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Questão 1 de 10Q1 da prova
Leia o texto abaixo e responda as questões 1 a 10.
Ronnie Lessa diz que matou Marielle por promessa de chefiar nova milícia no Rio Por Fantástico O ex-policial militar Ronnie Lessa é um dos assassinos da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes. Ronnie confessou o crime pela primeira vez e apontou os mandantes. Além disso, ele contou como foi o planejamento e qual seria o pagamento pela execução de Marielle. O matador Ronnie falou durante duas horas sobre o plano para assassinar a vereadora e como acreditou que a proposta criminosa seria o negócio da vida dele. Ronnie Lessa apontou quem seriam os mandantes do crime: Domingos Brazão, ex-conselheiro do Tribunal de Contas do Rio de Janeiro, e seu irmão, o deputado federal Chiquinho Brazão. Segundo Lessa, como pagamento, os irmãos Brazão ofereceram a ele e um de seus comparsas, o Macalé (apeli do do ex-PM Edimilson de Oliveira), um loteamento clandestino na Zona Oeste do Rio, avaliado em milhões de reais: “Era muito dinheiro envolvido. Na época, daria mais de 20 milhões de dólares. A gente não está falando de pouco dinheiro [...]. Ninguém recebe uma proposta de receber dez milhões de dólares simplesmente para matar uma pessoa”. Ronnie Lessa apontou aos investigadores, com uso de satélite, as supostas áreas onde seriam criados os loteamentos. No relatório das investigações, a Polícia Federal afirma que não foi possível encontrar evidências concretas de planejamento para ocupar a área. Lessa não disse quando começaria a ocupação, mas informou que os irmãos Brazão prometeram que ele seria um dos donos do empreendimento criminoso. “Então, na verdade, eu não fui contratado para matar Marielle, como um assassino de aluguel. Eu fui chamado para uma sociedade”. Segundo a delação, eles se reuniram três vezes. Na conversa, Marielle era citada pelos Brazão como um entrave para o esquema. A PF destacou que não conseguiu comprovar os encontros entre os três. O cruzamento de dados dos celulares dos envolvidos no período em que teriam acontecido os encontros foi impedido pela falta de registros, anteriores a 2018, das operadoras. A defesa de Domingos Brazão afirmou à imprensa, ainda, que não existem elementos que sustentem a versão de Lessa e que não há provas da narrativa apresentada. Ronnie Lessa foi preso em março de 2019, um ano depois das mortes de Marielle e Anderson. A arma usada no crime nunca foi encontrada. Já o ex-PM Edimilson de Oliveira, o Macalé, foi assassinado em novembro de 2021.
Com base no texto, qual das afirmações a seguir é correta sobre as investigações e as declarações de Ronnie Lessa?
Questão 2 de 10Q2 da prova
Leia o texto abaixo e responda as questões 1 a 10.
