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Questão 1 de 4Q1515610Q3 da prova
Leia o texto para responder às questões que seguem.
DIPLOMACIA FAMILIAR
Precisamos acalmar os ânimos com os parentes
A vida em família é, na maioria das vezes, a nossa sustentação. A família aconchega, acolhe, defende,
oferece segurança, é nossa fortaleza. Há momentos harmoniosos de convivência que melhoram a nossa
qualidade de vida! (...) É o único grupo ao qual pertenc emos a vida toda. É uma panelinha amorosa!
Mas, como tudo, a vida em família tem o seu outro lado: não é – e nunca foi – fácil viver em família. Dentro
das quatro paredes, os conflitos, as cobranças, as pressões e as expectativas frustradas, (...) vêm à tona.
Normal! Afinal, como são os afetos que regem a vida do grupo familiar, não tinha como ser diferente,
porque eles sempre andam aos pares, com seus opostos. É por isso que, onde há amor, há ódio, também. Só não
há indiferença, porque, aí, não há afeto.
Entreveros familiares sempre existiram e existirão, mas, na atualidade, os laços familiares andam frágeis,
porque qualquer motivo à toa já basta para que surjam picuinhas, hostilidades, distanciamento, raiva, mágoa etc.
Será que estamos a assumir que, de fato, ―parente é serpente‖?
Uma bronca de um tio no sobrinho é motivo para que os irmãos se desentendam; passar um dia com os
netos já pode suscitar fofocas maldosas a respeito dos avós; um presente dado a uma sobrinha provoca ciúme de
outra irmã, e assim por diante.
Por que esses pequenos acontecimentos do cotidiano, antes relevados, agora despertam emoções tão
intensas nos integrantes do grupo familiar? Temos algumas pistas.
O modo individualista de viver e a busca da felicidade pessoal e permanente, valores sociais que
adotamos faz tempo, têm grande parcela de responsabilidade nessa questão. ―Eu preciso pensar em mim‖, ―devo
pôr para fora tudo o que me atormenta‖, ―por que as pessoas agem de modo tão diferente do que deveriam?‖ são
alguns exemplos de pensamentos que existem em nós, muitas vezes à nossa revelia, e que mostram o quanto os
valores citados interferem em nossa vida pessoal. (...).
Precisamos acalmar os ânimos com os parentes, relevar as pequenas adversidades que eles nos
provocam, sem querer ou intencionalmente, respeitar as diferenças existentes, perdoar os seus defeitos e lembrar,
sempre, dos benefícios que pertencer a uma família nos traz e que hoje estão em risco. Senão, logo teremos mais
um curso de graduação disponível no já concorrido mercado universitário: ―diplomacia familiar‖. Somos capazes
de dar conta disso, não somos?
(Revista Veja, Editora Abril, edição 2.542, ano 50, nº 32, 9 de agosto de 2017, p. 89. Por Rosely Sayão).
A linguagem é usada em seu sentido literal, NÃO
figurad o, no trecho destacado, em:
Leia o texto para responder às questões que seguem.
DIPLOMACIA FAMILIAR
Precisamos acalmar os ânimos com os parentes
A vida em família é, na maioria das vezes, a nossa sustentação. A família aconchega, acolhe, defende,
oferece segurança, é nossa fortaleza. Há momentos harmoniosos de convivência que melhoram a nossa
qualidade de vida! (...) É o único grupo ao qual pertenc emos a vida toda. É uma panelinha amorosa!
Mas, como tudo, a vida em família tem o seu outro lado: não é – e nunca foi – fácil viver em família. Dentro
das quatro paredes, os conflitos, as cobranças, as pressões e as expectativas frustradas, (...) vêm à tona.
Normal! Afinal, como são os afetos que regem a vida do grupo familiar, não tinha como ser diferente,
porque eles sempre andam aos pares, com seus opostos. É por isso que, onde há amor, há ódio, também. Só não
há indiferença, porque, aí, não há afeto.
Entreveros familiares sempre existiram e existirão, mas, na atualidade, os laços familiares andam frágeis,
porque qualquer motivo à toa já basta para que surjam picuinhas, hostilidades, distanciamento, raiva, mágoa etc.
Será que estamos a assumir que, de fato, ―parente é serpente‖?
Uma bronca de um tio no sobrinho é motivo para que os irmãos se desentendam; passar um dia com os
netos já pode suscitar fofocas maldosas a respeito dos avós; um presente dado a uma sobrinha provoca ciúme de
outra irmã, e assim por diante.
Por que esses pequenos acontecimentos do cotidiano, antes relevados, agora despertam emoções tão
intensas nos integrantes do grupo familiar? Temos algumas pistas.
O modo individualista de viver e a busca da felicidade pessoal e permanente, valores sociais que
adotamos faz tempo, têm grande parcela de responsabilidade nessa questão. ―Eu preciso pensar em mim‖, ―devo
pôr para fora tudo o que me atormenta‖, ―por que as pessoas agem de modo tão diferente do que deveriam?‖ são
alguns exemplos de pensamentos que existem em nós, muitas vezes à nossa revelia, e que mostram o quanto os
valores citados interferem em nossa vida pessoal. (...).
Precisamos acalmar os ânimos com os parentes, relevar as pequenas adversidades que eles nos
provocam, sem querer ou intencionalmente, respeitar as diferenças existentes, perdoar os seus defeitos e lembrar,
sempre, dos benefícios que pertencer a uma família nos traz e que hoje estão em risco. Senão, logo teremos mais
um curso de graduação disponível no já concorrido mercado universitário: ―diplomacia familiar‖. Somos capazes
de dar conta disso, não somos?
(Revista Veja, Editora Abril, edição 2.542, ano 50, nº 32, 9 de agosto de 2017, p. 89. Por Rosely Sayão).
Toda e qualquer situação de interação comunicativa
pressupõe o envolvimento de inte rlocutores.
Considerando que isso também é válido , quando se
trata de textos escritos, o recurso linguístico que
marca uma interação direta entre o autor do texto
em discussão e seus potenciais leitore s é
observado em:
Trecho para as questões 09 e 10.
Entreveros familiares sempre existiram e
existirão, mas, na atualidade, os laços familiares
andam frágeis, porque qualquer motivo à toa já
basta para que surjam picuinhas, hostilidades,
distanciamento, raiva, mágoa etc. Será que
estamos a assumir que, de f ato, ―parente é
serpente‖?
Nos trechos apresentados nas opções abaixo, a
palavra/expressão destacada remete à ideia de
tempo, EXCETO , em:
A Resolução Nº 7, DE 14 DE DEZEMBRO DE 2010, que fixa as Diretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino
Fundamental de 9 anos, prevê em seus fundamentos, a educação de qualidade, como um direito fundamental,
caraterizada por ser: relevante, pertinente e equitativa. A relevância reporta -se à promoção de aprendizagens
significativas do ponto de vista das exigências sociais e de desenvolvimento pessoal. A pertinência refere -se à
possibilidade de atender às necessidades e às características dos estudantes de diversos contextos sociais e
culturais e com diferen tes capacidades e interesses. A equidade refere -se: