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Prova Professor Polivalente - Pref. Salgado de São Felix/PB
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Questão 1 de 40 Q1 da prova
Leia o texto abaixo e responda da questão 1 à 5. A (IN)EXISTÊNCIA DA EMPATIA EM UMA SOCIEDADE LÍQUIDA E SUPERFICIAL “[...] Valeu a pena? Tudo vale a pena Se a alma não é pequena. Quem quer passar além do Bojador Tem que passar além da dor. Deus ao mar o perigo e o abismo deu, Mas nele é que espelhou o céu.” Fernando Pessoa Das palavras de Fernando Pessoa, ecoam, em minha mente, os versos “Tudo vale a pena, se a alma não é pequena”. Isso me faz pensar na importância de agirmos não apenas mecanicamente, mas, sobremaneira, espiritualmente. Será que nossas ações diárias visam o bem-estar, também, dos outros? Ou será que nossa alma é pequena a ponto de pensarmos apenas em nosso benefício próprio? Infelizmente, diante da globalização, parece-me que as pessoas estão, cada vez mais, mecânicas e menos humanas, uma vez que é priorizado o bem material, bem de consumo, em detrimento do bem espiritual. Nessa linha de raciocínio, como brasileira, por meio de evidências presentes em nossa realidade social, reflito sobre a “invisibilidade pública” (COSTA, 2004) decorrente de ações oriundas de uma sociedade moderna e líquida (BAUMAN, 2001), cuja fluidez nos consome diariamente. Em primeiro lugar, percebo, no dia a dia, a supervalorização de umas funções, como, por exemplo, a de médico, engenheiro, advogado, em detrimento de outras, não menos importantes, tais como: gari, pedreiro, eletricista, dentre tantas outras. Como comprovado por Costa (2004), nossa sociedade tende a invisibilizar essas profissões cujos cidadãos são da classe trabalhadora, como se eles tivessem a obrigação de servir os grupos privilegiados. Pessoas que possuem este pensamento, como diria o poeta português Fernando Pessoa, parecem apresentar a alma pequena, pois não conseguem enxergar a semelhança e dependência que todos nós, cidadãos, temos em comunidade, independentemente da posição social que ocupamos. O que seria de nós, por exemplo, sem o advogado, o médico, o engenheiro e o professor? Mas, também, o que seria de nós sem o gari que higieniza nossas vias públicas, o pedreiro que constrói nossas casas e o eletricista que nos possibilita a luz elétrica para que possamos ter mais conforto e, até mesmo, cumprir nossas funções diárias? Essas reflexões me fazem compreender, em segundo lugar, que essa supervalorização e, por conseguinte, a invisibilidade pública (COSTA, 2004) é decorrente de uma modernidade líquida, conforme aponta Bauman (2001), a qual tem como prioridade os bens de consumo; bens esses que chegam às mãos dos pobres com muito mais dificuldade. Uma sociedade que cultiva ações materiais, em detrimento de ações de compaixão e solidariedade. Enxergo, como fruto desta realidade, pessoas que constroem suas mansões em alicerces superficiais e vazios, uma vez que, embora possuam os materiais de construção mais caros e luxuosos, não possuem sentimentos simples e imprescindíveis, tais como: o amor e a empatia. Portanto, concluo que essas pessoas priorizam tanto os bens concretos que esquecem os mais importantes, aqueles que não são visíveis aos nossos olhos, mas que sentimos (SAINT-EXUPÉRY, 1987). São sentimentos que nos propiciam alicerçar a nossa moradia da maneira mais forte possível, propiciando-nos a capacidade de sermos empáticos; em outras palavras, segundo o psicólogo norte-americano Carl Rogers, é importante procurarmos enxergar o mundo com os olhos do outro, em vez de enxergarmos o nosso mundo como um reflexo nos olhos dele (ROGERS, 2017). Defendo, dessa maneira, que nem as melhores tecnologias ou lentes do mundo são capazes de nos fazer enxergar com os olhos do outro, quando temos a alma pequena, uma vez que compreendo que é procurando edificar ações mais coerentes e empáticas, em meio a uma sociedade alicerçada em superficialidades, que tornaremos visíveis as necessidades e angústias do próximo, em prol da “visibilidade pública” e grandeza de nosso espírito.

