Releia: 1. “Sou médico e uso o WhatsApp o dia inteiro para responder pacientes. Isso quer dizer que eu estou dependente porque eu estou usando demais? Não, porque é algo que faz parte da minha profissão [...]” (2º §). 2. “É aquela sensação da ‘nossa, peguei meu celular e só ia olhar algo muito específico no Instagram. Passei mais de três horas’ .” (2º§). 3. “onlife ” (3º §). 4. “Dentro desse contexto hiperconectado, é difícil ficarmos longe, manter o equilíbrio. É fundamental que o mesmo cuidado que temos com as outras tec nologias, como foi com a televisão, também exista para as redes sociais, especialmente quando somos pais ou responsáveis de crianças e jovens [...]” (3º §). 5. “gaming disorder ” (5º §). Considerando os destaques textuais, analise as afirmativas a seguir. I. As aspas em 1, 2 e 3 são usadas para dar sentido particular, representando a escrita. II. As aspas em 5 são usadas para uma expressão. III. As aspas em 2, 4 e 5 são empregadas para marcar conotações. IV. As aspas em 1 e 4 são empregadas para marcar falas. V. As aspas em todas as assertivas possuem a mesma função: marcar uma fala ou expressão. Está correto o que se afirma apenas em
Releia: “Como evitar que uso de redes sociais se torne um vício ? • Restringir o us o em crianças menores de 7 anos para algumas poucas horas. • Controlar o conteúdo acessado, principalmente por jovens na faixa de 7 a 12 anos. • Passar mais tempos juntos, praticando atividades que estimulem o físico e também a criatividade das crianças, como jogos e brincadeiras. • Ter uma rede de apoio que ajuda a ouvir e a conversar com a criança sobre valores. • Ao menor sinal de mudança de comportamento, como falta de sono e apetite, conversar para entender se ela está sofrendo com vício nas redes sociais. • Conversar, principalmente com os mais jovens, sobre o que deve ou não ser compartilhado nas redes.” (6º §) Considerando que os tipos textuais são definidos por estruturas linguísticas fixas, cujos elementos caracterizam e indicam o objetivo comunicativo de cada texto, assinale a afirmativa correta referente ao fragmento em destaque.
“Quando certa manhã Gregor Sa msa acordou de sonhos intranquilos, encontrou -se em sua cama metamorfoseando num... ” (7º§) O verbo em destaque pode ser analisado como
Para o senso comum, o aprendiz acumula conhecimentos: ele é um acumulador de conhecimentos; para os behavioristas, o aprendiz modifica de forma duradoura uma ou várias condutas: ele é um transformador de comportamentos; para os cognitivistas oriundos do tratamento da informação, o aprendiz recebe do exterior informações que ele trata de forma ativa: ele é um receptor ativo de informações externas; para os construtivistas, o aprendiz constrói seus conhecimentos em interação com o meio: ele é um criador de conhecimentos. (Joannaert e Borght, 2002: 204. Apud STAMATTO, 2007.) Há uma grande variedade de correntes de pensamento que influenciaram e influenciam o ensino de História e percebe-se que o lugar do aluno no processo didático modifica-se. Em relação ao papel do professor:
Toda formação social, território, que é inserida ou se insere na lógica do desenvolvimento capitalista, tem de passar por amplas mudanças legais, institucionais e estruturais do tipo descrito por Marx sob a rubrica da acumulação primitiva. (HARVEY, David., 2005. p. 114 -148.) Se tomarmos como exemplo de acumulação primitiva o processo de colonização da América, podemos afirmar que:
O Romantismo, movimento dominante na cultura do início do século XIX, contrário ao racionalismo iluminista e em favor da emoção, influenciou sobremaneira o comportamento social a partir dessa nova sensibilidade, ilustrada pelo pensamento de Goethe e Schiller, e ao som dos acordes de Beethoven e Schubert. Nesse cenário, o progresso das ciências naturais impulsionou uma nova atitude social, privilegiando uma visão mais realista do mundo em detrimento do sentimentalismo e da idealização romântica. (PESAVENTO, 1997.) Além das mudanças anteriormente citadas, no alvorecer do século XIX, a Europa:
O século XX começou no Brasil com a crise da economia cafeeira devido à superprodução. Para evitar a queda do preço do café no mercado internacional, o governo brasileiro procurou desencorajar a produção e interveio para comprar os excedentes obtendo, para tanto, empréstimos no exterior. O serviço desse empréstimo seria coberto com um novo imposto cobrado em ouro sobre cada saca de café exportada. O êxito financeiro da experiência consolidou a vitória dos cafeicultores e reforçou o seu poder no governo central por mais de um quarto de século até 1930. (Disponível em: https://www.tdx.cat/bitstream/handle/.) O modelo agrário-exportador, que predominou no Brasil desde o Período Colonial:
Em meio àquele turbilhão, surgiu uma maneira de pensar e se expressar: a contracultura. Foi uma resposta às incertezas da época. O impacto sobre a juventude da época era tamanho que os empresários da indústria logo viram a oportunidade de grandes negócios. O que, de fato, ia contra os próprios valores da contracultura. Os grupos sociais formados por “jovens alternativos” rejeitavam os padrões comportamentais e as visões políticas de seus pares da primeira metade do século passado. Rejeitavam os seus símbolos de status e as mercadorias consumidas pela maioria dos jovens, como o carro do ano, as roupas da moda, os cabelos penteados e as músicas românticas. Defendiam uma ruptura com os valores dos adultos – adotados pelos jovens “caretas” – e lutavam pela existência de uma cultura juvenil própria. (Leonardo Calvano, 2000. Adaptado.) Todas as produções humanas podem servir de fontes históricas sobre uma sociedade. Conforme a historiografia foi se desenvolvendo, o conceito de fonte também se ampliou. É o caso, por exemplo, dos meios de expressão e de protesto utilizados pela contracultura na década de 1960, período marcado, respectivamente no Brasil e no mundo, por:
Durante mais de uma década, os assuntos relacionados com o Brasil eram tratados pelos escritórios da ONU em Buenos Aires e em Bogotá. Mas, depois de uma dezena de negociação, o governo e a ONU chegariam a um acordo para o desembarque da entidade no país. O alto comissariado da ONU para Refugiados (ACNUR) se estabeleceria no Rio de Janeiro, em 1977. Teria a função de identificar os refugiados, registrá-los e buscar uma forma de retirá-los do Brasil em direção a países europeus. Mas isso tudo com uma condição: ela não poderia usar seu nome e agisse sob o nome de Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), entidade especializada no combate à pobreza. (CHADE, 2012c, p. 1.) No caso brasileiro, por exemplo, as restrições à ONU (Organização das Nações Unidas) eram tantas que se pode dizer que o regime militar exigiu que a ONU operasse quase na clandestinidade. Sobre essa postura, é correto afirmar que:
A questão ultrapassa, de fato, o contexto da sua simples utilização pedagógica e implica uma reflexão de conjunto sobre o acesso ao conhecimento. Novas tecnologias estão gerando, sob os nossos olhos, uma verdadeira revolução que afeta tanto as atividades ligadas à produção e ao trabalho quanto as ligadas à educação e formação. (DELORS, 1998.) A utilização da TICD possibilita uma dinâmica de interação entre os sujeitos presentes no meio educacional, bem como o fortalecimento do processo de ensino e aprendizagem. No entanto, o professor precisa ter alguns cuidados, tais como:
A globalização poderia ser melhor conceituada se os sociólogos, em vez de darem uma importância indevida à ideia de sociedade, no que ela significa um sistema limitado, a substituíssem por um ponto de partida que se concentrasse em analisar como a vida social é ordenada através do tempo e do espaço na problemática do distanciamento tempo-espaço. Assim, a estrutura conceitual do distanciamento tempo-espaço dirige nossa atenção às complexas relações entre envolvimentos locais e interação à distância. O nível de distanciamento tempo-espaço na era moderna é muito maior do que em qualquer outro período precedente, e as relações entre formas sociais e eventos locais e distantes se tornam correspondentemente ‘alongadas’. A globalização se refere essencialmente a este processo de alongamento, na medida em que as modalidades de conexão entre diferentes regiões ou contextos sociais se enredam através da superfície da Terra como um todo. (GIDDENS, Anthony. 1991.) Embora o termo globalização não possa ser considerado por alguns ainda como um conceito preciso, podemos afirmar que:




























