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Prova Professor - Pref. Alto Araguaia/MT
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Questão 1 de 38 Q1 da prova
Leia o texto a seguir: A desconexão humana com o sofrimento animal Por Mauro Falcão Na medida em que presenciamos o sofrimento dos animais em confinamento para abate percebemos que, além das grades físicas que os encarceram, existe uma prisão mais profunda na escuridão da nossa compreensão moral. Isso deveria provocar a busca por uma maior empatia por todos os seres e suscitar uma importante reflexão: quem são os verdadeiros enclausurados, esses seres frágeis ou nossa própria consciência? Quando confrontamos o consumo de carne com o sofrimento animal, não podemos ignorar a insensibilidade humana que, freqüentemente, evita encarar a realidade inconveniente por trás de cada pedaço de carne no prato. A verdadeira liberdade não reside apenas na escolha alimentar, mas sim na libertação da indiferença que sufoca nossa compaixão. O estresse vivenciado por esses seres não resulta apenas numa produção hormonal exacerbada, mas também em um eco de despero que ressoa na alma de quem se permite ouvir. Nesse contexto, há um percurso interno para desvendar os distúrbios que nos separam do entendimento pleno do sofrimento alheio. A busca por uma maior empatia envolve a necessidade de repensarmos nossos hábitos. Embora a sociedade ainda não tenha se desvinculado totalmente dos valores proteicos da carne, é fundamental considerarmos métodos menos dolorosos de produção. Dessa forma, o esforço por uma maior compaixão transcende o âmbito emocional e se torna uma questão de responsabilidade. Ao adotarmos práticas alimentares mais éticas, não só contribuímos para o bem-estar dos animais, mas também preservamos o nosso próprio bem-estar e promovemos uma relação mais equilibrada com o meio ambiente. Contudo, entendo a dificuldade dessa mudança, tão enraizada em nossos costumes, e ainda busco uma total conexão. Na realidade, todos somos participantes ativos da teia evolutiva e integrantes valiosos de uma história compartilhada. Devemos enxergar nos animais não apenas formas de vida subordinadas, mas sim indivíduos que integram conosco a busca pela compreensão da complexidade existencial. Portanto, é necessária uma introspecção profunda sobre a condição de nossa consciência, pois a verdadeira libertação ocorrerá quando nos desvencilharmos das correntes que nos impedem de abraçar um estilo de vida mais ético e compassivo, reconhecendo a unicidade e a dignidade de cada ser, independentemente de sua posição na escala evolutiva, pois em verdade são nossos irmãos nas fases iniciais desse grande ciclo biológico, conectados por fios invisíveis que entrelaçam nossos destinos e formam esta complexa tapeçaria da vida.

O texto defende a tese de que os/as:

Questão 2 de 38 Q2 da prova
Leia o texto a seguir: A desconexão humana com o sofrimento animal Por Mauro Falcão Na medida em que presenciamos o sofrimento dos animais em confinamento para abate percebemos que, além das grades físicas que os encarceram, existe uma prisão mais profunda na escuridão da nossa compreensão moral. Isso deveria provocar a busca por uma maior empatia por todos os seres e suscitar uma importante reflexão: quem são os verdadeiros enclausurados, esses seres frágeis ou nossa própria consciência? Quando confrontamos o consumo de carne com o sofrimento animal, não podemos ignorar a insensibilidade humana que, freqüentemente, evita encarar a realidade inconveniente por trás de cada pedaço de carne no prato. A verdadeira liberdade não reside apenas na escolha alimentar, mas sim na libertação da indiferença que sufoca nossa compaixão. O estresse vivenciado por esses seres não resulta apenas numa produção hormonal exacerbada, mas também em um eco de despero que ressoa na alma de quem se permite ouvir. Nesse contexto, há um percurso interno para desvendar os distúrbios que nos separam do entendimento pleno do sofrimento alheio. A busca por uma maior empatia envolve a necessidade de repensarmos nossos hábitos. Embora a sociedade ainda não tenha se desvinculado totalmente dos valores proteicos da carne, é fundamental considerarmos métodos menos dolorosos de produção. Dessa forma, o esforço por uma maior compaixão transcende o âmbito emocional e se torna uma questão de responsabilidade. Ao adotarmos práticas alimentares mais éticas, não só contribuímos para o bem-estar dos animais, mas também preservamos o nosso próprio bem-estar e promovemos uma relação mais equilibrada com o meio ambiente. Contudo, entendo a dificuldade dessa mudança, tão enraizada em nossos costumes, e ainda busco uma total conexão. Na realidade, todos somos participantes ativos da teia evolutiva e integrantes valiosos de uma história compartilhada. Devemos enxergar nos animais não apenas formas de vida subordinadas, mas sim indivíduos que integram conosco a busca pela compreensão da complexidade existencial. Portanto, é necessária uma introspecção profunda sobre a condição de nossa consciência, pois a verdadeira libertação ocorrerá quando nos desvencilharmos das correntes que nos impedem de abraçar um estilo de vida mais ético e compassivo, reconhecendo a unicidade e a dignidade de cada ser, independentemente de sua posição na escala evolutiva, pois em verdade são nossos irmãos nas fases iniciais desse grande ciclo biológico, conectados por fios invisíveis que entrelaçam nossos destinos e formam esta complexa tapeçaria da vida.

