O poema apresenta a criança sob um olhar extrovertido, dinâmico e a trata como:
De acordo com o texto, as escolas assumem um local de produção de cultura, não só de cultura da infância, mas de cultura produzida pela infância. As cem linguagens não são apenas uma metáfora para dar crédito às crianças e aos adultos pelos mil potenciais criativos e comunicativos, elas representam:
“A criança tem cem linguagens (e depois cem cem cem) mas roubaram-lhe noventa e nove”
Nesse verso, o elemento coesivo “mas” pode ser substituído, sem prejuízo ao sentido da informação EXCETO por:
As palavras em destaque nos versos, são, respectivamente: “Dizem-lhe enfim: que as cem não existem. A criança diz: ao contrário, as cem existem”
O poema de Loris Malaguzzi faz em sua integralidade um jogo dinâmico e criativo com duas palavras: cem e sem. Elas pertencem especificamente às classes gramaticais:


