Após leitura do texto acima, analise, como verdadeiras (V) ou falsas (F), as afirmativas abaixo. I- ( ) Em termos de gênero textual, o texto em questão trata-se de um artigo de opinião; II- ( ) O autor defende a visibilidade pública como reflexo de uma sociedade líquida e superficial, com indivíduos de alma pequena; III- ( ) A heterogeneidade discursiva, no texto, revela-se por meio da intertextualidade que se concretiza, por exemplo, na retomada do poema de Fernando Pessoa e do livro “O pequeno Príncipe” de Antoine Saint-Exupéry; IV- ( ) No que tange à tipologia textual, percebemos a predominância da descrição e da argumentação. Após análise das afirmativas, conclui-se que a sequência correta é:

Questão 2 de 40 Q2 da prova
Leia o texto abaixo e responda da questão 1 à 5. A (IN)EXISTÊNCIA DA EMPATIA EM UMA SOCIEDADE LÍQUIDA E SUPERFICIAL “[...] Valeu a pena? Tudo vale a pena Se a alma não é pequena. Quem quer passar além do Bojador Tem que passar além da dor. Deus ao mar o perigo e o abismo deu, Mas nele é que espelhou o céu.” Fernando Pessoa Das palavras de Fernando Pessoa, ecoam, em minha mente, os versos “Tudo vale a pena, se a alma não é pequena”. Isso me faz pensar na importância de agirmos não apenas mecanicamente, mas, sobremaneira, espiritualmente. Será que nossas ações diárias visam o bem-estar, também, dos outros? Ou será que nossa alma é pequena a ponto de pensarmos apenas em nosso benefício próprio? Infelizmente, diante da globalização, parece-me que as pessoas estão, cada vez mais, mecânicas e menos humanas, uma vez que é priorizado o bem material, bem de consumo, em detrimento do bem espiritual. Nessa linha de raciocínio, como brasileira, por meio de evidências presentes em nossa realidade social, reflito sobre a “invisibilidade pública” (COSTA, 2004) decorrente de ações oriundas de uma sociedade moderna e líquida (BAUMAN, 2001), cuja fluidez nos consome diariamente. Em primeiro lugar, percebo, no dia a dia, a supervalorização de umas funções, como, por exemplo, a de médico, engenheiro, advogado, em detrimento de outras, não menos importantes, tais como: gari, pedreiro, eletricista, dentre tantas outras. Como comprovado por Costa (2004), nossa sociedade tende a invisibilizar essas profissões cujos cidadãos são da classe trabalhadora, como se eles tivessem a obrigação de servir os grupos privilegiados. Pessoas que possuem este pensamento, como diria o poeta português Fernando Pessoa, parecem apresentar a alma pequena, pois não conseguem enxergar a semelhança e dependência que todos nós, cidadãos, temos em comunidade, independentemente da posição social que ocupamos. O que seria de nós, por exemplo, sem o advogado, o médico, o engenheiro e o professor? Mas, também, o que seria de nós sem o gari que higieniza nossas vias públicas, o pedreiro que constrói nossas casas e o eletricista que nos possibilita a luz elétrica para que possamos ter mais conforto e, até mesmo, cumprir nossas funções diárias? Essas reflexões me fazem compreender, em segundo lugar, que essa supervalorização e, por conseguinte, a invisibilidade pública (COSTA, 2004) é decorrente de uma modernidade líquida, conforme aponta Bauman (2001), a qual tem como prioridade os bens de consumo; bens esses que chegam às mãos dos pobres com muito mais dificuldade. Uma sociedade que cultiva ações materiais, em detrimento de ações de compaixão e solidariedade. Enxergo, como fruto desta realidade, pessoas que constroem suas mansões em alicerces superficiais e vazios, uma vez que, embora possuam os materiais de construção mais caros e luxuosos, não possuem sentimentos simples e imprescindíveis, tais como: o amor e a empatia. Portanto, concluo que essas pessoas priorizam tanto os bens concretos que esquecem os mais importantes, aqueles que não são visíveis aos nossos olhos, mas que sentimos (SAINT-EXUPÉRY, 1987). São sentimentos que nos propiciam alicerçar a nossa moradia da maneira mais forte possível, propiciando-nos a capacidade de sermos empáticos; em outras palavras, segundo o psicólogo norte-americano Carl Rogers, é importante procurarmos enxergar o mundo com os olhos do outro, em vez de enxergarmos o nosso mundo como um reflexo nos olhos dele (ROGERS, 2017). Defendo, dessa maneira, que nem as melhores tecnologias ou lentes do mundo são capazes de nos fazer enxergar com os olhos do outro, quando temos a alma pequena, uma vez que compreendo que é procurando edificar ações mais coerentes e empáticas, em meio a uma sociedade alicerçada em superficialidades, que tornaremos visíveis as necessidades e angústias do próximo, em prol da “visibilidade pública” e grandeza de nosso espírito.

Assinale, abaixo, a alternativa que apresenta um antônimo para o termo em destaque no seguinte excerto do texto: “[...] cuja fluidez nos consome diariamente.”.

