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Questão 1 de 8Q1101013Q13 da prova
Leia o texto a seguir:
O futuro é agora
Presencial, ensino a distância ou sistema híbrido: de que forma você quer estudar? O principal é não parar de se qualificar para garantir uma colocação no mercado
A educação passou por diversas transformações ao longo da história, mas a evolução cada vez maior das novas tecnologias exige do setor mais dinamismo para adaptar o ensino, agregando a ele o melhor das inovações constantes. Com suas particularidades inéditas na sociedade moderna, a pandemia de covid-19 impôs às instituições a necessidade de buscar soluções que aceleraram tal adaptação e, por consequência, impactaram as preferências dos estudantes.
Realidade no Brasil há mais de 15 anos, o ensino a distância mostrou-se a modalidade ideal diante do isolamento social gerado com o surgimento do novo coronavírus. No início de 2020, antes do anúncio global da pandemia de covid-19, 60% dos entrevistados foram enfáticos na preferência pelo ensino presencial em pesquisa realizada pela Educa Insights em parceria com a Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior (Abmes). Após quatro meses de pandemia, esse número caiu para 22%, enquanto 78% responderam considerar a possibilidade de aderir ao ensino a distância. O levantamento indica, ainda, que não há significativas diferenças nessa lógica no recorte por regiões. O Centro Oeste liderou com 83% dos pesquisados com disposição para o EaD, enquanto o Nordeste apresentou a menor taxa, 72%. Sudeste, Sul e Norte empataram em 79%.
O Censo da Educação Superior 2020, divulgado em fevereiro deste ano pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), mostrou que o ensino superior manteve o crescimento no primeiro ano da pandemia e constatou que pela primeira vez o número de alunos ingressantes nos cursos de graduação EaD superou o total de matriculados nos cursos presenciais. De acordo com o levantamento, 53,4% dos estudantes escolheram cursos a distância e 46,6% optaram pelo presencial. Apesar do expressivo aumento, a possibilidade de adesão à educação remota já apresentava tendência de alta há alguns anos. Em 2017, apenas 19% dos pesquisados consideravam um curso na modalidade, número que subiu para 40% no início de 2020, antes da confirmação da pandemia.
Fonte: https://odia.ig.com.br/rio-de-janeiro/2022/07/6449101-o-futuro-e-agora.html. Acesso em 29/09/2023
Leia o texto a seguir:
O futuro é agora
Presencial, ensino a distância ou sistema híbrido: de que forma você quer estudar? O principal é não parar de se qualificar para garantir uma colocação no mercado
A educação passou por diversas transformações ao longo da história, mas a evolução cada vez maior das novas tecnologias exige do setor mais dinamismo para adaptar o ensino, agregando a ele o melhor das inovações constantes. Com suas particularidades inéditas na sociedade moderna, a pandemia de covid-19 impôs às instituições a necessidade de buscar soluções que aceleraram tal adaptação e, por consequência, impactaram as preferências dos estudantes.
Realidade no Brasil há mais de 15 anos, o ensino a distância mostrou-se a modalidade ideal diante do isolamento social gerado com o surgimento do novo coronavírus. No início de 2020, antes do anúncio global da pandemia de covid-19, 60% dos entrevistados foram enfáticos na preferência pelo ensino presencial em pesquisa realizada pela Educa Insights em parceria com a Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior (Abmes). Após quatro meses de pandemia, esse número caiu para 22%, enquanto 78% responderam considerar a possibilidade de aderir ao ensino a distância. O levantamento indica, ainda, que não há significativas diferenças nessa lógica no recorte por regiões. O Centro Oeste liderou com 83% dos pesquisados com disposição para o EaD, enquanto o Nordeste apresentou a menor taxa, 72%. Sudeste, Sul e Norte empataram em 79%.
