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Prova Professor do Ensino Fundamental Anos Iniciais - Tarde - Pref. Porto Walter/AC
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Questão 1 de 35 Q1 da prova
AS QUESTÕES DE 01 A 05 SE REFEREM AO TEXTO A SEGUIR.
Visão do Correio: Alerta para o avanço das arboviroses Autoridades de saúde começam o ano com a incumbência de manter no radar o enfrentamento à dengue, à chikungunya e à febre amarela 06/02/25
Sob a sombra da avalanche dos casos de dengue em 2024, autoridades de saúde começam este ano com a incumbência de manter no radar outras duas arboviroses: a febre amarela e a chikungunya. O aumento de ambas as infecções no Brasil começa a destoar da curva, evidenciando que o combate ao Aedes aegypti, que transmite as três doenças, e os avanços na imunização são estratégias vitais para um país que se vê sobressaltado por urgências sanitárias desde 2020, com a chegada da covid-19.
O enfrentamento à febre amarela parece mais evidente. No último domingo, o Ministério da Saúde emitiu um alerta sobre o aumento da transmissão da doença em quatro unidades da Federação: São Paulo, Minas Gerais, Roraima e Tocantins. Em nota técnica às secretarias de Saúde dos estados, a pasta recomendou a intensificação de ações de vigilância e a imunização nas áreas de risco. Salientou ainda que o período de maior preocupação com a enfermidade vai de dezembro a maio, praticamente o mesmo da dengue.
Essa janela de vulnerabilidade engloba também o carnaval, que, pelo maior deslocamento de pessoas, favorece o avanço de doenças virais. No caso da disseminação da febre amarela, o risco sobrevoa cidades que fazem parte dos grandes circuitos momescos do país. São Paulo, por exemplo, concentra a maior parte dos casos da doença neste ano e calcula que 16 milhões de pessoas sairão às ruas até a quarta-feira de cinzas. Belo Horizonte espera 6 milhões.
Há outro agravante: é pertinente imaginar que foliões podem não saber se estão, de fato, protegidos. Isso porque, em 2018, seguindo um protocolo de emergência da Organização Mundial da Saúde (OMS), o Brasil aplicou doses fracionadas do imunizante na Bahia, em São Paulo e no Rio de Janeiro. Quem recebeu essa vacina precisa completar a imunização, e pode ter se esquecido ou não ter sido orientado sobre o reforço. Caso planeje viajar para locais em que há transmissão de febre amarela ou regiões rurais e de mata, deve fazê-lo com pelo menos 10 dias de antecedência.
Considerando que faltam praticamente três semanas para o carnaval, são urgentes campanha de esclarecimento sobre a cobertura vacinal e disponibilidade de vacinas. Há de se ressaltar que o governo federal trabalha no envio de 800 mil doses extras para São Paulo até o início deste mês. Mas é preciso investir no escoamento da imunização o quanto antes, considerando, ainda, o obstáculo da resistência vacinal.
Quanto à chikungunya, o foco de atenção é o Centro-Oeste. Ao Correio, o sanitarista e professor da Universidade de Brasília (UnB) Jonas Brant alertou que a região concentrou a maioria dos casos em 2024 e que, pelos números já registrados, o cenário deve se repetir neste ano. Ainda não há vacina no Brasil disponível para a doença, que, devido às dores incapacitantes, demanda uma rede de suporte mais complexa, com assistência do diagnóstico à reabilitação, o que pode durar meses.
Fica claro que, ainda que compartilhem o mesmo vetor, febre amarela, chikungunya e dengue demandam respostas diferentes das autoridades. O início da gestão em saúde em prefeituras, em razão das eleições municipais de 2024, tende a deixar a situação ainda mais complexa. É certo, porém, que não se trata de um desafio sanitário a ser enfrentado apenas pelos gestores públicos. As arboviroses são, de fato, uma luta de todos.
VISÃO do Correio: Alerta para o avanço das arboviroses. Correio Braziliense, 06 de fevereiro de 2025. Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao/2025/02/7053596-visao-do-correio-alerta-para-o-avanco-das-arboviroses.html. Acesso em: 07 fev. 2025.