Questão 3 de 40 Q3 da prova
Leia o texto abaixo e responda da questão 1 à 5. A (IN)EXISTÊNCIA DA EMPATIA EM UMA SOCIEDADE LÍQUIDA E SUPERFICIAL “[...] Valeu a pena? Tudo vale a pena Se a alma não é pequena. Quem quer passar além do Bojador Tem que passar além da dor. Deus ao mar o perigo e o abismo deu, Mas nele é que espelhou o céu.” Fernando Pessoa Das palavras de Fernando Pessoa, ecoam, em minha mente, os versos “Tudo vale a pena, se a alma não é pequena”. Isso me faz pensar na importância de agirmos não apenas mecanicamente, mas, sobremaneira, espiritualmente. Será que nossas ações diárias visam o bem-estar, também, dos outros? Ou será que nossa alma é pequena a ponto de pensarmos apenas em nosso benefício próprio? Infelizmente, diante da globalização, parece-me que as pessoas estão, cada vez mais, mecânicas e menos humanas, uma vez que é priorizado o bem material, bem de consumo, em detrimento do bem espiritual. Nessa linha de raciocínio, como brasileira, por meio de evidências presentes em nossa realidade social, reflito sobre a “invisibilidade pública” (COSTA, 2004) decorrente de ações oriundas de uma sociedade moderna e líquida (BAUMAN, 2001), cuja fluidez nos consome diariamente. Em primeiro lugar, percebo, no dia a dia, a supervalorização de umas funções, como, por exemplo, a de médico, engenheiro, advogado, em detrimento de outras, não menos importantes, tais como: gari, pedreiro, eletricista, dentre tantas outras. Como comprovado por Costa (2004), nossa sociedade tende a invisibilizar essas profissões cujos cidadãos são da classe trabalhadora, como se eles tivessem a obrigação de servir os grupos privilegiados. Pessoas que possuem este pensamento, como diria o poeta português Fernando Pessoa, parecem apresentar a alma pequena, pois não conseguem enxergar a semelhança e dependência que todos nós, cidadãos, temos em comunidade, independentemente da posição social que ocupamos. O que seria de nós, por exemplo, sem o advogado, o médico, o engenheiro e o professor? Mas, também, o que seria de nós sem o gari que higieniza nossas vias públicas, o pedreiro que constrói nossas casas e o eletricista que nos possibilita a luz elétrica para que possamos ter mais conforto e, até mesmo, cumprir nossas funções diárias? Essas reflexões me fazem compreender, em segundo lugar, que essa supervalorização e, por conseguinte, a invisibilidade pública (COSTA, 2004) é decorrente de uma modernidade líquida, conforme aponta Bauman (2001), a qual tem como prioridade os bens de consumo; bens esses que chegam às mãos dos pobres com muito mais dificuldade. Uma sociedade que cultiva ações materiais, em detrimento de ações de compaixão e solidariedade. Enxergo, como fruto desta realidade, pessoas que constroem suas mansões em alicerces superficiais e vazios, uma vez que, embora possuam os materiais de construção mais caros e luxuosos, não possuem sentimentos simples e imprescindíveis, tais como: o amor e a empatia. Portanto, concluo que essas pessoas priorizam tanto os bens concretos que esquecem os mais importantes, aqueles que não são visíveis aos nossos olhos, mas que sentimos (SAINT-EXUPÉRY, 1987). São sentimentos que nos propiciam alicerçar a nossa moradia da maneira mais forte possível, propiciando-nos a capacidade de sermos empáticos; em outras palavras, segundo o psicólogo norte-americano Carl Rogers, é importante procurarmos enxergar o mundo com os olhos do outro, em vez de enxergarmos o nosso mundo como um reflexo nos olhos dele (ROGERS, 2017). Defendo, dessa maneira, que nem as melhores tecnologias ou lentes do mundo são capazes de nos fazer enxergar com os olhos do outro, quando temos a alma pequena, uma vez que compreendo que é procurando edificar ações mais coerentes e empáticas, em meio a uma sociedade alicerçada em superficialidades, que tornaremos visíveis as necessidades e angústias do próximo, em prol da “visibilidade pública” e grandeza de nosso espírito.

