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Prova Professor Ensino Fundamental 5ª a 8ª Séries - Disciplina de Ciências - Pref. Cidreira/RS
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Questão 1 de 39 Q1 da prova
De onde vem minha habilidade no futebol Por Fabrício Carpinejar Quem já me viu jogando futebol — sim, eu jogo bem, apesar da minha postura inofensiva e cômica de gafanhoto — sabe que evito cair. Não tombo com facilidade. Não rolo no chão. Posso levar peteleco no calcanhar, carrinho, trombada, voadora, e faço de tudo para me manter de pé. Cambaleio, porém jamais me entrego. Tento me segurar em corrimões imaginários ou nas costas dos meus adversários. Eu mesmo me driblo, se for o caso. Prefiro seguir adiante a cavar uma falta ou um pênalti e parar o jogo. Minha resiliência partiu de um trauma, que me condicionou a jamais beijar o gramado na boca. A quadra da escola em que estudei no Ensino Fundamental — Escola Municipal Imperatriz Leopoldina, no bairro Petrópolis — era simplesmente de piche e brita. Uma BR seria mais convidativa. Uma pista de aeroporto seria mais confortável. As pedras saltavam do solo escuro, pequenas lâminas e facas refletindo o sol. Cair ali somente em último caso. Não fingia, não me dava ao luxo de fazer cera. Eu me desequilibrava, tonteava, e permanecia ereto, de queixo erguido, aos trancos e barrancos. Tinha que sobreviver. Tinha noção do quanto custaria cada queda. Ficaria absolutamente esfolado, como presunto fatiado em guilhotina de açougue. Você não se machucava, você se acidentava. Tão grave quanto cair de uma moto. As feridas terminavam absolutamente infeccionadas com o betume. Havia a necessidade de limpar a pele com água oxigenada — e como ardia — e depois pincelar camadas de mercúrio-cromo — e como ardia. As sequelas continuavam doendo na hora de tomar o banho e de dormir. Minha habilidade com a bola foi forjada a evitar aquela sensação da calça colando no corpo. Nenhum band-aid era capaz de cobrir os ferimentos. Ao me machucar, sofria para colocar ou tirar a roupa. Isso quando o abrigo não rasgava por inteiro e vinha o suplício. Pois meus irmãos e eu contávamos com um par de abrigos para o ano, e os pais não compravam outro. Se estragávamos um deles em nossas peladas indevidas durante o recreio, a família mandava para a costureira com o propósito cafona de colocar remendo de couro. Começava o bullying. Vivíamos vestidos para uma festa junina. Lembro que uma vez rasguei os fundilhos da calça descendo um barranco e, para minha surpresa, recebi de volta a peça com um remendo de couro no traseiro. Eu entrava na escola já com uma sela embutida em mim. Diante da piada pronta, precisava ser, pelo menos, rápido como um cavalo nas notas, e nunca lento como um burro. (Disponível em: www.gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/carpinejar/noticia/2024/04/de-onde-vem-a-minha-habilidade-no-futebol-cluwxbocp00bg01czsf1xfzxe.html – texto adaptado especialmente para esta prova).

Sobre o texto, analise as assertivas a seguir: I. O autor demonstra resistência física ao jogar futebol, evitando quedas e mantendo-se de pé mesmo diante de adversidades como carrinhos, trombadas e voadoras. II. A resiliência do autor em não se entregar no jogo de futebol é atribuída a um trauma pessoal que o condicionou a evitar cair durante as partidas. III. A escola em que o autor estudou no Ensino Médio tinha uma quadra de piche e brita, o que pode ter contribuído para o desenvolvimento de sua habilidade em se manter de pé e evitar quedas no futebol. Quais estão corretas?

Questão 2 de 39 Q2 da prova
De onde vem minha habilidade no futebol Por Fabrício Carpinejar Quem já me viu jogando futebol — sim, eu jogo bem, apesar da minha postura inofensiva e cômica de gafanhoto — sabe que evito cair. Não tombo com facilidade. Não rolo no chão. Posso levar peteleco no calcanhar, carrinho, trombada, voadora, e faço de tudo para me manter de pé. Cambaleio, porém jamais me entrego. Tento me segurar em corrimões imaginários ou nas costas dos meus adversários. Eu mesmo me driblo, se for o caso. Prefiro seguir adiante a cavar uma falta ou um pênalti e parar o jogo. Minha resiliência partiu de um trauma, que me condicionou a jamais beijar o gramado na boca. A quadra da escola em que estudei no Ensino Fundamental — Escola Municipal Imperatriz Leopoldina, no bairro Petrópolis — era simplesmente de piche e brita. Uma BR seria mais convidativa. Uma pista de aeroporto seria mais confortável. As pedras saltavam do solo escuro, pequenas lâminas e facas refletindo o sol. Cair ali somente em último caso. Não fingia, não me dava ao luxo de fazer cera. Eu me desequilibrava, tonteava, e permanecia ereto, de queixo erguido, aos trancos e barrancos. Tinha que sobreviver. Tinha noção do quanto custaria cada queda. Ficaria absolutamente esfolado, como presunto fatiado em guilhotina de açougue. Você não se machucava, você se acidentava. Tão grave quanto cair de uma moto. As feridas terminavam absolutamente infeccionadas com o betume. Havia a necessidade de limpar a pele com água oxigenada — e como ardia — e depois pincelar camadas de mercúrio-cromo — e como ardia. As sequelas continuavam doendo na hora de tomar o banho e de dormir. Minha habilidade com a bola foi forjada a evitar aquela sensação da calça colando no corpo. Nenhum band-aid era capaz de cobrir os ferimentos. Ao me machucar, sofria para colocar ou tirar a roupa. Isso quando o abrigo não rasgava por inteiro e vinha o suplício. Pois meus irmãos e eu contávamos com um par de abrigos para o ano, e os pais não compravam outro. Se estragávamos um deles em nossas peladas indevidas durante o recreio, a família mandava para a costureira com o propósito cafona de colocar remendo de couro. Começava o bullying. Vivíamos vestidos para uma festa junina. Lembro que uma vez rasguei os fundilhos da calça descendo um barranco e, para minha surpresa, recebi de volta a peça com um remendo de couro no traseiro. Eu entrava na escola já com uma sela embutida em mim. Diante da piada pronta, precisava ser, pelo menos, rápido como um cavalo nas notas, e nunca lento como um burro. (Disponível em: www.gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/carpinejar/noticia/2024/04/de-onde-vem-a-minha-habilidade-no-futebol-cluwxbocp00bg01czsf1xfzxe.html – texto adaptado especialmente para esta prova).