Ronnie Lessa diz que matou Marielle por promessa de chefiar nova milícia no Rio Por Fantástico O ex-policial militar Ronnie Lessa é um dos assassinos da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes. Ronnie confessou o crime pela primeira vez e apontou os mandantes. Além disso, ele contou como foi o planejamento e qual seria o pagamento pela execução de Marielle. O matador Ronnie falou durante duas horas sobre o plano para assassinar a vereadora e como acreditou que a proposta criminosa seria o negócio da vida dele. Ronnie Lessa apontou quem seriam os mandantes do crime: Domingos Brazão, ex-conselheiro do Tribunal de Contas do Rio de Janeiro, e seu irmão, o deputado federal Chiquinho Brazão. Segundo Lessa, como pagamento, os irmãos Brazão ofereceram a ele e um de seus comparsas, o Macalé (apeli do do ex-PM Edimilson de Oliveira), um loteamento clandestino na Zona Oeste do Rio, avaliado em milhões de reais: “Era muito dinheiro envolvido. Na época, daria mais de 20 milhões de dólares. A gente não está falando de pouco dinheiro [...]. Ninguém recebe uma proposta de receber dez milhões de dólares simplesmente para matar uma pessoa”. Ronnie Lessa apontou aos investigadores, com uso de satélite, as supostas áreas onde seriam criados os loteamentos. No relatório das investigações, a Polícia Federal afirma que não foi possível encontrar evidências concretas de planejamento para ocupar a área. Lessa não disse quando começaria a ocupação, mas informou que os irmãos Brazão prometeram que ele seria um dos donos do empreendimento criminoso. “Então, na verdade, eu não fui contratado para matar Marielle, como um assassino de aluguel. Eu fui chamado para uma sociedade”. Segundo a delação, eles se reuniram três vezes. Na conversa, Marielle era citada pelos Brazão como um entrave para o esquema. A PF destacou que não conseguiu comprovar os encontros entre os três. O cruzamento de dados dos celulares dos envolvidos no período em que teriam acontecido os encontros foi impedido pela falta de registros, anteriores a 2018, das operadoras. A defesa de Domingos Brazão afirmou à imprensa, ainda, que não existem elementos que sustentem a versão de Lessa e que não há provas da narrativa apresentada. Ronnie Lessa foi preso em março de 2019, um ano depois das mortes de Marielle e Anderson. A arma usada no crime nunca foi encontrada. Já o ex-PM Edimilson de Oliveira, o Macalé, foi assassinado em novembro de 2021.
Em relação à regência verbal e ao acento indicativo de crase, assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas tracejadas das linhas 08, 24 e 25 do texto.
Questão 3 de 10Q3 da prova
Leia o texto abaixo e responda as questões 1 a 10.
Ronnie Lessa diz que matou Marielle por promessa de chefiar nova milícia no Rio Por Fantástico O ex-policial militar Ronnie Lessa é um dos assassinos da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes. Ronnie confessou o crime pela primeira vez e apontou os mandantes. Além disso, ele contou como foi o planejamento e qual seria o pagamento pela execução de Marielle. O matador Ronnie falou durante duas horas sobre o plano para assassinar a vereadora e como acreditou que a proposta criminosa seria o negócio da vida dele. Ronnie Lessa apontou quem seriam os mandantes do crime: Domingos Brazão, ex-conselheiro do Tribunal de Contas do Rio de Janeiro, e seu irmão, o deputado federal Chiquinho Brazão. Segundo Lessa, como pagamento, os irmãos Brazão ofereceram a ele e um de seus comparsas, o Macalé (apeli do do ex-PM Edimilson de Oliveira), um loteamento clandestino na Zona Oeste do Rio, avaliado em milhões de reais: “Era muito dinheiro envolvido. Na época, daria mais de 20 milhões de dólares. A gente não está falando de pouco dinheiro [...]. Ninguém recebe uma proposta de receber dez milhões de dólares simplesmente para matar uma pessoa”. Ronnie Lessa apontou aos investigadores, com uso de satélite, as supostas áreas onde seriam criados os loteamentos. No relatório das investigações, a Polícia Federal afirma que não foi possível encontrar evidências concretas de planejamento para ocupar a área. Lessa não disse quando começaria a ocupação, mas informou que os irmãos Brazão prometeram que ele seria um dos donos do empreendimento criminoso. “Então, na verdade, eu não fui contratado para matar Marielle, como um assassino de aluguel. Eu fui chamado para uma sociedade”. Segundo a delação, eles se reuniram três vezes. Na conversa, Marielle era citada pelos Brazão como um entrave para o esquema. A PF destacou que não conseguiu comprovar os encontros entre os três. O cruzamento de dados dos celulares dos envolvidos no período em que teriam acontecido os encontros foi impedido pela falta de registros, anteriores a 2018, das operadoras. A defesa de Domingos Brazão afirmou à imprensa, ainda, que não existem elementos que sustentem a versão de Lessa e que não há provas da narrativa apresentada. Ronnie Lessa foi preso em março de 2019, um ano depois das mortes de Marielle e Anderson. A arma usada no crime nunca foi encontrada. Já o ex-PM Edimilson de Oliveira, o Macalé, foi assassinado em novembro de 2021.
