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Prova Professor de História - Pref. Siderópolis/SC
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Questão 1 de 5 Q1 da prova
Leia o texto abaixo para responder às próximas questões: Receita para um dálmata (ou: Soneto branco com bolinhas pretas) Pegue um papel, ou uma parede, ou algo que seja quase branco e bem vazio. Amasse -o até que tome forma de um animal: focinho, corpo, patas. Em cada pata ponha muitas unhas e em sua boca muitos dentes. (Caso queira, pinte o focinho de qualquer cor que pareça rosa). Atrás, na bunda, ponha um fiapo nervoso: será seu rabo. Pronto. Ou quase: deixe -o lá fora e espere chover nanquim. Agora dê grama ao bicho. Se ele rejeitar , é dálmata. Se comer (e mugir), é uma vaca que tens. Tente outra vez. Gregório Duvivier

Entre as funções de linguagem, normalmente em textos poéticos como o exemplo acima, há o predomínio da função poética, porém Gregório Duvivier subverte essa expectativa ao dar caráter de uma receita aos moldes de receita culinária ao seu poema. Por essa razão, no poema em estudo há o predomínio da função:

Questão 2 de 5 Q2 da prova
Leia o texto abaixo para responder às próximas questões: Receita para um dálmata (ou: Soneto branco com bolinhas pretas) Pegue um papel, ou uma parede, ou algo que seja quase branco e bem vazio. Amasse -o até que tome forma de um animal: focinho, corpo, patas. Em cada pata ponha muitas unhas e em sua boca muitos dentes. (Caso queira, pinte o focinho de qualquer cor que pareça rosa). Atrás, na bunda, ponha um fiapo nervoso: será seu rabo. Pronto. Ou quase: deixe -o lá fora e espere chover nanquim. Agora dê grama ao bicho. Se ele rejeitar , é dálmata. Se comer (e mugir), é uma vaca que tens. Tente outra vez. Gregório Duvivier

Em virtude de o poema apresentar uma estrutura de um texto instrucional, ou seja, apresenta o passo a passo de como algo deve ser feito, no caso como fazer um dálmata, existe maior uso de um modo verbal. Assinale a alternativa que apresente o modo verbal predominante no poema:

Questão 3 de 5 Q3 da prova
Leia o texto abaixo para responder às próximas questões: Receita para um dálmata (ou: Soneto branco com bolinhas pretas) Pegue um papel, ou uma parede, ou algo que seja quase branco e bem vazio. Amasse -o até que tome forma de um animal: focinho, corpo, patas. Em cada pata ponha muitas unhas e em sua boca muitos dentes. (Caso queira, pinte o focinho de qualquer cor que pareça rosa). Atrás, na bunda, ponha um fiapo nervoso: será seu rabo. Pronto. Ou quase: deixe -o lá fora e espere chover nanquim. Agora dê grama ao bicho. Se ele rejeitar , é dálmata. Se comer (e mugir), é uma vaca que tens. Tente outra vez. Gregório Duvivier

A partícula “se” dependendo do contexto em que é utilizada pode adquirir diferentes significados e, consequentemente, diferentes classificações gramaticais. Assinale a alternativa que indique corretamente a classificação morfológica da partícula “se” no contexto abaixo: Se ele rejeitar, é dálmata Alternativas:

Questão 4 de 5 Q4 da prova
Leia o texto abaixo para responder às próximas questões: Receita para um dálmata (ou: Soneto branco com bolinhas pretas) Pegue um papel, ou uma parede, ou algo que seja quase branco e bem vazio. Amasse -o até que tome forma de um animal: focinho, corpo, patas. Em cada pata ponha muitas unhas e em sua boca muitos dentes. (Caso queira, pinte o focinho de qualquer cor que pareça rosa). Atrás, na bunda, ponha um fiapo nervoso: será seu rabo. Pronto. Ou quase: deixe -o lá fora e espere chover nanquim. Agora dê grama ao bicho. Se ele rejeitar , é dálmata. Se comer (e mugir), é uma vaca que tens. Tente outra vez. Gregório Duvivier

Ainda levando em consideração o mesmo excerto utilizado na questão anterior, indique qual alternativa que apresente um vocábulo que possa substituir a partícula “se” já analisada na questão anterior e que mantenha o mesmo sentido e a mesma correção gramatical:

Questão 5 de 5 Q5 da prova
Leia o texto abaixo para responder às próximas questões: Receita para um dálmata (ou: Soneto branco com bolinhas pretas) Pegue um papel, ou uma parede, ou algo que seja quase branco e bem vazio. Amasse -o até que tome forma de um animal: focinho, corpo, patas. Em cada pata ponha muitas unhas e em sua boca muitos dentes. (Caso queira, pinte o focinho de qualquer cor que pareça rosa). Atrás, na bunda, ponha um fiapo nervoso: será seu rabo. Pronto. Ou quase: deixe -o lá fora e espere chover nanquim. Agora dê grama ao bicho. Se ele rejeitar , é dálmata. Se comer (e mugir), é uma vaca que tens. Tente outra vez. Gregório Duvivier

Na primeira estrofe é utilizada como forma de tratamento a terceira pessoa do singular, mediante o uso do pronome pessoal de tratamento “você”. Caso seja trocada a forma de tratamento pelo pronome pessoal “tu”, quantas alterações seriam necessárias na referida estrofe para fins de concordância e consonância com as regras da norma padrão da língua portuguesa?

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Erros
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