Analise as seguintes asserções e a relação proposta entre elas: I. Os irmãos do autor e ele contavam apenas com um par de abrigos para o ano, sem possibilidade de substituição caso um deles se estragasse durante as brincadeiras. LOGO II. Quando um abrigo estragava, os pais do autor enviavam o abrigo danificado para a costureira, com o propósito de colocar remendo de couro, demonstrando uma atitude considerada cafona pelo autor. A respeito dessas asserções, assinale a alternativa correta.

Questão 3 de 39 Q3 da prova
De onde vem minha habilidade no futebol Por Fabrício Carpinejar Quem já me viu jogando futebol — sim, eu jogo bem, apesar da minha postura inofensiva e cômica de gafanhoto — sabe que evito cair. Não tombo com facilidade. Não rolo no chão. Posso levar peteleco no calcanhar, carrinho, trombada, voadora, e faço de tudo para me manter de pé. Cambaleio, porém jamais me entrego. Tento me segurar em corrimões imaginários ou nas costas dos meus adversários. Eu mesmo me driblo, se for o caso. Prefiro seguir adiante a cavar uma falta ou um pênalti e parar o jogo. Minha resiliência partiu de um trauma, que me condicionou a jamais beijar o gramado na boca. A quadra da escola em que estudei no Ensino Fundamental — Escola Municipal Imperatriz Leopoldina, no bairro Petrópolis — era simplesmente de piche e brita. Uma BR seria mais convidativa. Uma pista de aeroporto seria mais confortável. As pedras saltavam do solo escuro, pequenas lâminas e facas refletindo o sol. Cair ali somente em último caso. Não fingia, não me dava ao luxo de fazer cera. Eu me desequilibrava, tonteava, e permanecia ereto, de queixo erguido, aos trancos e barrancos. Tinha que sobreviver. Tinha noção do quanto custaria cada queda. Ficaria absolutamente esfolado, como presunto fatiado em guilhotina de açougue. Você não se machucava, você se acidentava. Tão grave quanto cair de uma moto. As feridas terminavam absolutamente infeccionadas com o betume. Havia a necessidade de limpar a pele com água oxigenada — e como ardia — e depois pincelar camadas de mercúrio-cromo — e como ardia. As sequelas continuavam doendo na hora de tomar o banho e de dormir. Minha habilidade com a bola foi forjada a evitar aquela sensação da calça colando no corpo. Nenhum band-aid era capaz de cobrir os ferimentos. Ao me machucar, sofria para colocar ou tirar a roupa. Isso quando o abrigo não rasgava por inteiro e vinha o suplício. Pois meus irmãos e eu contávamos com um par de abrigos para o ano, e os pais não compravam outro. Se estragávamos um deles em nossas peladas indevidas durante o recreio, a família mandava para a costureira com o propósito cafona de colocar remendo de couro. Começava o bullying. Vivíamos vestidos para uma festa junina. Lembro que uma vez rasguei os fundilhos da calça descendo um barranco e, para minha surpresa, recebi de volta a peça com um remendo de couro no traseiro. Eu entrava na escola já com uma sela embutida em mim. Diante da piada pronta, precisava ser, pelo menos, rápido como um cavalo nas notas, e nunca lento como um burro. (Disponível em: www.gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/carpinejar/noticia/2024/04/de-onde-vem-a-minha-habilidade-no-futebol-cluwxbocp00bg01czsf1xfzxe.html – texto adaptado especialmente para esta prova).

Segundo o exposto pelo texto, assinale a alternativa correta.