Analise as assertivas abaixo sobre o texto:
Questão 4 de 10Q4 da prova
Leia o texto abaixo e responda as questões 1 a 10.
Ronnie Lessa diz que matou Marielle por promessa de chefiar nova milícia no Rio Por Fantástico O ex-policial militar Ronnie Lessa é um dos assassinos da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes. Ronnie confessou o crime pela primeira vez e apontou os mandantes. Além disso, ele contou como foi o planejamento e qual seria o pagamento pela execução de Marielle. O matador Ronnie falou durante duas horas sobre o plano para assassinar a vereadora e como acreditou que a proposta criminosa seria o negócio da vida dele. Ronnie Lessa apontou quem seriam os mandantes do crime: Domingos Brazão, ex-conselheiro do Tribunal de Contas do Rio de Janeiro, e seu irmão, o deputado federal Chiquinho Brazão. Segundo Lessa, como pagamento, os irmãos Brazão ofereceram a ele e um de seus comparsas, o Macalé (apeli do do ex-PM Edimilson de Oliveira), um loteamento clandestino na Zona Oeste do Rio, avaliado em milhões de reais: “Era muito dinheiro envolvido. Na época, daria mais de 20 milhões de dólares. A gente não está falando de pouco dinheiro [...]. Ninguém recebe uma proposta de receber dez milhões de dólares simplesmente para matar uma pessoa”. Ronnie Lessa apontou aos investigadores, com uso de satélite, as supostas áreas onde seriam criados os loteamentos. No relatório das investigações, a Polícia Federal afirma que não foi possível encontrar evidências concretas de planejamento para ocupar a área. Lessa não disse quando começaria a ocupação, mas informou que os irmãos Brazão prometeram que ele seria um dos donos do empreendimento criminoso. “Então, na verdade, eu não fui contratado para matar Marielle, como um assassino de aluguel. Eu fui chamado para uma sociedade”. Segundo a delação, eles se reuniram três vezes. Na conversa, Marielle era citada pelos Brazão como um entrave para o esquema. A PF destacou que não conseguiu comprovar os encontros entre os três. O cruzamento de dados dos celulares dos envolvidos no período em que teriam acontecido os encontros foi impedido pela falta de registros, anteriores a 2018, das operadoras. A defesa de Domingos Brazão afirmou à imprensa, ainda, que não existem elementos que sustentem a versão de Lessa e que não há provas da narrativa apresentada. Ronnie Lessa foi preso em março de 2019, um ano depois das mortes de Marielle e Anderson. A arma usada no crime nunca foi encontrada. Já o ex-PM Edimilson de Oliveira, o Macalé, foi assassinado em novembro de 2021.
Analise os trechos retirados do texto e assinale a alternativa que contém um exemplo de voz passiva.
Questão 5 de 10Q5 da prova
Leia o texto abaixo e responda as questões 1 a 10.