O par de vírgulas que foi empregado para isolar a estrutura grifada no primeiro parágrafo do texto é obrigatório, pois tal estrutura é

Questão 2 de 35 Q2 da prova
AS QUESTÕES DE 01 A 05 SE REFEREM AO TEXTO A SEGUIR.
Visão do Correio: Alerta para o avanço das arboviroses Autoridades de saúde começam o ano com a incumbência de manter no radar o enfrentamento à dengue, à chikungunya e à febre amarela 06/02/25
Sob a sombra da avalanche dos casos de dengue em 2024, autoridades de saúde começam este ano com a incumbência de manter no radar outras duas arboviroses: a febre amarela e a chikungunya. O aumento de ambas as infecções no Brasil começa a destoar da curva, evidenciando que o combate ao Aedes aegypti, que transmite as três doenças, e os avanços na imunização são estratégias vitais para um país que se vê sobressaltado por urgências sanitárias desde 2020, com a chegada da covid-19.
O enfrentamento à febre amarela parece mais evidente. No último domingo, o Ministério da Saúde emitiu um alerta sobre o aumento da transmissão da doença em quatro unidades da Federação: São Paulo, Minas Gerais, Roraima e Tocantins. Em nota técnica às secretarias de Saúde dos estados, a pasta recomendou a intensificação de ações de vigilância e a imunização nas áreas de risco. Salientou ainda que o período de maior preocupação com a enfermidade vai de dezembro a maio, praticamente o mesmo da dengue.
Essa janela de vulnerabilidade engloba também o carnaval, que, pelo maior deslocamento de pessoas, favorece o avanço de doenças virais. No caso da disseminação da febre amarela, o risco sobrevoa cidades que fazem parte dos grandes circuitos momescos do país. São Paulo, por exemplo, concentra a maior parte dos casos da doença neste ano e calcula que 16 milhões de pessoas sairão às ruas até a quarta-feira de cinzas. Belo Horizonte espera 6 milhões.
Há outro agravante: é pertinente imaginar que foliões podem não saber se estão, de fato, protegidos. Isso porque, em 2018, seguindo um protocolo de emergência da Organização Mundial da Saúde (OMS), o Brasil aplicou doses fracionadas do imunizante na Bahia, em São Paulo e no Rio de Janeiro. Quem recebeu essa vacina precisa completar a imunização, e pode ter se esquecido ou não ter sido orientado sobre o reforço. Caso planeje viajar para locais em que há transmissão de febre amarela ou regiões rurais e de mata, deve fazê-lo com pelo menos 10 dias de antecedência.
Considerando que faltam praticamente três semanas para o carnaval, são urgentes campanha de esclarecimento sobre a cobertura vacinal e disponibilidade de vacinas. Há de se ressaltar que o governo federal trabalha no envio de 800 mil doses extras para São Paulo até o início deste mês. Mas é preciso investir no escoamento da imunização o quanto antes, considerando, ainda, o obstáculo da resistência vacinal.
Quanto à chikungunya, o foco de atenção é o Centro-Oeste. Ao Correio, o sanitarista e professor da Universidade de Brasília (UnB) Jonas Brant alertou que a região concentrou a maioria dos casos em 2024 e que, pelos números já registrados, o cenário deve se repetir neste ano. Ainda não há vacina no Brasil disponível para a doença, que, devido às dores incapacitantes, demanda uma rede de suporte mais complexa, com assistência do diagnóstico à reabilitação, o que pode durar meses.
Fica claro que, ainda que compartilhem o mesmo vetor, febre amarela, chikungunya e dengue demandam respostas diferentes das autoridades. O início da gestão em saúde em prefeituras, em razão das eleições municipais de 2024, tende a deixar a situação ainda mais complexa. É certo, porém, que não se trata de um desafio sanitário a ser enfrentado apenas pelos gestores públicos. As arboviroses são, de fato, uma luta de todos.
VISÃO do Correio: Alerta para o avanço das arboviroses. Correio Braziliense, 06 de fevereiro de 2025. Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao/2025/02/7053596-visao-do-correio-alerta-para-o-avanco-das-arboviroses.html. Acesso em: 07 fev. 2025.

Quais são, respectivamente, as classificações dos sujeitos dos verbos em destaque no segundo parágrafo do texto?

Questão 3 de 35 Q3 da prova
AS QUESTÕES DE 01 A 05 SE REFEREM AO TEXTO A SEGUIR.
Visão do Correio: Alerta para o avanço das arboviroses Autoridades de saúde começam o ano com a incumbência de manter no radar o enfrentamento à dengue, à chikungunya e à febre amarela 06/02/25
Sob a sombra da avalanche dos casos de dengue em 2024, autoridades de saúde começam este ano com a incumbência de manter no radar outras duas arboviroses: a febre amarela e a chikungunya. O aumento de ambas as infecções no Brasil começa a destoar da curva, evidenciando que o combate ao Aedes aegypti, que transmite as três doenças, e os avanços na imunização são estratégias vitais para um país que se vê sobressaltado por urgências sanitárias desde 2020, com a chegada da covid-19.
O enfrentamento à febre amarela parece mais evidente. No último domingo, o Ministério da Saúde emitiu um alerta sobre o aumento da transmissão da doença em quatro unidades da Federação: São Paulo, Minas Gerais, Roraima e Tocantins. Em nota técnica às secretarias de Saúde dos estados, a pasta recomendou a intensificação de ações de vigilância e a imunização nas áreas de risco. Salientou ainda que o período de maior preocupação com a enfermidade vai de dezembro a maio, praticamente o mesmo da dengue.
Essa janela de vulnerabilidade engloba também o carnaval, que, pelo maior deslocamento de pessoas, favorece o avanço de doenças virais. No caso da disseminação da febre amarela, o risco sobrevoa cidades que fazem parte dos grandes circuitos momescos do país. São Paulo, por exemplo, concentra a maior parte dos casos da doença neste ano e calcula que 16 milhões de pessoas sairão às ruas até a quarta-feira de cinzas. Belo Horizonte espera 6 milhões.
Há outro agravante: é pertinente imaginar que foliões podem não saber se estão, de fato, protegidos. Isso porque, em 2018, seguindo um protocolo de emergência da Organização Mundial da Saúde (OMS), o Brasil aplicou doses fracionadas do imunizante na Bahia, em São Paulo e no Rio de Janeiro. Quem recebeu essa vacina precisa completar a imunização, e pode ter se esquecido ou não ter sido orientado sobre o reforço. Caso planeje viajar para locais em que há transmissão de febre amarela ou regiões rurais e de mata, deve fazê-lo com pelo menos 10 dias de antecedência.
Considerando que faltam praticamente três semanas para o carnaval, são urgentes campanha de esclarecimento sobre a cobertura vacinal e disponibilidade de vacinas. Há de se ressaltar que o governo federal trabalha no envio de 800 mil doses extras para São Paulo até o início deste mês. Mas é preciso investir no escoamento da imunização o quanto antes, considerando, ainda, o obstáculo da resistência vacinal.
Quanto à chikungunya, o foco de atenção é o Centro-Oeste. Ao Correio, o sanitarista e professor da Universidade de Brasília (UnB) Jonas Brant alertou que a região concentrou a maioria dos casos em 2024 e que, pelos números já registrados, o cenário deve se repetir neste ano. Ainda não há vacina no Brasil disponível para a doença, que, devido às dores incapacitantes, demanda uma rede de suporte mais complexa, com assistência do diagnóstico à reabilitação, o que pode durar meses.
Fica claro que, ainda que compartilhem o mesmo vetor, febre amarela, chikungunya e dengue demandam respostas diferentes das autoridades. O início da gestão em saúde em prefeituras, em razão das eleições municipais de 2024, tende a deixar a situação ainda mais complexa. É certo, porém, que não se trata de um desafio sanitário a ser enfrentado apenas pelos gestores públicos. As arboviroses são, de fato, uma luta de todos.
VISÃO do Correio: Alerta para o avanço das arboviroses. Correio Braziliense, 06 de fevereiro de 2025. Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao/2025/02/7053596-visao-do-correio-alerta-para-o-avanco-das-arboviroses.html. Acesso em: 07 fev. 2025.

Sem que se alterem os sentidos originais das frases em que ocorrem, os conectivos sublinhados no parágrafo final do texto podem ser respectivamente substituídos por

Questão 4 de 35 Q4 da prova
AS QUESTÕES DE 01 A 05 SE REFEREM AO TEXTO A SEGUIR.
Visão do Correio: Alerta para o avanço das arboviroses Autoridades de saúde começam o ano com a incumbência de manter no radar o enfrentamento à dengue, à chikungunya e à febre amarela 06/02/25
Sob a sombra da avalanche dos casos de dengue em 2024, autoridades de saúde começam este ano com a incumbência de manter no radar outras duas arboviroses: a febre amarela e a chikungunya. O aumento de ambas as infecções no Brasil começa a destoar da curva, evidenciando que o combate ao Aedes aegypti, que transmite as três doenças, e os avanços na imunização são estratégias vitais para um país que se vê sobressaltado por urgências sanitárias desde 2020, com a chegada da covid-19.
O enfrentamento à febre amarela parece mais evidente. No último domingo, o Ministério da Saúde emitiu um alerta sobre o aumento da transmissão da doença em quatro unidades da Federação: São Paulo, Minas Gerais, Roraima e Tocantins. Em nota técnica às secretarias de Saúde dos estados, a pasta recomendou a intensificação de ações de vigilância e a imunização nas áreas de risco. Salientou ainda que o período de maior preocupação com a enfermidade vai de dezembro a maio, praticamente o mesmo da dengue.
Essa janela de vulnerabilidade engloba também o carnaval, que, pelo maior deslocamento de pessoas, favorece o avanço de doenças virais. No caso da disseminação da febre amarela, o risco sobrevoa cidades que fazem parte dos grandes circuitos momescos do país. São Paulo, por exemplo, concentra a maior parte dos casos da doença neste ano e calcula que 16 milhões de pessoas sairão às ruas até a quarta-feira de cinzas. Belo Horizonte espera 6 milhões.
Há outro agravante: é pertinente imaginar que foliões podem não saber se estão, de fato, protegidos. Isso porque, em 2018, seguindo um protocolo de emergência da Organização Mundial da Saúde (OMS), o Brasil aplicou doses fracionadas do imunizante na Bahia, em São Paulo e no Rio de Janeiro. Quem recebeu essa vacina precisa completar a imunização, e pode ter se esquecido ou não ter sido orientado sobre o reforço. Caso planeje viajar para locais em que há transmissão de febre amarela ou regiões rurais e de mata, deve fazê-lo com pelo menos 10 dias de antecedência.
Considerando que faltam praticamente três semanas para o carnaval, são urgentes campanha de esclarecimento sobre a cobertura vacinal e disponibilidade de vacinas. Há de se ressaltar que o governo federal trabalha no envio de 800 mil doses extras para São Paulo até o início deste mês. Mas é preciso investir no escoamento da imunização o quanto antes, considerando, ainda, o obstáculo da resistência vacinal.
Quanto à chikungunya, o foco de atenção é o Centro-Oeste. Ao Correio, o sanitarista e professor da Universidade de Brasília (UnB) Jonas Brant alertou que a região concentrou a maioria dos casos em 2024 e que, pelos números já registrados, o cenário deve se repetir neste ano. Ainda não há vacina no Brasil disponível para a doença, que, devido às dores incapacitantes, demanda uma rede de suporte mais complexa, com assistência do diagnóstico à reabilitação, o que pode durar meses.
Fica claro que, ainda que compartilhem o mesmo vetor, febre amarela, chikungunya e dengue demandam respostas diferentes das autoridades. O início da gestão em saúde em prefeituras, em razão das eleições municipais de 2024, tende a deixar a situação ainda mais complexa. É certo, porém, que não se trata de um desafio sanitário a ser enfrentado apenas pelos gestores públicos. As arboviroses são, de fato, uma luta de todos.
VISÃO do Correio: Alerta para o avanço das arboviroses. Correio Braziliense, 06 de fevereiro de 2025. Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao/2025/02/7053596-visao-do-correio-alerta-para-o-avanco-das-arboviroses.html. Acesso em: 07 fev. 2025.

Levando-se em consideração as informações explicitadas no texto, NÃO se pode inferir que

Questão 5 de 35 Q5 da prova
AS QUESTÕES DE 01 A 05 SE REFEREM AO TEXTO A SEGUIR.
Visão do Correio: Alerta para o avanço das arboviroses Autoridades de saúde começam o ano com a incumbência de manter no radar o enfrentamento à dengue, à chikungunya e à febre amarela 06/02/25
Sob a sombra da avalanche dos casos de dengue em 2024, autoridades de saúde começam este ano com a incumbência de manter no radar outras duas arboviroses: a febre amarela e a chikungunya. O aumento de ambas as infecções no Brasil começa a destoar da curva, evidenciando que o combate ao Aedes aegypti, que transmite as três doenças, e os avanços na imunização são estratégias vitais para um país que se vê sobressaltado por urgências sanitárias desde 2020, com a chegada da covid-19.
O enfrentamento à febre amarela parece mais evidente. No último domingo, o Ministério da Saúde emitiu um alerta sobre o aumento da transmissão da doença em quatro unidades da Federação: São Paulo, Minas Gerais, Roraima e Tocantins. Em nota técnica às secretarias de Saúde dos estados, a pasta recomendou a intensificação de ações de vigilância e a imunização nas áreas de risco. Salientou ainda que o período de maior preocupação com a enfermidade vai de dezembro a maio, praticamente o mesmo da dengue.
Essa janela de vulnerabilidade engloba também o carnaval, que, pelo maior deslocamento de pessoas, favorece o avanço de doenças virais. No caso da disseminação da febre amarela, o risco sobrevoa cidades que fazem parte dos grandes circuitos momescos do país. São Paulo, por exemplo, concentra a maior parte dos casos da doença neste ano e calcula que 16 milhões de pessoas sairão às ruas até a quarta-feira de cinzas. Belo Horizonte espera 6 milhões.
Há outro agravante: é pertinente imaginar que foliões podem não saber se estão, de fato, protegidos. Isso porque, em 2018, seguindo um protocolo de emergência da Organização Mundial da Saúde (OMS), o Brasil aplicou doses fracionadas do imunizante na Bahia, em São Paulo e no Rio de Janeiro. Quem recebeu essa vacina precisa completar a imunização, e pode ter se esquecido ou não ter sido orientado sobre o reforço. Caso planeje viajar para locais em que há transmissão de febre amarela ou regiões rurais e de mata, deve fazê-lo com pelo menos 10 dias de antecedência.
Considerando que faltam praticamente três semanas para o carnaval, são urgentes campanha de esclarecimento sobre a cobertura vacinal e disponibilidade de vacinas. Há de se ressaltar que o governo federal trabalha no envio de 800 mil doses extras para São Paulo até o início deste mês. Mas é preciso investir no escoamento da imunização o quanto antes, considerando, ainda, o obstáculo da resistência vacinal.
Quanto à chikungunya, o foco de atenção é o Centro-Oeste. Ao Correio, o sanitarista e professor da Universidade de Brasília (UnB) Jonas Brant alertou que a região concentrou a maioria dos casos em 2024 e que, pelos números já registrados, o cenário deve se repetir neste ano. Ainda não há vacina no Brasil disponível para a doença, que, devido às dores incapacitantes, demanda uma rede de suporte mais complexa, com assistência do diagnóstico à reabilitação, o que pode durar meses.
Fica claro que, ainda que compartilhem o mesmo vetor, febre amarela, chikungunya e dengue demandam respostas diferentes das autoridades. O início da gestão em saúde em prefeituras, em razão das eleições municipais de 2024, tende a deixar a situação ainda mais complexa. É certo, porém, que não se trata de um desafio sanitário a ser enfrentado apenas pelos gestores públicos. As arboviroses são, de fato, uma luta de todos.
VISÃO do Correio: Alerta para o avanço das arboviroses. Correio Braziliense, 06 de fevereiro de 2025. Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao/2025/02/7053596-visao-do-correio-alerta-para-o-avanco-das-arboviroses.html. Acesso em: 07 fev. 2025.

