Nesse sentido, de acordo com a perspectiva Libertadora da Educação Física escolar é correto afirmar que
De acordo com Fonseca e Brito (2023), o Movimento Renovador da Educação Física, que ganhou força nas décadas de 1980 e 1990, teve um papel fundamental para mexer com as bases biológicas e médicas que historicamente pautavam a área naquele momento. No que se refere às características dessas abordagens, assinale a opção correta.
Com o objetivo de trazer à tona reflexões e discussões acerca das temáticas supracitadas, os Referenciais Curriculares da Rede Pública Municipal de Educação de Niterói (2022) incentivam as professoras e os professores de Educação Física a utilizarem os temas articuladores, de forma autônoma e criativa em suas aulas. São temas articuladores, referendados pelos referenciais mencionados, que melhor se articulam com as questões apontadas por Maldonado:
Os Referenciais Curriculares da Rede Municipal de Educação de Niterói (2022) defendem a inclusão da temática da saúde nas aulas de Educação Física, com ênfase na promoção da saúde, considerando o contexto no qual a comunidade escolar está inserida. Sendo imprescindível estimular o pensamento crítico do aluno, dando-lhe autonomia. Em consonância com as referências citadas acima, pode-se afirmar que a Educação Física escolar deve abordar a temática da saúde em suas aulas, com base
De acordo com Soares (2007, p. 132) “[...] a Educação Física foi estruturada a partir do ideário burguês de civilidade, significando, de um lado, conquista individual e mágica de saúde física, e de outro, disciplinarização da vontade. Desse modo, constituiu-se em importante instrumento de construção da ordem [...]”. Assim, é correto afirmar que, em ordem cronológica, as tendências pedagógicas que marcaram a história da Educação Física brasileira foram:
A avaliação é o instrumento de reflexão sobre a prática pedagógica na busca de melhores caminhos para orientar as aprendizagens das crianças. Ela deve incidir sobre todo o contexto de aprendizagem: as atividades propostas e o modo como foram realizadas, as instruções e os apoios oferecidos às crianças individualmente e ao coletivo de crianças, a forma como o professor respondeu às manifestações e às interações das crianças, os agrupamentos que as crianças formaram, o material oferecido e o espaço e o tempo garantidos para a realização das atividades. A avaliação, conforme estabelecido na Lei nº 9.394/96, deve ter a finalidade de acompanhar e repensar o trabalho realizado (DCNs, p. 97). Tradicionalmente, as avaliações em Educação Física resumem-se a alguns testes de força, resistência e flexibilidade, medindo apenas a aptidão física do aluno. O campo de conhecimento contemplado por esse formato avaliativo limita-se aos aspectos biofisiológicos. Embora a aptidão física possa ser um dos aspectos avaliados, deve-se considerar que cada indivíduo é diferente e tem motivações, limites e possibilidades particulares (PCNs, p. 36). De acordo com Soares et al. (2012), a avaliação do processo de ensino da Educação Física escolar deve considerar
De acordo com Neira e Nunes (2020), o currículo cultural ou pós-crítico da Educação Física escolar
Historicamente, as concepções de educação física escolar estão imbricadas com as diferentes visões acerca da escola, do ensino, dos alunos e da sociedade. No que se refere à Educação Física enquanto campo de conhecimento com seus saberes específicos, essas diferentes concepções são demarcadas pelas diferentes visões acerca do corpo. Nesse sentido, é correto afirmar que na abordagem
“Não devemos ignorar que os conceitos são sempre recortes da realidade, tentativas de fragmentar para melhor se entender algo que se encontra presente de modo complexo em nossa vida. Assim, todos os conceitos têm limites claros, o que não significa que devam ser desprezados.” (Melo e Alves Júnior, 2003). Sobre o conceito de lazer, os autores acima nos apresentam reflexões importantes que devem ser incluídas nas aulas de Educação Física escolar. Segundo esses autores, o lazer pode ser considerado como