No período “(I) Isso me faz pensar na importância de agirmos não apenas mecanicamente, (II) mas, sobremaneira, espiritualmente.”, retirado do primeiro parágrafo do texto acima, os termos em destaque constroem, respectivamente:

Questão 4 de 40 Q4 da prova
Leia o texto abaixo e responda da questão 1 à 5. A (IN)EXISTÊNCIA DA EMPATIA EM UMA SOCIEDADE LÍQUIDA E SUPERFICIAL “[...] Valeu a pena? Tudo vale a pena Se a alma não é pequena. Quem quer passar além do Bojador Tem que passar além da dor. Deus ao mar o perigo e o abismo deu, Mas nele é que espelhou o céu.” Fernando Pessoa Das palavras de Fernando Pessoa, ecoam, em minha mente, os versos “Tudo vale a pena, se a alma não é pequena”. Isso me faz pensar na importância de agirmos não apenas mecanicamente, mas, sobremaneira, espiritualmente. Será que nossas ações diárias visam o bem-estar, também, dos outros? Ou será que nossa alma é pequena a ponto de pensarmos apenas em nosso benefício próprio? Infelizmente, diante da globalização, parece-me que as pessoas estão, cada vez mais, mecânicas e menos humanas, uma vez que é priorizado o bem material, bem de consumo, em detrimento do bem espiritual. Nessa linha de raciocínio, como brasileira, por meio de evidências presentes em nossa realidade social, reflito sobre a “invisibilidade pública” (COSTA, 2004) decorrente de ações oriundas de uma sociedade moderna e líquida (BAUMAN, 2001), cuja fluidez nos consome diariamente. Em primeiro lugar, percebo, no dia a dia, a supervalorização de umas funções, como, por exemplo, a de médico, engenheiro, advogado, em detrimento de outras, não menos importantes, tais como: gari, pedreiro, eletricista, dentre tantas outras. Como comprovado por Costa (2004), nossa sociedade tende a invisibilizar essas profissões cujos cidadãos são da classe trabalhadora, como se eles tivessem a obrigação de servir os grupos privilegiados. Pessoas que possuem este pensamento, como diria o poeta português Fernando Pessoa, parecem apresentar a alma pequena, pois não conseguem enxergar a semelhança e dependência que todos nós, cidadãos, temos em comunidade, independentemente da posição social que ocupamos. O que seria de nós, por exemplo, sem o advogado, o médico, o engenheiro e o professor? Mas, também, o que seria de nós sem o gari que higieniza nossas vias públicas, o pedreiro que constrói nossas casas e o eletricista que nos possibilita a luz elétrica para que possamos ter mais conforto e, até mesmo, cumprir nossas funções diárias? Essas reflexões me fazem compreender, em segundo lugar, que essa supervalorização e, por conseguinte, a invisibilidade pública (COSTA, 2004) é decorrente de uma modernidade líquida, conforme aponta Bauman (2001), a qual tem como prioridade os bens de consumo; bens esses que chegam às mãos dos pobres com muito mais dificuldade. Uma sociedade que cultiva ações materiais, em detrimento de ações de compaixão e solidariedade. Enxergo, como fruto desta realidade, pessoas que constroem suas mansões em alicerces superficiais e vazios, uma vez que, embora possuam os materiais de construção mais caros e luxuosos, não possuem sentimentos simples e imprescindíveis, tais como: o amor e a empatia. Portanto, concluo que essas pessoas priorizam tanto os bens concretos que esquecem os mais importantes, aqueles que não são visíveis aos nossos olhos, mas que sentimos (SAINT-EXUPÉRY, 1987). São sentimentos que nos propiciam alicerçar a nossa moradia da maneira mais forte possível, propiciando-nos a capacidade de sermos empáticos; em outras palavras, segundo o psicólogo norte-americano Carl Rogers, é importante procurarmos enxergar o mundo com os olhos do outro, em vez de enxergarmos o nosso mundo como um reflexo nos olhos dele (ROGERS, 2017). Defendo, dessa maneira, que nem as melhores tecnologias ou lentes do mundo são capazes de nos fazer enxergar com os olhos do outro, quando temos a alma pequena, uma vez que compreendo que é procurando edificar ações mais coerentes e empáticas, em meio a uma sociedade alicerçada em superficialidades, que tornaremos visíveis as necessidades e angústias do próximo, em prol da “visibilidade pública” e grandeza de nosso espírito.

Compreendendo que o título é o retrato de um texto, de modo que, a partir dele, o autor pode revelar a temática e, até mesmo, o seu posicionamento no texto, no caso de gêneros argumentativos, assinale, a seguir, a alternativa que apresenta a reescrita mais adequada do título “A in(existência) da empatia em uma sociedade líquida e superficial”.

