas socialmente condicionadas não são seriamente levadas em conta. A escola é norteada para ensinar a língua da cultura dominante; tudo que se afasta desse código é defeituoso e deve ser eliminado. O ensino sistemático da língua é de fato uma atividade impositiva. Para alguns estudiosos há mesmo uma incompatibilidade entre uma democracia pluralista e a padronização linguística. Isto fica mais evidente em países plurilíngues, onde os falantes de línguas minoritárias têm de aprender e usar, em muitos domínios, a língua majoritária. Mas, nesses países, os grupos étnicos minoritários têm feito valer seus direitos e as escolas desenvolvido métodos de ensino bilíngue ou bidialetal, comprometidos com o respeito e a preservação das características linguístico-culturais desses grupos.

Considere o seguinte enunciado: “Qualquer posição que coloque ou pareça colocar em risco a pureza e a propriedade do idioma pátrio será sempre recebida no mínimo com perplexidade, quando não com veemente resistência”. O segmento “no mínimo com perplexidade, quando não com veemente resistência” expressa uma relação de sentido em que o

Questão 4 de 30 Q4 da prova
Leia o texto a seguir para responder às questões de 1 a 5.

Diversidade linguística e norma -padrão

Quando o professor Paulo Freire foi empossado Secretário da Educação de São Paulo, fez uma asseveração que causou estranheza: a de que as professoras não devem criticar ou reprimir um aluno que fale coisas como “nós cheguemu”.
Qualquer posição que coloque ou pareça colocar em risco a pureza e a propriedade do idioma pátrio será sempre recebida no mínimo com perplexidade, quando não com veemente resistência. É interessante constatar que nas sociedades modernas os valores culturais associados à norma linguística de prestígio, considerada correta, apropriada e bela, são ainda mais arraigados e persistentes que outros de natureza ética, moral e estética.
O prestígio do português culto, padronizado nas gramáticas e dicionários e cultivado na literatura e nos mais diversos domínios institucionais da sociedade, não se restringe, como seria de esperar, aos grupos de seus usuários; ao contrário, perpassa todos os segmentos sociais. Varia apenas a sua manifestação, em função do acesso diferenciado que esses grupos têm às normas que funcionam como um quadro referencial da correção e propriedade linguística.
O cidadão erudito aprecia a língua culta, que por sinal é o seu meio natural de comunicação, mas o trabalhador braçal, a empregada doméstica, os milhões de iletrados também o fazem. Demonstram igualmente um sentimento positivo em relação à “boa linguagem”, à linguagem daqueles que têm estudo. Uma evidência disso é que as lideranças políticas das nossas classes trabalhadoras se esmeram em falar um português escorreito, em suas aparições públicas, no que nem sempre têm total sucesso em virtude de sua sociabilização ter ocorrido no âmbito das variedades populares. O prestígio associado ao português padrão é sem dúvida um valor cultural muito arraigado, herança colonial consolidada nos nossos cinco séculos de existência como nação. Podemos e devemos questioná-lo, desmistificá-lo, e demonstrar sua relatividade e seus efeitos perversos na perpetuação das desigualdades sociais, mas negá-lo, não há como.
O comportamento linguístico é um indicador claro da estratificação social. Os grupos sociais são diferenciados pelo uso da língua. Em sociedades com histórica distribuição desigual de renda (entre as quais o Brasil pode ser considerado um caso prototípico), as diferenças são acentuadas e tendem a se perpetuar. Pode-se afirmar que a distribuição injusta de bens culturais, principalmente das formas valorizadas de falar, é paralela à distribuição iníqua de bens materiais e de oportunidades.
No Brasil, as diferenças linguísticas socialmente condicionadas não são seriamente levadas em conta. A escola é norteada para ensinar a língua da cultura dominante; tudo que se afasta desse código é defeituoso e deve ser eliminado. O ensino sistemático da língua é de fato uma atividade impositiva. Para alguns estudiosos há mesmo uma incompatibilidade entre uma democracia pluralista e a padronização linguística. Isto fica mais evidente em países plurilíngues, onde os falantes de línguas minoritárias têm de aprender e usar, em muitos domínios, a língua majoritária. Mas, nesses países, os grupos étnicos minoritários têm feito valer seus direitos e as escolas desenvolvido métodos de ensino bilíngue ou bidialetal, comprometidos com o respeito e a preservação das características linguístico-culturais desses grupos.

