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Prova Professor MaMPA - Educação Especial - Deficiência visual - Pref. Guaçuí/ES
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Questão 1 de 30 Q1 da prova
TEXTO PARA AS QUESTÕES 01 a 03.

Reaprender a estar no mundo
Volta às atividades sociais e ao trabalho precisam incluir cuidados com a saúde física, autoconhecimento, diálogo e empatia.
Claudio Lottenberg 9 de dezembro de 2021

No estágio em que nos encontramos da pandemia de Covid-19 no Brasil, com uma parcela expressiva – mais de 60% – de sua população completamente imunizada, já é possível, ainda com alguns cuidados e medidas protetivas como uso de máscara e higienização constante das mãos, falar em alguma volta à normalidade. Com isso, avançamos planos para o retorno ao trabalho presencial ou em formatos híbridos. Mas no dia 11 de novembro a pandemia completou 20 meses, um período longo e que exigiu demais de todos em termos emocionais.
Simplesmente voltar ao que éramos antes será muito difícil, assumindo que seja possível. Será preciso um reaprendizado. Algumas pessoas comentam, em tom de brincadeira, que já não sabem mais como viver em sociedade – que desaprenderam como se comportar em público. Por mais que seja mesmo brincadeira, isso não está tão longe assim da realidade. Aristóteles disse que o homem é um animal que vive em sociedade – mas talvez isso seja algo que tenha de ser adquirido, não um traço de algum modo inato.
Listas, receitas, métodos, programas e recomendações de como nos reinserirmos no mundo circulam em abundância. Esses conteúdos são importantes, pensando que casos de ansiedade e depressão tiveram forte crescimento ao longo da pandemia – de 27,6% para a primeira e de 25,6%, para a segunda, segundo pesquisa publicada na revista científica The Lancet no mês passado. Mais do que em qualquer outro momento de nossas vidas, cuidar da saúde, tão atingida pelas consequências da crise sanitária, se faz necessário nesse caminho de volta à normalidade.
Seja qual for a fórmula a se seguir, nela não poderá faltar ao menos:
– Cuidado com a saúde física: o bem-estar físico não está desconectado da saúde mental. Ao praticar exercícios e estimular a liberação de dopamina e serotonina, estamos nutrindo nosso corpo com substâncias que elevam o prazer, a autoestima e ajudam a equilibrar as emoções. Aqui vale encontrar a atividade que mais combina com seu estilo, como uma caminhada pela manhã, yoga, práticas meditativas, natação e até uma dança de salão. Enquanto você cuida da sua saúde mental, o corpo também agradece. Com 150 minutos de exercício por semana é possível diminuir o risco de doenças como o diabetes.
– Autoconhecimento: conhecer a si mesmo faz muito sentido quando falamos sobre saúde mental. Compreender o que gostamos de fazer, e isso inclui o trabalho, ao qual dedicamos grande parte do tempo de nossas vidas. Reconhecer nossos limites e se dar direito ao descanso e ao lazer.
– Diálogo e empatia: as pessoas que estão retomando suas rotinas agora podem voltar com muitas sequelas desse período de isolamento. Mais do que nunca será preciso olhar para o capital humano e acolher aqueles que podem ter sofrido perda de familiares ou de amigos, ou estar com sequelas da doença, com problemas para dormir, ou que de outra forma estejam abaladas. Tudo isso lembrando que a pandemia não acabou e que ainda é preciso continuar com as medidas de proteção individuais e coletivas.

Claudio Lottenberg é mestre e doutor em oftalmologia pela Escola Paulista de Medicina (Unifesp). É presidente do conselho do Hospital Albert Einstein e do Instituto Coalizão Saúde.

A tese defendida pelo articulista é a de que:

Questão 2 de 30 Q2 da prova
TEXTO PARA AS QUESTÕES 01 a 03.

Reaprender a estar no mundo
Volta às atividades sociais e ao trabalho precisam incluir cuidados com a saúde física, autoconhecimento, diálogo e empatia.
Claudio Lottenberg 9 de dezembro de 2021

No estágio em que nos encontramos da pandemia de Covid-19 no Brasil, com uma parcela expressiva – mais de 60% – de sua população completamente imunizada, já é possível, ainda com alguns cuidados e medidas protetivas como uso de máscara e higienização constante das mãos, falar em alguma volta à normalidade. Com isso, avançamos planos para o retorno ao trabalho presencial ou em formatos híbridos. Mas no dia 11 de novembro a pandemia completou 20 meses, um período longo e que exigiu demais de todos em termos emocionais.
Simplesmente voltar ao que éramos antes será muito difícil, assumindo que seja possível. Será preciso um reaprendizado. Algumas pessoas comentam, em tom de brincadeira, que já não sabem mais como viver em sociedade – que desaprenderam como se comportar em público. Por mais que seja mesmo brincadeira, isso não está tão longe assim da realidade. Aristóteles disse que o homem é um animal que vive em sociedade – mas talvez isso seja algo que tenha de ser adquirido, não um traço de algum modo inato.
Listas, receitas, métodos, programas e recomendações de como nos reinserirmos no mundo circulam em abundância. Esses conteúdos são importantes, pensando que casos de ansiedade e depressão tiveram forte crescimento ao longo da pandemia – de 27,6% para a primeira e de 25,6%, para a segunda, segundo pesquisa publicada na revista científica The Lancet no mês passado. Mais do que em qualquer outro momento de nossas vidas, cuidar da saúde, tão atingida pelas consequências da crise sanitária, se faz necessário nesse caminho de volta à normalidade.
Seja qual for a fórmula a se seguir, nela não poderá faltar ao menos:
– Cuidado com a saúde física: o bem-estar físico não está desconectado da saúde mental. Ao praticar exercícios e estimular a liberação de dopamina e serotonina, estamos nutrindo nosso corpo com substâncias que elevam o prazer, a autoestima e ajudam a equilibrar as emoções. Aqui vale encontrar a atividade que mais combina com seu estilo, como uma caminhada pela manhã, yoga, práticas meditativas, natação e até uma dança de salão. Enquanto você cuida da sua saúde mental, o corpo também agradece. Com 150 minutos de exercício por semana é possível diminuir o risco de doenças como o diabetes.
– Autoconhecimento: conhecer a si mesmo faz muito sentido quando falamos sobre saúde mental. Compreender o que gostamos de fazer, e isso inclui o trabalho, ao qual dedicamos grande parte do tempo de nossas vidas. Reconhecer nossos limites e se dar direito ao descanso e ao lazer.
– Diálogo e empatia: as pessoas que estão retomando suas rotinas agora podem voltar com muitas sequelas desse período de isolamento. Mais do que nunca será preciso olhar para o capital humano e acolher aqueles que podem ter sofrido perda de familiares ou de amigos, ou estar com sequelas da doença, com problemas para dormir, ou que de outra forma estejam abaladas. Tudo isso lembrando que a pandemia não acabou e que ainda é preciso continuar com as medidas de proteção individuais e coletivas.

Claudio Lottenberg é mestre e doutor em oftalmologia pela Escola Paulista de Medicina (Unifesp). É presidente do conselho do Hospital Albert Einstein e do Instituto Coalizão Saúde.

São dicas dadas pelo autor para a volta à normalidade pós-pandemia de Covid-19, EXCETO:

Questão 3 de 30 Q3 da prova
TEXTO PARA AS QUESTÕES 01 a 03.

Reaprender a estar no mundo
Volta às atividades sociais e ao trabalho precisam incluir cuidados com a saúde física, autoconhecimento, diálogo e empatia.
Claudio Lottenberg 9 de dezembro de 2021

No estágio em que nos encontramos da pandemia de Covid-19 no Brasil, com uma parcela expressiva – mais de 60% – de sua população completamente imunizada, já é possível, ainda com alguns cuidados e medidas protetivas como uso de máscara e higienização constante das mãos, falar em alguma volta à normalidade. Com isso, avançamos planos para o retorno ao trabalho presencial ou em formatos híbridos. Mas no dia 11 de novembro a pandemia completou 20 meses, um período longo e que exigiu demais de todos em termos emocionais.
Simplesmente voltar ao que éramos antes será muito difícil, assumindo que seja possível. Será preciso um reaprendizado. Algumas pessoas comentam, em tom de brincadeira, que já não sabem mais como viver em sociedade – que desaprenderam como se comportar em público. Por mais que seja mesmo brincadeira, isso não está tão longe assim da realidade. Aristóteles disse que o homem é um animal que vive em sociedade – mas talvez isso seja algo que tenha de ser adquirido, não um traço de algum modo inato.
Listas, receitas, métodos, programas e recomendações de como nos reinserirmos no mundo circulam em abundância. Esses conteúdos são importantes, pensando que casos de ansiedade e depressão tiveram forte crescimento ao longo da pandemia – de 27,6% para a primeira e de 25,6%, para a segunda, segundo pesquisa publicada na revista científica The Lancet no mês passado. Mais do que em qualquer outro momento de nossas vidas, cuidar da saúde, tão atingida pelas consequências da crise sanitária, se faz necessário nesse caminho de volta à normalidade.
Seja qual for a fórmula a se seguir, nela não poderá faltar ao menos:
– Cuidado com a saúde física: o bem-estar físico não está desconectado da saúde mental. Ao praticar exercícios e estimular a liberação de dopamina e serotonina, estamos nutrindo nosso corpo com substâncias que elevam o prazer, a autoestima e ajudam a equilibrar as emoções. Aqui vale encontrar a atividade que mais combina com seu estilo, como uma caminhada pela manhã, yoga, práticas meditativas, natação e até uma dança de salão. Enquanto você cuida da sua saúde mental, o corpo também agradece. Com 150 minutos de exercício por semana é possível diminuir o risco de doenças como o diabetes.
– Autoconhecimento: conhecer a si mesmo faz muito sentido quando falamos sobre saúde mental. Compreender o que gostamos de fazer, e isso inclui o trabalho, ao qual dedicamos grande parte do tempo de nossas vidas. Reconhecer nossos limites e se dar direito ao descanso e ao lazer.
– Diálogo e empatia: as pessoas que estão retomando suas rotinas agora podem voltar com muitas sequelas desse período de isolamento. Mais do que nunca será preciso olhar para o capital humano e acolher aqueles que podem ter sofrido perda de familiares ou de amigos, ou estar com sequelas da doença, com problemas para dormir, ou que de outra forma estejam abaladas. Tudo isso lembrando que a pandemia não acabou e que ainda é preciso continuar com as medidas de proteção individuais e coletivas.

Claudio Lottenberg é mestre e doutor em oftalmologia pela Escola Paulista de Medicina (Unifesp). É presidente do conselho do Hospital Albert Einstein e do Instituto Coalizão Saúde.

Para sustentar sua tese, o articulista se vale de alguns tipos de argumento. Três deles foram reproduzidos abaixo, bem como fragmentos do texto que ilustram cada tipo. Associe os trechos aos tipos de argumento apresentados e, em seguida, assinale a alternativa que representa a sequência CORRETA dos elementos.

CA - citação de autoridade
COD - comprovação por observação de dados
RL - raciocínio lógico

I. “Mais do que em qualquer outro momento de nossas vidas, cuidar da saúde, tão atingida pelas consequências da crise sanitária, se faz necessário nesse caminho de volta à normalidade.” ( )
II. “casos de ansiedade e depressão tiveram forte crescimento ao longo da pandemia – de 27,6% para a primeira e de 25,6%, para a segunda, segundo pesquisa publicada na revista científica The Lancet” ( )
III. “Aristóteles disse que o homem é um animal que vive em sociedade – mas talvez isso seja algo que tenha de ser adquirido, não um traço de algum modo inato”( )

Questão 4 de 30 Q4 da prova

A colocação em próclise do pronome oblíquo átono está em desacordo com a norma padrão da língua portuguesa na seguinte frase:

Questão 5 de 30 Q5 da prova

Leia o excerto abaixo, observando o conectivo grifado.

Opinião: por que se fala tão pouco deste Chelsea? Time inglês comandado pelo técnico Thomas Tuchel lidera a Premier League, está garantido nas oitavas de final da Champions League (da qual é campeão) e mesmo assim pouco repercute
Por Rodrigo Lois — Rio de Janeiro 30/11/2021 12h00 Atualizado há 5 dias
(LOIS, Rodrigo. Opinião: por que se fala tão pouco deste Chelsea? ge, 30 de novembro de 2021. Futebol internacional. Disponível em: https://ge.globo.com/futebol/futebol-internacional/post/2021/11/30/opiniao-por-que-se-fala-tao-pouco-deste-chelsea.ghtml . Acesso em: 18 dez. 2021.)

Assinale a alternativa que apresenta uma afirmação CORRETA sobre essa expressão.

Questão 6 de 30 Q6 da prova

Em qual das sentenças abaixo a vírgula foi utilizada de modo indevido por separar diretamente o sujeito do predicado?

Questão 7 de 30 Q7 da prova
Leia o texto a seguir.

Liga inglesa manterá cronograma cheio de fim de ano apesar de disparada da Covid
20/12/21 - 15h41 - Atualizado em 20/12/21 - 15h47
(Reuters) – Times da liga inglesa concordaram em disputar jogos agendados para o período de festas, apesar de uma disparada de casos de Covid-19 que adiou várias partidas, noticiou a rede BBC nesta segunda-feira.
Dez jogos da Premier League foram adiados neste mês devido a surtos em meio a um cronograma agitado no qual cada clube deve jogar três vezes entre 26 de dezembro e 3 de janeiro.
Somente quatro dos 10 confrontos de final de semana foram disputados desde que os times informaram a liga de que não conseguiriam escalar uma equipe completa.
Acredita-se que os clubes jogarão contanto que tenham 13 jogadores de linha e um goleiro, relatou a BBC.
A liga inglesa não respondeu de imediato a um pedido de comentário.
LIGA inglesa manterá cronograma cheio de fim de ano apesar de disparada da Covid. Istoé Dinheiro, 20 de dezembro de 2021. Giro.
Disponível em: https://www.istoedinheiro.com.br/liga-inglesa-mantena-cronograma/ . Acesso em: 20 dez. 2021.)

A expressão em destaque no texto apresentado pode ser substituída, sem alteração de sentido ao contexto em que ela foi empregada, por:

Questão 8 de 30 Q8 da prova
Observe as imagens abaixo.

Figura 1: Capa do livro “O pequeno príncipe”, de Antoine de Saint-Exupéry (1943).
"O Pequeno Príncipe", de Saint-Exupéry, completa 70 anos.
Terra, 6 de abril de 2013.
Disponível em: https://www.terra.com.br/noticias/educacao/o-pequeno-principe-de-saint-exupery-completa-70-anos,a8a2b99cecbdd310VgnVCM5000009ccceb0aRCRD.html . Acesso em: 18 dez. 2021.

Figura 2: Tirinha “O pequeno vergonhoso” (tradução livre) (2021).
ITURRUSGARAI, Adão. A vida como ela yeah. Folha Cartum, 24 de novembro de 2021. Disponível em: http://f.i.uol.com.br/folha/cartum/images/2132714.jpg . Acesso em: 18 dez. 2021.

Analisando-se os dois textos apresentados, percebe-se que o segundo traz elementos do primeiro. A esse fenômeno textual dá-se o nome de:

Questão 9 de 30 Q9 da prova
Leia um trecho da canção “A maior saudade” apresentado abaixo.

“Chega chamando pelo nome
Quem chamou de amor
E a boca que falou te amo
Fala que acabou
E o nosso pra sempre
Infelizmente não vingou”
(Henrique e Juliano. A maior saudade. 2021.)

A figura de linguagem que compõe o sujeito da oração principal no terceiro e no quarto verso da estrofe apresentada é denominada:

Questão 10 de 30 Q10 da prova
Leia o título e o subtítulo de uma reportagem reproduzidos abaixo.

Ciência
Sonda da Nasa é primeira espaçonave a “tocar” o Sol
A Parker Solar Probe está explorando a coroa solar para ajudar os cientistas a entender o campo magnético, o "vento" e a evolução da estrela. Entenda.
Por Luisa Costa 15 dez 2021, 18h34
(COSTA, Luisa. Sonda da Nasa é a primeira espaçonave a “tocar” o Sol. Superinteressante, 15 de dezembro de 2021. Ciência. Disponível em: https://super.abril.com.br/ciencia/sonda-da-nasa-e-primeira-espaconave-a-tocar-o-sol/ . Acesso em: 18 dez. 2021.)

Configura-se como um pressuposto do título desta matéria jornalística a seguinte afirmativa:

Questão 11 de 30 Q11 da prova

Os quatro pilares são trabalhados na educação em prol do aprendizado completo dos alunos envolvendo o letramento e alfabetização onde os mesmos recebem uma formação completa. Os pilares da educação elaborados por Jacques Delors abordam:

Questão 12 de 30 Q12 da prova

Jacques Delors (2001) sugere como necessidade a aprendizagem ao longo da vida e estabelece os quatro pilares da educação que devem orientar a atuação dos educadores no desenvolvimento das aprendizagens apropriadas e nortear a educação no século XXI. Nesse contexto, o pilar da educação da UNESCO, que visa a formação do profissional em meio aos avanços tecnológicos, onde a pessoa passa a ser mais exigida intelectualmente e mentalmente é o aprender a:

Questão 13 de 30 Q13 da prova

Ao focar o desenvolvimento dos alunos por meio da aplicação das competências e habilidades no ensino, a escola consegue preparar os estudantes para lidar com situações complexas no seu dia a dia, tornando-os aptos a resolverem problemas reais. Na Base Nacional Comum Curricular, a competência que possibilita o aluno a investigação de causas, elaboração de hipóteses, formulação e resolução de problemas, é uma competência:

Questão 14 de 30 Q14 da prova

Paul Black e Dylan Wiliam (1998) descobriram que “o uso eficaz de avaliação formativa aumentaria o rendimento em desvios padrão de 0,4 a 0,7, que seriam equivalentes a um aumento de 50 a 70% na taxa de aprendizagem do aluno”. Ao utilizar a avaliação formativa o professor deve:

I. Auxiliar o aluno a compreender exatamente o que precisa fazer para alcançar êxito nos estudos.
II. Oferecer feedback para que os alunos avancem em seu aprendizado evitando comparações com outros alunos.
III. Treinar os alunos com relação à autoavaliação, análise contínua das atividades desenvolvidas.
IV. Aceitar a confiabilidade da prova como instrumento de medida e desconsiderar a subjetividade do avaliador.

Estão corretas apenas:

Questão 15 de 30 Q15 da prova

Assinale a alternativa que preenche corretamente e na sequência as lacunas abaixo.

A avaliação ________________ desenvolve-se com as atividades de aprendizagem e a reflexão sobre essas no cotidiano da sala de aula. Usando uma expressão frequentemente usada por Wiliam (2013), é uma avaliação que ocorre no “dia a dia, minuto a minuto”. Já a avaliação__________ é essencialmente __________________ uma vez que se interessa em somarizar o que o aluno aprendeu ou não, o que sabe ou não, o que é ou não capaz de fazer, no momento final de um ciclo de aprendizagem (SADLER, 1989).

Questão 16 de 30 Q16 da prova

De acordo com SAUL (1988), a partir da década de 1960 surgem inúmeras críticas sobre as práticas avaliativas em nossas escolas. Nesse contexto, produz-se um acelerado desenvolvimento do interesse sobre a perspectiva de avaliação qualitativa, que tem como característica:

Questão 17 de 30 Q17 da prova

Segundo PEDROSA (2011), é possível perceber que o uso das metodologias ativas no processo de ensino-aprendizagem provém aos usuários a adoção de uma visão sistêmica do todo. A sua utilização das metodologias ativas desperta o interesse dos alunos trazendo diversos benefícios como:

Questão 18 de 30 Q18 da prova

A sala de aula invertida, também conhecida como flipped classroom, é considerada uma grande inovação no processo de aprendizagem. É uma metodologia ativa de aprendizagem onde, EXCETO:

Questão 19 de 30 Q19 da prova

As metodologias ativas têm o potencial de despertar a curiosidade, à medida que os alunos se inserem na teorização e trazem elementos novos, ainda não considerados nas aulas ou na própria perspectiva do professor. (BERBEL, 2011) A metodologia ativa Aprendizagem Baseada em Problemas apresenta uma:

I. Visão fragmentada e reducionista baseada na compreensão que o aprender é adquirir informações.
II. Estratégia educacional e uma filosofia curricular, em que os discentes autodirigidos constroem o conhecimento.
III. Aprendizagem transdisciplinar centrada no aluno, sendo o professor um facilitador do processo de produção do conhecimento.
IV. Mudança na centralização da aprendizagem para o ensino expositivo, individual utilizado de forma isolada em determinadas disciplinas.