Ronnie Lessa diz que matou Marielle por promessa de chefiar nova milícia no Rio Por Fantástico O ex-policial militar Ronnie Lessa é um dos assassinos da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes. Ronnie confessou o crime pela primeira vez e apontou os mandantes. Além disso, ele contou como foi o planejamento e qual seria o pagamento pela execução de Marielle. O matador Ronnie falou durante duas horas sobre o plano para assassinar a vereadora e como acreditou que a proposta criminosa seria o negócio da vida dele. Ronnie Lessa apontou quem seriam os mandantes do crime: Domingos Brazão, ex-conselheiro do Tribunal de Contas do Rio de Janeiro, e seu irmão, o deputado federal Chiquinho Brazão. Segundo Lessa, como pagamento, os irmãos Brazão ofereceram a ele e um de seus comparsas, o Macalé (apeli do do ex-PM Edimilson de Oliveira), um loteamento clandestino na Zona Oeste do Rio, avaliado em milhões de reais: “Era muito dinheiro envolvido. Na época, daria mais de 20 milhões de dólares. A gente não está falando de pouco dinheiro [...]. Ninguém recebe uma proposta de receber dez milhões de dólares simplesmente para matar uma pessoa”. Ronnie Lessa apontou aos investigadores, com uso de satélite, as supostas áreas onde seriam criados os loteamentos. No relatório das investigações, a Polícia Federal afirma que não foi possível encontrar evidências concretas de planejamento para ocupar a área. Lessa não disse quando começaria a ocupação, mas informou que os irmãos Brazão prometeram que ele seria um dos donos do empreendimento criminoso. “Então, na verdade, eu não fui contratado para matar Marielle, como um assassino de aluguel. Eu fui chamado para uma sociedade”. Segundo a delação, eles se reuniram três vezes. Na conversa, Marielle era citada pelos Brazão como um entrave para o esquema. A PF destacou que não conseguiu comprovar os encontros entre os três. O cruzamento de dados dos celulares dos envolvidos no período em que teriam acontecido os encontros foi impedido pela falta de registros, anteriores a 2018, das operadoras. A defesa de Domingos Brazão afirmou à imprensa, ainda, que não existem elementos que sustentem a versão de Lessa e que não há provas da narrativa apresentada. Ronnie Lessa foi preso em março de 2019, um ano depois das mortes de Marielle e Anderson. A arma usada no crime nunca foi encontrada. Já o ex-PM Edimilson de Oliveira, o Macalé, foi assassinado em novembro de 2021.
Um possível sinônimo para “comparsa s” (l. 09) é:
Questão 6 de 10Q6 da prova
Leia o texto abaixo e responda as questões 1 a 10.
Ronnie Lessa diz que matou Marielle por promessa de chefiar nova milícia no Rio Por Fantástico O ex-policial militar Ronnie Lessa é um dos assassinos da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes. Ronnie confessou o crime pela primeira vez e apontou os mandantes. Além disso, ele contou como foi o planejamento e qual seria o pagamento pela execução de Marielle. O matador Ronnie falou durante duas horas sobre o plano para assassinar a vereadora e como acreditou que a proposta criminosa seria o negócio da vida dele. Ronnie Lessa apontou quem seriam os mandantes do crime: Domingos Brazão, ex-conselheiro do Tribunal de Contas do Rio de Janeiro, e seu irmão, o deputado federal Chiquinho Brazão. Segundo Lessa, como pagamento, os irmãos Brazão ofereceram a ele e um de seus comparsas, o Macalé (apeli do do ex-PM Edimilson de Oliveira), um loteamento clandestino na Zona Oeste do Rio, avaliado em milhões de reais: “Era muito dinheiro envolvido. Na época, daria mais de 20 milhões de dólares. A gente não está falando de pouco dinheiro [...]. Ninguém recebe uma proposta de receber dez milhões de dólares simplesmente para matar uma pessoa”. Ronnie Lessa apontou aos investigadores, com uso de satélite, as supostas áreas onde seriam criados os loteamentos. No relatório das investigações, a Polícia Federal afirma que não foi possível encontrar evidências concretas de planejamento para ocupar a área. Lessa não disse quando começaria a ocupação, mas informou que os irmãos Brazão prometeram que ele seria um dos donos do empreendimento criminoso. “Então, na verdade, eu não fui contratado para matar Marielle, como um assassino de aluguel. Eu fui chamado para uma sociedade”. Segundo a delação, eles se reuniram três vezes. Na conversa, Marielle era citada pelos Brazão como um entrave para o esquema. A PF destacou que não conseguiu comprovar os encontros entre os três. O cruzamento de dados dos celulares dos envolvidos no período em que teriam acontecido os encontros foi impedido pela falta de registros, anteriores a 2018, das operadoras. A defesa de Domingos Brazão afirmou à imprensa, ainda, que não existem elementos que sustentem a versão de Lessa e que não há provas da narrativa apresentada. Ronnie Lessa foi preso em março de 2019, um ano depois das mortes de Marielle e Anderson. A arma usada no crime nunca foi encontrada. Já o ex-PM Edimilson de Oliveira, o Macalé, foi assassinado em novembro de 2021.