Questão 4 de 39 Q4 da prova
De onde vem minha habilidade no futebol Por Fabrício Carpinejar Quem já me viu jogando futebol — sim, eu jogo bem, apesar da minha postura inofensiva e cômica de gafanhoto — sabe que evito cair. Não tombo com facilidade. Não rolo no chão. Posso levar peteleco no calcanhar, carrinho, trombada, voadora, e faço de tudo para me manter de pé. Cambaleio, porém jamais me entrego. Tento me segurar em corrimões imaginários ou nas costas dos meus adversários. Eu mesmo me driblo, se for o caso. Prefiro seguir adiante a cavar uma falta ou um pênalti e parar o jogo. Minha resiliência partiu de um trauma, que me condicionou a jamais beijar o gramado na boca. A quadra da escola em que estudei no Ensino Fundamental — Escola Municipal Imperatriz Leopoldina, no bairro Petrópolis — era simplesmente de piche e brita. Uma BR seria mais convidativa. Uma pista de aeroporto seria mais confortável. As pedras saltavam do solo escuro, pequenas lâminas e facas refletindo o sol. Cair ali somente em último caso. Não fingia, não me dava ao luxo de fazer cera. Eu me desequilibrava, tonteava, e permanecia ereto, de queixo erguido, aos trancos e barrancos. Tinha que sobreviver. Tinha noção do quanto custaria cada queda. Ficaria absolutamente esfolado, como presunto fatiado em guilhotina de açougue. Você não se machucava, você se acidentava. Tão grave quanto cair de uma moto. As feridas terminavam absolutamente infeccionadas com o betume. Havia a necessidade de limpar a pele com água oxigenada — e como ardia — e depois pincelar camadas de mercúrio-cromo — e como ardia. As sequelas continuavam doendo na hora de tomar o banho e de dormir. Minha habilidade com a bola foi forjada a evitar aquela sensação da calça colando no corpo. Nenhum band-aid era capaz de cobrir os ferimentos. Ao me machucar, sofria para colocar ou tirar a roupa. Isso quando o abrigo não rasgava por inteiro e vinha o suplício. Pois meus irmãos e eu contávamos com um par de abrigos para o ano, e os pais não compravam outro. Se estragávamos um deles em nossas peladas indevidas durante o recreio, a família mandava para a costureira com o propósito cafona de colocar remendo de couro. Começava o bullying. Vivíamos vestidos para uma festa junina. Lembro que uma vez rasguei os fundilhos da calça descendo um barranco e, para minha surpresa, recebi de volta a peça com um remendo de couro no traseiro. Eu entrava na escola já com uma sela embutida em mim. Diante da piada pronta, precisava ser, pelo menos, rápido como um cavalo nas notas, e nunca lento como um burro. (Disponível em: www.gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/carpinejar/noticia/2024/04/de-onde-vem-a-minha-habilidade-no-futebol-cluwxbocp00bg01czsf1xfzxe.html – texto adaptado especialmente para esta prova).

Assinale a alternativa que apresenta a palavra que NÃO poderia substituir corretamente o vocábulo “cômica” (l. 02).

Questão 5 de 39 Q5 da prova
De onde vem minha habilidade no futebol Por Fabrício Carpinejar Quem já me viu jogando futebol — sim, eu jogo bem, apesar da minha postura inofensiva e cômica de gafanhoto — sabe que evito cair. Não tombo com facilidade. Não rolo no chão. Posso levar peteleco no calcanhar, carrinho, trombada, voadora, e faço de tudo para me manter de pé. Cambaleio, porém jamais me entrego. Tento me segurar em corrimões imaginários ou nas costas dos meus adversários. Eu mesmo me driblo, se for o caso. Prefiro seguir adiante a cavar uma falta ou um pênalti e parar o jogo. Minha resiliência partiu de um trauma, que me condicionou a jamais beijar o gramado na boca. A quadra da escola em que estudei no Ensino Fundamental — Escola Municipal Imperatriz Leopoldina, no bairro Petrópolis — era simplesmente de piche e brita. Uma BR seria mais convidativa. Uma pista de aeroporto seria mais confortável. As pedras saltavam do solo escuro, pequenas lâminas e facas refletindo o sol. Cair ali somente em último caso. Não fingia, não me dava ao luxo de fazer cera. Eu me desequilibrava, tonteava, e permanecia ereto, de queixo erguido, aos trancos e barrancos. Tinha que sobreviver. Tinha noção do quanto custaria cada queda. Ficaria absolutamente esfolado, como presunto fatiado em guilhotina de açougue. Você não se machucava, você se acidentava. Tão grave quanto cair de uma moto. As feridas terminavam absolutamente infeccionadas com o betume. Havia a necessidade de limpar a pele com água oxigenada — e como ardia — e depois pincelar camadas de mercúrio-cromo — e como ardia. As sequelas continuavam doendo na hora de tomar o banho e de dormir. Minha habilidade com a bola foi forjada a evitar aquela sensação da calça colando no corpo. Nenhum band-aid era capaz de cobrir os ferimentos. Ao me machucar, sofria para colocar ou tirar a roupa. Isso quando o abrigo não rasgava por inteiro e vinha o suplício. Pois meus irmãos e eu contávamos com um par de abrigos para o ano, e os pais não compravam outro. Se estragávamos um deles em nossas peladas indevidas durante o recreio, a família mandava para a costureira com o propósito cafona de colocar remendo de couro. Começava o bullying. Vivíamos vestidos para uma festa junina. Lembro que uma vez rasguei os fundilhos da calça descendo um barranco e, para minha surpresa, recebi de volta a peça com um remendo de couro no traseiro. Eu entrava na escola já com uma sela embutida em mim. Diante da piada pronta, precisava ser, pelo menos, rápido como um cavalo nas notas, e nunca lento como um burro. (Disponível em: www.gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/carpinejar/noticia/2024/04/de-onde-vem-a-minha-habilidade-no-futebol-cluwxbocp00bg01czsf1xfzxe.html – texto adaptado especialmente para esta prova).

No fragmento “Diante da piada pronta, precisava ser, pelo menos, rápido como um cavalo nas notas, e nunca lento como um burro”, retirado do texto, o autor utiliza duas vezes a figura de linguagem denominada:

Questão 6 de 39 Q6 da prova
De onde vem minha habilidade no futebol Por Fabrício Carpinejar Quem já me viu jogando futebol — sim, eu jogo bem, apesar da minha postura inofensiva e cômica de gafanhoto — sabe que evito cair. Não tombo com facilidade. Não rolo no chão. Posso levar peteleco no calcanhar, carrinho, trombada, voadora, e faço de tudo para me manter de pé. Cambaleio, porém jamais me entrego. Tento me segurar em corrimões imaginários ou nas costas dos meus adversários. Eu mesmo me driblo, se for o caso. Prefiro seguir adiante a cavar uma falta ou um pênalti e parar o jogo. Minha resiliência partiu de um trauma, que me condicionou a jamais beijar o gramado na boca. A quadra da escola em que estudei no Ensino Fundamental — Escola Municipal Imperatriz Leopoldina, no bairro Petrópolis — era simplesmente de piche e brita. Uma BR seria mais convidativa. Uma pista de aeroporto seria mais confortável. As pedras saltavam do solo escuro, pequenas lâminas e facas refletindo o sol. Cair ali somente em último caso. Não fingia, não me dava ao luxo de fazer cera. Eu me desequilibrava, tonteava, e permanecia ereto, de queixo erguido, aos trancos e barrancos. Tinha que sobreviver. Tinha noção do quanto custaria cada queda. Ficaria absolutamente esfolado, como presunto fatiado em guilhotina de açougue. Você não se machucava, você se acidentava. Tão grave quanto cair de uma moto. As feridas terminavam absolutamente infeccionadas com o betume. Havia a necessidade de limpar a pele com água oxigenada — e como ardia — e depois pincelar camadas de mercúrio-cromo — e como ardia. As sequelas continuavam doendo na hora de tomar o banho e de dormir. Minha habilidade com a bola foi forjada a evitar aquela sensação da calça colando no corpo. Nenhum band-aid era capaz de cobrir os ferimentos. Ao me machucar, sofria para colocar ou tirar a roupa. Isso quando o abrigo não rasgava por inteiro e vinha o suplício. Pois meus irmãos e eu contávamos com um par de abrigos para o ano, e os pais não compravam outro. Se estragávamos um deles em nossas peladas indevidas durante o recreio, a família mandava para a costureira com o propósito cafona de colocar remendo de couro. Começava o bullying. Vivíamos vestidos para uma festa junina. Lembro que uma vez rasguei os fundilhos da calça descendo um barranco e, para minha surpresa, recebi de volta a peça com um remendo de couro no traseiro. Eu entrava na escola já com uma sela embutida em mim. Diante da piada pronta, precisava ser, pelo menos, rápido como um cavalo nas notas, e nunca lento como um burro. (Disponível em: www.gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/carpinejar/noticia/2024/04/de-onde-vem-a-minha-habilidade-no-futebol-cluwxbocp00bg01czsf1xfzxe.html – texto adaptado especialmente para esta prova).

Considerando o fragmento “Minha resiliência partiu de um trauma, que me condicionou a jamais beijar o gramado na boca”, retirado do texto, assinale a alternativa que apresenta a correta classificação do termo sublinhado.

Questão 7 de 39 Q7 da prova
De onde vem minha habilidade no futebol Por Fabrício Carpinejar Quem já me viu jogando futebol — sim, eu jogo bem, apesar da minha postura inofensiva e cômica de gafanhoto — sabe que evito cair. Não tombo com facilidade. Não rolo no chão. Posso levar peteleco no calcanhar, carrinho, trombada, voadora, e faço de tudo para me manter de pé. Cambaleio, porém jamais me entrego. Tento me segurar em corrimões imaginários ou nas costas dos meus adversários. Eu mesmo me driblo, se for o caso. Prefiro seguir adiante a cavar uma falta ou um pênalti e parar o jogo. Minha resiliência partiu de um trauma, que me condicionou a jamais beijar o gramado na boca. A quadra da escola em que estudei no Ensino Fundamental — Escola Municipal Imperatriz Leopoldina, no bairro Petrópolis — era simplesmente de piche e brita. Uma BR seria mais convidativa. Uma pista de aeroporto seria mais confortável. As pedras saltavam do solo escuro, pequenas lâminas e facas refletindo o sol. Cair ali somente em último caso. Não fingia, não me dava ao luxo de fazer cera. Eu me desequilibrava, tonteava, e permanecia ereto, de queixo erguido, aos trancos e barrancos. Tinha que sobreviver. Tinha noção do quanto custaria cada queda. Ficaria absolutamente esfolado, como presunto fatiado em guilhotina de açougue. Você não se machucava, você se acidentava. Tão grave quanto cair de uma moto. As feridas terminavam absolutamente infeccionadas com o betume. Havia a necessidade de limpar a pele com água oxigenada — e como ardia — e depois pincelar camadas de mercúrio-cromo — e como ardia. As sequelas continuavam doendo na hora de tomar o banho e de dormir. Minha habilidade com a bola foi forjada a evitar aquela sensação da calça colando no corpo. Nenhum band-aid era capaz de cobrir os ferimentos. Ao me machucar, sofria para colocar ou tirar a roupa. Isso quando o abrigo não rasgava por inteiro e vinha o suplício. Pois meus irmãos e eu contávamos com um par de abrigos para o ano, e os pais não compravam outro. Se estragávamos um deles em nossas peladas indevidas durante o recreio, a família mandava para a costureira com o propósito cafona de colocar remendo de couro. Começava o bullying. Vivíamos vestidos para uma festa junina. Lembro que uma vez rasguei os fundilhos da calça descendo um barranco e, para minha surpresa, recebi de volta a peça com um remendo de couro no traseiro. Eu entrava na escola já com uma sela embutida em mim. Diante da piada pronta, precisava ser, pelo menos, rápido como um cavalo nas notas, e nunca lento como um burro. (Disponível em: www.gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/carpinejar/noticia/2024/04/de-onde-vem-a-minha-habilidade-no-futebol-cluwxbocp00bg01czsf1xfzxe.html – texto adaptado especialmente para esta prova).

Relacione a Coluna 1 à Coluna 2, associando as palavras retiradas do texto às suas respectivas classes gramaticais. Coluna 1 1. Adjetivo. 2. Advérbio. 3. Conjunção. 4. Pronome. Coluna 2 ( ) Bem (l. 01). ( ) Minha (l. 01). ( ) Imaginários (l. 04). ( ) Ou (l. 06). A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:

Questão 8 de 39 Q8 da prova
De onde vem minha habilidade no futebol Por Fabrício Carpinejar Quem já me viu jogando futebol — sim, eu jogo bem, apesar da minha postura inofensiva e cômica de gafanhoto — sabe que evito cair. Não tombo com facilidade. Não rolo no chão. Posso levar peteleco no calcanhar, carrinho, trombada, voadora, e faço de tudo para me manter de pé. Cambaleio, porém jamais me entrego. Tento me segurar em corrimões imaginários ou nas costas dos meus adversários. Eu mesmo me driblo, se for o caso. Prefiro seguir adiante a cavar uma falta ou um pênalti e parar o jogo. Minha resiliência partiu de um trauma, que me condicionou a jamais beijar o gramado na boca. A quadra da escola em que estudei no Ensino Fundamental — Escola Municipal Imperatriz Leopoldina, no bairro Petrópolis — era simplesmente de piche e brita. Uma BR seria mais convidativa. Uma pista de aeroporto seria mais confortável. As pedras saltavam do solo escuro, pequenas lâminas e facas refletindo o sol. Cair ali somente em último caso. Não fingia, não me dava ao luxo de fazer cera. Eu me desequilibrava, tonteava, e permanecia ereto, de queixo erguido, aos trancos e barrancos. Tinha que sobreviver. Tinha noção do quanto custaria cada queda. Ficaria absolutamente esfolado, como presunto fatiado em guilhotina de açougue. Você não se machucava, você se acidentava. Tão grave quanto cair de uma moto. As feridas terminavam absolutamente infeccionadas com o betume. Havia a necessidade de limpar a pele com água oxigenada — e como ardia — e depois pincelar camadas de mercúrio-cromo — e como ardia. As sequelas continuavam doendo na hora de tomar o banho e de dormir. Minha habilidade com a bola foi forjada a evitar aquela sensação da calça colando no corpo. Nenhum band-aid era capaz de cobrir os ferimentos. Ao me machucar, sofria para colocar ou tirar a roupa. Isso quando o abrigo não rasgava por inteiro e vinha o suplício. Pois meus irmãos e eu contávamos com um par de abrigos para o ano, e os pais não compravam outro. Se estragávamos um deles em nossas peladas indevidas durante o recreio, a família mandava para a costureira com o propósito cafona de colocar remendo de couro. Começava o bullying. Vivíamos vestidos para uma festa junina. Lembro que uma vez rasguei os fundilhos da calça descendo um barranco e, para minha surpresa, recebi de volta a peça com um remendo de couro no traseiro. Eu entrava na escola já com uma sela embutida em mim. Diante da piada pronta, precisava ser, pelo menos, rápido como um cavalo nas notas, e nunca lento como um burro. (Disponível em: www.gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/carpinejar/noticia/2024/04/de-onde-vem-a-minha-habilidade-no-futebol-cluwxbocp00bg01czsf1xfzxe.html – texto adaptado especialmente para esta prova).

Considerando o fragmento “A quadra da escola em que estudei no ensino fundamental — Escola Municipal Imperatriz Leopoldina, no bairro Petrópolis — era simplesmente de piche e brita”, retirado do texto, o verbo sublinhado é classificado como:

Questão 9 de 39 Q9 da prova
De onde vem minha habilidade no futebol Por Fabrício Carpinejar Quem já me viu jogando futebol — sim, eu jogo bem, apesar da minha postura inofensiva e cômica de gafanhoto — sabe que evito cair. Não tombo com facilidade. Não rolo no chão. Posso levar peteleco no calcanhar, carrinho, trombada, voadora, e faço de tudo para me manter de pé. Cambaleio, porém jamais me entrego. Tento me segurar em corrimões imaginários ou nas costas dos meus adversários. Eu mesmo me driblo, se for o caso. Prefiro seguir adiante a cavar uma falta ou um pênalti e parar o jogo. Minha resiliência partiu de um trauma, que me condicionou a jamais beijar o gramado na boca. A quadra da escola em que estudei no Ensino Fundamental — Escola Municipal Imperatriz Leopoldina, no bairro Petrópolis — era simplesmente de piche e brita. Uma BR seria mais convidativa. Uma pista de aeroporto seria mais confortável. As pedras saltavam do solo escuro, pequenas lâminas e facas refletindo o sol. Cair ali somente em último caso. Não fingia, não me dava ao luxo de fazer cera. Eu me desequilibrava, tonteava, e permanecia ereto, de queixo erguido, aos trancos e barrancos. Tinha que sobreviver. Tinha noção do quanto custaria cada queda. Ficaria absolutamente esfolado, como presunto fatiado em guilhotina de açougue. Você não se machucava, você se acidentava. Tão grave quanto cair de uma moto. As feridas terminavam absolutamente infeccionadas com o betume. Havia a necessidade de limpar a pele com água oxigenada — e como ardia — e depois pincelar camadas de mercúrio-cromo — e como ardia. As sequelas continuavam doendo na hora de tomar o banho e de dormir. Minha habilidade com a bola foi forjada a evitar aquela sensação da calça colando no corpo. Nenhum band-aid era capaz de cobrir os ferimentos. Ao me machucar, sofria para colocar ou tirar a roupa. Isso quando o abrigo não rasgava por inteiro e vinha o suplício. Pois meus irmãos e eu contávamos com um par de abrigos para o ano, e os pais não compravam outro. Se estragávamos um deles em nossas peladas indevidas durante o recreio, a família mandava para a costureira com o propósito cafona de colocar remendo de couro. Começava o bullying. Vivíamos vestidos para uma festa junina. Lembro que uma vez rasguei os fundilhos da calça descendo um barranco e, para minha surpresa, recebi de volta a peça com um remendo de couro no traseiro. Eu entrava na escola já com uma sela embutida em mim. Diante da piada pronta, precisava ser, pelo menos, rápido como um cavalo nas notas, e nunca lento como um burro. (Disponível em: www.gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/carpinejar/noticia/2024/04/de-onde-vem-a-minha-habilidade-no-futebol-cluwxbocp00bg01czsf1xfzxe.html – texto adaptado especialmente para esta prova).

Considerando o fragmento “As feridas terminavam absolutamente infeccionadas com o betume”, retirado do texto, assinale a alternativa que apresenta a correta classificação do sujeito.

Questão 10 de 39 Q10 da prova
De onde vem minha habilidade no futebol Por Fabrício Carpinejar Quem já me viu jogando futebol — sim, eu jogo bem, apesar da minha postura inofensiva e cômica de gafanhoto — sabe que evito cair. Não tombo com facilidade. Não rolo no chão. Posso levar peteleco no calcanhar, carrinho, trombada, voadora, e faço de tudo para me manter de pé. Cambaleio, porém jamais me entrego. Tento me segurar em corrimões imaginários ou nas costas dos meus adversários. Eu mesmo me driblo, se for o caso. Prefiro seguir adiante a cavar uma falta ou um pênalti e parar o jogo. Minha resiliência partiu de um trauma, que me condicionou a jamais beijar o gramado na boca. A quadra da escola em que estudei no Ensino Fundamental — Escola Municipal Imperatriz Leopoldina, no bairro Petrópolis — era simplesmente de piche e brita. Uma BR seria mais convidativa. Uma pista de aeroporto seria mais confortável. As pedras saltavam do solo escuro, pequenas lâminas e facas refletindo o sol. Cair ali somente em último caso. Não fingia, não me dava ao luxo de fazer cera. Eu me desequilibrava, tonteava, e permanecia ereto, de queixo erguido, aos trancos e barrancos. Tinha que sobreviver. Tinha noção do quanto custaria cada queda. Ficaria absolutamente esfolado, como presunto fatiado em guilhotina de açougue. Você não se machucava, você se acidentava. Tão grave quanto cair de uma moto. As feridas terminavam absolutamente infeccionadas com o betume. Havia a necessidade de limpar a pele com água oxigenada — e como ardia — e depois pincelar camadas de mercúrio-cromo — e como ardia. As sequelas continuavam doendo na hora de tomar o banho e de dormir. Minha habilidade com a bola foi forjada a evitar aquela sensação da calça colando no corpo. Nenhum band-aid era capaz de cobrir os ferimentos. Ao me machucar, sofria para colocar ou tirar a roupa. Isso quando o abrigo não rasgava por inteiro e vinha o suplício. Pois meus irmãos e eu contávamos com um par de abrigos para o ano, e os pais não compravam outro. Se estragávamos um deles em nossas peladas indevidas durante o recreio, a família mandava para a costureira com o propósito cafona de colocar remendo de couro. Começava o bullying. Vivíamos vestidos para uma festa junina. Lembro que uma vez rasguei os fundilhos da calça descendo um barranco e, para minha surpresa, recebi de volta a peça com um remendo de couro no traseiro. Eu entrava na escola já com uma sela embutida em mim. Diante da piada pronta, precisava ser, pelo menos, rápido como um cavalo nas notas, e nunca lento como um burro. (Disponível em: www.gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/carpinejar/noticia/2024/04/de-onde-vem-a-minha-habilidade-no-futebol-cluwxbocp00bg01czsf1xfzxe.html – texto adaptado especialmente para esta prova).

Considerando o fragmento “Começava o bullying”, retirado do texto, assinale a alternativa que apresenta a correta classificação do verbo presente na oração.

Questão 11 de 39 Q11 da prova

O município de Cidreira faz divisa com quais outros municípios?

Questão 12 de 39 Q12 da prova

Em 1950, foi iniciada a construção da estrada que ligava Porto Alegre ao litoral, que contribuiu para o processo de urbanização de Cidreira/Pinhal. Em que ano essa construção foi concluída?

Questão 13 de 39 Q13 da prova

A respeito da enchente que assolou o Rio Grande do Sul em maio de 2024, analise as assertivas abaixo e assinale V, se verdadeiras, ou F, se falsas. ( ) Na cidade de Canoas, diversos bairros foram evacuados por determinação da prefeitura da cidade, em função das enchentes. ( ) Roca Sales, Eldorado do Sul e Porto Alegre estão entre as cidades atingidas. ( ) O Aeroporto Salgado Filho, na capital, foi fechado no dia 3 de maio devido à elevação das águas do Guaíba, que no dia 5 de maio já registrava 5,33 m. A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:

Questão 14 de 39 Q14 da prova

Assinale a alternativa INCORRETA a respeito da Rede de Banco de Leite Humano Brasileira.

Questão 15 de 39 Q15 da prova

O Programa do Governo Federal que tem como pilares estruturantes o respeito às diferenças constitutivas das mulheres e de suas interseccionalidades raciais, étnicas, de orientação sexual e de identidade de gênero, das pessoas com deficiência, geracionais, regionais e de territórios. Destacam-se, dessa forma, as mulheres pertencentes a grupos que sofreram injustiças históricas e sofrem com os impactos dessas injustiças praticadas no passado pela escravização, como são as mulheres indígenas, negras (pretas e pardas) e quilombolas. O Programa oferta cursos de qualificação profissional, por meio do Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec). Qual é o nome desse Programa?

Questão 16 de 39 Q16 da prova

São princípios básicos da carreira do magistério público municipal estabelecidos no art. 3º do Plano de Carreira do Magistério Público do Município de Cidreira: 1. Período destinado à ação comunitária, fora da carga horária de trabalho. 2. Piso salarial profissional definido por lei específica. 3. Progressão funcional na carreira, mediante antiguidade e designação do chefe do executivo municipal. 4. Habilitação profissional: condição essencial que habilite ao exercício do magistério através da comprovação de titulação específica. O resultado da somatória dos números correspondentes às afirmações corretas é:

Questão 17 de 39 Q17 da prova

O art. 5º do Plano de Carreira do Magistério Público do Município de Cidreira afirma que o Município segue determinações do Sistema Estadual de Ensino e: I. É mantido pelo Poder Público do Município. II. Compreende os níveis de ensino da Educação Infantil, do Ensino Fundamental e do Ensino Médio. III. Atua nas modalidades de educação de jovens e adultos e de educação especial. Quais estão corretas?

Questão 18 de 39 Q18 da prova

De acordo com o Plano de Carreira do Magistério Público do Município de Cidreira, são representantes que integram a Comissão de Avaliação da Promoção: I. Um pedagogo. II. Um professor do conselho municipal de educação. III. Um representante da secretaria municipal da educação. IV. Um professor escolhido pelo corpo docente. Quais estão corretas?

Questão 19 de 39 Q19 da prova

Segundo o art. 25 do Plano de Carreira do Magistério Público do Município de Cidreira, o regime normal de trabalho dos professores, com atuação na Educação Infantil e no Ensino Fundamental, será de 20 horas semanais, sendo que 20% dessa carga horária está reservada para horas atividades, com regência de classe. As horas atividades são reservadas para, EXCETO:

Questão 20 de 39 Q20 da prova

Conforme o art. 27 do Plano de Carreira do Magistério Público do Município de Cidreira, a carga horária semanal dos pedagogos será de ___ horas semanais. Assinale a alternativa que preenche corretamente a lacuna do trecho acima.

Questão 21 de 39 Q21 da prova

Assinale a alternativa que apresenta um dos fundamentos pedagógicos da Base Nacional Comum Curricular (BNCC).

Questão 22 de 39 Q22 da prova

De acordo com o art. 56 do Estatuto da Criança e do Adolescente, os dirigentes de estabelecimentos de Ensino Fundamental comunicarão à(ao) _____________________ os casos de elevados níveis de repetência. Assinale a alternativa que preenche corretamente a lacuna do trecho acima.

