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Prova Professor - Língua Portuguesa - Pref. Concórdia/SC
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Questão 1 de 20 Q1 da prova
Leia atentamente o texto abaixo.
Base Decimal
Humanos não são muito bons com quantidades exatas. Uma experiência clássica de cognição numérica consiste em mostrar pontos em uma tela para uma pessoa e perguntar quantos ela vê, sem contá-los. Se houver um, dois ou três pontos, o participante responde de bate-pronto. A partir de quatro, a resposta já demora um pouco. E com números muito altos, como 40 ou 50 pontos, tudo que se pode fazer é estimar. Mesmo assim, os humanos desenvolveram uma matemática extremamente sofisticada. Tudo graças à capacidade de usar símbolos para representar quantidades: 1, 2, 3… Um problema dessa tática é que nossa memória não dá conta de lembrar de um símbolo diferente para cada quantidade. A solução é subdividir as quantidades grandes em quantidades menores. Geralmente agrupamos quantidades de dez em dez. É uma imposição do nosso sistema numérico, que tem dez algarismos: 0, 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8 e 9. Para representar quantidades maiores que nove, começamos a repeti-los: 10, 11, 12… Assim, retratamos qualquer valor como pacotinhos de dez. O número 40, por exemplo, consiste em quatro dezenas. Por isso, esse sistema é chamado de decimal, ou de base 10. Poderíamos agrupar os números em pacotes de 6 ou de 8. Mas escolhemos o 10 por um acaso biológico: com exceção dos 0,01% polidáctilos que existem no mundo, nascemos com 10 dedos nas mãos. Isso facilita a visualização de quantidades, principalmente quando estamos aprendendo a contar. Não é à toa que as palavras “dígito” e “digital” são tão parecidas: ambas derivam do latim digitus, que significa “dedo”. Se fôssemos personagens de desenho animado, com apenas 4 dedos em cada mão, provavelmente contaríamos de 8 em 8. Ao longo da História, civilizações diferentes usaram outras bases numéricas. Os maias e astecas contavam de 20 em 20, provavelmente usando os dedos das mãos e dos pés. Já os babilônios e sumérios utilizavam um sistema de base 60, ou sexagesimal. Herdamos deles a contagem do tempo (60 minutos e sessenta segundos) e a trigonometria: 360 graus em um círculo, que é seis vezes 60. Matematicamente não há nada de especial no sistema de base 10 que justifique seu estrelato. Alguns matemáticos, de fato, argumentam que estamos vivendo uma “tirania do dez”.
SUPERInteressante, Editora Abril. Edição 468, outubro de 2024. Adaptado.

Assinale a alternativa que completa corretamente as lacunas do texto.

Questão 2 de 20 Q2 da prova
Leia atentamente o texto abaixo.
Base Decimal
Humanos não são muito bons com quantidades exatas. Uma experiência clássica de cognição numérica consiste em mostrar pontos em uma tela para uma pessoa e perguntar quantos ela vê, sem contá-los. Se houver um, dois ou três pontos, o participante responde de bate-pronto. A partir de quatro, a resposta já demora um pouco. E com números muito altos, como 40 ou 50 pontos, tudo que se pode fazer é estimar. Mesmo assim, os humanos desenvolveram uma matemática extremamente sofisticada. Tudo graças à capacidade de usar símbolos para representar quantidades: 1, 2, 3… Um problema dessa tática é que nossa memória não dá conta de lembrar de um símbolo diferente para cada quantidade. A solução é subdividir as quantidades grandes em quantidades menores. Geralmente agrupamos quantidades de dez em dez. É uma imposição do nosso sistema numérico, que tem dez algarismos: 0, 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8 e 9. Para representar quantidades maiores que nove, começamos a repeti-los: 10, 11, 12… Assim, retratamos qualquer valor como pacotinhos de dez. O número 40, por exemplo, consiste em quatro dezenas. Por isso, esse sistema é chamado de decimal, ou de base 10. Poderíamos agrupar os números em pacotes de 6 ou de 8. Mas escolhemos o 10 por um acaso biológico: com exceção dos 0,01% polidáctilos que existem no mundo, nascemos com 10 dedos nas mãos. Isso facilita a visualização de quantidades, principalmente quando estamos aprendendo a contar. Não é à toa que as palavras “dígito” e “digital” são tão parecidas: ambas derivam do latim digitus, que significa “dedo”. Se fôssemos personagens de desenho animado, com apenas 4 dedos em cada mão, provavelmente contaríamos de 8 em 8. Ao longo da História, civilizações diferentes usaram outras bases numéricas. Os maias e astecas contavam de 20 em 20, provavelmente usando os dedos das mãos e dos pés. Já os babilônios e sumérios utilizavam um sistema de base 60, ou sexagesimal. Herdamos deles a contagem do tempo (60 minutos e sessenta segundos) e a trigonometria: 360 graus em um círculo, que é seis vezes 60. Matematicamente não há nada de especial no sistema de base 10 que justifique seu estrelato. Alguns matemáticos, de fato, argumentam que estamos vivendo uma “tirania do dez”.
SUPERInteressante, Editora Abril. Edição 468, outubro de 2024. Adaptado.

Identifique abaixo as afirmativas verdadeiras ( V ) e as falsas ( F ).
( ) Herdamos dos babilônios e sumérios nossa base numérica.
( ) Nosso sistema é o decimal e está relacionado ao número de dedos que temos nas mãos.
( ) Historicamente sabemos que variadas bases numéricas foram utilizadas por diferentes civilizações.
Assinale a alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo.

Questão 3 de 20 Q3 da prova
Leia atentamente o texto abaixo.
Base Decimal
Humanos não são muito bons com quantidades exatas. Uma experiência clássica de cognição numérica consiste em mostrar pontos em uma tela para uma pessoa e perguntar quantos ela vê, sem contá-los. Se houver um, dois ou três pontos, o participante responde de bate-pronto. A partir de quatro, a resposta já demora um pouco. E com números muito altos, como 40 ou 50 pontos, tudo que se pode fazer é estimar. Mesmo assim, os humanos desenvolveram uma matemática extremamente sofisticada. Tudo graças à capacidade de usar símbolos para representar quantidades: 1, 2, 3… Um problema dessa tática é que nossa memória não dá conta de lembrar de um símbolo diferente para cada quantidade. A solução é subdividir as quantidades grandes em quantidades menores. Geralmente agrupamos quantidades de dez em dez. É uma imposição do nosso sistema numérico, que tem dez algarismos: 0, 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8 e 9. Para representar quantidades maiores que nove, começamos a repeti-los: 10, 11, 12… Assim, retratamos qualquer valor como pacotinhos de dez. O número 40, por exemplo, consiste em quatro dezenas. Por isso, esse sistema é chamado de decimal, ou de base 10. Poderíamos agrupar os números em pacotes de 6 ou de 8. Mas escolhemos o 10 por um acaso biológico: com exceção dos 0,01% polidáctilos que existem no mundo, nascemos com 10 dedos nas mãos. Isso facilita a visualização de quantidades, principalmente quando estamos aprendendo a contar. Não é à toa que as palavras “dígito” e “digital” são tão parecidas: ambas derivam do latim digitus, que significa “dedo”. Se fôssemos personagens de desenho animado, com apenas 4 dedos em cada mão, provavelmente contaríamos de 8 em 8. Ao longo da História, civilizações diferentes usaram outras bases numéricas. Os maias e astecas contavam de 20 em 20, provavelmente usando os dedos das mãos e dos pés. Já os babilônios e sumérios utilizavam um sistema de base 60, ou sexagesimal. Herdamos deles a contagem do tempo (60 minutos e sessenta segundos) e a trigonometria: 360 graus em um círculo, que é seis vezes 60. Matematicamente não há nada de especial no sistema de base 10 que justifique seu estrelato. Alguns matemáticos, de fato, argumentam que estamos vivendo uma “tirania do dez”.
SUPERInteressante, Editora Abril. Edição 468, outubro de 2024. Adaptado.

Assinale a alternativa na qual o uso do hífen está correto em todos os vocábulos.

Questão 4 de 20 Q4 da prova

Analise as frases abaixo:
Nossa empresa ótimos resultados em 2023.
O estilo de liderança do atual presidente do seu antecessor.
Em decorrência da tempestade o perigo de deslizamento é .
Assinale a alternativa que completa corretamente as lacunas do texto.

Questão 5 de 20 Q5 da prova

Assinale a alternativa em que a concordância está correta.

Questão 6 de 20 Q6 da prova

Uma pessoa tem 800 panfletos para distribuir em três bairros. No primeiro bairro, ela distribui 2/5 do total e no segundo bairro, 3/4 dos panfletos remanescentes. Ela decide distribuir todos os panfletos que sobram no terceiro bairro. Quantos panfletos ela distribuirá no terceiro bairro?

Questão 7 de 20 Q7 da prova

O mínimo múltiplo comum (m.m.c.) de dois números é 8400, e o máximo divisor comum (m.d.c.) é 8. Sabendo que um dos números é 224, o outro número é:

Questão 8 de 20 Q8 da prova

O valor y a ser pago em reais pelo aluguel de um salão de festas por x horas é dado pela expressão:
y = 300 + 200x.
Por quanto tempo utilizou o salão uma pessoa que pagou R$ 1.500,00 pelo aluguel?