No trecho “A arma usada no crime nunca foi encontrada”, retirado do texto, se a palavra sublinhada fosse flexionada no plural, quantas outras alterações seriam necessárias para manter a correta concordância?
Questão 7 de 10Q7 da prova
Leia o texto abaixo e responda as questões 1 a 10.
Ronnie Lessa diz que matou Marielle por promessa de chefiar nova milícia no Rio Por Fantástico O ex-policial militar Ronnie Lessa é um dos assassinos da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes. Ronnie confessou o crime pela primeira vez e apontou os mandantes. Além disso, ele contou como foi o planejamento e qual seria o pagamento pela execução de Marielle. O matador Ronnie falou durante duas horas sobre o plano para assassinar a vereadora e como acreditou que a proposta criminosa seria o negócio da vida dele. Ronnie Lessa apontou quem seriam os mandantes do crime: Domingos Brazão, ex-conselheiro do Tribunal de Contas do Rio de Janeiro, e seu irmão, o deputado federal Chiquinho Brazão. Segundo Lessa, como pagamento, os irmãos Brazão ofereceram a ele e um de seus comparsas, o Macalé (apeli do do ex-PM Edimilson de Oliveira), um loteamento clandestino na Zona Oeste do Rio, avaliado em milhões de reais: “Era muito dinheiro envolvido. Na época, daria mais de 20 milhões de dólares. A gente não está falando de pouco dinheiro [...]. Ninguém recebe uma proposta de receber dez milhões de dólares simplesmente para matar uma pessoa”. Ronnie Lessa apontou aos investigadores, com uso de satélite, as supostas áreas onde seriam criados os loteamentos. No relatório das investigações, a Polícia Federal afirma que não foi possível encontrar evidências concretas de planejamento para ocupar a área. Lessa não disse quando começaria a ocupação, mas informou que os irmãos Brazão prometeram que ele seria um dos donos do empreendimento criminoso. “Então, na verdade, eu não fui contratado para matar Marielle, como um assassino de aluguel. Eu fui chamado para uma sociedade”. Segundo a delação, eles se reuniram três vezes. Na conversa, Marielle era citada pelos Brazão como um entrave para o esquema. A PF destacou que não conseguiu comprovar os encontros entre os três. O cruzamento de dados dos celulares dos envolvidos no período em que teriam acontecido os encontros foi impedido pela falta de registros, anteriores a 2018, das operadoras. A defesa de Domingos Brazão afirmou à imprensa, ainda, que não existem elementos que sustentem a versão de Lessa e que não há provas da narrativa apresentada. Ronnie Lessa foi preso em março de 2019, um ano depois das mortes de Marielle e Anderson. A arma usada no crime nunca foi encontrada. Já o ex-PM Edimilson de Oliveira, o Macalé, foi assassinado em novembro de 2021.
Assinale a alternativa que contém um exemplo de oração subordinada concessiva.
Questão 8 de 10Q8 da prova
Leia o texto abaixo e responda as questões 1 a 10.