Questão 5 de 40 Q5 da prova
Leia o texto abaixo e responda da questão 1 à 5. A (IN)EXISTÊNCIA DA EMPATIA EM UMA SOCIEDADE LÍQUIDA E SUPERFICIAL “[...] Valeu a pena? Tudo vale a pena Se a alma não é pequena. Quem quer passar além do Bojador Tem que passar além da dor. Deus ao mar o perigo e o abismo deu, Mas nele é que espelhou o céu.” Fernando Pessoa Das palavras de Fernando Pessoa, ecoam, em minha mente, os versos “Tudo vale a pena, se a alma não é pequena”. Isso me faz pensar na importância de agirmos não apenas mecanicamente, mas, sobremaneira, espiritualmente. Será que nossas ações diárias visam o bem-estar, também, dos outros? Ou será que nossa alma é pequena a ponto de pensarmos apenas em nosso benefício próprio? Infelizmente, diante da globalização, parece-me que as pessoas estão, cada vez mais, mecânicas e menos humanas, uma vez que é priorizado o bem material, bem de consumo, em detrimento do bem espiritual. Nessa linha de raciocínio, como brasileira, por meio de evidências presentes em nossa realidade social, reflito sobre a “invisibilidade pública” (COSTA, 2004) decorrente de ações oriundas de uma sociedade moderna e líquida (BAUMAN, 2001), cuja fluidez nos consome diariamente. Em primeiro lugar, percebo, no dia a dia, a supervalorização de umas funções, como, por exemplo, a de médico, engenheiro, advogado, em detrimento de outras, não menos importantes, tais como: gari, pedreiro, eletricista, dentre tantas outras. Como comprovado por Costa (2004), nossa sociedade tende a invisibilizar essas profissões cujos cidadãos são da classe trabalhadora, como se eles tivessem a obrigação de servir os grupos privilegiados. Pessoas que possuem este pensamento, como diria o poeta português Fernando Pessoa, parecem apresentar a alma pequena, pois não conseguem enxergar a semelhança e dependência que todos nós, cidadãos, temos em comunidade, independentemente da posição social que ocupamos. O que seria de nós, por exemplo, sem o advogado, o médico, o engenheiro e o professor? Mas, também, o que seria de nós sem o gari que higieniza nossas vias públicas, o pedreiro que constrói nossas casas e o eletricista que nos possibilita a luz elétrica para que possamos ter mais conforto e, até mesmo, cumprir nossas funções diárias? Essas reflexões me fazem compreender, em segundo lugar, que essa supervalorização e, por conseguinte, a invisibilidade pública (COSTA, 2004) é decorrente de uma modernidade líquida, conforme aponta Bauman (2001), a qual tem como prioridade os bens de consumo; bens esses que chegam às mãos dos pobres com muito mais dificuldade. Uma sociedade que cultiva ações materiais, em detrimento de ações de compaixão e solidariedade. Enxergo, como fruto desta realidade, pessoas que constroem suas mansões em alicerces superficiais e vazios, uma vez que, embora possuam os materiais de construção mais caros e luxuosos, não possuem sentimentos simples e imprescindíveis, tais como: o amor e a empatia. Portanto, concluo que essas pessoas priorizam tanto os bens concretos que esquecem os mais importantes, aqueles que não são visíveis aos nossos olhos, mas que sentimos (SAINT-EXUPÉRY, 1987). São sentimentos que nos propiciam alicerçar a nossa moradia da maneira mais forte possível, propiciando-nos a capacidade de sermos empáticos; em outras palavras, segundo o psicólogo norte-americano Carl Rogers, é importante procurarmos enxergar o mundo com os olhos do outro, em vez de enxergarmos o nosso mundo como um reflexo nos olhos dele (ROGERS, 2017). Defendo, dessa maneira, que nem as melhores tecnologias ou lentes do mundo são capazes de nos fazer enxergar com os olhos do outro, quando temos a alma pequena, uma vez que compreendo que é procurando edificar ações mais coerentes e empáticas, em meio a uma sociedade alicerçada em superficialidades, que tornaremos visíveis as necessidades e angústias do próximo, em prol da “visibilidade pública” e grandeza de nosso espírito.

Analise, a seguir, os elementos coesivos em destaque no excerto retirado do texto. Enxergo, como fruto desta realidade, pessoas que constroem suas mansões em alicerces superficiais e vazios, uma vez que, embora possuam os materiais de construção mais caros e luxuosos, não possuem sentimentos simples e imprescindíveis, tais como: o amor e a empatia. Após análise do excerto, assinale a alternativa que apresenta a substituição desses termos por sinônimos que resguardem, sem mudanças na estrutura linguística, o sentido do texto.