O texto organiza-se em torno de uma tese, acompanhada de fundamentos para a sua defesa. Esses traços caracterizam um modo de organização discursivo específico, que é o:

Questão 3 de 38 Q3 da prova
Leia o texto a seguir: A desconexão humana com o sofrimento animal Por Mauro Falcão Na medida em que presenciamos o sofrimento dos animais em confinamento para abate percebemos que, além das grades físicas que os encarceram, existe uma prisão mais profunda na escuridão da nossa compreensão moral. Isso deveria provocar a busca por uma maior empatia por todos os seres e suscitar uma importante reflexão: quem são os verdadeiros enclausurados, esses seres frágeis ou nossa própria consciência? Quando confrontamos o consumo de carne com o sofrimento animal, não podemos ignorar a insensibilidade humana que, freqüentemente, evita encarar a realidade inconveniente por trás de cada pedaço de carne no prato. A verdadeira liberdade não reside apenas na escolha alimentar, mas sim na libertação da indiferença que sufoca nossa compaixão. O estresse vivenciado por esses seres não resulta apenas numa produção hormonal exacerbada, mas também em um eco de despero que ressoa na alma de quem se permite ouvir. Nesse contexto, há um percurso interno para desvendar os distúrbios que nos separam do entendimento pleno do sofrimento alheio. A busca por uma maior empatia envolve a necessidade de repensarmos nossos hábitos. Embora a sociedade ainda não tenha se desvinculado totalmente dos valores proteicos da carne, é fundamental considerarmos métodos menos dolorosos de produção. Dessa forma, o esforço por uma maior compaixão transcende o âmbito emocional e se torna uma questão de responsabilidade. Ao adotarmos práticas alimentares mais éticas, não só contribuímos para o bem-estar dos animais, mas também preservamos o nosso próprio bem-estar e promovemos uma relação mais equilibrada com o meio ambiente. Contudo, entendo a dificuldade dessa mudança, tão enraizada em nossos costumes, e ainda busco uma total conexão. Na realidade, todos somos participantes ativos da teia evolutiva e integrantes valiosos de uma história compartilhada. Devemos enxergar nos animais não apenas formas de vida subordinadas, mas sim indivíduos que integram conosco a busca pela compreensão da complexidade existencial. Portanto, é necessária uma introspecção profunda sobre a condição de nossa consciência, pois a verdadeira libertação ocorrerá quando nos desvencilharmos das correntes que nos impedem de abraçar um estilo de vida mais ético e compassivo, reconhecendo a unicidade e a dignidade de cada ser, independentemente de sua posição na escala evolutiva, pois em verdade são nossos irmãos nas fases iniciais desse grande ciclo biológico, conectados por fios invisíveis que entrelaçam nossos destinos e formam esta complexa tapeçaria da vida.

Com relação aos gêneros do discurso, esse texto pode ser classificado como:

