A aprendizagem signific ativa é um conceito central na teoria educacional proposta por David Ausubel. Esta abordagem destaca a importância de conectar o novo conhecimento com o conhecimento prévio do aluno para que a aprendizagem seja mais eficaz, duradoura e significativa. A aprendizagem significativa ocorre quando a nova informação se relaciona de forma substantiva e não arbitrária com os conhecimentos prévios do indivíduo. Essa relação pode ser feita de forma explícita, quando o professor explica explicitamente a relação entre a nova informação e os conhecimentos prévios, ou de forma implícita, quando o aluno é capaz de fazer essa conexão por conta própria. Sobre esta teoria, analise as afirmativas a seguir.
Segundo as determinações da Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva, os sistemas de ensino são orientados para garantir a contextualização dos conteúdos e o resgate da memória dos acontecimentos, voltando o interesse para origens, causas, consequências e significações, com vistas a ampliar as possibilidades do aluno de se tornar um cidadão leitor. É o aprender na realidade e da realidade, sendo que os conteúdos da vida real devem ser abordados na metodologia das disciplinas e relacionados com questões relevantes na sociedade, como ética, saúde, preservação do meio ambiente, orientação sexual, trabalho, consumo e diversidade cultural, o que proporcionará aos estudantes subsídios para que possam se posicionar como cidadãos na sociedade em que vivem. Tal enfoque, que objetiva assegurar a inclusão escolar de alunos com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades/superdotação, refere-se, especificamente, à:
A expansão da educação infantil no Brasil tem acompanhado a intensificação da urbanização, a participação da mulher no mercado de trabalho e as mudanças na organização e estrutura das famílias. Assim, tendo como diretriz o disposto no Referencial Curricular Nacional para a Educação Infantil (RCNEI), apontam-se como objetivos gerais da educação da criança de zero a seis anos, o desenvolvimento das seguintes capacidades, EXCETO:
Considerando-se a educação dos surdos em um recorte histórico e, ainda, tendo em conta exclusão, conquistas, retrocessos, reconquistas que se entrelaçaram e a caracterizam, é pertinente afirmar que:
A identidade inerente ao grupo de sujeitos que não nasceram surdos, mas perderam sua audição por algum motivo depois de adquirir a língua oral, tem características ainda da cultura ouvinte e também demonstra traços da cultura surda. Dependendo da idade em que a surdez chegou, os surdos nela inseridos conhecem a estrutura do português falado; decodificam a mensagem em português e o envio ou a captação da mensagem na forma da língua oral; usam língua oral ou língua de sinais para captar a mensagem; e, alguns assumem um comportamento de pessoas surdas. Ex.: na política da identidade surda usam tecnologia para surdos; convivem pacificamente com as identidades surdas. Sabendo-se que as identidades surdas são construídas dentro das representações possíveis da cultura surda e que se moldam de acordo com maior ou menor receptividade cultural assumida pelo sujeito (PERLIN, 2004, p. 77-78), as informações apresentadas são compatíveis com a identidade:
Há informação consistente a respeito da Língua Brasileira de Sinais -Libras em:
Movimento é um “parâmetro complexo que pode envolver uma vasta rede de formas e direções, desde os movimentos internos da mão, movimentos do pulso, movimentos direcionais no espaço até conjuntos de movimentos no mesmo sinal. O movimento que as mãos descrevem no espaço ou sobre o corpo pode ser em linhas retas, curvas, sinuosas, circulares etc, e em várias direções e posições”. (BRITO, 1995). Assinale, a seguir, o par em que os dois elementos apresentam movimento semicircular.
O domínio de competências e habilidades específicas é essencial no ensino de Libras. Quando se destacam as habilidades de: manipular as línguas envolvidas no processo de interpretação; entender o objetivo da linguagem usada em todas as suas nuances; expressar corretamente, fluentemente e claramente a mesma informação na língua-alvo; conhecer ambas as línguas envolvidas; distinguir as ideias principais das ideias secundárias; e, determinar os elos que constroem a coesão do discurso, tem-se a caracterização da competência:
O ato de avaliar, devido a estar a serviço da obtenção do melhor resultado possível, antes de tudo, implica a disposição de acolher a realidade como ela é. (LUCKESI, 2005). No contexto do ensino de Libras, para que a avaliação assuma o seu papel de instrumento dialético de diagnóstico para o crescimento deverá
A Organização Mundial da Saúde (OMS) classifica a perda auditiva nos seguintes graus: 1) Perda leve, de 26 dB a 40 dB; 2) Perda moderada, de 41 dB a 60 dB; 3) Perda severa, de 61 dB a 80 dB; e, 4) Perda profunda, maior que 81 dB. Com relação às características da perda auditiva, a OMS classifica três tipos: 1) Perda condutiva, quando existe uma alteração na condução aérea do estímulo sonoro pela orelha externa ou média; 2) Perda neurossensorial, quando ocorre uma perda de células ciliadas da cóclea e/ou nervo auditivo, afetando a percepção de diversos sons e comprometendo, assim, a percepção do estímulo sonoro; e, 3) Perda mista, quando ocorrem alterações na orelha externa e/ou na orelha média e na orelha interna. A surdez de cóclea ou nervo auditivo pode ter causas diversas, dentre estas, poderá ser desencadeada por: viroses, meningites, uso de certos medicamentos ou drogas, propensão genética, exposição ao ruído de alta intensidade, presbiacusia (provocada pela idade), traumas na cabeça, defeitos congênitos, alergias, problemas metabólicos, tumores. Os dados e as informações exibidas enfocam a surdez sob o prisma do modelo
Após observar as produções na língua portuguesa e na Língua Brasileira de Sinais -Libras, Kato (1988) elencou uma série semelhanças entre elas, dentre as quais aponta-se:




