No trecho “entre as quais o Brasil pode ser considerado um caso prototípico”, o termo “prototípico” pode ser substituído, sem prejuízo de sentido, por

Questão 5 de 30 Q5 da prova
Leia o texto a seguir para responder às questões de 1 a 5.

Diversidade linguística e norma -padrão

Quando o professor Paulo Freire foi empossado Secretário da Educação de São Paulo, fez uma asseveração que causou estranheza: a de que as professoras não devem criticar ou reprimir um aluno que fale coisas como “nós cheguemu”.
Qualquer posição que coloque ou pareça colocar em risco a pureza e a propriedade do idioma pátrio será sempre recebida no mínimo com perplexidade, quando não com veemente resistência. É interessante constatar que nas sociedades modernas os valores culturais associados à norma linguística de prestígio, considerada correta, apropriada e bela, são ainda mais arraigados e persistentes que outros de natureza ética, moral e estética.
O prestígio do português culto, padronizado nas gramáticas e dicionários e cultivado na literatura e nos mais diversos domínios institucionais da sociedade, não se restringe, como seria de esperar, aos grupos de seus usuários; ao contrário, perpassa todos os segmentos sociais. Varia apenas a sua manifestação, em função do acesso diferenciado que esses grupos têm às normas que funcionam como um quadro referencial da correção e propriedade linguística.
O cidadão erudito aprecia a língua culta, que por sinal é o seu meio natural de comunicação, mas o trabalhador braçal, a empregada doméstica, os milhões de iletrados também o fazem. Demonstram igualmente um sentimento positivo em relação à “boa linguagem”, à linguagem daqueles que têm estudo. Uma evidência disso é que as lideranças políticas das nossas classes trabalhadoras se esmeram em falar um português escorreito, em suas aparições públicas, no que nem sempre têm total sucesso em virtude de sua sociabilização ter ocorrido no âmbito das variedades populares. O prestígio associado ao português padrão é sem dúvida um valor cultural muito arraigado, herança colonial consolidada nos nossos cinco séculos de existência como nação. Podemos e devemos questioná-lo, desmistificá-lo, e demonstrar sua relatividade e seus efeitos perversos na perpetuação das desigualdades sociais, mas negá-lo, não há como.
O comportamento linguístico é um indicador claro da estratificação social. Os grupos sociais são diferenciados pelo uso da língua. Em sociedades com histórica distribuição desigual de renda (entre as quais o Brasil pode ser considerado um caso prototípico), as diferenças são acentuadas e tendem a se perpetuar. Pode-se afirmar que a distribuição injusta de bens culturais, principalmente das formas valorizadas de falar, é paralela à distribuição iníqua de bens materiais e de oportunidades.
No Brasil, as diferenças linguísticas socialmente condicionadas não são seriamente levadas em conta. A escola é norteada para ensinar a língua da cultura dominante; tudo que se afasta desse código é defeituoso e deve ser eliminado. O ensino sistemático da língua é de fato uma atividade impositiva. Para alguns estudiosos há mesmo uma incompatibilidade entre uma democracia pluralista e a padronização linguística. Isto fica mais evidente em países plurilíngues, onde os falantes de línguas minoritárias têm de aprender e usar, em muitos domínios, a língua majoritária. Mas, nesses países, os grupos étnicos minoritários têm feito valer seus direitos e as escolas desenvolvido métodos de ensino bilíngue ou bidialetal, comprometidos com o respeito e a preservação das características linguístico-culturais desses grupos.

O uso das aspas na expressão “boa linguagem” desempenha a seguinte função:

Questão 6 de 30 Q6 da prova

O humor da tirinha está baseado no efeito de sentido provocado

Questão 7 de 30 Q7 da prova
Considere a tirinha do Armandinho, de autoria de Alexandre Beck, para responder às questões 7 e 8.

O enunciado “Hoje estamos aqui, mas... até quando?” adota um procedimento de linguagem denominado de

Questão 8 de 30 Q8 da prova
Considere a tirinha do Armandinho, de autoria de Alexandre Beck, para responder às questões 7 e 8.

A tirinha constrói uma reflexão filosófica sobre o curso da vida. Essa reflexão culmina num jogo de sentido que se baseia num processo

Questão 9 de 30 Q9 da prova

Diante de dificuldade financeira para a quitação da folha de pagamento, o prefeito de um município recebe a proposta de um banco para a contratação de um empréstimo a ser liquidado no prazo de 24 meses. Para a aquisição do empréstimo, o Poder Executivo deve, sob pena de incidir em crime contra as finanças públicas:

Questão 10 de 30 Q10 da prova

O arcabouço jurídico brasileiro adota a Lei de Improbidade Administrativa (Lei Federal n. 8.429/92) como base para aplicação das sanções aplicáveis aos agentes públicos nos casos de enriquecimento ilícito no exercício de mandato, cargo, emprego ou função na administração pública direta, indireta ou fundacional. As sanções previstas para o responsável pelo ato de improbidade devem ser aplicadas cumulativamente às sanções penais, civis e administrativas previstas na legislação específica. Tais sanções:

Questão 11 de 30 Q11 da prova

Um determinado munícipe, ao recusar o acesso ao seu terreno para que agentes de combate a endemias verifiquem focos de água parada causadores da proliferação de vetores de doenças e ao oferecer dinheiro para que o agente registre a inspeção como realizada, comete o crime de corrupção

Questão 12 de 30 Q12 da prova

A Lei Federal n. 8.429, de 2 de junho de 1992, estabelece sanções aplicáveis aos agentes públicos nos casos de enriquecimento ilícito, balizando a ética na conduta de ocupantes de mandato, cargo, emprego ou função na administração pública. Essa lei, que trata da improbidade administrativa, estabelece como ato de improbidade a

Questão 13 de 30 Q13 da prova

Um servidor público, ao se valer da sua função para exigir vantagem indevida para si, está cometendo o crime de:

Questão 14 de 30 Q14 da prova

Diversos princípios dos códigos de ética e conduta são utilizados no cotidiano das repartições e dos órgãos públicos de forma a disciplinar a atuação dos agentes públicos, reduzindo possíveis danos ao erário decorrentes da não observância de tais princípios. Mesmo com a modernização de tais códigos e com o aumento na fiscalização de suas aplicações, reiteradamente são verificados danos a terceiros causados pela não observância de suas disposições. No caso da ocorrência de tais danos, poderão responder por eles as pessoas jurídicas de direito

Questão 15 de 30 Q15 da prova

A tradicional festa do Muquém, que ocorre no distrito de mesmo nome no município de Niquelândia – GO, constitui parte da cultura religiosa do norte goiano, e durante o mês de agosto atrai multidões de todas as partes do estado, que para lá se dirigem em um ato de celebração de fé. Essa festa ocorre em louvor a:

Questão 16 de 30 Q16 da prova

“Dilma Vana Rousseff, presidente da República Federativa do Brasil desde janeiro de 2011 (reeleita nas eleições de 2014), foi destituída do posto em 31 de agosto de 2016 por meio de um processo de impeachment.” “No decorrer do ano de 2015, cinquenta pedidos de impeachment foram protocolados na Câmara dos Deputados contra Dilma Rousseff. A maior parte desses pedidos foi arquivada por falta de material probatório e argumentos. Entretanto, um deles foi acolhido pelo então presidente da Câmara, o deputado Eduardo Cunha”. A causa do pedido de impeachment da então presidenta Dilma Rousseff, que foi aceito pelo Congresso Nacional, se deu em virtude da acusação de

