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Prova Professor do Ensino Básico, Técnico e Tecnológico - Área Biologia - IFF
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Questão 1 de 19 Q1 da prova
Texto CG1A1AAA Por mais limitado que seja o âmbito de vida de qualquer povo, lá iremos encontrar, em gérmen ― por vezes, obscuras e indiscriminadas ―, quatro grandes instituições fundamentais que constroem e condicionam a vida em comum: a família, o Estado, a igreja e a escola. Desde que haja vida em comum, essas instituições, sob alguma forma, hão de aparecer, e aparecem para manter, nutrir, ordenar e iluminar a vida em comum. Existir em sociedade envolve, com efeito, imensas complexidades. Cada indivíduo nada mais sendo do que uma urdidura de laços sociais, toda sua vida transcorre em plano superior ao de sua própria vida física, e seus meios de expressão não podem ser outros que os das instituições de sua sociedade. Dentre essas, avultam as que mais largamente compõem o quadro da existência coletiva. A família, que vela pelo seu desenvolvimento inicial e o conduz a se tornar, por sua vez, um perpetuador de sua espécie; o Estado, que o defende e regula a vida em grupo; a igreja, que lhe dá o sentido profundo do seu devotamento social; e a escola, que o humaniza e o socializa. Todas essas funções se confundem e se misturam, em cada uma dessas instituições, de tal forma que a história de qualquer delas é, de algum modo, a história da humanidade. Anísio Teixeira Notas para a história da educação In: Revista brasileira de estudos pedagógicos Rio de Janeiro, v 37, n º 85, jan Smar /1962, p 181 (com adaptações)

Os sentidos do texto CG1A1AAA seriam alterados caso se substituísse

Questão 2 de 19 Q2 da prova
Texto CG1A1AAA Por mais limitado que seja o âmbito de vida de qualquer povo, lá iremos encontrar, em gérmen ― por vezes, obscuras e indiscriminadas ―, quatro grandes instituições fundamentais que constroem e condicionam a vida em comum: a família, o Estado, a igreja e a escola. Desde que haja vida em comum, essas instituições, sob alguma forma, hão de aparecer, e aparecem para manter, nutrir, ordenar e iluminar a vida em comum. Existir em sociedade envolve, com efeito, imensas complexidades. Cada indivíduo nada mais sendo do que uma urdidura de laços sociais, toda sua vida transcorre em plano superior ao de sua própria vida física, e seus meios de expressão não podem ser outros que os das instituições de sua sociedade. Dentre essas, avultam as que mais largamente compõem o quadro da existência coletiva. A família, que vela pelo seu desenvolvimento inicial e o conduz a se tornar, por sua vez, um perpetuador de sua espécie; o Estado, que o defende e regula a vida em grupo; a igreja, que lhe dá o sentido profundo do seu devotamento social; e a escola, que o humaniza e o socializa. Todas essas funções se confundem e se misturam, em cada uma dessas instituições, de tal forma que a história de qualquer delas é, de algum modo, a história da humanidade. Anísio Teixeira Notas para a história da educação In: Revista brasileira de estudos pedagógicos Rio de Janeiro, v 37, n º 85, jan Smar /1962, p 181 (com adaptações)

O termo “urdidura” ( R.10) é empregado no texto CG1A1AAA com o sentido de

Questão 3 de 19 Q3 da prova
Texto CG1A1AAA Por mais limitado que seja o âmbito de vida de qualquer povo, lá iremos encontrar, em gérmen ― por vezes, obscuras e indiscriminadas ―, quatro grandes instituições fundamentais que constroem e condicionam a vida em comum: a família, o Estado, a igreja e a escola. Desde que haja vida em comum, essas instituições, sob alguma forma, hão de aparecer, e aparecem para manter, nutrir, ordenar e iluminar a vida em comum. Existir em sociedade envolve, com efeito, imensas complexidades. Cada indivíduo nada mais sendo do que uma urdidura de laços sociais, toda sua vida transcorre em plano superior ao de sua própria vida física, e seus meios de expressão não podem ser outros que os das instituições de sua sociedade. Dentre essas, avultam as que mais largamente compõem o quadro da existência coletiva. A família, que vela pelo seu desenvolvimento inicial e o conduz a se tornar, por sua vez, um perpetuador de sua espécie; o Estado, que o defende e regula a vida em grupo; a igreja, que lhe dá o sentido profundo do seu devotamento social; e a escola, que o humaniza e o socializa. Todas essas funções se confundem e se misturam, em cada uma dessas instituições, de tal forma que a história de qualquer delas é, de algum modo, a história da humanidade. Anísio Teixeira Notas para a história da educação In: Revista brasileira de estudos pedagógicos Rio de Janeiro, v 37, n º 85, jan Smar /1962, p 181 (com adaptações)

Assinale a opção correta quanto aos aspectos coesivos do segundo parágrafo do texto CG1A1AAA.

Questão 4 de 19 Q4 da prova
Texto CG1A1AAA Por mais limitado que seja o âmbito de vida de qualquer povo, lá iremos encontrar, em gérmen ― por vezes, obscuras e indiscriminadas ―, quatro grandes instituições fundamentais que constroem e condicionam a vida em comum: a família, o Estado, a igreja e a escola. Desde que haja vida em comum, essas instituições, sob alguma forma, hão de aparecer, e aparecem para manter, nutrir, ordenar e iluminar a vida em comum. Existir em sociedade envolve, com efeito, imensas complexidades. Cada indivíduo nada mais sendo do que uma urdidura de laços sociais, toda sua vida transcorre em plano superior ao de sua própria vida física, e seus meios de expressão não podem ser outros que os das instituições de sua sociedade. Dentre essas, avultam as que mais largamente compõem o quadro da existência coletiva. A família, que vela pelo seu desenvolvimento inicial e o conduz a se tornar, por sua vez, um perpetuador de sua espécie; o Estado, que o defende e regula a vida em grupo; a igreja, que lhe dá o sentido profundo do seu devotamento social; e a escola, que o humaniza e o socializa. Todas essas funções se confundem e se misturam, em cada uma dessas instituições, de tal forma que a história de qualquer delas é, de algum modo, a história da humanidade. Anísio Teixeira Notas para a história da educação In: Revista brasileira de estudos pedagógicos Rio de Janeiro, v 37, n º 85, jan Smar /1962, p 181 (com adaptações)

Em cada uma das opções a seguir é apresentada uma proposta de reescrita do seguinte trecho do texto CG1A1AAA: “Cada indivíduo nada mais sendo do que uma urdidura de laços sociais, toda sua vida transcorre em plano superior ao de sua própria vida física, e seus meios de expressão não podem ser outros que os das instituições de sua sociedade.” (R. 9 a 13). Assinale a opção que apresenta uma proposta de reescrita que mantém a correção gramatical e a coerência do texto.

Questão 5 de 19 Q5 da prova
Texto CG1A1AAA Por mais limitado que seja o âmbito de vida de qualquer povo, lá iremos encontrar, em gérmen ― por vezes, obscuras e indiscriminadas ―, quatro grandes instituições fundamentais que constroem e condicionam a vida em comum: a família, o Estado, a igreja e a escola. Desde que haja vida em comum, essas instituições, sob alguma forma, hão de aparecer, e aparecem para manter, nutrir, ordenar e iluminar a vida em comum. Existir em sociedade envolve, com efeito, imensas complexidades. Cada indivíduo nada mais sendo do que uma urdidura de laços sociais, toda sua vida transcorre em plano superior ao de sua própria vida física, e seus meios de expressão não podem ser outros que os das instituições de sua sociedade. Dentre essas, avultam as que mais largamente compõem o quadro da existência coletiva. A família, que vela pelo seu desenvolvimento inicial e o conduz a se tornar, por sua vez, um perpetuador de sua espécie; o Estado, que o defende e regula a vida em grupo; a igreja, que lhe dá o sentido profundo do seu devotamento social; e a escola, que o humaniza e o socializa. Todas essas funções se confundem e se misturam, em cada uma dessas instituições, de tal forma que a história de qualquer delas é, de algum modo, a história da humanidade. Anísio Teixeira Notas para a história da educação In: Revista brasileira de estudos pedagógicos Rio de Janeiro, v 37, n º 85, jan Smar /1962, p 181 (com adaptações)

No primeiro período do segundo parágrafo do texto, a expressão “Desde que” ( R.6) introduz oração que exprime circunstância de

Questão 6 de 19 Q6 da prova
Texto CG1A1BBB Educar para a transcendência é tentar estabelecer um equilíbrio entre a educação para a sobrevivência e a educação para a transcendência. Explico melhor: a educação tem sido até hoje, na melhor das hipóteses, uma transferência cultural que oferece aos jovens a possibilidade de sobreviver dentro da sua cultura, entendida como modo de vida. Isso ocorre no contexto das formas mais tribais da educação, até nas mais sofisticadas, mas não menos egoístas. Com a evolução da espécie humana ― que existe diferenciada dos animais há 4 ou 5 milhões de anos ―, foi se acentuando a nossa diferença fundamental em relação aos animais: consciência do espaço temporal em que vivemos — isto é, consciência do começo e do fim da vida — e curiosidade intensa sobre o que éramos antes e o que iremos ser depois. A penetrarmos, conscientemente, nesse campo desconhecido por meio do raciocínio, da filosofia e, por que não, da ciência, estaremos no caminho da transcendência. É preciso que a educação nos prepare para esse caminho com o qual poderemos entender melhor de onde viemos e para onde vamos. Isso nos tornará mais humildes, mais humanos e mais éticos. Estes dois aspectos, ética e transcendência, andam juntos e só se logram com uma maior abertura e um conteúdo humanístico e filosófico cada vez maior no processo educativo. José Aristodemo Pinotti Discurso [sobre o processo de discussão da reforma universitária] Internet: (com adaptações)

Seria mantido o paralelismo sintático e semântico do texto CG1A1BBB se

Questão 7 de 19 Q7 da prova
Texto CG1A1BBB Educar para a transcendência é tentar estabelecer um equilíbrio entre a educação para a sobrevivência e a educação para a transcendência. Explico melhor: a educação tem sido até hoje, na melhor das hipóteses, uma transferência cultural que oferece aos jovens a possibilidade de sobreviver dentro da sua cultura, entendida como modo de vida. Isso ocorre no contexto das formas mais tribais da educação, até nas mais sofisticadas, mas não menos egoístas. Com a evolução da espécie humana ― que existe diferenciada dos animais há 4 ou 5 milhões de anos ―, foi se acentuando a nossa diferença fundamental em relação aos animais: consciência do espaço temporal em que vivemos — isto é, consciência do começo e do fim da vida — e curiosidade intensa sobre o que éramos antes e o que iremos ser depois. A penetrarmos, conscientemente, nesse campo desconhecido por meio do raciocínio, da filosofia e, por que não, da ciência, estaremos no caminho da transcendência. É preciso que a educação nos prepare para esse caminho com o qual poderemos entender melhor de onde viemos e para onde vamos. Isso nos tornará mais humildes, mais humanos e mais éticos. Estes dois aspectos, ética e transcendência, andam juntos e só se logram com uma maior abertura e um conteúdo humanístico e filosófico cada vez maior no processo educativo. José Aristodemo Pinotti Discurso [sobre o processo de discussão da reforma universitária] Internet: (com adaptações)

No texto CG1A1BBB, a expressão “Explico melhor” ( R.3) está empregada como elemento de