Ronnie Lessa diz que matou Marielle por promessa de chefiar nova milícia no Rio Por Fantástico O ex-policial militar Ronnie Lessa é um dos assassinos da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes. Ronnie confessou o crime pela primeira vez e apontou os mandantes. Além disso, ele contou como foi o planejamento e qual seria o pagamento pela execução de Marielle. O matador Ronnie falou durante duas horas sobre o plano para assassinar a vereadora e como acreditou que a proposta criminosa seria o negócio da vida dele. Ronnie Lessa apontou quem seriam os mandantes do crime: Domingos Brazão, ex-conselheiro do Tribunal de Contas do Rio de Janeiro, e seu irmão, o deputado federal Chiquinho Brazão. Segundo Lessa, como pagamento, os irmãos Brazão ofereceram a ele e um de seus comparsas, o Macalé (apeli do do ex-PM Edimilson de Oliveira), um loteamento clandestino na Zona Oeste do Rio, avaliado em milhões de reais: “Era muito dinheiro envolvido. Na época, daria mais de 20 milhões de dólares. A gente não está falando de pouco dinheiro [...]. Ninguém recebe uma proposta de receber dez milhões de dólares simplesmente para matar uma pessoa”. Ronnie Lessa apontou aos investigadores, com uso de satélite, as supostas áreas onde seriam criados os loteamentos. No relatório das investigações, a Polícia Federal afirma que não foi possível encontrar evidências concretas de planejamento para ocupar a área. Lessa não disse quando começaria a ocupação, mas informou que os irmãos Brazão prometeram que ele seria um dos donos do empreendimento criminoso. “Então, na verdade, eu não fui contratado para matar Marielle, como um assassino de aluguel. Eu fui chamado para uma sociedade”. Segundo a delação, eles se reuniram três vezes. Na conversa, Marielle era citada pelos Brazão como um entrave para o esquema. A PF destacou que não conseguiu comprovar os encontros entre os três. O cruzamento de dados dos celulares dos envolvidos no período em que teriam acontecido os encontros foi impedido pela falta de registros, anteriores a 2018, das operadoras. A defesa de Domingos Brazão afirmou à imprensa, ainda, que não existem elementos que sustentem a versão de Lessa e que não há provas da narrativa apresentada. Ronnie Lessa foi preso em março de 2019, um ano depois das mortes de Marielle e Anderson. A arma usada no crime nunca foi encontrada. Já o ex-PM Edimilson de Oliveira, o Macalé, foi assassinado em novembro de 2021.
Analise as assertivas abaixo sobre pontuação:
Questão 9 de 10Q9 da prova
Leia o texto abaixo e responda as questões 1 a 10.
Ronnie Lessa diz que matou Marielle por promessa de chefiar nova milícia no Rio Por Fantástico O ex-policial militar Ronnie Lessa é um dos assassinos da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes. Ronnie confessou o crime pela primeira vez e apontou os mandantes. Além disso, ele contou como foi o planejamento e qual seria o pagamento pela execução de Marielle. O matador Ronnie falou durante duas horas sobre o plano para assassinar a vereadora e como acreditou que a proposta criminosa seria o negócio da vida dele. Ronnie Lessa apontou quem seriam os mandantes do crime: Domingos Brazão, ex-conselheiro do Tribunal de Contas do Rio de Janeiro, e seu irmão, o deputado federal Chiquinho Brazão. Segundo Lessa, como pagamento, os irmãos Brazão ofereceram a ele e um de seus comparsas, o Macalé (apeli do do ex-PM Edimilson de Oliveira), um loteamento clandestino na Zona Oeste do Rio, avaliado em milhões de reais: “Era muito dinheiro envolvido. Na época, daria mais de 20 milhões de dólares. A gente não está falando de pouco dinheiro [...]. Ninguém recebe uma proposta de receber dez milhões de dólares simplesmente para matar uma pessoa”. Ronnie Lessa apontou aos investigadores, com uso de satélite, as supostas áreas onde seriam criados os loteamentos. No relatório das investigações, a Polícia Federal afirma que não foi possível encontrar evidências concretas de planejamento para ocupar a área. Lessa não disse quando começaria a ocupação, mas informou que os irmãos Brazão prometeram que ele seria um dos donos do empreendimento criminoso. “Então, na verdade, eu não fui contratado para matar Marielle, como um assassino de aluguel. Eu fui chamado para uma sociedade”. Segundo a delação, eles se reuniram três vezes. Na conversa, Marielle era citada pelos Brazão como um entrave para o esquema. A PF destacou que não conseguiu comprovar os encontros entre os três. O cruzamento de dados dos celulares dos envolvidos no período em que teriam acontecido os encontros foi impedido pela falta de registros, anteriores a 2018, das operadoras. A defesa de Domingos Brazão afirmou à imprensa, ainda, que não existem elementos que sustentem a versão de Lessa e que não há provas da narrativa apresentada. Ronnie Lessa foi preso em março de 2019, um ano depois das mortes de Marielle e Anderson. A arma usada no crime nunca foi encontrada. Já o ex-PM Edimilson de Oliveira, o Macalé, foi assassinado em novembro de 2021.