Questão 4 de 38 Q4 da prova
Leia o texto a seguir: A desconexão humana com o sofrimento animal Por Mauro Falcão Na medida em que presenciamos o sofrimento dos animais em confinamento para abate percebemos que, além das grades físicas que os encarceram, existe uma prisão mais profunda na escuridão da nossa compreensão moral. Isso deveria provocar a busca por uma maior empatia por todos os seres e suscitar uma importante reflexão: quem são os verdadeiros enclausurados, esses seres frágeis ou nossa própria consciência? Quando confrontamos o consumo de carne com o sofrimento animal, não podemos ignorar a insensibilidade humana que, freqüentemente, evita encarar a realidade inconveniente por trás de cada pedaço de carne no prato. A verdadeira liberdade não reside apenas na escolha alimentar, mas sim na libertação da indiferença que sufoca nossa compaixão. O estresse vivenciado por esses seres não resulta apenas numa produção hormonal exacerbada, mas também em um eco de despero que ressoa na alma de quem se permite ouvir. Nesse contexto, há um percurso interno para desvendar os distúrbios que nos separam do entendimento pleno do sofrimento alheio. A busca por uma maior empatia envolve a necessidade de repensarmos nossos hábitos. Embora a sociedade ainda não tenha se desvinculado totalmente dos valores proteicos da carne, é fundamental considerarmos métodos menos dolorosos de produção. Dessa forma, o esforço por uma maior compaixão transcende o âmbito emocional e se torna uma questão de responsabilidade. Ao adotarmos práticas alimentares mais éticas, não só contribuímos para o bem-estar dos animais, mas também preservamos o nosso próprio bem-estar e promovemos uma relação mais equilibrada com o meio ambiente. Contudo, entendo a dificuldade dessa mudança, tão enraizada em nossos costumes, e ainda busco uma total conexão. Na realidade, todos somos participantes ativos da teia evolutiva e integrantes valiosos de uma história compartilhada. Devemos enxergar nos animais não apenas formas de vida subordinadas, mas sim indivíduos que integram conosco a busca pela compreensão da complexidade existencial. Portanto, é necessária uma introspecção profunda sobre a condição de nossa consciência, pois a verdadeira libertação ocorrerá quando nos desvencilharmos das correntes que nos impedem de abraçar um estilo de vida mais ético e compassivo, reconhecendo a unicidade e a dignidade de cada ser, independentemente de sua posição na escala evolutiva, pois em verdade são nossos irmãos nas fases iniciais desse grande ciclo biológico, conectados por fios invisíveis que entrelaçam nossos destinos e formam esta complexa tapeçaria da vida.

O último parágrafo do texto estabelece uma relação discursiva específica com os trechos anteriores. Trata-se de uma relação de:

Questão 5 de 38 Q5 da prova
Leia o texto a seguir: A desconexão humana com o sofrimento animal Por Mauro Falcão Na medida em que presenciamos o sofrimento dos animais em confinamento para abate percebemos que, além das grades físicas que os encarceram, existe uma prisão mais profunda na escuridão da nossa compreensão moral. Isso deveria provocar a busca por uma maior empatia por todos os seres e suscitar uma importante reflexão: quem são os verdadeiros enclausurados, esses seres frágeis ou nossa própria consciência? Quando confrontamos o consumo de carne com o sofrimento animal, não podemos ignorar a insensibilidade humana que, freqüentemente, evita encarar a realidade inconveniente por trás de cada pedaço de carne no prato. A verdadeira liberdade não reside apenas na escolha alimentar, mas sim na libertação da indiferença que sufoca nossa compaixão. O estresse vivenciado por esses seres não resulta apenas numa produção hormonal exacerbada, mas também em um eco de despero que ressoa na alma de quem se permite ouvir. Nesse contexto, há um percurso interno para desvendar os distúrbios que nos separam do entendimento pleno do sofrimento alheio. A busca por uma maior empatia envolve a necessidade de repensarmos nossos hábitos. Embora a sociedade ainda não tenha se desvinculado totalmente dos valores proteicos da carne, é fundamental considerarmos métodos menos dolorosos de produção. Dessa forma, o esforço por uma maior compaixão transcende o âmbito emocional e se torna uma questão de responsabilidade. Ao adotarmos práticas alimentares mais éticas, não só contribuímos para o bem-estar dos animais, mas também preservamos o nosso próprio bem-estar e promovemos uma relação mais equilibrada com o meio ambiente. Contudo, entendo a dificuldade dessa mudança, tão enraizada em nossos costumes, e ainda busco uma total conexão. Na realidade, todos somos participantes ativos da teia evolutiva e integrantes valiosos de uma história compartilhada. Devemos enxergar nos animais não apenas formas de vida subordinadas, mas sim indivíduos que integram conosco a busca pela compreensão da complexidade existencial. Portanto, é necessária uma introspecção profunda sobre a condição de nossa consciência, pois a verdadeira libertação ocorrerá quando nos desvencilharmos das correntes que nos impedem de abraçar um estilo de vida mais ético e compassivo, reconhecendo a unicidade e a dignidade de cada ser, independentemente de sua posição na escala evolutiva, pois em verdade são nossos irmãos nas fases iniciais desse grande ciclo biológico, conectados por fios invisíveis que entrelaçam nossos destinos e formam esta complexa tapeçaria da vida.