“Definitivamente, é preciso pensar na perspectiva inclusiva no sentido de abranger a todas as pessoas, inclusive as pessoas com deficiência, mas não só.” (Fonseca e Ramos, 2017). As autoras questionam de que maneira um aluno cadeirante ou cardiopata pode participar da aula de Educação Física na escola. Nesse sentido, os (as) professores(as) de Educação Física, para promover a inclusão de forma ampla, devem
Ao estabelecerem lente analítica sobre a determinação social da atividade física, Palma, Paiva e Araújo (2022) problematizam as taxas de sedentarismo e os discursos a elas conectados. Consequentemente, mirando o contexto brasileiro de 2022, os autores listam aspectos a serem considerados: “Pensar a saúde, ou a prática de atividades físicas, no Brasil de hoje, nesse sentido, requer compreender a sistemática perda de direitos; o desmonte nos serviços públicos, como no caso do Sistema Único de Saúde; as condições sócio-político-econômicas vigentes; (Palma; Paiva; Araújo, 2022, p.63)”. Em suma, Palma, Paiva e Araújo (2022) defendem que o tratamento das relações entre saúde e atividade física demanda a reflexão sobre
A sistematização do conteúdo é fundamental para a construção de um processo de ensino e aprendizagem crítico na Educação Física escolar. Nesse sentido, de acordo com o Soares et al. (2012), os princípios curriculares fundamentais para a seleção e organização do conteúdo são:
Com inspiração em Paulo Freire, a Teoria Pedagógica da Educação Física Escolar Crítico-Libertadora, enquanto uma alternativa crítica para a área, é apresentada por Bossle (2023, p.71) como “alinhada pelo corpo do oprimido, do corpo consciente e por uma onto-episteme libertadora”. No desenvolvimento de suas notas sobre a supracitada teoria, o autor mobiliza o conceito freiriano de “ser mais” como
Ao refletir sobre as possíveis interfaces entre a educação política e a educação sensível na obra de Paulo Freire, Prodócimo (2023) assinala como uma necessidade central da pedagogia freiriana o diálogo, que pressupõe uma escuta ativa e atenciosa, exigindo amor, humildade, fé e confiança. Logo, quando se pensa a relação educador e educando, o diálogo possibilita a emancipação humana e o “ser mais”, assumindo que todos são seres inacabados. Desse modo, quando busca articulação com o contexto da Educação Física escolar, a autora propõe também que o diálogo
Tenório e col. (2020) desenvolvem relevante reflexão sobre a organização dos saberes escolares da Educação Física à luz da perspectiva Crítico-Superadora, explorando, consequentemente, a contundente influência da Pedagogia Histórico-Crítica (PHC) na sua constituição. Cabe destacar que tal pedagogia é sustentada por específicas compreensões sobre o conjunto de atividades desenvolvidas na escola, como o caso do currículo escolar, que: “tem como objeto a reflexão Pedagógica, e é entendido na perspectiva da formação política dos estudantes, com participação ativa e crítica, na transformação social pela construção da consciência de classe” (Tenório e col., 2020, p. 60). Além de assinalar que, na Pedagogia Histórico-Crítica, as disciplinas escolares são concebidas enquanto um conjunto de conteúdos afins, os autores consideram que a educação escolar é entendida como
Diante de tais desafios e reflexões levantados, a autora apresenta um conjunto de estratégias de insurgência para a prática pedagógica da Educação Física escolar, como
No âmbito da Educação Física escolar, existem diversas abordagens teóricas que contribuem para o desenvolvimento do processo pedagógico da presente disciplina. Nesse sentido, Soares et al. (2012) destacam que a perspectiva de Educação Física escolar, que tem como seu objeto de reflexão a cultura corporal, contribui para a
A Educação Física escolar encontra-se dentro de um sistema de ensino separado por anos de escolaridade que favorece a fragmentação e o etapismo do processo de ensino e aprendizagem. Buscando superar essa lógica, Soares et al. (2012) sugerem que a Educação Básica seja dividida por quatro ciclos de escolarização. Nesse sentido, para os referidos autores, o segundo ciclo de escolarização é o “ciclo de iniciação à sistematização do conhecimento”. Nesse ciclo, o aluno
A descrição anterior caracteriza a seguinte luta:




