Qual das palavras apresentadas nas alternativas abaixo é corretamente escrita com a letra “x”?
Questão 10 de 10Q10 da prova
Leia o texto abaixo e responda as questões 1 a 10.
Ronnie Lessa diz que matou Marielle por promessa de chefiar nova milícia no Rio Por Fantástico O ex-policial militar Ronnie Lessa é um dos assassinos da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes. Ronnie confessou o crime pela primeira vez e apontou os mandantes. Além disso, ele contou como foi o planejamento e qual seria o pagamento pela execução de Marielle. O matador Ronnie falou durante duas horas sobre o plano para assassinar a vereadora e como acreditou que a proposta criminosa seria o negócio da vida dele. Ronnie Lessa apontou quem seriam os mandantes do crime: Domingos Brazão, ex-conselheiro do Tribunal de Contas do Rio de Janeiro, e seu irmão, o deputado federal Chiquinho Brazão. Segundo Lessa, como pagamento, os irmãos Brazão ofereceram a ele e um de seus comparsas, o Macalé (apeli do do ex-PM Edimilson de Oliveira), um loteamento clandestino na Zona Oeste do Rio, avaliado em milhões de reais: “Era muito dinheiro envolvido. Na época, daria mais de 20 milhões de dólares. A gente não está falando de pouco dinheiro [...]. Ninguém recebe uma proposta de receber dez milhões de dólares simplesmente para matar uma pessoa”. Ronnie Lessa apontou aos investigadores, com uso de satélite, as supostas áreas onde seriam criados os loteamentos. No relatório das investigações, a Polícia Federal afirma que não foi possível encontrar evidências concretas de planejamento para ocupar a área. Lessa não disse quando começaria a ocupação, mas informou que os irmãos Brazão prometeram que ele seria um dos donos do empreendimento criminoso. “Então, na verdade, eu não fui contratado para matar Marielle, como um assassino de aluguel. Eu fui chamado para uma sociedade”. Segundo a delação, eles se reuniram três vezes. Na conversa, Marielle era citada pelos Brazão como um entrave para o esquema. A PF destacou que não conseguiu comprovar os encontros entre os três. O cruzamento de dados dos celulares dos envolvidos no período em que teriam acontecido os encontros foi impedido pela falta de registros, anteriores a 2018, das operadoras. A defesa de Domingos Brazão afirmou à imprensa, ainda, que não existem elementos que sustentem a versão de Lessa e que não há provas da narrativa apresentada. Ronnie Lessa foi preso em março de 2019, um ano depois das mortes de Marielle e Anderson. A arma usada no crime nunca foi encontrada. Já o ex-PM Edimilson de Oliveira, o Macalé, foi assassinado em novembro de 2021.
Assinale a alternativa que indica a figura de linguagem presente na seguinte frase: “O tempo voa, pois parece que foi ontem que começamos o ano letivo”.