Dentre as concepções propositivas, há uma subdivisão que as classifica em não sistematizadas e sistematizadas. Nesse sentido, dentre as concepções propositivas sistematizadas podemos citar:
Valter Bracht (1998), ao discutir a constituição das teorias pedagógicas da educação física brasileira, levanta problemáticas referentes à sua legitimidade social. A este respeito, verifica-se que
Ao apresentar a concepção crítico-emancipatória como uma alternativa às teorias pedagógicas da educação física escolar, Kunz (1994) realiza uma análise rigorosa das problemáticas advindas do "esporte na escola" e destaca que este tem trazido prejuízos para uma formação humana que almeje a transformação social. Dentre os pressupostos que fundamentam essa reflexão crítica sobre o esporte, tem-se o seguinte:
Ao analisar a abordagem crítico-emancipatória para o campo da educação física escolar, Taffarel e Morschbacher (2013) discutem seis concepções desta proposta teórico-metodológica. Estas são: concepção de homem e mundo, de sociedade e cultura, de conhecimento, de educação, de escola e de processo de ensino-aprendizagem. Quanto a estas concepções, tem-se o seguinte:
Sobre o objeto de estudo e o conceito de educação física defendido pelo Coletivo de Autores (1992), verifica-se que a educação física é uma área de conhecimento que
Com relação às finalidades, aos conteúdos e às formas para uma proposta de avaliação do processo de ensino-aprendizagem nas aulas de educação física escolar, a concepção crítico-superadora apresenta diversos aspectos a serem contemplados para a formalização da avaliação. Dentre esses aspectos, devem ser considerados
Ao tratar os jogos e brincadeiras na prática pedagógica escolar, de maneira crítica, o professor de educação física deve levar em consideração que




