Questão 17 de 30 Q17 da prova

O avanço tecnológico permitiu o surgimento de diversos tipos de produtos e serviços, que contribuem para a aproximação e avanço das relações comerciais entre as várias regiões do planeta, além de produzir uma relativa aceleração nas relações entre as pessoas, que são realizadas a partir das redes sociais. Sobre essas redes sociais, tem-se o seguinte:

Questão 18 de 30 Q18 da prova

“Vazão do Rio Meia Ponte se aproxima do nível de racionamento de água, diz Semad. O nível do Rio Meia Ponte, que abastece a Grande Goiânia, está no nível crítico 1, no entanto com a vazão por segundo já se aproximando ao nível 2, o que pode gerar o racionamento de água”. Conforme informado no texto, a cidade de Goiânia mais uma vez enfrenta dificuldades no abastecimento urbano devido à redução do volume de água disponível para captação no rio Meia Ponte. Essa redução no volume de água do rio Meia Ponte é resultante de uma série de fatores, mas sobretudo das condições naturais, em virtude

Questão 19 de 30 Q19 da prova

“Brexit é uma abreviação das palavras inglesas britain (Bretanha) e exit (saída) que se popularizou com as campanhas pró e contra a saída do Reino Unido da União Europeia.” O texto faz referência ao acordo de saída do Reino Unido da União Europeia, que deverá acontecer ainda no ano de 2019. A escolha pela saída foi determinada por meio de

Questão 20 de 30 Q20 da prova

“Em 2019 já foram confirmados ao menos 561 casos da doença de acordo com o último levantamento do Ministério da Saúde. Os estados de São Paulo, Pará e Rio de Janeiro têm surto ativo atualmente. No passado, a região Norte, Amazonas e Roraima em especial, registraram mais de 10 mil casos [...] desenvolvido em meio ao fluxo migratório de venezuelanos para o Brasil”. A manchete trata de uma doença infectocontagiosa que havia sido erradicada do Brasil por meio da realização de campanhas de vacinação, quando o Brasil obteve a certificação de país livre da doença concedido pela OPAS (Organização Pan-Americana de Saúde), em 2016, mas que no ano de 2019 voltou a se manifestar de forma intensa em várias localidades do mundo, e em diferentes regiões do país. Essa doença infectocontagiosa é

Questão 21 de 30 Q21 da prova

Nos termos da Lei Orgânica do Município de Paraúna, o tempo de serviço do servidor público municipal que se eleger vereador e que atuar exclusivamente nas funções legislativas, afastando-se do cargo ocupado no município, poderá ser contabilizado para contagem de prazo:

Questão 22 de 30 Q22 da prova

O prefeito de Paraúna, em evento que contava com a participação de representantes dos bairros do município, anunciou que iniciará um grande projeto de urbanização dos logradouros públicos da cidade. Sobre a situação hipotética apresentada, é requisito obrigatório, previsto na Lei Orgânica do Município de Paraúna, que, na realização de projetos de urbanização:

Questão 23 de 30 Q23 da prova

Considerando a Lei Orgânica do Município e que, atualmente, a Câmara Municipal de Vereadores de Paraúna possui 9 vereadores, para realizar alterações no Código Tributário do município mostra-se necessária a aprovação da proposta pela maioria:

Questão 24 de 30 Q24 da prova

O vereador João da Biblioteca, buscando atender ao anseio dos professores do Município de Paraúna, apresentou à Câmara Municipal de Vereadores projeto que mudou as regras de promoção e progressão na carreira da categoria. Realizado todo o trâmite do processo legislativo, o projeto de lei foi aprovado pela Câmara Municipal de Vereadores e encaminhado ao prefeito, que o sancionou em sua integralidade. Com base no caso hipotético apresentado e considerando a Lei Orgânica do Município de Paraúna, o processo legislativo de aprovação desse projeto de lei foi:

Questão 25 de 30 Q25 da prova

Conforme a Lei Orgânica, diversas são as competências do município de Paraúna. Dentre essas competências, é considerada competência comum do município com o Estado e União:

Questão 26 de 30 Q26 da prova

Uma das temáticas discutidas e abordadas pelo professor na área de Ciências Biológicas são as evidências da evolução biológica. Ao ministrar esse conteúdo, a abordagem de tais evidências deverá retratar que

Questão 27 de 30 Q27 da prova

Com a prática de relatar em detalhes as metodologias utilizadas em suas aulas, um professor de Ciências, em um dos seus cadernos de campo e experimentos, relatou o seguinte: No primeiro dia de aula de Ciências para os alunos do sétimo ano deste semestre, propus a eles a construção de um infográfico, na forma de linha do tempo, para falar das principais descobertas que revolucionaram a ciência e nos trouxeram até a Era da Engenharia Genética. Inicialmente em sala de aula, eles leram um texto sobre a história da Genética e receberam as explicações do que eles precisariam fazer em casa e trazer para a aula no dia seguinte, para o desenvolvimento da atividade. No segundo dia, dividi os alunos em grupos e eles, utilizando papel pardo fornecido por mim, e figuras, desenhos e imagens que eles trouxeram de casa após pesquisarem sobre a história da Genética na internet, e em livros e revistas. Cada grupo produziu o seu infográfico, com as descobertas que achou mais pertinentes. Ao final da atividade, eu fiz o fechamento e, para isso, construí no quadro-negro uma linha do tempo única e grande, na qual cada grupo, então, apresentou suas descobertas e elas foram sendo colocadas no quadro. Ao final, foi possível visualizar a rapidez das grandes descobertas nos tempos mais atuais e ter uma imagem do todo em relação à evolução da Biologia. A par do relato apresentado, é possível evidenciar alguns aspectos metodológicos no ensino de Ciências, pelos quais se evidencia que:

Questão 28 de 30 Q28 da prova

Em aula prática, o professor de Ciências solicita que, em 10 minutos de observação, entre um aluno e outro, os mesmos anotem a presença das seguintes características: - capacidade de dobrar a língua (presença/ausência); - capacidade de flexão do polegar (presença/ausência); - forma do lobo da orelha (preso/solto). Para discutir os resultados, conceitualmente, o professor deverá explicar aos alunos que essas características são determinadas por um

Questão 29 de 30 Q29 da prova

Em 1992, o Brasil elaborou o Plano Nacional de Eliminação do Sarampo como estratégia para eliminação da doença. No ano de 2000, foram confirmados os últimos surtos autóctones nos estados do Acre (AC) e Mato Grosso do Sul (MS). A partir de 2013, os surtos relacionados à importação do vírus do sarampo têm provocado um grande número de casos em diversos estados do país. Devido às baixas coberturas vacinais, a partir de 2018 o país passou a enfrentar um surto de sarampo, com a confirmação de 10.351 casos de sarampo e 12 óbitos naquele ano. Com a prevalência deste surto por um período superior a 12 meses, o Brasil perdeu a certificação de eliminação do sarampo em fevereiro de 2019. Em Goiás, entre a semana epidemiológica (SE) 01 e a SE 34 foram notificados 44 casos suspeitos de sarampo, conforme apresentado na figura a seguir: Como projeto interdisciplinar, é proposto ao professor de Ciências que elabore ações de conscientização em saúde e meio ambiente para serem apresentadas entre os alunos e, posteriormente, à comunidade de inserção da instituição escolar. Dentre essas ações é importante, na elaboração da proposta, o professor evidenciar que o sarampo

Questão 30 de 30 Q30 da prova

Ao preparar seu plano de aula, cuja temática abordará o ciclo de vida das plantas, um dos objetivos é demonstrar que o milho (Zea mays), muito utilizado na alimentação humana, possui um número diploide de 20 cromossomos. Na explicação em aula, um aluno questiona quantos cromossomos há em cada gameta masculino e na oosfera. Sua resposta e explicação será:

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