Questão 6 de 40 Q6 da prova

Analise a grafia das palavras em destaque nas frases a seguir. I- O vaqueiro não colocou a cela do cavalo corretamente e o patrão terminou caindo. II- O senso do IBGE demonstrou o envelhecimento da população. III- A insipiência daquele indivíduo me assusta. IV- A sessão de direitos é a transferência de direito de posse sobre um bem. V- O concerto realizado no teatro municipal terminou muito tarde. Após análise dos períodos, conclui-se que estão grafadas incorretamente as palavras destacadas em:

Questão 7 de 40 Q7 da prova

Sabendo que, de acordo com Pestana (2013, p.712), “Predicativo é o termo sintático que expressa estado, qualidade ou condição do ser ao qual se refere, ou seja, é um atributo”, analise e classifique os predicativos das orações abaixo como predicativo do sujeito, predicativo do objeto direto ou predicativo do objeto indireto. I- Meu filho se tornou um grande médico. II- O povo elegeu-o presidente pela segunda vez. III- Eles assistiram nervosos à partida. IV- Eu preciso do meu marido consciente, doutor! Após análise das orações acima, conclui-se que temos a seguinte ordem de classificação dos predicativos:

Questão 8 de 40 Q8 da prova

Assinale, a seguir, a alternativa que apresenta um período composto por subordinação e coordenação.

Questão 9 de 40 Q9 da prova

Assinale, abaixo, a alternativa em que há a substantivação de uma preposição (Pestana, 2013).

Questão 10 de 40 Q10 da prova

Analise o uso da vírgula nos períodos a seguir. I- Maria Helena Moura Neves, a autora do livro, fez graduação em grego. II- Eu estudei, professor, toda a aula de ontem. III- Fui homenageado, ontem à noite, por alguns alunos e amigos. IV- Devemos observar a simplicidade, a clareza, a objetividade e a concisão na redação oficial. V- Levantava-me de manhã, entrava no chuveiro, organizava as ideias na cabeça... Assinale a alternativa que apresenta, na sequência correspondente, a explicação para o uso das vírgulas nas frases.

Questão 11 de 40 Q11 da prova

Analise a conjugação dos verbos em destaque nas frases seguintes. I- Quando tu puderes, agradecerei tua ajuda. II- Nós vínhamos caminhando na orla, quando fomos abordados por dois rapazes. III- Se ele soubesse a verdade, ficaria arrasado. IV- Quando tu disseres a novidade, ela ficará muito feliz. Após análise das frases, assinale a alternativa que apresenta, na ordem correspondente, a correta conjugação dos verbos (pessoa, tempo e modo).

Questão 12 de 40 Q12 da prova
Leia o texto abaixo e analise, como verdadeiras (V) ou falsas (F), as afirmativas a seu respeito. O mineiro Perguntaram ao mineiro: - Diz aí um verbo! Ele pensou, pensou e respondeu indeciso: - Bicicreta. - Não é bicicreta, seu mineiro burro, é bicicleta. E bicicleta não é verbo! Perguntaram a outro mineiro: - Diz você aí um verbo! Ele também pensou, pensou e arriscou ressabiado: - Prástico.- Não é prástico, ô mineiro burro, é plástico. E plástico não é verbo! Perguntaram a um terceiro mineiro: - Diz aí um verbo! Esse aí nem pensou: - Hospedar. - Muito bem! Até que enfim um mineiro inteligente. Agora diga aí uma frase com o verbo que você escolheu. O mineiro encheu o peito de coragem e mandou bala: - Hospedar da bicicreta são de prástico! Fonte : Seara (2015)

I- O texto em questão pertence ao gênero textual piada, cuja função social é fazer os leitores/ ouvintes rirem; II- A tipologia predominante no referido texto é a dialogal, haja vista o diálogo entre os personagens; III- Percebe-se que a variação linguística, especialmente, no que tange à fonética, isto é, escrita das palavras “os pedá”, entendida como “hospedar”, é o elemento chave para construção do humor no texto; IV- A maneira como a pronúncia do mineiro é ridicularizada retrata o preconceito linguístico. Após análise das afirmativas, conclui-se que a sequência correta é:

Questão 13 de 40 Q13 da prova
Leia o texto a seguir e responda à questão 13. Os benefícios ambientais da compostagem Ao fazer compostagem, você está evitando que os resíduos orgânicos sejam enviados para aterros sanitários, onde eles se decompõem de forma anaeróbica, liberando gases do efeito estufa, como o metano. Além disso, a compostagem reduz a necessidade de fertilizantes químicos, que podem contaminar o solo e os recursos hídricos. Outro benefício da compostagem é a redução da quantidade de lixo que você produz. Ao compostar seus resíduos orgânicos, você estará diminuindo a quantidade de lixo que vai para o lixo comum, contribuindo para a redução da demanda por aterros sanitários. Agora que você já sabe por que a compostagem é tão importante, vamos te ensinar como montar seu próprio composto em casa. É mais fácil do que você imagina! 1. Escolha um local adequado: você pode fazer a compostagem em uma composteira de jardim ou até mesmo em um balde com tampa. 2. Separe os resíduos orgânicos: separe restos de comida, cascas de frutas e legumes, borra de café, folhas secas, papelão e outros resíduos vegetais. 3. Crie camadas: comece colocando uma camada de resíduos secos, como folhas secas ou papelão rasgado. Em seguida, adicione uma camada de resíduos úmidos, como restos de comida.4. Mantenha a umidade: regue o composto regularmente para mantê-lo úmido, mas não encharcado. 5. Vire o composto: a cada duas semanas, mexa o composto com uma pá ou garfo para garantir uma decomposição uniforme. 6. Aguarde a decomposição: em algumas semanas ou meses, dependendo das condições climáticas e dos materiais utilizados, seu composto estará pronto para ser Fonte: https://meuverdejardim.com.br/guia-completo-iniciantes-compostagem/

Os verbos em destaque no texto acima revelam traços da tipologia:

Questão 14 de 40 Q14 da prova

Leia o anúncio abaixo e responda às questões 14 e 15.

Questão 15 de 40 Q15 da prova

O período “É claro que existem empresas mais baratas”, presente no anúncio em questão, é composto por:

Questão 16 de 40 Q16 da prova

Os Sistemas Operacionais, de uma maneira geral, podem dispor de uma série de camadas ou componentes, cada um responsável por uma função. Um desses componentes é o Gerenciador de Processos, o qual é atribuída a função de:

Questão 17 de 40 Q17 da prova

A respeito do armazenamento de dados na nuvem, analise as afirmativas abaixo: I- Muitos serviços de armazenamento oferecem aplicativos de software pela internet, geralmente por meio de um navegador da web, eliminando a necessidade de instalação e manutenção local, por meio de um método denominado “teletransporte” dos arquivos. II- Muitos serviços de armazenamento na nuvem oferecem backups automatizados, protegendo os dados contra perdas causadas por falhas de hardware, desastres naturais ou erros humanos. III- Os serviços de armazenamento na nuvem oferecem escalabilidade, permitindo aumentar ou diminuir facilmente o espaço de armazenamento conforme necessário. IV- Embora muitos serviços de armazenamento na nuvem ofereçam planos gratuitos, eles geralmente vêm com limitações de espaço de armazenamento e recursos. Para usuários que precisam de mais capacidade de armazenamento ou recursos adicionais, é necessário migrar para planos pagos, que oferecem maior espaço e funcionalidades avançadas. V- Os serviços de armazenamento na nuvem oferecem aos usuários a capacidade de acessar, armazenar e compartilhar dados de forma conveniente e segura a partir de qualquer dispositivo conectado à internet, proporcionando escalabilidade e flexibilidade para atender às necessidades de armazenamento em constante mudança. Estão CORRETAS:

Questão 18 de 40 Q18 da prova

Qual dos seguintes aspectos NÃO é típico do modo de navegação anônimo em navegadores da web?

Questão 19 de 40 Q19 da prova

Em um ambiente corporativo altamente dinâmico e globalizado, a empresa XYZ está enfrentando desafios significativos relacionados à segurança da informação. Considerando a natureza multifacetada desses desafios, qual das seguintes estratégias de mitigação seria mais eficaz para a empresa XYZ garantir a segurança de seus dados sensíveis?

Questão 20 de 40 Q20 da prova

Sobre rede de computadores, analise as seguintes afirmativas: I- O endereço IP ou Internet Protocol é um número único que identifica um dispositivo na internet ou em uma rede privada. II- O protocolo TCP/IP é utilizado para determinar conexões entre computadores, ao passo que o IPv4 e o IPv6 são utilizados para estabelecer endereços IP para os computadores. III- As Redes metropolitanas ou MAN são redes que conectam computadores em áreas maiores, como, por exemplo, o caso de cidades inteiras. IV- Dispositivos de armazenamento em nuvem, dispositivos IoT (Internet of Things) e câmeras de segurança, são exemplos de dispositivos que podem integrar uma rede de computadores. V- O Sistema de Nomes de Domínio (do inglês Domain Name System – DNS) mapeia nomes de domínio legíveis por humanos para endereços IP numéricos associados aos servidores ou dispositivos na Internet. Estão corretas:

Questão 21 de 40 Q21 da prova

A Constituição Federal de 1988 dispõe sobre a criação de um fundo para o financiamento da educação básica, composto por recursos provenientes de impostos e transferências dos entes federativos. O fundo que foi instituído como instrumento permanente da educação pública chama-se:

Questão 22 de 40 Q22 da prova

Analise as proposições a seguir, tomando como base a afirmativa: O trabalho educativo na escola exige uma reflexão rigorosa, radical e de conjunto, isto implica em... I- Analisar a realidade que envolve um tema a ser estudado. II- Considerar os conhecimentos prévio da criança. III- Propor atividades desafiadoras para a criança de modo a ampliar seus conhecimentos. IV- Selecionar critérios relevantes para avaliar qualitativamente a aprendizagem da criança. Está(ão) correta(s):

Questão 23 de 40 Q23 da prova

Conforme a LDB Nº 9.394/96, os currículos da educação básica devem ter:

Questão 24 de 40 Q24 da prova

Na história da educação é comum observar-se as diversas fases da pedagogia, que foram cunhadas de pedagogia tradicional (da essência), pedagogia da existência (experiência) e pedagogia política (crítica). No atual contexto educacional necessita-se de uma pedagogia:

Questão 25 de 40 Q25 da prova

Consoante a Lei de Inclusão, a escola deve oferecer a educação bilíngue, em LIBRAS, como:

Questão 26 de 40 Q26 da prova

Na fase pré-escolar, quando se amplia o mundo sociocultural da criança, ampliam-se também seus desejos e necessidades e, para satisfazê-los a criança entra num mundo imaginário. Vygotsky, denomina esse mundo imaginário como:

Questão 27 de 40 Q27 da prova

Nos processos comunicativos da criança pequena ela faz uso da fala egocêntrica, isso revela que sua linguagem é parcialmente incompreensível por outras pessoas porque:

Questão 28 de 40 Q28 da prova

As proposições a seguir têm relação direta com os referenciais curriculares para a educação infantil. Analise-as. I- A criança possui natureza plural, que a caracteriza como ser que sente e pensa o mundo de modo próprio. II- Educar é propiciar situações de cuidados, brincadeiras, e aprendizagens de forma integrada. III- As atitudes e procedimentos de cuidado são influenciadas por crenças e valores em torno da saúde, da educação e do desenvolvimento infantil. É(são) correta(s):

Questão 29 de 40 Q29 da prova

Consoante O RECNEI, O ato de brincar na educação infantil, requer atenção dos(das) professores(as) pois:

Questão 30 de 40 Q30 da prova

A LDB Nº 9.394/96, delibera sobre a educação infantil como sendo uma etapa da educação básica. A faixa etária compreendida na primeira fase da educação infantil é:

Questão 31 de 40 Q31 da prova

O RECNEI aponta como categorias de conteúdos para a educação infantil, os conteúdos conceituais, procedimentais e atitudinais. Em relação aos conteúdos conceituais pode-se afirmar que envolve:

Questão 32 de 40 Q32 da prova

Quando o professor propõe uma brincadeira com fraldas e panos ou caixas e biombos para esconder o rosto ou o corpo da criança ela está propiciando situações que auxiliam a criança a:

Questão 33 de 40 Q33 da prova

Dentre os recursos a seguir, um é essencial para compor o ambiente pedagógico para crianças de zero a três anos, assinale-o.

Questão 34 de 40 Q34 da prova

Ao propor situações para a criança envolvendo o eixo Movimento, o professor deve: I- Cuidar de própria expressão e postura corporais. II- Conhecer os jogos e brincadeiras propostos. III- Ficar despreocupado em relação ao desenvolvimento motor de forma harmoniosa. Está (ão) correta(s) a(s) proposição (ões):

Questão 35 de 40 Q35 da prova

O trabalho com o eixo Música é indicado no RCNEI porque a linguagem musical é excelente para o desenvolvimento de (a):

Questão 36 de 40 Q36 da prova

O professor deve propor atividades envolvendo o conteúdo de artes visuais para as crianças na faixa etária de 4 a 6 anos, utilizando a(s) linguagem(ns):

Questão 37 de 40 Q37 da prova

Uma prática constante de leitura deve considerar a qualidade literária do texto. Isso indica que:

Questão 38 de 40 Q38 da prova

Diz-se que um ambiente é alfabetizador quando promove um conjunto de situações de usos reais da leitura e da escrita nas quais as crianças têm oportunidade de participar. Nesse sentido, as práticas de leitura e escrita devem:

Questão 39 de 40 Q39 da prova

A criança ao chegar à instituição de educação infantil já possui experiências sobre a vida social que traz de casa e de outros lugares, cabendo ao professor a ampliação desses conhecimentos. Um dos conteúdos a seguir é apontado pelo RECNEI, dentro do bloco “Organização dos Grupos e seu modo de ser, viver e trabalhar”, para a criança de 4 a aos 6 anos. Assinale-o.

Questão 40 de 40 Q40 da prova

Assinale a alternativa que apresenta um conteúdo do eixo de matemática para a criança na faixa etária de zero a três anos de idade.

Acertos
Erros
40
Total