O Censo da Educação Superior 2020, divulgado em fevereiro deste ano pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), mostrou que o ensino superior manteve o crescimento no primeiro ano da pandemia e constatou que pela primeira vez o número de alunos ingressantes nos cursos de graduação EaD superou o total de matriculados nos cursos presenciais. De acordo com o levantamento, 53,4% dos estudantes escolheram cursos a distância e 46,6% optaram pelo presencial. Apesar do expressivo aumento, a possibilidade de adesão à educação remota já apresentava tendência de alta há alguns anos. Em 2017, apenas 19% dos pesquisados consideravam um curso na modalidade, número que subiu para 40% no início de 2020, antes da confirmação da pandemia.
Fonte: https://odia.ig.com.br/rio-de-janeiro/2022/07/6449101-o-futuro-e-agora.html. Acesso em 29/09/2023
O título do texto (“O futuro é agora”) faz alusão ao:
Leia o texto a seguir:
O futuro é agora
Presencial, ensino a distância ou sistema híbrido: de que forma você quer estudar? O principal é não parar de se qualificar para garantir uma colocação no mercado
A educação passou por diversas transformações ao longo da história, mas a evolução cada vez maior das novas tecnologias exige do setor mais dinamismo para adaptar o ensino, agregando a ele o melhor das inovações constantes. Com suas particularidades inéditas na sociedade moderna, a pandemia de covid-19 impôs às instituições a necessidade de buscar soluções que aceleraram tal adaptação e, por consequência, impactaram as preferências dos estudantes.
Realidade no Brasil há mais de 15 anos, o ensino a distância mostrou-se a modalidade ideal diante do isolamento social gerado com o surgimento do novo coronavírus. No início de 2020, antes do anúncio global da pandemia de covid-19, 60% dos entrevistados foram enfáticos na preferência pelo ensino presencial em pesquisa realizada pela Educa Insights em parceria com a Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior (Abmes). Após quatro meses de pandemia, esse número caiu para 22%, enquanto 78% responderam considerar a possibilidade de aderir ao ensino a distância. O levantamento indica, ainda, que não há significativas diferenças nessa lógica no recorte por regiões. O Centro Oeste liderou com 83% dos pesquisados com disposição para o EaD, enquanto o Nordeste apresentou a menor taxa, 72%. Sudeste, Sul e Norte empataram em 79%.
O Censo da Educação Superior 2020, divulgado em fevereiro deste ano pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), mostrou que o ensino superior manteve o crescimento no primeiro ano da pandemia e constatou que pela primeira vez o número de alunos ingressantes nos cursos de graduação EaD superou o total de matriculados nos cursos presenciais. De acordo com o levantamento, 53,4% dos estudantes escolheram cursos a distância e 46,6% optaram pelo presencial. Apesar do expressivo aumento, a possibilidade de adesão à educação remota já apresentava tendência de alta há alguns anos. Em 2017, apenas 19% dos pesquisados consideravam um curso na modalidade, número que subiu para 40% no início de 2020, antes da confirmação da pandemia.
Fonte: https://odia.ig.com.br/rio-de-janeiro/2022/07/6449101-o-futuro-e-agora.html. Acesso em 29/09/2023
A palavra CENSO forma um par de homônimos com a palavra:
Leia o texto a seguir:
O futuro é agora
Presencial, ensino a distância ou sistema híbrido: de que forma você quer estudar? O principal é não parar de se qualificar para garantir uma colocação no mercado
A educação passou por diversas transformações ao longo da história, mas a evolução cada vez maior das novas tecnologias exige do setor mais dinamismo para adaptar o ensino, agregando a ele o melhor das inovações constantes. Com suas particularidades inéditas na sociedade moderna, a pandemia de covid-19 impôs às instituições a necessidade de buscar soluções que aceleraram tal adaptação e, por consequência, impactaram as preferências dos estudantes.