Está(ão) correta(s) a(s) apenas as afirmativa(s):

Questão 20 de 30 Q20 da prova

As metodologias ativas colocam o professor como agente facilitador do processo de aprendizagem. A metodologia ativa que proporciona estímulos à interação social em sala de aula, ao mesmo tempo em que incentiva o estudo fora dela fazendo com que os alunos aprendam enquanto debatem entre si, provocados por perguntas conceituais de múltipla escolha direcionadas para indicar as dificuldades dos alunos e promover uma oportunidade de pensar sobre conceitos desafiadores, é a:

Questão 21 de 30 Q21 da prova

O Documento de Diretrizes Estaduais da Educação Especial na Educação Básica e Profissional, para a rede estadual de ensino do Espírito Santo, apresenta uma educação que garante tanto a oportunidade de acesso quanto a qualidade de ensino a todos os alunos, definindo seu público alvo de modo:

Questão 22 de 30 Q22 da prova

A inclusão é um desafio para a melhoria da qualidade da educação básica. Para que os alunos, com deficiência, possam exercer o direito à educação em sua plenitude, é indispensável que o professor especializado, EXCETO:

Questão 23 de 30 Q23 da prova

A Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência, ratificada pelo Brasil em 2009, reconhece a questão da deficiência como um tema de justiça, direitos humanos e promoção da igualdade. Após 2009, a inclusão do aluno com deficiência no âmbito da escola regular ganhou status de direito constitucional, assegurando o/os/as:

Questão 24 de 30 Q24 da prova

A Lei Brasileira de Inclusão foi criada a fim de dar efetividade à Convenção Internacional da ONU sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência, promovendo o exercício dos direitos e das liberdades fundamentais à pessoa com deficiência, visando à sua inclusão social e cidadania, assegurando-lhe plena capacidade civil para:

Questão 25 de 30 Q25 da prova

Com a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (lei nº 9.394, de 24 de dezembro de 1996) a Educação Especial, passa a ter um capítulo específico fundamentado nas normativas internacionais, que contempla a/o:

Questão 26 de 30 Q26 da prova

Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva representa um novo marco teórico e político na educação brasileira, pois, tem como objetivo assegurar a/o:

Questão 27 de 30 Q27 da prova

Para atuar na Educação Especial, o professor deve ter como base da sua formação, inicial e continuada, conhecimentos gerais para o exercício da docência e conhecimentos específicos da área. Em relação ao professor de Atendimento Educacional Especializado, assinale (V) para as afirmativas verdadeiras e (F) para as falsas.
( ) Atua em todas as categorias, é um professor multicategorial.
( ) Auxilia o professor da classe regular, é um especialista em uma determinada deficiência.
( ) Atua com toda a diversidade das diferentes categorias que compõem o PAEE, é especializado.
( ) Realiza atividades para o bom desenvolvimento dos alunos na sala de aula e na vida social.
( ) Orienta o professor da classe comum sendo o acompanhante pessoal do aluno deficiente.
( ) Promove sua acessibilidade, higienização e alimentação, é o atendente pessoal do aluno deficiente.

A sequência correta, de cima para baixo, é:

Questão 28 de 30 Q28 da prova

A Resolução nº 4/2009 instituiu diretrizes operacionais para o Atendimento Educacional Especializado na Educação Básica, modalidade Educação Especial, e prioriza a Sala de Recursos Multifuncionais (SRM) no atendimento aos alunos com deficiência dentro da escola (BRASIL, 2009). A Sala de Recursos Multifuncionais contempla a/o:

Questão 29 de 30 Q29 da prova

O Decreto nº 7.611, de 17 de novembro de 2011, é caracterizado pelo compêndio dos principais aspectos legais que regulam a educação das pessoas com deficiência no Brasil, contemplando o/a:

Questão 30 de 30 Q30 da prova

Analise as asserções abaixo.

I. O Relatório da Sociedade Civil Brasileira (18 de agosto de 2015) sobre a educação inclusiva, destacou que, desde a adoção da Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva em 2008, o Brasil vem expandindo o acesso das crianças com deficiência para a educação em geral, particularmente para a educação inclusiva.

PORQUE

II. Com a Política Nacional de Educação Inclusiva, as regras operacionais do atendimento educacional especializado (AEE) foram determinadas, por meio do suporte das escolas regulares, ao invés da substituição da educação segregada para pessoas com deficiência.

A respeito dessas asserções, assinale a opção correta.

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