Em “Nesse contexto, há um percurso interno para desvendar os distúrbios que nos separam do entendimento pleno do sofrimento alheio” (3.º parágrafo), o elemento destacado introduz uma oração subordinada:

Questão 6 de 38 Q6 da prova
Leia o texto a seguir: A desconexão humana com o sofrimento animal Por Mauro Falcão Na medida em que presenciamos o sofrimento dos animais em confinamento para abate percebemos que, além das grades físicas que os encarceram, existe uma prisão mais profunda na escuridão da nossa compreensão moral. Isso deveria provocar a busca por uma maior empatia por todos os seres e suscitar uma importante reflexão: quem são os verdadeiros enclausurados, esses seres frágeis ou nossa própria consciência? Quando confrontamos o consumo de carne com o sofrimento animal, não podemos ignorar a insensibilidade humana que, freqüentemente, evita encarar a realidade inconveniente por trás de cada pedaço de carne no prato. A verdadeira liberdade não reside apenas na escolha alimentar, mas sim na libertação da indiferença que sufoca nossa compaixão. O estresse vivenciado por esses seres não resulta apenas numa produção hormonal exacerbada, mas também em um eco de despero que ressoa na alma de quem se permite ouvir. Nesse contexto, há um percurso interno para desvendar os distúrbios que nos separam do entendimento pleno do sofrimento alheio. A busca por uma maior empatia envolve a necessidade de repensarmos nossos hábitos. Embora a sociedade ainda não tenha se desvinculado totalmente dos valores proteicos da carne, é fundamental considerarmos métodos menos dolorosos de produção. Dessa forma, o esforço por uma maior compaixão transcende o âmbito emocional e se torna uma questão de responsabilidade. Ao adotarmos práticas alimentares mais éticas, não só contribuímos para o bem-estar dos animais, mas também preservamos o nosso próprio bem-estar e promovemos uma relação mais equilibrada com o meio ambiente. Contudo, entendo a dificuldade dessa mudança, tão enraizada em nossos costumes, e ainda busco uma total conexão. Na realidade, todos somos participantes ativos da teia evolutiva e integrantes valiosos de uma história compartilhada. Devemos enxergar nos animais não apenas formas de vida subordinadas, mas sim indivíduos que integram conosco a busca pela compreensão da complexidade existencial. Portanto, é necessária uma introspecção profunda sobre a condição de nossa consciência, pois a verdadeira libertação ocorrerá quando nos desvencilharmos das correntes que nos impedem de abraçar um estilo de vida mais ético e compassivo, reconhecendo a unicidade e a dignidade de cada ser, independentemente de sua posição na escala evolutiva, pois em verdade são nossos irmãos nas fases iniciais desse grande ciclo biológico, conectados por fios invisíveis que entrelaçam nossos destinos e formam esta complexa tapeçaria da vida.

Em “Embora a sociedade ainda não tenha se desvinculado totalmente dos valores proteicos da carne, é fundamental considerarmos métodos menos dolorosos de produção” (4.º parágrafo), o conectivo destacado expressa sentido:

Questão 7 de 38 Q7 da prova
Leia o texto a seguir: A desconexão humana com o sofrimento animal Por Mauro Falcão Na medida em que presenciamos o sofrimento dos animais em confinamento para abate percebemos que, além das grades físicas que os encarceram, existe uma prisão mais profunda na escuridão da nossa compreensão moral. Isso deveria provocar a busca por uma maior empatia por todos os seres e suscitar uma importante reflexão: quem são os verdadeiros enclausurados, esses seres frágeis ou nossa própria consciência? Quando confrontamos o consumo de carne com o sofrimento animal, não podemos ignorar a insensibilidade humana que, freqüentemente, evita encarar a realidade inconveniente por trás de cada pedaço de carne no prato. A verdadeira liberdade não reside apenas na escolha alimentar, mas sim na libertação da indiferença que sufoca nossa compaixão. O estresse vivenciado por esses seres não resulta apenas numa produção hormonal exacerbada, mas também em um eco de despero que ressoa na alma de quem se permite ouvir. Nesse contexto, há um percurso interno para desvendar os distúrbios que nos separam do entendimento pleno do sofrimento alheio. A busca por uma maior empatia envolve a necessidade de repensarmos nossos hábitos. Embora a sociedade ainda não tenha se desvinculado totalmente dos valores proteicos da carne, é fundamental considerarmos métodos menos dolorosos de produção. Dessa forma, o esforço por uma maior compaixão transcende o âmbito emocional e se torna uma questão de responsabilidade. Ao adotarmos práticas alimentares mais éticas, não só contribuímos para o bem-estar dos animais, mas também preservamos o nosso próprio bem-estar e promovemos uma relação mais equilibrada com o meio ambiente. Contudo, entendo a dificuldade dessa mudança, tão enraizada em nossos costumes, e ainda busco uma total conexão. Na realidade, todos somos participantes ativos da teia evolutiva e integrantes valiosos de uma história compartilhada. Devemos enxergar nos animais não apenas formas de vida subordinadas, mas sim indivíduos que integram conosco a busca pela compreensão da complexidade existencial. Portanto, é necessária uma introspecção profunda sobre a condição de nossa consciência, pois a verdadeira libertação ocorrerá quando nos desvencilharmos das correntes que nos impedem de abraçar um estilo de vida mais ético e compassivo, reconhecendo a unicidade e a dignidade de cada ser, independentemente de sua posição na escala evolutiva, pois em verdade são nossos irmãos nas fases iniciais desse grande ciclo biológico, conectados por fios invisíveis que entrelaçam nossos destinos e formam esta complexa tapeçaria da vida.

Em “A busca por uma maior empatia envolve a necessidade de repensarmos nossos hábitos” (4.º parágrafo), a forma verbal em destaque está flexionada no:

Questão 8 de 38 Q8 da prova
Leia o texto a seguir: A desconexão humana com o sofrimento animal Por Mauro Falcão Na medida em que presenciamos o sofrimento dos animais em confinamento para abate percebemos que, além das grades físicas que os encarceram, existe uma prisão mais profunda na escuridão da nossa compreensão moral. Isso deveria provocar a busca por uma maior empatia por todos os seres e suscitar uma importante reflexão: quem são os verdadeiros enclausurados, esses seres frágeis ou nossa própria consciência? Quando confrontamos o consumo de carne com o sofrimento animal, não podemos ignorar a insensibilidade humana que, freqüentemente, evita encarar a realidade inconveniente por trás de cada pedaço de carne no prato. A verdadeira liberdade não reside apenas na escolha alimentar, mas sim na libertação da indiferença que sufoca nossa compaixão. O estresse vivenciado por esses seres não resulta apenas numa produção hormonal exacerbada, mas também em um eco de despero que ressoa na alma de quem se permite ouvir. Nesse contexto, há um percurso interno para desvendar os distúrbios que nos separam do entendimento pleno do sofrimento alheio. A busca por uma maior empatia envolve a necessidade de repensarmos nossos hábitos. Embora a sociedade ainda não tenha se desvinculado totalmente dos valores proteicos da carne, é fundamental considerarmos métodos menos dolorosos de produção. Dessa forma, o esforço por uma maior compaixão transcende o âmbito emocional e se torna uma questão de responsabilidade. Ao adotarmos práticas alimentares mais éticas, não só contribuímos para o bem-estar dos animais, mas também preservamos o nosso próprio bem-estar e promovemos uma relação mais equilibrada com o meio ambiente. Contudo, entendo a dificuldade dessa mudança, tão enraizada em nossos costumes, e ainda busco uma total conexão. Na realidade, todos somos participantes ativos da teia evolutiva e integrantes valiosos de uma história compartilhada. Devemos enxergar nos animais não apenas formas de vida subordinadas, mas sim indivíduos que integram conosco a busca pela compreensão da complexidade existencial. Portanto, é necessária uma introspecção profunda sobre a condição de nossa consciência, pois a verdadeira libertação ocorrerá quando nos desvencilharmos das correntes que nos impedem de abraçar um estilo de vida mais ético e compassivo, reconhecendo a unicidade e a dignidade de cada ser, independentemente de sua posição na escala evolutiva, pois em verdade são nossos irmãos nas fases iniciais desse grande ciclo biológico, conectados por fios invisíveis que entrelaçam nossos destinos e formam esta complexa tapeçaria da vida.