Qual é o tipo textual que embasa o texto apresentado?

Questão 6 de 35 Q6 da prova

A população de uma cidade cresce segundo uma progressão geométrica, aumentando 10% a cada ano. Se a cidade possui 20.000 habitantes atualmente, quantos habitantes terá após 5 anos?

Questão 7 de 35 Q7 da prova

Um estudante realizou 5 provas durante o semestre e obteve as seguintes notas: 7,5; 8,0; 9,5; 6,0 e 8,5. Qual foi a média aritmética das suas notas?

Questão 8 de 35 Q8 da prova

Dadas as proposições: ● P: "Hoje está chovendo." ● Q: "Vou levar um guarda-chuva." Considere a proposição composta: P→Q (Se hoje está chovendo, então vou levar um guarda-chuva.) Qual é a única situação em que essa proposição é falsa?

Questão 9 de 35 Q9 da prova

Os fluxos migratórios internos no Brasil influenciam diretamente o desenvolvimento urbano e as políticas públicas. Sobre as características desse fenômeno, marque a alternativa correta:

Questão 10 de 35 Q10 da prova

A economia do Acre apresenta desafios estruturais relacionados a desigualdades regionais e limitações logísticas. Sobre os impactos econômicos dessas desigualdades no desenvolvimento estadual, analise as afirmativas: I - A dificuldade de acesso a mercados nacionais e internacionais limita a diversificação econômica do estado. II - O setor agropecuário é o principal motor da economia local, mas enfrenta restrições ambientais para sua expansão. III - A infraestrutura logística precária impacta diretamente o custo de produção e comercialização no estado. IV - A industrialização do Acre tem se desenvolvido de maneira acelerada nos últimos anos, reduzindo a dependência do setor primário. Marque a alternativa correta:

Questão 11 de 35 Q11 da prova

A adoção de práticas de ESG (Meio Ambiente, Social e Governança) tem se tornado essencial para empresas e instituições públicas. Sobre esse tema, assinale a alternativa correta:

Questão 12 de 35 Q12 da prova

A improbidade administrativa pode ser classificada em diferentes modalidades, conforme previsto na legislação vigente. Sobre esse tema, assinale a alternativa correta:

Questão 13 de 35 Q13 da prova

A Lei de Acesso à Informação (Lei nº 12.527/2011) estabelece normas para garantir a transparência na administração pública. Em consonância com a referida legislação, assinale a alternativa correta:

Questão 14 de 35 Q14 da prova

A ética profissional exige que o servidor público atue de maneira responsável, evitando conflitos de interesse. Acerca do tema, analise as afirmativas: I – O servidor público não pode utilizar informações privilegiadas para obter vantagens pessoais. II – Conflitos de interesse ocorrem quando um agente público tem interesses particulares que podem comprometer sua imparcialidade na função. III – O acúmulo de cargos públicos é permitido em qualquer circunstância, independentemente da compatibilidade de horários e funções. IV – A violação de normas éticas pode resultar em penalidades administrativas, como advertência e exoneração. Estão corretas as afirmativas:

Questão 15 de 35 Q15 da prova

O princípio da legalidade no serviço público estabelece que os agentes administrativos devem atuar conforme a legislação vigente. Sobre esse princípio, assinale a alternativa correta:

Questão 16 de 35 Q16 da prova

Leia o trecho abaixo e responda. “Fazer login como um usuário diferente ou navegar como visitante.” Qual atalho deve ser utilizado pelos usuários do Google Chrome para que ele realize essa ação?

Questão 17 de 35 Q17 da prova

Leia o trecho. “O __________________ diz respeito à cópia total de todos os arquivos que serão destinados para um HD externo, um servidor de rede ou um armazenamento em nuvem. Essa é uma excelente alternativa, pois em casos de vazamento ou falhas de hardware, a recuperação é rápida e completa. Apesar de ser uma solução simples, ele não consegue excluir nenhum documento ou dado duplicado após selecionado para realizar o serviço. Além disso, é necessário um espaço maior de armazenamento, visto que ele realiza a cópia do dispositivo em sua totalidade.” Assinale a alternativa que preencha a lacuna corretamente.

Questão 18 de 35 Q18 da prova

Como é chamada a rede de computadores utilizada por empresas ou outras instituições, que através da internet, permite trocar informações com o público externo de maneira controlada e segura?

Questão 19 de 35 Q19 da prova

É correto afirmar que no sistema operacional Linux, para copiar arquivos do diretório atual para uma pasta diferente, utiliza-se o comando:

Questão 20 de 35 Q20 da prova

Para aplicar contorno às células selecionadas, qual atalho deve ser utilizado pelo usuário do MS-Excel 2016?

Questão 21 de 35 Q21 da prova

A Resolução nº 05/2009 do CNE/CEB estabelece que a Educação Infantil deve garantir a indissociabilidade entre o cuidar e o educar, garantindo o desenvolvimento integral da criança. Diante dessa diretriz, é necessário: I. concentrar no desenvolvimento cognitivo das crianças durante as atividades pedagógicas, deixando o desenvolvimento socioemocional para serem trabalhados nos momentos de cuidado. II. utilizar os momentos de cuidado como oportunidades para observação e avaliação informal do desenvolvimento das crianças, integrando essas observações ao planejamento pedagógico. III. estabelecer parcerias com profissionais de saúde para que os momentos de cuidado sejam prolongados por especialistas, permitindo que os professores se concentrem nas atividades educativas. IV. integrar atividades físicas leves durante os momentos de cuidado, como alongamentos antes do lanche, para promover a saúde física e preparar as crianças para as atividades pedagógicas subsequentes. Está CORRETO o que se afirma em:

Questão 22 de 35 Q22 da prova

O artigo 26 da Lei nº 9.394/1996 estabelece que os currículos do ensino fundamental devem abranger, obrigatoriamente, o estudo da arte. Para o professor dos anos iniciais incorporar essa exigência legal em sua prática pedagógica, é preciso:

Questão 23 de 35 Q23 da prova

Em conformidade com o artigo 12 da Lei nº 9.394/1996, os estabelecimentos de ensino têm a incumbência de elaborar e executar sua proposta pedagógica. Considerando esta atribuição, é dever do professor dos anos iniciais:

Questão 24 de 35 Q24 da prova

O planejamento pedagógico da Educação Infantil deve ser fundamentado em uma abordagem que respeite o desenvolvimento integral da criança, conforme preconizado na legislação educacional. Nesse contexto, é CORRETO afirmar que, o planejamento deve:

Questão 25 de 35 Q25 da prova

Na Educação Infantil, a avaliação da aprendizagem, contempla:

Questão 26 de 35 Q26 da prova

Leia a situação hipotética abaixo. A professora Clara trabalha com alunos do primeiro ano do Ensino Fundamental e percebe que um de seus alunos, Lucas, de seis anos, apresenta dificuldades em atividades na coordenação motora global e fina. Durante as aulas de Educação Física, Lucas evita correr, pular e equilibrar-se, demonstrando dificuldades em manusear objetos pequenos, como lápis e tesoura. Além disso, ele resiste aos desafios motores, preferindo ficar sentado ou realizar atividades com pouco esforço físico. Com base nas teorias do desenvolvimento motor infantil, a intervenção pedagógica CORRETA da professora é:

Questão 27 de 35 Q27 da prova

Leia a situação hipotética abaixo. Felipe, aluno do 2º ano do Ensino Fundamental, apresenta dificuldades em compreender conceitos matemáticos simples, como agrupamento de detalhes e sequência numérica. Ele tem dificuldade em seguir instruções com múltiplas etapas, frequentemente demonstra ansiedade e insegurança ao lidar com desafios abstratos necessitando de suporte constante para resolver problemas matemáticos simples. Com base nas teorias do desenvolvimento cognitivo a estratégia pedagógica adequada para promover a aprendizagem de Felipe é:

Questão 28 de 35 Q28 da prova

Associe os eixos estruturantes do Ensino Fundamental na BNCC da 1ª coluna com as concepções pedagógicas da 2ª coluna. 1ª coluna: 1. Aprendizagem significativa. 2. Pensamento crítico e argumentação. 3. Resolução de problemas. 4. Autonomia e protagonismo. 2ª coluna. ( ) Incentivo ao desenvolvimento de hipóteses e formulação de explicação própria, estimulando a análise reflexiva sobre diferentes temas e desafios sociais. ( ) Construção ativa do conhecimento por meio da relação com experiências prévias, garantindo que o aprendizado tenha sentido e aplicação prática para o estudante. ( ) Enfrentamento de desafios complexos que exijam planejamento, tomada de decisões e mobilização de diferentes estratégias para a superação de obstáculos. ( ) Participação ativa do aluno na organização do processo de aprendizagem, possibilitando escolhas e aprofundamento de interesses individuais no contexto escolar. A sequência CORRETA de cima para baixo é:

Questão 29 de 35 Q29 da prova

A Base Nacional Comum Curricular (BNCC) orienta que a organização curricular da Educação Infantil deve:

Questão 30 de 35 Q30 da prova

De acordo com a BNCC, a transição da Educação Infantil para o Ensino Fundamental é um momento que deve ser planejado com base em princípios pedagógicos. Nesse contexto, a estratégia adequada para essa transição é:

Questão 31 de 35 Q31 da prova

O Projeto Político-Pedagógico é um documento essencial que expressa a identidade da instituição de ensino e define as diretrizes que orientam a prática educativa. No contexto da Educação Infantil, o PPP deve considerar a(o):

Questão 32 de 35 Q32 da prova

O professor da Educação Infantil desempenha um papel essencial na implementação de práticas inclusivas que favorecem a participação efetiva dos alunos com deficiência. Nesse contexto, para promover o desenvolvimento integral da criança, o docente deve:

Questão 33 de 35 Q33 da prova

As teorias da aprendizagem oferecem bases para a construção de práticas pedagógicas mais significativas na Educação Infantil. Considerando os princípios do construtivismo de Piaget, o professor deve: I. evitar a intervenção no processo de aprendizagem, permitindo que a criança descubra sozinha todas as relações e conceitos, sem interferência externa que possa comprometer seu desenvolvimento natural. II. estruturar as atividades de modo que o erro seja minimizado, garantindo que a criança obtenha apenas respostas corretas, evitando frustrações que possam comprometer sua autoimagem e motivação. III. promover desafios cognitivos que provoquem desequilíbrios no pensamento infantil, criando situações em que a criança precise reorganizar seus esquemas mentais. IV. incentivar a experimentação e a formulação de hipóteses proporcionando experiências sensoriais e concretas que incentivem a criança a explorar e transformar seu ambiente. Está CORRETO o que se afirma em:

Questão 34 de 35 Q34 da prova

Na Educação Infantil, o professor deve considerar diferentes concepções de aprendizagem para planejar práticas pedagógicas que promovam o desenvolvimento integral da criança. Na perspectiva da teoria sociointeracionista de Vygotsky, o docente que busca potencializar a aprendizagem deve:

Questão 35 de 35 Q35 da prova

Leia a situação hipotética abaixo. A professora Ana está coordenando a elaboração do currículo de uma instituição de Educação Infantil, para alinhá-lo aos princípios da Base Nacional Comum Curricular (BNCC). Nesse contexto, ao estruturar o currículo da instituição, a professora Ana deve: I. garantir que a aprendizagem ocorra por meio da interação, da exploração e da participação ativa das crianças, sem a fragmentação em disciplinas escolares tradicionais, a partir de campos de experiências. II. seguir um modelo estruturado e progressivo garantindo que as crianças adquiram conhecimentos de forma sistemática por meio da memorização e repetição. III. valorizar a diversidade cultural e o contexto sociocultural das crianças, promovendo um currículo que respeite suas experiências individuais e coletivas, articulando diferentes linguagens e formas de expressão. IV. concentrar especificamente no desenvolvimento cognitivo das crianças, antecipando os conteúdos promovendo um currículo que respeite suas experiências individuais. V. assegurar a intencionalidade pedagógica garantindo que as brincadeiras e interações favoreçam o desenvolvimento integral da criança em seus aspectos cognitivos, emocionais, sociais e motores. Está CORRETO o que se afirma em:

Acertos
Erros
35
Total