Questão 23 de 39 Q23 da prova

A Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional preconiza em seu art. 3º que o ensino será ministrado com base nos seguintes princípios: 1. Prevalência das instituições públicas sobre as privadas de ensino. 2. Consideração com a diversidade sociopolítica. 3. Garantia do direito à educação e à aprendizagem ao longo da vida. 4. Respeito à diversidade humana, linguística, cultural e identitária das pessoas surdas, surdo-cegas e com deficiência auditiva. O resultado da somatória dos números correspondentes às afirmações corretas é:

Questão 24 de 39 Q24 da prova

Está entre as dez diretrizes propostas pelo Plano Nacional de Educação (PNE) para o decênio 2014-2024:

Questão 25 de 39 Q25 da prova

O art. 24 da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional determina que a verificação do rendimento escolar, na educação básica, nos níveis fundamental e médio observará os seguintes critérios: I. Possibilidade de retenção para alunos com atraso escolar. II. Avaliação contínua e cumulativa do desempenho do aluno, com prevalência dos aspectos qualitativos sobre os quantitativos e dos resultados ao longo do período sobre os de eventuais provas finais. III. Estudos de recuperação facultativos, ao final do período letivo, para os casos de baixo rendimento escolar, a serem disciplinados pelos sistemas de ensino. Quais estão corretos?

Questão 26 de 39 Q26 da prova

Segundo o Modelo de Jantsch, transdisciplinaridade é um sistema de quantos níveis?

Questão 27 de 39 Q27 da prova

Para Wallon, uma pessoa é o resultado da integração entre o movimento, a cognição e a:

Questão 28 de 39 Q28 da prova

Sobre o modelo à la carte, de ensino híbrido, analise as assertivas abaixo: I. O estudante é responsável pela organização de seus estudos. II. O professor tem um papel de mediador, à disposição para esclarecer possíveis dúvidas. III. A aprendizagem, que pode ocorrer no momento e local mais adequados, é personalizada. Quais estão corretas?

Questão 29 de 39 Q29 da prova

A partir das metodologias ativas, que postura é esperada dos estudantes?

Questão 30 de 39 Q30 da prova

A escola do século XXI requer práticas pedagógicas participativas e transformadoras. Sobre tais práticas, é INCORRETO afirmar que elas:

Questão 31 de 39 Q31 da prova

Assinale a alternativa que apresenta representantes das Teorias de Aprendizagem Comportamentalista e Humanista, respectivamente.

Questão 32 de 39 Q32 da prova

São características da Educação 4.0: I. O uso da metodologia sala de aula invertida. II. O “aprender fazendo”, ocasião em que os alunos podem colocar em prática seus conhecimentos teóricos. III. Projetos com viés colaborativo. IV. Ambiente de aprendizagem padronizado e centralizado nas ações e direcionamentos dos docentes. Quais estão corretas?

Questão 33 de 39 Q33 da prova

Segundo Sant’Anna (2014), “Avaliar é conscientizar a ação educativa”. A afirmação da autora leva à reflexão sobre a importância da avaliação no sistema escolar, pois é através dela que o professor e a escola:

Questão 34 de 39 Q34 da prova

Segundo Ausubel, a aprendizagem ___________ é um processo pessoal e intencional de construção de novos significados, a partir do que já conhecemos em interação com o meio físico e social. Assinale a alternativa que preenche corretamente a lacuna do trecho acima.

Questão 35 de 39 Q35 da prova

De acordo com Luckesi (2011), a avaliação NÃO deve ser um processo de:

Questão 36 de 39 Q36 da prova

A Resolução Conama nº 274/2000 define os critérios de balneabilidade em águas brasileiras a partir de medidas de coliformes fecais (termotolerantes) em conjuntos de amostras coletadas em cada uma das cinco semanas anteriores, colhidas no mesmo local. Sobre esse tema, analise as assertivas abaixo: I. Escherichia coli tem seu habitat quase exclusivamente limitado ao trato intestinal de seres humanos e animais de sangue quente, sendo considerada o mais específico indicador de contaminação fecal recente. II. As águas doces, salobras e salinas destinadas à balneabilidade (recreação de contato primário) terão sua condição avaliada nas categorias própria e imprópria. III. Coliformes termotolerantes são bactérias que apresentam a capacidade de utilizar a lactose como nutriente, produzindo gás a temperatura de 44/45,5ºC. Quais estão corretas?

Questão 37 de 39 Q37 da prova

Uma mulher de sangue O- teve um filho de sangue B+. Nesse caso, o pai dessa criança pode ser:

Questão 38 de 39 Q38 da prova

A conquista definitiva do ambiente terrestre pelas plantas foi devido ao surgimento do tubo polínico. No reino dos animais, a conquista definitiva do ambiente terrestre ocorreu com os amniotas, grupo monofilético que inclui os répteis, as aves e os mamíferos. Assinale a alternativa que NÃO apresenta uma adaptação desses animais à vida terrestre.

Questão 39 de 39 Q39 da prova

Sobre o princípio da exclusão competitiva ou Lei de Gause, para que duas espécies competidoras coexistam em um ambiente estável deve haver:

Acertos
Erros
39
Total