Na expressão “valores proteicos da carne” (4.º parágrafo), à luz do Novo Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa, há uma razão para a palavra em destaque não ser acentuada. Outra palavra que também não é acentuada pela mesma razão é:

Questão 9 de 38 Q9 da prova
Leia o texto a seguir: A desconexão humana com o sofrimento animal Por Mauro Falcão Na medida em que presenciamos o sofrimento dos animais em confinamento para abate percebemos que, além das grades físicas que os encarceram, existe uma prisão mais profunda na escuridão da nossa compreensão moral. Isso deveria provocar a busca por uma maior empatia por todos os seres e suscitar uma importante reflexão: quem são os verdadeiros enclausurados, esses seres frágeis ou nossa própria consciência? Quando confrontamos o consumo de carne com o sofrimento animal, não podemos ignorar a insensibilidade humana que, freqüentemente, evita encarar a realidade inconveniente por trás de cada pedaço de carne no prato. A verdadeira liberdade não reside apenas na escolha alimentar, mas sim na libertação da indiferença que sufoca nossa compaixão. O estresse vivenciado por esses seres não resulta apenas numa produção hormonal exacerbada, mas também em um eco de despero que ressoa na alma de quem se permite ouvir. Nesse contexto, há um percurso interno para desvendar os distúrbios que nos separam do entendimento pleno do sofrimento alheio. A busca por uma maior empatia envolve a necessidade de repensarmos nossos hábitos. Embora a sociedade ainda não tenha se desvinculado totalmente dos valores proteicos da carne, é fundamental considerarmos métodos menos dolorosos de produção. Dessa forma, o esforço por uma maior compaixão transcende o âmbito emocional e se torna uma questão de responsabilidade. Ao adotarmos práticas alimentares mais éticas, não só contribuímos para o bem-estar dos animais, mas também preservamos o nosso próprio bem-estar e promovemos uma relação mais equilibrada com o meio ambiente. Contudo, entendo a dificuldade dessa mudança, tão enraizada em nossos costumes, e ainda busco uma total conexão. Na realidade, todos somos participantes ativos da teia evolutiva e integrantes valiosos de uma história compartilhada. Devemos enxergar nos animais não apenas formas de vida subordinadas, mas sim indivíduos que integram conosco a busca pela compreensão da complexidade existencial. Portanto, é necessária uma introspecção profunda sobre a condição de nossa consciência, pois a verdadeira libertação ocorrerá quando nos desvencilharmos das correntes que nos impedem de abraçar um estilo de vida mais ético e compassivo, reconhecendo a unicidade e a dignidade de cada ser, independentemente de sua posição na escala evolutiva, pois em verdade são nossos irmãos nas fases iniciais desse grande ciclo biológico, conectados por fios invisíveis que entrelaçam nossos destinos e formam esta complexa tapeçaria da vida.

Em “Dessa forma, o esforço por uma maior compaixão transcende o âmbito emocional e se torna uma questão de responsabilidade” (4.º parágrafo), a expressão destacada serve para introduzir a noção semântica de:

Questão 10 de 38 Q10 da prova
Leia o texto a seguir: A desconexão humana com o sofrimento animal Por Mauro Falcão Na medida em que presenciamos o sofrimento dos animais em confinamento para abate percebemos que, além das grades físicas que os encarceram, existe uma prisão mais profunda na escuridão da nossa compreensão moral. Isso deveria provocar a busca por uma maior empatia por todos os seres e suscitar uma importante reflexão: quem são os verdadeiros enclausurados, esses seres frágeis ou nossa própria consciência? Quando confrontamos o consumo de carne com o sofrimento animal, não podemos ignorar a insensibilidade humana que, freqüentemente, evita encarar a realidade inconveniente por trás de cada pedaço de carne no prato. A verdadeira liberdade não reside apenas na escolha alimentar, mas sim na libertação da indiferença que sufoca nossa compaixão. O estresse vivenciado por esses seres não resulta apenas numa produção hormonal exacerbada, mas também em um eco de despero que ressoa na alma de quem se permite ouvir. Nesse contexto, há um percurso interno para desvendar os distúrbios que nos separam do entendimento pleno do sofrimento alheio. A busca por uma maior empatia envolve a necessidade de repensarmos nossos hábitos. Embora a sociedade ainda não tenha se desvinculado totalmente dos valores proteicos da carne, é fundamental considerarmos métodos menos dolorosos de produção. Dessa forma, o esforço por uma maior compaixão transcende o âmbito emocional e se torna uma questão de responsabilidade. Ao adotarmos práticas alimentares mais éticas, não só contribuímos para o bem-estar dos animais, mas também preservamos o nosso próprio bem-estar e promovemos uma relação mais equilibrada com o meio ambiente. Contudo, entendo a dificuldade dessa mudança, tão enraizada em nossos costumes, e ainda busco uma total conexão. Na realidade, todos somos participantes ativos da teia evolutiva e integrantes valiosos de uma história compartilhada. Devemos enxergar nos animais não apenas formas de vida subordinadas, mas sim indivíduos que integram conosco a busca pela compreensão da complexidade existencial. Portanto, é necessária uma introspecção profunda sobre a condição de nossa consciência, pois a verdadeira libertação ocorrerá quando nos desvencilharmos das correntes que nos impedem de abraçar um estilo de vida mais ético e compassivo, reconhecendo a unicidade e a dignidade de cada ser, independentemente de sua posição na escala evolutiva, pois em verdade são nossos irmãos nas fases iniciais desse grande ciclo biológico, conectados por fios invisíveis que entrelaçam nossos destinos e formam esta complexa tapeçaria da vida.

Na palavra LIBERTA ÇÃO, o elemento destacado é um sufixo. Esse mesmo elemento mórfico, com função análoga, está presente em:

Questão 11 de 38 Q11 da prova

No uso do sistema operacional Ubuntu Linux, em um microcomputador Intel, o comando “mkdir araguaia”, executado na linha de prompt, tem a seguinte função:

Questão 12 de 38 Q13 da prova

A planilha da figura foi criada no Excel 2019 BR, tendo sido realizados os procedimentos listados a seguir. I. Em F9, foi inserida uma fórmula, usando o conceito de referência absoluta, que multiplica o valor do código em D9 pelo salário-mínimo de referência mostrado em F6. Em seguida, a fórmula em F9 foi selecionada e copiada para F10, F11 e F12. II. Para finalizar, em F4, foi inserida uma fórmula que determina o maior valor entre os valores mostrados em F9, F10, F11 e F12. Nessas condições, as fórmulas inseridas em F9 e F12 são, respectivamente:

Questão 13 de 38 Q15 da prova

No que refere à segurança em redes e na internet, uma técnica de crime cibernético usa fraude e engano visando a manipular as vítimas para que cliquem em links maliciosos ou divulguem informações pessoais confidenciais. É um ataque em que o invasor usa truques de engenharia social para enganar as vítimas e fazê-las revelar dados privados ou clicar em um link malicioso, e que possui três componentes, primeiro, o ataque é realizado por meio de comunicações eletrônicas, como um e-mail ou uma chamada telefônica; segundo, o invasor se disfarça como uma pessoa ou organização em que você confia; terceiro, o objetivo é obter informações pessoais confidenciais, como credenciais de login ou números de cartão de crédito. Essa técnica é conhecida como:

Questão 14 de 38 Q16 da prova

Na classificação dos atos administrativos quanto à exequibilidade, aqueles que estão em condições de produzir efeitos jurídicos, pois já possuem todos os ciclos completados, denominam-se:

Questão 15 de 38 Q17 da prova

Os direitos fundamentais inseridos na Constituição Federal de 1988, que estão diretamente ligados à pessoa humana no que diz respeito ao direito à liberdade e à dignidade, são conhecidos como:

Questão 16 de 38 Q18 da prova

Segundo a Constituição Federal de 1988, o repúdio ao terrorismo e ao racismo e a prevalência dos direitos humanos são considerados:

Questão 17 de 38 Q19 da prova

De acordo com a Lei Orgânica do Município de Alto Araguaia/MT, a expansão social do mercado consumidor e a defesa do meio ambiente e dos recursos naturais são metas relativas ao:

Questão 18 de 38 Q20 da prova

Segundo a Lei Orgânica do Município de Alto Araguaia/MT, o ensino fundamental e a educação infantil são de atuações prioritárias do município. Um dos princípios norteadores do ensino é a sua:

Questão 19 de 38 Q21 da prova

A serviço da evolução dos resultados educacionais da escola, o Projeto Pedagógico, elaborado coletivamente, deve apresentar, em seu diagnóstico:

Questão 20 de 38 Q22 da prova

Ao elaborar o plano de curso, o plano de unidade e o plano de aula, o docente está fazendo a previsão de ações e procedimentos organizados, visando à aprendizagem dos estudantes. Todo esse planejamento é conhecido como:

Questão 21 de 38 Q23 da prova

A teoria crítica do currículo, inicialmente, concentrou-se na análise da dinâmica de classe ao investigar sobre seu objeto de estudo. Entretanto, como afirma SILVA (1999, p. 91), “tornou-se logo evidente que as relações de desigualdade e de poder na educação e no currículo não podiam ficar restritas à classe social”. Era preciso, portanto, considerar também:

Questão 22 de 38 Q24 da prova

De acordo com Vasconcellos (2002, p. 95), o planejamento curricular “é a proposta geral das experiências de aprendizagem que serão oferecidas pela escola, incorporada nos diversos componentes curriculares”. Sendo assim, ele deve ser elaborado:

Questão 23 de 38 Q25 da prova

Considerando a previsão legal vigente, a modalidade de educação escolar oferecida preferencialmente na rede regular de ensino, para educandos com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades ou superdotação, recebe o nome de:

Questão 24 de 38 Q26 da prova

Os eventos de letramento são significativos para a compreensão da diferença entre alfabetização e letramento, uma vez que dizem respeito a:

Questão 25 de 38 Q27 da prova

Marlene, professora do 1º ano do Ensino Fundamental, deseja que seus alunos aprendam a usar a língua escrita em diferentes situações. Para isso, incluiu, em seu planejamento, propostas de leitura e escrita de bilhetes e convites, porque entende que os gêneros textuais são:

Questão 26 de 38 Q28 da prova

No conjunto da documentação educacional, o regimento escolar, orientador das condutas e dos procedimentos legais da escola, destaca-se, porque:

Questão 27 de 38 Q29 da prova

Para a construção do conhecimento científico pela criança, a busca de informações em fontes variadas é procedimento importante, pois permite a elaboração/reelaboração de suas ideias e atitudes e favorece o desenvolvimento de sua autonomia. São modalidades desse procedimento a:

Questão 28 de 38 Q30 da prova

A proposta de ofertar o Atendimento Educacional em turno inverso ao da escolarização, de modo a contribuir efetivamente para a garantia do acesso dos alunos à educação comum e a disponibilização dos serviços e dos apoios que complementam sua formação nas classes comuns da rede regular de ensino, responde à necessidade de superar o caráter substitutivo da Educação Especial e concebê-la na perspectiva:

Questão 29 de 38 Q31 da prova

Na história da educação brasileira, é possível identificar diferentes concepções pedagógicas, entre elas, destaca-se a tradicional, denominada por Paulo Freire de educação bancária, porque:

Questão 30 de 38 Q32 da prova

Conforme preconiza a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional n.º 9.394, a educação digital deve ser oferecida com o/a:

Questão 31 de 38 Q33 da prova

As Diretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino Fundamental de 9 (nove) anos estabelecem que as propostas curriculares do ensino fundamental visarão desenvolver o educando, assegurar-lhe a formação comum indispensável para o exercício da cidadania e:

Questão 32 de 38 Q34 da prova

A avaliação, como indicam os Parâmetros Curriculares Nacionais, diz respeito não só ao aluno, mas também ao professor e ao próprio sistema escolar, sendo considerada:

Questão 33 de 38 Q35 da prova

Não existem formas únicas para o ensino de matemática. Por isso, diversas possibilidades de trabalho em sala de aula são fundamentais para que o professor construa sua prática. Assim, um dos recursos recomendados pelos Parâmetros Curriculares Nacionais de Matemática é o/a:

Questão 34 de 38 Q36 da prova

Ao longo da Educação Básica, como estabelece a Base Nacional Comum Curricular, deve ser assegurado aos estudantes o desenvolvimento de dez competências gerais que:

Questão 35 de 38 Q37 da prova

Dentre as possibilidades de construir práticas pedagógicas integradas no cotidiano escolar, estão muito disseminados os projetos de trabalho que, devidamente desenvolvidos, muito podem contribuir para o/a:

Questão 36 de 38 Q38 da prova

Na organização da educação escolar brasileira, encontram-se os seguintes níveis:

Questão 37 de 38 Q39 da prova

Considerando o que determinam as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Infantil, as propostas pedagógicas para os povos indígenas que optarem pela Educação Infantil devem:

Questão 38 de 38 Q40 da prova

Na perspectiva inclusiva de educação especial, importante papel cumprem os recursos de acessibilidade, pois asseguram:

Acertos
Erros
38
Total