Realidade no Brasil há mais de 15 anos, o ensino a distância mostrou-se a modalidade ideal diante do isolamento social gerado com o surgimento do novo coronavírus. No início de 2020, antes do anúncio global da pandemia de covid-19, 60% dos entrevistados foram enfáticos na preferência pelo ensino presencial em pesquisa realizada pela Educa Insights em parceria com a Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior (Abmes). Após quatro meses de pandemia, esse número caiu para 22%, enquanto 78% responderam considerar a possibilidade de aderir ao ensino a distância. O levantamento indica, ainda, que não há significativas diferenças nessa lógica no recorte por regiões. O Centro Oeste liderou com 83% dos pesquisados com disposição para o EaD, enquanto o Nordeste apresentou a menor taxa, 72%. Sudeste, Sul e Norte empataram em 79%.
O Censo da Educação Superior 2020, divulgado em fevereiro deste ano pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), mostrou que o ensino superior manteve o crescimento no primeiro ano da pandemia e constatou que pela primeira vez o número de alunos ingressantes nos cursos de graduação EaD superou o total de matriculados nos cursos presenciais. De acordo com o levantamento, 53,4% dos estudantes escolheram cursos a distância e 46,6% optaram pelo presencial. Apesar do expressivo aumento, a possibilidade de adesão à educação remota já apresentava tendência de alta há alguns anos. Em 2017, apenas 19% dos pesquisados consideravam um curso na modalidade, número que subiu para 40% no início de 2020, antes da confirmação da pandemia.
Fonte: https://odia.ig.com.br/rio-de-janeiro/2022/07/6449101-o-futuro-e-agora.html. Acesso em 29/09/2023
Na palavra LEVANTAMENTO, o elemento mórfico destacado é classificado como:
Leia o texto a seguir:
O futuro é agora
Presencial, ensino a distância ou sistema híbrido: de que forma você quer estudar? O principal é não parar de se qualificar para garantir uma colocação no mercado
A educação passou por diversas transformações ao longo da história, mas a evolução cada vez maior das novas tecnologias exige do setor mais dinamismo para adaptar o ensino, agregando a ele o melhor das inovações constantes. Com suas particularidades inéditas na sociedade moderna, a pandemia de covid-19 impôs às instituições a necessidade de buscar soluções que aceleraram tal adaptação e, por consequência, impactaram as preferências dos estudantes.
Realidade no Brasil há mais de 15 anos, o ensino a distância mostrou-se a modalidade ideal diante do isolamento social gerado com o surgimento do novo coronavírus. No início de 2020, antes do anúncio global da pandemia de covid-19, 60% dos entrevistados foram enfáticos na preferência pelo ensino presencial em pesquisa realizada pela Educa Insights em parceria com a Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior (Abmes). Após quatro meses de pandemia, esse número caiu para 22%, enquanto 78% responderam considerar a possibilidade de aderir ao ensino a distância. O levantamento indica, ainda, que não há significativas diferenças nessa lógica no recorte por regiões. O Centro Oeste liderou com 83% dos pesquisados com disposição para o EaD, enquanto o Nordeste apresentou a menor taxa, 72%. Sudeste, Sul e Norte empataram em 79%.
O Censo da Educação Superior 2020, divulgado em fevereiro deste ano pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), mostrou que o ensino superior manteve o crescimento no primeiro ano da pandemia e constatou que pela primeira vez o número de alunos ingressantes nos cursos de graduação EaD superou o total de matriculados nos cursos presenciais. De acordo com o levantamento, 53,4% dos estudantes escolheram cursos a distância e 46,6% optaram pelo presencial. Apesar do expressivo aumento, a possibilidade de adesão à educação remota já apresentava tendência de alta há alguns anos. Em 2017, apenas 19% dos pesquisados consideravam um curso na modalidade, número que subiu para 40% no início de 2020, antes da confirmação da pandemia.
Fonte: https://odia.ig.com.br/rio-de-janeiro/2022/07/6449101-o-futuro-e-agora.html. Acesso em 29/09/2023
No trecho “A educação passou por diversas transformações ao longo da história” (1º parágrafo), as palavras destacadas são classificadas, respectivamente, como:
Leia o texto a seguir:
O futuro é agora
Presencial, ensino a distância ou sistema híbrido: de que forma você quer estudar? O principal é não parar de se qualificar para garantir uma colocação no mercado
A educação passou por diversas transformações ao longo da história, mas a evolução cada vez maior das novas tecnologias exige do setor mais dinamismo para adaptar o ensino, agregando a ele o melhor das inovações constantes. Com suas particularidades inéditas na sociedade moderna, a pandemia de covid-19 impôs às instituições a necessidade de buscar soluções que aceleraram tal adaptação e, por consequência, impactaram as preferências dos estudantes.
Realidade no Brasil há mais de 15 anos, o ensino a distância mostrou-se a modalidade ideal diante do isolamento social gerado com o surgimento do novo coronavírus. No início de 2020, antes do anúncio global da pandemia de covid-19, 60% dos entrevistados foram enfáticos na preferência pelo ensino presencial em pesquisa realizada pela Educa Insights em parceria com a Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior (Abmes). Após quatro meses de pandemia, esse número caiu para 22%, enquanto 78% responderam considerar a possibilidade de aderir ao ensino a distância. O levantamento indica, ainda, que não há significativas diferenças nessa lógica no recorte por regiões. O Centro Oeste liderou com 83% dos pesquisados com disposição para o EaD, enquanto o Nordeste apresentou a menor taxa, 72%. Sudeste, Sul e Norte empataram em 79%.
O Censo da Educação Superior 2020, divulgado em fevereiro deste ano pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), mostrou que o ensino superior manteve o crescimento no primeiro ano da pandemia e constatou que pela primeira vez o número de alunos ingressantes nos cursos de graduação EaD superou o total de matriculados nos cursos presenciais. De acordo com o levantamento, 53,4% dos estudantes escolheram cursos a distância e 46,6% optaram pelo presencial. Apesar do expressivo aumento, a possibilidade de adesão à educação remota já apresentava tendência de alta há alguns anos. Em 2017, apenas 19% dos pesquisados consideravam um curso na modalidade, número que subiu para 40% no início de 2020, antes da confirmação da pandemia.
Fonte: https://odia.ig.com.br/rio-de-janeiro/2022/07/6449101-o-futuro-e-agora.html. Acesso em 29/09/2023
No trecho “Apesar do expressivo aumento, a possibilidade de adesão à educação remota já apresentava tendência de alta há alguns anos” (3º parágrafo), o conectivo destacado tem valor semântico de:
Leia o texto a seguir:
O futuro é agora
Presencial, ensino a distância ou sistema híbrido: de que forma você quer estudar? O principal é não parar de se qualificar para garantir uma colocação no mercado
A educação passou por diversas transformações ao longo da história, mas a evolução cada vez maior das novas tecnologias exige do setor mais dinamismo para adaptar o ensino, agregando a ele o melhor das inovações constantes. Com suas particularidades inéditas na sociedade moderna, a pandemia de covid-19 impôs às instituições a necessidade de buscar soluções que aceleraram tal adaptação e, por consequência, impactaram as preferências dos estudantes.
Realidade no Brasil há mais de 15 anos, o ensino a distância mostrou-se a modalidade ideal diante do isolamento social gerado com o surgimento do novo coronavírus. No início de 2020, antes do anúncio global da pandemia de covid-19, 60% dos entrevistados foram enfáticos na preferência pelo ensino presencial em pesquisa realizada pela Educa Insights em parceria com a Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior (Abmes). Após quatro meses de pandemia, esse número caiu para 22%, enquanto 78% responderam considerar a possibilidade de aderir ao ensino a distância. O levantamento indica, ainda, que não há significativas diferenças nessa lógica no recorte por regiões. O Centro Oeste liderou com 83% dos pesquisados com disposição para o EaD, enquanto o Nordeste apresentou a menor taxa, 72%. Sudeste, Sul e Norte empataram em 79%.