Questão 8 de 19 Q8 da prova
Texto CG1A1BBB Educar para a transcendência é tentar estabelecer um equilíbrio entre a educação para a sobrevivência e a educação para a transcendência. Explico melhor: a educação tem sido até hoje, na melhor das hipóteses, uma transferência cultural que oferece aos jovens a possibilidade de sobreviver dentro da sua cultura, entendida como modo de vida. Isso ocorre no contexto das formas mais tribais da educação, até nas mais sofisticadas, mas não menos egoístas. Com a evolução da espécie humana ― que existe diferenciada dos animais há 4 ou 5 milhões de anos ―, foi se acentuando a nossa diferença fundamental em relação aos animais: consciência do espaço temporal em que vivemos — isto é, consciência do começo e do fim da vida — e curiosidade intensa sobre o que éramos antes e o que iremos ser depois. A penetrarmos, conscientemente, nesse campo desconhecido por meio do raciocínio, da filosofia e, por que não, da ciência, estaremos no caminho da transcendência. É preciso que a educação nos prepare para esse caminho com o qual poderemos entender melhor de onde viemos e para onde vamos. Isso nos tornará mais humildes, mais humanos e mais éticos. Estes dois aspectos, ética e transcendência, andam juntos e só se logram com uma maior abertura e um conteúdo humanístico e filosófico cada vez maior no processo educativo. José Aristodemo Pinotti Discurso [sobre o processo de discussão da reforma universitária] Internet: (com adaptações)

O texto CG1A1BBB é essencialmente

Questão 9 de 19 Q9 da prova
Texto CG1A1CCC — Bom café, Dona Zefinha! — Nada, dotô. O senhor qué um biscoito? O doutor não comia nada depois do jantar. Era hábito vindo dos pais. — Máis não fáiz mal, dotô. É muito leve, de goma. Bernardo Élis Ermos e gerais: contos goianos In: Coleção contistas e cronistas do Brasil Rio de Janeiro: Martins Fontes, 2005, p 155 (com adaptações)

Do trecho “O doutor não comia nada depois do jantar. Era hábito vindo dos pais” ( R. 3 e 4), do texto CG1A1CCC, infere-se

Questão 10 de 19 Q10 da prova
Texto CG1A1CCC — Bom café, Dona Zefinha! — Nada, dotô. O senhor qué um biscoito? O doutor não comia nada depois do jantar. Era hábito vindo dos pais. — Máis não fáiz mal, dotô. É muito leve, de goma. Bernardo Élis Ermos e gerais: contos goianos In: Coleção contistas e cronistas do Brasil Rio de Janeiro: Martins Fontes, 2005, p 155 (com adaptações)

Ao empregar “dotô” (R.2), “qué” (R.2), “Máis” ( R.5) e “fáiz” (R.5), na fala da personagem Dona Zefinha, mas adotar a grafia oficial para reproduzir a fala do “doutor”, o autor do texto CG1A1CCC marca, por meio da fala dos personagens, que há entre eles uma diferença de

Questão 11 de 19 Q11 da prova

O Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (SINAES) foi instituído em 2004, com o intuito de assegurar o processo de avaliação da educação superior no Brasil. Os institutos federais avaliados pelo SINAES são equiparados

Questão 12 de 19 Q12 da prova

Conforme as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Profissional Técnica de Nível Médio, o que possibilita aos estudantes itinerários formativos flexíveis, de acordo com seus interesses, é

Questão 13 de 19 Q14 da prova

Em função das novas tecnologias, o mundo do trabalho tem exigido profissionais cada vez mais polivalentes e capazes de interagir em situações de constantes mutações. A fim de contribuir com isso, a educação profissional tem

Questão 14 de 19 Q15 da prova

O currículo dos cursos de educação profissional e tecnológica deve considerar saberes e experiências incorporados pelo trabalhador. Para isso, o projeto pedagógico dos cursos de educação profissional deve

Questão 15 de 19 Q16 da prova

Acerca da educação profissional de pessoas com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades (ou superdotação), assinale a opção correta.

Questão 16 de 19 Q17 da prova

O projeto político pedagógico das escolas de formação integrada profissional técnica de nível médio deve conceber a formação profissional como

Questão 17 de 19 Q18 da prova

O behaviorismo busca a construção de uma psicologia científica em que se garanta a objetividade das ciências da natureza. Quando aplicado à educação, o behaviorismo

Questão 18 de 19 Q19 da prova

Uma das concepções epistemológicas que se preocupa com a integração da experiência vivida com novos conhecimentos, a aprendizagem significativa prioriza

Questão 19 de 19 Q20 da prova

A Portaria MEC n.º 21/2017 conceitua cursos superiores como

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