I - O parecer CEB 11/2000, que nos dá um norte do que tem e o que é a EJA a partir de sua homologação.
II - O parecer foi feito para regulamentar a EJA como modalidade da educação básica, norteando todos os ambientes educacionais que trabalham com a EJA, que devem ofertar aos seus estudantes uma educação de qualidade através de um currículo atualizado e de professores habilitados para assumir tais turmas desta educação.
III - Sem querer desmerecer o profissional do magistério, esta é uma modalidade educacional onde, segundo o parecer, cabem aos pedagogos assumirem tais responsabilidades. Eles são os profissionais que recebem formação e habilitação especifica para a EJA devido as disciplinas existentes nos currículos dos cursos de nível superior das mais variadas IES.
IV - O parecer se dirige aos sistemas de ensino e seus respectivos estabelecimentos que venham a se ocupar da educação de jovens e adultos sob a forma presencial e semi-presencial de cursos e tenham como objetivo o fornecimento de certificados de conclusão de etapas da educação básica. Para tais estabelecimentos, as diretrizes aqui expostas são obrigatórias bem como será obrigatória uma formação docente que lhes seja consequente.
I - Esta avaliação possibilita ao educador e educando detectarem, ao longo do processo de aprendizagem, suas falhas, desvios, suas dificuldades, a tempo de redirecionarem os meios, os recursos, as estratégias e procedimentos na direção desejada (MACHADO, 1995, p. 33).
II - É uma avaliação muito geral, que serve como ponto de apoio para atribuir notas, classificar o aluno e transmitir os resultados em termos quantitativos, feita no final de um período (BLOOM; HASTINGS; MADAUS, 1983, p. 100).
III - Tal avaliação dá informações, identifica erros, sugere interpretações quanto às estratégias e atitudes dos alunos e, portanto, alimenta diretamente a ação pedagógica (PERRENOUD, 2008, p. 68).
IV - Neste tipo de avaliação, o professor retoma o sentido da aprendizagem, tendo a formação do aluno como eixo principal.
I - A observação do trabalho individual do aluno permite a análise de erros. Na aprendizagem escolar, o erro é inevitável e muitas vezes, pode ser interpretado como um caminho para buscar o acerto.
II - Na seleção dos critérios de avaliação, é fundamental se contemplar a visão da matemática como uma construção significativa, analisando-se o progresso do estudante em relação á media de desempenho da turma.
III - Para cada conteúdo a ser desenvolvido, é importante que se reconheçam as possibilidades de conexões e que se fomente um conhecimento flexível com várias possibilidades de aplicações, valorizando o progresso do aluno.


