O Censo da Educação Superior 2020, divulgado em fevereiro deste ano pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), mostrou que o ensino superior manteve o crescimento no primeiro ano da pandemia e constatou que pela primeira vez o número de alunos ingressantes nos cursos de graduação EaD superou o total de matriculados nos cursos presenciais. De acordo com o levantamento, 53,4% dos estudantes escolheram cursos a distância e 46,6% optaram pelo presencial. Apesar do expressivo aumento, a possibilidade de adesão à educação remota já apresentava tendência de alta há alguns anos. Em 2017, apenas 19% dos pesquisados consideravam um curso na modalidade, número que subiu para 40% no início de 2020, antes da confirmação da pandemia.
Fonte: https://odia.ig.com.br/rio-de-janeiro/2022/07/6449101-o-futuro-e-agora.html. Acesso em 29/09/2023
Em “No início de 2020, antes do anúncio global da pandemia de covid-19, 60% dos entrevistados foram enfáticos na preferência pelo ensino presencial em pesquisa realizada pela Educa Insights em parceria com a Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior (Abmes)” (2º parágrafo), o trecho destacado classifica-se como:
Leia o texto a seguir:
O futuro é agora
Presencial, ensino a distância ou sistema híbrido: de que forma você quer estudar? O principal é não parar de se qualificar para garantir uma colocação no mercado
A educação passou por diversas transformações ao longo da história, mas a evolução cada vez maior das novas tecnologias exige do setor mais dinamismo para adaptar o ensino, agregando a ele o melhor das inovações constantes. Com suas particularidades inéditas na sociedade moderna, a pandemia de covid-19 impôs às instituições a necessidade de buscar soluções que aceleraram tal adaptação e, por consequência, impactaram as preferências dos estudantes.
Realidade no Brasil há mais de 15 anos, o ensino a distância mostrou-se a modalidade ideal diante do isolamento social gerado com o surgimento do novo coronavírus. No início de 2020, antes do anúncio global da pandemia de covid-19, 60% dos entrevistados foram enfáticos na preferência pelo ensino presencial em pesquisa realizada pela Educa Insights em parceria com a Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior (Abmes). Após quatro meses de pandemia, esse número caiu para 22%, enquanto 78% responderam considerar a possibilidade de aderir ao ensino a distância. O levantamento indica, ainda, que não há significativas diferenças nessa lógica no recorte por regiões. O Centro Oeste liderou com 83% dos pesquisados com disposição para o EaD, enquanto o Nordeste apresentou a menor taxa, 72%. Sudeste, Sul e Norte empataram em 79%.
O Censo da Educação Superior 2020, divulgado em fevereiro deste ano pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), mostrou que o ensino superior manteve o crescimento no primeiro ano da pandemia e constatou que pela primeira vez o número de alunos ingressantes nos cursos de graduação EaD superou o total de matriculados nos cursos presenciais. De acordo com o levantamento, 53,4% dos estudantes escolheram cursos a distância e 46,6% optaram pelo presencial. Apesar do expressivo aumento, a possibilidade de adesão à educação remota já apresentava tendência de alta há alguns anos. Em 2017, apenas 19% dos pesquisados consideravam um curso na modalidade, número que subiu para 40% no início de 2020, antes da confirmação da pandemia.
Fonte: https://odia.ig.com.br/rio-de-janeiro/2022/07/6449101-o-futuro-e-agora.html. Acesso em 29/09/2023
Em “Com suas particularidades inéditas na sociedade moderna, a pandemia de covid-19 impôs às instituições a necessidade de buscar soluções que aceleraram tal adaptação e, por consequência, impactaram as preferências dos estudantes” (1º parágrafo), o trecho destacado classifica-se como: