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Prova Professor IV - Matemática - Pref. Turvo/SC
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Questão 1 de 20 Q1 da prova
Leia o texto abaixo para responder às próximas questões: À Beira -Mar Por que será que tem gente que vive se metendo com o que os outros estão fazendo? Pode haver coisa mais ingênua do que um menininho brincando com areia, na beira da praia? Não pode, né? Pois estávamos nós deitados a doirar a pele para endoidar mulher, sob o sol de Copacabana, em decúbito ventral (não o sol, mas nós) a ler “Maravilhas da Biologia”, do coleguinha cientista Benedict Knox Ston, quando um camarada se meteu com uma criança, que brincava com a areia. Interrompemos a leitura para ouvir a conversa. O menininho já estava com um balde desses de matéria plástica cheio de areia, quando o sujeito intrometido chegou e perguntou o que é que o menininho ia fazer com aquela areia. O menininho fungou, o que é muito natural, pois todo menininho que vai na praia funga, e explicou pro cara que ia jogar a areia num casal que estava numa barraca lá adiante. E apontou para a barraca. Nós olhamos, assim como olhou o cara que perguntava ao menininho. Lá, na barraca distante, a gente só conseguia ver dois pares de pernas ao sol. O resto estava escondido pela sombra, por trás da barraca. Eram dois pares, dizíamos, um de pernas femininas, o que se notava pela graça da linha, e outro masculino, o que se notava pela abundante vegetação capilar, se nos permitem o termo. — Eu vou jogar a areia naquele casal por causa de que eles estão se abraçando e se beijando muito — explicou o menininho, dando outra fungada. O intrometido sorriu complacente e veio com lição de moral. — Não faça isso, meu filho — disse ele (e depois viemos a saber que o menino era seu vizinho de apartamento). Passou a mão pela cabeça do garotinho e prosseguiu: — deixe o casal em paz. Você ainda é pequeno e não entende dessas coisas, mas é muito feio ir jogar areia em cima dos outros. O menininho olhou pro cara muito espantado e ainda insistiu: — Deixa eu jogar neles. O camarada fez menção de lhe tirar o balde da mão e foi mais incisivo: — Não senhor. Deixe o casal namorar em paz. Não vai jogar areia não. O menininho então deixou que ele esvaziasse o balde e disse: — Tá certo. Eu só ia jogar areia neles por causa do senhor. — Por minha causa? — estranhou o chato. — Mas que casal é aquele? — O homem eu não sei — respondeu o menininho. — Mas a mulher é a sua. Texto extraído do livro “O melhor do Stanislaw” Sérgio Porto (Stanislaw Ponte Preta)

O texto acima pertence ao gênero crônica, gênero discursivo que mistura elementos do jornalismo e da literatura. Qual das alternativas abaixo que apresenta característica condizente com dito gênero?

Questão 2 de 20 Q2 da prova
Leia o texto abaixo para responder às próximas questões: À Beira -Mar Por que será que tem gente que vive se metendo com o que os outros estão fazendo? Pode haver coisa mais ingênua do que um menininho brincando com areia, na beira da praia? Não pode, né? Pois estávamos nós deitados a doirar a pele para endoidar mulher, sob o sol de Copacabana, em decúbito ventral (não o sol, mas nós) a ler “Maravilhas da Biologia”, do coleguinha cientista Benedict Knox Ston, quando um camarada se meteu com uma criança, que brincava com a areia. Interrompemos a leitura para ouvir a conversa. O menininho já estava com um balde desses de matéria plástica cheio de areia, quando o sujeito intrometido chegou e perguntou o que é que o menininho ia fazer com aquela areia. O menininho fungou, o que é muito natural, pois todo menininho que vai na praia funga, e explicou pro cara que ia jogar a areia num casal que estava numa barraca lá adiante. E apontou para a barraca. Nós olhamos, assim como olhou o cara que perguntava ao menininho. Lá, na barraca distante, a gente só conseguia ver dois pares de pernas ao sol. O resto estava escondido pela sombra, por trás da barraca. Eram dois pares, dizíamos, um de pernas femininas, o que se notava pela graça da linha, e outro masculino, o que se notava pela abundante vegetação capilar, se nos permitem o termo. — Eu vou jogar a areia naquele casal por causa de que eles estão se abraçando e se beijando muito — explicou o menininho, dando outra fungada. O intrometido sorriu complacente e veio com lição de moral. — Não faça isso, meu filho — disse ele (e depois viemos a saber que o menino era seu vizinho de apartamento). Passou a mão pela cabeça do garotinho e prosseguiu: — deixe o casal em paz. Você ainda é pequeno e não entende dessas coisas, mas é muito feio ir jogar areia em cima dos outros. O menininho olhou pro cara muito espantado e ainda insistiu: — Deixa eu jogar neles. O camarada fez menção de lhe tirar o balde da mão e foi mais incisivo: — Não senhor. Deixe o casal namorar em paz. Não vai jogar areia não. O menininho então deixou que ele esvaziasse o balde e disse: — Tá certo. Eu só ia jogar areia neles por causa do senhor. — Por minha causa? — estranhou o chato. — Mas que casal é aquele? — O homem eu não sei — respondeu o menininho. — Mas a mulher é a sua. Texto extraído do livro “O melhor do Stanislaw” Sérgio Porto (Stanislaw Ponte Preta)

O humor da história tem o ápice em seu final e está diretamente relacionada com a atitude pretendida pelo personagem do garoto e em como ela se reflete no protagonista. O humor se constrói em torno de qual recurso?

Questão 3 de 20 Q3 da prova
Leia o texto abaixo para responder às próximas questões: À Beira -Mar Por que será que tem gente que vive se metendo com o que os outros estão fazendo? Pode haver coisa mais ingênua do que um menininho brincando com areia, na beira da praia? Não pode, né? Pois estávamos nós deitados a doirar a pele para endoidar mulher, sob o sol de Copacabana, em decúbito ventral (não o sol, mas nós) a ler “Maravilhas da Biologia”, do coleguinha cientista Benedict Knox Ston, quando um camarada se meteu com uma criança, que brincava com a areia. Interrompemos a leitura para ouvir a conversa. O menininho já estava com um balde desses de matéria plástica cheio de areia, quando o sujeito intrometido chegou e perguntou o que é que o menininho ia fazer com aquela areia. O menininho fungou, o que é muito natural, pois todo menininho que vai na praia funga, e explicou pro cara que ia jogar a areia num casal que estava numa barraca lá adiante. E apontou para a barraca. Nós olhamos, assim como olhou o cara que perguntava ao menininho. Lá, na barraca distante, a gente só conseguia ver dois pares de pernas ao sol. O resto estava escondido pela sombra, por trás da barraca. Eram dois pares, dizíamos, um de pernas femininas, o que se notava pela graça da linha, e outro masculino, o que se notava pela abundante vegetação capilar, se nos permitem o termo. — Eu vou jogar a areia naquele casal por causa de que eles estão se abraçando e se beijando muito — explicou o menininho, dando outra fungada. O intrometido sorriu complacente e veio com lição de moral. — Não faça isso, meu filho — disse ele (e depois viemos a saber que o menino era seu vizinho de apartamento). Passou a mão pela cabeça do garotinho e prosseguiu: — deixe o casal em paz. Você ainda é pequeno e não entende dessas coisas, mas é muito feio ir jogar areia em cima dos outros. O menininho olhou pro cara muito espantado e ainda insistiu: — Deixa eu jogar neles. O camarada fez menção de lhe tirar o balde da mão e foi mais incisivo: — Não senhor. Deixe o casal namorar em paz. Não vai jogar areia não. O menininho então deixou que ele esvaziasse o balde e disse: — Tá certo. Eu só ia jogar areia neles por causa do senhor. — Por minha causa? — estranhou o chato. — Mas que casal é aquele? — O homem eu não sei — respondeu o menininho. — Mas a mulher é a sua. Texto extraído do livro “O melhor do Stanislaw” Sérgio Porto (Stanislaw Ponte Preta)

A pontuação é um recurso importante para a construção de sentido, não apenas um reflexo das entonações produzidas pela fala. O uso da vírgula no enunciado abaixo se justifica por: — Não faça isso, meu filho [...]

Questão 4 de 20 Q4 da prova
Leia o texto abaixo para responder às próximas questões: À Beira -Mar Por que será que tem gente que vive se metendo com o que os outros estão fazendo? Pode haver coisa mais ingênua do que um menininho brincando com areia, na beira da praia? Não pode, né? Pois estávamos nós deitados a doirar a pele para endoidar mulher, sob o sol de Copacabana, em decúbito ventral (não o sol, mas nós) a ler “Maravilhas da Biologia”, do coleguinha cientista Benedict Knox Ston, quando um camarada se meteu com uma criança, que brincava com a areia. Interrompemos a leitura para ouvir a conversa. O menininho já estava com um balde desses de matéria plástica cheio de areia, quando o sujeito intrometido chegou e perguntou o que é que o menininho ia fazer com aquela areia. O menininho fungou, o que é muito natural, pois todo menininho que vai na praia funga, e explicou pro cara que ia jogar a areia num casal que estava numa barraca lá adiante. E apontou para a barraca. Nós olhamos, assim como olhou o cara que perguntava ao menininho. Lá, na barraca distante, a gente só conseguia ver dois pares de pernas ao sol. O resto estava escondido pela sombra, por trás da barraca. Eram dois pares, dizíamos, um de pernas femininas, o que se notava pela graça da linha, e outro masculino, o que se notava pela abundante vegetação capilar, se nos permitem o termo. — Eu vou jogar a areia naquele casal por causa de que eles estão se abraçando e se beijando muito — explicou o menininho, dando outra fungada. O intrometido sorriu complacente e veio com lição de moral. — Não faça isso, meu filho — disse ele (e depois viemos a saber que o menino era seu vizinho de apartamento). Passou a mão pela cabeça do garotinho e prosseguiu: — deixe o casal em paz. Você ainda é pequeno e não entende dessas coisas, mas é muito feio ir jogar areia em cima dos outros. O menininho olhou pro cara muito espantado e ainda insistiu: — Deixa eu jogar neles. O camarada fez menção de lhe tirar o balde da mão e foi mais incisivo: — Não senhor. Deixe o casal namorar em paz. Não vai jogar areia não. O menininho então deixou que ele esvaziasse o balde e disse: — Tá certo. Eu só ia jogar areia neles por causa do senhor. — Por minha causa? — estranhou o chato. — Mas que casal é aquele? — O homem eu não sei — respondeu o menininho. — Mas a mulher é a sua. Texto extraído do livro “O melhor do Stanislaw” Sérgio Porto (Stanislaw Ponte Preta)

O gênero crônica, em virtude de seu estilo de escrita aproximar-se da linguagem do cotidiano, tem a liberdade de usar de termo mais coloquiais e que muitas vezes fogem das regras da gramática da língua portuguesa. Observe o trecho abaixo retirado do texto de Stanislaw Ponte Preta e assinale a alternativa que justifique de forma equivocada os desvios cometidos pelo autor: [...] quando o sujeito intrometido chegou e perguntou o que é que o menininho ia fazer com aquela areia. O menininho fungou, o que é muito natural, pois todo menininho que vai na praia funga, e explicou pro cara que ia jogar a areia num casal que estava numa barraca lá adiante.

Questão 5 de 20 Q5 da prova
Leia o texto abaixo para responder às próximas questões: À Beira -Mar Por que será que tem gente que vive se metendo com o que os outros estão fazendo? Pode haver coisa mais ingênua do que um menininho brincando com areia, na beira da praia? Não pode, né? Pois estávamos nós deitados a doirar a pele para endoidar mulher, sob o sol de Copacabana, em decúbito ventral (não o sol, mas nós) a ler “Maravilhas da Biologia”, do coleguinha cientista Benedict Knox Ston, quando um camarada se meteu com uma criança, que brincava com a areia. Interrompemos a leitura para ouvir a conversa. O menininho já estava com um balde desses de matéria plástica cheio de areia, quando o sujeito intrometido chegou e perguntou o que é que o menininho ia fazer com aquela areia. O menininho fungou, o que é muito natural, pois todo menininho que vai na praia funga, e explicou pro cara que ia jogar a areia num casal que estava numa barraca lá adiante. E apontou para a barraca. Nós olhamos, assim como olhou o cara que perguntava ao menininho. Lá, na barraca distante, a gente só conseguia ver dois pares de pernas ao sol. O resto estava escondido pela sombra, por trás da barraca. Eram dois pares, dizíamos, um de pernas femininas, o que se notava pela graça da linha, e outro masculino, o que se notava pela abundante vegetação capilar, se nos permitem o termo. — Eu vou jogar a areia naquele casal por causa de que eles estão se abraçando e se beijando muito — explicou o menininho, dando outra fungada. O intrometido sorriu complacente e veio com lição de moral. — Não faça isso, meu filho — disse ele (e depois viemos a saber que o menino era seu vizinho de apartamento). Passou a mão pela cabeça do garotinho e prosseguiu: — deixe o casal em paz. Você ainda é pequeno e não entende dessas coisas, mas é muito feio ir jogar areia em cima dos outros. O menininho olhou pro cara muito espantado e ainda insistiu: — Deixa eu jogar neles. O camarada fez menção de lhe tirar o balde da mão e foi mais incisivo: — Não senhor. Deixe o casal namorar em paz. Não vai jogar areia não. O menininho então deixou que ele esvaziasse o balde e disse: — Tá certo. Eu só ia jogar areia neles por causa do senhor. — Por minha causa? — estranhou o chato. — Mas que casal é aquele? — O homem eu não sei — respondeu o menininho. — Mas a mulher é a sua. Texto extraído do livro “O melhor do Stanislaw” Sérgio Porto (Stanislaw Ponte Preta)

Os pronomes são uma importante ferramenta de coesão e são importantes para que não haja repetição de vocábulos, dando mais fluidez ao texto. O pronome oblíquo “lhe” no excerto abaixo refere-se a qual substantivo dentro do texto? O camarada fez menção de lhe tirar o balde da mão e foi mais incisivo [...]

Questão 6 de 20 Q6 da prova

A OTAN (Organização do Tratado do Atlântico Norte) é uma aliança militar formada principalmente por países do Ocidente, com o objetivo de promover a segurança e a estabilidade entre seus membros. Embora seu foco seja a defesa mútua contra ameaças externas, a organização também tem um papel relevante em questões de segurança global, especialmente em cenários de desafios geopolíticos. Sua influência continua a ser significativa no cenário internacional, especialmente no contexto de relações entre potências globais. Neste contexto, assinale a alternativa que contém um país que NÃO faz parte da OTAN:

Questão 7 de 20 Q7 da prova

O Supremo Tribunal Federal (STF) representa a instância máxima do Poder Judiciário no Brasil, tendo como principal função assegurar a prevalência da Constituição Federal. A Corte é constituída por 11 ministros, organizados em duas Turmas, cada uma composta por cinco integrantes. Essas Turmas são responsáveis pelo julgamento de casos específicos, enquanto o Plenário, que reúne todos os ministros, trata de assuntos de maior importância constitucional. Cada Turma elege um Presidente dentre seus ministros, que exerce a função por um período de um ano, diferentemente da Presidência do STF que é ocupada por um dos ministros da Corte, com mandato de dois anos, sem possibilidade de reeleição imediata. O Presidente do STF tem atribuições administrativas, atua como representante do Poder Judiciário diante dos outros poderes e preside as sessões do Plenário. De acordo com o site oficial do STF e considerando essas informações, assinale a alternativa que indica qual é o atual presidente da Primeira Turma do STF, desde setembro de 2024:

Questão 8 de 20 Q8 da prova

Quanto ao Hino Oficial de Turvo/SC, considerando o que está publicado no site oficial do município, qual o nome do autor da letra deste hino?

Questão 9 de 20 Q9 da prova

De acordo com o site oficial do município de Turvo/SC, a cidade, sendo uma terra de planície (80%), localizada a 20 quilômetros da escarpa da Serra Geral e com um clima úmido, é natural que seja rasgado por diversos cursos pluviais que fazem do município um verdadeiro paraíso de rios. O território municipal pertence a bacia hidrográfica do Rio Araranguá e o regime dos rios turvenses é fluvial, pois as suas cheias dependem das chuvas. Sobre este tema, e considerando as informações do site oficial do município, dentre os rios que atravessam Turvo, podemos citar, EXCETO:

Questão 10 de 20 Q10 da prova

De acordo com dados publicados pelo IBGE, a População Residente do município de Turvo/SC, no último levantamento válido, do ano de 2022, é de:

Questão 11 de 20 Q11 da prova

De acordo com o artigo 53 do Estatuto da Criança e do Adolescente: A criança e o adolescente têm direito à educação, visando ao pleno desenvolvimento de sua pessoa, preparo para o exercício da cidadania e qualificação para o trabalho, assegurando-se-lhes, EXCETO:

Questão 12 de 20 Q12 da prova

A Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB), em seu artigo 12, inciso I, trata das incumbências dos estabelecimentos de ensino. Marque a alternativa INCORRETA em relação a essas incumbências:

Questão 13 de 20 Q13 da prova

A BNCC é um documento normativo e aplica-se exclusivamente à educação escolar, tal como a define o § 1º do Artigo 1º da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB, Lei nº 9.394/1996), e está orientado pelos princípios ________, ________ e _________ que visam à formação humana integral e à construção de uma sociedade justa, democrática e inclusiva, como fundamentado nas Diretrizes Curriculares Nacionais da Educação Básica (DCN). Marque a alternativa que completa CORRETAMENTE as lacunas do enunciado acima:

Questão 14 de 20 Q14 da prova

Ao longo da Educação Básica, as aprendizagens essenciais definidas na BNCC devem concorrer para assegurar aos estudantes o desenvolvimento de dez competências gerais, que consubstanciam, no âmbito pedagógico, os direitos de aprendizagem e desenvolvimento. Marque a alternativa que apresenta CORRETAMENTE uma das dez competências gerais da BNCC:

Questão 15 de 20 Q15 da prova

O Art. 32 da LDB estabelece que o ensino fundamental obrigatório, com duração de 9 (nove) anos, gratuito na escola pública, iniciando-se aos 6 (seis) anos de idade, terá por objetivo a formação básica do cidadão, mediante: I. O desenvolvimento da capacidade de aprender, tendo como meios básicos o pleno domínio da leitura, da escrita e do cálculo; II. A compreensão do ambiente natural e social, do sistema político, da tecnologia, das artes e dos valores em que se fundamenta a sociedade; III. O desenvolvimento da capacidade de aprendizagem, tendo em vista a aquisição de conhecimentos e habilidades e a formação de atitudes e valores; IV. O fortalecimento dos vínculos de família, dos laços de solidariedade humana e de tolerância recíproca em que se assenta a vida social. Marque a alternativa CORRETA:

Questão 16 de 20 Q16 da prova

De acordo com o artigo 4º das Diretrizes Nacionais para a Educação Especial na Educação Básica, a educação especial considerará as situações singulares, os perfis dos estudantes, as características bio-psicossociais dos alunos e suas faixas etárias e se pautará em princípios éticos, políticos e estéticos de modo a assegurar: I. A dignidade humana e a observância do direito de cada aluno de realizar seus projetos de estudo, de trabalho e de inserção na vida social; II. A busca da identidade própria de cada educando, o reconhecimento e a valorização das suas diferenças e potencialidades, bem como de suas necessidades educacionais especiais no processo de ensino e aprendizagem, como base para a constituição e ampliação de valores, atitudes, conhecimentos, habilidades e competências; III. O desenvolvimento para o exercício da cidadania, da capacidade de participação social, política e econômica e sua ampliação, mediante o cumprimento de seus deveres e o usufruto de seus direitos. Marque a alternativa CORRETA:

Questão 17 de 20 Q17 da prova

A BNCC está estruturada de modo a explicitar as competências que devem ser desenvolvidas ao longo de toda a Educação Básica e em cada etapa da escolaridade, como expressão dos direitos de aprendizagem e desenvolvimento de todos os estudantes. A BNCC aponta três modalidades da Educação Básica, marque a alternativa que apresenta CORRETAMENTE essas etapas:

Questão 18 de 20 Q18 da prova

No artigo 18, parágrafo 1º das Diretrizes Nacionais para a Educação Especial na Educação Básica, diz que: São considerados professores capacitados para atuar em classes comuns com alunos que apresentam necessidades educacionais especiais aqueles que comprovem que, em sua formação, de nível médio ou superior, foram incluídos conteúdos sobre educação especial adequados ao desenvolvimento de competências e valores para: I. Perceber as necessidades educacionais especiais dos alunos e valorizar a educação inclusiva; II. Flexibilizar a ação pedagógica nas diferentes áreas de conhecimento de modo adequado às necessidades especiais de aprendizagem; III. Avaliar continuamente a eficácia do processo educativo para o atendimento de necessidades educacionais especiais; IV. Atuar em equipe, inclusive com professores especializados em educação especial. Marque a alternativa CORRETA:

Questão 19 de 20 Q19 da prova

De acordo com a BNCC, para garantir o desenvolvimento das competências específicas, cada componente curricular apresenta um conjunto de ______ que estão relacionadas a diferentes __________ – aqui entendidos como conteúdos, conceitos e processos –, que, por sua vez, são organizados em ______. Marque a alternativa que completa CORRETAMENTE as lacunas:

Questão 20 de 20 Q20 da prova

Segundo o Art. 6º das Diretrizes Nacionais para a Educação Especial na Educação Básica, para a identificação das necessidades educacionais especiais dos alunos e a tomada de decisões quanto ao atendimento necessário, a escola deve realizar, com assessoramento técnico, avaliação do aluno no processo de ensino e aprendizagem, contando, para tal, com: I. A experiência de seu corpo docente, seus diretores, coordenadores, orientadores e supervisores educacionais; II. O setor responsável pela educação especial do respectivo sistema; III. A colaboração da família e a cooperação dos serviços de Saúde, Assistência Social, Trabalho, Justiça e Esporte, bem como do Ministério Público, quando necessário. Marque a alternativa CORRETA:

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