Questão 9 de 20 Q9 da prova

Misturando-se 15 litros de um suco que custa R$ 18,00 o litro com 25 litros de outro suco que custa R$ 10,00 o litro, qual será o preço, em reais, de um litro da mistura?

Questão 10 de 20 Q10 da prova

Uma fábrica produz 1200 peças por dia, com 5 máquinas trabalhando 8 horas diariamente. Se forem utilizadas 3 máquinas a mais, trabalhando 10 horas por dia, quantas peças serão produzidas por dia?

Questão 11 de 20 Q11 da prova

Das diferentes teorias de aprendizagem e desenvolvimento humano, qual dos autores abaixo destaca o papel da cultura no processo de constituição das funções psíquicas superiores?

Questão 12 de 20 Q12 da prova
Leia os textos abaixo para responder às questões:
Texto1
A música Cuitelinho de Paulo Vanzolini e Antônio Carlos Xandó é um hino caipira gravado por Milton Nascimento, Nara Leão, Pena Branca e Xavantinho, Sérgio Reis, Renato Teixeira e vários outros artistas. Mas você sabe o que é Cuitelinho? Nesse episódio de Sons da Terra os repórteres do Terra da Gente e o biólogo Luciano Lima explicam que este é um nome genérico para beija-flor. Eles também falam sobre um dos autores da música, Paulo Vanzolini, que além de compositor era zoólogo.
Por Terra da Gente, 18/03/2021, G1
Texto 2
Cuitelinho
Cheguei na beira do porto
Onde as ondas se espaia
As garça dá meia volta
E senta na beira da praia
E o cuitelinho não gosta
Que o botão de rosa caia.

Assinale a alternativa correta em relação ao texto 1.

Questão 13 de 20 Q13 da prova
A Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Estatuto da Pessoa com Deficiência) - Lei nº 13.146, de 6 de julho de 2015, é destinada a assegurar e a promover, em condições de igualdade, o exercício dos direitos e das liberdades fundamentais por pessoa com deficiência, visando à sua inclusão social e cidadania.
No artigo 2º da referida lei, considera-se pessoa com deficiência aquela que tem impedimento de longo prazo de natureza física, mental, intelectual ou sensorial, o qual, em interação com uma ou mais barreiras, pode obstruir sua participação plena e efetiva na sociedade em igualdade de condições com as demais pessoas.
§ 1º A avaliação da deficiência, quando necessária, será biopsicossocial, realizada por equipe multiprofissional e interdisciplinar e considerará:
1. Os impedimentos nas funções e nas estruturas do corpo.
2. Os fatores socioambientais, psicológicos e pessoais.
3. A limitação no desempenho de atividades.
4. A restrição de participação.
5. Os elementos capacitistas.

Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.

Questão 14 de 20 Q14 da prova

Está expresso no artigo 26 da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Brasileira (1996) que nos estabelecimentos de:

Questão 15 de 20 Q15 da prova
Analise as afirmativas abaixo sobre o texto 2.
1. O texto é exemplo de variante diatópica.
2. O texto é marcado por desvios de concordância.
3. Por conter muitos erros, do ponto de vista linguístico, deve ser condenado e jamais estudado em sala de aula.

Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.

Questão 16 de 20 Q16 da prova
As variantes padrão e não padrão da Língua Portuguesa possuem características próprias. Abaixo são apontadas algumas características. Identifique aquelas que fazem parte do português padrão.

Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.

Questão 17 de 20 Q17 da prova

Uma das características da variação diafásica (formalidade × informalidade) é a falta de uniformidade de tratamento, ou seja, quando o discurso mescla o emprego da segunda com a terceira pessoa. Assinale a alternativa em que a uniformidade de tratamento foi corretamente respeitada.

Questão 18 de 20 Q18 da prova
Os versos abaixo foram retirados de Os Lusíadas, de Camões. Observa-se no livro, publicado pela primeira vez em 1572, o emprego de ortografia distinta da atual em Língua Portuguesa.

Analise as afirmativas abaixo em relação aos versos.

Questão 19 de 20 Q19 da prova

O emprego dos pronomes pessoais é marcado por nítidas distinções entre as variantes do português empregado no Brasil. Assinale a alternativa que está conforme a variante culta escrita.

Questão 20 de 20 Q20 da prova

Em relação às palavras que recebem acento gráfico no texto 1, assinale a alternativa que indica corretamente palavras acentuadas pela mesma razão que repórteres e também.

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